Investimento

FII GGRC11 conclui emissão de cotas e capta R$ 1,48 bilhão

O FII GGRC11 encerrou com sucesso sua 11ª emissão de cotas após alcançar o volume máximo previsto na oferta pública. Ao todo, o fundo imobiliário levantou aproximadamente R$ 1,48 bilhão, reforçando sua estratégia de expansão no mercado.

Terceiro período de subscrição impulsiona captação

Na última etapa da oferta, correspondente ao terceiro período de subscrição, foram integralizadas 65.326.855 novas cotas, resultando em um aporte de cerca de R$ 734,5 milhões.

Considerando também as fases anteriores — direito de preferência, primeiro e segundo períodos de subscrição — a emissão alcançou um total de 131.901.519 cotas emitidas.

Oferta movimentou R$ 1,48 bilhão

De acordo com comunicado divulgado pela administradora Vórtx ao mercado, a operação movimentou R$ 1.483.511.002,94, valor que já contempla os custos unitários de distribuição da oferta.

A conclusão da emissão fortalece a posição do GGRC11 em um período marcado pela ampliação de seu portfólio. Nos últimos meses, o fundo imobiliário anunciou novas aquisições de galpões logísticos e ativos industriais, ampliando sua presença nesses segmentos.

FONTE: Infomoney
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Infomoney

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Logística

Aluguel de galpões logísticos sobe 16% acima da inflação e baixa oferta pressiona mercado

O mercado brasileiro de galpões logísticos vive um cenário de forte aquecimento. Impulsionada pela recuperação da atividade industrial, pela expansão do e-commerce e pelo avanço da terceirização das operações de armazenagem e distribuição, a procura por imóveis de alto padrão segue em alta, reduzindo a disponibilidade de espaços e elevando os preços de locação.

Nos últimos seis anos, o valor médio dos aluguéis acumulou alta real de 16% acima da inflação, enquanto a taxa de vacância atingiu o menor patamar da série recente, refletindo um mercado cada vez mais competitivo.

Aluguéis avançam e vacância recua ao menor nível

Levantamento do Instituto de Logística e Supply Chain (Ilos) mostra que o preço médio pedido pelos condomínios logísticos passou de R$ 25,20 por metro quadrado, em 2020, para R$ 29,20 por metro quadrado no primeiro trimestre de 2026.

No mesmo período, a taxa de vacância caiu de forma consistente até atingir 6,5%, indicando que a oferta de imóveis disponíveis continua limitada diante da forte demanda.

Mudança nas cadeias de suprimentos impulsiona ocupação

Desde o período pós-pandemia, muitas empresas passaram a rever suas estratégias de gestão de estoques. Em vez de operar com volumes mínimos, diversos setores aumentaram a capacidade de armazenagem para reduzir riscos relacionados às cadeias globais de suprimentos.

Ao mesmo tempo, operadores logísticos e empresas do varejo ampliaram investimentos em infraestrutura para acelerar as entregas e melhorar a eficiência da distribuição.

Esse movimento tem sustentado a elevada procura por galpões localizados próximos aos principais centros consumidores.

Operadores logísticos lideram a ocupação dos empreendimentos

Os dados do Ilos mostram que os operadores logísticos (3PL) e as indústrias respondem, cada um, por 27% da área ocupada nos condomínios logísticos. Na sequência aparecem as empresas de comércio eletrônico, com participação de 20%, enquanto o varejo tradicional representa 18%.

Segundo Monica Barros, sócia-executiva do Ilos, embora indústria e operadores logísticos ocupem parcelas semelhantes do mercado, cada segmento utiliza esses espaços com objetivos distintos.

Enquanto as indústrias destinam os galpões às próprias operações, os operadores logísticos concentram cargas de diferentes clientes, oferecendo escala para empresas que optam pela terceirização das atividades logísticas.

A executiva destaca ainda que uma parcela significativa da demanda da indústria e do e-commerce está incorporada aos contratos firmados pelos operadores logísticos, o que faz com que a participação desses setores seja, na prática, ainda maior do que os números indicam.

Recomposição de estoques fortalece demanda

Outro fator que vem sustentando o aquecimento do setor é a retomada da política de formação de estoques.

