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Incêndio no Porto de Itajaí não causou contaminação ambiental, aponta relatório inicial

O relatório preliminar sobre o incêndio registrado em um guindaste no Porto de Itajaí concluiu que não houve contaminação do rio Itajaí-Açu nem danos ambientais na área afetada. O documento também destaca a rapidez da resposta das equipes envolvidas no combate à ocorrência.

Comissão investiga causas do incêndio

As informações foram apresentadas durante reunião da Comissão de Investigação Administrativa e Preventiva, criada pela Superintendência do porto para apurar as circunstâncias do acidente ocorrido em 25 de abril.

A previsão é de que o relatório final seja concluído até 21 de maio, contendo o resultado completo da investigação e possíveis medidas preventivas para evitar novos incidentes.

Guindaste destruído armazenava óleo diesel

O incêndio atingiu um guindaste móvel pertencente à JBS Terminais. Segundo o relatório, o equipamento passava por manutenção no momento do incidente e possuía aproximadamente 12 mil litros de óleo diesel armazenados no tanque, além de óleo hidráulico.

Apesar da gravidade do incêndio, o documento aponta que a atuação integrada das equipes permitiu o controle rápido das chamas, sem registro de vítimas e sem impactos ambientais no entorno do porto.

Operação contou com atuação integrada

Participaram da operação representantes da Superintendência do Porto de Itajaí, do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina, da Ambipar e da Guarda Portuária.

De acordo com a administração portuária, as atividades no terminal seguem funcionando normalmente após o incidente.

FONTE: Diarinho
TEXTO: Redação
IMAGEM: Arquivo/Divulgação CMBSC

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Incêndio no Porto de Itajaí leva à criação de comissão para reforçar segurança operacional

Após o incêndio que destruiu um guindaste móvel de grande porte no terminal da JBS, na noite de sábado, a Superintendência do Porto de Itajaí instaurou uma Comissão de Investigação Administrativa e Preventiva. A iniciativa foi oficializada por portaria e começou a atuar após reunião com a equipe técnica realizada na segunda-feira.

O grupo terá como principal objetivo analisar os fatos, identificar as circunstâncias e determinar as causas do acidente. Além disso, a comissão deverá apresentar recomendações de segurança portuária, incluindo ações preventivas e corretivas para evitar novos incidentes.

Segundo a administração, a medida reforça o compromisso com a segurança das operações, a proteção de trabalhadores e a continuidade das atividades no porto.

Operações seguem sem interrupções

Apesar do ocorrido, o Porto de Itajaí informou que a movimentação de cargas continua normalmente, sem impactos nas operações programadas. Questionamentos sobre possíveis efeitos ambientais e prejuízos econômicos ainda não foram detalhados pela superintendência.

O guindaste atingido possuía cerca de 12 mil litros de óleo diesel, além de óleo hidráulico. Como medida preventiva, foi instalada uma barreira de contenção no rio Itajaí-Açu, próximo ao berço de atracação, para minimizar riscos de contaminação.

Gestão destaca compromisso com prevenção

De acordo com o superintendente Artur Antunes Pereira, a criação da comissão evidencia a prioridade dada à segurança operacional no porto. Ele ressaltou que a apuração técnica permitirá compreender todos os fatores envolvidos e aprimorar protocolos existentes.

Resposta rápida mobilizou equipes de emergência

O combate ao incêndio contou com a atuação do Corpo de Bombeiros Militar, brigada interna e apoio de um rebocador da praticagem. A ocorrência seguiu o Plano de Controle de Emergências, que estabelece procedimentos para situações como incêndios, explosões e vazamentos de substâncias perigosas.

Diante da gravidade, foi acionado o Plano de Auxílio Mútuo (PAM) do Complexo Portuário, classificado como nível 3 — quando há necessidade de suporte externo.

Empresa afirma que não houve vítimas

A JBS Terminais informou que o incêndio foi rapidamente controlado e não houve feridos nem danos às cargas. A empresa também destacou que o equipamento não estava em operação no momento do incidente.

O Corpo de Bombeiros confirmou que o guindaste, do tipo MHC (Mobile Harbor Crane), estava em manutenção quando o fogo começou. Imagens do local indicam que não havia embarcação atracada durante a ocorrência.

