Transporte

Carga aérea cresce impulsionada pela inteligência artificial e demanda por chips

A carga aérea internacional atravessa uma nova fase de expansão, agora liderada pela crescente demanda por chips, semicondutores e equipamentos destinados à infraestrutura de inteligência artificial (IA). Em junho, o setor registrou alta de 7% na movimentação global em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo levantamento da consultoria Xeneta.

O avanço representa uma mudança no perfil das mercadorias transportadas por via aérea. Após um período em que o e-commerce foi o principal responsável pelo crescimento do segmento, os componentes tecnológicos de alto valor agregado passaram a ocupar posição de destaque na demanda por espaço nas aeronaves.

Semicondutores lideram expansão da carga aérea

O crescimento acelerado da indústria de semicondutores é apontado pela Xeneta como o principal fator por trás da força do mercado de carga aérea em 2026.

De acordo com a consultoria, as vendas globais de chips avançaram 106% em abril na comparação anual, o maior crescimento já registrado pela World Semiconductor Trade Statistics desde o início da série histórica, em 1986.

Esse cenário fortaleceu a rota transpacífica como o principal corredor mundial de transporte aéreo de cargas, mesmo diante da desaceleração do comércio entre China e Estados Unidos provocada pelas tarifas comerciais.

Embora os embarques ligados à inteligência artificial representem menos de 10% do volume total transportado, eles concentram grande parte da expansão registrada pelo setor neste ano.

Economias asiáticas refletem boom da IA

O aumento da demanda por tecnologia já impacta diretamente os principais produtores de chips.

Em Taiwan, maior fabricante mundial de semicondutores avançados, a economia cresceu 15% no primeiro trimestre de 2026, o melhor resultado em quase cinco décadas, impulsionado pelas exportações voltadas ao mercado de IA.

Na Coreia do Sul, as duas maiores fabricantes de semicondutores passaram a representar mais da metade do valor de mercado da bolsa de Seul após registrarem forte valorização ao longo do ano.

Fretes seguem elevados, mas ritmo desacelera

As tarifas spot globais — utilizadas em contratos de curta duração — atingiram média de US$ 3,40 por quilo em junho, resultado 38% superior ao registrado no mesmo mês de 2025.

Apesar da alta, os preços começaram a mostrar sinais de estabilização. Em maio, o crescimento havia alcançado 41%, indicando que a pressão sobre os fretes internacionais começa a perder intensidade.

Entre os fatores que contribuíram para esse movimento estão a redução das tensões no Oriente Médio, a retomada da capacidade operacional nos principais hubs do Golfo e a queda no preço do combustível de aviação.

E-commerce perde protagonismo no transporte aéreo

Enquanto a inteligência artificial fortalece sua participação no mercado, o comércio eletrônico passa a perder espaço como principal impulsionador da carga aérea.

Segundo a Xeneta, as exportações chinesas de produtos de baixo valor e mercadorias ligadas ao e-commerce recuaram 7% em maio, marcando o sexto mês consecutivo de queda.

A mudança representa uma inversão em relação ao período pós-pandemia, quando as plataformas de vendas online sustentaram boa parte da ocupação das aeronaves cargueiras e contribuíram para manter os fretes em níveis elevados entre 2023 e 2025.

Mercado aposta em contratos mais curtos

Outra tendência observada em 2026 é a preferência por contratos de menor duração.

No segundo trimestre, 58% dos novos acordos firmados no transporte aéreo internacional tiveram validade inferior a três meses. Um ano antes, esse percentual era de apenas 22%.

Além disso, o mercado spot já responde por aproximadamente 49% de toda a carga tarifável transportada globalmente.

O comportamento reflete a dificuldade de empresas e operadores logísticos em prever o mercado diante das incertezas provocadas por fatores geopolíticos, mudanças tarifárias e oscilações na demanda por tecnologia.

Rotas ligadas à IA mantêm preços elevados

Mesmo com sinais de acomodação no mercado, as rotas diretamente relacionadas à cadeia da inteligência artificial continuam registrando tarifas elevadas.

No fim de junho, os fretes entre o Nordeste Asiático e a América do Norte estavam 41% acima dos níveis registrados no fim de fevereiro. Já os embarques do Sudeste Asiático para o mercado norte-americano acumulavam aumento de 42% no mesmo período.

Em contrapartida, o aumento da oferta de voos de passageiros durante o verão no Hemisfério Norte ampliou a capacidade disponível nos porões das aeronaves e reduziu cerca de 25% as tarifas entre Europa e América do Norte em comparação com o inverno boreal.

