Portos

TCP anuncia novos superintendentes e reforça liderança estratégica no Terminal de Paranaguá

A TCP (Terminal de Contêineres de Paranaguá) anunciou, em outubro, a nomeação de dois novos superintendentes que passam a integrar a alta gestão da companhia. Kayo Zaiats assume o cargo de Chief Safety Officer (CSO), enquanto Rafael Stein passa a atuar como General Counsel (GC). As mudanças reforçam o compromisso da empresa com segurança, sustentabilidade e governança corporativa.

Kayo Zaiats assume comando das áreas de SSMA, M&R e Engenharia

Responsável pelas áreas de Saúde, Segurança do Trabalho e Meio Ambiente (SSMA), Manutenção & Reparos (M&R) e Engenharia, Kayo Zaiats traz uma trajetória sólida dentro da TCP. Formado em Engenharia Elétrica pela UFPR, o novo superintendente iniciou sua carreira na empresa como estagiário em 2014 e atuava, desde 2019, como gerente de SSMA.

Com mais de dez anos de experiência no terminal, Zaiats tem se destacado pela condução de projetos voltados à segurança operacional, sustentabilidade e eficiência energética.

“Assumir essa nova responsabilidade é motivo de grande orgulho e compromisso. Nosso foco é garantir operações cada vez mais seguras, sustentáveis e eficientes, alinhadas às melhores práticas globais do setor portuário”, afirmou.

Rafael Stein lidera áreas Jurídica, Institucional e Regulatória

Rafael Stein, nomeado General Counsel, passa a comandar as áreas Jurídica, Institucional e Regulatória. Formado em Direito pela UNIVALI, com especializações em Direito Constitucional (Faculdade Damásio) e Direito Tributário (FGV), o executivo possui mais de 15 anos de experiência no setor portuário e de infraestrutura.

Stein ingressou na TCP em 2021 como gerente jurídico e, após uma trajetória de crescimento interno, chega à superintendência consolidando sua liderança.

“Encaro essa nova fase com entusiasmo e responsabilidade. Nosso objetivo é fortalecer a posição da TCP no mercado e garantir a sustentabilidade do negócio com base em compliance e segurança jurídica”, destacou o executivo.

TCP valoriza talentos internos e visão integrada de gestão

As novas nomeações reforçam a valorização de talentos internos e o fortalecimento das áreas estratégicas da companhia. Com perfis técnicos e visão de longo prazo, Zaiats e Stein representam a busca da TCP por excelência operacional, inovação e crescimento sustentável, alinhados aos padrões globais da China Merchants Port (CMPort), controladora do terminal.

FONTE: TCP
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Datamar News

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Sustentabilidade

Cabotagem reduz emissões de CO₂ em até 90% e reforça papel estratégico de Paranaguá

A cabotagem, modalidade de transporte marítimo entre portos nacionais, vem se consolidando como uma das principais alternativas sustentáveis à logística rodoviária no Brasil. De acordo com um estudo da Norcoast, empresa brasileira de navegação costeira, esse tipo de transporte pode reduzir em até 90% as emissões de gases de efeito estufa em comparação ao modal rodoviário — resultado comprovado nas operações da Klabin com o Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP).

Entre fevereiro de 2024 e agosto de 2025, o uso da cabotagem nas rotas da Klabin evitou a emissão de quase 20 mil toneladas de CO₂, o que equivale ao plantio de mais de 140 mil árvores ou à retirada de 4.000 veículos das ruas durante um ano.

Segundo Stephano Galvão, diretor de Operações da Norcoast, a iniciativa reafirma o compromisso da empresa com uma logística mais limpa. “A cabotagem é mais do que uma decisão operacional — é uma escolha consciente por eficiência e sustentabilidade, que integra e transforma a cadeia logística”, afirmou.

TCP se consolida como hub da cabotagem no Sul do Brasil

A TCP se tornou um dos principais elos logísticos para exportadores e importadores que adotam o transporte marítimo nacional. Desde fevereiro de 2024, todos os quatro navios da Norcoast, com capacidade de até 3.500 TEUs cada, passam pelo terminal paranaense.

Para Carolina Merkle Brown, gerente comercial de armadores e inteligência de mercado da TCP, a tendência é de crescimento contínuo: “A cabotagem oferece uma logística sustentável, confiável e com custos competitivos. Desde o retorno do serviço ao terminal, notamos aumento constante na demanda e nos volumes movimentados.”

A Klabin, quarta maior empresa do país em movimentação de contêineres secos por cabotagem, registrou mais de 20 mil TEUs transportados em 2024, sendo 3.500 TEUs apenas pelo Porto de Paranaguá.

Sustentabilidade integrada: ferrovia e mar no mesmo corredor logístico

A operação sustentável da Klabin vai além do mar. Desde 2021, a empresa integra o transporte ferroviário ao marítimo por meio do corredor intermodal KBT, conectando a unidade de Ortigueira (PR) — com capacidade de 2,5 milhões de toneladas anuais — diretamente ao Terminal de Contêineres de Paranaguá.

