Meio Ambiente

El Niño em Itajaí: condomínios reforçam prevenção contra chuvas intensas

A cidade de Itajaí intensificou ações de prevenção para reduzir os impactos provocados pelo El Niño em áreas residenciais e condomínios. A iniciativa reúne a prefeitura e administradores condominiais em um trabalho conjunto voltado à segurança dos moradores diante da previsão de chuvas fortes no Litoral Norte catarinense.

Entre as principais medidas adotadas estão o acompanhamento de áreas consideradas de risco, além da manutenção de sistemas de drenagem e limpeza da rede pluvial. O objetivo é evitar transtornos como alagamentos, infiltrações e danos estruturais causados pelas mudanças climáticas.

Orientações buscam reduzir riscos em condomínios

Os responsáveis pela gestão de condomínios também estão orientando moradores sobre práticas preventivas durante períodos de chuva intensa. As recomendações incluem cuidados com descarte de resíduos, verificação de calhas e atenção a possíveis pontos de acúmulo de água.

A mobilização ocorre em meio às preocupações com os efeitos do fenômeno El Niño em diferentes regiões de Santa Catarina, especialmente em cidades mais suscetíveis a temporais e enchentes.

Segurança e prevenção são prioridades

Com a adoção antecipada das medidas, o município busca minimizar prejuízos materiais e aumentar a proteção da população nos próximos meses. A expectativa é que o trabalho preventivo contribua para reduzir impactos provocados por eventos climáticos extremos.

FONTE: Balanço Geral Itajaí
TEXTO: Redação
IMAGEM: Sentinel-6 Michael Freilich/Nasa

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Indústria

Itajaí avança na indústria de defesa com criação de novo polo estratégico

A cidade de Itajaí deu um passo importante para fortalecer sua presença na indústria de defesa brasileira. A Prefeitura, a Fiesc e o Sebrae assinaram um protocolo de intenções para viabilizar a criação do Polo da Indústria da Defesa no município.

O acordo foi formalizado durante a abertura da 4ª edição da SC Expo Defense, Inovação e Tecnologia, em Florianópolis. A proposta busca estimular novos investimentos, incentivar a inovação tecnológica e ampliar a participação de empresas catarinenses em um setor considerado estratégico para a economia nacional.

Polo pretende fortalecer cadeia produtiva do setor

Com a parceria, as instituições envolvidas pretendem unir esforços para impulsionar negócios, fomentar pesquisas e desenvolver a cadeia produtiva ligada às áreas de defesa e segurança.

A iniciativa ganha força porque Itajaí já abriga uma das operações mais relevantes da indústria naval militar do país: o Programa Fragatas Classe Tamandaré (PFCT), conduzido pelo TKMS Brasil Sul.

O projeto é considerado atualmente o maior programa de construção naval militar em execução no Brasil, com investimentos estimados em R$ 12 bilhões. Além disso, o empreendimento gera cerca de 2 mil empregos diretos e mais de 6 mil vagas indiretas na região.

Projeto quer atrair empresas de tecnologia e pesquisa

Além da fabricação das fragatas, o futuro polo industrial pretende ampliar a presença de fornecedores, startups, centros de pesquisa e instituições de ensino voltadas ao segmento de defesa nacional.

A expectativa é criar um ambiente favorável ao desenvolvimento de novos produtos, tecnologias e serviços voltados às demandas das Forças Armadas e do setor de segurança.

Outro fator considerado estratégico para a implantação do polo é a infraestrutura logística de Itajaí. O município conta com porto, acesso rodoviário e tradição industrial, características vistas como fundamentais para a expansão da atividade econômica.

Prefeitura destaca protagonismo de Itajaí no setor

Segundo o prefeito Robison Coelho, a formalização do protocolo marca um avanço importante para consolidar o município como referência nacional na área de defesa.

De acordo com ele, a cidade já ocupa posição de destaque com a construção das fragatas e agora busca ampliar sua atuação no fornecimento para a base industrial de defesa do país, além de abrir novas oportunidades econômicas para a região.

Indústria de defesa movimenta bilhões na economia

A chamada Base Industrial de Defesa reúne empresas, universidades, centros de pesquisa e órgãos governamentais responsáveis pelo desenvolvimento e manutenção de equipamentos utilizados pelas Forças Armadas.

O setor engloba a produção de navios, aeronaves, drones, radares, sistemas tecnológicos e diversos componentes estratégicos para operações militares e de segurança.