FONTE: DIARINHO
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/CBMSC

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JBS Terminais investe R$ 220 milhões e consolida Porto de Itajaí como hub logístico no Sul

Com um investimento de R$ 220 milhões, a JBS Terminais promoveu uma virada operacional no Porto de Itajaí, em Santa Catarina, reposicionando o terminal como um dos principais hubs logísticos do Sul do Brasil. Desde que assumiu a gestão da área arrendada, em outubro de 2024, a companhia acelerou ganhos de eficiência e devolveu protagonismo ao complexo portuário.

Movimentação de contêineres supera níveis pré-paralisação

O primeiro ano completo sob a nova administração, em 2025, marcou a retomada consistente das operações. O terminal movimentou quase 390 mil TEUs, volume 11% superior ao registrado em 2022, antes da paralisação das atividades. Considerando os primeiros 15 meses de gestão, a movimentação já ultrapassa 430 mil TEUs, com atendimento a cerca de três mil clientes de diferentes segmentos.

Investimentos em tecnologia e infraestrutura ampliam competitividade

Para sustentar o crescimento e reforçar a conectividade internacional, a JBS Terminais direcionou os recursos para modernização tecnológica e expansão da infraestrutura. Entre os destaques estão dois guindastes móveis MHC Konecranes Gottwald ESP.9, com capacidade de até 125 toneladas e alcance para 20 fileiras de contêineres.

O terminal também ampliou sua atuação em cargas refrigeradas, com a instalação de 1.708 tomadas para reefers, além da implantação de oito gates reversíveis, medida que otimiza o fluxo de caminhões e melhora a logística terrestre.

Estratégia busca recuperar protagonismo regional

Segundo o presidente da JBS Terminais, Aristides Russi Junior, o plano de investimentos foi estruturado para recolocar o Porto de Itajaí no centro da logística regional. Para o executivo, a retomada de volumes acima dos patamares anteriores à paralisação confirma a consistência da estratégia adotada desde o início da gestão e a robustez do ativo portuário.

Infraestrutura robusta garante conexões globais

Atualmente, o terminal conta com 180 mil metros quadrados de área operacional, 1.030 metros de cais e quatro berços com profundidade de 14 metros. Essa estrutura viabiliza a operação de 10 linhas regulares de navegação e sete escalas semanais, conectando Santa Catarina a mercados da Ásia, Europa, Américas, Oriente Médio e África.

Ao longo de 2025, o terminal recebeu 384 embarcações e ampliou o portfólio de serviços, com destaque para o serviço LUX, que conecta o Brasil ao Norte da Europa com escalas semanais em Itajaí.

Perfil das cargas reflete a força econômica catarinense

A diversidade das cargas movimentadas acompanha o perfil produtivo de Santa Catarina. As exportações de carnes lideram a pauta, seguidas por madeira, enquanto plásticos, alimentos para animais e máquinas de alto valor agregado se destacam nas operações de importação e exportação. Para a empresa, o terminal é um facilitador do desenvolvimento econômico regional, ao garantir previsibilidade e agilidade logística às indústrias locais.

Geração de empregos e impacto social

Além dos resultados operacionais, a atuação da JBS Terminais também gera impacto social relevante. Atualmente, a operação mantém 345 colaboradores diretos e mobiliza cerca de 600 Trabalhadores Portuários Avulsos diariamente, consolidando o Porto de Itajaí como um importante polo de emprego e renda. A companhia afirma que a gestão busca se tornar referência em excelência portuária, combinando conectividade global e desenvolvimento local sustentável.

FONTE: Jornal Portuário
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/JP

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JBS Terminais avança para concessão definitiva do porto de Itajaí

Enquanto o mercado especula uma possível participação da JBS Terminais no leilão do Tecon 10, em Santos, a empresa mantém o foco voltado para Santa Catarina. O CEO da companhia, Aristides Russi Jr., afirma que qualquer decisão sobre Santos depende dos termos do edital, ainda não divulgado. No momento, a atenção está concentrada na operação do porto de Itajaí, onde a empresa atua há 14 meses sob concessão provisória.

Localizado às margens do rio Itajaí-Açu, o porto divide protagonismo regional com a Portonave, em Navegantes, terminal controlado pela TiL, braço da armadora suíça MSC.

Desempenho operacional e retomada rápida
Segundo Russi Jr., a JBS Terminais conseguiu recuperar a atividade do terminal em ritmo acelerado. Atualmente, o porto opera com dez linhas de navegação e atinge cerca de 93% do volume contratado.

