Comércio Exterior

China amplia tarifa zero para países africanos e reforça influência econômica no continente

A China ampliou sua política de tarifa zero para praticamente todo o continente africano, em uma medida que fortalece os laços comerciais e amplia a presença econômica chinesa na África. A decisão passou a valer em 1º de maio e beneficia os 53 países africanos que mantêm relações diplomáticas com Pequim.

O programa, anunciado pela Comissão de Tarifas Aduaneiras do Conselho de Estado chinês, seguirá em vigor até abril de 2028.

Medida amplia programa anterior voltado aos países mais pobres

Antes da ampliação, o benefício atendia apenas 33 países africanos considerados de menor desenvolvimento econômico, política adotada desde dezembro de 2024.

Agora, outros 20 países passaram a ter acesso às mesmas condições comerciais no mercado chinês.

A única exceção é o Reino de Essuatíni, que não mantém relações diplomáticas com a República Popular da China.

Segundo o Ministério do Comércio chinês, Pequim pretende negociar um acordo de parceria econômica com os países africanos para transformar o benefício em uma política permanente.

Política chinesa contrasta com tarifas impostas pelos EUA

A decisão da China ocorre em meio ao endurecimento da política comercial dos Estados Unidos sob o governo de Donald Trump.

Desde abril de 2025, os EUA passaram a aplicar tarifas sobre produtos africanos, em alguns casos chegando a 50%, como ocorreu com exportações do Lesoto.

As medidas provocaram impactos em setores industriais africanos, incluindo demissões e cancelamentos de contratos de exportação.

Tarifa zero beneficia commodities africanas

A política chinesa abrange praticamente todos os produtos exportados pelos países africanos, incluindo café, cacau, petróleo e minérios.

Para parte das commodities agrícolas consideradas estratégicas pelo governo chinês, como cereais, açúcar e algodão, a isenção tarifária funciona dentro de limites de importação previamente estabelecidos.

Após o volume máximo ser atingido, voltam a valer as tarifas tradicionais. O modelo busca evitar dependência excessiva de importações em setores considerados essenciais pela China.

Lideranças africanas destacam ausência de exigências políticas

Em entrevista ao Brasil de Fato, o secretário-geral da Organização Revolucionária para a Nova Democracia do Níger, Mamane Sani Adamou, afirmou que a política chinesa se diferencia do modelo ocidental por não impor condicionantes políticas aos acordos comerciais.

Segundo ele, negociações com potências ocidentais frequentemente incluem exigências ligadas ao FMI e ao Banco Mundial, afetando a autonomia econômica dos países africanos.

Adamou afirmou que a relação com a China ocorre sem interferência direta sobre políticas internas ou gestão econômica dos países parceiros.

Relação China-África é vista como alternativa ao modelo ocidental

O secretário-geral do Movimento Socialista de Gana, Kwesi Pratt, também destacou diferenças entre o modelo chinês e o adotado historicamente por países ocidentais.

Segundo Pratt, as relações econômicas promovidas por instituições ocidentais ajudaram a perpetuar estruturas de dependência e desigualdade no continente africano ao longo de décadas.

Para os líderes entrevistados, a cooperação com a China representa uma oportunidade de fortalecimento econômico e industrialização para os países africanos.

África busca industrialização e transferência de tecnologia

Apesar da ampliação das vantagens tarifárias, lideranças africanas defendem que o continente precisa avançar além da exportação de matérias-primas.

Adamou afirmou que a prioridade é ampliar a industrialização local e agregar valor aos recursos produzidos na África.

Entre as propostas defendidas está o fortalecimento da Iniciativa Cinturão e Rota, projeto liderado pela China voltado à infraestrutura e integração comercial global.

O dirigente defende ainda a transferência de tecnologia e a instalação de indústrias chinesas no continente africano.

Déficit comercial com China segue elevado

Mesmo com a expansão das relações comerciais, a África mantém déficit na balança comercial com a China.

Dados da Agência Ecofin apontam que o déficit africano com os chineses chegou a US$ 102 bilhões em 2025, alta de 64,5% em relação ao ano anterior.

As exportações chinesas para o continente somaram US$ 225 bilhões, enquanto as importações africanas pela China ficaram em US$ 123 bilhões.

Atualmente, os países africanos exportam principalmente petróleo, cobre, cobalto e outras commodities, enquanto importam produtos industrializados chineses.

Lideranças defendem unidade africana

Kwesi Pratt afirmou que a África precisa ampliar sua integração política e econômica para negociar em melhores condições com potências globais.