Demanda cresce acima da capacidade disponível

Enquanto a demanda mundial por carga aérea avançou 7% em junho, a capacidade global aumentou apenas 3%, impulsionada principalmente pela retomada de voos anteriormente suspensos durante a crise no Oriente Médio.

Com isso, o fator de ocupação das aeronaves subiu três pontos percentuais, alcançando 62%.

No acumulado do primeiro semestre, a demanda global registra crescimento de 4%, desempenho superior às expectativas do mercado no início de 2026, quando predominava a previsão de desaceleração econômica e menor dinamismo do comércio internacional.

Agora, a principal expectativa do setor é entender por quanto tempo a expansão impulsionada pela inteligência artificial, pelos semicondutores e pela crescente demanda tecnológica continuará sustentando o mercado mundial de carga aérea.

FONTE: Transporte Moderno
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Transporte Moderno

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Logística

Aluguel de galpões logísticos sobe 16% acima da inflação e baixa oferta pressiona mercado

O mercado brasileiro de galpões logísticos vive um cenário de forte aquecimento. Impulsionada pela recuperação da atividade industrial, pela expansão do e-commerce e pelo avanço da terceirização das operações de armazenagem e distribuição, a procura por imóveis de alto padrão segue em alta, reduzindo a disponibilidade de espaços e elevando os preços de locação.

Nos últimos seis anos, o valor médio dos aluguéis acumulou alta real de 16% acima da inflação, enquanto a taxa de vacância atingiu o menor patamar da série recente, refletindo um mercado cada vez mais competitivo.

Aluguéis avançam e vacância recua ao menor nível

Levantamento do Instituto de Logística e Supply Chain (Ilos) mostra que o preço médio pedido pelos condomínios logísticos passou de R$ 25,20 por metro quadrado, em 2020, para R$ 29,20 por metro quadrado no primeiro trimestre de 2026.

No mesmo período, a taxa de vacância caiu de forma consistente até atingir 6,5%, indicando que a oferta de imóveis disponíveis continua limitada diante da forte demanda.

Mudança nas cadeias de suprimentos impulsiona ocupação

Desde o período pós-pandemia, muitas empresas passaram a rever suas estratégias de gestão de estoques. Em vez de operar com volumes mínimos, diversos setores aumentaram a capacidade de armazenagem para reduzir riscos relacionados às cadeias globais de suprimentos.

Ao mesmo tempo, operadores logísticos e empresas do varejo ampliaram investimentos em infraestrutura para acelerar as entregas e melhorar a eficiência da distribuição.

Esse movimento tem sustentado a elevada procura por galpões localizados próximos aos principais centros consumidores.

Operadores logísticos lideram a ocupação dos empreendimentos

Os dados do Ilos mostram que os operadores logísticos (3PL) e as indústrias respondem, cada um, por 27% da área ocupada nos condomínios logísticos. Na sequência aparecem as empresas de comércio eletrônico, com participação de 20%, enquanto o varejo tradicional representa 18%.

Segundo Monica Barros, sócia-executiva do Ilos, embora indústria e operadores logísticos ocupem parcelas semelhantes do mercado, cada segmento utiliza esses espaços com objetivos distintos.

Enquanto as indústrias destinam os galpões às próprias operações, os operadores logísticos concentram cargas de diferentes clientes, oferecendo escala para empresas que optam pela terceirização das atividades logísticas.

A executiva destaca ainda que uma parcela significativa da demanda da indústria e do e-commerce está incorporada aos contratos firmados pelos operadores logísticos, o que faz com que a participação desses setores seja, na prática, ainda maior do que os números indicam.

Recomposição de estoques fortalece demanda

Outro fator que vem sustentando o aquecimento do setor é a retomada da política de formação de estoques.

Após anos priorizando operações mais enxutas, muitas empresas passaram a ampliar seus níveis de armazenagem para aumentar a segurança no abastecimento e minimizar impactos provocados por interrupções nas cadeias globais.

De acordo com o Ilos, essa mudança de estratégia se consolidou como um dos principais motores da demanda por centros de distribuição, especialmente nas regiões próximas aos grandes polos de consumo.

Mercado Livre e Shopee ampliam disputa por espaços

O crescimento do comércio eletrônico continua sendo um dos principais vetores da valorização dos imóveis logísticos.

Nos últimos anos, empresas como Mercado Livre e Shopee expandiram suas redes de distribuição para reduzir os prazos de entrega e ampliar a cobertura nacional. Como consequência, aumentou a concorrência por galpões modernos instalados em regiões estratégicas, principalmente no corredor formado por São Paulo, Campinas, Cajamar, Guarulhos e Extrema (MG).

Além das plataformas de e-commerce, empresas industriais também reforçaram a busca por centros de distribuição próximos aos mercados consumidores, contribuindo para manter a taxa de vacância em níveis historicamente baixos, mesmo com a entrega de novos empreendimentos.