Após anos priorizando operações mais enxutas, muitas empresas passaram a ampliar seus níveis de armazenagem para aumentar a segurança no abastecimento e minimizar impactos provocados por interrupções nas cadeias globais.

De acordo com o Ilos, essa mudança de estratégia se consolidou como um dos principais motores da demanda por centros de distribuição, especialmente nas regiões próximas aos grandes polos de consumo.

Mercado Livre e Shopee ampliam disputa por espaços

O crescimento do comércio eletrônico continua sendo um dos principais vetores da valorização dos imóveis logísticos.

Nos últimos anos, empresas como Mercado Livre e Shopee expandiram suas redes de distribuição para reduzir os prazos de entrega e ampliar a cobertura nacional. Como consequência, aumentou a concorrência por galpões modernos instalados em regiões estratégicas, principalmente no corredor formado por São Paulo, Campinas, Cajamar, Guarulhos e Extrema (MG).

Além das plataformas de e-commerce, empresas industriais também reforçaram a busca por centros de distribuição próximos aos mercados consumidores, contribuindo para manter a taxa de vacância em níveis historicamente baixos, mesmo com a entrega de novos empreendimentos.

Perspectiva é de continuidade da valorização

Na avaliação de especialistas, a combinação entre oferta limitada, elevada absorção dos novos empreendimentos e crescimento da demanda deve manter a pressão sobre os aluguéis de galpões logísticos nos próximos anos.

Embora incorporadoras continuem lançando novos projetos, o ritmo de ocupação permanece elevado, restringindo a disponibilidade de imóveis e sustentando a valorização dos ativos mais modernos e bem localizados, especialmente aqueles com acesso às principais rodovias e centros urbanos.

FONTE: Notícias Agrícolas
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Notícias Agrícolas

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Logística

Galpões logísticos impulsionam desenvolvimento econômico e transformam cidades em polos de negócios

O crescimento dos galpões logísticos de alto padrão está mudando a dinâmica econômica de diversas regiões brasileiras. Impulsionado pela expansão do e-commerce, pela modernização das cadeias de suprimentos e pela necessidade de aproximar operações dos principais mercados consumidores, o setor alcançou um novo patamar em 2025.

Dados da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (ABRAINC) mostram que o estoque nacional de empreendimentos logísticos ultrapassou 38 milhões de metros quadrados, consolidando o segmento como um dos mais estratégicos para a economia do país.

Corredores logísticos atraem empresas e investimentos

A busca por maior eficiência operacional tem levado empresas dos setores de logística, varejo e indústria a expandirem suas atividades em regiões com localização privilegiada. Municípios situados próximos a importantes rodovias, portos e aeroportos vêm se destacando como novos polos de desenvolvimento.

Áreas do interior de São Paulo, Sul de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina concentram parte significativa dessa expansão, beneficiadas pela posição estratégica nos principais corredores de transporte do país.

Além de ampliar a capacidade de armazenagem e distribuição, os condomínios logísticos têm contribuído para atrair novos negócios e estimular a economia local.

Segundo Mariana Schilis, sócia da Fulwood, a chegada desses empreendimentos costuma desencadear um ciclo de crescimento regional, beneficiando não apenas as empresas instaladas, mas também fornecedores, transportadoras, prestadores de serviços e o comércio local.

Infraestrutura ganha reforço com novos empreendimentos

A instalação de grandes ativos logísticos também costuma impulsionar melhorias na infraestrutura urbana e viária das cidades que recebem os investimentos.

Projetos de ampliação de acessos rodoviários, modernização das redes de energia e novos aportes públicos e privados frequentemente acompanham a implantação dos condomínios logísticos, aumentando a competitividade dos municípios.

De acordo com especialistas, esses empreendimentos funcionam como catalisadores de desenvolvimento, ampliando a atratividade regional para novas empresas e contribuindo para a diversificação da atividade econômica.

Mercado logístico mantém alta demanda

O setor segue aquecido em todo o país. Levantamentos recentes apontam que a taxa média de vacância dos condomínios logísticos brasileiros permanece próxima de 6%.

Em algumas regiões da Grande São Paulo, considerada o principal mercado nacional, esse índice chega a cerca de 2%, refletindo a forte procura por áreas bem localizadas e a oferta limitada de empreendimentos modernos.

