Economia, Investimento, Logística, Negócios, Notícias, Tributação

Reforma tributária eleva importância da logística na competitividade de SC

Setor produtivo destaca relevância do PELT para identificar demanda crescente por serviços e infraestrutura de transportes e para a atração de novos investimentos em reunião na FIESC

Florianópolis, 09.12.24 – A logística vai ganhar uma importância ainda maior na competitividade catarinense com as mudanças previstas na arrecadação de impostos com a implantação da reforma tributária. O consenso do setor produtivo é corroborado pelo governo de SC, que destaca que o Plano Estadual de Logística e Transportes (PELT) tem como objetivo preparar o estado para atrair novos investimentos e atender a demanda crescente por transporte de cargas e pessoas.

Para o presidente da Invest SC, Renato Lacerda, a expectativa é que Santa Catarina tenha inicialmente uma perda de arrecadação, já que os impostos serão direcionados para o local de consumo. “O estado produz mais do que consome. Quando os incentivos fiscais deixarem de existir, a infraestrutura e a logística serão um diferencial para nossa capacidade de atrair empresas e gerar empregos”, explicou durante oficina sobre o PELT realizada na Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) nesta segunda-feira, 9.

Na avaliação do presidente da Federação, Mario Cezar de Aguiar, ao planejar tecnicamente o futuro da infraestrutura de transportes de SC, o estado atende uma demanda antiga da FIESC e corrige uma deficiência histórica, em um momento crítico. “A logística ganha maior importância com a reforma tributária, já que ela será um critério determinante para que as empresas decidam onde farão seus investimentos, pensando na competitividade”, afirmou.

O diretor de atração de investimentos da Invest SC, Rodrigo Prisco Paraíso, salientou que, além de competir com outros estados do Brasil por investimentos que geram desenvolvimento e empregos, Santa Catarina precisa ser competitiva também em termos globais. Na visão dele, a reorganização das cadeias globais de suprimentos se apresenta como oportunidade, mas precisamos que a nossa logística esteja preparada. “Precisamos ter o que mostrar, que estamos pensando no futuro para passar confiança e confiança aos investidores”, destacou.

Integração regional
O secretário de Portos, Aeroportos e Ferrovias de SC, Ivan Amaral, informou durante a reunião, que os três estados do Sul estão elaborando seus planos de transporte e logística, e que estudam o desenvolvimento de um plano integrado, que leve em conta as principais demandas e potencialidades da região. Amaral afirmou ainda que SC, PR e RS estão unindo esforços para apresentar demandas conjuntas no debate sobre a extensão do contrato de concessão da Malha Sul, ferrovia de 7.223 quilômetros que corta os três estados, atualmente sob administração da Rumo.

Força de trabalho
Um estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), aponta que o setor de logística é o que mais vai demandar profissionais. O documento estima que, de 2025 e 2027, a indústria catarinense precisará de 224,9 mil trabalhadores nesta área, em funções como técnico de controle de produção, almoxarife, armazenista e motorista de veículos de cargas.

FONTE: FIESC
https://fiesc.com.br/pt-br/imprensa/reforma-tributaria-eleva-importancia-da-logistica-na-competitividade-de-sc

 

 

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Comércio Exterior, Exportação, Gestão, Importação, Informação, Inovação, Investimento, Logística, Portos

Porto de Paranaguá terá concessão do primeiro canal de acesso público do Brasil

Concessionária será responsável pela gestão do ativo por 25 anos, com possibilidade de prorrogação por até 70 anos; a expectativa é que mais de R$ 1 bilhão sejam investidos

O Ministério de Portos e Aeroportos assinou nesta sexta-feira (6) a ordem para concessão do Porto de Paranaguá. O projeto é o primeiro para canal de acesso portuário.

A proposta prevê que a concessão aconteça ainda no primeiro semestre de 2025. Segundo o projeto, a concessionária será responsável pela gestão do ativo por 25 anos, com possibilidade de prorrogação por até 70 anos. A expectativa é que mais de R$ 1 bilhão sejam investidos.

Paranaguá será o primeiro porto a regularizar 100% de suas áreas com a promoção de arrendamentos e concessões. A projeção de movimentação total de cargas para 2024 é de 67 milhões de toneladas, um recorde para os portos paranaenses. Segundo o ministro da pasta, Silvio Costa Filho, a concessão do canal e obras resultantes do processo farão a capacidade do Porto de Paranaguá ser dobrada.

