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Agenda ConectAR impulsiona debate sobre futuro da aviação civil no Brasil

A construção do novo planejamento estratégico da Agência Nacional de Aviação Civil para o período de 2027 a 2030 começou a ser debatida nesta semana durante o evento “Desafios da Aviação Civil para os próximos 5 anos”. O encontro reuniu representantes do governo, órgãos de controle e instituições financeiras para discutir os rumos da aviação civil brasileira.

Entre os participantes esteve Daniel Longo, secretário nacional de Aviação Civil do Ministério de Portos e Aeroportos, que destacou a importância da Agenda ConectAR como eixo central para a modernização do setor.

Agenda ConectAR prevê medidas para fortalecer a aviação

Segundo Daniel Longo, a Agenda ConectAR reúne 38 iniciativas voltadas ao crescimento sustentável da aviação brasileira. O programa inclui ações para redução de custos operacionais, ampliação da conectividade aérea, incentivo à concorrência e fortalecimento da segurança jurídica no setor.

De acordo com o secretário, os próximos anos exigirão maior competitividade e um ambiente economicamente mais sustentável para as empresas aéreas.

“O setor aéreo brasileiro precisa de um ambiente mais competitivo e economicamente sustentável”, afirmou.

Governo quer ampliar diálogo com a sociedade

Durante o painel, o secretário também ressaltou a necessidade de aproximar o setor da população. A proposta é ampliar o entendimento sobre o funcionamento da aviação civil, reduzindo a judicialização e qualificando o debate público sobre os desafios enfrentados pelas companhias e operadores aeroportuários.

Outro ponto abordado foi a adaptação da Anac às políticas públicas definidas pelo Governo Federal, mantendo ao mesmo tempo sua autonomia técnica e administrativa.

Como exemplo, Longo mencionou o programa AmpliAR, voltado ao estímulo de investimentos privados em aeroportos regionais, além das discussões sobre flexibilização das regras para aeroportos autorizados operarem voos regulares.

BNDES destaca desafios no financiamento da aviação regional

Representando o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, Maurício Henriques afirmou que a expansão da aviação regional depende da criação de mecanismos de financiamento mais adequados à realidade do segmento.

Segundo ele, embora o banco já financie aeronaves fabricadas no Brasil, ainda existem dificuldades para apoiar a compra de aviões menores e usados, bastante comuns em operações regionais.

Henriques também destacou que temas como descarbonização da aviação e eletrificação já fazem parte do planejamento estratégico da instituição.

“A eletrificação da aviação é um caminho longo, mas precisamos começar a construí-lo agora”, declarou.

TCU reforça importância da estabilidade regulatória

O auditor do Tribunal de Contas da União, Carlos Modena, afirmou que a credibilidade institucional da Anac é um dos principais ativos da aviação civil no país.

Para ele, a manutenção de um ambiente regulatório estável será decisiva para ampliar o acesso da população ao transporte aéreo e garantir o crescimento sustentável do setor.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: João Batista

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Logística

Ministério de Portos e Aeroportos: transição de comando mantém foco em investimentos e logística

O Ministério de Portos e Aeroportos inicia uma nova fase após a saída do ministro Silvio Costa Filho, que deixou o cargo após dois anos e meio de gestão. O período foi marcado por forte expansão da infraestrutura logística no Brasil, com investimentos estratégicos e recordes nos setores portuário e aeroportuário.

Entre 2023 e 2026, a pasta priorizou a atração de recursos para modernização dos modais, impulsionando a movimentação de cargas e o transporte de passageiros. No setor aéreo, melhorias estruturais acompanharam o crescimento da demanda, que se aproximou de 130 milhões de viajantes.

Inclusão e qualidade nos serviços ganharam espaço

A gestão também incorporou iniciativas voltadas à inclusão no transporte aéreo e à humanização dos serviços. Entre os destaques, está a implantação de salas multissensoriais para passageiros com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e a capacitação de equipes para atendimento mais acessível.

Campanhas de enfrentamento à violência de gênero, como “Assédio Não Decola”, ampliaram a conscientização nos terminais. Houve ainda incentivo à formação profissional, com bolsas para cursos técnicos na área de aviação, além de ações voltadas ao transporte seguro de animais.

Conectividade e recordes reforçam papel estratégico

A ampliação da conectividade aérea no Brasil e a interiorização dos investimentos foram marcas da gestão. A modernização do Aeroporto de Congonhas consolidou o terminal como um dos principais hubs regionais.