O compromisso firmado prevê a movimentação de 44 mil TEUs por mês — unidade equivalente a um contêiner de 20 pés. De acordo com a empresa, a média atual gira em torno de 41 mil TEUs mensais, patamar próximo ao recorde histórico do terminal.

Ex-diretor da APM Terminals, antiga concessionária do porto, Russi Jr. destaca que parte da infraestrutura, como os portêineres, foi herdada da operação anterior, contribuindo para a retomada mais eficiente.

Histórico turbulento da concessão
O porto de Itajaí ficou cerca de um ano e meio sem operar após o fim do contrato com a APM. O processo licitatório enfrentou impasses, com desclassificação dos dois primeiros colocados. A empresa Mada Araújo, que obteve vitória judicial, assumiu a concessão, mas não chegou a movimentar cargas.

Posteriormente, com aval da Antaq, os direitos operacionais foram repassados à JBS Terminais, que iniciou a reativação do terminal. Para recuperar a confiança do mercado, a companhia investiu aproximadamente R$ 150 milhões.

Impacto econômico local
A operação emprega cerca de 600 trabalhadores, entre funcionários diretos e avulsos, com uma folha anual de aproximadamente R$ 50 milhões. A empresa também lidera a arrecadação de ISS no município, com cerca de R$ 7 milhões por ano.

Mesmo esperando concorrência no novo leilão, a JBS Terminais é vista como favorita à concessão definitiva. Dados do setor indicam que mais da metade dos leilões portuários realizados desde 2016 contou com apenas um proponente.

Questionamentos no TCU e posicionamento da empresa
O TCU analisou uma denúncia anônima relacionada à concessão, envolvendo metas de movimentação apresentadas pela Mada Araújo e suposto não pagamento de multas contratuais. A JBS Terminais afirma que atua em conformidade com todas as obrigações legais, que o tema já foi analisado pelo tribunal e que não há inadimplência.

Segundo a companhia, os volumes atuais já superam em 11% o melhor desempenho registrado antes da paralisação do porto, em 2022.

Desafios de infraestrutura e acesso
Apesar da recuperação operacional, o terminal enfrenta entraves estruturais. O calado médio do canal é de 13 metros, insuficiente para receber navios de grande porte, que exigem mais de 16 metros. A concessão do canal, dentro do programa de privatizações federais, é apontada como uma possível solução.

Limitações de espaço, dragagem deficiente e restrições operacionais obrigam manobras complexas das embarcações. Além disso, o acesso rodoviário preocupa o setor, com as BR-101 e BR-470 operando próximas ao limite de capacidade.

Para a empresa, a falta de infraestrutura viária adequada impacta diretamente a performance logística do porto e exige articulação com os governos estadual e federal.

FONTE: Folha de São Paulo
TEXTO: Redação
IMAGEM: Ricardo Wolffenbuttel/JBS Terminais

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Governo Federal ainda não define modelo de gestão do Porto de Itajaí após um ano.

Gestão do terminal será feita por estatal da Bahia em 2026.

Após retomar o controle do Porto de Itajaí em 2025, o Governo Federal segue sem apresentar um modelo consolidado para a administração do terminal. Passado mais de um ano desde o início do novo ciclo, a condução do porto é marcada por decisões sucessivas, mudanças de comando e indefinições quanto ao futuro da gestão.

Mudanças frequentes no comando

Nos primeiros meses após a federalização, um gestor vindo do Porto de Santos foi indicado para liderar o terminal. Pouco tempo depois, o advogado João Paulo Bastos Tavares Gama assumiu a superintendência. A permanência, no entanto, foi breve.

O motivo foi uma crise institucional envolvendo a Autoridade Portuária de Santos, que tentou indicar novos nomes para cargos estratégicos em Itajaí. O movimento gerou desgaste político e tensionou a relação entre as administrações, abrindo espaço para nova intervenção federal.

CODEBA assume gestão provisória

Diante do impasse, o Ministério dos Portos decidiu alterar o rumo da administração. A pasta anunciou que a CODEBA — Companhia das Docas do Estado da Bahia — deverá assumir, de forma provisória, a gestão do Porto de Itajaí.

Embora apresentada como uma solução técnica, a decisão tem forte viés político. A expectativa é de que cargos estratégicos passem a ser ocupados por integrantes da base de apoio do governo Lula em Santa Catarina, transformando o porto também em um espaço de articulação política regional.