“Encaminhamos ao TCU o projeto. A partir dela, faremos a concessão do canal dos portos de Santos e de Itajaí”, afirmou Costa Filho.

O secretário Nacional de Portos, Alex Ávila, destacou a importância de Paranaguá para a logística nacional, especialmente para o agronegócio brasileiro.

“Paranaguá lidera na movimentação do complexo soja (grãos, farelo e óleo) e também na importação de fertilizantes, representando 25% do total consumido no Brasil”, afirma.

O complexo é o maior movimentador do complexo soja no país e responsável pela descarga de 33% dos fertilizantes importados pelo Brasil. Durante o evento, o ministro de Portos e Aeroportos também assinou o edital para primeiro bloco de licitações do Porto de Paranaguá, previsto para 2025. Serão cinco áreas (PAR14, PAR15, RDJ10, RDJ11 e MCP01), destinadas à movimentação e armazenagem de granéis sólidos e vegetais, com leilão marcado para fevereiro.

FONTE: CNN brasil

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Economia, Exportação, Industria, Informação, Logística, Mercado Internacional, Notícias, Portos

Presidente do Panamá formalizará sua entrada no Mercosul

O presidente do Panamá, José Raúl Mulino, viaja a Montevidéu para formalizar a entrada do país no Mercosul como “Estado Associado”.

Esta é uma meta traçada desde a sua chegada ao poder, em julho deste ano. A assinatura oficial acontecerá na sexta-feira durante a 65ª Cúpula de Presidentes do bloco comercial; segundo fontes oficiais.

A entrada do Panamá no Mercosul é um passo estratégico para melhorar o seu modelo económico; baseado no setor de serviços, especialmente em logística. Mulino destacou que a localização geográfica do Panamá, com seu centro logístico composto por portos, o Canal e a ferrovia, será essencial para fortalecer as exportações dos países membros do Mercosul; que são produtores agroindustriais, especialmente carnes e grãos.

O presidente panamenho garantiu que os serviços logísticos de seu país oferecerão “facilidades muito grandes” aos membros do Mercosul; que buscam melhorar sua conectividade para exportar para diversos mercados globais. No entanto, ele também pareceu tranquilo quanto às preocupações locais de que a integração pudesse saturar o mercado panamiano com produtos do sul, como grãos e carne.

“É importante esclarecer que ainda não existem acordos comerciais em tramitação; Estamos numa fase inicial, começando a conhecer o Mercosul. Este é apenas o começo de uma relação mais estreita com os principais países produtores agrícolas”, sublinhou Mulino.

O Mercosul inclui Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Bolívia que aguardam adesão; Representa mais de 300 milhões de pessoas e é a quinta maior economia do mundo. Contudo, a relação comercial intrarregional diminuiu nos últimos anos; e as negociações com a União Europeia permanecem estagnadas, gerando incerteza entre os países membros.

FONTE: Todo dia logística News.
https://todologisticanews.com/site/presidente-de-panama-formalizara-su-ingreso-al-mercosur/

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Comércio Exterior, Exportação, Importação, Industria, Investimento, Portos

Portos do Paraná atingem novo recorde mensal com crescimento nas importações

Em agosto de 2024, foram movimentadas 6.869.966 toneladas, superando em 4% o recorde anterior, registrado em junho deste ano, quando o volume chegou a 6.582.670 toneladas. Nas exportações, os portos do Paraná também registraram crescimento, movimentando 4.423.074 toneladas em agosto.

Os portos paranaenses alcançaram mais um marco histórico de movimentação de cargas. Em agosto de 2024, foram movimentadas 6.869.966 toneladas, superando em 4% o recorde anterior, registrado em junho deste ano, quando o volume chegou a 6.582.670 toneladas.

O destaque do mês ficou por conta das importações, que tiveram um aumento expressivo de 41% em relação ao mesmo período de 2023. O volume passou de 1.741.094 toneladas para 2.446.892 toneladas, puxado principalmente pela importação de fertilizantes, que somou 1.183.490 toneladas, um crescimento de 59% em comparação ao ano passado (745.201 toneladas).

