Evento

FIESC leva educação, inovação e saúde ocupacional à Expomar 2026 em Itajaí

A Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) estará presente na Expomar 2026, evento que reúne as cadeias produtivas e de negócios que atendem à pesca, à maricultura e à logística da região. A feira, de 24 a 26 de junho, no Centreventos, em Itajaí (SC), será uma oportunidade de fortalecer o papel institucional da FIESC, divulgar serviços e se aproximar das demandas da região.

Entre as atividades que serão divulgadas no evento, destaca-se o curso técnico em Construção Naval, realizado pelo SENAI em Itajaí, que forma profissionais para controlar e inspecionar o processo de construção naval, supervisionar instalações e montagem de estruturas, além de desenvolver projetos. A formação é presencial, e o início da próxima turma está previsto para agosto.

As equipes também estarão disponíveis para tirar dúvidas sobre a Escola SESI de Referência, localizada em Itajaí, que oferece aos estudantes uma jornada completa de educação básica – do infantil ao ensino médio. A escola apresenta uma proposta pedagógica alinhada às diretrizes do Novo Ensino Médio, baseada no movimento STEAM – Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática.

“Eventos como a Expomar precisam ser incentivados. São uma grande oportunidade de fortalecer o setor e de estarmos cada vez mais perto das demandas da comunidade”, afirma a gerente do SESI, SENAI e IEL na região, Silvana Meneghini.

IA e Segurança do Trabalhador

Quem visitar a FIESC na Expomar também poderá ter acesso a mais informações sobre o SCTEC, um programa do Governo de Santa Catarina, em parceria com o SENAI/SC. A iniciativa visa impulsionar a inovação e o desenvolvimento tecnológico no estado e capacita o participante para o uso da Inteligência Artificial, preparando-o para construir ou aprimorar sua carreira em tecnologia.

Também será possível conhecer mais detalhes dos serviços de Saúde e Segurança do Trabalho. Por meio deles, o SESI Saúde apoia as empresas no cuidado com os trabalhadores, na promoção de ambientes de trabalho mais seguros e produtivos, no fortalecimento da cultura de segurança e no atendimento às Normas Regulamentadoras. Entre as soluções oferecidas, estão Gestão de Laudos e Programas, Gestão de Absenteísmo, Assessorias e Consultorias, Medicina do Trabalho, Ergonomia, Audiometria Ocupacional e Cursos de NRs.

Fórum Empresarial

No dia 26/06, acontece o Fórum Empresarial FIESC x Expomar, um encontro que debaterá temas importantes para o setor, como reforma tributária, expansão das áreas marinhas protegidas, gestão sustentável e saúde mental em alto-mar. O presidente da FIESC, Gilberto Seleme, participará da abertura do evento. Dentro da programação, também acontecerá a reunião do Conselho da Indústria de Alimentos e Bebidas da FIESC. Será o primeiro encontro presidido por Rosemeri Francener, que também é CEO da DR Aromas & Ingredientes.

FOTO E TEXTO: Assessoria de Imprensa da FIESC

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Portos

Terminal Barra do Rio consolida expertise em cargas de projeto e amplia competitividade da indústria brasileira

Terminal Barra do Rio consolida expertise em cargas de projeto e amplia competitividade da indústria brasileira

Em um cenário em que projetos industriais exigem soluções logísticas cada vez mais especializadas, o Terminal Barra do Rio, em Itajaí (SC), vem se consolidando como um dos principais operadores de cargas de projeto do Sul do Brasil. Com infraestrutura preparada para movimentar equipamentos de grandes dimensões, cargas indivisíveis e operações break bulk, o terminal oferece soluções completas que vão além da operação portuária tradicional.

Instalado em um dos principais polos logísticos do país, o empreendimento conta com aproximadamente 60 mil metros quadrados de pátios para armazenagem e mais de 17 mil metros quadrados de áreas cobertas, incluindo um armazém com 5 mil metros quadrados localizado junto ao cais, ideal para mercadorias sensíveis às condições climáticas.

A especialização em cargas não convencionais permite atender segmentos como metalurgia, siderurgia, energia, indústria química e bens de capital, movimentando desde barras de aço e alumínio até equipamentos industriais de grande porte.