Proposta prevê estatal catarinense

De acordo com informações divulgadas pelo próprio terminal, o plano do Governo Federal é criar, no médio prazo, uma estatal catarinense para assumir definitivamente a administração do porto. Até que isso se concretize, a CODEBA permaneceria à frente das operações.

Enquanto a proposta não sai do papel, o cenário segue marcado pela incerteza e pela ausência de um modelo claro de governança.

Críticas à federalização e resultados limitados

Críticos da federalização do Porto de Itajaí, especialmente aqueles que se posicionaram contra o fim de quase três décadas de gestão municipal, afirmam que os avanços práticos são limitados. Na avaliação desse grupo, pouco mudou desde que Brasília assumiu o controle do terminal.

Na prática, a retomada mais consistente das atividades só ocorreu após a concessão de dois berços à JBS Terminais. Atualmente, essa operação responde por grande parte da movimentação portuária, sendo decisiva para a retomada da economia local e para o aquecimento da atividade logística na cidade.

Fonte: Com informações de documentos oficiais e relatos do setor portuário.
Texto: Redação

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Operação da JBS no Porto de Itajaí reacende debate sobre gestão temporária e cumprimento da MME

A atuação da JBS Terminais à frente do Porto de Itajaí (SC) voltou a gerar debate no setor portuário após denúncias de possível descumprimento da Movimentação Mínima Exigida (MME) prevista no contrato de arrendamento transitório firmado com a Antaq. A forma como a empresa assumiu a operação também é alvo de investigação da Polícia Federal, que apura indícios de irregularidades no processo seletivo que resultou na contratação.

A JBS passou a operar o terminal em maio de 2024, ao adquirir 70% da Mada Araújo Asset Management, vencedora da seleção pública de 2023. A consultoria, sem histórico no segmento portuário, havia ficado inicialmente em segundo lugar, mas acabou classificada após a diretoria da agência reverter o parecer técnico da equipe de análise.

Processo seletivo é questionado desde o início

A nova seleção surgiu após a saída da APM Terminals, que deixou a operação em 2023 após forte queda na movimentação. O edital estabelecia que a MME seria o critério central para definir o operador transitório.

Sete empresas apresentaram propostas, variando entre 5,6 mil e 66,6 mil TEUs mensais. A maior oferta foi descartada pela CPLA por ser considerada inviável. Mesmo assim, pareceres internos apontavam que a Mada Araújo, com proposta de 44 mil TEUs ao mês, também não teria condições de cumprir a meta. Apesar disso, a diretoria da Antaq alterou o entendimento e habilitou a empresa — decisão que permitiu à JBS assumir o terminal posteriormente.

Divergências sobre cumprimento da MME

As denúncias apresentadas ao setor indicam que, mesmo após o período de adaptação contratual, a empresa não teria alcançado a movimentação mínima estipulada. O contrato prevê que a MME seja cobrada a partir do sexto mês de operação.

Em nota, a JBS afirma estar cumprindo todas as exigências e que tem compensado financeiramente eventuais diferenças de volume. A companhia argumenta ainda que sua presença foi determinante para reativar o terminal, que em 2023 registrou apenas 334 TEUs.

Dados apresentados pela empresa e reconhecidos pela Antaq mostram crescimento constante desde outubro de 2024, com mais escalas e retomada progressiva do fluxo de cargas. A projeção é encerrar 2025 com 410 mil TEUs movimentados.

Investigações e possíveis penalidades

O edital inclui sanções para casos de descumprimento, entre elas advertência, suspensão temporária e até declaração de inidoneidade para contratar com o poder público.

A denúncia enviada ao TCU pede a suspensão do contrato, alegando que o desempenho não corresponde às obrigações assumidas. Também questiona a participação da empresa em novos processos seletivos.

Paralelamente, a Polícia Federal investiga supostos indícios de fraude na seleção que definiu a Mada Araújo como vencedora e na operação societária que permitiu a entrada da JBS.

Setor portuário acompanha impacto e próximos passos

Como Itajaí é um dos principais polos logísticos do Sul do país, qualquer instabilidade afeta toda a cadeia de transporte marítimo. Armadores, operadores e entidades acompanham de perto os desdobramentos, enquanto aguardam a abertura de uma licitação definitiva para o terminal.

