Comércio Exterior, Economia, Exportação, Importação, Industria

Exportações de SC atingem a marca de 11,6 bilhões de dólares

Carnes de aves, de suínos e motores/geradores elétricos lideram

O volume de exportações de Santa Catarina cresceu em 2024, alcançando a marca de US$ 11,6 bilhões entre janeiro e dezembro. Esse valor reflete um aumento de 0,6% em relação a 2023 e consolida o estado como referência no mercado internacional. Os produtos do agronegócio e da indústria da transformação, por exemplo, lideraram os destaques do período. O governo federal divulgou os dados.

As carnes de aves lideram a pauta de exportação catarinense, com faturamento de US$ 1,9 bilhão ao longo de 2024, seguidas pela carne suína, que gerou US$ 1,6 bilhão. Na sequência, os motores e geradores elétricos somaram US$ 673 milhões, enquanto a soja atingiu US$ 633 milhões. Em quinto lugar, as peças para motores de veículos faturaram US$ 495 milhões. Produtos como madeira, móveis e papel também se destacaram no período.

O governador Jorginho Mello enfatiza a competitividade do produto catarinense. “Nós exportamos produtos com valor agregado, fruto do trabalho de excelência da nossa indústria e da nossa gente. Isso comprova a capacidade dos catarinenses de produzir com qualidade, eficiência e de conquistar mercados ao redor do mundo”, declarou.

Exportações de Santa Catarina chegaram a mais de 200 destinos pelo mundo

Em 2024, Santa Catarina enviou sua produção para mais de 200 destinos ao redor do mundo, em todos os continentes. Os Estados Unidos lideraram como principal destino das exportações, com faturamento de US$ 1,74 bilhão. A China aparece em seguida, com US$ 1,27 bilhão, enquanto o México somou US$ 781 milhões. Completam o top 5 a Argentina, com US$ 750 milhões, e o Japão, com US$ 643 milhões.

“Santa Catarina possui uma economia muito diversificada, com destaque em diversos setores. Além disso, o estado produz com elevada qualidade técnica e sanitária, aliada à inovação. Esses fatores são fundamentais para internacionalizar o estado e aumentar nossa competitividade. É importante ressaltar que o governo Jorginho Mello atua como parceiro do empresário que busca o mercado externo, o que faz toda a diferença”, afirmou o secretário de Estado de Indústria, Comércio e Serviço, Silvio Dreveck.

Portos catarinenses impulsionam a importação

Santa Catarina também se destacou na importação graças à competitividade de seus portos e à necessidade de abastecer a indústria estadual com matéria-prima. Em 2024, o estado recebeu US$ 33,7 bilhões em importações, de acordo com os dados do governo federal. Esse montante, que é o segundo maior do país, ficando atrás apenas de São Paulo, corresponde a cerca de 12,8% de tudo o que foi importado em território nacional no ano passado. Entre os principais produtos importados estão cobre, automóveis e peças, semicondutores, produtos químicos e adubos.

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Comércio Exterior, Exportação, Importação, Informação, Portos

Comércio marítimo brasileiro cresce 2,2% em 2024, a US$ 492,5 bi, diz ATP

Os portos brasileiros consolidaram sua posição como motores do comércio exterior no ano passado, sendo responsáveis por 97,2% do volume total de exportações e importações

Levantamento da Associação de Terminais Portuários Privados (ATP) mostra que a corrente de comércio brasileira via marítima somou US$ 492,5 bilhões em 2024, registrando um crescimento de 2,24% em comparação com 2023, enquanto a balança comercial brasileira via marítima recuou 12,9% na mesma comparação.
A corrente comercial é a soma das exportações com as importações, já a balança comercial, ou saldo, é a diferença entre as vendas e as compras externas. No caso brasileiro, o saldo é positivo. Segundo o estudo feito pela Coordenação de Pesquisas e Desenvolvimento da entidade e obtido com exclusividade pelo Broadcast, os portos brasileiros consolidaram sua posição como motores do comércio exterior no ano passado, sendo responsáveis por 97,2% do volume total de exportações e importações. Em valor FOB (Free On Board), a representatividade foi de 82,1%.

“Para sustentar esse protagonismo, investimentos contínuos em infraestrutura e eficiência serão cruciais, garantindo que o Brasil mantenha sua competitividade e explore novas oportunidades no mercado internacional”, ressalta o presidente da ATP, Murillo Barbosa.