A ferrovia operada pela Brado Logística garante menor dependência das rodovias, reduzindo emissões e otimizando o escoamento de papel e celulose até o porto. “Essa integração reforça o papel estratégico de Paranaguá como hub logístico nacional e internacional”, destacou Brown.

Crescimento expressivo e infraestrutura de ponta

A movimentação de cargas por cabotagem no TCP cresceu 71% no primeiro semestre de 2025, alcançando 44.714 TEUs. O resultado reflete a infraestrutura diferenciada do terminal, que abriga o maior pátio de contêineres refrigerados da América do Sul, com 5.268 tomadas — estrutura essencial para clientes do agronegócio, especialmente os exportadores de carne de frango do Paraná.

Além do pátio reefer, a TCP possui o maior parque de máquinas do Brasil, com 40 guindastes pórticos sobre pneus (RTG) e 69 Terminal Tractors (TT). A integração com a ferrovia e os armazéns da retroárea também fortalece a eficiência logística e a competitividade do porto.

“Ao fortalecer a cabotagem, oferecemos um modal que alia sustentabilidade, economia e previsibilidade, contribuindo para uma logística mais integrada e menos poluente”, concluiu Brown.

FONTE: TCP
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/TCP

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Exportação

TCP lidera exportações de gergelim e feijão no Brasil com forte demanda da Ásia

O Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP) consolidou sua liderança nas exportações brasileiras de gergelim e feijão em 2025. Menos de um ano após a abertura do mercado chinês para o gergelim nacional, o país asiático já se tornou o principal destino dos embarques realizados pela operadora portuária.

Entre janeiro e setembro, o terminal exportou 249 mil toneladas de gergelim, um salto de 184% em relação às 88 mil toneladas registradas no mesmo período de 2024. O desempenho coloca a TCP com 71% de participação de mercado no volume total exportado pelo Brasil.

Segundo Giovanni Guidolim, gerente comercial, de logística e atendimento da empresa, a China responde por mais de um terço do consumo global de gergelim. “A abertura desse mercado e as novas habilitações de empresas brasileiras fizeram os embarques dispararem. Em menos de um ano, o país asiático se tornou o principal destino do gergelim exportado pela TCP”, destacou.

Exportações para a Ásia em ritmo acelerado

A China, a Índia e o Vietnã lideram o ranking de importadores do gergelim exportado pela TCP, com 46%, 21% e 8% do volume total, respectivamente. “Os três maiores mercados do gergelim brasileiro estão na Ásia, e a TCP conta com oito serviços semanais para atender esses destinos, o que amplia a flexibilidade e capacidade de embarque”, explicou Carolina Brown, gerente comercial de armadores e inteligência de mercado da companhia.

Enquanto o volume exportado pelo Brasil cresceu 42%, a TCP registrou alta de 184%, o que evidencia a preferência do mercado pelo terminal paranaense.

De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior compilados pelo Instituto Brasileiro de Feijão e Pulses (IBRAFE), o Brasil exportou 349,6 mil toneladas de gergelim entre janeiro e setembro de 2025 — o maior volume da série histórica, superando as 246,6 mil toneladas do mesmo período de 2024.

Feijão brasileiro conquista novos mercados

As exportações de feijão também bateram recorde neste ano. Segundo o IBRAFE, o Brasil embarcou 361,8 mil toneladas até setembro, um aumento de 4% em relação a 2024.

No Terminal de Paranaguá, o crescimento foi ainda mais expressivo: os embarques passaram de 176 mil para 315 mil toneladas, alta de 79%, o que garantiu ao porto 87% de participação nacional no segmento.

Os principais destinos foram Índia (64%), Portugal (6%) e África do Sul (5%). Guidolim explicou que o desempenho está ligado à eficiência logística: “Como se trata de uma carga perecível que exige fumigação, a integração com os armazéns da retroárea de Paranaguá e o alinhamento com os órgãos intervenientes tornam o processo mais ágil e rentável para os exportadores.”

Feijão-mungo-preto se destaca nas exportações

Entre as variedades, o feijão-mungo-preto foi o mais exportado pelo Brasil, com 171 mil toneladas, seguido pelo feijão-caupi branco, com 66 mil toneladas. Lançado oficialmente em 2024 pelo Instituto Agronômico de Campinas (IAC), o mungo-preto é uma nova cultura voltada exclusivamente ao mercado externo, especialmente países asiáticos, onde é amplamente utilizado na culinária local.

O IBRAFE reforça que o avanço nas exportações não afeta o abastecimento interno, sustentado pelo feijão-carioca, responsável por 65% da produção nacional e direcionado ao consumo doméstico.