Perspectiva é de continuidade da valorização

Na avaliação de especialistas, a combinação entre oferta limitada, elevada absorção dos novos empreendimentos e crescimento da demanda deve manter a pressão sobre os aluguéis de galpões logísticos nos próximos anos.

Embora incorporadoras continuem lançando novos projetos, o ritmo de ocupação permanece elevado, restringindo a disponibilidade de imóveis e sustentando a valorização dos ativos mais modernos e bem localizados, especialmente aqueles com acesso às principais rodovias e centros urbanos.

FONTE: Notícias Agrícolas
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Notícias Agrícolas

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Mercado de trabalho

Mercado Livre anuncia 28 mil novas vagas de emprego no Brasil em 2026

O Mercado Livre anunciou a criação de 28,2 mil novas vagas na área de logística ao longo de 2026 no Brasil. Com as contratações, a empresa deverá encerrar o ano com 78,1 mil colaboradores no setor logístico em território nacional, conforme informou a companhia nesta segunda-feira (6).

Na América Latina, a expansão elevará o quadro de funcionários da operação logística para aproximadamente 133 mil trabalhadores.

Expansão faz parte de investimento bilionário no Brasil

A abertura das novas vagas integra o plano de investimentos de R$ 57 bilhões anunciado pela empresa em março para fortalecer sua atuação no mercado brasileiro.

Além das contratações, o projeto prevê a inauguração de 14 novos Centros de Distribuição Fulfillment, ampliando a rede para 48 unidades no país. O crescimento representa um aumento de 50% na quantidade de centros logísticos em comparação ao ano anterior.

Cidades concentram maior número de oportunidades

As contratações estarão concentradas principalmente em municípios que já abrigam importantes operações logísticas da empresa.

As cidades com maior oferta de vagas são:

  • Cajamar (SP): 5,5 mil postos;
  • Araçariguama (SP): 2,5 mil vagas;
  • Governador Celso Ramos (SC): 2,4 mil oportunidades;
  • Campinas (SP): 1,6 mil vagas;
  • Extrema (MG): 930 postos de trabalho.

Crescimento do e-commerce impulsiona expansão

Segundo Patricia Monteiro de Araújo, diretora de Pessoas do Mercado Livre no Brasil, o país segue entre os maiores mercados de e-commerce do mundo, embora a participação das compras online ainda corresponda a cerca de 17% do varejo nacional.

A executiva destaca que fatores como entregas mais rápidas, redução do custo do frete e maior disponibilidade de produtos têm incentivado novos consumidores a comprar pela internet, além de aumentar a frequência de compras dos clientes já ativos. Nesse cenário, a ampliação da infraestrutura logística contribui para sustentar o crescimento da operação.

Aporte recorde fortalece logística, marketplace e serviços financeiros

O investimento de R$ 57 bilhões representa um aumento de 50% em relação ao valor aplicado pela companhia no Brasil no ano anterior e é o maior já realizado pela empresa no país.

Os recursos serão destinados principalmente à expansão da infraestrutura logística, ao fortalecimento do marketplace e ao crescimento do Mercado Pago, braço de serviços financeiros da companhia.

Na ocasião do anúncio do aporte, o vice-presidente executivo de Commerce do Mercado Livre para a América Latina, Fernando Yunes, afirmou que a empresa pretende manter o ritmo de investimentos após consolidar resultados recordes em participação de mercado e satisfação dos clientes.

Brasil permanece como principal mercado da empresa

O Brasil continua sendo o maior mercado do grupo na América Latina. Em 2025, o país respondeu por 52,6% da receita total da companhia, com faturamento líquido de R$ 84,5 bilhões, reforçando sua importância na estratégia de expansão do Mercado Livre.

FONTE: CNN Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/NeoFeed

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Logística

Galpões logísticos impulsionam desenvolvimento econômico e transformam cidades em polos de negócios

O crescimento dos galpões logísticos de alto padrão está mudando a dinâmica econômica de diversas regiões brasileiras. Impulsionado pela expansão do e-commerce, pela modernização das cadeias de suprimentos e pela necessidade de aproximar operações dos principais mercados consumidores, o setor alcançou um novo patamar em 2025.

Dados da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (ABRAINC) mostram que o estoque nacional de empreendimentos logísticos ultrapassou 38 milhões de metros quadrados, consolidando o segmento como um dos mais estratégicos para a economia do país.

Corredores logísticos atraem empresas e investimentos

A busca por maior eficiência operacional tem levado empresas dos setores de logística, varejo e indústria a expandirem suas atividades em regiões com localização privilegiada. Municípios situados próximos a importantes rodovias, portos e aeroportos vêm se destacando como novos polos de desenvolvimento.