Segundo ele, o continente ainda sofre os efeitos da divisão territorial estabelecida durante a Conferência de Berlim, que definiu fronteiras africanas durante o período colonial europeu.

O dirigente destacou que o fortalecimento do pan-africanismo e da cooperação regional será fundamental para ampliar os benefícios das relações econômicas com a China e outros parceiros internacionais.

FONTE: ICL Notícias
TEXTO: Redação
IMAGEM: Mauro Ramos/Brasil de Fato

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Exportação

Exportadores brasileiros de frango buscam alternativas para África e Ásia devido à guerra no Irã

O conflito no Irã e o fechamento do Estreito de Ormuz têm levado exportadores brasileiros de carne de frango a buscar rotas alternativas, desviando cargas inicialmente destinadas ao Oriente Médio para países da África e Ásia, afirmou Ricardo Santin, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em entrevista à Globo News.

Bloqueio de rotas e portos de transbordo

Com o estreito inacessível, navios que já haviam partido aguardam em portos de transbordo ou de segurança até que a situação se normalize. Segundo Santin, algumas empresas estão redirecionando embarques para o Mar Mediterrâneo ou para o Mar Vermelho, mesmo com o Canal de Suez parcialmente fechado.

Rotas alternativas para o Oriente Médio

Para alcançar países como a Arábia Saudita, o setor considera contornar a África pelo Cabo da Boa Esperança e seguir até portos de Omã, ou atravessar o Estreito de Bab al-Mandab, entre o Iêmen e a costa africana. O desvio aumentaria o tempo de trânsito em 10 a 15 dias, mas sem comprometer a qualidade das cargas, de acordo com o executivo.

“Algumas companhias que antes não faziam esse trajeto agora afirmam que é possível e seguro”, disse Santin. Ele destacou que múltiplas opções estão sendo avaliadas para manter o fornecimento de carne brasileira ao Oriente Médio, apesar do conflito.

Dependência do Oriente Médio da carne brasileira

Atualmente, cerca de 350 contêineres de carne de frango saem do Brasil diariamente para o Oriente Médio, região que representa 30% das exportações totais da proteína. A dependência é alta: 57% da carne importada pela Arábia Saudita vem do Brasil, enquanto nos Emirados Árabes Unidos esse percentual chega a 74% e na Jordânia a aproximadamente 90%.

Santin ressaltou que outros grandes exportadores, como Estados Unidos e Europa, também estão impactados pelo conflito, aumentando a importância do Brasil como fornecedor confiável.

Acompanhamento do governo brasileiro

O presidente da ABPA relatou que manteve conversas com o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, e com secretários da pasta, incluindo Luis Rua e Carlos Goulart, para garantir a validade documental das cargas redirecionadas. Segundo ele, o governo se comprometeu a apoiar os exportadores nessa logística emergencial.

Impactos no setor

Para os produtores brasileiros, o conflito não deve afetar imediatamente a produção. No entanto, caso a situação se prolongue por dois a três meses, podem surgir desafios logísticos e de planejamento para garantir o abastecimento do mercado internacional.

FONTE: Globo Rural
TEXTO: Redação
IMAGEM: Canva/Creative Commons

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Importação

China zera tarifas de importação para 53 países africanos a partir de 2026

A China anunciou que vai eliminar as tarifas de importação para produtos provenientes de 53 países da África com os quais mantém relações diplomáticas. A medida passa a valer em 1º de maio de 2026 e integra a estratégia de fortalecimento das relações comerciais sino-africanas.

A informação foi divulgada pela emissora estatal China Central Television (CCTV).

Medida amplia acesso ao mercado chinês

Com a adoção da tarifa zero, exportadores africanos terão acesso facilitado ao vasto mercado chinês, considerado um dos maiores do mundo. A iniciativa faz parte de uma política mais ampla de estímulo ao comércio exterior e à cooperação econômica entre a China e o continente africano.

De acordo com a reportagem, o governo chinês também pretende avançar na negociação e assinatura de novos acordos de parceria econômica conjunta, ampliando a integração comercial.

Canal verde deve acelerar exportações africanas

Outro ponto destacado é a expansão de mecanismos que facilitem o fluxo de mercadorias, como o chamado “canal verde”, sistema que agiliza a liberação de produtos africanos no território chinês.

A expectativa é que a combinação de isenção tarifária, novos acordos comerciais e processos aduaneiros mais rápidos impulsione as exportações africanas e fortaleça os laços econômicos bilaterais.

