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Carros elétricos ganham destaque pela durabilidade

Nos últimos anos, os carros elétricos, especialmente os modelos movidos a baterias, têm mostrado um crescimento significativo em termos de vida útil, equiparando-se aos veículos tradicionais de combustão interna. Um estudo recente detalhou que esses veículos agora alcançam uma média de quase 18,5 anos de uso, uma marca comparável aos carros movidos a gasolina.

A investigação reuniu dados de testes extensivos realizados no Reino Unido, apontando uma significativa melhoria na confiabilidade e resistência dos modelos elétricos mais novos. Isso reflete uma transição tecnológica que está impactando positivamente a percepção e adoção desses veículos no mercado.

Fatores que contribuem para a vida útil dos elétricos

Um dos principais fatores que impulsionam a durabilidade dos carros elétricos é seu design mecânico simplificado, com menos componentes móveis em comparação aos veículos tradicionais. Isso reduz o desgaste e a necessidade frequente de manutenção, garantindo uma vida mais longa e confiável para esses automóveis.

Além disso, os avanços contínuos nas tecnologias de baterias têm sido cruciais. As baterias atuais não apenas aumentam a autonomia dos veículos elétricos, como também melhoram sua resistência a falhas. Com o tempo, a confiabilidade dessas baterias tem superado as expectativas iniciais.

Impactos ambientais e as implicações do uso prolongado

Embora a produção inicial de um carro elétrico exija mais recursos, seu uso prolongado compensa rapidamente qualquer desvantagem ambiental inicial. Em regiões que estão adotando energias renováveis, a operação dos BEVs se torna ainda mais sustentável, reduzindo consideravelmente a pegada de carbono em comparação aos veículos tradicionais.

O tempo de operação estendido também significa que os impactos ambientais são distribuídos ao longo de uma maior quilometragem, reforçando os benefícios sustentáveis desses veículos em um contexto global.

O papel dos carros elétricos na mobilidade futura

Com a tendência crescente de adoção dos veículos elétricos e as políticas voltadas para a limitação de carros a combustão dentro das próximas décadas, os BEVs estão se posicionando como uma solução essencial para o futuro do transporte. O avanço tecnológico constante e a consciência ambiental crescente entre os consumidores reforçam essa opção como uma escolha estratégica e sustentável.

Os desafios no descarte e reciclagem ao final da vida útil ainda precisam ser abordados, mas os carros elétricos já representam um passo significativo em direção a uma sociedade mais limpa e eficiente em termos de energia.

FONTE: Terra Brasil Noticia
Carros elétricos ganham destaque pela durabilidade – Terra Brasil Notícias

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Livro homenageia trabalhadores portuários em Navegantes

Livro-reportagem “Vidas além do Porto” é lançado no Dia do Trabalhador Portuário pela Portonave

Nesta terça-feira (28) é celebrado o Dia do Trabalhador Portuário e também o Dia do Comércio Exterior. Para comemorar, a Portonave, terminal portuário localizado em Navegantes, lança o livro “Vidas além do Porto”, que conta histórias de pessoas que trabalham na empresa.


Livro é lançado oficialmente nesta terça-feira (28) – Foto: Portonave/ND

A data marca o dia em que o Rei D. João VI publicou a Carta Régia de Abertura dos Portos Brasileiros às Nações Amigas, em 1808. No livro-reportagem, são evidenciadas trajetórias de pessoas que, todos os dias, dedicam-se no terminal.

Livro homenageia portuários

Atualmente, a empresa emprega cerca de 1,3 mil profissionais em diversas áreas, como Operação, Manutenção, Administrativo e na Câmara Frigorífica, a Iceport. Seis deles concederam entrevistas e contam um pouco da trajetória pelo porto.

O material impresso será distribuído aos profissionais da empresa e a versão digital está disponível gratuitamente no site da Portonave.