Os debates sobre desempenho operacional, regularidade contratual e transparência devem orientar as decisões da Antaq e dos órgãos de controle nos próximos meses.

FONTE: Jornal Portuário
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Porto de Itajaí- Navegantes

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Porto de Itajaí e Prefeitura definem medidas para reduzir filas de caminhões nas vias próximas ao terminal

A Prefeitura de Itajaí e o Porto de Itajaí definiram novas estratégias para diminuir a fila de carretas que se forma em frente ao terminal portuário, especialmente nas avenidas Coronel Eugênio Müller e Irineu Bornhausen. O encontro, realizado na última sexta-feira (24), reuniu representantes do Município, da JBS Terminais e do Poder Legislativo Municipal para discutir soluções que garantam mais fluidez ao tráfego e segurança na região.

Ações imediatas para controle das filas

Entre as medidas definidas, está a presença de dois agentes portuários em frente ao terminal, responsáveis por verificar os horários de agendamento das carretas e orientar os motoristas sobre a permanência ou não na fila. A ação começou a valer ainda na última sexta-feira.

O secretário de Segurança Pública, Ettore Stenghele, e o coordenador da Codetran, Leandro Ferreira, participaram da reunião, ao lado do vereador Pedro Molleri, que representou o Legislativo Municipal. O objetivo é reduzir congestionamentos, evitar transtornos à população e garantir maior organização no acesso ao porto.

Tecnologia e fiscalização integrada

Para reforçar o controle de fluxo, um sistema eletrônico de Leitura de Placas de Veículos (LPR) será implantado pela JBS Terminais. O sistema conta com câmeras de monitoramento nas vias de acesso ao porto e funcionará de forma integrada ao trabalho dos agentes portuários.

Atualmente em fase de testes, o LPR deve entrar em operação na segunda quinzena de novembro, permitindo monitoramento em tempo real e maior precisão na identificação dos veículos.

Sinalização e orientação ao trânsito

A Coordenadoria de Trânsito de Itajaí (Codetran) instalará novas placas de sinalização em pontos estratégicos da avenida Irineu Bornhausen, indicando rotas alternativas para o acesso ao terminal portuário. Além disso, os agentes de trânsito irão intensificar a presença na região, garantindo agilidade e segurança no deslocamento de caminhões e veículos leves.

As ações conjuntas entre o Município, o Porto de Itajaí e a JBS Terminais reforçam o compromisso com uma logística mais eficiente, menos impacto urbano e maior fluidez nas operações portuárias.

FONTE: Band fm Itajaí
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Band fm Itajaí

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JBS Terminais destaca resultados expressivos em seu primeiro ano de operação em Itajaí

A JBS Terminais, negócio da JBS S.A., celebra conquistas significativas em seu primeiro ano de operação no Porto de Itajaí, em Santa Catarina. Em apenas doze meses, a empresa consolidou resultados expressivos, retomou a movimentação de contêineres após quase dois anos de paralisação e alcançou marcos importantes para o setor portuário brasileiro.

Desde o início das operações, a JBS movimentou mais de 300 mil TEUs, sendo 262 mil apenas em 2025, atendendo cerca de 2.400 clientes, entre eles grandes nomes como JBS/Seara, Berneck, Aurora, Mow Brazil, Pallets Castillo, Britânia, Comexport, Mexichem, Capital Trade e Benteler. Entre as operações de grande porte, destaca-se a importação de mais de 7.200 veículos da BYD.

O resultado financeiro também evidencia a força da operação: já foram investidos mais de R$ 130 milhões no terminal, e o lucro líquido acumulado neste ano atingiu R$ 60 milhões, superando em 12% o orçamento previsto.

O crescimento da empresa está apoiado em medidas estruturantes. A unificação das áreas operacionais, autorizada pelo Ministério de Portos e Aeroportos e pela Antaq, ampliou a eficiência logística e trouxe mais estabilidade às operações. Além disso, a duplicação da capacidade de atracação, agora com quatro berços disponíveis, permite ao terminal receber até três navios de grande porte simultaneamente, consolidando Itajaí como referência na movimentação de cargas.

O contrato transitório de arrendamento foi prorrogado em 29 de setembro pelo Ministério de Portos e Aeroportos, garantindo a continuidade das operações e reforçando o papel estratégico da JBS no Porto de Itajaí.

