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Receita Federal exige curso obrigatório para acesso a áreas alfandegadas

A Receita Federal passou a exigir que trabalhadores e prestadores de serviço realizem um curso de conhecimentos aduaneiros para acessar e permanecer em áreas alfandegadas. A medida foi definida pela Portaria nº 185/2026, publicada recentemente pelo órgão.

A partir de agora, o ingresso nesses locais dependerá de credenciamento prévio e autorização formal, condicionados à comprovação de participação no treinamento.

Curso será obrigatório e com avaliação

O conteúdo do curso inclui parte teórica e avaliação final, com exigência de aproveitamento mínimo de 70%. A capacitação poderá ser feita de forma presencial ou online.

Segundo a Receita Federal, a iniciativa busca padronizar procedimentos e reforçar a segurança aduaneira em ambientes considerados sensíveis ao controle de mercadorias e operações de comércio exterior. Servidores públicos e agentes de órgãos intervenientes poderão ser dispensados da exigência.

Implementação será gradual em portos e aeroportos

A nova regra será aplicada de forma progressiva em portos e aeroportos. Os administradores dos recintos alfandegados ficarão responsáveis por:

  • Disponibilizar o curso
  • Aplicar as avaliações
  • Emitir certificados
  • Controlar o acesso às áreas

O descumprimento das normas poderá resultar em penalidades para os envolvidos.

Impacto varia conforme o tipo de instalação

De acordo com representantes do setor, o impacto da medida tende a ser mais significativo em áreas aeroportuárias. Em portos e recintos de zona secundária, como portos secos, os controles já são considerados mais rigorosos.

A expectativa é que a exigência contribua para melhorar o controle de circulação de pessoas, especialmente em ambientes com maior fluxo operacional.

Curso será gratuito e de curta duração

A capacitação será oferecida sem custos aos trabalhadores. O conteúdo será disponibilizado pela própria Receita Federal, em formato simplificado, com duração aproximada de 15 minutos.

O objetivo é garantir que todos os profissionais tenham acesso às informações básicas de segurança e procedimentos aduaneiros, sem gerar custos adicionais para as empresas.

Setor aponta dúvidas sobre aplicação prática

Apesar dos avanços, ainda há incertezas sobre a implementação da medida, principalmente fora das zonas primárias. Especialistas do setor aguardam a aplicação inicial para avaliar possíveis impactos nos fluxos operacionais.

A preocupação é que o reforço na segurança não prejudique a fluidez do comércio exterior nem comprometa a competitividade logística do país.

Segurança e eficiência em equilíbrio

A nova exigência representa um passo importante na modernização do controle em áreas alfandegadas. O desafio agora será equilibrar segurança, eficiência operacional e agilidade logística, garantindo o bom funcionamento das operações de importação e exportação.

FONTE: A Tribuna
TEXTO: Redação
IMAGEM: Vanessa Rodrigues/Arquivo AT

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Importação

Operação da Receita Federal investiga fraude bilionária em importações no Porto do Rio

Uma força-tarefa envolvendo a Receita Federal, o Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF) deflagrou uma operação para apurar um esquema de corrupção aduaneira que pode ter gerado prejuízos de ao menos R$ 86,6 bilhões.

As investigações apontam que servidores públicos e despachantes aduaneiros teriam recebido propina para facilitar a liberação irregular de mercadorias no Porto do Rio de Janeiro, entre julho de 2021 e março de 2026.

Operação Mare Liberum cumpre 45 mandados

Batizada de Operação Mare Liberum, a ação é considerada a maior já conduzida pela corregedoria do Fisco. Ao todo, foram expedidos 45 mandados de busca e apreensão, sendo a maioria contra servidores da aduana.

Entre os investigados, estão 17 auditores fiscais e 8 analistas tributários, que foram afastados de suas funções por decisão judicial. Além disso, nove despachantes tiveram suas atividades suspensas no porto.

Receita reforça fiscalização no local

Diante da gravidade do caso, a Receita Federal anunciou o envio de 50 servidores para reforçar temporariamente as atividades no terminal portuário, até que haja uma reestruturação completa dos serviços.