De acordo com a ATP, a balança comercial brasileira foi pressionada no ano passado pelo aumento das importações e pela queda no valor médio de commodities-chave, como soja (-16,5%), combustíveis minerais (-4,07%) e minérios (-3,06%). Por outro lado, alguns produtos brasileiros ganharam destaque no cenário internacional.

“O café, por exemplo, registrou um crescimento impressionante de 52,7% em valor FOB, impulsionado por uma alta tanto na quantidade exportada quanto nos preços médios. A celulose também apresentou resultados positivos, com um aumento de 34,8% no mesmo indicador, consolidando-se como um dos principais itens da pauta exportadora do País”, informa a ATP.

A associação reúne 35 empresas de grande porte e congrega 69 Terminais privados no Brasil. Juntas, as associadas movimentam 60% da carga portuária brasileira e respondem pela geração de 47 mil empregos diretos e indiretos.

FONTE: CNN Brasil
Comércio marítimo brasileiro cresce 2,2% em 2024, a US$ 492,5 bi, diz ATP | CNN Brasil

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Agronegócio, Importação, Informação

China e preços mais baixos de grãos impulsionam perspectivas de exportação de carne bovina e de frango do Brasil

As exportações de carne bovina e de frango do Brasil, maior fornecedor mundial dos dois tipos de carne, podem quebrar novos recordes em 2025, disseram dois grupos do setor na terça-feira após a divulgação de dados comerciais anuais.

O otimismo deles reflete os efeitos positivos dos preços mais baixos dos grãos e da moeda brasileira fraca, o que pode continuar a impulsionar as exportações de carne e as empresas locais, incluindo a JBS (JBSS3.SA), e BRF (BRFS3.SA).

A China continuou sendo o principal destino do Brasil para as exportações de carne bovina e de frango, de acordo com os grupos comerciais. As exportações de carne bovina para a China sozinhas renderam US$ 6 bilhões, mostraram os dados.

No geral, o Brasil exportou um total de 2,89 milhões de toneladas de carne bovina no ano passado, um aumento de mais de 26% em relação ao ano anterior, de acordo com dados do governo compilados pelo lobby doméstico da carne bovina Abiec. As vendas totalizaram US$ 12,8 bilhões, 22% a mais do que em 2023.

“Foi um ano histórico para a indústria nacional de carne bovina, para o setor pecuário e para o Brasil”, disse o presidente da Abiec, Roberto Perosa, em nota. “Mesmo sendo cedo para fazer uma previsão, acredito que 2025 tem tudo para quebrar o recorde em volume e também em faturamento.”

A Abiec disse que o governo brasileiro está em negociações para abrir mercados importantes como Japão, Vietnã, Turquia e Coreia do Sul.

As exportações de carne de frango, por sua vez, subiram 3% para 5,294 milhões de toneladas em 2024, segundo a associação que representa as cadeias produtivas de carne de frango e carne suína, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). A receita de exportação de frango também foi recorde de US$ 9,928 bilhões, alta de 1,3% em comparação com 2023.

“A balança comercial do ano confirma as expectativas da ABPA e também aponta para novos patamares de volumes médios de embarques superiores a 440 mil toneladas por mês”, disse o presidente da ABPA, Ricardo Santin. “Os indicadores seguem positivos para 2025, com potenciais novos aumentos mensais e expectativa de números relativamente maiores do que no ano anterior.”

FONTE: Notícias Agrícolas
China e preços mais baixos de grãos impulsionam perspectivas de exportação… – Notícias Agrícolas

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Comércio Exterior, Economia, Exportação, Importação, Informação

Valor das exportações do Rio Grande do Norte cresce 42,6% em 2024

As exportações do Rio Grande do Norte cresceram 42,6% em 2024, com relação ao registrado em 2023.

O volume de exportação foi maior em US$ 332,5 milhões. Este ano, a soma das exportações alcançou o recorde de US$ 1,113 bilhão ante US$ 781,4 milhões em 2023. Já as importações somaram US$ 594,9 milhões.
A corrente de comércio – soma das exportações e importações – teve crescimento significativo, atingindo US$ 1,7 bilhão.