FONTE: TCP
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/TCP

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Portos

Porto de Paranaguá realiza simulado contra tráfico de drogas com apoio da Guarda Portuária

Ação integrada reforça segurança no Terminal de Contêineres

A Unidade de Segurança da Portos do Paraná (UASP) e a TCP, administradora do Terminal de Contêineres de Paranaguá, promoveram um simulado de combate ao tráfico de drogas. A operação realizada no último dia 24, contou com quatro cães farejadores e envolveu inspeções em bolsas, objetos diversos e cabines de caminhões.

De acordo com Vinicius Gomes dos Santos, coordenador de segurança e patrulha da UASP, a iniciativa tem como objetivo fortalecer a integração entre os terminais e as equipes de segurança. “A ideia é garantir resposta rápida e eficaz diante de qualquer ato ilícito na área alfandegada”, destacou. A simulação contou ainda com outro coordenador e cinco guardas portuários.

Operação no Gate reforça combate a ilícitos

A atividade foi realizada na área da TCP, próxima ao portão de acesso de veículos leves e ao Gate de caminhões. Para o gerente de Saúde, Segurança e Meio Ambiente da empresa, Kayo Zaiats, a ação reforça o alinhamento entre as equipes. “O treinamento fortalece a atuação conjunta, garantindo agilidade e eficiência na proteção da área portuária”, afirmou.  

Embora o exercício fosse simulado, algumas abordagens ocorreram de forma real. Motoristas que acessavam o terminal foram orientados a desembarcar enquanto os cães vistoriavam cabines e partes externas dos veículos. O terminal recebe mais de mil caminhões por dia para operações de carga e descarga.

Investimentos ampliam proteção no Porto

Nos últimos anos, a Portos do Paraná vem ampliando os investimentos em segurança. Desde 2022, foram inauguradas novas estruturas para a Guarda Portuária, incluindo central de monitoramento, guaritas no pátio de automóveis e no píer público. Também foram substituídos scanners de bagagem, adquiridas viaturas, armas semiautomáticas e instalado um novo sistema de radiocomunicação.

Duas lanchas – uma para fiscalização e outra para a Guarda Portuária – estão em fase final de fabricação após aquisição realizada em 2025.

Treinamentos e tecnologia reforçam atuação

Os profissionais de segurança recebem capacitações contínuas. Em novembro de 2024, três turmas concluíram o curso de renovação do porte de armas, com atividades teóricas e práticas. Após o treinamento, os agentes passaram a contar com equipamentos mais modernos, utilizados em situações específicas.

A atuação da Guarda Portuária também se estende além da área alfandegada. Durante a temporada de cruzeiros 2024/2025, foram instaladas 20 câmeras de vigilância no Complexo Mega Rocio, monitoradas 24 horas. Em casos suspeitos, a corporação aciona rapidamente a Receita Federal, Polícia Federal ou outros órgãos competentes. As bagagens dos passageiros também passam por scanner e inspeção com cães farejadores antes do embarque.

Infraestrutura da TCP ganha modernização

A TCP vem investindo em tecnologia para aprimorar o controle de acesso e a fiscalização. Em 2024, a empresa finalizou a modernização do Gate com investimento superior a R$ 30 milhões. Foram implantados sistemas de automação, reconhecimento ótico de caracteres (OCR) e totens biométricos para motoristas, agilizando a entrada e saída de veículos.

Atualmente, o terminal opera com mais de 400 câmeras de monitoramento, 13 postos de vigilância armada 24 horas, sistema de alarme contra invasões e dois scanners que fiscalizam todas as cargas movimentadas.

Simulados são prática constante no porto

A Portos do Paraná realiza simulações regularmente para aprimorar os protocolos de emergência. Em maio, uma ação em Paranaguá simulou um acidente envolvendo trem, ônibus e automóvel. O exercício foi coordenado pelo 8º Grupamento de Bombeiros Militares, com participação da Portos do Paraná, SAMU Litoral, Guarda Civil Municipal, Polícia Militar, Defesa Civil e Rumo Logística.

Nesse tipo de ocorrência, a autoridade portuária é responsável por acionar as empresas que integram o Plano de Ajuda Mútua (PAM) para apoiar o atendimento e reduzir impactos.

FONTE: Portos do Paraná 
TEXTO: REDAÇÃO
IMAGENS: DIVULGAÇÃO/TCP

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Portos

TCP participa de simulação de manobras de atracação na USP

Entre 8 e 10 de setembro, a TCP, empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá, participou da simulação de manobras de atracação no Tanque de Provas Numéricos da Universidade de São Paulo (TPN-USP). Também participaram do estudo representantes da Portos do Paraná, da Marinha do Brasil e do Sindicato dos Práticos dos Portos e Terminais do Paraná.