O livro foi escrito pela jornalista Giovanna Pegoraro, navegantina que ouviu desde pequena as histórias do porto da cidade. Começou como Estagiária no Terminal Portuário em 2021, no departamento de Comunicação, Marketing e Responsabilidade Social. Após um ano, foi efetivada na empresa.

FONTE: Nd+
Livro homenageia portuários em cidade de SC

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Confira quais são as línguas mais falados no mundo

Existem milhares de línguas faladas ao redor do mundo, cada uma com sua história, cultura e impacto na sociedade global.

Algumas se destacam pelo número expressivo de falantes e sua influência transcultural, moldada por fatores históricos como expansão de impérios, colonização e migração.

Com a globalização e o comércio internacional, certas línguas se tornaram essenciais, não apenas como meio de comunicação, mas também como ferramentas estratégicas para negócios e relações diplomáticas.

Neste artigo, exploramos as línguas mais faladas no mundo, destacando suas características, distribuição geográfica e relevância global.

1. Mandarim

chinês mandarim é amplamente reconhecido como a língua mais falada no mundo em termos de falantes nativos, com aproximadamente 1,120 bilhão de pessoas.

  • Distribuição geográfica:
    O mandarim é o idioma oficial da China e é falado em regiões do norte, centro e sudoeste do país. Também é utilizado em comunidades chinesas espalhadas pelo mundo.
  • Influência cultural e econômica:
    A relevância do mandarim cresceu com o papel da China como potência econômica. Aprender o idioma tem se tornado uma prioridade em países que desejam fortalecer laços comerciais com o gigante asiático.

2. Espanhol

Com mais de 500 milhões de falantes nativos, o espanhol ocupa a segunda posição no ranking global.

  • Distribuição geográfica:
    É amplamente falado na EspanhaAmérica Latina (exceto Brasil), Estados Unidos e outras regiões. O espanhol é uma das línguas oficiais da ONU e uma das mais estudadas no mundo.
  • Relevância internacional:
    Sua ampla distribuição geográfica e o crescimento demográfico dos países hispânicos tornam o espanhol uma língua essencial para negócios, turismo e cultura.

3. Inglês

inglês é falado por mais de 1,4 bilhão de pessoas, incluindo falantes nativos e aqueles que o utilizam como segunda língua.

  • Distribuição geográfica:
    É a língua oficial ou predominante em países como Estados UnidosReino UnidoAustráliaCanadá e várias ex-colônias britânicas.
  • Por que é tão importante?
    • Língua global: É considerada a língua franca dos negócios, tecnologia e entretenimento.
    • Internet e mídia: Grande parte do conteúdo online e da mídia internacional é produzida em inglês.

A expansão do Império Britânico e a ascensão dos Estados Unidos como potência mundial consolidaram o inglês como uma língua global.

4. Hindi

hindi é falado por cerca de 600 milhões de pessoas, sendo a principal língua da Índia, o segundo país mais populoso do mundo.

  • Distribuição geográfica:
    O hindi é predominante no norte, centro e oeste da Índia, e também é falado em países como NepalSingapura e África do Sul.
  • História e cultura:
    Derivado do sânscrito, o hindi tem profundas raízes culturais e religiosas na Índia. É um dos idiomas oficiais do país e essencial para a comunicação em regiões onde outras línguas regionais também coexistem.

5. Árabe

Com mais de 365 milhões de falantes nativos, o árabe é uma das línguas mais importantes do Oriente Médio e do Norte da África.

  • Distribuição geográfica:
    É a língua oficial de países como Arábia SauditaEgitoMarrocos e Emirados Árabes Unidos.
  • Importância cultural e religiosa:
    O árabe é a língua do Alcorão, o texto sagrado do Islã, e desempenha um papel crucial na identidade cultural e religiosa de milhões de pessoas.
  • Diversidade linguística:
    Existem vários dialetos regionais do árabe, o que reflete a rica diversidade cultural dos países que o adotam.

6. Português

português é falado por mais de 260 milhões de pessoas e é a língua oficial de nove países.