O secretário especial do órgão, Robinson Barreirinhas, afirmou que novas medidas devem surgir a partir do avanço das investigações, sobretudo no aprimoramento dos mecanismos de controle aduaneiro.

Como funcionava o esquema de corrupção

Segundo a apuração, o grupo atuava de forma organizada para garantir o desembaraço irregular de importações mediante pagamento de propina. O esquema envolvia servidores, empresários e operadores do comércio exterior.

Entre as práticas identificadas estão:

  • Liberação de cargas sem fiscalização adequada
  • Inserção de dados falsos em declarações de importação
  • Entrada de produtos diferentes dos declarados
  • Redução ou eliminação indevida de tributos

Há indícios ainda de uso do esquema para facilitar contrabando e descaminho de forma recorrente.

Investigações identificam milhares de operações suspeitas

A Receita Federal detectou cerca de 17 mil declarações de importação sob suspeita, o que reforça a dimensão do esquema. O volume de mercadorias envolvidas ultrapassa R$ 86 bilhões, configurando uma das maiores ações recentes de combate à fraude em importações no país.

Grupo atuava em diferentes frentes no porto

As investigações indicam que os envolvidos operavam em três principais áreas:

  • Liberação de cargas retidas por irregularidades
  • Criação de exigências artificiais para beneficiar setores específicos, como o de óleo e gás
  • Recebimento de propina para reduzir multas e tributos

Entrada irregular de produtos preocupa autoridades

O esquema também pode ter facilitado a entrada de mercadorias proibidas ou sem autorização sanitária no Brasil, comprometendo a segurança pública e a arrecadação tributária.

De acordo com a corregedoria da Receita, houve casos de alimentos e bebidas que deveriam passar por fiscalização sanitária, mas foram liberados de forma irregular.

Investigados podem responder por vários crimes

Os suspeitos poderão responder por crimes como corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, associação criminosa, além de infrações relacionadas a contrabando e crimes tributários.

As autoridades seguem contabilizando os bens apreendidos e não descartam novos desdobramentos da operação.

Impacto e próximos passos

Apesar da gravidade, a Receita Federal destaca que o esquema envolve uma parcela reduzida do quadro total de servidores. Ainda assim, o caso acende alerta sobre a necessidade de reforçar mecanismos de transparência, fiscalização e integridade no setor público.

FONTE: UOL
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/UOL

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Importação

Fraudes em importações são barradas por MDIC e Receita Federal

A atuação conjunta do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e do Ministério da Fazenda resultou na interrupção de diversas fraudes em importações nos últimos meses. As irregularidades envolviam práticas como subdeclaração de valor e classificação incorreta de mercadorias, com impacto direto no comércio exterior brasileiro.

Entre agosto de 2024 e dezembro de 2025, foram registradas 50 denúncias. Desse total, 21 tiveram indícios confirmados, abrangendo empresas de segmentos como têxtil, siderúrgico, linha branca, autopeças, químico, eletroeletrônicos e artigos esportivos.

Parte das denúncias segue em apuração

Além dos casos já confirmados, três denúncias foram consideradas improcedentes. Outras 26 ainda estão em fase de investigação, indicando que o trabalho de fiscalização segue em andamento.

Segundo a Secretaria de Comércio Exterior, o objetivo das ações é garantir um ambiente mais justo, combatendo práticas que prejudicam empresas que atuam dentro das regras.

Licenciamento mais rígido ajuda a conter irregularidades

Quando há suspeita de irregularidade, as autoridades adotam o chamado licenciamento não automático, mecanismo que reforça o controle sobre operações de importação. A medida permite verificar previamente a veracidade das informações antes da liberação das mercadorias.

Esse modelo tem se mostrado eficaz: entre 19% e 79% dos pedidos de importação acabam sendo cancelados pelos próprios importadores ou rejeitados durante o processo de análise, dependendo do caso.

Fiscalização reforçada no comércio exterior

O trabalho é coordenado pelo Grupo de Inteligência de Comércio Exterior (GI-CEX), que reúne equipes da Secretaria de Comércio Exterior e da Receita Federal. O grupo atua na identificação de indícios de infrações, além de propor ações preventivas e repressivas.