Os dados estão no Boletim Econômico da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec) divulgado nessa terça-feira (07) e elaborado com informações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), através da plataforma “Comex Stat”. Ainda segundo o boletim, no ano de 2024, o saldo entre exportações e importações foi de US$ 519 milhões.
O principal produto exportado, e também importado, no ano, são os óleos combustíveis, sendo responsável por movimentar US$ 732 milhões com a sua exportação em 2024, e US$ 133 milhões para a sua importação ao estado, também em 2024.

Além dos óleos combustíveis, estão dentre os principais produtos importados para o RN em 2024 as válvulas e tubos termiônicas, responsável por US$ 130 milhões do valor total da importação, geradores elétricos giratórios, no valor de US$ 56,5 milhões, e trigo e centeio no valor de US$ 49,6 milhões.
O secretário de Desenvolvimento Econômico, Silvio Torquato, afirma que a notícia dos números recordes foram recebidos pelo Executivo potiguar com “muita satisfação”, e explica que o crescimento é resultado da crescente econômica no estado, acrescentando à sua fala, também, a notória visibilidade internacional que o estado adquiriu recentemente com os seus feitos e suas produções.

De janeiro a dezembro de 2024, foram movimentados US$ 202 milhões na exportação de frutas e castanhas, estando dentre os principais produtos frutíferos exportados o mamão, o melão, a melancia e a manga, que o secretário Silvio chama de “os 4M”, denominando-os já serem as “frutas famosas” do estado. Segundo o boletim econômico, foram movimentados US$ 173 milhões apenas na exportação de melões e melancias frescas em 2024, sendo destes US$ 32,7 milhões arrecadados em dezembro.

O titular da Sedec acredita que a crescente exportação de frutas deve-se às viagens que a Secretaria de Agricultura do Rio Grande do Norte realizou nos últimos anos às feiras internacionais de agricultura, aumentando a visibilidade dos produtos potiguares no cenário internacional de produções frutíferas. Já com relação à razão do crescimento total das exportações, o secretário dá crédito também ao aumento das energias renováveis no estado, que elevou as produções e, consequentemente, as transações realizadas.
Dentre os principais destinos das exportações realizadas pelo RN em 2024 estão Singapura, no valor de US$ 199 milhões, Países Baixos, US$ 189 milhões, e Reino Unido, US$ 188 milhões. Já nas parcerias de importações, o Boletim Econômico aponta que a maior delas é com a China, com transações econômicas no valor de US$ 260 milhões, seguido por Países Baixos, US$ 76,3 milhões, e Suíça, US$ 44,2 milhões.

Para o ano de 2025, o secretário de Desenvolvimento Econômico destaca que as expectativas estão direcionadas para a mineração, com a extração de minério de ouro esperada para março no estado. “Teremos o primeiro carregamento de ouro saindo aqui do Rio Grande do Norte, previsto para a segunda quinzena de março, possivelmente para a Suíça, o país do mundo que mais compra esses metais. Serão processados lá e distribuídos para o mundo”, diz.

Além da mineração, o secretário revela que a outra exportação promissora para a economia do estado em 2025 é o açúcar. “Temos o açúcar, minerais e a continuação da ascensão do petróleo como promessas econômicas para 2025”, conta.

FONTE: Tribuna do Norte
Valor das exportações do Rio Grande do Norte cresce 42,6% em 2024 – Tribuna do Norte

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Agronegócio, Comércio Exterior, Economia, Exportação, Importação, Informação, Mercado Internacional, Notícias

5 nações que devem agradecer ao agro brasileiro; confira quais são

O Brasil se destaca como uma força agrícola global, e essa posição reflete-se nas relações comerciais com diversas nações ao redor do mundo.

O país possui uma grande capacidade de produção de alimentos e outros produtos agrícolas, sendo um fornecedor chave para muitas economias que enfrentam desafios em suas próprias produções internas. Esta análise aborda os principais países que importam do Brasil, os motivos por trás dessa relação e como isso contribui para a economia brasileira.

Com um território vasto e um clima favorável, o Brasil se estabelece entre os líderes mundiais em exportações de produtos como soja, carnes e café. Esses fatores, aliados a uma tecnologia agrícola avançada, são determinantes para o fortalecimento das exportações brasileiras. Ao explorar essas parcerias comerciais, observa-se um impacto significativo na economia interna e no setor agrícola.

Quais países mais compram do Brasil?