  • Distribuição geográfica:
    Embora tenha se originado em Portugal, o português é mais amplamente falado no Brasil, que concentra a maior população de falantes. Outros países incluem AngolaMoçambique e Cabo Verde.
  • Relevância cultural e econômica:
    • O Brasil, como uma das maiores economias do mundo, destaca o português no cenário internacional.
    • É uma língua de destaque em literatura, música e outras expressões artísticas globais.

Por que algumas línguas se tornam globais?

A influência de uma língua vai além do número de falantes. Fatores como colonização, migração, poder econômico e cultural contribuem para a disseminação de certos idiomas.

  • Colonização: Impérios como o Britânico, Espanhol e Português espalharam suas línguas para novos continentes.
  • Economia: Línguas de potências econômicas, como inglês e mandarim, tornam-se mais atrativas para o aprendizado.
  • Tecnologia: O inglês se consolidou como a língua da internet e da tecnologia, aumentando sua relevância global.

Benefícios de aprender uma língua global

1. Melhora nas oportunidades de carreira

Idiomas como inglês, mandarim e espanhol são frequentemente exigidos em posições de destaque no mercado de trabalho global.

2. Acesso à cultura

Aprender uma língua abre portas para compreender melhor a literatura, música, cinema e tradições de diferentes países.

3. Conexões internacionais

Dominar uma língua global facilita o networking e fortalece relações pessoais e profissionais.

Considerações finais

As línguas mais faladas no mundo são muito mais do que ferramentas de comunicação: elas refletem histórias, culturas e dinâmicas econômicas globais. Mandarim, espanhol, inglês, hindi, árabe e português lideram o cenário global, conectando bilhões de pessoas em diferentes continentes.

Seja para fins profissionais, acadêmicos ou pessoais, aprender uma dessas línguas pode ser um investimento valioso, abrindo portas para novas oportunidades e experiências culturais.

Escolha uma língua e comece sua jornada linguística hoje mesmo!

Fonte: Seu crédito digital
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Seis aeronaves e investimento saudita: nova companhia aérea uruguaia anuncia início de operações

A Sociedad Uruguaya de Aviación (SUA) realizará um evento no qual revelará detalhes operacionais e o modelo de aeronave selecionado.

Em 28 de janeiro do ano passado, durante a Feira Internacional de Turismo da Espanha, a Sociedad Uruguaya de Aviación (SUA), uma nova companhia aérea local, foi apresentada oficialmente.

Depois de meses sem anúncios, a empresa anunciou um evento para 28 de janeiro no Aeroporto Internacional de Carrasco, Montevidéu. Lá, serão revelados os detalhes operacionais, o início das atividades e o modelo de aeronave selecionado, de acordo com o portal Aviacionline.

A SUA operará aeronaves Airbus A220-300 sob um contrato de arrendamento com a companhia aérea letã airBaltic. Dessa forma, se tornará a primeira companhia aérea da América Latina e do Caribe a operar com esse modelo.

Além disso, este acordo marca a introdução do modelo de negócios de leasing, manutenção e seguro tripulado da airBaltic na região.

A frota da companhia uruguaia será composta inicialmente por seis aeronaves que serão integradas gradualmente ao longo de um período de 18 meses. No médio prazo, eles planejam expandir a frota para 10 aeronaves em três anos.

Embora ainda não tenham anunciado rotas específicas, seus objetivos vão além do transporte de passageiros: buscam estabelecer o primeiro centro de manutenção e operações do Airbus A220 no Uruguai e na região e instalar um simulador de voo para treinamento de pilotos nos próximos cinco anos.

O projeto tem o apoio do governo uruguaio, apesar de grande parte do financiamento vir de capital privado da Arábia Saudita.

Além do apoio do governo, há etapas administrativas a serem concluídas: a companhia aérea precisará obter seu AOC e o Airbus A220 seu certificado de tipo antes de iniciar as operações regulares.