Dados da Estratégia Nacional de Defesa 2025 apontam que cada R$ 1 investido na indústria de defesa pode gerar aproximadamente R$ 10 no Produto Interno Bruto (PIB). Já aportes de R$ 10 milhões no segmento têm potencial para movimentar cerca de R$ 18,6 milhões na economia de forma direta e indireta.

Em Santa Catarina, o setor movimentou cerca de R$ 211 milhões no último ano, consolidando o estado entre os principais polos brasileiros da área.

Com a criação do novo polo industrial, a expectativa é ampliar a competitividade regional, atrair novos empreendimentos e fortalecer Itajaí como referência nacional em tecnologia de defesa e inovação industrial.

FONTE: Guararema News
TEXTO: Redação
IMAGEM: Arquivo / Marinha do Brasil

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Tecnologia

Fragatas da Marinha usam aço 100% nacional e impulsionam projeto bilionário da indústria de defesa

A Marinha do Brasil avança na construção das novas Fragatas Classe Tamandaré utilizando cerca de 1.300 toneladas de aço 100% nacional em cada embarcação. O projeto, considerado um dos mais estratégicos da atualidade para a defesa brasileira, fortalece a indústria naval militar, amplia a autonomia tecnológica do país e reduz a dependência de fornecedores estrangeiros.

O programa é coordenado pela EMGEPRON e executado pela sociedade Águas Azuis, formada pela ThyssenKrupp Marine Systems, Embraer e Atech.

Aço brasileiro atende exigências militares internacionais

O grande destaque do programa está na participação da Usiminas, responsável pelo fornecimento do aço especial utilizado nas fragatas. O material foi desenvolvido para atender padrões técnicos rigorosos exigidos pela construção naval militar de alta complexidade.

As chapas grossas utilizadas nas embarcações são produzidas em Ipatinga, Minas Gerais, enquanto as bobinas laminadas a quente saem da unidade de Cubatão, em São Paulo.

O uso de aço nacional em navios de guerra representa um marco para a siderurgia brasileira, que passa a integrar um segmento historicamente dominado por fornecedores internacionais.

Material possui alta resistência para operações militares

As fragatas exigem materiais capazes de suportar condições extremas no ambiente marítimo e em operações de combate. Para isso, o aço empregado precisa apresentar elevada resistência mecânica, alto nível de soldabilidade e excelente tenacidade estrutural.

Essas características garantem maior segurança operacional, resistência ao desgaste e durabilidade das embarcações em missões de longo prazo.

Processo de homologação envolveu testes rigorosos

A participação da Usiminas no programa começou a ser validada em 2020, quando a empresa iniciou o processo de homologação técnica do aço militar brasileiro.

Os testes incluíram análises mecânicas, avaliações macroestruturais e microestruturais, testes de impacto, medições de dureza e inspeções em juntas soldadas submetidas a condições extremas simuladas.

Todo o processo foi conduzido no centro de pesquisa e desenvolvimento da companhia, seguindo parâmetros internacionais exigidos pelo Programa Fragatas Classe Tamandaré.

Projeto fortalece indústria de defesa e gera empregos

Além da modernização da frota naval, o programa também movimenta a Base Industrial de Defesa do Brasil. O fornecimento de aço nacional impulsiona setores ligados à siderurgia, engenharia naval e tecnologia militar, além de estimular geração de empregos especializados e transferência de conhecimento técnico.

Especialistas apontam que projetos desse porte ampliam a capacidade brasileira de desenvolver soluções estratégicas próprias e aumentam a competitividade nacional em áreas de alto valor agregado.

A construção das fragatas acontece no estaleiro da ThyssenKrupp Marine Systems Brasil Sul, em Itajaí, considerado um dos polos mais modernos da construção naval militar da América Latina.

Primeira fragata já foi entregue à Marinha

A primeira embarcação do programa foi lançada ao mar em 2024 e entregue oficialmente à Marinha do Brasil em março de 2026. As demais unidades seguem em produção, acelerando o processo de renovação da frota militar brasileira.

O Programa Fragatas Classe Tamandaré é considerado peça-chave para ampliar a presença estratégica do Brasil no Atlântico Sul e reforçar a capacidade operacional da Marinha.

Ao utilizar tecnologia nacional e elevado índice de nacionalização, o projeto também abre espaço para futuras exportações de soluções industriais brasileiras voltadas ao setor de defesa.

FONTE: Sociedade Militar
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Sociedade Militar

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Negócios

Itajaí atrai embaixadores e se destaca como polo de negócios internacionais na indústria de defesa

A passagem de uma comitiva formada por 22 embaixadores por Itajaí, nesta quarta-feira, evidenciou o potencial do município para ampliar negócios internacionais. O destaque da agenda foi o setor de indústria de defesa, que vem ganhando relevância estratégica na economia local.