Conforme a Brasil Perfil, os países que mais compram do Brasil:

  1. China: Maior importador de produtos brasileiros, com destaque para commodities como soja, minério de ferro e petróleo.
  2. Estados Unidos: Parceiro importante, comprando produtos industrializados e commodities como petróleo e café.
  3. União Europeia: Compras variadas, incluindo carnes, café, e produtos agrícolas de alto valor agregado.
  4. Japão: Interesse principalmente em alimentos e matérias-primas para a indústria, como carnes e minérios.
  5. Argentina: Foco na importação de produtos industrializados brasileiros, como veículos e máquinas.

Essas exportações são estratégicas para a economia brasileira, fortalecendo setores-chave e promovendo o desenvolvimento econômico.

China: O Maior Parceiro Comercial

A China ocupa o lugar de principal comprador de produtos brasileiros, respondendo por uma parte expressiva das exportações do país. A importância desse parceiro se dá pela ampla demanda chinesa por produtos como soja e carne bovina, itens essenciais para suprir as necessidades de sua vasta população. A relação com a China não apenas gera um fluxo contínuo de receitas para o Brasil, mas também impulsiona investimentos em infraestrutura.

Como os Estados Unidos favorecem a economia brasileira?

A presença dos Estados Unidos na lista de maiores importadores brasileiros se justifica por sua demanda específica por alguns produtos, como café e suco de laranja. Mesmo como um gigante agrícola, o país depende do Brasil para suprir esses itens que não são cultivados em larga escala em solo norte-americano. Essa relação reforça ainda mais a importância do Brasil no comércio agroalimentar global.

União Europeia: Um Mercado Sustentável

A União Europeia representa um mercado de grande valor para o Brasil, principalmente pela demanda por práticas sustentáveis. A carne bovina, soja e frutas tropicais estão entre os principais produtos exportados para esse bloco, que valoriza a origem e a sustentabilidade dos produtos adquiridos. Esses requisitos incentivam melhorias contínuas nas práticas agrícolas brasileiras.

Impacto Econômico das Exportações Brasileiras

  • Fortalecimento do setor agrícola: O agronegócio brasileiro é um pilar fundamental da economia nacional, gerando emprego e renda.
  • Receitas comerciais: As exportações contribuem substancialmente para a balança comercial brasileira, assegurando um fluxo econômico robusto.
  • Desenvolvimento de infraestrutura: As necessidades logísticas para atender à demanda externa promovem investimentos significativos em portos, ferrovias e rodovias.

Portanto, o papel do Brasil como um grande fornecedor global não só reforça sua posição no comércio internacional, mas também garante um progresso contínuo na infraestrutura e na economia interna. As relações comerciais com esses principais países continuam a ser uma parte integrativa do crescimento e desenvolvimento do país.

FONTE: Terra Brasil Notícia
5 nações que devem agradecer ao agro brasileiro; confira quais são – Terra Brasil Notícias

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Comércio Exterior, Economia, Exportação, Gestão, Importação, Informação

Lula e emir do Catar discutem comércio bilateral

Em conversa por telefone, os dois chefes de estado trataram também do combate à fome e de visita do líder do país árabe ao Brasil neste ano.

São Paulo – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o emir do Catar, Tamin, bin Hamad Al Thani, discutiram na terça-feira (7) a ampliação do comércio entre os dois países e investimentos do Catar no Brasil. Em conversa por telefone, falaram também sobre o combate à fome e a organização de uma visita de Al Thani ao Brasil neste ano.

De acordo com informações do Palácio do Planalto, Lula cumprimentou o emir do Catar pelo apoio do país árabe à Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, uma iniciativa do governo brasileiro. O Catar receberá uma cúpula desta aliança em novembro deste ano. No diálogo, também se acertou a vinda de Al Thani ao Brasil como retribuição à visita que Lula fez ao Catar em 2023. Al Thani passou rapidamente pelo País em novembro do ano passado durante a cúpula do G20 realizada no Rio de Janeiro.

Os dois mandatários discutiram outros temas, como os 50 de relações bilaterais, celebrados em 2025. Na conversa, Lula e Al Thani buscaram formas de ampliar o comércio entre Brasil e Catar e identificar oportunidades de investimentos do país árabe em diversos setores brasileiros. De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, em 2023, a corrente de comércio entre os dois países somou US$ 1,06 bilhão, em queda de 34% em relação a 2022. O Brasil exportou US$ 363,9 milhões, principalmente em carne de aves e minérios de ferro, e importou US$ 698,5 milhões, sobretudo em fertilizantes e petróleo derivados.