No setor portuário, os resultados também foram expressivos. Em 2025, o país atingiu 1,34 bilhão de toneladas movimentadas, impulsionado principalmente pela exportação de commodities como soja, petróleo e carne bovina. O desempenho contribuiu para sucessivos superávits na balança comercial.

Indústria naval e concessões avançaram

O fortalecimento da indústria naval brasileira ocorreu com apoio do Fundo da Marinha Mercante, que financiou projetos bilionários. Paralelamente, o ministério avançou na agenda de concessões, com leilões que atraíram investimentos privados para portos e aeroportos.

Tomé Franca assume com foco em continuidade e inovação

A partir desta quarta-feira (1º), o comando da pasta passa para Tomé Franca, que assume com a missão de manter o ritmo de investimentos e ampliar a eficiência logística do país.

Com experiência técnica e participação direta em programas estratégicos, o novo ministro defende a continuidade das políticas públicas e o fortalecimento do diálogo com o mercado.

Planejamento prevê leilões e expansão da infraestrutura

Para 2026, o planejamento inclui novos leilões e projetos estruturantes. No setor aéreo, estão previstas concessões de terminais e expansão da aviação regional no Brasil. Já na área portuária, a meta é ampliar investimentos em complexos estratégicos como Santos e Paranaguá.

Entre as principais obras, destaca-se o túnel Santos-Guarujá, considerado um dos maiores projetos de infraestrutura em andamento no país.

Integração multimodal é prioridade

A nova gestão pretende avançar na integração entre modais de transporte, conectando rodovias, ferrovias, portos e aeroportos. A proposta é reduzir custos logísticos e aumentar a competitividade do Brasil no comércio internacional.

Além disso, o fortalecimento das hidrovias e obras de dragagem fazem parte da estratégia para ampliar o escoamento da produção nacional de forma mais eficiente e sustentável.

Novo ciclo mantém foco em crescimento e competitividade

A transição no Ministério de Portos e Aeroportos ocorre em um cenário de expansão da logística brasileira. A expectativa é que a continuidade dos investimentos e a adoção de soluções inovadoras consolidem o país como um importante hub logístico na América Latina.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Vosmar Rosa/MPor

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Aeroportos

Aeroportos regionais do Sudeste terão R$ 310 milhões para modernização e segurança operacional

O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) anunciou investimentos de R$ 310,1 milhões para a modernização e o reforço da segurança operacional dos aeroportos regionais do Sudeste no ciclo 2026-2027. Os recursos integram a carteira pública de investimentos da pasta e têm como objetivo ampliar a eficiência da aviação regional, considerada estratégica para a integração entre capitais, polos produtivos e cidades do interior.

A região Sudeste concentra grande parte do fluxo aéreo nacional, com papel central no transporte de passageiros, cargas e no suporte à atividade econômica. Diante desse cenário, os aportes buscam enfrentar gargalos históricos, adequar a infraestrutura aeroportuária ao crescimento da demanda e permitir a diversificação das operações aéreas.

Aviação regional como vetor de desenvolvimento

Segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, os investimentos seguem uma estratégia de desenvolvimento equilibrado. Para ele, fortalecer os aeroportos regionais do Sudeste é essencial para aproximar o interior dos grandes centros urbanos, estimular novos negócios e ampliar oportunidades econômicas.

“A aviação regional é fundamental para garantir crescimento com integração e competitividade, especialmente em uma região que concentra grande parte da atividade econômica do país”, destacou o ministro.

Estudos e projetos estruturam futuras obras

Parte dos recursos, cerca de R$ 13 milhões, será destinada à elaboração de estudos e projetos básicos nos aeroportos de Angra dos Reis e Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro, além de Salinas, Varginha e Patos de Minas, em Minas Gerais. Essa fase é considerada essencial para garantir intervenções mais eficientes, alinhadas às características operacionais de cada terminal e com maior agilidade na execução das obras.

Estações meteorológicas ampliam segurança dos voos

Outro eixo relevante do programa é a instalação de estações meteorológicas, com investimento de R$ 33,6 milhões. Os equipamentos serão implantados nos aeroportos de Pará de Minas, Pouso Alegre, Teófilo Otoni e Ubaporanga (MG), além de Americana e Piracicaba (SP) e Paraty (RJ).

A ampliação da cobertura meteorológica contribui diretamente para a regularidade dos voos, o planejamento aéreo e a tomada de decisões operacionais, especialmente em uma região com alta densidade de tráfego.

