Comércio Exterior, Importação

Índia suspende temporariamente tarifas de importação sobre algodão

Decisão é vista como um alívio para o setor de vestuário do país, que vem sofrendo com uma tarifa de 50% sobre as remessas para os Estados Unidos

A Índia suspendeu impostos de importação sobre o algodão de 19 de agosto a 30 de setembro, atendendo à demanda de grupos do setor que disseram que as isenções ajudariam a tornar o setor mais competitivo.

A suspensão temporária das tarifas, anunciada em uma ordem do governo na noite de segunda-feira (18), é vista como um alívio para o setor de vestuário da Índia, que vem sofrendo com uma tarifa exorbitante de 50% sobre as remessas para os Estados Unidos.

A tarifa dos EUA inclui uma taxa de 25% já existente e uma taxa adicional de 25% que entrará em vigor no final deste mês, imposta como penalidade pelas compras de petróleo russo feitas pela Índia. A taxa efetiva é desfavorável em comparação com 20% para Bangladesh e Vietnã e 30% para a China.

Órgãos do setor, como a CITI (Confederação da Indústria Têxtil Indiana), pediram ao governo que eliminasse a tarifa de importação de algodão para ajudar a tornar o setor mais competitivo.

Antes da isenção, as importações de algodão estavam sujeitas a uma tarifa de 11%.

As autoridades do setor agora esperam que o governo estenda as importações de algodão isentas de impostos para além de setembro.

A Reuters informou anteriormente que alguns exportadores indianos estavam se esforçando para explorar opções de fabricação no exterior para compensar o impacto das tarifas mais altas.

O setor de vestuário da Índia já estava lutando contra a escassez de mão de obra e a capacidade de produção limitada. A perspectiva de os exportadores transferirem a produção para o exterior representa um desafio adicional para a iniciativa de fabricação “Make in India” do governo.

A Índia pretende aumentar as exportações têxteis para US$ 100 bilhões até 2030.

O aumento acentuado das tarifas dos EUA ocorre no momento em que a Índia vinha surgindo como uma forte alternativa para os consumidores norte-americanos de vestuário, com Bangladesh enfrentando incertezas políticas e empresas buscando diversificar as cadeias de suprimentos além da China.

Fonte: CNN Brasil

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Importação

Importações marítimas se recuperam em julho

O fluxo marítimo de contêineres nos Estados Unidos registrou em julho uma recuperação de 18,2% em relação a junho, alcançando 2.621.910 TEUs.

Esse número fica apenas 555 TEUs abaixo do recorde histórico de maio de 2022. O aumento rompe com a desaceleração observada em maio e junho, impulsionado pela alta temporada e por compras antecipadas diante de mudanças tarifárias.

As importações marítimas vindas da China chegaram a 923.075 TEUs — um aumento de 44,4% em relação ao mês anterior e o nível mais alto desde janeiro de 2025. Embora ainda estejam 9,8% abaixo do recorde de julho de 2024, a participação da China atingiu 35,2%, sua maior fatia no ano. Outros países asiáticos também apresentaram crescimento, com destaque para Hong Kong, que teve um aumento de 47,8%. No total, os dez principais países fornecedores cresceram 25,4% em relação ao mês anterior.

Portos respondem à pressão

Apesar do aumento nos volumes, os principais portos dos EUA mantiveram um desempenho estável, com apenas leves aumentos nos tempos de trânsito. Os portos da costa oeste consolidaram sua liderança sobre os da costa leste e do Golfo pelo segundo mês consecutivo, refletindo capacidade para lidar com picos de demanda.

Fatores e perspectivas

A recuperação também está ligada a compras antecipadas para evitar custos extras decorrentes de novos tarifários. Entre os marcos:

  • 1º de agosto: entraram em vigor tarifas recíprocas sobre mais de 60 países;
  • 7 de agosto: tarifas específicas para a Índia e um tarifário universal sobre o cobre;
  • 15 de outubro: vence a trégua tarifária com a China.