Outro segmento que se destacou foi o de contêineres, que registrou um aumento de 22% nas importações, movimentando 62.218 TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés), contra 51.017 TEUs no mesmo período de 2023.

“O alinhamento das estratégias logísticas e o trabalho integrado das equipes têm sido determinantes para elevar nossa performance e posicionar os portos do Paraná como referência no cenário nacional”, destacou Luiz Fernando Garcia, diretor-presidente da Portos do Paraná.

Nas exportações, os portos do Paraná também registraram crescimento, movimentando 4.423.074 toneladas em agosto, um aumento de 3% em comparação ao mesmo período do ano anterior (4.301.622 toneladas). A soja em grão foi o principal produto exportado, com 1.863.825 toneladas, 10% acima do volume registrado em agosto de 2023 (1.694.016 toneladas).

Mesmo diante de condições climáticas adversas, como os cinco dias de chuva e oito dias acumulados de neblina que impactaram na movimentação de granéis sólidos, o desempenho logístico não foi comprometido. “Atingimos um resultado histórico, com grande eficiência de produtividade, principalmente em relação à descarga ferroviária. Com a finalização das obras do Moegão, projetamos um aumento ainda maior de movimentações e atração de negócios com novos investidores”, afirmou Gabriel Vieira, diretor de Operações da Portos do Paraná.

O Moegão, maior obra portuária em andamento no Brasil, é um projeto estratégico para os portos do Paraná. Com um investimento de R$ 592 milhões, a obra visa reduzir os cruzamentos ferroviários urbanos e aumentar a capacidade de recepção de trens em 65%, passando de 550 para 900 por dia. A conclusão está prevista para o segundo semestre de 2025, prometendo otimizar ainda mais o fluxo de cargas ferroviárias.

FONTE: Agencia estadual de Noticia Paraná
https://www.aen.pr.gov.br/Noticia/Portos-do-Parana-atingem-novo-recorde-mensal-com-crescimento-nas-importacoes

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Economia, Gestão, Logística, Marketing, Mercado Internacional

João Librelato assume Diretoria Comercial da Librelato

Com especializações em instituições como Nova School of Business and Economics, Saint Paul Escola de Negócios e Insper, João Librelato assume a posição em 1º de janeiro.

A Librelato, uma das três maiores empresas de implementos rodoviários do Brasil, anunciou a nomeação de João Librelato como novo diretor comercial a partir do dia 1º de janeiro de 2025. Segundo a empresa, a mudança tem como objetivo fortalecer e ampliar a estratégia tanto no mercado interno quanto na expansão internacional, focando na satisfação do cliente e na capilaridade da rede.

Para João Librelato, um dos principais desafios na nova função é “integrar as frentes operacionais e estratégicas da empresa, consolidando sua relevância no setor de implementos rodoviários e ampliando o market-share da marca Librelato em novos mercados”.

Com formação acadêmica e experiências alinhadas às demandas do setor, João Librelato possui especializações em instituições como Nova School of Business and Economics, Saint Paul Escola de Negócios e Insper. Ele também é graduado em Engenharia de Produção pela Universidade do Extremo Sul Catarinense.

Nos últimos anos, João Librelato desempenhou funções estratégicas na Librelato, como gerente de estratégia e serviços, coordenador de novos negócios e analista de planejamento estratégico.

Momento estratégico para a Librelato

A transição ocorre em um momento em que a Librelato busca consolidar sua posição de liderança no Brasil e expandir sua participação em mercados internacionais. Fundada em 1969, a empresa tem sede em Içara, Santa Catarina, e opera em diversos países, oferecendo soluções personalizadas em implementos rodoviários para os setores de logística e transporte.

O CEO Roberto Lopes Júnior destacou a importância da nomeação para a continuidade dos projetos estratégicos da empresa. Segundo ele, a experiência de João Librelato e seu histórico na organização representam um ativo valioso para as metas futuras.

João Librelato substituirá Silvio Campos, a quem a empresa deseja sucesso em seus próximos desafios profissionais.

Com informações da Librelato.

