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Medidas para enfrentar o caos logístico no setor portuário

A revisão da Lei dos Portos (Lei nº 12.815/2013) e uma oferta recorde de novos arrendamentos podem contribuir para pôr fim ao caos logístico evidenciado em 2024 no setor portuário. Além de oito terminais licitados no ano passado, a previsão é que sejam leiloados mais 42 empreendimentos, somando R$ 22,86 bilhões de investimentos. Serão 16 arrendamentos e cinco concessões em 2025 (R$ 19,75 bilhões) e 20 arrendamentos e uma concessão em 2026 (R$ 3,1 bilhões).

“Tivemos um ano excepcional, com movimentação portuária atingindo 1,32 bilhão de toneladas, a maior da história, com alta de 1,18%. Estamos acelerando a carteira, em que 33% dos leilões são para atender ao agronegócio com grande parcela nos portos do Arco Norte, que já respondem por 25% das exportações. De terminais de contêineres, serão quatro arredamentos em vários portos e um grande TUP [terminal de uso privado] em Santos”, destaca Silvio Serafim Costa Filho, ministro de Portos e Aeroportos (MPor).

O mais aguardado é o Tecon Santos 10, quarto e maior terminal de contêineres do porto de Santos e da América do Sul, com capacidade de até 3,5 milhões de TEUs e investimentos de R$ 5,64 bilhões. A minuta de edital já passou por consulta e audiência públicas e, após incorporar as contribuições pertinentes, será encaminhada ao Tribunal de Contas da União (TCU). “A previsão é publicar o edital em 10 de setembro e realizar o leilão em 10 de dezembro. Será o maior leilão portuário do Brasil, que passará da 46ª para a 15ª posição em movimentação de contêineres”, diz Alex Ávila, secretário nacional de Portos.

Já a revisão da Lei nº 12.815/2013 visa destravar investimentos. A principal proposta é o PL nº 733/2025, que resultou de trabalhos de comissão de juristas. “O PL aproxima-se de conceitos da lei anterior de 1993 (Lei n° 8.630/1993), que modernizou o setor, com maior flexibilidade nos licenciamentos e nas relações laborais”, diz Mário Povia, diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Infraestrutura (IBI).

Em 2024, a movimentação de contêineres cresceu 20%, somando 13,9 milhões de TEUs, e ficou claro que a infraestrutura portuária não está preparada para uma forte expansão econômica, como a alta de 3,4% do Produto Interno Bruto (PIB). A paralisação do porto de Itajaí e o fechamento de berços da Portonave, em Navegantes (SC), e da BTP, em Santos (SP), contribuíram para esgotar a capacidade de diversos terminais.

Estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que, dos 5.663 embarques de contêineres programados em 2024, 3.219 tiveram atraso e 1.167 foram cancelados. Wagner Cardoso, superintendente de Infraestrutura da CNI, diz que, com a deficiência de infraestrutura e aumento da participação dos armadores nos terminais, as empresas usuárias têm sofrido com falta de espaço nos portos, omissão de embarque (cancelamento), rolagem de carga (transferência para outro navio em data diferente), supressão de escala (salto de um porto), sobre-estadias e cobranças indevidas.

Eduardo Heron Santos, diretor técnico do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), explica que o navio atrasa por problemas nos terminais ou fatores externos, como a estiagem no Canal do Panamá e os ataques dos rebeldes houthis na Ásia. Os pátios dos terminais ficam cheios, e o exportador tem de colocar a carga numa retroárea. “Em 2024, a exportação de café cresceu 28%, para 50,5 milhões de sacas, mas ficou para trás 1,8 milhão de sacas em 5,3 mil contêineres parados, aguardando embarque. Pagamos R$ 51 milhões só em taxas adicionais de armazenagem”, lamenta Santos.

Roberto Teller, diretor de operações da Movecta, diz que os operadores logísticos dos portos secos tiveram alta extraordinária na demanda por armazenagem. Isso ocorreu devido ao esgotamento de terminais, como o da Santos Brasil, responsável por 15% do total movimentado em contêineres.

“O ano de 2024 foi desafiador na costa leste do continente, com as paralisações. Crescemos 27%, investimos R$ 700 milhões, ampliando a capacidade para 2,3 milhões de TEUs, mas usamos tudo, pois absorvemos cargas de Itajaí, BTP e Navegantes. Neste ano vamos investir mais R$ 700 milhões para atingir 2,6 milhões de TEUs e antecipamos para 2026 o aumento para 3 milhões de TEUs”, informa Antonio Carlos Sepúlveda, diretor-presidente da Santos Brasil.