Em comparação com julho de 2019, as importações são 19,3% maiores. O acumulado de 2025 já supera em 3,6% o de 2024. O desempenho dos EUA continuará influenciando as tendências na logística global, enquanto o setor ajusta suas estratégias para lidar com incertezas comerciais e possíveis mudanças nos custos.

Fonte: Todo Logistica News

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Importação

BMW considera importar baterias da China para fábrica nos EUA

Interrupção da planta da AESC em South Carolina força fabricante a buscar alternativas para seus carros elétricos

Pode parecer contraditório no atual contexto geopolítico global, mas a BMW pode recorrer à importação de baterias produzidas na China para abastecer sua fábrica de carros elétricos nos Estados Unidos. Originalmente, a montadora alemã planejava utilizar células da AESC, parceira responsável por construir uma nova planta em South Carolina, mas a obra foi suspensa nas últimas semanas.

Segundo reportagem da Automotive News, fontes afirmam que a AESC não apenas pausou a construção, mas também teria cancelado os planos de fornecer baterias à BMW a partir dessa unidade. Com isso, a empresa agora avalia alternativas, incluindo o fornecimento de células provenientes de suas fábricas na China. Embora a importação possa ser economicamente vantajosa no curto prazo, há o risco de tarifas, que podem chegar a 82% em 2026.

A AESC, por sua vez, não se manifestou oficialmente sobre o fornecimento à BMW. Em comunicado, Brad Grantham, porta-voz da empresa nos EUA, destacou que não há novas informações sobre o projeto, mas que os investimentos de 1,6 bilhão de dólares e a criação de 1.600 empregos permanecem planejados. Analistas apontam que a planta em construção pode ser utilizada para outros fins, mas não para a produção das células específicas para os modelos da BMW.

A interrupção das obras em Florence foi justificada por “incertezas políticas e de mercado”, além de dificuldades de financiamento. Especialistas apontam que políticas do governo Trump e incertezas sobre tarifas entre EUA e China contribuíram para a cautela de investidores no setor de mobilidade elétrica.

Nos EUA, a BMW está convertendo sua fábrica em Greer/Spartanburg, na Carolina do Sul, para produzir veículos elétricos da plataforma ‘Neue Klasse’. A empresa já possui um centro de montagem de baterias em Woodruff, dedicado a packs prontos para instalação. Os modelos atuais, X5, X6 e X7, ainda são plug-in híbridos, e um modelo específico da ‘Neue Klasse’ para a planta norte-americana ainda não foi confirmado. As baterias da nova geração terão arquitetura de 800 volts e células cilíndricas de 46 mm de diâmetro, prometendo maior densidade energética e tempos de recarga mais curtos.

A BMW desenvolveu a química das células em parceria com fornecedores como CATL, EVE Energy e AESC, mas a produção externa é essencial. Especialistas alertam que qualquer mudança de planta ou fornecedor pode exigir novas validações técnicas, integrando produção, software e veículos, o que poderia levar até 18 meses e afetar o cronograma de lançamento dos modelos elétricos.

Analistas consideram que a importação de baterias da China seria uma solução temporária até que uma cadeia de suprimentos norte-americana esteja totalmente estabelecida, mas destacam que o cenário econômico e regulatório ainda é incerto.

Fonte: Inside EVs

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Comércio Exterior, Economia, Exportação, Importação, Informação

Movimentação de cargas pelo setor aquaviário atinge recorde no primeiro semestre do ano

O setor aquaviário movimentou 653,7 milhões de toneladas de cargas no primeiro semestre de 2025, um crescimento de 1,02% em comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados são do Estatístico Aquaviário da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ).

Esse é o maior volume registrado para os primeiros seis meses do ano desde o início da série histórica, em 2010. A movimentação de junho, que atingiu 120,4 milhões de toneladas, também foi recorde para o período.

A alta de cargas movimentadas no primeiro semestre foi puxada principalmente pelas cargas conteinerizadas e por granéis sólidos, que também atingiram o maior patamar desde 2010.