Fonte: FIESC
https://fiesc.com.br/pt-br/imprensa/joao-librelato-assume-diretoria-comercial-da-librelato?utm_campaign=gecorrp__newsletter_fiesc_03122024&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

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Comércio Exterior, Economia, Exportação, Importação, Industria, Informação, Logística, Portos

Portos do Paraná atingem novo recorde mensal com crescimento nas importações

Em agosto de 2024, foram movimentadas 6.869.966 toneladas, superando em 4% o recorde anterior, registrado em junho deste ano, quando o volume chegou a 6.582.670 toneladas. Nas exportações, os portos do Paraná também registraram crescimento, movimentando 4.423.074 toneladas em agosto.

Os portos paranaenses alcançaram mais um marco histórico de movimentação de cargas. Em agosto de 2024, foram movimentadas 6.869.966 toneladas, superando em 4% o recorde anterior, registrado em junho deste ano, quando o volume chegou a 6.582.670 toneladas.

O destaque do mês ficou por conta das importações, que tiveram um aumento expressivo de 41% em relação ao mesmo período de 2023. O volume passou de 1.741.094 toneladas para 2.446.892 toneladas, puxado principalmente pela importação de fertilizantes, que somou 1.183.490 toneladas, um crescimento de 59% em comparação ao ano passado (745.201 toneladas).

Outro segmento que se destacou foi o de contêineres, que registrou um aumento de 22% nas importações, movimentando 62.218 TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés), contra 51.017 TEUs no mesmo período de 2023.

“O alinhamento das estratégias logísticas e o trabalho integrado das equipes têm sido determinantes para elevar nossa performance e posicionar os portos do Paraná como referência no cenário nacional”, destacou Luiz Fernando Garcia, diretor-presidente da Portos do Paraná.

Nas exportações, os portos do Paraná também registraram crescimento, movimentando 4.423.074 toneladas em agosto, um aumento de 3% em comparação ao mesmo período do ano anterior (4.301.622 toneladas). A soja em grão foi o principal produto exportado, com 1.863.825 toneladas, 10% acima do volume registrado em agosto de 2023 (1.694.016 toneladas).

Mesmo diante de condições climáticas adversas, como os cinco dias de chuva e oito dias acumulados de neblina que impactaram na movimentação de granéis sólidos, o desempenho logístico não foi comprometido. “Atingimos um resultado histórico, com grande eficiência de produtividade, principalmente em relação à descarga ferroviária. Com a finalização das obras do Moegão, projetamos um aumento ainda maior de movimentações e atração de negócios com novos investidores”, afirmou Gabriel Vieira, diretor de Operações da Portos do Paraná.

O Moegão, maior obra portuária em andamento no Brasil, é um projeto estratégico para os portos do Paraná. Com um investimento de R$ 592 milhões, a obra visa reduzir os cruzamentos ferroviários urbanos e aumentar a capacidade de recepção de trens em 65%, passando de 550 para 900 por dia. A conclusão está prevista para o segundo semestre de 2025, prometendo otimizar ainda mais o fluxo de cargas ferroviárias.

FONTE: Agência Estadual de Notícias
Portos do Paraná atingem novo recorde mensal com crescimento nas importações | Agência Estadual de Notícias

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Comércio Exterior, Exportação, Importação, Industria, Informação, Logística, Notícias

Mercosul e Emirados Árabes Unidos avançam em acordo de livre comércio

O Mercosul e os Emirados Árabes Unidos (EAU) estão cada vez mais próximos de um acordo de comércio livre; que promete abrir novas oportunidades para os produtos agroindustriais do bloco sul-americano.

A relação comercial cresceu significativamente em 2024, impulsionada pela recuperação agrícola da Argentina e pelo interesse dos EAU em garantir a sua segurança alimentar. O acordo poderá ser assinado durante a próxima cúpula do G20 no Rio de Janeiro; e representaria um marco na estratégia do Mercosul para expandir seus mercados além da América Latina.

As negociações, na sua terceira rodada, realizada em outubro em Montevidéu, abordaram aspectos-chave como acesso a mercados, regras de origem, padrões sanitários e técnicos; além de outras questões cruciais para facilitar o comércio. O acordo beneficiaria setores estratégicos da Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai; redução de tarifas e simplificação de procedimentos para exportar para um mercado de alto poder aquisitivo. Os produtos agroindustriais, como milho, farelo de soja e carne, seriam os grandes vencedores; enquanto o mercado Halal abre uma oportunidade adicional para produtos certificados.