Segundo a CNI, Paranaguá (PR) liderou o ranking de problemas, com 538 atrasos, 133 omissões e 46 cancelamentos de embarque. “O porto é prejudicado quando há alterações nas escalas”, justifica Gabriel Vieira, diretor de operações do Porto de Paranaguá.

Claudio Loureiro, diretor-executivo do Centronave, assegura que não há embate entre armadores e usuários, pois ambos entendem que são afetados pela deficiência de infraestrutura: faltam terminais e profundidade dos portos para receber navios maiores. “Os armadores têm uma perda anual de carga potencial de 500 mil TEUs, ou US$ 1 bilhão. Para o comércio exterior brasileiro, as perdas são de US$ 6,4 bilhões nas exportações e US$ 14,2 bilhões em importações”, alerta Loureiro.

Não falta apetite dos investidores, especialmente armadores. A APM Terminals, braço de terminais da Maersk, tem investido no Brasil em terminais de contêineres greenfield (novos) – Suape (PE), Itapoá (SC), BTP –, embora não descarte aquisições. “Investimos em aumento de capacidade, e a maior oportunidade é o Tecon Santos 10. Sem investimentos, o Brasil perde a oportunidade de atrair até 4 milhões de TEUs a mais de cargas do continente para portos concentradores no país”, diz Leonardo Levy, diretor de investimento da empresa para as Américas.

Para Patrício Jr, diretor de investimentos da Terminal Investment Limited (TIL) – braço de terminais da MSC –, os problemas são consequência da falta de planejamento. “O Tecon Santos 10 vai resolver os problemas atuais, mas só daqui a seis anos. Já deveríamos estar pensando no próximo terminal”, diz. Anderson Pomini, diretor-presidente da Autoridade Portuária de Santos, destaca que, além do Tecon Santos 10 e da ampliação dos acessos – Túnel Santos-Guarujá e dois viadutos –, com R$ 20 bilhões de investimentos, a APS já desenvolve uma nova poligonal com mais 13 milhões de metros quadrados. “Hoje temos 7,8 milhões de metros quadrados. Em abril, será publicada a nova poligonal, totalizando 20 milhões de metros quadrados. Com o crescimento de 20% ao ano, o Tecon Santos 10 e os novos acessos já chegam com atraso.”

Fonte: Valor Econômico

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Portonave eleva plano de investimento em R$ 440 mi em Navegantes

A Portonave, terminal privado da Terminal Investment Limited (TIL) em Navegantes(SC), acaba de fechar um novo investimento de R$ 439 milhões, para a compra de equipamentos que deverão ampliar sua capacidade do atual patamar de 1,5 milhão de TEUs para 2 milhões de TEUs, a partir de 2026.

Os recursos se somam ao plano de investimento de R$ 1 bilhão, já em curso desde o ano passado. A companhia, que tem como controladora um dos maiores grupos de navegação globais, a MSC, vem trabalhando para reforçar seu cais, para receber os maiores navios do mercado, de até 400 metros de comprimento.

A primeira etapa desse investimento deverá ser concluída em julho, quando se inicia a obra de reforço dos outros 50% do terminal, segundo Osmari Castilho, diretor superintendente administrativo da Portonave. A construção completa deverá se encerrar em meados de 2026.

Também nesse prazo deverão chegar os equipamentos recém-adquiridos pela companhia. Foram comprados dois guindastes “Ship-to-Shore” (STS), com capacidade para carregar e descarregar os contêineres dos maiores navios do mercado. As unidades deverão se somar aos quatro guindastes STS já em operação.

O Portonave também adquiriu 14 guindastes “Rubber Tyred Gantry” (RTG), para fazer a movimentação de contêineres no pátio do terminal, que se somam a outros 18 equipamentos já existentes. Com isso, a empresa conseguirá ampliar a capacidade dinâmica do terminal.

Em 2024, quando todos os terminais de contêineres do país passaram por forte congestionamento, o Portonave chegou a uma ocupação na casa dos 90% em alguns momentos. Neste ano, o fluxo já se normalizou, mas a taxa média está em cerca de 70%.

Além de ampliar a capacidade, o plano de investimentos busca preparar o terminal para a chegada das grandes embarcações que circulam no mundo, que tendem a dar mais eficiência à operação logística. Porém, a entrada desses navios ainda depende de um investimento adicional, para o aprofundamento do canal de acesso do Porto de Itajaí – obra que depende de uma iniciativa do poder público. O plano do governo é fazer uma concessão do canal, que incluiria o aumento do calado. Porém, ainda não há previsão de data para o projeto.

“O ideal é que o cronograma da concessão andasse junto da obra do terminal, para que possamos operar os navios maiores. Esperamos que isso tenha celeridade, estamos acompanhando”, disse Castilho. “[O aprofundamento] vai ter que acontecerem algum momento, o que pode haver é um descasamento, e estarmos preparados antes do canal”, afirmou.