Perfis de carga

Em relação às cargas conteinerizadas, a movimentação atingiu 78,1 milhões de toneladas no primeiro semestre do ano, um aumento de 6,17%. Desse total, 53,7 milhões de toneladas foram movimentadas em longo curso, 23,7 milhões por cabotagem e 0,7 milhão por navegação interior e apoio portuário. Em TEUs, a movimentação de contêineres foi de 7,3 milhões.

No ano passado, esse perfil de carga também chegou a um recorde com alta de 22,72%. Isso demonstra uma evolução contínua da atividade, que cresceu de forma constante nos últimos cinco anos.

Por sua vez, os granéis sólidos, que representam 59,2% de tudo que é movimentado pelos portos brasileiros, registrou 387,1 milhões de toneladas de cargas, um crescimento de 0,7% frente ao primeiro semestre de 2024.

Cargas gerais apresentaram alta de 5,21% durante os primeiros seis meses do ano, com movimentação de 31,7 milhões de toneladas e os granéis líquidos recuaram 1,4% com 156,8 milhões movimentados.

Movimentação nos portos

Os portos públicos mantiveram o mesmo patamar de movimentação do primeiro semestre de 2024, chegando a 231,5 milhões de toneladas nos primeiros seis meses deste ano. Isso representa uma leve queda de 0,53%.

Entre os 20 portos públicos que mais movimentaram no país, o com maior crescimento percentual no semestre foi o Porto do Rio de Janeiro (RJ). A instalação, que movimentou 8,4 milhões de toneladas, cresceu 24,9%.

Confira abaixo um histórico das exportações e importações do Porto do Rio de Janeiro desde janeiro de 2022. O gráfico foi elaborado com dados do DataLiner:

Exportações e Importações do Rio de Janeiro – Jan 2022 a Jun 2025 – TEUs

Fonte: DataLiner (Clique aqui para solicitar uma demo)

Outro destaque do período é o Porto de Itajaí (SC), que desde a retomada das operações, em maio de 2025, já movimentou 1,7 milhão de toneladas de cargas.

Por sua vez, em mais um ano consecutivo, o porto de maior movimentação no semestre foi o de Santos, com 67,9 milhões de toneladas, registrando um decréscimo de 1,09%. O porto foi responsável por 10,4% de toda a movimentação portuária dos primeiros seis meses do ano.

Os Terminais de Uso Privado (TUPs) registraram 422,3 milhões de toneladas no primeiro semestre de 2025. O número representa um aumento de 1,88% em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Entre os 20 TUPs que mais movimentaram no período, o com o maior crescimento é o Terminal Marítimo Ponta Ubu (ES), com alta de 50,66%. A instalação movimentou 7 milhões de toneladas de cargas.

Já o destaque de maior movimentação no semestre ficou para o terminal Terminal Marítimo de Ponta da Madeira (MA), que registrou 75,2 milhões de toneladas e crescimento leve de 0,59%.

Mercadorias

Entre os destaques percentuais de mercadorias movimentadas ao longo do primeiro semestre de 2025 estão os Fertilizantes, com crescimento de 13,65% e 20,9 milhões de toneladas de cargas movimentadas; o Enxofre, com alta de 10,76% e 1,2 milhão movimentados; e a Pasta de Celulose, com aumento de 9,12% e 12,5 milhões movimentados.

Nos primeiros seis meses do ano, as cargas mais movimentadas foram Minério de Ferro, com 190,5 milhões de toneladas de cargas (+2,5%), seguido pelo Óleo Bruto de Petróleo, com 104,1 milhões toneladas de cargas (+0,62%) e Soja, com 93 milhões movimentados (+5,2%).

Navegação

A navegação interior movimentou 44,3 milhões de toneladas nos primeiros seis meses do ano, registrando um crescimento de 2,37%. A movimentação de cargas de longo curso foi de 463,6 milhões de toneladas no primeiro semestre de 2025, apresentando crescimento de 2,01% em comparação com o mesmo período do ano passado.

A cabotagem, no entanto, teve queda de 1,95% em comparação com o primeiro semestre do ano passado, atingindo uma movimentação de 144,8 milhões de toneladas.