A fiscalização aduaneira também foi intensificada, com verificações realizadas tanto antes quanto após o desembaraço das mercadorias.

Combate a fraudes fortalece ambiente de negócios

De acordo com o governo, a estratégia integrada busca promover isonomia competitiva e fortalecer o ambiente empresarial, sem aumentar a burocracia para quem cumpre a legislação.

A iniciativa contribui para tornar o comércio exterior brasileiro mais transparente e equilibrado, reduzindo práticas ilegais que distorcem o mercado.

FONTE: MDIC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/MDIC

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Importação

Operação Três Corpos combate importação irregular de equipamentos para academias

A Operação Três Corpos, deflagrada na terça-feira (07/04/2026), reúne a Receita Federal e a Polícia Federal no combate à importação irregular de equipamentos de academia. A ação investiga crimes como descaminho, falsidade ideológica, evasão de divisas e lavagem de dinheiro.

O foco é apurar a entrada de produtos estrangeiros no país sem o pagamento dos tributos obrigatórios, prática que configura concorrência desleal e prejuízo aos cofres públicos.

Investigação aponta uso de equipamentos importados sem tributos

As apurações indicam que uma rede de academias inaugurada em 2024, com unidades em Bagé, Uruguaiana e Quaraí (RS), teria sido equipada com aparelhos de alto padrão vindos do exterior sem regularização fiscal.

Foram identificados cerca de 300 equipamentos de musculação e diversos acessórios com indícios de origem estrangeira, sem documentação fiscal adequada. O valor estimado das mercadorias chega a R$ 2 milhões, com aproximadamente R$ 800 mil em tributos não recolhidos.

Os itens irregulares foram apreendidos e podem ser declarados perdidos após a conclusão do processo de fiscalização aduaneira.

Mandados são cumpridos em três cidades gaúchas

A operação inclui o cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão e um mandado de busca pessoal, autorizados pela Justiça Federal.

As ações ocorrem simultaneamente nas cidades de Bagé, Uruguaiana e Quaraí, com a participação de 21 servidores da Receita Federal e 22 agentes da Polícia Federal.

Crescimento do mercado acende alerta

O avanço da investigação ocorre em um cenário de forte expansão do setor. O mercado de equipamentos de ginástica importados registrou crescimento expressivo nos últimos anos.

Dados da Receita Federal apontam que, em 2021, foram importados cerca de 31 mil itens, somando R$ 403 milhões. Já em 2025, esse volume saltou para aproximadamente 140 mil unidades, movimentando R$ 1,6 bilhão — um aumento de 400% em quatro anos.

Combate à concorrência desleal

A Receita Federal destaca que a repressão a práticas ilegais é essencial para proteger o mercado. A importação irregular prejudica tanto empresas que atuam dentro da legalidade quanto academias que investem em equipamentos devidamente tributados.

Além da perda de arrecadação, esse tipo de prática compromete a competitividade do setor e afeta diretamente o comércio formal.

FONTE: Receita Federal
TEXTO: Redação
IMAGEM: Receita Federal

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Trafico

Receita Federal apreende 12 kg de cocaína no Porto de Paranaguá

Uma operação da Receita Federal resultou na apreensão de aproximadamente 12 quilos de cocaína em Paranaguá, no litoral do Paraná. A ação ocorreu na manhã da última quinta-feira (26), em um terminal marítimo privado, durante fiscalização de rotina com apoio de inteligência.

A droga estava escondida dentro do sistema de refrigeração de um contêiner, o que exigiu o uso de tecnologia para identificação.

Droga veio da Colômbia e estava em contêiner vazio

O contêiner tinha origem em Cartagena, na Colômbia, e chegou ao Brasil sem carga declarada. A condição de vazio levantou suspeitas e indicou que o entorpecente não foi retirado no destino final.

Segundo a Receita Federal, a carga já estava sob monitoramento, resultado de trabalho prévio de investigação e análise de risco no combate ao tráfico internacional de drogas.

Scanner auxiliou na localização dos entorpecentes

Durante a inspeção, agentes utilizaram equipamentos de scanner para identificar irregularidades na estrutura do contêiner refrigerado. No total, foram encontrados 10 tabletes de cocaína ocultos no condensador do equipamento.