Outra preocupação da empresa para os próximos anos são os possíveis impactos da reforma tributária sobre a movimentação em Santa Catarina, que atraiu carga por meio de incentivos fiscais. Porém, Castilho diz que não prevê um esvaziamento do porto. Para ele, o investimento em infraestrutura na região garante competitividade.“Outra vantagem é a potência da indústria catarinense.”

Fonte: Valor Econômico

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QR code: como essa invenção saiu de uma fábrica do Japão para deixar o acesso à informação mais prático

Seja na hora de pagar uma conta, ver o cardápio de um restaurante ou saber mais sobre uma empresa, ele está lá: o QR code, um tipo de código de barras bidimensional que mais parece um labirinto. Seu funcionamento é simples: basta apontar a câmera do celular para o código para acessar informações de forma rápida e prática.

O que muitos podem não saber é que, antes de chegar a praticamente todos os cantos, a história do Quick Response Code (ou Código de Resposta Rápida) começou em uma fábrica no Japão, da empresa Denso Wave, especializada no desenvolvimento e fabricação de dispositivos de captura automática de dados, robôs industriais e controladores programáveis.

Fonte: Revista Época
https://epocanegocios.globo.com/invencoes/noticia/2025/04/qr-code-como-essa-invencao-saiu-de-uma-fabrica-do-japao-para-deixar-o-acesso-a-informacao-mais-pratico.ghtml?utm_campaign=gecorrp__newsletter_fiesc_14042025&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

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China pede que EUA ‘eliminem completamente’ tarifas

O governo da China pediu neste domingo, 13, que os Estados Unidos eliminem por completo as tarifas impostas a produtos chineses. Em comunicado oficial, o Ministério do Comércio chinês classificou como insuficiente a recente decisão do governo Donald Trump de isentar celulares, laptops e outros eletrônicos das chamadas tarifas recíprocas.

O que vimos foi apenas um pequeno passo para corrigir um erro, afirmou o ministério, acrescentando que Washington deveria “abolir completamente essa prática equivocada e retornar ao caminho do diálogo baseado no respeito mútuo”.

O ministério chinês também reforçou sua crítica ao que chama de tarifas unilaterais e pediu que os EUA “ouçam as vozes racionais da comunidade internacional” e promovam ajustes mais amplos. 

A pasta citou uma decisão anterior, de 10 de abril, em que Washington suspendeu provisoriamente tarifas elevadas contra outros parceiros comerciais.

Isenção de eletrônicos

A medida dos EUA, anunciada na sexta-feira, 11, pelo governo Donald Trump, exclui produtos eletrônicos de consumo de tarifas que chegavam a 145% sobre importações da China — principal polo de fabricação de itens como iPhones e notebooks. 

Segundo dados do US Census Bureau, os smartphones foram os produtos mais importados da China em 2024, somando US$ 41,7 bilhões, seguidos pelos laptops, com US$ 33,1 bilhões.

A decisão beneficia gigantes da tecnologia como Apple, Nvidia e Dell, e abrange 20 categorias de produtos, incluindo semicondutores, chips de memória e monitores de tela plana. De acordo com a Bloomberg, esses itens têm produção limitada nos EUA, e a substituição por fabricantes locais exigiria anos de investimentos.

Apesar do alívio para o setor, autoridades americanas afirmaram que a isenção pode ser temporária. A suspensão das tarifas, segundo estimativas do Rand China Research Center, envolve cerca de US$ 390 bilhões em importações, sendo mais de US$ 100 bilhões provenientes da China.

Tarifas de 145%

Na quinta-feira, 10, o presidente Donald Trump havia anunciado uma tarifa de 145% sobre produtos importados da China. Para países que, segundo ele, “não retaliaram de forma alguma”, o governo aplicou uma alíquota reduzida de 10%, válida por 90 dias.

A decisão de isentar eletrônicos busca evitar um aumento imediato de preços. 

De acordo com a consultoria TechInsights, transferir a produção de iPhones da China para os EUA levaria anos e elevaria o custo de cada unidade para até US$ 3.500 (R$ 20,5 mil). Com as tarifas vigentes, o preço do iPhone poderia subir cerca de 70% no mercado americano.

Desde março, a Apple tem fretado aviões cargueiros para trazer iPhones da Índia aos EUA como forma de contornar as tarifas. Ao todo, foram transportadas cerca de 600 toneladas — ou 1,5 milhão de unidades do smartphone.

Entre os produtos isentos também estão células solares, cartões de memória e semicondutores. A decisão favorece especialmente a Taiwan Semiconductor Manufacturing Co., que anunciou novos investimentos em território americano.