Painel Estatístico

O Painel Estatístico da ANTA Q está disponível no site da Agência e pode ser acessado via smartphones e tablets. Na consulta eletrônica, podem ser checados dados de transporte de longo curso, cabotagem, vias interiores, além da movimentação portuária de contêineres.

Fonte: Agência Gov

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Importação

Déficit do Brasil com EUA, nas importações, chegou a US$ 28 bi em 2024

“Brasil não deveria ser alvo dessas medidas”, diz Tatiana Prazeres

O Brasil tem uma relação deficitária com os Estados Unidos nas importações. Ou seja, importa mais do que exporta. E esse déficit chegou no ano passado a US$ 28 bilhões. A maior parte de serviços, o que justamente não é alvo do tarifaço imposto por Donald Trump. A informação é da secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Tatiana Prazeres, que falou na Câmara dos Deputados sobre o assunto.

E ela complementou: até por conta desse déficit, nós aqui no Brasil não somos um problema comercial para eles, os Estados Unidos. É uma questão de complementaridade, que gera emprego e investimentos para os dois lados.

Além disso, a alíquota média de importação do Brasil para produtos norte-americanos é de 2,73%. Isso porque alguns têm alíquota zero, como petróleo e derivados.

“O perfil tarifário do Brasil, para importações provenientes dos Estados Unidos, é um perfil baixo, o que soma ao argumento de que, ao final de contas, se o Brasil tem um déficit comercial com os Estados Unidos, não deveria ser alvo dessas medidas que vêm sendo adotadas pelos Estados Unidos, sobretudo porque esse parece ser um tema de preocupação relevante para o lado americano”.

Por isso, a secretária de Comércio Exterior do MDIC reforçou a importância de se desfazer a visão que muitos têm de que o Brasil é um país de imposto de importação elevado. Ela acrescentou que as negociações continuam no sentido de ampliar a lista de exceções à taxação, como café, carnes e frutas que não ficaram de fora da sobretaxa do governo norte-americano.

Fonte: Agência Brasil

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Comércio Exterior, Exportação, Importação, Industria

Corrente de comércio alcança US$ 374,54 bi de janeiro até a segunda semana de agosto

No mês, as exportações somam US$ 8,9 bi e as importações, US$ 6,6 bi, com saldo positivo de US$ 2,2 bi e corrente de comércio de US$ 15,5 bi

Na 2ª semana de agosto de 2025, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,3 bilhão e corrente de comércio de US$ 12,2 bilhões, resultado de exportações no valor de US$ 6,7 bilhões e importações de US$ 5,4 bilhões.

No mês, as exportações somam US$ 8,9 bilhões e as importações, US$ 6,6 bilhões, com saldo positivo de US$ 2,2 bilhões e corrente de comércio de US$ 15,5 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 206,9 bilhões e as importações, US$ 167,7 bilhões, com saldo positivo de US$ 39,2 bilhões e corrente de comércio de US$ 374,5 bilhões.

Esses e outros resultados foram publicados nesta segunda-feira (11/8), pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC).

Balança Comercial Preliminar Parcial do Mês

Nas exportações, comparadas as médias até a 2ª semana de agosto/2025 (US$ 1,5 bi) com a de agosto/2024 (US$ 1,3 bi), houve crescimento de 13,0%. Em relação às importações houve crescimento de 0,5% na comparação entre as médias até a 2ª semana de agosto/2025 (US$ 1,107 bi) com a do mês de agosto/2024 (US$ 1,101 bi).

Assim, até a 2ª semana de agosto/2025, a média diária da corrente de comércio totalizou US$ 2,6 bilhões e o saldo, também por média diária, foi de US$ 369,52 milhões. Comparando-se este período com a média de agosto/2024, houve crescimento de 7,3% na corrente de comércio.

Exportações e Importações por Setor

No acumulado até a 2ª semana do mês de agosto/2025, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores exportadores pela média diária foi o seguinte: crescimento de US$ 36,78 milhões (13,1%) em Agropecuária; de US$ 50,4 milhões (17,0%) em Indústria Extrativa e de US$ 81,55 milhões (11,3%) em produtos da Indústria de Transformação.