De acordo com Aristides Russi Junior, CEO da JBS Terminais:
“Conseguimos restabelecer a confiança no terminal e mostrar que Itajaí pode voltar a ocupar um lugar de destaque no cenário portuário brasileiro. A unificação das áreas trouxe mais previsibilidade e eficiência para nossos clientes, ao mesmo tempo em que reforça nosso compromisso de gerar desenvolvimento econômico para a cidade, para Santa Catarina e para o país. Esse avanço também se reflete na geração de empregos: hoje somos mais de 300 colaboradores diretos e mais de 1.000 postos de trabalho indiretos ligados às atividades do terminal. Quero destacar o excelente trabalho da nossa equipe, que tem sido essencial para atingirmos esses resultados e superarmos desafios desde o início das operações.”

O primeiro ano de operação demonstra a consolidação de uma gestão eficiente e orientada para resultados, reforçando a posição da JBS Terminais como um parceiro estratégico para clientes e para o desenvolvimento do Porto de Itajaí.

Sobre a JBS:

Com 70 anos de história, a JBS S.A. é uma multinacional brasileira, reconhecida como uma das líderes globais da indústria de alimentos. Com sede em São Paulo, a Companhia está presente em mais de 20 países, empregando mais de 280 mil colaboradores que seguem rigorosas diretrizes de sustentabilidade, inovação, qualidade e segurança alimentar.

O portfólio diversificado da JBS inclui carnes in natura, congelados, pratos prontos e marcas reconhecidas nacional e internacionalmente, como Friboi, Seara, Doriana, Massa Leve, Pilgrim’s Pride, Swift Prepared Foods, entre outras. A Companhia também atua em negócios correlacionados, como couro, biodiesel, colágeno, embalagens metálicas, transportes e soluções em gestão de resíduos, promovendo a sustentabilidade em toda a cadeia de valor.

FONTE: ASSESSORIA DE IMPRENSA
IMAGEM: ASSESSORIA DE IMPRENSA

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Governo federal prorroga contrato da JBS Terminais no Porto de Itajaí

Medida estende arrendamento transitório até o futuro leilão do porto

O contrato de arrendamento transitório da JBS Terminais no Porto de Itajaí foi prorrogado pelo Ministério dos Portos neste mês. Ao DIARINHO, o órgão informou que o prazo de prorrogação é de até dois anos ou até o futuro leilão do porto, previsto para 2026, valendo o que acontecer primeiro.

O aditivo contratual foi assinado no dia 11 de setembro pelo secretário nacional de Portos, Alex Sandro de Ávila; o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Frederico Carvalho Dias; o presidente da Autoridade Portuária de Santos (APS), Anderson Pomini; e os diretores da JBS Terminais, Aristides Russi Júnior e Roberto Carlos Morgan Castagnaro.

“O motivo [da prorrogação] é garantir a operação e alinhar a operação do arrendamento transitório ao que está sendo modelado para a licitação de longo prazo. O projeto do leilão está qualificado no PPI [Programa de Parcerias de Investimentos] e prevê a operação integrada das áreas do Porto de Itajaí por um único arrendamento”, informou o Ministério dos Portos.

A decisão leva em conta a liberação de novas áreas do Porto de Itajaí para a movimentação de contêineres, com previsão de novos investimentos pela JBS.

“O contrato prevê o valor a ser pago por metro quadrado e o valor a ser pago por contêiner movimentado. Logo, conforme deliberado pela Antaq, os ganhos operacionais decorrentes dos aditivos refletirão em maior remuneração à autoridade portuária”, ressaltou o ministério.

O contrato transitório vem desde dezembro de 2023, com dois anos de duração. A prorrogação era prevista diante das mudanças no projeto de leilão do porto, que foi separado da concessão do canal portuário, em modelo inédito do Brasil. Pelo cronograma, o edital do canal portuário será lançado primeiro, com chance de sair ainda neste ano. Já o leilão do terminal é previsto no primeiro semestre de 2026.

A ampliação do contrato também era solicitada pela empresa devido à mudança de titularidade do arrendamento, inicialmente com a Mada Araújo e depois sob o comando da Seara, do grupo JBS.

Um ano em operação

A empresa passou a operar como JBS Terminais em setembro de 2024. Já a movimentação de contêineres com linhas regulares começou, na prática, em outubro, marcando a volta das operações no terminal após quase dois anos de crise.