FONTE: Portal Montevidéu
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Itamaraty descumpre leis na Europa e é condenado a pagar milhões em indenizações; VEJA VALOR

O Ministério das Relações Exteriores (MRE) tem enfrentado uma série de condenações por descumprimento das leis trabalhistas em países como França, Irlanda e Holanda, resultando em indenizações que totalizam cerca de R$ 2,5 milhões desde 2022.

Essas ações envolvem contratados locais, que, ao contrário dos diplomatas, recebem salários menores e têm menos benefícios. A informação foi divulgada em reportagem do Uol.

Na França, Tiago Fazito, ex-assistente administrativo do Consulado-Geral do Brasil em Paris, foi demitido após processar o Itamaraty por uma diferença salarial não paga. Fazito, que trabalhou no consulado entre 2012 e 2017, obteve direito a uma indenização de mais de R$ 2 milhões. No entanto, o MRE ainda não efetuou o pagamento e alega que isso seria uma questão de soberania do Brasil, argumentando que a imunidade diplomática impede o cumprimento de certas decisões judiciais no exterior.

Na Irlanda, a auxiliar administrativa Nicole Montano foi forçada a abrir um processo contra o Itamaraty por não ter sido liberada para um período de licença remunerada. Em setembro de 2023, a Justiça condenou o MRE a pagar R$ 85 mil em indenização. Montano também alegou discriminação de gênero no trabalho.

Na Holanda, o motorista Guilherme Lima foi demitido enquanto estava doente, o que é ilegal no país. Em 2022, ele ganhou uma indenização de R$ 390 mil, mas não recebeu o montante total devido ao argumento de imunidade diplomática, que impediu o pagamento de salários e férias durante o processo.

Os contratados locais, que prestam serviços como atendimento e transporte de diplomatas, são regidos pelas leis trabalhistas locais, mas enfrentam uma disparidade salarial significativa em relação aos diplomatas. Embora recebam entre R$ 12,4 mil e R$ 18 mil por mês, enquanto os diplomatas recebem salários a partir de R$ 20 mil, muitos se queixam do tratamento desigual e da falta de reconhecimento de suas responsabilidades.

O Itamaraty defende que as questões envolvendo contratados locais são diferentes das situações envolvendo diplomatas e que a imunidade diplomática é uma prática internacionalmente consolidada, válida para garantir a soberania do Brasil. Contudo, especialistas apontam que a imunidade não se aplica a questões trabalhistas, como demonstrado pelas decisões judiciais na França e na Holanda.

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Notícias, Tecnologia

A maior reserva de ouro do mundo está na China? Confira esta nova descoberta

No final de dezembro de 2024, a China surpreendeu o mundo ao anunciar a descoberta de uma colossal reserva de ouro.
Essa descoberta não apenas destaca a capacidade de prospecção avançada do país, mas também promete transformar o cenário da mineração global. O achado, localizado na província de Hunan, é avaliado em impressionantes US$ 80 bilhões.

A identificação de tais depósitos eleva a China a uma posição ainda mais significativa no mercado global de mineração. A descoberta foi resultado de diversas perfurações e análises geológicas, revelando um potencial que excede as expectativas anteriores.

Onde está localizada essa reserva monumental?

A reserva, situada na montanhosa região de Wangu, no sul da China, é agora tida como a maior do mundo. As estimativas iniciais dão conta de mais de 330 toneladas de ouro a menos de dois mil metros de profundidade, com a possibilidade de até 1.100 toneladas mais profundas.

Historicamente, essa região já era conhecida por suas reservas de ouro, mas o atual achado coloca Hunan em um novo patamar dentro da indústria de mineração. Esta importante descoberta faz uso de tecnologias avançadas, como a modelagem geológica 3D, contribuindo para um entendimento mais profundo das reservas de minério.

Qual o impacto econômico esperado para a China e o mundo?

Com o valor do ouro atualmente flutuando em torno de US$ 2.700 por onça, a entrada deste novo volume de minério pode influenciar diretamente nos preços globais. Embora a China seja o principal produtor de ouro do mundo, a demanda interna supera a produção, o que poderá mudar com essa nova reserva.