Áreas do interior de São Paulo, Sul de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina concentram parte significativa dessa expansão, beneficiadas pela posição estratégica nos principais corredores de transporte do país.

Além de ampliar a capacidade de armazenagem e distribuição, os condomínios logísticos têm contribuído para atrair novos negócios e estimular a economia local.

Segundo Mariana Schilis, sócia da Fulwood, a chegada desses empreendimentos costuma desencadear um ciclo de crescimento regional, beneficiando não apenas as empresas instaladas, mas também fornecedores, transportadoras, prestadores de serviços e o comércio local.

Infraestrutura ganha reforço com novos empreendimentos

A instalação de grandes ativos logísticos também costuma impulsionar melhorias na infraestrutura urbana e viária das cidades que recebem os investimentos.

Projetos de ampliação de acessos rodoviários, modernização das redes de energia e novos aportes públicos e privados frequentemente acompanham a implantação dos condomínios logísticos, aumentando a competitividade dos municípios.

De acordo com especialistas, esses empreendimentos funcionam como catalisadores de desenvolvimento, ampliando a atratividade regional para novas empresas e contribuindo para a diversificação da atividade econômica.

Mercado logístico mantém alta demanda

O setor segue aquecido em todo o país. Levantamentos recentes apontam que a taxa média de vacância dos condomínios logísticos brasileiros permanece próxima de 6%.

Em algumas regiões da Grande São Paulo, considerada o principal mercado nacional, esse índice chega a cerca de 2%, refletindo a forte procura por áreas bem localizadas e a oferta limitada de empreendimentos modernos.

A tendência acompanha o cenário internacional. Estudo da CBRE indica que os ativos logísticos estão entre os segmentos imobiliários mais valorizados globalmente, impulsionados pela digitalização da economia, pela necessidade de entregas mais rápidas e pela busca por cadeias de abastecimento mais resilientes.

Sustentabilidade e planejamento ampliam relevância do setor

A importância dos condomínios logísticos vai além da armazenagem de produtos. Especialistas destacam que esses empreendimentos contribuem para uma ocupação mais planejada das áreas industriais, ajudam a reduzir a pressão sobre grandes centros urbanos e promovem uma distribuição mais equilibrada das atividades produtivas.

Aspectos relacionados à sustentabilidade, eficiência energética e integração com as comunidades locais também passaram a ter peso crescente nas decisões de investidores e empresas ocupantes.

Atualmente, a Fulwood administra mais de 20 empreendimentos localizados nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina. O portfólio supera 1 milhão de metros quadrados sob gestão e mantém ocupação total dos espaços disponíveis.

FONTE: Transporte Moderno
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Transporte Moderno

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Aeroportos

E-commerce impulsiona aeroportos e transforma logística de cargas no Brasil

O crescimento acelerado do e-commerce está redefinindo o papel dos aeroportos brasileiros. Antes voltados principalmente ao transporte de passageiros, os terminais passaram a ocupar posição estratégica na logística de cargas, funcionando como centros de armazenagem, distribuição e conexão entre empresas e consumidores em todo o país.

A busca por entregas mais rápidas e a expansão das operações de grandes varejistas digitais têm impulsionado investimentos em infraestrutura aeroportuária e fortalecido o transporte aéreo como peça-chave da cadeia logística.

Movimentação de carga aérea segue em alta

Os números mais recentes confirmam essa tendência. Dados da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) mostram que os aeroportos brasileiros movimentaram 115,3 mil toneladas de carga em abril, crescimento de 4,3% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O mercado doméstico registrou avanço de 4,8%, alcançando 37,6 mil toneladas, enquanto as operações internacionais cresceram 4%, totalizando 77,7 mil toneladas.

Embora represente uma parcela menor do volume total transportado no país, o transporte aéreo de cargas concentra produtos de maior valor agregado e com elevada necessidade de rapidez na entrega, como medicamentos, eletrônicos, autopeças, equipamentos industriais e itens comercializados pela internet.

Gigantes do varejo ampliam hubs logísticos

O fortalecimento da logística aérea é impulsionado principalmente pelas grandes plataformas de comércio eletrônico.

O Mercado Livre, por exemplo, anunciou investimentos de R$ 57 bilhões no Brasil em 2026 e segue ampliando sua estrutura operacional. Entre os projetos estão a expansão do hub aéreo localizado em Guarulhos (SP) e o reforço das operações realizadas em parceria com a Gollog.

A Amazon também avançou na estratégia de distribuição aérea ao transformar Brasília (DF) em um importante centro logístico operado em conjunto com a Latam Cargo Brasil.