FONTE: ANBA
Lula e emir do Catar discutem comércio bilateral

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Agronegócio, Comércio Exterior, Importação, Industria, Informação

Por que a indústria de leite vê a demanda como ponto de atenção em 2025

Perspectivas de clima favorável e queda das importações animam segmento, que projeta margem bastante limitada para reajustar preços

A cadeia de produção de leite começa 2025 com a perspectiva de diminuição das importações e quadro climático mais favorável, o que anima laticínios e pecuaristas. O cenário é bem mais positivo do que o de anos anteriores, quando cresceram as compras de matéria-prima do exterior, especialmente de Argentina e Uruguai, e sucessivas estiagens em importantes Estados produtores reduziram a oferta de matéria-prima e afetaram a produtividade no campo. Isso não significa, no entanto, que o segmento terá vida fácil nos próximos 12 meses.

Neste ano, o aumento dos preços dos lácteos no mercado internacional e a desvalorização do real devem enxugar as importações brasileiras de lácteos, que bateram recorde no país em 2024.

“Para a indústria nacional, isso é bastante bom porque o produto importado estava entrando com muita força no Brasil”, afirma Valter Galan, sócio da Milkpoint. “Os preços que Uruguai e Argentina praticam subiram e estão mais próximos dos preços que vemos no Brasil. Isso, somado a uma taxa de câmbio mais elevada, provavelmente reduzirá a importação”. Segundo levantamento da consultoria, os valores, que eram de US$ 3,7 mil a tonelada em agosto, subiram para US$ 4,1 mil no fim do ano.

De janeiro a novembro de 2024, o Brasil importou 252,5 mil toneladas de lácteos, especialmente de Argentina e Uruguai, de acordo com as estatísticas do Ministério da Agricultura. O volume é pouco superior ao do mesmo período de 2023, quando as importações somaram 251,9 mil toneladas, mas 60% maior do que as 151,2 mil toneladas do intervalo entre janeiro e novembro de 2022.

O aumento expressivo das importações levou o segmento a pedir a abertura de investigação sobre a possível prática de dumping por parte de Argentina e Uruguai. O governo brasileiro atendeu a solicitação no início de dezembro.

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Comércio Exterior, Economia, Exportação, Importação, Tributação

Déficit comercial dos EUA aumenta em novembro

O déficit comercial subiu 6,2%, para US$ 78,2 bilhões, ante US$ 73,6 bilhões revisados para cima em outubro

O déficit comercial dos Estados Unidos aumentou em novembro, provavelmente porque empresas preocupadas com as ameaças do presidente eleito Donald Trump de elevar as tarifas sobre produtos estrangeiros anteciparam importações, mais do que compensando a alta das exportações, que atingiram um recorde.

O déficit comercial subiu 6,2%, para US$ 78,2 bilhões, ante US$ 73,6 bilhões revisados para cima em outubro, informou o Departamento de Comércio nesta terça-feira (7).

Economistas consultados pela Reuters previam que o déficit comercial aumentaria para US$ 78,0 bilhões, em comparação com os US$ 73,8 bilhões informados anteriormente em outubro.

As importações aumentaram 3,4%, chegando a US$ 351,6 bilhões.

As importações de mercadorias cresceram 4,3%, chegando a US$ 280,9 bilhões. Trump disse que imporá uma tarifa de 25% sobre todos os produtos de México e Canadá e uma tarifa adicional de 10% sobre os produtos da China.

Na segunda-feira (6), ele refutou uma reportagem que dizia que seus assessores estavam explorando planos tarifários que cobririam apenas importações críticas.

As exportações avançaram 2,7%, chegando a US$ 273,4 bilhões, um recorde histórico. As exportações de mercadorias aumentaram 3,6%, chegando a US$ 177,6 bilhões.

FONTE: CNN Brasil
Déficit comercial dos EUA aumenta em novembro | CNN Brasil

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Comércio Exterior, Exportação, Gestão, Importação, Logística, Portos

Quem é o novo administrator do Porto de Itajaí indicado pela APS

Indicação do advogado André Bonini tem caráter técnico

A Autoridade Portuária de Santos (APS) indicou o advogado André Leme da Silva Fleury Bonini como superintendente interino do Porto de Itajaí. Até então, Bonini atuava como superintendente da chefia de gabinete da APS. A Prefeitura de Itajaí aceitou e oficializou a indicação nesta segunda-feira (06).