Segundo o diretor presidente do Terminal Barra do Rio, Ricardo Ramos Moraes, o diferencial está na capacidade de desenvolver soluções sob medida para cada operação. “Mais do que movimentar cargas, o Terminal Barra do Rio contribui para aumentar a competitividade da indústria brasileira, transformando desafios logísticos em oportunidades de negócios”, destaca.

A infraestrutura operacional inclui um guindaste móvel de cais (MHC) com capacidade para até 140 toneladas, reachstackers Kalmar de 45 toneladas e uma frota completa de empilhadeiras, garantindo segurança e eficiência na movimentação de cargas especiais e heavy lifts. Além disso, o cais de 220 metros permite receber embarcações de até 170 metros de comprimento, com capacidade operacional que pode chegar a 12 mil toneladas por escala, dependendo das características da carga e do navio.

Soluções completas para projetos especiais

Outro diferencial do Terminal Barra do Rio é a atuação como centro logístico para projetos de exportação em contêineres Flat Rack e Open Top. O terminal oferece serviços integrados de armazenagem, unitização, peação, lashing, embalamento e certificação para exportação, atendendo operações realizadas tanto em seu próprio cais quanto em outros terminais da região de Itajaí e Navegantes.

Para Ricardo Ramos Moraes, a combinação entre estrutura e conhecimento técnico faz toda a diferença para os clientes. “A combinação entre infraestrutura especializada, experiência operacional e relacionamento consolidado com armadores e agentes marítimos voltados ao segmento de cargas de projeto e break bulk permite oferecer soluções completas para os setores metalúrgico, siderúrgico, energético, químico e de bens de capital.”

Parceiro estratégico para operações complexas

Com uma equipe altamente qualificada e foco em planejamento operacional, o Terminal Barra do Rio atua como parceiro estratégico para empresas que buscam eficiência, flexibilidade e segurança em operações logísticas complexas. “Estamos preparados para agregar eficiência, segurança e valor às operações de nossos clientes no Brasil e no exterior, oferecendo soluções personalizadas para cada projeto”, afirma Ricardo Ramos Moraes.

Em um mercado cada vez mais competitivo, a capacidade de integrar infraestrutura, expertise técnica e atendimento especializado posiciona o Terminal Barra do Rio como uma referência nacional na movimentação de cargas de projeto, contribuindo diretamente para a competitividade das empresas brasileiras no comércio internacional.

TEXTO: REDAÇÃO COM INFORMAÇÕES DE TERMINAL BARRA DO RIO

IMAGENS: DIVULGAÇÃO / TERMINAL BARRA DO RIO

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Comércio Exterior

Comex em Movimento valoriza a cadeia do comércio exterior e da logística em Santa Catarina

Projeto realizado em parceria entre o Grupo ND e o ReConecta News vai trazer conteúdos exclusivos para valorizar as empresas e o setor

Quem passa pelo centro de Itajaí não deixa de perceber a movimentação de contêineres na área do Porto e admirar a passagem dos navios cargueiros pelo Rio Itajaí-Açu. Em 2025, Itajaí foi a cidade que mais importou no Brasil, movimentando US$ 16,3 bilhões. Mas o que muita gente não sabe é que, para que esses resultados apareçam, é preciso muito mais: por trás de cada contêiner existem centenas de empresas que fazem o comércio exterior girar.

Para mostrar e valorizar toda essa cadeia do comércio exterior e da logística, o grupo ND, em parceria com o ReConecta News, lançou o projeto Comex em Movimento. A iniciativa foi apresentada nesta terça-feira (02), em um evento exclusivo para empresários e profissionais do setor. O objetivo é mostrar, de forma simples, dinâmica e acessível, como o comércio exterior e a logística impactam a economia, os negócios e o dia a dia das pessoas.

Segundo Cristian Vieceli, diretor regional do Grupo ND, a ideia é produzir conteúdos rápidos, informativos e curiosos, valorizando as empresas do setor. “O projeto vai abranger a produção de conteúdo não apenas na região de Itajaí, mas também nas regiões de Blumenau, Chapecó e Joinville, onde estão concentradas muitas empresas que exportam e importam”, destaca.