Ainda que represente um alívio imediato, a exclusão não elimina a possibilidade de novas tarifas sobre o setor. A Casa Branca já sinalizou que pretende estabelecer uma política específica para componentes estratégicos como os chips, seguindo promessas anteriores de Trump.

Fonte: O Antagonista
https://diariodobrasilnoticias.com.br/noticia/china-pede-que-eua-eliminem-completamente-tarifas-67fbeca74501d

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Cabotagem para cargas fracionadas: Amalog apresenta inovação logística na Intermodal 2025 

A Amalog, referência em soluções logísticas integradas, e o RêConecta News anunciaram uma parceria estratégica para a Intermodal South América 2025, que acontecerá de 22 a 24 de abril no Distrito Anhembi, em São Paulo.  

Reconhecido como o principal evento do setor de logística na América do Sul, o evento será uma oportunidade para destacar a inovação e a eficiência operacional promovidas pelas empresas.  

Inovação e sustentabilidade 

Entre as principais soluções que serão apresentadas pela Amalog na Intermodal 2025 está a Cabotagem para cargas fracionadas. A cabotagem, que se refere ao transporte marítimo de cargas entre portos do mesmo país, desempenha um papel crucial para economia brasileira.  

O transporte fracionado, que sempre foi amplamente utilizado no modal rodoviário, surge como uma oportunidade para a cabotagem. O uso do modal marítimo para esse tipo de operação oferece uma alternativa viável para o transporte de mercadorias, facilitando o acesso a mercados em outras regiões do Brasil. 

Comprovadamente, a cabotagem é uma opção de transporte muito mais econômica, sustentável e segura em comparação com o transporte rodoviário, e resulta em significativa redução nos custos logísticos. Quando várias pequenas cargas são agrupadas em um único contêiner, isso reduz o custo por unidade transportada. 

Em um mundo em que, cada vez mais o olhar se volta para aas políticas ESG, ter uma opção de transporte que reduza as emissões de CO² no meio ambiente é sempre benvinda, explica Amilton Cassio, Diretor de Vendas da Amalog. “Nosso desafio foi tornar-se esse serviço tão ágil quanto o rodoviário, e hoje já oferecemos opções que atendem as regiões SUL e Sudeste para Manaus e em breve passaremos a atender também a região Nordeste.” 

Soluções com tecnologia e eficiência 

A Amalog nasceu com o propósito de transformar a logística por meio da tecnologia e da automação. Ao longo dos 7 anos de existência, a empresa expandiu sua atuação, investindo em soluções inovadoras e ampliando sua presença com filiais em pontos estratégicos do país. Com sede em Santos e armazéns em Itajaí (SC), Cachoerinha (RS), São José dos Pinhais (PR), Campinas (SP), Belo Horizonte (MG) e Manaus (AM), a AMALOG tem se destacado pela capacidade de integrar diferentes modais e simplificar processos, garantindo eficiência e redução de custos para seus clientes.  

Entre os principais diferenciais oferecidos pela empresa está a Plataforma Amalog de Serviços (PAS), que integra todos os envolvidos no processo de comércio exterior e logística, eliminando burocracias e permitindo a gestão em tempo real das operações.  

Inteligência Artificial 

Por ter se tornado recentemente uma empresa OTM, a Amalog enxergou na cabotagem, que era o momento de investir expressivamente e apresentar ao mercado ferramentas inovadoras, sendo pioneira em incluir em sua Plataforma agentes de inteligência artificial para facilitar toda a gestão, operacionalização e segurança da informação para seus clientes. São várias ferramentas criadas, através da IA que irão trazer produtividade e efetividade para a Empresa, podendo de fato oferecer um serviço para cabotagem com horários regulares e previsíveis, que é a carência e de suma importância para empresas que precisam planejar seu estoque e logística, tudo controlado pelo cliente em tempo real. 

A Plataforma que já possuía o monitoramento contínuo de documentos, foi pioneira no Brasil em gerar suas DTAS e apresentar os dossiês para Receita Federal, sem precisar sequer entrar no Siscomex Trânsito Aduaneiro ou Portal Único Siscomex, com gestão de previsão de carregamento, prazos de entrega e status de lotes e containers carregados, além de automatizar tarefas, oferecendo rastreamento contínuo de veículos, otimizando operações e garantindo mais segurança e controle. “Desde que entramos no mercado, unimos tecnologia e transporte para atender a uma necessidade real dos clientes. Nossa plataforma é hoje o nosso principal diferencial, pois permite que os clientes acompanhem suas mercadorias em tempo real, façam cotações de frete e tenham uma experiência logística mais eficiente”, afirma Shandres Jordani, Diretor Executivo da Amalog.  