O estudo técnico, contratado pela TCP, se concentra na simulação de manobras de atracação e desatracação de navios em diferentes cenários, e deve contribuir com a revisão da portaria que estabelece o calado operacional (profundidade entre o ponto mais baixo da quilha de uma embarcação e a linha da água) do canal de acesso ao Porto de Paranaguá.

“As simulações realizadas serão essenciais para que novos incrementos do calado operacional possam ser realizados de forma segura e célere. A expectativa é de que, em breve, o calado seja ampliado de 12,80 metros para 13,30 metros, permitindo que navios maiores possam chegar e partir do cais do Porto com mais cargas, o que representa um ganho significativo em capacidade operacional e também econômico para Paranaguá”, explica Rafael Stein Santos, gerente institucional e jurídico da TCP.

“As simulações são fundamentais para garantir segurança e agilidade nas manobras de atracação e desatracação no Porto de Paranaguá. Neste projeto específico, estamos trabalhando para avançar mais 50 cm no calado, além dos 12,80 metros atualmente operados pelos navios conteineiros. A expectativa é poder operar embarcações com até 13,30 metros de calado. Aproveitamos a oportunidade para discutir melhorias operacionais para todos os demais segmentos, que passarão a operar com 13,30 metros”, afirma o diretor de Operações da Portos do Paraná, Gabriel Vieira.

“Cabe ressaltar que todo o estudo técnico foi realizado com as devidas margens de segurança ratificadas no respectivo Estudo de Análise de Risco contratado pela TCP e gerenciado pela Praticagem de Paranaguá durante a simulação das manobras”, comenta Marcos Vinicius de Lima Martini, prático de Paranaguá.

Entre os cenários simulados no Tanque de Provas Numérico estão as manobras de atracação e desatracação de navios porta-contêineres de até 368 metros de comprimento (LOA) e 51 metros de largura (boca).

Em 29 de janeiro de 2024, a TCP foi o primeiro terminal portuário do país a receber um navio de 366 metros de comprimento, MSC Natasha XIII, do armador Mediterranean Shipping Company (MSC). Desde então, outras embarcações de 366m também passaram a atracar no Terminal, porém, o aumento de calado é necessário para que estes porta-contêineres possam utilizar toda a sua capacidade de transporte.

Atualmente, a TCP é o maior terminal de contêineres em movimentação de cargas na Região Sul e o terceiro maior do Brasil, de acordo com o Estatístico Aquaviário da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ). No primeiro semestre, o Terminal atingiu uma movimentação total de 744.650 TEUs entre operações de exportações, importações e transbordo.

Obras de derrocagem

Desde 2024, o canal de acesso ao Porto de Paranaguá já teve seu calado operacional ampliado de 12,10 metros para 12,80 metros à maré zero. Com os 70 centímetros adicionais, os navios podem transportar 560 TEUs a mais por viagem.

O aumento do calado operacional aconteceu após a conclusão das obras de derrocagem submarina de uma parcela das Pedras Palanganas, localizada na região do Canal de Acesso ao Porto. Aproximadamente 20 mil metros cúbicos de rochas foram removidas do leito marinho, e, posteriormente, fragmentadas e doadas aos municípios do litoral paranaense, que recebem o material para ser usado em obras de interesse público, como a pavimentação de vias para tráfego de veículos e pedestres.

A obra foi realizada em conformidade com as medidas estabelecidas no âmbito do licenciamento ambiental federal nº 1144/2016 emitido pelo Ibama. Uma série de medidas de prevenção e mitigação foram realizadas para minimizar a possibilidade de dano à fauna e à flora, assim como monitoramentos periódicos para assegurar a manutenção da qualidade ambiental do local.

Concessão do canal de acesso ao Porto de Paranaguá

O leilão do canal de acesso ao Porto de Paranaguá já tem data: 22 de outubro. Ele será realizado na B3, em São Paulo. A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) deve publicar o editar nos próximos dias e o investimento previsto é de R$ 1,23 bilhão ao longo de 25 anos.

A concessão abrangerá a ampliação, manutenção e exploração do canal de acesso aquaviário. Entre as principais melhorias previstas no projeto estão aprofundamento, ampliação e alargamento do canal, o alargamento da bacia de evolução e o aprofundamento da área de fundeio nº 6.

Com isso, a previsão é passar para 13,3 metros de profundidade média ainda na fase de implantação e chegar a 15,5 metros após a concessão, o que viabiliza a atracação de navios de maior porte. O futuro concessionário executará todos os investimentos necessários para atingir a meta estabelecida, incluído serviços de dragagem, derrocagem, sinalização náutica, batimetria, programas e monitoramentos ambientais, dentre outros.

Fonte: TCP

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Portos

TCP opera 1 milhão de TEUs 14 dias mais cedo do que em 2024

Outros oito recordes operacionais foram quebrados até julho

No último dia 13, a TCP, empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá, atingiu um novo marco histórico ao alcançar uma movimentação de um milhão de TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) com duas semanas de antecedência em relação ao recorde anterior, registrado em 27 de agosto de 2024.