A posição geográfica da capital federal permite atender com maior agilidade consumidores das regiões Norte e Centro-Oeste, áreas historicamente mais desafiadoras para a distribuição de mercadorias.

Além das gigantes do varejo digital, empresas como Azul Cargo Express, Latam Cargo e Gollog vêm ampliando rotas, frota e capacidade operacional para atender à crescente demanda por entregas expressas.

Brasil lidera movimentação de carga aérea na América Latina

O fortalecimento do setor acompanha uma tendência observada em toda a região. Segundo a Associação Latino-Americana e do Caribe de Transporte Aéreo (ALTA), o Brasil permaneceu na liderança da movimentação internacional de cargas aéreas na América Latina em 2025, com 880,9 mil toneladas processadas.

A rota entre Brasil e Estados Unidos continua sendo a principal do segmento. No entanto, o avanço do varejo online vem alterando o perfil das cargas transportadas.

Produtos ligados ao comércio eletrônico passaram a ocupar espaço crescente em um mercado que tradicionalmente era dominado por mercadorias industriais e farmacêuticas.

Aeroportos ampliam atuação como centros de negócios

A transformação vai além da logística. Inspirados no conceito internacional de aerotrópole, os aeroportos brasileiros estão diversificando suas atividades e atraindo novos empreendimentos.

Áreas próximas aos terminais vêm recebendo investimentos em centros de distribuição, condomínios empresariais, parques industriais, hotéis, serviços e espaços comerciais.

Essa expansão é incentivada pelo programa Investe+ Aeroportos, do Ministério de Portos e Aeroportos, que busca estimular a participação da iniciativa privada em projetos localizados dentro e no entorno dos aeroportos.

A proposta é transformar essas áreas em polos de desenvolvimento econômico, gerando receitas adicionais e fortalecendo a integração dos terminais com as cadeias produtivas regionais.

Aeroportos regionais ganham protagonismo

A expansão do comércio eletrônico também tem impulsionado a interiorização da logística aérea.

Para reduzir prazos de entrega e aproximar estoques dos consumidores, empresas vêm direcionando investimentos para aeroportos localizados fora dos grandes centros urbanos.

Nesse cenário, cidades como Araguaína (TO), Paulo Afonso (BA), Serra Talhada (PE) e Cacoal (RO) passaram a desempenhar papel relevante na conexão entre polos produtivos regionais e os principais mercados consumidores do país.

O movimento também recebe apoio do governo federal por meio do programa AmpliAR, que busca fortalecer aeroportos regionais e integrá-los às redes administradas pelas concessionárias responsáveis pelos grandes terminais.

Nova fase da logística brasileira

A expansão dos hubs cargueiros e dos centros de distribuição instalados em áreas aeroportuárias evidencia uma mudança estrutural na logística nacional.

Com a evolução do comércio eletrônico e o aumento da demanda por entregas rápidas, os aeroportos deixaram de ser apenas pontos de embarque e desembarque para assumir uma função estratégica na movimentação de mercadorias, tornando-se peças fundamentais para o crescimento da economia digital brasileira.

FONTE: Transporte Moderno
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Transporte Moderno

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Aeroportos

E-commerce impulsiona uso de aeroportos como hubs logísticos no Brasil

O crescimento acelerado do e-commerce no Brasil vem transformando os aeroportos em peças estratégicas para operações de logística e distribuição de mercadorias. Empresas do varejo digital têm ampliado investimentos em hubs aéreos, rotas cargueiras e integração entre centros de distribuição para acelerar entregas em diferentes regiões do país.

O movimento acompanha iniciativas do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), que busca estimular novos usos econômicos da infraestrutura aeroportuária por meio dos programas Investe+ Aeroportos e AmpliAR.

Comércio eletrônico amplia demanda por logística aérea

Nos últimos anos, gigantes do varejo online passaram a fortalecer suas estruturas de transporte aéreo no Brasil. O objetivo é garantir entregas mais rápidas e ampliar a cobertura logística nacional, especialmente em regiões distantes dos grandes centros urbanos.

Em 2026, o Mercado Livre anunciou investimentos de R$ 57 bilhões no país e confirmou a expansão de sua rede logística, que deve alcançar 42 centros de distribuição. A companhia também ampliou a capacidade operacional do Air Hub em Guarulhos (SP) e reforçou a frota cargueira em parceria com a GOLLOG.

A Amazon seguiu estratégia semelhante ao anunciar Brasília (DF) como novo hub aéreo em parceria com a Latam Cargo Brasil. A iniciativa amplia a capacidade de distribuição para estados das regiões Norte e Centro-Oeste.