Obras e novo aeroporto ampliam capacidade regional

A carteira de investimentos também prevê obras de infraestrutura aeroportuária em Varginha (MG) e no eixo Rio Claro–Piracicaba (SP), onde está prevista a implantação de um novo aeroporto. A iniciativa deve ampliar a capacidade regional e criar condições para novos fluxos de passageiros e cargas.

O secretário nacional de Aviação Civil, Daniel Longo, ressaltou o caráter técnico das ações. Segundo ele, o foco está em planejamento, infraestrutura e dados, pilares que aumentam a segurança operacional e a eficiência da malha aérea regional, especialmente em um ambiente operacional complexo como o Sudeste.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/MPor

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Aeroportos

Investimentos em aeroportos do Nordeste somam R$ 424,2 milhões em novo pacote federal

O Nordeste será contemplado com R$ 424,2 milhões em investimentos em aeroportos, dentro da nova carteira pública de empreendimentos do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) para o ciclo 2026/2027. O montante integra um pacote nacional estimado em quase R$ 1,8 bilhão, voltado ao fortalecimento da infraestrutura aeroportuária regional e à ampliação da conectividade aérea.

Estudos, projetos e obras em aeroportos regionais

Os recursos destinados à região serão aplicados em diferentes frentes. Estão previstos estudos e projetos básicos para os aeroportos de Feira de Santana (BA), para o novo aeroporto de Conde (BA) e para o terminal de Iguatu (CE).

Também será realizada a instalação de estações meteorológicas nos aeroportos de Patos (PB), Sobral (CE), Balsas (MA) e Gurupi (TO), medida essencial para reforçar a segurança operacional e a regularidade dos voos.

Além disso, já há verbas destinadas para obras e melhorias de infraestrutura nos aeroportos de Barra do Corda (MA), Bacabal (MA), Santa Inês (MA), Picos (PI) e Ilhéus (BA).

Planejamento para crescimento e desenvolvimento regional

De acordo com o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, o objetivo é preparar os aeroportos regionais para acompanhar o crescimento da demanda e impulsionar o desenvolvimento local. “Estamos estruturando uma carteira consistente, com foco em segurança, eficiência e no fortalecimento das cidades atendidas pelos aeroportos”, afirmou.

O secretário nacional de Aviação Civil, Daniel Longo, destacou que o investimento antecipado em estudos e projetos garante mais agilidade e qualidade na execução das obras. Segundo ele, a adoção de tecnologias modernas reduz riscos e melhora os resultados das intervenções.

Metodologia BIM amplia eficiência das obras

A nova carteira pública de investimentos prevê 34 empreendimentos em 31 aeroportos, distribuídos por 16 estados brasileiros. Um dos diferenciais do programa é a aplicação da Metodologia BIM (Building Information Modelling) em cerca de 65% dos projetos, alinhada à Estratégia BIM BR e à Lei nº 14.133/2021, que rege as contratações públicas.

A metodologia BIM utiliza modelos digitais inteligentes que integram informações como custos, prazos, materiais e manutenção, permitindo maior precisão no planejamento e na execução das obras. Essa abordagem contribui para a redução de erros, aumento da eficiência e melhor gestão dos empreendimentos ao longo de todo o seu ciclo de vida.

Aviação regional como vetor de desenvolvimento

Com os novos investimentos, o Nordeste reforça sua posição estratégica na aviação regional, ampliando a conectividade, estimulando o desenvolvimento econômico e fortalecendo a integração entre cidades de médio e pequeno porte.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Fernando Santos Cunha Filho

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Aeroportos

Modernização do Aeroporto de Varginha avança com assinatura de termo para instalação do PAPI

Sistema de aproximação aumenta a segurança operacional e integra novo pacote de investimentos na aviação regional

O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) assinou o Termo de Compromisso que autoriza a implantação do sistema PAPI no Aeroporto Major Brigadeiro Trompowsky, em Varginha (MG). A tecnologia, essencial para orientar pilotos durante a aproximação final, garantirá pousos mais seguros e precisos. O investimento de R$ 1.576.882,20, proveniente do Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac), contempla a compra, instalação e homologação do equipamento nas cabeceiras 22/04.

Tecnologia traz segurança e abre caminho para melhorias futuras

A instalação do PAPI representa um avanço imediato na infraestrutura do aeroporto e confirma Varginha como parte da nova carteira de investimentos da Secretaria de Aviação Civil (SAC). Em parceria com o LabTrans/UFSC, o governo desenvolve o Projeto Básico para orientar futuras obras de ampliação e modernização, com conclusão prevista para 2027.