FONTE: CNN Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM:Adek Berry-Pool/Getty Images

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Exportação

Brasil amplia exportações agropecuárias com novos mercados na Ásia e África

O Governo do Brasil confirmou nesta terça-feira (21) a abertura de novos mercados internacionais para produtos agropecuários brasileiros. As novas autorizações incluem a exportação de castanha-do-Brasil para o Japão, ovos processados para Singapura, heparina purificada suína para a Coreia do Sul, carne de patos, outras aves e carne de coelho para o Egito, além de derivados de ossos bovinos, chifres e cascos para uso industrial na Índia.

Com esses avanços, o agronegócio brasileiro alcança a marca de 460 novos mercados abertos desde o início de 2023, resultado de uma ação conjunta entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE). Segundo o governo, a conquista reforça o posicionamento do Brasil como potência global em alimentos e insumos de alto valor agregado, com destaque para sustentabilidade, qualidade e inovação.

Ásia lidera as novas oportunidades de exportação

Entre janeiro e setembro de 2025, cerca de 37% das novas aberturas comerciais ocorreram na Ásia, consolidando o continente como principal destino das exportações brasileiras.

No Japão, que possui uma população de 124 milhões de habitantes e importou mais de US$ 3 bilhões em produtos agropecuários brasileiros em 2024, a castanha-do-Brasil passa a integrar o portfólio de importações. O produto é valorizado por seu alto teor de selênio e por atender à demanda japonesa por ingredientes premium usados na panificação e confeitaria.

Em Singapura, onde mais de 90% dos alimentos são importados, foi autorizada a compra de ovos processados brasileiros, reconhecidos pela maior vida útil e estabilidade operacional em redes hoteleiras e restaurantes. Já a Coreia do Sul aprovou a importação de heparina purificada suína, insumo essencial para a produção de medicamentos anticoagulantes.

Índia e Egito fortalecem parcerias estratégicas com o Brasil

Durante missão oficial do vice-presidente Geraldo Alckmin à Índia, foi firmado um acordo para exportação de derivados de ossos bovinos, chifres e cascos, produtos amplamente utilizados nas indústrias têxtil, farmacêutica e de gelatina. O governo destaca que a medida contribui para a economia circular e para o aumento do valor agregado da pecuária brasileira.

Na África, o Egito ampliou suas compras de proteína animal ao autorizar a importação de carne de patos, outras aves e carne de coelho. O país, que mantém parceria sólida com o Brasil no setor, reconhece a certificação halal e a segurança do abastecimento brasileiro, o que reforça a confiança nas relações comerciais bilaterais.

Diplomacia ativa fortalece presença brasileira no mercado asiático

O anúncio coincide com o início da viagem oficial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Ásia, que inclui paradas na Indonésia e Malásia. Durante a missão, Lula participará da 47ª Cúpula da ASEAN e da 30ª Cúpula do Leste Asiático, além de reuniões bilaterais com o presidente indonésio Prabowo Subianto e o primeiro-ministro indiano Narendra Modi.

Nas redes sociais, o presidente destacou o objetivo da viagem: “De partida para a Ásia, onde farei visita oficial à Indonésia. Na sequência, participarei da 47ª Cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático e da 30ª Cúpula do Leste Asiático. Com esta missão, damos mais um importante passo para consolidar a cooperação internacional.”

A missão presidencial também prevê assinatura de acordos em ciência, tecnologia e inovação, reforçando a diplomacia econômica do Brasil e a diversificação de parcerias no Sul Global, com foco em desenvolvimento sustentável e integração comercial.

FONTE: Brasil 247
TEXTO: Redação
IMAGEM: Ricardo Stuckert/PR

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Agricultura, Internacional, Mercado Internacional

Brasil abre nove novos mercados na África e fortalece cooperação agrícola

Parcerias incluem transferência de tecnologias, protocolos sanitários, intercâmbio científico e desenvolvimento sustentável no campo

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) oficializou a abertura de nove novos mercados no continente africano, principalmente nas áreas de tecnologias agropecuárias, transferência de embriões, animais vivos e material genético, durante o encerramento das atividades do II Diálogo Brasil-África sobre Segurança Alimentar, Combate à Fome e Desenvolvimento Rural, nesta quinta-feira (22), no Palácio do Itamaraty.  

Oito das aberturas foram para Benin para a exportação de bovinos e bubalinos, embriões bovinos e bubalinos in Vivo e in Vitro, sêmen bovino e bubalino, ovos férteis, pintos de um dia, sêmen suíno, sementes de Braquiária (Brachiaria spp.) e frutas de maçã. E uma para Senegal para a exportação de embriões bovinos e bubalinos. 