Para Renata Palmeira, CEO do ReConecta News, o projeto Comex em Movimento traz uma oportunidade única para fortalecer a autoridade das empresas, além de gerar novos negócios. “É muito importante termos a oportunidade de apresentar todo o nosso complexo logístico. Santa Catarina é o único estado do Brasil que tem cinco portos, e no Oeste estão os maiores exportadores do país. Precisamos cada vez mais fortalecer as marcas e trazer mais negócios”, comenta.

Conteúdo relevante 

O projeto Comex em Movimento terá duração de três meses. Durante esse período, serão produzidos conteúdos em vídeo exibidos semanalmente na programação da NDTV Record nas regiões participantes. Mas a disseminação desse conteúdo não para por aí. No ambiente digital, o projeto contará com um canal exclusivo no Portal ND Mais e no ND Play, reunindo todos os conteúdos exibidos na TV, além de um publieditorial mensal com os destaques do período, ampliando a visibilidade e a força da iniciativa.

Hoje, o comércio exterior representa mais de 20% do PIB nacional. Somente nos primeiros seis meses deste ano, a corrente de comércio — soma das importações e exportações — chegou a US$ 208,3 bilhões, representando um crescimento de 6,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. Boa parte dessa movimentação passa por Santa Catarina. “Difundir o comércio exterior do nosso estado, que é o segundo em movimentação no Brasil, é extremamente importante. Em 2025, Santa Catarina cresceu acima da média nacional nas importações, chegando a 19%. Isso mostra o nosso potencial e a nossa criatividade para driblar as dificuldades”, destaca Daise Santos, coordenadora do Núcleo de Comércio Exterior da ACII.

Para as empresas que têm a oportunidade de participar do projeto, a iniciativa do Grupo ND e do ReConecta, representa uma estratégia para fortalecer a marca. “Estamos há três anos no mercado, e divulgar o nosso nome até mesmo em rede nacional é uma excelente oportunidade, inclusive para que as pessoas entendam a qualidade do serviço prestado aqui”, comenta Uriel de Paula, supervisor de gerenciamento de risco da Sigatrans.

Texto: Daiana Brocardo – ReConecta News
Imagens: Giovana Santos / ReConecta News

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Meio Ambiente

El Niño em Itajaí: condomínios reforçam prevenção contra chuvas intensas

A cidade de Itajaí intensificou ações de prevenção para reduzir os impactos provocados pelo El Niño em áreas residenciais e condomínios. A iniciativa reúne a prefeitura e administradores condominiais em um trabalho conjunto voltado à segurança dos moradores diante da previsão de chuvas fortes no Litoral Norte catarinense.

Entre as principais medidas adotadas estão o acompanhamento de áreas consideradas de risco, além da manutenção de sistemas de drenagem e limpeza da rede pluvial. O objetivo é evitar transtornos como alagamentos, infiltrações e danos estruturais causados pelas mudanças climáticas.

Orientações buscam reduzir riscos em condomínios

Os responsáveis pela gestão de condomínios também estão orientando moradores sobre práticas preventivas durante períodos de chuva intensa. As recomendações incluem cuidados com descarte de resíduos, verificação de calhas e atenção a possíveis pontos de acúmulo de água.

A mobilização ocorre em meio às preocupações com os efeitos do fenômeno El Niño em diferentes regiões de Santa Catarina, especialmente em cidades mais suscetíveis a temporais e enchentes.

Segurança e prevenção são prioridades

Com a adoção antecipada das medidas, o município busca minimizar prejuízos materiais e aumentar a proteção da população nos próximos meses. A expectativa é que o trabalho preventivo contribua para reduzir impactos provocados por eventos climáticos extremos.

FONTE: Balanço Geral Itajaí
TEXTO: Redação
IMAGEM: Sentinel-6 Michael Freilich/Nasa

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Indústria

Itajaí avança na indústria de defesa com criação de novo polo estratégico

A cidade de Itajaí deu um passo importante para fortalecer sua presença na indústria de defesa brasileira. A Prefeitura, a Fiesc e o Sebrae assinaram um protocolo de intenções para viabilizar a criação do Polo da Indústria da Defesa no município.

O acordo foi formalizado durante a abertura da 4ª edição da SC Expo Defense, Inovação e Tecnologia, em Florianópolis. A proposta busca estimular novos investimentos, incentivar a inovação tecnológica e ampliar a participação de empresas catarinenses em um setor considerado estratégico para a economia nacional.