Brasília ganha papel estratégico na distribuição nacional

Segundo a Amazon, a escolha de Brasília ocorreu devido à posição geográfica da capital federal e à forte conectividade aérea da região. O novo centro logístico deve acelerar entregas e melhorar a eficiência operacional em áreas consideradas de difícil acesso.

As operações incluem voos diretos para estados como Amazonas, Pará, Rondônia, Acre, Roraima, Amapá, Tocantins, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Com isso, cresce também a importância da integração entre aeroportos, rodovias e centros logísticos, fortalecendo a infraestrutura de transporte de cargas no país.

Programa Investe+ Aeroportos busca ampliar uso econômico da infraestrutura

A expansão das operações ligadas ao comércio eletrônico está alinhada ao programa Investe+ Aeroportos, criado pelo MPor para incentivar empreendimentos comerciais, industriais e logísticos em áreas localizadas dentro ou no entorno dos aeroportos brasileiros.

A proposta é transformar os sítios aeroportuários em polos de negócios e desenvolvimento regional, atraindo investimentos e ampliando receitas para o setor.

Entre os projetos previstos estão centros logísticos, hotéis, hospitais, shoppings, oficinas de manutenção aeronáutica, escolas e espaços de eventos.

Aeroportos regionais ganham espaço na logística nacional

Outra iniciativa do governo é o programa AmpliAR, que pretende fortalecer a conectividade aérea regional ao incorporar aeroportos menores aos contratos de concessionárias responsáveis por grandes terminais.

A estratégia busca ampliar investimentos e melhorar a integração da malha aeroportuária brasileira, permitindo que cidades fora dos grandes centros também recebam operações logísticas.

Alguns aeroportos já incluídos no programa ocupam posições estratégicas para circulação de mercadorias e conexão regional.

Em Paulo Afonso (BA), por exemplo, o terminal facilita a ligação do interior nordestino com hubs como Recife (PE), Salvador (BA) e Maceió (AL). Já Araguaína (TO) se destaca pela localização entre as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Serra Talhada (PE) fortalece a conectividade do sertão nordestino, enquanto Cacoal (RO) amplia sua integração regional após investimentos em modernização da infraestrutura aeroportuária.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Divulgação/MPor

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Logística

Carga aérea ganha foco em estudo do governo com visitas a centros logísticos em São Paulo

O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) avançou nas análises sobre o setor de carga aérea no Brasil após realizar visitas técnicas a terminais aeroportuários e centros logísticos em São Paulo. A iniciativa foi conduzida em parceria com pesquisadores do Laboratório de Transportes e Logística (Labtrans), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

A ação faz parte de um estudo que busca identificar gargalos, oportunidades e desafios do transporte aéreo de cargas, segmento considerado estratégico diante do crescimento acelerado do comércio eletrônico no país.

Viracopos e Guarulhos concentram grande parte da movimentação

Durante três dias, técnicos do ministério e especialistas da UFSC acompanharam operações nos Terminais de Carga Aérea (TECA) dos aeroportos de Viracopos e Guarulhos. Juntos, os dois terminais responderam por 38% da movimentação nacional de carga aérea em 2025.

Além dos aeroportos, a equipe visitou centros logísticos de grandes operadores do setor, como Amazon, DHL, Latam Airlines e Cainiao, braço logístico da AliExpress. Também entrou no roteiro a Ajun, empresa responsável pelo transporte de encomendas ligadas a plataformas digitais como Shein, Temu e Shopee.

Crescimento do e-commerce impulsiona logística aérea

O avanço do e-commerce vem ampliando a necessidade de operações mais rápidas e integradas, aumentando a relevância da logística aérea para garantir prazos menores de entrega e fortalecer a conexão entre mercados nacionais e internacionais.

A pesquisa de campo foi estruturada em quatro pilares principais: infraestrutura, sustentabilidade, segurança operacional e expansão do comércio eletrônico.

Durante as visitas, os técnicos acompanharam processos de importação e exportação, desembaraço aduaneiro e modelos operacionais utilizados por empresas do setor logístico.

Integração logística busca reduzir custos e otimizar operações

Entre os modelos avaliados pela equipe está a parceria entre a Amazon e a Azul Linhas Aéreas. O sistema permite que as cargas sejam preparadas, inspecionadas e paletizadas pela empresa de comércio eletrônico antes do embarque, seguindo os padrões exigidos pela companhia aérea.

Na prática, o modelo reduz etapas operacionais, melhora o fluxo da cadeia logística e contribui para a redução de custos no transporte de mercadorias.