De “alfinete à foguete” 

A Amalog buscou o registro de operador multimodal (OTM), que integram diferentes modais – rodoviário, marítimo e aéreo – para atender às necessidades específicas de cada cliente. “Nosso foco está na carga de menor tamanho, o LTL, fracionado para ser transportado posteriormente por cabotagem. Por isso, temos uma frase que resume bem o nosso trabalho: ‘transportamos de alfinete a foguete’. Literalmente todo tipo de mercadoria fracionada, com entregas em todo o Brasil em todos os tipos de modais”, completa Shandres Jordani. 

Ainda segundo Shandres Jordani, a cabotagem foi importante porque a empresa jpa contava com HUBs nas principais regiões como em Campinas, Itajaí, Canoas e estrategicamente em Manaus para atender os principais Portos, aeroportos e fronteiras do país.  

A parceria entre a Amalog e o ReConecta News na Intermodal 2025 reforça o compromisso de ambas as empresas em impulsionar o setor logístico brasileiro por meio de tecnologia e inovação. O evento reunirá mais de 500 marcas expositoras, conectando profissionais e empresas a soluções operacionais de ponta a ponta, garantindo novas oportunidades de negócios e fortalecendo ainda mais o setor.  

Venha conhecer tudo o que a Amalog tem a oferecer na Intermodal 2025!  

Te esperamos no estande G100.  

Saiba mais sobre a AMALOG: https://amalog.com.br/site/  

Faça sua inscrição: https://www.intermodal.com.br/pt/home.html 

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Prada compra Versace por US$ 1,4 bilhão e cria gigante do luxo italiano

Versace pertence, atualmente, ao grupo Capri Holdings, que é dono também da Michael Kors e Jimmy Choo. A Capri comprou a Versace em 2018 por um valor maior do que vai vender agora.

O Grupo Prada, uma das maiores companhias de moda de luxo do mundo, anunciou nesta quinta-feira (10) a compra da grife de moda Versace após algumas semanas intensas de negociações.

O acordo prevê a aquisição da marca por 1,25 bilhão de euros, cerca de US$ 1,4 bilhão.

A Versace foi fundada em 1978 pelo italiano Gianni Versace e ficou famosa pelo trabalho da diretora de criação Donatella Versace, irmã de Gianni. Ela deixou o cargo em março de 2025, depois de 30 anos na função.

Em 2018, a Versace foi vendida para a americana Capri Holdings, que é o grupo controlador, também, de outras marcas famosas no mundo de luxo, como Michael Kors e Jimmy Choo.

Na época do negócio, a Capri pagou mais pela compra da grife italiana do que vai receber com a venda para a Prada: US$ 2 bilhões.

Especialistas explicam que a Versace passa por um período mais desafiador em seu posicionamento de marca porque, há alguns anos, cresceu a tendência do “luxo discreto” (ou “quiet luxury”, em inglês) entre os mais ricos, enquanto as peças da marca são marcadas por estampas mais chamativas.

Gigante italiano
A compra da Versace pela Prada dá forças à Itália no cenário de luxo global, dominado, principalmente, por grupos dos Estados Unidos e pela gigante francesa LVMH, dona da Louis Vuitton e Dior.

Apesar de a Itália representar de 50% a 55% da produção global de bens de luxo pessoais, segundo estimativas da consultoria Bain, o país carece de um grupo com escala comparável às empresas do mesmo segmento de outros países.

A capitalização de mercado da Prada é de cerca de 14 bilhões de euros (US$ 15 bilhões), o que o torna o maior grupo italiano de moda de luxo em receita. Mas, em comparação com empresas como a LVMH, o valor é bem menos relevante. O grupo francês, por exemplo, tem um valor de mercado estimado em cerca de US$ 300 bilhões.

A longo prazo, os olhos estão voltados para empresas como a Armani e a Dolce & Gabbana, sediadas em Milão, entre as poucas na Itália que ainda são totalmente familiares e não listadas em bolsa.

Seus destinos finais podem ser decisivos em qualquer esforço para criar uma verdadeira potência italiana na moda global.

*Com informações das agências de notícias Reuters e AFP

Fonte: G1 – https://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2025/04/10/prada-compra-versace-por-us-14-bilhao.ghtml?utm_campaign=gecorrp__newsletter_fiesc_11042025&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

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Comércio Exterior, Exportação, Gestão, Industria, Negócios, Notícias, Pessoas, Portos

O ESPECIALISTA: FRANCINE MACEDO

Morro dos Cavalos: A urgência da segurança e a proteção indispensável do seguro 

A recente tragédia envolvendo um caminhão tanque no Morro dos Cavalos, em Palhoça, Santa Catarina, nos lembra de forma dolorosa dos riscos inerentes ao transporte de cargas perigosas e da fragilidade da vida. As imagens impactantes e as notícias sobre o ocorrido nos deixam em alerta sobre a importância da prevenção e da preparação para imprevistos. 