Polo pretende fortalecer cadeia produtiva do setor

Com a parceria, as instituições envolvidas pretendem unir esforços para impulsionar negócios, fomentar pesquisas e desenvolver a cadeia produtiva ligada às áreas de defesa e segurança.

A iniciativa ganha força porque Itajaí já abriga uma das operações mais relevantes da indústria naval militar do país: o Programa Fragatas Classe Tamandaré (PFCT), conduzido pelo TKMS Brasil Sul.

O projeto é considerado atualmente o maior programa de construção naval militar em execução no Brasil, com investimentos estimados em R$ 12 bilhões. Além disso, o empreendimento gera cerca de 2 mil empregos diretos e mais de 6 mil vagas indiretas na região.

Projeto quer atrair empresas de tecnologia e pesquisa

Além da fabricação das fragatas, o futuro polo industrial pretende ampliar a presença de fornecedores, startups, centros de pesquisa e instituições de ensino voltadas ao segmento de defesa nacional.

A expectativa é criar um ambiente favorável ao desenvolvimento de novos produtos, tecnologias e serviços voltados às demandas das Forças Armadas e do setor de segurança.

Outro fator considerado estratégico para a implantação do polo é a infraestrutura logística de Itajaí. O município conta com porto, acesso rodoviário e tradição industrial, características vistas como fundamentais para a expansão da atividade econômica.

Prefeitura destaca protagonismo de Itajaí no setor

Segundo o prefeito Robison Coelho, a formalização do protocolo marca um avanço importante para consolidar o município como referência nacional na área de defesa.

De acordo com ele, a cidade já ocupa posição de destaque com a construção das fragatas e agora busca ampliar sua atuação no fornecimento para a base industrial de defesa do país, além de abrir novas oportunidades econômicas para a região.

Indústria de defesa movimenta bilhões na economia

A chamada Base Industrial de Defesa reúne empresas, universidades, centros de pesquisa e órgãos governamentais responsáveis pelo desenvolvimento e manutenção de equipamentos utilizados pelas Forças Armadas.

O setor engloba a produção de navios, aeronaves, drones, radares, sistemas tecnológicos e diversos componentes estratégicos para operações militares e de segurança.

Dados da Estratégia Nacional de Defesa 2025 apontam que cada R$ 1 investido na indústria de defesa pode gerar aproximadamente R$ 10 no Produto Interno Bruto (PIB). Já aportes de R$ 10 milhões no segmento têm potencial para movimentar cerca de R$ 18,6 milhões na economia de forma direta e indireta.

Em Santa Catarina, o setor movimentou cerca de R$ 211 milhões no último ano, consolidando o estado entre os principais polos brasileiros da área.

Com a criação do novo polo industrial, a expectativa é ampliar a competitividade regional, atrair novos empreendimentos e fortalecer Itajaí como referência nacional em tecnologia de defesa e inovação industrial.

FONTE: Guararema News
TEXTO: Redação
IMAGEM: Arquivo / Marinha do Brasil

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Tecnologia

Fragatas da Marinha usam aço 100% nacional e impulsionam projeto bilionário da indústria de defesa

A Marinha do Brasil avança na construção das novas Fragatas Classe Tamandaré utilizando cerca de 1.300 toneladas de aço 100% nacional em cada embarcação. O projeto, considerado um dos mais estratégicos da atualidade para a defesa brasileira, fortalece a indústria naval militar, amplia a autonomia tecnológica do país e reduz a dependência de fornecedores estrangeiros.

O programa é coordenado pela EMGEPRON e executado pela sociedade Águas Azuis, formada pela ThyssenKrupp Marine Systems, Embraer e Atech.

Aço brasileiro atende exigências militares internacionais

O grande destaque do programa está na participação da Usiminas, responsável pelo fornecimento do aço especial utilizado nas fragatas. O material foi desenvolvido para atender padrões técnicos rigorosos exigidos pela construção naval militar de alta complexidade.

As chapas grossas utilizadas nas embarcações são produzidas em Ipatinga, Minas Gerais, enquanto as bobinas laminadas a quente saem da unidade de Cubatão, em São Paulo.

O uso de aço nacional em navios de guerra representa um marco para a siderurgia brasileira, que passa a integrar um segmento historicamente dominado por fornecedores internacionais.