No acumulado até a 2ª semana do mês de agosto/2025, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores importadores pela média diária foi o seguinte: crescimento de US$ 9,25 milhões (14,6%) em Indústria Extrativa; queda de US$ 2,58 milhões (13,0%) em Agropecuária, e de US$ 0,59 milhões (0,1%) em produtos da Indústria de Transformação.

Fonte: MDIC

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Importação

Novas normas da ANTAQ e Receita Federal trazem impacto direto às operações de importação

Mudanças recentes aumentam responsabilidade logística e abrem oportunidades para importadores

Duas medidas recentes da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) e da Receita Federal do Brasil (RFB) movimentam o setor de comércio exterior com impacto direto na operação de importadores e operadores logísticos, trazendo maior governança e oportunidades de redução de custos.

A ANTAQ publicou o Acórdão nº 521/2025, redefinindo a cobrança de sobrestadia (demurrage) de contêineres. Agora, a responsabilidade pelo pagamento recai sobre o transportador, terminal ou depósito, caso o atraso não seja culpa do importador. A contagem de dias de sobrestadia também pode ser suspensa em situações específicas, garantindo mais segurança jurídica e previsibilidade para as operações.

“Essa decisão da ANTAQ representa um avanço importante para a segurança jurídica do importador brasileiro.” – Jackson Campos, Diretor de Relações Institucionais da AGL Cargo

Já a Receita Federal, por meio do Comunicado Importação nº 074/2025, excluiu cerca de 70% dos atributos opcionais do Catálogo de Produtos do Portal Único Siscomex, simplificando o preenchimento fiscal, mas exigindo que as empresas revisitem seus cadastros para garantir dados estruturados corretamente.

“O risco logístico precisa ser compartilhado entre prestadores e importadores, e a Receita está reduzindo a complexidade para incentivar a regularidade.” – Helmuth Hofstatter, CEO da Logcomex

O controle detalhado e a visibilidade operacional passam a ser diferenciais essenciais para garantir o correto cumprimento das novas diretrizes. Ferramentas como a plataforma LogOs, da Logcomex, oferecem monitoramento em tempo real, registro detalhado de eventos e alertas automáticos, permitindo aos importadores antecipar riscos e evitar cobranças indevidas.

Essas mudanças sinalizam não só ajustes regulatórios, mas uma evolução na profissionalização das operações de comércio exterior no Brasil, abrindo espaço para maior eficiência e competitividade no mercado.

Fonte: Portogente

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Comércio Exterior, Importação, Informação, Terminais de Cargas

Barra do Rio consolida excelência na recepção de veículos de luxo importados

O Terminal Portuário Barra do Rio, em Itajaí (SC), acaba de protagonizar uma operação de alto padrão que movimentou o mercado automotivo premium no Brasil. Três veículos de luxo desembarcaram com exclusividade no terminal, evidenciando a expertise da estrutura portuária na recepção de cargas especiais e de alto valor agregado.

A operação envolveu a chegada de dois Cadillacs Escalade — nas versões Sport e Premium Curta — e uma raríssima Mercedes-Benz GLS 600 Maybach, modelo com apenas três unidades em circulação no país. O desembarque foi realizado em parceria com as empresas Autoimports, Allog Group e Capital Trade, e reforça o papel estratégico do terminal no atendimento personalizado a operações sensíveis e sofisticadas.

Com estrutura moderna, localização privilegiada e equipe especializada, a Barra do Rio tem se consolidado como referência nacional na logística de veículos de luxo. A operação exigiu alto nível de precisão, segurança e planejamento, atributos que já são marcas registradas do terminal, reconhecido por oferecer soluções integradas para diferentes perfis de carga.

Entre os veículos recebidos, o destaque vai para a Mercedes-Maybach GLS 600, considerada uma verdadeira obra-prima sobre rodas. Com motor V8 biturbo de 557 cv, o SUV oferece assentos com reclinação total, sistema de massagem, resfriamento, aquecimento, isolamento acústico completo e sistema de som 3D de última geração. Já os modelos Escalade, ícones do luxo americano, impressionam pela imponência, tecnologia embarcada e acabamento refinado.