Desde então, a empresa vem alavancando a movimentação, sendo destaque nacional na recuperação do porto. A JBS Terminais já passou a marca de 200 mil TEUs (unidade padrão de contêiner) operados em Itajaí. Neste ano, até julho, segundo dados da Superintendência do Porto, foram 168 mil TEUs. Julho foi o melhor mês do período, com 34.256 TEUs. A empresa projeta alcançar e bater a meta mensal de 44 mil TEUs.

Para isso, desde julho a JBS detém o controle de todas as áreas operacionais do porto, conforme autorização da Antaq e oficialização do Ministério dos Portos. A gestão única serve como “modelo-piloto” do projeto de arrendamento definitivo do terminal, que prevê uma empresa tocando o porto todo, e traz mais de R$ 130 milhões de investimentos pro terminal, segundo a empresa.

Fonte: Diarinho

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Comércio Exterior, Logística, Notícias, Portos

JBS Terminais integra todas as áreas do terminal de Itajaí em seu contrato de arrendamento e impulsiona a eficiência do terminal

Na prática, a JBS Terminais passa a operar todos os berços de atracação e áreas disponíveis,
ampliando significativamente a eficiência das operações.

A unificação das áreas foi oficializada nesta sexta-feira (04) pelo Ministério de Portos e Aeroportos, após deliberação da ANTAQ, consolidando o adensamento operacional das áreas sob responsabilidade da empresa, que detém contrato transitório de arrendamento.

Esse adensamento, inédito em Itajaí, não apenas melhora a previsibilidade e produtividade para os clientes, mas também beneficia diretamente os trabalhadores portuários, que passam a contar com maior estabilidade, previsibilidade e oportunidades de renda com o modelo unificado.

A recente duplicação da capacidade de atracação — agora com quatro berços operacionais —, somada à expansão da área retroportuária, permite que o terminal de Itajaí receba até três navios de grande porte simultaneamente, eliminando gargalos logísticos e acelerando o fluxo de cargas na região. Essas melhorias criam maior sinergia, aumentam a competitividade, reduzem os impactos urbanos e impulsionam toda a cadeia produtiva local e nacional.

Segundo nota técnica do Ministério de Portos, “a expansão está alinhada à modelagem em curso para a licitação de longo prazo do terminal, que prevê o arrendamento integral da área operacional a um único operador. O adensamento no contrato transitório permitirá testar previamente esse modelo, validando sua viabilidade operacional, a sinergia entre atividades e a adequação da infraestrutura. Assim, minimiza-se o risco de falhas na implementação futura, conferindo maior segurança ao processo licitatório definitivo.”

Reconhecido como o segundo maior complexo portuário em movimentação de contêineres do Brasil e líder na exportação de cargas frigorificadas, o terminal de Itajaí está em vias de retomar esse protagonismo — agora com uma operação centralizada e moderna. “Conseguimos, em pouco tempo, recolocar Itajaí na posição de protagonista como um terminal eficiente e competitivo. Ao adensarmos as áreas, reforçamos nosso compromisso com o desenvolvimento econômico de Itajaí, de Santa Catarina e do Brasil. Estamos ampliando a eficiência logística, atraindo novas rotas e cargas, o que vai impulsionar a economia regional e nacional”, destaca Aristides Russi Junior, CEO da JBS Terminais.

Com essa conquista, a JBS Terminais — empresa do grupo JBS, especializada em gestão de terminais — consolida seu papel como parceira estratégica do Porto de Itajaí e da região. A unificação das operações sob gestão privada traz dinamismo, investimentos e empregos, promovendo desenvolvimento sustentável. Além dos ganhos imediatos em produtividade, a iniciativa projeta Itajaí novamente como hub logístico de excelência no cenário nacional e internacional.

Sobre a JBS Terminais
A JBS Terminais é uma empresa do grupo JBS dedicada a soluções logísticas portuárias. Desde que assumiu o contrato de arrendamento do terminal de Itajaí, em 2024, a companhia já movimentou mais de 163.344 TEUs e investiu R$ 130 milhões em modernização e expansão da infraestrutura local. Com 1.030 metros de cais acostável, calado de 14 metros e ampla área retroportuária, o terminal está capacitado a atender às demandas crescentes do comércio exterior, alinhando eficiência operacional com o compromisso de impulsionar o desenvolvimento do Porto de Itajaí.

TEXTO E FOTO: Assessoria de imprensa

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