Em momentos como este, além da profunda tristeza pelas perdas e da urgência em apurar as causas do acidente, emerge com clareza a relevância crucial do seguro. 

Por que o seguro é tão importante, especialmente para transportadoras e motoristas de carga? 

Proteção Financeira: Um acidente dessa magnitude pode gerar custos altíssimos, incluindo danos ao veículo, à carga, ao meio ambiente, além de possíveis indenizações a terceiros. Sem um seguro adequado, a empresa ou o motorista podem enfrentar a falência. 

Cobertura Abrangente: Apólices de seguro para transporte de cargas podem oferecer coberturas diversas, como danos materiais, responsabilidade civil (danos a terceiros), lucros cessantes (paralisação das atividades). 

Tranquilidade e Segurança: Saber que se tem um seguro contratado traz mais tranquilidade para o dia a dia do trabalho, permitindo que o foco esteja na condução segura e eficiente. 

Responsabilidade Social e Ambiental: Em casos de vazamento de cargas perigosas, o seguro pode cobrir os custos de limpeza e remediação ambiental, demonstrando a responsabilidade da empresa com a sociedade e o meio ambiente. 

A tragédia no Morro dos Cavalos serve como um alerta para: 

A necessidade de fiscalização rigorosa: É fundamental garantir que as normas de segurança para o transporte de cargas perigosas sejam cumpridas à risca. 

A importância da manutenção preventiva: Veículos em bom estado de conservação diminuem significativamente o risco de acidentes. 

A conscientização dos motoristas: Treinamento adequado e respeito às leis de trânsito são essenciais. 

A obrigatoriedade de um seguro completo: Para transportadoras e motoristas autônomos, o seguro não é um custo, mas sim um investimento na segurança do seu negócio e na proteção de todos. 

Que este triste episódio nos motive a refletir sobre a importância da segurança viária e da proteção que um seguro bem estruturado pode oferecer. Em um setor tão vital para a economia como o transporte de cargas, a prevenção e a preparação para o inesperado são mais do que necessárias – são essenciais. 

Compartilhe esta informação e ajude a conscientizar sobre a importância do seguro no transporte de cargas! 

Francine Macedo tem 28 anos de experiência em Gestão de Transporte Rodoviário, gerenciamento de riscos e mitigação de perdas no setor de seguros, tanto nacional quanto internacional. Destaca-se pela habilidade em desenvolver novos projetos e negócios, gerenciar grandes contas, e consolidar operações diárias. Possui conhecimento do setor de transporte, expertise em negociação, planejamento, liderança de equipes e desenvolvimento estratégico de negócios, contribuindo para o crescimento e inovação nas áreas em que atua. 

 

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Amazon cancela pedidos da China para evitar impacto de novo tarifaço

A Amazon, gigante de tecnologia e do comércio eletrônico, teria cancelado uma série de pedidos de diversos produtos fabricados na China e em outros países da Ásia, em reação à nova rodada de tarifas comerciais impostas pelo governo dos Estados Unidos.

As informações foram divulgadas nesta quarta-feira (9/4) pela Bloomberg, que teve acesso a documentos. Até o momento, a Amazon não comentou.

O que aconteceu
De acordo com a Bloomberg, foram cancelados pedidos de produtos como patinetes, cadeiras de praia, scooters e aparelhos de ar-condicionado.
Na semana passada, Trump anunciou novas tarifas para mais 180 países – várias nações asiáticas estão entre as mais afetadas pela taxação, como China (o maior alvo), Japão, Coreia do Sul, Vietnã e Tailândia.
Os cancelamentos dos pedidos, segundo a Bloomberg, teriam sido feitos sem aviso prévio aos fornecedores.

Amazon já se preocupava com guerra comercial
Em seu relatório anual, divulgado em fevereiro deste ano, a Amazon já havia mencionado as disputas comerciais internacionais como um importante fator de risco para os negócios.

“Fornecedores baseados na China são responsáveis por porções significativas de nossos componentes e produtos acabados”, afirmou a empresa no relatório.

Os itens que a Amazon compra diretamente dos fornecedores correspondem a cerca de 40% do total de produtos vendidos no site da empresa. O restante das vendas fica a cargo de comerciantes independentes que alugam espaço na plataforma digital da Amazon.

Queda nas ações
As ações da Amazon já recuaram cerca de 21% só neste ano, queda maior do que a do S&P 500 (-15%).