O resultado também representa um avanço expressivo em relação a 2021, quando a TCP bateu a marca de um milhão de TEUs pela primeira vez, em 28 de novembro daquele ano. 

No acumulado de janeiro a julho de 2025, o Terminal havia movimentado 943.892 TEUs, volume 4% superior aos 906.357 TEUs do mesmo período do ano passado. Deste total, as exportações atingiram 380.982 TEUs e as importações 375.730 TEUs, alta de 2% e 3%, respectivamente, e que representam novos recordes para os dois segmentos.

Boa parte do aumento no volume movimentado está nas operações de contêineres refrigerados (reefer), que chegaram a 80.299 unidades entre janeiro e julho de 2025, crescimento de 5% em comparação com o mesmo período de 2024.

“Os recordes atingidos ao longo de 2025 nas operações rodoviárias, ferroviárias e de navios ressaltam um avanço em todas as frentes. Este é um indicativo forte de que a estratégia de investimentos da TCP em infraestrutura, equipamentos, e no desenvolvimento contínuo de nossos colaboradores está trazendo resultados diretos, que impulsionam a performance do Terminal e de nossos clientes”, afirma o gerente de operações da TCP, Felipe de França.

Em maio, a TCP estabeleceu um novo recorde histórico na movimentação de contêineres, totalizando 141.788 TEUs. Este resultado representa a segunda maior marca mensal de 2025, superando o desempenho de março, quando foram registrados 138.485 TEUs. Antes disso, o maior volume mensal havia sido alcançado em outubro de 2024, com 137.370 TEUs.

Em número de contêineres, o Terminal também superou duas vezes o recorde de outubro de 2024, que era de 74.350 boxes. Em maio de 2025, a TCP a movimentou 76.622 unidades e em julho 77.427 contêineres, volume 4% superior ao registrado no melhor mês do ano passado para este indicador.  

Nas operações de Gate (via de acesso rodoviário), o número de transações, como é chamado o processo de entrada de contêineres no terminal, alcançou um novo recorde em julho de 2025, quando 55.255 unidades foram movimentadas. O número de transações em um único dia também teve uma nova máxima em 16 de abril, dia em que 2.781 boxes passaram pelo Gate.

“A TCP possui 40 guindastes pórticos sobre rodas (RTG) e 69 Terminal Tractors (TT), sendo este o maior parque de máquinas entre os terminais brasileiros. Junto aos investimentos em infraestrutura, como a recente modernização do Gate, que triplicou a capacidade de acesso de veículos ao pátio de operações, e a conclusão da obra do maior pátio para armazenagem de contêineres refrigerados da América do Sul, com 5.268 tomadas, o Terminal de Contêineres de Paranaguá chega ao mês de agosto com excelentes resultados e com capacidade para seguir ampliando seu protagonismo no setor logístico portuário do país”, comenta França.

Na ferrovia que conecta o Terminal de Contêineres de Paranaguá ao norte e oeste do estado do Paraná, a TCP registrou uma nova máxima de 9.627 unidades movimentadas, em março de 2025, superando em 7% o recorde anterior de 9.086 boxes, de julho de 2024.

No KBT, projeto logístico intermodal em operação desde 2021 e que conecta a TCP a um terminal de contêineres localizado na planta Puma II, da Klabin, em Ortigueira (PR), por meio de um ramal operado pela Brado Logística, um novo recorde de produtividade mensal foi alcançado em maio, quando 4.912 contêineres foram movimentados, alta de 17% frente à máxima anterior, que havia sido de 4.195 unidades, em abril de 2025.

Acompanhando o avanço no fluxo de cargas na ferrovia, o número de trens que chegaram ao Terminal também alcançou um novo recorde para um único mês com a chegada de 121 composições em maio de 2025. “O modal ferroviário é uma solução estratégica bastante utilizada pelos exportadores do estado, pois, além de reduzir a emissão de gases de efeito estufa e aliviar a pressão sobre o modal rodoviário, também diminui o risco de avarias e traz mais assertividade no tempo de trânsito das cargas. Por ser o único terminal portuário do Sul do Brasil a possuir uma conexão direta entre um ramal ferroviário e o pátio de operações, a TCP conta com uma equipe totalmente dedicada a aprimorar, de forma contínua, o desempenho dessa operação, e os recordes alcançados neste ano são reflexo direto desses avanços”, ressalta França.

No cais do Terminal de Contêineres de Paranaguá, janeiro encerrou com recorde na operação de navios, foram 91 embarcações atracadas em um único mês. “As operações marítimas foram destaque em 2025 com a ampliação do calado operacional para 12,80 metros a maré zero, enquanto, em 2024, a máxima profundidade permitida entre a parte mais baixa das embarcações até a linha da água era de 12,10 metros. Com 70 centímetros adicionais, os navios agora podem chegar e partir da TCP transportando 560 TEUs a mais, fator que deve seguir impulsionando o número de cargas movimentadas pelo Terminal”, acrescenta França.