Material possui alta resistência para operações militares

As fragatas exigem materiais capazes de suportar condições extremas no ambiente marítimo e em operações de combate. Para isso, o aço empregado precisa apresentar elevada resistência mecânica, alto nível de soldabilidade e excelente tenacidade estrutural.

Essas características garantem maior segurança operacional, resistência ao desgaste e durabilidade das embarcações em missões de longo prazo.

Processo de homologação envolveu testes rigorosos

A participação da Usiminas no programa começou a ser validada em 2020, quando a empresa iniciou o processo de homologação técnica do aço militar brasileiro.

Os testes incluíram análises mecânicas, avaliações macroestruturais e microestruturais, testes de impacto, medições de dureza e inspeções em juntas soldadas submetidas a condições extremas simuladas.

Todo o processo foi conduzido no centro de pesquisa e desenvolvimento da companhia, seguindo parâmetros internacionais exigidos pelo Programa Fragatas Classe Tamandaré.

Projeto fortalece indústria de defesa e gera empregos

Além da modernização da frota naval, o programa também movimenta a Base Industrial de Defesa do Brasil. O fornecimento de aço nacional impulsiona setores ligados à siderurgia, engenharia naval e tecnologia militar, além de estimular geração de empregos especializados e transferência de conhecimento técnico.

Especialistas apontam que projetos desse porte ampliam a capacidade brasileira de desenvolver soluções estratégicas próprias e aumentam a competitividade nacional em áreas de alto valor agregado.

A construção das fragatas acontece no estaleiro da ThyssenKrupp Marine Systems Brasil Sul, em Itajaí, considerado um dos polos mais modernos da construção naval militar da América Latina.

Primeira fragata já foi entregue à Marinha

A primeira embarcação do programa foi lançada ao mar em 2024 e entregue oficialmente à Marinha do Brasil em março de 2026. As demais unidades seguem em produção, acelerando o processo de renovação da frota militar brasileira.

O Programa Fragatas Classe Tamandaré é considerado peça-chave para ampliar a presença estratégica do Brasil no Atlântico Sul e reforçar a capacidade operacional da Marinha.

Ao utilizar tecnologia nacional e elevado índice de nacionalização, o projeto também abre espaço para futuras exportações de soluções industriais brasileiras voltadas ao setor de defesa.

FONTE: Sociedade Militar
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Sociedade Militar

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Negócios

Itajaí atrai embaixadores e se destaca como polo de negócios internacionais na indústria de defesa

A passagem de uma comitiva formada por 22 embaixadores por Itajaí, nesta quarta-feira, evidenciou o potencial do município para ampliar negócios internacionais. O destaque da agenda foi o setor de indústria de defesa, que vem ganhando relevância estratégica na economia local.

Representantes de países como Eslováquia e Coreia do Sul identificaram possibilidades concretas de cooperação após conhecerem o projeto das fragatas classe Tamandaré, desenvolvido pela Marinha do Brasil no estaleiro TKMS Estaleiro Brasil Sul, localizado no bairro Murta. A programação foi coordenada pela prefeitura, em conjunto com os ministérios da Defesa e das Relações Exteriores.

Parcerias industriais e tecnológicas em foco

A embaixadora da Eslováquia no Brasil, Katarina Tonkova, ressaltou que a visita abriu caminhos para futuras colaborações. Segundo ela, há sinergia entre setores como logística, metal-mecânico e automotivo, que já possuem forte presença tanto no país europeu quanto em Santa Catarina.

Ela também indicou interesse em aprofundar as relações comerciais: a intenção é retornar ao município para avançar em acordos industriais e fortalecer o intercâmbio econômico.

Interesse asiático amplia horizonte de investimentos

O embaixador da Coreia do Sul, Young Han Choi, destacou a relevância do projeto naval brasileiro. Para ele, a dimensão do litoral do Brasil torna iniciativas como as fragatas fundamentais para a segurança nacional.

O diplomata apontou ainda que a Coreia do Sul possui alta competitividade na área e vê espaço para cooperação internacional, troca de conhecimento e ampliação de investimentos estrangeiros no Brasil.

Itajaí se consolida como polo estratégico

A visita internacional reforça o posicionamento de Itajaí como um emergente polo da indústria de defesa, com capacidade de atrair novos aportes, gerar empregos e ampliar sua inserção global. O município já entregou uma das quatro fragatas previstas pela Marinha do Brasil.