Bonini está na APS há pouco menos de um ano. Desde que o Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) decidiu transferir a gestão do Porto Organizado de Itajaí para a APS, o presidente da APS, Anderson Pomini, designou Bonini para atuar na transição da administração. “Bonini é uma pessoa da minha confiança e conta também com o apoio do ministro Sílvio Costa Filho para esta missão”, afirma Pomini.

A Prefeitura de Itajaí nomeou Bonini com base no Convênio firmado entre o Porto de Itajaí, autarquia que gerenciou até 2024, e a APS. As equipes de ambas as entidades trabalham juntas nos levantamentos necessários à transição, manutenção de pessoal e empregos, contratos administrativos e licenças operacionais.

De acordo com a APS a indicação de Bonini tem caráter técnico, devido à necessidade de gestores no Porto. Com o fim da administração municipal, os responsáveis anteriores foram exonerados e vários contratos ficaram sem gestão.

A indicação de novos profissionais evita a paralisação de obras e de serviços essenciais para o funcionamento adequado da atividade portuária em Itajaí.

Transição de gestão

A APS assumiu a gestão do Porto de Itajaí no último dia 02 de janeiro e instituiu uma Comissão de Transição, composta por três superintendentes do Porto de Santos e liderada pelo Diretor de Desenvolvimento de Negócios e Regulação da APS, Gustavo Salvador Pereira. Este grupo desempenha um papel fundamental no desenvolvimento das ações portuárias em conjunto com a equipe da SPI, sendo responsável por acompanhar os procedimentos estratégicos, táticos e operacionais, além de administrar eventuais intercorrências.

A APS administra e gerencia financeiramente o Porto de Itajaí, repassando valores para o pagamento dos empregados do Porto de Itajaí.

FONTE: Guararema News
Quem é o novo administrator do Porto de Itajaí indicado pela APS – Guararema News

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ANVISA, Comércio Exterior, Gestão, Importação, Mercado Internacional, Negócios

UNIA – Regulação aduaneira oferece segurança à importação de insumos para a saúde

A importação de insumos para o setor de saúde apresenta desafios significativos devido às regulamentações aduaneiras rigorosas.

De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a importação de insumos para o setor de saúde apresenta desafios significativos devido às regulamentações aduaneiras rigorosas que visam garantir a segurança e a qualidade dos produtos.

Esses insumos, que abrangem medicamentos, biológicos, equipamentos e correlatos, estão sujeitos a uma série de exigências estabelecidas por órgãos reguladores como a Anvisa e a Receita Federal. O cumprimento dessas normas é necessário para assegurar a conformidade legal e a eficiência na cadeia de abastecimento.

“Entender essas regulações e garantir que todas as etapas do processo estejam em conformidade é essencial para evitar atrasos que possam comprometer o abastecimento do setor”, afirma Jailson Araújo, da Unia.

Entre os desafios mais comuns estão a complexidade dos processos documentais e o tempo necessário para a liberação das mercadorias. Produtos para a saúde frequentemente demandam licenças específicas e análises técnicas que podem atrasar as operações, caso não sejam tratadas com a devida atenção. Além disso, a evolução constante das normas exige que as empresas estejam sempre atualizadas para evitar penalidades ou retenções alfandegárias.

Segundo Jailson Araújo, a Unia procura atuar em papel estratégico na importação de insumos para o setor, oferecendo serviços especializados que incluem a gestão de documentação, mapeamento das exigências regulatórias e monitoramento de prazos. Essa abordagem deve minimizar os riscos de atrasos, mas também assegurar que os produtos cheguem ao mercado brasileiro dentro dos padrões exigidos.

Outro aspecto relevante que ele ressalta, é a necessidade de rapidez no processo, especialmente em situações críticas, como a pandemia de Covid-19, que evidenciou a importância de uma logística ágil para atender às demandas de saúde pública.

A assessoria especializada contribui para que empresas do setor mantenham a regularidade no fornecimento de produtos essenciais, garantindo que o mercado brasileiro tenha acesso a medicamentos, equipamentos e outros insumos indispensáveis para o bem-estar da população.

Fonte: UNIA COMEX
https://uniabr.com/ 

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