O ministro Silvio Costa Filho ressaltou o impacto regional da iniciativa. “Varginha é um polo estratégico que influencia diretamente 53 municípios. O PAPI não é apenas um equipamento — é um passo para ampliar conectividade, segurança e desenvolvimento”, afirmou.

Município e autoridades reforçam importância do investimento

O prefeito Leonardo Ciacci destacou que o avanço tecnológico trará benefícios diretos à população. “É nos municípios que a vida acontece. Esses investimentos precisam continuar chegando para gerar mais qualidade de vida”, declarou.

Presente ao evento, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, também valorizou a entrega. Para ele, o novo sistema fortalecerá a segurança operacional do aeroporto e impulsionará toda a aviação regional.

Aeroporto ganha força como polo econômico e logístico

Com operação regular e classificado no cenário Base do Plano Aeroviário Nacional (PAN), o Aeroporto de Varginha movimenta cerca de 100 mil passageiros por ano — número que pode dobrar até 2035 com a modernização da infraestrutura e a ampliação da conectividade aérea.

Parlamentares e autoridades reforçaram que o investimento reforça o compromisso do Governo Federal com a aviação regional. A deputada federal Greyce Elias destacou que o PAPI aumentará a segurança e a capacidade operacional, fatores essenciais para atrair investimentos, turismo e novas oportunidades.

Reconhecida como um dos principais centros logísticos do sul de Minas, Varginha se destaca pela produção e exportação de café e pela movimentação econômica que impulsiona empregos e renda. Com a modernização, o aeroporto se consolida como porta de entrada para negócios, turismo e circulação regional, elevando o padrão de segurança e eficiência das operações.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Jonilton Lima

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Aeroportos

Aviação regional no Sul do Brasil já representa um terço do tráfego aéreo em 2025

Setor registra 33,77% da movimentação nacional; capitais lideram, mas aeroportos regionais ampliam a conectividade e impulsionam turismo e economia.

A aviação regional no Sul do Brasil consolidou seu crescimento em 2025 e já responde por 33,77% de todo o tráfego aéreo nacional. O avanço é resultado da combinação entre a movimentação intensa nas capitais — Porto Alegre, Curitiba e Florianópolis — e a expansão dos aeroportos de menor porte, que fortalecem o turismo, os negócios e a logística em cidades estratégicas.

Capitais lideram fluxo de passageiros

Somente em agosto, o Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, registrou 599,4 mil passageiros. Curitiba aparece em seguida, com 495,2 mil embarques e desembarques, e Florianópolis contabilizou 310,4 mil passageiros no período.
Esses terminais seguem como os principais hubs da aviação regional no Sul do Brasil, com operações domésticas e internacionais cada vez mais estruturadas.

Aeroportos regionais reforçam integração

Além das capitais, aeroportos regionais vêm ganhando protagonismo na conectividade aérea. Entre os destaques, estão:

  • Navegantes – 180 mil passageiros
  • Maringá – 78,7 mil
  • Londrina, Joinville e Chapecó – entre 44 mil e 57 mil passageiros cada

Esses terminais têm papel estratégico na integração entre os estados, no escoamento da produção local e no estímulo ao turismo regional.

Investimentos federais e parcerias aceleram expansão

Segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, a evolução do setor reflete os investimentos realizados em infraestrutura. Ele destaca que a modernização dos aeroportos melhora a qualidade dos serviços, aumenta a conectividade e favorece o desenvolvimento econômico das regiões atendidas.

Entre as ações em andamento estão:

  • R$ 13,6 milhões destinados a sistemas de aproximação de precisão (PAPIs) em 13 aeroportos regionais;
  • Melhorias estruturais voltadas à segurança operacional;
  • Concessões e parcerias público-privadas para manutenção e ampliação de terminais, como:
    • Passo Fundo (R$ 66,24 milhões)
    • Santo Ângelo (R$ 35,99 milhões)
  • Obras de acesso para facilitar o transporte de cargas e passageiros.

Voos internacionais fortalecem conexões

A expansão da aviação regional no Sul do Brasil também se estende ao mercado internacional. Em agosto, Florianópolis concentrou 52,47% da movimentação aérea internacional da região, seguida por Porto Alegre (31,27%) e Curitiba (13,26%).

Com fluxo voltado ao turismo, logística e negócios, os terminais do Sul intensificam a integração com grandes centros econômicos do Brasil e do exterior.

Com informações do Ministério de Portos e Aeroportos.

TEXTO: REDAÇÃO
IMAGEM: Julio Cavalheiro/Divulgação

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