Fonte: Metrópoles
Para fugir do “tarifaço”, Amazon cancela pedidos de produtos da China | Metrópoles

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Cerca de 60% das exportações do Rio Grande do Norte em março são da fruticultura

Boletim da Balança Comercial divulgado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, da Ciência, da Tecnologia e da Inovação (SEDEC), nesta segunda-feira (7), apontou que a fruticultura foi destaque nas exportações de março no Rio Grande do Norte. O levantamento destaca que cinco produtos ligados à cadeia produtiva representaram 58,6% do total exportado no mês.

De acordo com o boletim, outros açúcares de cana liderou a pauta com US$ 7,1 milhões, seguidos por melões frescos (US$ 6,5 milhões), outros produtos de origem animal impróprios para alimentação humana (US$ 4,3 milhões), melancias frescas (US$ 3,2 milhões) e os mamões frescos (US$ 2,3 milhões).

O boletim mostrou ainda que cinco mercados foram responsáveis por quase 70% (69,9%) do total exportado pelo Rio Grande do Norte no período. O principal parceiro de exportação no mês passado, no tocante a produtos exportados, foi os Estados Unidos (US$ 10,5 milhões). Na sequência aparecem Senegal (US$ 5,5 milhões), os Países Baixos (US$ 5,2 milhões), a Espanha (US$ 3,9 milhões) e o Reino Unido (US$ 2,8 milhões).

Segundo o levantamento relativo ao terceiro mês do ano, o estado movimentou US$ 39,9 milhões em exportações e US$ 36,9 milhões em importações. E como saldo positivo das transações do Comércio Exterior, o RN teve US$3 milhões.

“Os resultados apresentados refletem na diversificação da pauta comercial do RN e da expansão cada vez maior de seus produtos em novos mercados. Além disso, o saldo comercial positivo evidencia o potencial que o estado possui em termos de competitividade”, frisa a pasta estadual.

IMPORTAÇÕES

Já em relação às importações, o destaque ficou para outros trigos e misturas de trigo com centeio, com o valor de US$ 7,9 milhões, seguido por outras gasolinas (exceto para aviação) com US$ 7,1 milhões, células fotovoltaicas com US$ 4,6 milhões, hulha betuminosa (tipo de carvão mineral que contém betume e tem um alto teor de carbono) com US$ 1,6 milhão e lulas congeladas com US$ 1,1 milhão.

A SEDEC ressalta que os cinco principais produtos importados, a presença de produto relacionado à energia renovável em terceiro lugar e a presença de um novo item – hulha, um tipo de carvão mineral. Juntos, esses cinco produtos representaram 60,4% do total importado pelo Rio Grande do Norte em março de 2025.

A China liderou como principal fornecedora do Rio Grande do Norte, com US$ 9,2 milhões, seguida pelo Uruguai (US$ 8,1 milhões), os Países Baixos (US$ 7,4 milhões), a Argentina (US$ 1,7 milhão) e a Colômbia (US$ 1,6 milhão). Juntos, estes mercados foram responsáveis por 75,8% do total das importações realizadas pelo Rio Grande do Norte no período.

PRINCIPAIS PRODUTOS EXPORTADOS EM MARÇO (em milhões U$ – Valor FOB)

OUTROS AÇÚCARES DE CANA, SACAROSE QUIMICAMENTE PURA – 7,1

MELÕES FRESCOS – 6,5

OUTROS PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL, IMPRÓPRIOS PARA ALIMENTAÇÃO HUMANA – 4,3

MELANCIAS FRESCAS – 3,2

MAMÕES (papaias) FRESCOS – 2,3

 

PRINCIPAIS PRODUTOS IMPORTADOS EM MARÇO (em milhões U$ – Valor FOB)

OUTROS TRIGOS E MISTURAS DE TRIGO COM CENTEIO, EXCETO PARA SEMEADURA – 7,9

OUTRAS GASOLINAS, EXCETO PARA AVIAÇÃO – 7,1

CÉLULAS FOTOVOLTAICAS MONTADAS EM MÓDULOS OU EM PAINÉIS – 4,6

HULHA BETUMINOSA, NÃO AGLOMERADA – 1,6

LULAS, CONGELADAS – 1,1

FONTE: BOLETIM ECONÔMICO SEDEC
DeFato.com – Estado

 

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Uma visão passo a passo de como as novas tarifas de Trump serão implementadas

Fórmulas complexas, taxas de imposto empilhadas e como as empresas calculam o que pagar

As novas tarifas recíprocas do presidente Trump entraram em vigor às 12h01. Quarta-feira – então, quem realmente paga as taxas e como eles descobrem o que devem?

As tarifas sobre mercadorias importadas são normalmente pagas depois que as remessas chegam aos EUA. Em vez disso, os importadores devem calcular e pagar os direitos eletronicamente ou por cheque após o fato.

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Aqui está uma visão passo a passo de como as tarifas são cobradas.

Quem paga?