Recentemente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou, durante viagem à Alemanha, a construção de mais quatro embarcações militares, ampliando ainda mais o alcance do projeto.

Impacto global e fortalecimento da economia local

Para o CEO do consórcio Águas Azuis, Fernando Queiroz, o programa das fragatas projeta Itajaí no cenário internacional ao evidenciar a produção nacional de alta tecnologia.

Já o presidente do Conselho de Defesa da Fiesc, César Olsen, destacou o papel estratégico do setor, tanto do ponto de vista econômico quanto tecnológico. Segundo ele, iniciativas como essa demonstram a capacidade da indústria naval brasileira e fortalecem a competitividade do país no exterior.

FONTE: DIARINHO
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/DIARINHO

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Trafico

K9 no combate ao tráfico de drogas ganha destaque em Itajaí

A atuação do K9 no combate ao tráfico de drogas tem se consolidado como uma das principais estratégias das forças de segurança em Itajaí, no Litoral Norte de Santa Catarina. O trabalho conjunto entre policiais e cães treinados tem garantido mais eficiência nas operações e fortalecido o enfrentamento ao crime.

Cães policiais ampliam eficiência das operações

Os cães que integram o grupo K9 passam por treinamentos específicos para identificar odores de substâncias ilícitas. Essa habilidade permite localizar drogas com rapidez e precisão, mesmo em situações de difícil acesso ou ocultação.

A presença dos animais nas abordagens contribui diretamente para o sucesso das ações, tornando o combate ao tráfico mais ágil e assertivo.

Treinamento rigoroso e atuação em campo

O preparo dos cães envolve técnicas avançadas de adestramento e condicionamento, garantindo alto desempenho nas operações. Desde a fase inicial até a atuação nas ruas, o trabalho é conduzido de forma integrada com os agentes de segurança.

Essa parceria entre humanos e animais é considerada estratégica para ampliar os resultados no enfrentamento ao crime organizado.

Tecnologia e inteligência animal como aliadas

O uso da inteligência animal aliado a métodos modernos de investigação tem proporcionado ganhos significativos nas ações policiais. Com o apoio do K9, as equipes conseguem realizar apreensões de forma mais rápida e com maior precisão.

A atuação do grupo reforça a importância de investir em soluções inovadoras no campo da segurança pública, especialmente no combate ao tráfico de entorpecentes.

FONTE: Tribuna do Povo
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/NDTV

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Portos

Portos brasileiros podem atingir limite de contêineres até 2030, aponta estudo

Um estudo da consultoria Macroinfra revela que os principais portos brasileiros já operam próximos do limite de capacidade e podem enfrentar esgotamento na movimentação de contêineres antes de 2030. A análise, baseada em dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) entre 2015 e 2025, indica um cenário de saturação em terminais estratégicos como Santos (SP), Paranaguá (PR), Itajaí/Navegantes (SC) e Itapoá (SC).

Caso projetos de ampliação e novos terminais não avancem, o limite operacional pode ser atingido em até quatro anos, pressionando ainda mais a infraestrutura logística do país.

Operação no limite eleva custos e riscos

De acordo com a consultoria, a operação próxima ou acima da capacidade prática gera impactos diretos na cadeia logística, como aumento de custos, atrasos nas operações e perda de confiabilidade. Esse cenário também amplia o risco de paralisações.

O sócio-diretor da Macroinfra, Olivier Girard, destaca que a sobrecarga se intensificou a partir de 2020, quando os principais terminais passaram a operar de forma contínua no limite.

O Porto de Santos, maior complexo portuário da América Latina, registrou crescimento significativo na taxa de ocupação, saindo de 55,9% em 2015 para 79,7% no último ano. Apesar do avanço na produtividade — de 72 para 86 TEUs por hora —, o ganho não acompanha a demanda crescente.

Em Paranaguá, o terminal TCP atingiu níveis críticos, com ocupação de 86% em 2025. Embora tenha apresentado evolução operacional ao longo dos anos, houve recuo recente na produtividade.

Já o Porto Itapoá, em Santa Catarina, também apresenta sinais de sobrecarga, com taxa de utilização chegando a 88,7%. Ainda assim, o terminal mantém crescimento consistente na produtividade.