Atualmente, a TCP conta com 23 serviços marítimos em seu portfólio, sendo esta a maior concentração de linhas em um único terminal portuário na costa brasileira.

Fonte: Modais em Foco

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Negócios

Jacky Song assume como novo CEO da TCP

Com mais de 20 anos de experiência no setor portuário, Song liderou projetos na China e em terminais no continente africano

Nomeado em agosto de 2025 como o novo CEO da TCP, empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá, Jacky Song traz consigo mais de 20 anos de experiência no setor portuário. Nascido em 1980, Song é formado em Contabilidade Internacional pela Universidade de Línguas Estrangeiras de Tianjin e iniciou sua carreira em 2003 no principal terminal da China Merchants Port Holdings (CMPort), o Shekou Container Terminal (SCT), em Shenzhen, na China.

Para ampliar sua experiência internacional, em 2014, assumiu o cargo de diretor de operações (COO) na Port of Djibouti S.A. (PSDA), onde liderou projetos importantes, como a execução do projeto do terminal, a aquisição de equipamentos e a condução de obras no terminal multipropósito. Em 2018, foi para o Tincan Island Container Terminal (TICT), na Nigéria, como vice-diretor executivo, estando à frente do projeto de negociação de expansão e concessão do terminal.

Em 2022, retornou à CMPort como vice-gerente geral do departamento comercial, atuando também como diretor do conselho do TICT e da Kumport. Em Shenzhen, liderou projetos como a implementação do sistema operacional de terminal CTOS (Container Terminal Operation System) e do projeto ERTG no SCT.

Em junho de 2024, Song foi nomeado para o cargo de diretor comercial da TCP (CCO), no mesmo ano em que a empresa alcançou um crescimento de 24% e um volume total recorde de 1,558 milhão de TEUs (medida equivalente a um contêiner de 20 pés) movimentados. De acordo com Song, esse resultado destaca a sólida posição competitiva da TCP e sua forte capacidade de resposta ao mercado portuário brasileiro. 

“Aproveitando nossa extensa rede de transporte marítimo e recursos de transporte intermodal, estabeleceremos um corredor logístico altamente eficiente que chegará ao interior do Brasil e a toda a América do Sul, oferecendo serviços de cadeia de suprimentos globais de alta qualidade para clientes finais locais e companhias marítimas. Nosso objetivo é tornar a TCP o parceiro mais confiável do Brasil”, ressalta o CEO.

Atualmente, a TCP conta com o maior parque de máquinas entre os terminais portuários da costa brasileira, com 69 Terminal Tractors (TT) e 40 guindastes pórticos sobre pneus (RTG). O Terminal também possui o maior pátio para armazenagem de contêineres refrigerados da América do Sul, com 5.268 tomadas, e é o maior concentrador de linhas marítimas do país, com 23 serviços marítimos.

Para o seu futuro à frente da TCP, Song destaca o pioneirismo global da CMPort no desenvolvimento de portos verdes, com projetos neutros em carbono, e na implementação de tecnologias essenciais, como o armazenamento de energia solar, equipamentos automatizados e alternativas de energia de baixo carbono.

Sendo a TCP um ativo estratégico importante para a CMPort na América do Sul, Song explica que o Terminal busca um crescimento robusto no desempenho operacional, mas também valoriza a coexistência harmoniosa com o meio ambiente, o desenvolvimento participativo com os colaboradores e as relações de confiança baseadas na cooperação benéfica com seus clientes globais.

“Vamos enfrentar conjuntamente os desafios climáticos globais com o governo brasileiro e as empresas locais para alcançar o desenvolvimento sustentável. Por meio de bases operacionais sólidas e modelos de cooperação inovadores, a empresa aspira a se tornar um parceiro estável e de longo prazo no mercado brasileiro, apoiando o crescimento econômico sustentável da região”, afirma Song.

Fonte: Terminal de Contêineres de Paranaguá – 203 Comunicação

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Logística, Portos

TCP anuncia novo serviço semanal de cabotagem

No final de junho, a TCP, empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá, anunciou a inclusão em seu portfólio do serviço Puma, uma nova linha semanal de cabotagem. Operada pelo armador Mercosul Line, a rota teve sua atracação inaugural neste domingo (22), marcando o início de uma conexão estratégica que integra os portos de Buenos Aires, Montevidéu, Mar del Plata, Itajaí, Paranaguá e Santos.