Esse desenvolvimento pode reduzir a dependência chinesa de importações de ouro, especialmente de países como a Austrália e a África do Sul. O fortalecimento das capacidades domésticas de mineração promete trazer benefícios econômicos tanto para o mercado interno quanto para a economia global.

Como a tecnologia tem avançado a prospecção de ouro?

O uso de novas tecnologias, como a modelagem geológica 3D, revolucionou a forma como a prospecção de minério é realizada. Este método computacional permite a coleta de dados detalhados, proporcionando uma visão abrangente das estruturas geológicas e da composição química dos terrenos.

Graças a essas inovações, a eficiência e a precisão na localização de novos depósitos minerais melhoraram significativamente. Esses avanços tecnológicos desempenham um papel crucial na maximização dos rendimentos das minas e na minimização dos impactos ambientais.

Uma virada na mineração global?

Antes desta descoberta, a mina de South Deep, na África do Sul, detinha o título de maior reserva de ouro do mundo. Essa nova reserva chinesa supera tal recorde, intensificando a posição da China como líder na produção mundial de ouro.

Com a China comprando consideravelmente mais ouro do que qualquer outro país em 2023, as implicações dessa reserva são vastas. Este avanço pode proporcionar uma posição estratégica mais forte para a China no comércio de metais preciosos e influenciar as dinâmicas econômicas globais de forma notável.

FONTE: Terra noticia Brasil
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Brasil registra redução nas exportações para a China

De acordo com o relatório CEBC-Alerta, realizado pelo Conselho Empresarial Brasil-China, as exportações do Brasil para a China apresentaram uma queda significativa em 2024, impulsionada pela redução de 19% no faturamento das vendas de soja.

Esse declínio foi resultado de uma diminuição tanto no volume embarcado (-2,6%) quanto no preço (-20%) do produto, que continua sendo um dos principais itens exportados para o mercado chinês. A soja teve sua participação na pauta de exportações do Brasil para a China reduzida em 3,9 pontos percentuais, fechando o ano com 33% do total exportado.

Apesar dessa queda, a China manteve-se como o principal destino das exportações brasileiras de soja, absorvendo 73% do total exportado em 2024. No entanto, o cenário foi mais positivo para outros produtos. O petróleo, por exemplo, se destacou como o principal produto exportado pelo Brasil para o mundo, com uma participação de 13% nas exportações totais. O faturamento com as exportações de petróleo cresceu 5,2%, e a China se manteve como o maior destino dessas exportações, com 45% do total enviado para o exterior. O valor das vendas de petróleo para o mercado chinês teve um pequeno aumento de 1% em relação ao ano anterior.

O gráfico abaixo revela o padrão de exportações de contêineres do Brasil para a China entre janeiro de 2021 e novembro de 2024. Os dados vêm do DataLiner da Datamar.

Exportações de contêineres para a China | Jan 2021 – Nov 2024 | TEUS

Fonte: DataLiner (clique aqui para solicitar uma demonstração) 

Além da China, outros países também se destacaram nas exportações de petróleo. Os Estados Unidos ficaram em segundo lugar, com uma participação de 13%, seguidos pela Espanha, com 11%. Dessa forma, a China segue como o principal parceiro comercial do Brasil em termos de exportações, especialmente no setor de petróleo, demonstrando sua importância estratégica no comércio internacional do Brasil.

Fonte: Agro Link
Brasil registra redução nas exportações para a China

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Calor e seca impactam produção de café no Brasil

O Brasil produziu 54,2 milhões de sacas de 60 kg de café na safra 2024/25, de acordo com dados divulgados ontem pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Esse volume está 1,1% abaixo da estimativa anterior da agência e representa uma queda de 1,6% em relação à safra de 2023. Esse foi o quarto relatório da Conab sobre o ciclo 2024/25, que foi concluído em todas as regiões produtoras de café, incluindo as áreas de colheita tardia do Espírito Santo. Apesar da queda em relação a 2023, a safra é 6,5% maior que a do ciclo 2022, outro ano de bienalidade positiva, quando a produtividade é naturalmente maior devido à alternância entre anos de alta e baixa produção da cultura.