TEU (Twenty-foot Equivalent Unit) é a unidade padrão utilizada para medir a capacidade de contêineres no transporte marítimo.

Migração de cargas e novos polos logísticos

Com a saturação dos principais corredores, a logística marítima brasileira tem passado por uma redistribuição geográfica. Portos considerados secundários vêm ganhando espaço, como o do Rio de Janeiro, que praticamente dobrou sua participação no fluxo nacional de contêineres entre 2015 e 2025.

Outros terminais, como Salvador, Pecém (CE) e Suape (PE), também ampliaram sua relevância ao absorver parte da demanda deslocada.

O avanço do comércio exterior e da cabotagem contribui para o cenário de pressão. Nos últimos dez anos, as exportações e importações marítimas cresceram cerca de 60%, enquanto a navegação de cabotagem avançou 111%.

Apesar disso, a expansão da capacidade portuária não acompanha o ritmo da demanda. Mesmo com projetos em andamento, como o terminal STS10 em Santos e novas estruturas em Suape, o setor pode enfrentar um colapso operacional a partir de 2030.

A projeção indica que, em quatro anos, a demanda deve alcançar 20,4 milhões de TEUs, consumindo quase toda a capacidade estimada de 23 milhões. O cenário reforça a necessidade urgente de novos investimentos e planejamento estratégico para sustentar o crescimento econômico.

Fonte: CNN

Texto: Redação

Imagem: Reprodução CNN

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Agricultura

Safra do aipim da terra preta em Itajaí reforça tradição da agricultura familiar

A nova safra do aipim da terra preta foi oficialmente aberta em Itajaí nesta quarta-feira (25), marcando mais um ciclo de uma das principais tradições da agricultura familiar no município. O evento reuniu produtores rurais, representantes de entidades do setor e autoridades locais, celebrando o início da colheita de um produto emblemático da região.

Cultivado principalmente nas comunidades da Colônia Japonesa e de São Roque, o alimento se destaca por características únicas que o tornaram referência entre consumidores.

Produção tradicional valoriza o interior do município

O cultivo do aipim de Itajaí ocorre em solo turfoso — escuro, rico em matéria orgânica e formado ao longo de milhares de anos. Esse tipo de terreno é determinante para a qualidade do produto, garantindo sabor mais intenso, textura macia e alto valor nutricional.

Ao longo dos anos, essas qualidades impulsionaram o reconhecimento regional do alimento. Além disso, a atividade contribui diretamente para o fortalecimento da produção rural local e preserva práticas agrícolas transmitidas entre gerações.

Durante a abertura da safra, o projeto Univali Sabores apresentou receitas variadas com o ingrediente, evidenciando sua versatilidade em pratos doces e salgados.

Aipim integra merenda escolar e incentiva alimentação saudável

Além da relevância econômica, o aipim da terra preta também tem papel importante na alimentação pública. O produto faz parte do cardápio da rede municipal de ensino, sendo servido em preparações como purê, cozido e refogado.

A iniciativa promove alimentação saudável entre os estudantes e, ao mesmo tempo, fortalece o vínculo entre consumo local e produção agrícola.

Solo especial garante diferencial de qualidade

O grande destaque do produto está no ambiente de cultivo. O solo turfoso presente nas regiões produtoras possui alta concentração de matéria orgânica acumulada ao longo de milhares de anos.

Essas condições favorecem o desenvolvimento da planta e garantem um alimento com características superiores. Como resultado, o aipim cultivado em terra preta apresenta padrão diferenciado, consolidando a reputação da produção agrícola de Itajaí.

Produto busca certificação de origem

O reconhecimento do aipim de terra preta pode avançar ainda mais com a obtenção da Indicação Geográfica (IG). O processo, iniciado em 2019, envolve instituições como Epagri, Univali, Sebrae, Cooperar e a Secretaria Municipal de Agricultura.

A certificação, concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), reconhece produtos cuja qualidade está diretamente ligada ao território de origem.

No caso de Itajaí, o selo pretende oficializar a relação entre o aipim e o solo turfoso da região. Além de valorizar o produto, a IG pode ampliar a competitividade no mercado, proteger o modo tradicional de cultivo e gerar novas oportunidades de renda para os agricultores.

FONTE: Guararema News
TEXTO: Redação
IMAGEM: Divulgação / Prefeitura de Itajaí

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