A tendência acompanha o cenário internacional. Estudo da CBRE indica que os ativos logísticos estão entre os segmentos imobiliários mais valorizados globalmente, impulsionados pela digitalização da economia, pela necessidade de entregas mais rápidas e pela busca por cadeias de abastecimento mais resilientes.

Sustentabilidade e planejamento ampliam relevância do setor

A importância dos condomínios logísticos vai além da armazenagem de produtos. Especialistas destacam que esses empreendimentos contribuem para uma ocupação mais planejada das áreas industriais, ajudam a reduzir a pressão sobre grandes centros urbanos e promovem uma distribuição mais equilibrada das atividades produtivas.

Aspectos relacionados à sustentabilidade, eficiência energética e integração com as comunidades locais também passaram a ter peso crescente nas decisões de investidores e empresas ocupantes.

Atualmente, a Fulwood administra mais de 20 empreendimentos localizados nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina. O portfólio supera 1 milhão de metros quadrados sob gestão e mantém ocupação total dos espaços disponíveis.

FONTE: Transporte Moderno
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Transporte Moderno

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Logística

Galpões logísticos ganham impulso com Reforma Tributária e mantêm demanda aquecida em 2026

O mercado de galpões logísticos encerrou 2025 em forte expansão e deve ganhar um novo impulso em 2026, especialmente nas regiões próximas à capital paulista. A expectativa do setor é de que a Reforma Tributária amplifique a procura por imóveis logísticos, sobretudo no raio de até 30 quilômetros de São Paulo, principal polo de consumo do país.

Estoque cresce e vacância segue baixa

De acordo com dados do Grupo EREA, especializado em real estate logístico, o estoque total de condomínios logísticos no Brasil atingiu 43,7 milhões de metros quadrados em 2025, crescimento de 8% em relação ao ano anterior. A taxa de vacância permaneceu em patamar reduzido, em 7,3%, sinalizando um mercado ainda pressionado pela demanda.

Nos recortes mais disputados da Grande São Paulo, o avanço foi ainda mais expressivo. O estoque no Raio de 30 km cresceu 10%, alcançando 12,3 milhões de m², enquanto no Raio de 15 km a alta foi de 18%, totalizando 1,6 milhão de m².

Novos projetos se concentram perto da capital

O volume de novo estoque aumentou 43% no país, chegando a 3,4 milhões de m² em 2025. O destaque ficou novamente com a capital paulista: no Raio de 30 km, os lançamentos avançaram 89%, para 1,2 milhão de m², e no Raio de 15 km houve uma expansão expressiva de 1.109%, atingindo 300 mil m².

Aluguéis sobem acima da inflação

Segundo Clarissa Etcheverry, sócia-fundadora do Grupo EREA, a tendência é de continuidade na valorização dos aluguéis. Em 2025, os preços de locação de galpões logísticos subiram, em média, 11% no país. Como o IPCA acumulado foi de 4,26%, o ganho real ficou em 6,7% acima da inflação.

Na Grande São Paulo, a pressão foi ainda maior. No Raio de 30 km, os valores avançaram 17%, o que representa 12,7% de ganho real. O preço médio pedido nessas regiões chegou a R$ 44,40 por metro quadrado, refletindo a disposição dos inquilinos em pagar mais para reduzir custos operacionais e de transporte.

E-commerce e operadores logísticos lideram locações

Os principais motores da demanda seguem sendo o e-commerce e os operadores logísticos (3PL). Juntos, esses segmentos responderam por mais de 50% das locações de galpões no Brasil em 2025, com participações de 34% e 35%, respectivamente.

Quanto mais próximo da capital paulista, maior a concentração desses setores. No Raio de 30 km, o e-commerce ficou com 54% das locações, enquanto os operadores logísticos responderam por 19%. Já no Raio de 15 km, o e-commerce representou 45%, e os 3PL, 36%.

Projeções indicam mercado firme em 2026

Apesar de um cenário macroeconômico desafiador, marcado por juros elevados e tensões no comércio internacional, o Grupo EREA projeta manutenção da demanda aquecida. Para o estoque futuro especulativo, o preço pedido no Raio de 30 km já alcança R$ 44/m², bem acima da média de R$ 35,60/m² registrada em 2025.

No Raio de 15 km, a expectativa é de elevação para R$ 45,40/m², frente aos R$ 44,40/m² do ano anterior. Em nível nacional, a previsão é de 3,1 milhões de m² adicionados ao estoque em 2026, uma queda de 9% em relação a 2025, mas com maior foco nas áreas mais estratégicas.