Os últimos quatro anos têm sido desafiadores para os produtores de café no Brasil. Condições climáticas adversas, incluindo geadas, calor extremo, secas e chuvas irregulares, afetaram severamente o desempenho das plantas.

Em 2024, a produtividade média nas plantações de café do Brasil caiu 1,9% em relação a 2023, atingindo 28,8 sacas por hectare. Essa queda foi atribuída, em grande parte, às condições climáticas desfavoráveis do ano anterior, que impactaram as regiões centrais produtoras de café.

Dê uma olhada no gráfico abaixo e descubra quais países importaram o maior volume de grãos de café do Brasil nos primeiros onze meses de 2024, segundo dados do DataLiner da Datamar. Clique no link abaixo para solicitar uma demonstração.

Principais destinos de exportação de café | 2024 | TEUs

Fonte: DataLiner (clique aqui para solicitar uma demonstração) 

Embora o clima seco durante o inverno e o início da primavera tenha acelerado o amadurecimento e a colheita dos grãos, as condições quentes e áridas causaram um desenvolvimento desigual dos grãos, reduzindo sua qualidade. Muitas plantações apresentaram um mix de grãos verdes e maduros na mesma safra.

Em algumas regiões, grãos menores e fora do padrão precisaram ser colhidos, exigindo uma quantidade maior para atingir o peso comercial padrão de 60 kg por saca. Além disso, o rendimento do café processado caiu, com grãos mais leves do que o habitual agravando a situação.

Em Minas Gerais, maior estado produtor de café do Brasil, a colheita totalizou 28,1 milhões de sacas, uma queda de 3,1% em relação a 2023. As plantações de café na região enfrentaram desafios significativos devido a secas prolongadas e altas temperaturas após abril, quando as chuvas praticamente cessaram.

Esse padrão climático impactou severamente a produção de café conilon, que caiu 5,9%, totalizando 14,6 milhões de sacas. Por outro lado, a produção de café arábica cresceu 1,8%, alcançando 39,6 milhões de sacas.

No Espírito Santo, outro importante estado produtor de café, a safra de conilon caiu 3,1%, totalizando 9,8 milhões de sacas, principalmente devido a episódios de calor intenso entre outubro e dezembro de 2023.

Em São Paulo, as plantações de café tiveram um desempenho melhor, com a colheita aumentando 8,2%, alcançando 5,4 milhões de sacas. No entanto, esse crescimento foi inferior aos 11,5% projetados inicialmente, já que secas prolongadas e altas temperaturas impactaram a produtividade.

A Bahia também registrou queda na produção de café, totalizando 3,1 milhões de sacas, uma redução de 9,7% em relação a 2023. A principal cultura do estado, o conilon, caiu expressivamente 14,8%, totalizando quase 2 milhões de sacas, enquanto a produção de arábica aumentou ligeiramente 0,8%, alcançando 1,1 milhão de sacas.

Em Rondônia, a produção de café sofreu uma queda significativa devido às condições climáticas adversas no final de 2023 e à redução da área de cultivo. Como resultado, a produção de conilon no estado despencou 31,2%, totalizando pouco mais de 2 milhões de sacas.

Fonte: Valor International
Drought, heat take toll on Brazilian coffee production | Agribusiness | valorinternational

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Trump suspende novas licenças para energia eólica onshore e offshore nos EUA

Entre as justificativas para a decisão está a necessidade de “promover uma economia energética capaz de atender à crescente demanda do país por energia confiável”, segundo o presidente dos EUA

 

RIO – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou na segunda-feira (20/1) um decreto presidencial suspendendo temporariamente a emissão de novas licenças para projetos de energia eólica onshore e offshore em terras e águas federais.