As empresas que importam mercadorias de azeite e camisetas a carros e iPhones para os EUA podem dever impostos com base no valor dos itens, onde foram feitos e quais materiais incluem.

Novas tarifas entram em vigor em 9 de abril para países como a Colômbia, que exporta café para os EUA, o Vietnã, onde muitos varejistas compram camisas e sapatos, e a China, que fabrica itens de móveis de pátio a brinquedos infantis.

Essas taxas, em alguns casos, se somam a tarifas anteriores, como taxas adicionais sobre produtos da China que Trump acumulou, bem como tarifas baseadas em produtos que estão em vigor há anos.

Quando e como eles pagam?

Antes de os itens serem enviados para os EUA por via marítima, aérea, ferroviária ou rodoviária, os importadores arquivam a papelada eletronicamente na Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA com detalhes sobre a carga.

Assim que a remessa chega, os inspetores alfandegários revisam a papelada antes de liberar as mercadorias para liberação, observando a hora em que a carga atingiu o solo dos EUA. Os agentes realizam verificações pontuais e inspeções aleatórias para garantir que a remessa contenha o que deveria.

Quando liberada para liberação, a carga geralmente é transferida para um depósito para armazenamento. O importador tem então 10 ou 30 dias para pagar sua conta tarifária. O importador pode pagar a alfândega diretamente eletronicamente ou por cheque, ou pagar seu despachante aduaneiro que, por sua vez, pagará à alfândega.

Os funcionários da alfândega verificam os pagamentos e podem auditar algumas transações para garantir que os impostos adequados sejam pagos.

Como as tarifas são calculadas?

As tarifas são normalmente calculadas usando um software programado para contabilizar taxas de imposto variáveis com base em onde o item foi feito, quais materiais ele inclui e seu valor. Os cálculos exigem que os importadores saibam, por exemplo, o valor exato do aço e do alumínio usados dentro de um conjunto de móveis de pátio.

Jay Gerard, chefe de alfândega da corretora de frete Nuvocargo, disse que o processo se tornou muito mais complicado à medida que Trump lançou rapidamente novas tarifas – e, às vezes, as reverteu.

“Agora, esses despachantes aduaneiros são especialistas em informática e matemáticos descobrindo essas fórmulas complexas para determinar a taxa de imposto”, disse Gerard.

Ele disse que uma empresa que anteriormente tinha que calcular apenas uma taxa de imposto agora pode ter que descobrir três ou mais taxas, dependendo de onde as mercadorias foram feitas, se os itens contêm aço ou alumínio e se a remessa está em conformidade com o pacto comercial conhecido como Acordo EUA-México-Canadá.

A data de envio é importante?

As remessas podem estar sujeitas a taxas de imposto diferentes com base na data em que foram carregadas em um navio porta-contêineres.

A ordem executiva de Trump impondo tarifas recíprocas a países ao redor do mundo especificou que as remessas já em trânsito para os EUA a partir das 12h01. 9 de abril não estão sujeitos às tarifas. Isso significa que, desde que as remessas saiam antes da meia-noite, elas estão isentas dessas taxas específicas, mesmo que cheguem aos EUA dias ou semanas depois.

Onde estão os pontos de discórdia?

Os importadores que anteriormente não estavam sujeitos às tarifas dos EUA geralmente não têm a infraestrutura configurada para fazer os pagamentos de impostos. Se uma empresa não tiver uma conta bancária nos EUA, por exemplo, ela deve pagar a alfândega por cheque ou por meio de seu despachante aduaneiro, de acordo com Gerard.

Muitas empresas não estavam financeiramente preparadas para absorver o custo adicional das tarifas.

“Ninguém em dezembro sabia que haveria tarifas nesse grau quatro meses depois”, disse Cindy Allen, presidente-executiva da empresa de consultoria em comércio internacional e alfândega Trade Force Multiplier. “Muitas empresas são extremamente desafiadas a pagar altas taxas de impostos que foram imprevistas e não estão em seu plano de negócios.”

Allen disse que algumas empresas atrasaram os embarques para esperar e ver se as tarifas foram revogadas antes de trazer mercadorias.

Quem paga em última análise?

Os custos mais altos das tarifas provavelmente chegarão aos consumidores de várias maneiras, de acordo com economistas.

Alguns varejistas disseram que planejam repassar os custos aumentando os preços dos produtos, desde produtos até móveis. Outros pediram a seus fornecedores no exterior que absorvessem parte do impacto.

E os fabricantes dos EUA não estão imunes. Muitas empresas, como montadoras, adquirem componentes de todo o mundo e agora estão enfrentando custos crescentes de insumos que podem repassar aos consumidores.

FONTE: WSJ
Como funcionam as novas tarifas de Trump: um guia passo a passo – WSJ

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