São Paulo segue como principal termômetro do setor

Nos arredores da capital, o cenário se inverte. A estimativa é de crescimento de 15% nos lançamentos no Raio de 30 km, para 1,35 milhão de m², e de 21% no Raio de 15 km, para 303 mil m². A taxa de pré-locação reforça o aquecimento: 61% do novo estoque do Raio de 30 km já está pré-alocado ou em negociação avançada.

Reforma Tributária deve redesenhar a logística

Para os executivos do EREA, o principal catalisador de mudanças em 2026 será a Reforma Tributária, que promove a transição da tributação na origem para o destino final do consumo. Historicamente, indústrias e varejistas se instalaram em regiões distantes dos grandes centros para aproveitar incentivos fiscais, mesmo com custos logísticos mais elevados.

Com a redução gradual desses benefícios, a eficiência logística tende a se tornar decisiva. A proximidade dos grandes mercados consumidores deve ganhar ainda mais peso nas decisões de localização.

Segundo Leandro Bassoi, CEO do EREA, empresas já avaliam quando deixará de ser vantajoso manter operações distantes dos centros urbanos. A expectativa é de uma reorganização progressiva das operações logísticas entre 2026 e 2033, período de transição da reforma, com maior concentração em regiões como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e outros grandes polos de consumo.

FONTE: InfoMoney
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Grupo EREA

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Logística

E-commerce impulsiona boom de galpões logísticos no Brasil

O forte desempenho da Black Friday, no dia 28 de novembro, ajudou a explicar a explosão na ocupação de galpões logísticos por grandes empresas de e-commerce no terceiro trimestre. Juntas, as duas maiores plataformas responderam por 90% dos 656 mil m² alugados no período, segundo a consultoria imobiliária Binswanger.

O Mercado Livre, líder entre os varejistas online, contratou 415 mil m² em sete empreendimentos. Já a Shopee ampliou sua operação com 138 mil m² distribuídos em oito unidades.

Expansão inédita das gigantes digitais

Com a nova rodada de contratos, o Mercado Livre alcançou 3,39 milhões de m² de área logística no Brasil. Em 2020, eram apenas 236 mil m². O volume ultrapassou 1 milhão em 2021 e, entre 2023 e 2025, a expansão foi de 2,5 vezes.

A Shopee segue trajetória semelhante. A empresa já ocupa 1,23 milhão de m², ante somente 63 mil m² em 2021 – um crescimento quatro vezes maior entre 2023 e 2025. Em apenas cinco anos de atuação no país, a plataforma já supera operadoras tradicionais como Via Varejo (985 mil m²), Magazine Luiza (722 mil m²) e Amazon (709 mil m²).

“Essa expansão deve continuar avançando em um ritmo muito acelerado”, afirma Simone Santos, sócia-diretora da Binswanger Brasil. Para ela, ainda há muitas regiões do país a serem exploradas por essas empresas.

Shopee e Mercado Livre disputam galpões estratégicos

De acordo com a consultoria JLL, a Shopee assinou o maior contrato do trimestre ao dobrar sua área no complexo GLP Bandeirantes, em Franco da Rocha (SP), chegando a 157 mil m².
Fontes do setor afirmam que a plataforma chinesa entrou em uma nova fase, priorizando instalações de grande porte, após anos focada em estruturas menores voltadas ao last mile.

O Mercado Livre também mantém protagonismo ao assegurar ativos próximos à capital paulista, em um raio de 30 a 50 quilômetros, área considerada estratégica e difícil de replicar. “É uma disputa por território”, explica Santos.

Escassez de galpões limita novos concorrentes

A dificuldade de encontrar espaços bem localizados tem limitado a entrada de novos players no e-commerce, dizem executivos do setor. O Mercado Livre, por exemplo, já pré-locou áreas que só ficarão prontas em 2027 e 2028.

Segundo a Colliers, a taxa de vacância nos galpões logísticos caiu para 7% no fim de setembro. Com poucos imóveis disponíveis, cresce o número de contratos fechados ainda na fase de obras: dos 1,4 milhão de m² alugados até setembro, 404 mil m² estavam em estruturas em construção.
A Binswanger estima que 25% dos 1,9 milhão de m² previstos para entrega em 2025 já estejam pré-locados.