Composta por duas embarcações, a nova linha fortalece a posição da TCP como um importante hub logístico na América do Sul, trazendo mais uma opção de rota para o escoamento das cargas dos clientes do Terminal. O navio Mercosul Santos, com 210 metros de comprimento, 30 metros de largura, capacidade para quase 2.500 TEUs e, aproximadamente, 500 tomadas reefer, foi o primeiro a atracar na TCP. A expectativa é que o serviço Puma movimente, em média, mais de 1.700 TEUs por escala.

Entre os principais produtos que devem ser movimentados nesta rota, tanto para exportação quanto para importação, estão os do setor automotivo, equipamentos e peças mecânicas, laticínios, plásticos, borrachas, cobre, zinco e alumínio.

A gerente comercial de armadores da TCP, Carolina Brown, afirma que a nova linha representa um avanço estratégico para a logística nacional. “Com essa nova conexão, fortalecemos a integração entre o Brasil, a Argentina e o Uruguai, oferecendo uma rota eficiente e sustentável para o transporte de cargas. É uma solução que amplia as possibilidades logísticas dos nossos clientes e reforça o papel de Paranaguá como elo fundamental no comércio sul-americano”, destaca.

A cabotagem, utilizada para o transporte de contêineres entre portos de diferentes regiões de um mesmo país, é uma alternativa econômica e segura, que reduz os riscos de avarias, além de emitir menos gases de efeito estufa em comparação com outros modais. No caso do serviço Puma, há ainda o diferencial da conexão direta com países do Mercosul, promovendo uma integração logística com os países vizinhos.

Com a inclusão da nova linha, a TCP passa a contar com três linhas dedicadas à cabotagem, totalizando 25 serviços marítimos em seu portfólio, consolidando o Terminal como o maior concentrador de escalas marítimas do país. Essa ampla malha de conexões garante uma cobertura global para exportadores e importadores que operam a partir de Paranaguá.

Fonte: Datamar News

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Informação, Notícias, Portos

Porto de Paranaguá recebe estruturas gigantes do Exército

Os suportes flutuantes auxiliam na mobilidade de tropas e no atendimento à população em casos de calamidades como as enchentes

O Porto de Paranaguá recebeu no mês de março, 72 módulos de suporte flutuante que serão utilizados pelo Exército no Rio Grande do Sul (RS). As estruturas metálicas vieram dos Estados Unidos e medem entre 3,1 e 6,2 metros de altura, com o peso entre quatro a oito toneladas cada.

As peças estão sendo retiradas do porto por caminhões, que pertencem ao Exército. O Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP) é responsável por carregar os módulos nos veículos militares. A operação segue nesses primeiros dias de abril.​

“Já realizamos esta operação antes, justamente porque o Paraná tem se destacado no país como hub de excelência no transporte de cargas. Atuamos com agilidade e segurança no manuseio destes módulos”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.​

As peças fazem parte das chamadas cargas gerais, que são mercadorias embaladas em caixas, engradados, fardos e tambores, por exemplo. Nos meses de janeiro e fevereiro deste ano, 2,9 milhões de toneladas de cargas gerais foram movimentadas nos portos paranaenses.​

“Por serem mercadorias de grande proporção, a operação deve ser feita com cuidado redobrado para evitar acidentes e avarias”, afirmou o diretor de Operações da Portos do Paraná, Gabriel Vieira.​

As peças estão sendo enviadas via terrestre até o 3º Batalhão de Engenharia de Combate da cidade de Cachoeira do Sul (RS). Doze veículos e 24 militares foram mobilizados para realizar esta etapa da logística. “É uma ação minuciosa, em que operamos oito caminhões por dia”, explicou o tenente André Foerster.​

A estrutura pode ser montada de forma rápida em rios de grande volume de água, para a travessia de tropas e de viaturas, incluindo alguns veículos blindados. “Porém, as pontes também auxiliam na mobilidade da população, como nos casos das enchentes ocorridas em 2024 no Rio Grande do Sul”, pontuou o tenente.

FONTE: DataMar News
Porto de Paranaguá recebe estruturas gigantes do Exército – DatamarNews

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Exportação de carne bovina cresce 22% na TCP

A exportação de carne bovina pela TCP, empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá, cresceu 22% no primeiro bimestre de 2025, totalizando 123 mil toneladas embarcadas em 4.483 contêineres.

Esse desempenho supera o crescimento nacional da categoria, que, segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), registrou aumento de 4,7% em volume para o período. Ao todo, o Brasil embarcou 428 mil toneladas de carne bovina, gerando uma alta 13,9% no faturamento, que chegou a R$ 2,045 bilhões.

Segundo Giovanni Guidolim, gerente comercial, de logística e atendimento da TCP, o aumento expressivo do volume embarcado reforça a confiabilidade operacional do Terminal e ressalta que esse desempenho está diretamente ligado à infraestrutura oferecida. “A TCP é referência em atendimento e serviços especializados para os exportadores de carne. Com a conclusão das obras do maior pátio para armazenagem de contêineres refrigerados da América do Sul, aliados a fatores como uma taxa de ocupação de pátio normalizada, e um sistema eficiente para agendamento de entrega e retirada de cargas, o Terminal inicia 2025 convertendo novos clientes e ampliando sua participação de mercado no segmento de carnes e congelados”, comenta.