Os EAU, um centro global de reexportação e logística, oferecem uma vantagem estratégica ao Mercosul, permitindo que os seus produtos circulem facilmente no Médio Oriente e na Ásia. A redução dos custos logísticos e dos tempos de transporte aumentaria a competitividade das exportações sul-americanas.

FONTE: Todo Logistica News
Mercosur y Emiratos Árabes Unidos avanzan en acuerdo de libre comercio – TodoLOGISTICA NEWS

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Acreanos participam da inauguração do Porto de Chancay no Peru, megaestrutura da Nova Rota da Seda

Uma comitiva de políticos e empresários do Acre marcou presença neste sábado, 16, na inauguração do Porto de Chancay, no Peru.

Construído pela China, o complexo é considerado um dos maiores empreendimentos da Nova Rota da Seda e promete revolucionar o comércio intercontinental entre a América do Sul e a Ásia. Entre os presentes estavam o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL), o senador Sérgio Petecão (PSD), além de representantes da Associação Comercial, Industrial, de Serviço e Agrícola do Acre (Acisa) e do setor produtivo local.


A grandiosidade do Porto de Chancay

Localizado a cerca de 70 km de Lima, o porto ocupa 118 hectares e recebeu investimentos de R$ 19,7 bilhões. A infraestrutura inclui um túnel de 2 km para transporte de carga, capacidade para movimentar 1,5 milhão de contêineres e 6 milhões de toneladas de grãos anualmente. Suas instalações suportam até 250 carretas simultaneamente, tornando-se um dos maiores complexos logísticos da América do Sul.

O presidente da Acisa, Marcelo Moura, ressaltou a importância do empreendimento para o Acre. Ele acredita que, devido à proximidade do estado com o porto, o Acre poderá se tornar uma porta de entrada estratégica para o Brasil no comércio internacional.

Expectativas para o Acre

O prefeito Tião Bocalom celebrou a visita e destacou a relevância do Porto de Chancay para o desenvolvimento econômico do Acre. “Essa estrutura representa um impulso significativo para fortalecer o comércio, gerar empregos e promover o crescimento da nossa Rio Branco e de todo o estado do Acre”, afirmou. Com o início das operações, o porto deve ampliar as oportunidades de exportação e importação para o Acre, integrando-o a uma rede global de comércio e investimentos.

FONTE: Diário do Acre
Acreanos participam da inauguração do Porto de Chancay no Peru, megaestrutura da Nova Rota da Seda – Diário do Acre

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Industria, Informação, Inovação, Notícias, Oportunidade de Mercado, Tecnologia

Brasil tem 114 polos industriais com inserção internacional

Estudo capitaneado pelo Observatório FIESC para CNI aponta que setor com maior integração global é o de alimentos e bebidas, seguido pelo de veículos, embarcações e aeronaves e o de máquinas e equipamentos

Um novo estudo da Rede de Observatórios da Indústria, em parceria com o Observatório Nacional da Indústria, mapeia os polos industriais brasileiros, suas áreas de atuação e seus potenciais. O levantamento, liderado pelo Observatório da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), mostra que o país tem 114 polos industriais com inserção internacional, 259 nacionais, 558 estaduais e 361 polos regionais.

O coordenador técnico do projeto no Observatório Nacional da Indústria, Rafael Silva e Sousa, explica que a ferramenta vai servir como um importante instrumento para entender onde estão concentradas as indústrias brasileiras e auxiliar na formulação de políticas industriais regionais. “O projeto enfatiza a identificação e categorização de clusters industriais que são motores econômicos e catalisadores da competitividade em suas respectivas regiões, agrupando os segmentos industriais por relevância e geografia”.


Ferramenta vai contribuir para tomada de decisão e desenvolvimento de políticas públicas. (Fotos: Augusto Coelho/CNI)

Distribuição no território
O coordenador técnico do projeto pelo Observatório FIESC, Marcelo Masera de Albuquerque, explica que as regiões do Sul e Sudeste contam com infraestruturas avançadas que permitem a presença de mais polos industriais. São Paulo apresenta maior complexidade industrial e lidera em quantidade de polos com inserção em outros países.