Preços sobem com a corrida por infraestrutura

A escassez de espaços aumentou o poder de negociação dos desenvolvedores. “A velocidade de expansão dessas empresas joga contra elas mesmas”, disse um executivo.
O preço médio do aluguel subiu de R$ 26,37 para R$ 27,78/m² em um ano.

Para reduzir custos e oferecer frete grátis, as varejistas buscam galpões cada vez mais próximos dos grandes centros consumidores. Mas os imóveis de maior qualidade seguem restritos e disputados, mantendo os proprietários em vantagem nas tratativas.
Mesmo assim, incentivos como carência de até seis meses e descontos nos primeiros anos têm sido oferecidos para garantir contratos com Mercado Livre e Shopee.

Infraestrutura logística mais sofisticada

Desenvolvedores afirmam que a exigência técnica das gigantes do e-commerce impulsionou a modernização do setor. Além dos chamados galpões “triple A”, com pé-direito de 12 metros e piso para 6 toneladas, a demanda agora inclui soluções ainda mais avançadas, como pátios otimizados para agilizar a movimentação de veículos.

Ter uma dessas gigantes como inquilina também valoriza o imóvel na hora de vender. Investidores tendem a pagar um “prêmio” por galpões ocupados por empresas vistas como pagadoras confiáveis e altamente integradas em tecnologia.

Empresas seguem expandindo

O Mercado Livre não comentou.
A Shopee informou que já possui 15 centros de distribuição, mais de 200 hubs logísticos e 3 mil agências para coleta e devolução. Segundo a empresa, sua capacidade de processamento de pacotes mais que dobrou em comparação com novembro de 2024.

FONTE: Valor Econômico
TEXTO: Redação
IMAGEM: Silvia Costanti/Valor

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Logística

Vacância de galpões logísticos no Brasil atinge menor nível histórico em 2025

O mercado de galpões logísticos e industriais registrou, no terceiro trimestre de 2025, a menor taxa de vacância da história, alcançando 8,2%, segundo levantamento da Binswanger Brasil. O estudo considerou empreendimentos A+ e A, e apontou que a combinação de alta demanda de empresas de e-commerce e a entrega abaixo do esperado de novos estoques impulsionou os resultados.

E-commerce lidera locações

O setor de comércio eletrônico foi protagonista nas novas ocupações. Entre julho e setembro, o Mercado Livre realizou sete locações totalizando 232 mil metros quadrados, enquanto a Shopee registrou nove operações, somando 159 mil metros quadrados.

As maiores transações também foram dominadas pelo e-commerce: a Shopee alugou 88.225 m² no condomínio GLP Bandeirantes I, em Cajamar (SP); o Mercado Livre ocupou 82.491 m² em Embu das Artes (SP); e a Belmicro fechou 70 mil m² em Serra (ES).

Alta nos valores médios de aluguel

O relatório da Binswanger mostra que o valor médio pedido por metro quadrado aumentou de R$ 27,61 para R$ 27,78 entre julho e setembro. Desde 2020, os preços seguem acima da inflação, indicando um mercado favorável aos proprietários, com demanda superior à oferta.

A absorção líquida no trimestre foi de 924 mil metros quadrados, superior aos 853 mil metros quadrados do período anterior. As maiores ocupações ocorreram em Cajamar (SP), com 124 mil m², seguida de Campinas (SP) com 121 mil m², e de Salvador (BA) e Região Metropolitana de Vitória (ES), ambas com 81 mil m².

São Paulo registra vacância mínima e preços recordes

No Estado de São Paulo, principal polo logístico do país, a taxa de vacância atingiu 8% no terceiro trimestre. O valor médio de aluguel chegou a R$ 29,80/m², aproximando-se do recorde histórico de R$ 30,00/m².

A localização impacta diretamente nos preços: dentro de um raio de 30 km da capital, o valor médio subiu para R$ 35,21/m², enquanto no raio de 15 km alcançou R$ 42,15/m². Na própria cidade de São Paulo, a crescente demanda por operações last mile para entregas rápidas elevou o preço a R$ 46,00/m² em galpões logísticos e industriais de alto padrão.

FONTE: Modais em Foco
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Modais em Foco

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