Além da alta nos embarques de carne bovina, a TCP segue como o maior corredor de exportação de carne congelada de frango do mundo e, no primeiro bimestre de 2025, o Terminal movimentou um total de 382 mil toneladas do produto, o que representa 42% de todo o volume embarcado pelo país. Segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o Brasil exportou 911 mil toneladas de carne de frango no primeiro bimestre, gerando uma receita de US$ 1,696 bilhão, crescimento de 22% em relação ao ano anterior.

Somente o estado do Paraná, maior produtor nacional de carne de frango, foi responsável por embarcar 186 mil toneladas do produto no primeiro bimestre deste ano. Guidolim explica que “o Terminal possui uma parceria de longa data com as indústrias do nosso estado, e essa sinergia garante eficiência máxima para o exportador que opera pela TCP. Com um ramal ferroviário que conecta as regiões norte e oeste do estado diretamente a área alfandegada dentro do pátio de operações do Terminal, este também acaba sendo um modal estrategicamente utilizado pelos exportadores dessas regiões, que buscam maior confiabilidade operacional na hora de exportar a carne de frango”.

Entre janeiro e fevereiro, as exportações de carne bovina, de frango, suína, entre outras, representaram um total de 545 mil toneladas em exportações na TCP, volume embarcado em 20.035 contêineres. Com isso, o Terminal tem uma participação de mercado de 40,1% no segmento de carnes e congelados, se comparado aos terminais portuários de estados vizinhos, como São Paulo e Santa Catarina.

Em junho de 2024, a TCP concluiu as obras de expansão do seu pátio reefer, área destinada ao armazenamento de contêineres refrigerados, como os utilizados no transporte de carnes e congelados. Com um aumento de 45% no número de tomadas, de 3.624 para 5.268, o Terminal de Contêineres de Paranaguá possui o maior pátio reefer da América do Sul.

O gráfico abaixo mostra a trajetória ascendente das exportações de carne bovina registradas no Porto de Paranaguá, no sul do Brasil, de janeiro de 2021 a janeiro de 2025, de acordo com dados do DataLiner.

Exportações de carne bovina | Porto de Paranaguá | Janeiro de 2021 – Janeiro de 2025 | TEUs

Fonte: DataLiner (clique aqui para solicitar uma demonstração) 

Abertura de novos mercados impulsiona setor de carnes e congelados

O setor brasileiro de carnes e congelados vive um momento de expansão no mercado internacional, impulsionado pela conquista de novos mercados internacionais. Em fevereiro de 2025, o México se destacou ao aumentar em 41% suas importações de carne bovina brasileira, quando comparado ao volume registrado em janeiro, alcançando 4.421 toneladas. Esse crescimento é apenas um exemplo do cenário positivo, que inclui a abertura de mais de 20 novos mercados para a carne brasileira desde 2023.

Para acompanhar esse ritmo de crescimento, a TCP oferece oito serviços diretos para a Ásia e ampla cobertura na América Central e no Caribe. Já a infraestrutura do Terminal favorece conexões eficientes para mercados estratégicos como Japão, Singapura e México.

“Somos o Terminal com a maior concentração de linhas marítimas do Brasil. Essa diversificação de destinos e a nossa alta frequência de escalas, com 25 serviços semanais, garantem que nossos clientes tenham flexibilidade logística e previsibilidade nos embarques, um fator essencial para que exportadoras atendam os prazos estabelecidos pelos importadores”, explica Carolina Merkle Brown, gerente comercial de armadores da TCP.

O avanço nas exportações também reflete a ampliação do acesso a países que historicamente possuíam barreiras sanitárias rigorosas. Em 2023, por exemplo, o Japão autorizou a importação de carne enlatada bovina, enquanto Israel abriu seu mercado para carne de aves. Já em 2024, países como Panamá e El Salvador passaram a importar carnes e miúdos de aves, ampliando ainda mais o alcance da proteína brasileira. Enquanto os surtos de Influenza Aviária (H5N1) em países como os Estados Unidos têm impactado o abastecimento no mercado global de carne de frango, o Brasil vive um momento de expansão e que pode impulsionar a demanda pela proteína brasileira nos próximos meses.

Diante desse cenário, a expectativa é que os embarques de carnes e congelados com origem no país superem as projeções para 2025. “Nosso atendimento especializado, somado às facilidades oferecidas, como a franquia gratuita de armazenagem por sete dias para os exportadores, posiciona a TCP como o parceiro estratégico do setor”, finaliza Guidolim.

FONTE: Datamar News
Exportação de carne bovina cresce 22% na TCP – DatamarNews

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