Estudo deve apoiar políticas públicas para o setor

Segundo o secretário Nacional de Aviação Civil, Daniel Longo, a análise desses modelos pode servir de referência para modernizar os processos ligados à logística aeroportuária e ao transporte aéreo de encomendas no Brasil.

De acordo com ele, o governo busca compreender o funcionamento dessas operações para discutir medidas com órgãos reguladores, operadores e empresas do setor, com foco na simplificação de procedimentos e na redução de custos para consumidores e empresas.

O estudo conduzido pelo MPor pretende avaliar como o país pode se preparar para o aumento das encomendas movimentadas por plataformas digitais e operadores logísticos. A expectativa é que os dados levantados sirvam de base para políticas públicas voltadas ao fortalecimento da infraestrutura, ampliação da competitividade e modernização da logística aérea nacional.

FONTE: Plantão News
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Plantão News

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Informação

Receita Federal realiza Operação E-Commerce contra irregularidades em São Paulo

A Receita Federal iniciou na terça-feira (12) a Operação E-Commerce no estado de São Paulo. A ação fiscalizatória tem como foco a apuração de possíveis irregularidades ligadas ao comércio eletrônico, especialmente em depósitos utilizados para fulfillment, espaços de self storage e centros de armazenamento vinculados ao setor.

Operação deve durar 20 dias

Segundo a Receita Federal, a operação terá duração estimada de 20 dias e mobiliza cerca de 50 servidores.

A expectativa do órgão é que as apreensões realizadas ao longo da ação possam alcançar aproximadamente R$ 30 milhões em mercadorias.

Depósitos de cigarros eletrônicos e medicamentos são alvo

Logo no primeiro dia da operação, equipes da Receita identificaram dois depósitos com armazenamento de cigarros eletrônicos e outros dois utilizados para medicamentos.

Além disso, aproximadamente 280 mil encomendas destinadas ao e-commerce foram bloqueadas e passarão por análise durante o processo de fiscalização.

Receita mira produtos irregulares vendidos online

O avanço do e-commerce no Brasil nos últimos anos também elevou o uso das plataformas digitais para comercialização de produtos irregulares, segundo a Receita Federal.

Durante a operação, os fiscais devem intensificar a retenção de mercadorias sem comprovação de importação regular, incluindo produtos eletrônicos, bebidas e itens falsificados.

A ação também busca combater a venda de produtos proibidos no país e reforçar o controle sobre operações logísticas ligadas ao comércio eletrônico.

Fiscalização reforça controle no setor logístico

A Receita Federal afirma que o objetivo da operação é ampliar o monitoramento sobre a cadeia logística do e-commerce e identificar possíveis fraudes tributárias e aduaneiras.

Os trabalhos concentram-se principalmente em estruturas de armazenagem utilizadas por empresas e operadores do setor digital.

FONTE: Receita Federal
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Receita Federal

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Logística

Shopee amplia logística com maior galpão do Brasil e intensifica disputa no e-commerce

A Shopee deu um passo decisivo no mercado brasileiro ao fechar o maior contrato de locação de galpão logístico já registrado no país. A estrutura, com cerca de 220 mil metros quadrados, está localizada em Guarulhos, às margens da Rodovia Presidente Dutra — um dos principais corredores de transporte do Brasil.

O movimento reforça a estratégia da empresa de acelerar entregas e ampliar sua eficiência operacional, elevando a concorrência com gigantes como Mercado Livre e Amazon.

Contrato antecipado revela disputa por infraestrutura

Um dos pontos mais relevantes da operação é que a Shopee assinou o contrato antes mesmo da conclusão da obra. Em um cenário de baixa disponibilidade de espaços logísticos — cerca de 8% em São Paulo — a decisão demonstra antecipação estratégica.

Ao garantir o ativo previamente, a empresa não apenas assegura capacidade de expansão, como também limita o acesso de concorrentes a estruturas similares em localização privilegiada.

Localização estratégica reduz custo da última milha

A escolha de Guarulhos é considerada estratégica por sua proximidade com grandes centros consumidores e conexão direta com importantes rotas rodoviárias.

Essa localização favorece a chamada logística de última milha, etapa final da entrega e uma das mais caras do processo. Quanto menor a distância até o consumidor, maior a eficiência e menor o custo operacional.

Investimento prioriza eficiência e velocidade

O valor de locação gira em torno de R$ 45 por metro quadrado, indicando que a decisão vai além do custo imediato. A aposta está na redução do custo por entrega ao longo do tempo, por meio de escala logística, otimização de rotas e maior velocidade de processamento.

O empreendimento pertence à empresa Mark Logistics, controlada pela gestora ARIS Management, e foi projetado para operações de grande volume.