Após a apreensão, o material foi encaminhado à polícia judiciária, responsável por dar continuidade às investigações.

Apreensões se intensificam em 2025

A operação marca a quarta ocorrência de apreensão de drogas em Paranaguá apenas neste ano. Em janeiro, foram interceptados 38 quilos de cocaína. Já em fevereiro, outras duas ações resultaram na apreensão de 36 quilos e 226 quilos, respectivamente.

Neste último caso, a droga estava escondida em uma carga legal de madeira para exportação, disfarçada dentro de vigas de pinus com interior oco.

Mais de 2,4 toneladas apreendidas na região

O volume total de apreensões em 2025 já ultrapassa 2,4 toneladas de cocaína nos portos do Paraná e de Santa Catarina, segundo a Receita Federal.

Somente em Paranaguá, foram mais de 1,8 tonelada de drogas apreendidas em portos, distribuídas em 12 operações ao longo do ano, evidenciando o reforço na fiscalização e no controle aduaneiro.

FONTE: Plural
TEXTO: Redação
IMAGEM: Receita Federal

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Trafico

Novo cão de faro reforça fiscalização da Receita Federal em Viracopos

A Receita Federal apresentou um novo aliado no combate aos ilícitos no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP). Trata-se de Thor, um cão de faro da raça Border Collie, que passa a integrar as operações da Alfândega de Viracopos com foco em ações de fiscalização e repressão a crimes aduaneiros.

Com apenas dois anos de idade, completados em 27 de dezembro, o animal já demonstra elevado desempenho operacional e se destaca pelo preparo técnico e comportamento em serviço.

Inteligência e faro apurado como diferencial operacional

Reconhecido mundialmente por sua inteligência acima da média, o Border Collie vem ganhando espaço nas atividades de fiscalização aduaneira. No caso de Thor, atributos como disciplina, sensibilidade e alto nível de concentração chamam atenção.

O cão apresenta foco intenso durante as operações, rápida assimilação de comandos e um faro altamente preciso, características essenciais para o trabalho contínuo em ambientes complexos como aeroportos internacionais.

Sintonia entre cão e condutor aumenta eficiência

Outro ponto considerado estratégico é a forte conexão entre Thor e seu condutor. Essa relação de confiança e sintonia é determinante para garantir respostas rápidas, seguras e assertivas durante as abordagens e inspeções realizadas pela Receita Federal.

A leitura refinada do ambiente e a capacidade de manter a atenção por longos períodos tornam o cão um recurso valioso em operações que exigem precisão e agilidade.

Reforço no combate aos ilícitos e ao tráfico de drogas

Com esse conjunto de habilidades, Thor passa a atuar como um importante reforço no combate ao tráfico de entorpecentes e a outros ilícitos no comércio exterior. A chegada do novo cão de faro fortalece as ações da Receita Federal do Brasil na proteção das fronteiras, no controle aduaneiro e na segurança da sociedade.

FONTE: Receita Federal
TEXTO: Redação
IMAGEM: Receita Federal

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Comércio Exterior

ESG no Comércio Exterior: por que a Governança se tornou o maior gargalo do Comex em 2026

A agenda ESG (Environmental, Social and Governance) avança rapidamente nas cadeias globais de valor, mas é o pilar da Governança que desponta como o maior desafio para o comércio exterior em 2026. Em um cenário de fiscalização mais rigorosa, acordos internacionais mais exigentes e pressão crescente por rastreabilidade e due diligence, não basta afirmar que os processos estão corretos — é preciso provar.

No Comex, a lógica é direta: se não dá para comprovar, não dá para sustentar. A ausência de evidências transforma riscos operacionais em interrupções concretas, como exigências documentais adicionais, questionamentos sobre origem e fornecedor, revisões de NCM/HS, divergências técnicas e até exposição contratual e reputacional.

O “G” do ESG na prática: quando governança vira operação

A governança no comércio exterior se materializa no dia a dia das operações. Ela aparece quando a empresa consegue responder, com segurança e consistência, a perguntas essenciais para auditorias, fiscalizações e processos internos.