“Essas regiões apresentam fatores históricos, estruturais e econômicos que permitiram um desenvolvimento industrial mais acelerado que as demais regiões do país. O processo de industrialização precoce nessas regiões permitiu o desenvolvimento de cadeias produtivas complexas e diversificadas. Elas também contam com uma rede logística robusta, incluindo rodovias e acesso a portos de grande capacidade, essenciais para o escoamento da produção para o exterior a um custo logístico competitivo”, reforça.

Ele esclarece também que é essencial ter mais polos industriais em outros estados. “Esse é um fator crucial para o desenvolvimento regional e o fortalecimento da competitividade industrial. Esses polos atuam como centros estratégicos de produção, inovação e capacitação, fomentando o crescimento de setores específicos e estimulando a economia local. Hoje, grande parte dos polos com capacidade exportadora e integração global se concentra nas regiões Sul e Sudeste, o que aprofunda as desigualdades econômicas entre as regiões, impactando diversas esferas da vida social. Expandir esses polos para outros estados e regiões ajudaria a reduzir essas disparidades, promovendo geração de emprego e aumento de renda em localidades menos industrializadas”.

Setores

O polo industrial com maior integração internacional atualmente é o de alimentos e bebidas. Em seguida vem o polo de veículos, embarcações e aeronaves e, em terceiro lugar, o de máquinas e equipamentos. Considerando os polos nacionais com maior presença na economia brasileira, o destaque fica com o setor têxtil, de vestuário e calçados, seguido pelo de energia e pelo de minerais não metálicos.

O que são polos industriais? 

Polos industriais são aglomerados empresariais territorialmente inseridos na economia, capazes de enfrentar a concorrência local, nacional ou internacional. Eles se destacam pela criação e preservação de emprego e renda e estimulam os processos de aprendizagem coletiva, desenvolvimento tecnológico e crescimento econômico.

Metodologia do estudo  

O estudo, coordenado pelo Observatório Nacional da Indústria e liderado pelo Observatório FIESC, faz um mapeamento dos polos industriais por mesorregiões dos estados. O intuito é auxiliar no desenvolvimento de políticas industriais focadas nas capacidades regionais e locais do país.

Para isso, foi feita a divisão dos polos em categorias de abrangência geográfica e de influência – polo regional, estadual, nacional e internacional – com critérios específicos para cada uma delas, incluindo requisitos como o mínimo de empresas necessárias e a significância na empregabilidade e exportações.

FONTE: Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina – FIESC
Gerência de Comunicação Institucional e Relações Públicas

Brasil tem 114 polos industriais com inserção internacional | FIESC

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Comércio Exterior, Exportação, Informação, Logística, Mercado Internacional, Notícias

Exportações crescem 15,5% de janeiro para setembro

As exportações argentinas atingiram 59.124 milhões de dólares entre janeiro e setembro de 2024, um crescimento de 15,5% em relação ao mesmo período do ano anterior.

De acordo com o Instituto Nacional de Estatística e Censos (INDEC). O Brasil consolidou sua posição como principal parceiro comercial da Argentina; representando 17% das exportações e 23% das importações, com aumento de 10,3% nas vendas para esse mercado, lideradas por produtos automotivos e manufaturados.

A China, o segundo mercado mais importante, capturou 8% das exportações argentinas; embora tenha mantido um saldo comercial negativo de 2,853 milhões de dólares devido ao aumento das importações de produtos como eletrônicos e têxteis. As vendas para a China cresceram notáveis 24,6%, impulsionadas por produtos agrícolas e minerais. Em terceiro lugar, Chile e Estados Unidos compartilharam 8% das exportações cada; destacando um aumento de 28,4% nas vendas para o Chile e 14,1% para os Estados Unidos, especialmente em alimentos e produtos agroindustriais.

A diversificação na Ásia e no Oriente Médio também mostrou resultados positivos; com um aumento de 58,2% nas exportações para o Oriente Médio e um aumento de 26,2% para a Índia, reafirmando o potencial de novos mercados. Na Europa, a União Europeia continuou sendo um destino importante, apesar de um déficit comercial de US$ 763 milhões.

FONTE: Todo Logística News
Exportações crescem 15,5% de janeiro a setembro – TodoLOGISTICA NEWS

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