O decreto determina que as secretarias do Interior, da Agricultura, de Energia, a Agência de Proteção Ambiental e os chefes de todas as outras agências envolvidas não devem emitir “aprovações novas ou renovadas, direitos de passagem, licenças, arrendamentos ou empréstimos para projetos eólicos onshore ou offshore”.

Entre as justificativas para a decisão está a necessidade de “promover uma economia energética capaz de atender à crescente demanda do país por energia confiável”.

A medida reafirma o compromisso do presidente republicano em focar no crescimento da indústria de petróleo e gás, buscando garantir energia de baixo custo e sem intermitência para os americanos.

E vem acompanhada do anúncio da saída do país novamente do Acordo de Paris, da “emergência energética nacional” – para ampliação das atividades de exploração e produção – e da revisão de incentivos para veículos elétricos.

Durante a assinatura do decreto, Trump reforçou que a característica intermitente das eólicas traria insegurança energética para os lares americanos, e disse que os EUA deveriam fornecer energia barata aos seus cidadãos.

“Não vamos fazer a coisa do vento. Grandes e feios moinhos de vento. Eles arruínam sua vizinhança. Eles são a forma de energia mais cara que você pode ter, de longe. Eles matam seus pássaros e arruínam suas belas paisagens”, completou Trump.

O documento também inclui uma revisão de critérios para arrendamento e licenciamento de novos projetos eólicos.

O decreto ordena ao Secretário do Interior e a outras agências que avaliem o impacto ambiental e econômico das turbinas eólicas, na fauna, como aves e mamíferos marinhos, e considere os custos de geração intermitente de eletricidade e efeitos de subsídios federais na viabilidade da indústria.

A decisão começa a valer a partir desta terça (21/4), mas não afeta os atuais projetos em desenvolvimento no país, a exemplo dos parques offshore da Orsted e Copenhagen Infrastructure Partners.

FONTE: Eixos
Trump suspende novas licenças para eólica onshore e offshore | eixos

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Número de empresas dos EUA que considera sair da China bate recorde

Estes são os maiores números desde o início da pesquisa, em 2020

A China enfrenta um novo desafio: o número de empresas americanas que considera deixar operações no país avançou para o maior nível desde 2020, segundo relatório anual divulgado nesta quarta-feira (22) pela Câmara do Comércio Americana (AmCham, em inglês) da China.

Entre as razões, os entrevistados citaram o crescimento de atritos com os EUA, as tensões geopolíticas globais, impactos de novas tarifas e o reajuste de objetivos estratégicos em outros países.

Conforme o levantamento, 17% dos participantes já começaram o processo de realocar a produção em países fora da China em 2024, enquanto 13% estão considerando a ideia, mas não tomaram nenhuma ação efetiva sobre. Estes são os maiores números desde o início da pesquisa, em 2020.

Entre essas empresas, os destinos mais considerados são países em desenvolvimento da Ásia (38%) – como Índia, Vietnã, Tailândia, etc. Na sequência, estão os Estados Unidos (18%) e países desenvolvidos da Ásia (14%), como Japão e Coreia do Sul. Já o número de entrevistados que não considera sair da China caiu para 67% no ano passado.

A China continua como destino central para investimentos de muitos entrevistados, mas sua posição está mais dividida. Apenas 12% consideram o país como “prioridade número um”, 26% o colocam no “top 3” e 31% citam como “uma prioridade elevada entre muitas outras”. Por outro lado, 21% das empresas americanas não colocam mais a China como prioridade de investimentos, uma alta de 3 pontos porcentuais em relação a 2023 e praticamente o dobro do registrado em 2020.

A pesquisa da Amcham China foi conduzida entre 21 de outubro e 15 de novembro de 2024, período entre as eleições presidenciais dos EUA que deram vitória à Donald Trump, com amostra total de 368 empresas americanas de diferentes setores.

FONTE: CNN
Número de empresas dos EUA que considera sair da China bate recorde | CNN Brasil

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