Receber supermáquinas desse porte não é apenas uma operação logística — é um reflexo da confiança depositada por grandes players internacionais na qualidade dos serviços oferecidos pela Barra do Rio. Mais do que movimentar cargas, o terminal Barra do Rio entrega valor e cuidado em cada etapa da operação.

Com expertise em cargas gerais, armazenagem e operações alfandegadas, o Terminal Barra do Rio reforça seu protagonismo em receber cargas premium e customizadas. E, ao ampliar sua atuação em nichos de alto padrão, contribui para posicionar Itajaí como um hub logístico versátil, moderno e preparado para o futuro.

TEXTO: REDAÇÃO

FOTOS: DIVULGAÇÃO

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China reforça parceria com o Brasil e destaca importação do açaí

Em meio ao aumento das tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, a China voltou a demonstrar, publicamente, seu interesse em importar produtos brasileiros. O destaque mais recente foi uma postagem feita nesta quarta-feira (7) pela embaixada chinesa no Brasil, que promoveu o açaí como um dos produtos mais populares entre os consumidores chineses e símbolo do comércio entre os dois países.

A informação foi publicada pelo jornal O Globo, que destacou a iniciativa como parte da estratégia chinesa de estreitar os laços com o Brasil em um momento de tensões entre Brasília e Washington. Na publicação, feita na plataforma X (antigo Twitter), a embaixada chinesa afirma: “O Brasil é o maior exportador de açaí do mundo. O sabor único e os benefícios à saúde fazem dele um dos produtos mais populares entre os consumidores chineses”. A postagem foi acompanhada por imagens do fruto e emojis de corações.

O gesto é interpretado como um aceno diplomático e comercial diante das recentes medidas protecionistas adotadas pelos Estados Unidos, que elevaram tarifas sobre diversas exportações brasileiras, incluindo carne, café e suco de laranja. A atitude de Pequim reforça a disposição da China em ampliar sua presença no mercado brasileiro e fortalecer o fluxo bilateral de comércio.

A sinalização é clara: enquanto os Estados Unidos fecham portas, a China amplia oportunidades. A recente aprovação de 183 empresas brasileiras para exportar café ao mercado chinês, válida por cinco anos, e a promoção de itens como o açaí, fazem parte de um conjunto de iniciativas que visam consolidar o Brasil como fornecedor estratégico em tempos de reconfiguração do comércio global.

Fonte: Brasil247

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Comércio Exterior, Evento, Eventos, Exportação, Importação, Logística

Connect Exclusive fortalece conexões empresariais e apresenta resultados da Intermodal 2025

O Connect Exclusive é um encontro exclusivo e estratégico, promovido trimestralmente pelo RêConecta News, com o objetivo de reunir empresários, gestores e tomadores de decisão em um ambiente propício à conexão e geração de valor. Mais do que um evento social, o Connect é um espaço para fortalecer relacionamentos, compartilhar experiências e criar oportunidades reais de negócio entre profissionais que lideram suas organizações. A edição mais recente aconteceu no espaço gourmet do Absolute Business, no dia 31 de julho, e contou com uma programação voltada ao networking de alto nível, além da apresentação dos resultados da participação do RêConecta na Intermodal South America 2025 e o lançamento do projeto para a edição de 2026.

A Intermodal, uma das maiores feiras do setor logístico da América Latina, foi realizada em abril e atraiu mais de 49 mil visitantes. O estande do RêConecta News recebeu cerca de 3.500 visitantes qualificados, consolidando-se como um ponto de destaque dentro do evento. No formato compartilhado, o estande apresentou mercadologicamente 10 empresas, que tiveram oportunidade de fortalecer sua presença no setor, fazer networking e negócios.

Um dado relevante apresentado pela CEO do RêConecta News, Renata Palmeira, foi o perfil dos leads gerados: mais da metade (53%) eram gestores, gerentes, coordenadores, ou líderes, ou seja, profissionais com poder de decisão, provenientes majoritariamente de segmentos como agenciamento de carga, importação, despacho aduaneiro e tradings. “Esses números reforçam que estamos conectando as pessoas certas. Atrair um público com alto poder de decisão mostra que o RêConecta está no caminho certo ao promover conexões que realmente geram negócios”, destacou Renata.