Expansão acelerada supera 1 milhão de m²

Desde 2020, a Shopee vem ampliando sua presença no Brasil com rapidez. Atualmente, a empresa soma pelo menos 16 centros de distribuição e ultrapassa 1 milhão de metros quadrados em área logística.

Esse crescimento coloca a plataforma entre as maiores operações do país, atrás apenas do Mercado Livre em infraestrutura logística.

Modelos como cross docking e fulfillment aceleram entregas

Para otimizar operações, a empresa combina diferentes modelos logísticos. O cross docking permite que produtos sejam rapidamente redirecionados sem necessidade de armazenamento prolongado.

Já o modelo de fulfillment centraliza o estoque de vendedores nos centros da Shopee, garantindo maior controle sobre embalagem, separação e envio — o que contribui para reduzir prazos e padronizar processos.

Rede descentralizada amplia capilaridade

Além dos centros de distribuição, a Shopee conta com mais de 3 mil pontos físicos espalhados pelo Brasil. Esses locais funcionam como pontos de coleta, retirada e devolução, aumentando a capilaridade logística.

Essa estratégia descentralizada aproxima a operação do consumidor final e reduz a dependência de grandes hubs.

Prazos menores elevam concorrência no setor

Os efeitos da expansão já são percebidos nos prazos de entrega. Na região metropolitana de São Paulo, parte significativa dos pedidos chega em até dois dias, com uma parcela entregue no dia seguinte.

Esse avanço pressiona concorrentes a reagirem com melhorias em frete, prazos e benefícios, elevando o nível de exigência no setor de e-commerce.

Impacto direto no consumidor e no mercado

Com entregas mais rápidas e maior previsibilidade, o consumidor tende a se beneficiar de uma experiência mais eficiente. Ao mesmo tempo, a disputa entre grandes players intensifica a competitividade por preço e serviço.

A estratégia da Shopee indica uma mudança no foco do mercado: a infraestrutura logística passa a ser um dos principais diferenciais competitivos no comércio eletrônico.

FONTE: Click Petróleo e Gás
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/CPG

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Logística

Trabalho temporário cresce 4,5% em 2025 impulsionado pela logística do e-commerce

O trabalho temporário no Brasil encerrou 2025 em alta, com mais de 2,5 milhões de contratos firmados, o que representa um crescimento de 4,5% em comparação com 2024. Os dados são da Associação Brasileira do Trabalho Temporário (ASSERTTEM), que também aponta que cerca de 500 mil trabalhadores desse total foram efetivados ao longo do ano.

Último trimestre concentra avanço das contratações

Entre outubro e dezembro de 2025, período marcado por maior aquecimento do mercado, foram registrados 522 mil contratos temporários. O volume corresponde a um avanço de 5,1% em relação ao mesmo trimestre de 2024, quando houve 497 mil admissões, segundo levantamento da entidade.

Logística e comércio eletrônico lideram crescimento

De acordo com a ASSERTTEM, o principal motor da expansão do emprego temporário em 2025 foi o comércio eletrônico, especialmente nas áreas de logística e distribuição. O desempenho do setor reflete o avanço da digitalização e a mudança no comportamento do consumidor, que seguem ampliando a demanda por mão de obra flexível.

Além do e-commerce, as grandes redes de varejo também tiveram papel relevante nas contratações, assim como a agroindústria e o turismo, segmentos que mantiveram um ritmo consistente de admissões ao longo do ano.

Flexibilidade explica uso crescente do modelo

Para a associação, o resultado confirma a relevância do regime de trabalho temporário como ferramenta estratégica de gestão de pessoas. O modelo tem sido utilizado para lidar com oscilações econômicas, sazonalidade e a necessidade de flexibilidade operacional em diferentes setores da economia.

Segundo o presidente da ASSERTTEM, Alexandre Leite Lopes, o movimento foi puxado principalmente pelas demandas típicas do fim de ano. “O aumento do consumo, a logística ligada ao e-commerce, o turismo e as datas sazonais tiveram papel central nesse desempenho”, afirmou em nota.

Desempenho individual aumenta chances de efetivação

Lopes destacou ainda que o baixo nível de desemprego no país impõe desafios à contratação de trabalhadores temporários, sobretudo em funções operacionais. Ainda assim, ele ressaltou que as agências de trabalho temporário têm experiência para apoiar as empresas na seleção de profissionais adequados.

O presidente da entidade também afirmou que o desempenho do trabalhador é decisivo para a efetivação. “As empresas valorizam profissionais responsáveis, engajados e dispostos a aprender. Quem demonstra comprometimento tem chances reais de ser efetivado ao fim do contrato ou em um momento posterior”, concluiu.

FONTE: Info Money
TEXTO: Redação
IMAGEM: Shutterstock

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