Entre os principais pontos críticos estão:

  • Classificação fiscal defendível (NCM/HS): não apenas o código utilizado, mas o critério técnico e o histórico que justificam a decisão.
  • Rastreabilidade do dado: quem alterou uma informação, quando a mudança ocorreu e qual fonte sustentou a decisão.
  • Conformidade auditável: padronização de critérios, documentação organizada e trilha de auditoria pronta para inspeções.
  • Decisões replicáveis: o mesmo item deve gerar o mesmo resultado, independentemente de quem execute a análise ou de mudanças no time.

É justamente nesse ponto que muitas operações falham, ainda dependentes de planilhas descentralizadas, memória individual, retrabalho e decisões que não se repetem. Quando surge o “pedido de prova”, o gargalo se revela.

Governança de dados: o elo entre ESG e Comex

No comércio exterior, governança é o que transforma dado em prova. Sem dados bem estruturados, padronizados e rastreáveis, não há como sustentar classificações fiscais, comprovar origem ou demonstrar conformidade regulatória de forma consistente.

É nesse contexto que a Blue Route atua: fortalecendo o pilar da governança de dados aplicada ao Comex, com foco em rastreabilidade, padronização e segurança operacional. A proposta é substituir improviso por método, memória por histórico confiável e risco por previsibilidade.

Ao estruturar processos e dados de forma governada, empresas ganham não apenas conformidade, mas também eficiência, redução de retrabalho e maior confiança nas decisões estratégicas.

ESG como vantagem competitiva no comércio exterior

À medida que o ESG deixa de ser tendência e se consolida como requisito de mercado, empresas que investem em governança passam a operar com vantagem competitiva. No Comex, isso significa menos exposição a riscos fiscais e regulatórios, maior fluidez nas operações e mais credibilidade diante de parceiros, clientes e autoridades.

A pergunta que se impõe é direta: sua empresa hoje consegue provar a origem e a classificação fiscal de cada item sem depender de improviso?

Se a resposta ainda gera dúvida, o problema não está apenas no processo — está na governança do dado. E é exatamente aí que ele pode deixar de ser risco e passar a ser prova.

IMAGEM: FREEPIK
TEXTO: REDAÇÃO

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Informação

Conheça Max, o novo K9 da Receita Federal

Novo cão farejador amplia ações contra o tráfico de drogas
A Alfândega da Receita Federal em Brasília passou a contar, no fim de dezembro, com um novo aliado no combate ao tráfico de drogas e no fortalecimento da fiscalização aduaneira no Aeroporto Internacional de Brasília. O reforço atende pelo nome de K9 Max, um cão da raça Border Collie treinado para a detecção de entorpecentes, como cannabis, cocaína, ecstasy e outras substâncias ilícitas.

Integração ao time K9 da Receita Federal
Com a chegada de Max, a equipe canina da Alfândega passa a contar com três agentes K9. O grupo já era formado pelo Pastor-Belga Malinois Rock e pelo Pastor-Alemão Bruce. A ampliação do efetivo fortalece a atuação da Seção de Vigilância e Repressão ao Contrabando e ao Descaminho (Savig), especialmente em operações realizadas em ambiente aeroportuário.

Border Collie favorece abordagens discretas em áreas movimentadas
A escolha da raça não é casual. O Border Collie, por ter aparência mais familiar e menos intimidadora, é considerado ideal para fiscalizações em locais com grande circulação de passageiros. Essa característica permite abordagens mais discretas, sem comprometer a eficiência das ações de controle aduaneiro.

Atuação além da fiscalização: cidadania fiscal e educação
Max também inaugura uma nova frente de atuação dentro da Receita Federal. Ele é o primeiro cão do órgão a receber treinamento específico para apresentações institucionais e interação social. Com temperamento dócil e comportamento sociável, o novo K9 participa de ações de Cidadania Fiscal, aproximando a Receita da população e contribuindo para a educação sobre o papel do órgão na proteção da sociedade.

Reforço estratégico para a Aduana brasileira
A incorporação de Max evidencia o investimento contínuo da Receita Federal do Brasil em estratégias modernas de combate ao contrabando, ao descaminho e ao tráfico de drogas, aliando eficiência operacional e aproximação com a sociedade.