A iniciativa, segundo o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, retoma uma política de cooperação iniciada nos governos anteriores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que agora volta com força total. “Tivemos a oportunidade de abrir novos mercados para os produtos brasileiros a serem comercializados com a África. São nove novos mercados, principalmente no âmbito de tecnologias, transferência de embriões, animais vivos, genética, que possam promover o desenvolvimento econômico lá naquele continente. Também formalizamos a ida novamente da Embrapa para a África, para promover intercâmbio, desenvolvimento e tecnologias, e, com isso, combater efetivamente a fome com a produção de alimentos”, afirmou o ministro. 

Além da abertura de mercados, também foram assinados memorandos de entendimento com Etiópia, Nigéria, Benin, Quênia e Costa do Marfim, visando fortalecer a cooperação técnica, promover o desenvolvimento dos sistemas agrícolas e pecuários e impulsionar ações voltadas à segurança alimentar e ao desenvolvimento rural.  

“A parceria com os países africanos é fundamental. Compartilhamos desafios semelhantes na agricultura tropical e, juntos, podemos fortalecer nossa produção, gerar desenvolvimento econômico e combater a fome com sustentabilidade”, pontuou Fávaro.  

O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, destacou que o encontro reforça o compromisso do Brasil com a cooperação Sul-Sul, a valorização da agricultura familiar, o papel das mulheres, dos jovens e das comunidades tradicionais, além da importância de fortalecer sistemas alimentares sustentáveis. Durante o encerramento, Mauro Vieira conduziu a adoção, por aclamação, da Declaração Final do II Diálogo Brasil-África, que consolida os compromissos firmados. 

Sobre o II Diálogo Brasil-África 

O II Diálogo Brasil-África sobre Segurança Alimentar, Combate à Fome e Desenvolvimento Rural reuniu, ao longo desta semana, ministros da Agricultura de países africanos, autoridades brasileiras, representantes de organismos internacionais, bancos de desenvolvimento, instituições de pesquisa, organizações da agricultura familiar e do setor privado.  

O objetivo do encontro foi promover o intercâmbio de experiências, tecnologias e políticas públicas bem-sucedidas, com foco na produção agropecuária e aquícola, na valorização da agricultura familiar, no financiamento para o desenvolvimento rural e na construção de soluções conjuntas para a segurança alimentar. 

A programação começou na segunda (19), com a cerimônia de boas-vindas no Palácio do Itamaraty, que contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do ministro Carlos Fávaro e da presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Silvia Massruhá, recepcionando as delegações africanas. Na terça-feira (20) e quarta-feira (21), os participantes visitaram instituições como a Embrapa, a Conab e cooperativas agrícolas, conhecendo de perto experiências brasileiras de sucesso na produção sustentável e nas políticas públicas de apoio ao setor rural.  

Ainda na quarta-feira, o ministro Fávaro, acompanhado pela primeira-dama Janja Lula da Silva, apresentou tecnologias do semiárido aos ministros da União Africana em visita de campo a Petrolina (PE). A comitiva conheceu a experiência da Embrapa Semiárido e soluções em agricultura irrigada, fruticultura e convivência com a seca, fortalecendo a cooperação internacional em segurança alimentar. 

O encerramento das atividades ocorreu nesta quinta-feira (22), no Palácio do Itamaraty, em Brasília, com o Diálogo Ministerial, que incluiu debates, painéis temáticos e a assinatura dos atos de cooperação entre os dois países. 

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Exportação, Tecnologia

Volkswagen do Brasil volta a exportar para a África com SUV mais vendido do país

A Volkswagen do Brasil retoma as exportações para a África. Os embarques ao continente tiveram início com um lote de 200 unidades do SUV compacto T-Cross para Camarões, Costa do Marfim, Gana, Madagascar, Ruanda e Senegal.

A expansão de mercados consolida a vocação da marca alemã como a maior exportadora do setor automotivo brasileiro, com mais de 4,3 milhões de unidades embarcadas em seu histórico.

O novo T-Cross é produzido em São José dos Pinhais (PR) e exportado a partir do Porto de Paranaguá (PR), com terminal próprio.

No ano passado, a Volkswagen movimentou 46.126 veículos – somando exportação e importação – pelo porto paranaense.

A Volkswagen do Brasil utiliza também os portos de Santos (SP) nos embarques para o Exterior, Suape (PE) e Vitória (ES), os dois últimos para distribuição no mercado interno.

O T-Cross é o SUV mais vendido do Brasil, com 26.493 unidades emplacadas de janeiro a abril deste ano e a terceira posição entre os carros de passeio.

Fonte: Gazeta de São Paulo

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