Projetos para 2026

Durante o encontro, os participantes puderam conferir de perto os indicadores alcançados na feira e conhecer em primeira mão o projeto da Intermodal 2026, que já está em fase de desenvolvimento e promete ampliar ainda mais a visibilidade de empresas que desejam se posicionar estrategicamente no setor. “A Intermodal 2026 será uma edição histórica, que marca os 30 anos da feira, e estamos preparando um projeto à altura desse marco. Será uma oportunidade única para as empresas ganharem ainda mais visibilidade e fortalecerem seu posicionamento no mercado logístico e de comércio exterior”, afirmou Renata Palmeira, CEO do RêConecta News. Além da Intermodal, os convidados puderam conhecer em primeira mão novos projetos do RêConecta para o próximo ano.

Mais do que um evento de networking, o Connect Exclusive se consolida como um espaço para conexões estratégicas e oportunidades reais de negócios, reunindo líderes que buscam crescer de forma colaborativa e sustentável no mercado de comércio exterior e logística.

Confira aqui as fotos do evento:

https://drive.google.com/drive/folders/1KLWzBfqSmwgsBR23RabgnOkwhADe_GQY

Quem esteve na Intermodal 2025

ADVANCED: Com mais de 20 anos de experiência, a Advanced é referência em câmbio internacional e soluções personalizadas, baseadas nas movimentações atualizadas do mercado internacional.

AMALOG: Especializados em operações multimodais, facilidade, previsibilidade e economia imediata para o seu negócio, a AMALOG combina tecnologia avançada e serviços customizados para os seus processo logísticos para cargas fracionadas.

BLUE ROUTE: A Blue Route é uma empresa especializada em tecnologia para o comércio exterior, oferecendo soluções que proporcionam maior produtividade, gerenciamento de riscos e uma jornada eficiente. A Blue Route tem a mais completa plataforma para gestão do catálogo de produtos, presente em importadores dos mais diversos segmentos e em diversos prestadores de serviço do Comércio Exterior.

BWIN TECH: Com mais de 20 anos de experiência, a BWIN TECH é uma corretora de seguros referência no mercado nacional e internacional, especializada em oferecer soluções personalizadas para o seu negócio em transporte, Property, Frota, Impo&Expo e gestão de riscos.

EMASFI GROUP: Com presença global em mais de 50 países, a EMASFI viabiliza soluções integradas e adaptadas às necessidades das empresas, com expertise em contabilidade, recuperação tributária e soluções fiscais, além de auditoria e banco digital para empresas do setor.

FRACTAL INTELIGENT SECURITY: A Fractal é pioneira no desenvolvimento de lacres passivos de uso único e descartáveis. Aliando consultoria especializada e tecnologia para criar protocolos personalizados e garantir a integridade da carga com rastreabilidade da origem ao destino.

GH SOLUCIONADOR LOGÍSTICO: A GH é a parceira ideal para soluções logísticas completas e personalizadas, facilitando a logística para impulsionar negócios em direção aos seus objetivos, conectando mercados, indústrias e pessoas de maneira significativa.

NAC BANK: O NAC é pioneiro quando se trata de Banco do Importador, com uma ampla gama de soluções financeiras que superam as ofertas tradicionais.

PROCESS CERTIFICAÇÕES: Com mais de 10 anos de experiência, a PROCESS CERTIFICAÇÕES combina inteligência regulatória e uma equipe altamente qualificada para conduzir, com estratégia e segurança, os registros, licenças e certificações junto aos principais órgãos reguladores, como INMETRO, ANVISA, ANATEL, IBAMA e MAPA.

UNIA COMEX: Oferece soluções completas que facilitam e impulsionam os negócios, a UNIA disponibiliza um serviço integrado que abrange desde o desembaraço aduaneiro até o transporte internacional, com dedicação e precisão. É especializada e premiada no setor de fármacos.

TEXTO: REDAÇÃO

FOTOS: GIOVANA SANTOS

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