FONTE: Receita Federal
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Receita Federal

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Portos

Receita Federal destrói máquinas de solda irregulares no Porto de Itajaí

A Receita Federal realizou, na tarde desta quarta-feira (15), a destruição de 1.200 máquinas de solda apreendidas no Porto de Itajaí, em Santa Catarina. Os equipamentos foram importados de forma irregular e não atendiam às normas técnicas brasileiras, oferecendo riscos à saúde e à segurança dos consumidores.

Essa foi a segunda operação desse tipo registrada no país. A primeira ocorreu no Porto de Santos, também envolvendo equipamentos sem certificação adequada.

Laudo técnico apontou falhas de segurança

Após a apreensão, as mercadorias passaram por análise técnica especializada. O laudo confirmou a ausência de requisitos mínimos de segurança exigidos pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), o que inviabilizou qualquer possibilidade de regularização dos produtos.

Diante das irregularidades constatadas, a Receita Federal determinou a destinação das máquinas à destruição, ainda em zona alfandegada.

Receita Federal alerta mercado sobre fiscalização

De acordo com o delegado da Receita Federal no Porto de Itajaí, André Sette Câmara, a operação tem também um caráter educativo e preventivo. Segundo ele, houve aumento nas tentativas de entrada desse tipo de mercadoria em portos brasileiros.

O delegado reforçou que a fiscalização seguirá rigorosa, com o objetivo de coibir novas importações irregulares e proteger o mercado nacional e o consumidor final.

Associação de Soldagem acompanhou a operação

A ação contou com o acompanhamento da Associação Brasileira de Soldagem, que destacou a importância da destruição dos equipamentos ainda na área alfandegada. A entidade ressaltou que a medida é essencial para impedir que produtos inseguros cheguem ao mercado e sejam utilizados sem atender aos padrões técnicos exigidos no Brasil.

FONTE: Portal Menina
TEXTO: Redação
IMAGEM: Receita Federal

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Portos

Receita Federal apreende 289 kg de cocaína em contêiner no Porto de Santos

A Receita Federal realizou, na manhã desta segunda-feira (29), uma operação de busca aduaneira em um navio atracado no Porto de Santos e apreendeu 289 quilos de cocaína escondidos em um contêiner com destino ao porto de Hamburgo, na Alemanha. A ação contou com o apoio da Polícia Federal.

Droga estava oculta em carga de peças automotivas

O entorpecente foi encontrado acondicionado em bolsas, no interior de um contêiner carregado com peças para motores. A identificação ocorreu durante procedimentos de rotina de fiscalização realizados no complexo portuário santista, considerado o maior da América Latina.

A carga havia sido preparada para exportação quando foi interceptada pelas equipes de controle aduaneiro.

Operação integra fiscalização permanente da Receita Federal

A ação faz parte das atividades regulares de controle aduaneiro realizadas pela Receita Federal em portos, aeroportos e fronteiras terrestres. O objetivo é coibir crimes como tráfico internacional de drogas, contrabando e descaminho, além de garantir a segurança da cadeia logística brasileira.

A chamada Busca Aduaneira permite a verificação física de cargas, documentos e contêineres sempre que houver indícios ou critérios de risco previamente identificados.

Polícia Federal conduz investigação criminal

A Polícia Federal acompanhou a operação e ficará responsável pela condução do inquérito policial. A investigação irá apurar a origem da droga, os responsáveis pelo envio da carga e possíveis conexões internacionais do esquema criminoso.

O material apreendido foi encaminhado para os procedimentos legais e posterior destruição, conforme prevê a legislação.

Porto de Santos segue como ponto estratégico de fiscalização

Por concentrar grande parte das exportações brasileiras, o Porto de Santos mantém protocolos rigorosos de segurança e monitoramento, com ações integradas entre Receita Federal, Polícia Federal e demais órgãos de controle.

A atuação conjunta tem sido fundamental para impedir o uso da infraestrutura portuária por organizações criminosas e reforçar a credibilidade do comércio exterior brasileiro.

FONTE: Receita Federal
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Receita Federal

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