Representantes de países como Eslováquia e Coreia do Sul identificaram possibilidades concretas de cooperação após conhecerem o projeto das fragatas classe Tamandaré, desenvolvido pela Marinha do Brasil no estaleiro TKMS Estaleiro Brasil Sul, localizado no bairro Murta. A programação foi coordenada pela prefeitura, em conjunto com os ministérios da Defesa e das Relações Exteriores.

Parcerias industriais e tecnológicas em foco

A embaixadora da Eslováquia no Brasil, Katarina Tonkova, ressaltou que a visita abriu caminhos para futuras colaborações. Segundo ela, há sinergia entre setores como logística, metal-mecânico e automotivo, que já possuem forte presença tanto no país europeu quanto em Santa Catarina.

Ela também indicou interesse em aprofundar as relações comerciais: a intenção é retornar ao município para avançar em acordos industriais e fortalecer o intercâmbio econômico.

Interesse asiático amplia horizonte de investimentos

O embaixador da Coreia do Sul, Young Han Choi, destacou a relevância do projeto naval brasileiro. Para ele, a dimensão do litoral do Brasil torna iniciativas como as fragatas fundamentais para a segurança nacional.

O diplomata apontou ainda que a Coreia do Sul possui alta competitividade na área e vê espaço para cooperação internacional, troca de conhecimento e ampliação de investimentos estrangeiros no Brasil.

Itajaí se consolida como polo estratégico

A visita internacional reforça o posicionamento de Itajaí como um emergente polo da indústria de defesa, com capacidade de atrair novos aportes, gerar empregos e ampliar sua inserção global. O município já entregou uma das quatro fragatas previstas pela Marinha do Brasil.

Recentemente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou, durante viagem à Alemanha, a construção de mais quatro embarcações militares, ampliando ainda mais o alcance do projeto.

Impacto global e fortalecimento da economia local

Para o CEO do consórcio Águas Azuis, Fernando Queiroz, o programa das fragatas projeta Itajaí no cenário internacional ao evidenciar a produção nacional de alta tecnologia.

Já o presidente do Conselho de Defesa da Fiesc, César Olsen, destacou o papel estratégico do setor, tanto do ponto de vista econômico quanto tecnológico. Segundo ele, iniciativas como essa demonstram a capacidade da indústria naval brasileira e fortalecem a competitividade do país no exterior.

FONTE: DIARINHO
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/DIARINHO

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Trafico

K9 no combate ao tráfico de drogas ganha destaque em Itajaí

A atuação do K9 no combate ao tráfico de drogas tem se consolidado como uma das principais estratégias das forças de segurança em Itajaí, no Litoral Norte de Santa Catarina. O trabalho conjunto entre policiais e cães treinados tem garantido mais eficiência nas operações e fortalecido o enfrentamento ao crime.

Cães policiais ampliam eficiência das operações

Os cães que integram o grupo K9 passam por treinamentos específicos para identificar odores de substâncias ilícitas. Essa habilidade permite localizar drogas com rapidez e precisão, mesmo em situações de difícil acesso ou ocultação.

A presença dos animais nas abordagens contribui diretamente para o sucesso das ações, tornando o combate ao tráfico mais ágil e assertivo.

Treinamento rigoroso e atuação em campo

O preparo dos cães envolve técnicas avançadas de adestramento e condicionamento, garantindo alto desempenho nas operações. Desde a fase inicial até a atuação nas ruas, o trabalho é conduzido de forma integrada com os agentes de segurança.

Essa parceria entre humanos e animais é considerada estratégica para ampliar os resultados no enfrentamento ao crime organizado.

Tecnologia e inteligência animal como aliadas

O uso da inteligência animal aliado a métodos modernos de investigação tem proporcionado ganhos significativos nas ações policiais. Com o apoio do K9, as equipes conseguem realizar apreensões de forma mais rápida e com maior precisão.

A atuação do grupo reforça a importância de investir em soluções inovadoras no campo da segurança pública, especialmente no combate ao tráfico de entorpecentes.

FONTE: Tribuna do Povo
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/NDTV

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Portos

Portos brasileiros podem atingir limite de contêineres até 2030, aponta estudo

Um estudo da consultoria Macroinfra revela que os principais portos brasileiros já operam próximos do limite de capacidade e podem enfrentar esgotamento na movimentação de contêineres antes de 2030. A análise, baseada em dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) entre 2015 e 2025, indica um cenário de saturação em terminais estratégicos como Santos (SP), Paranaguá (PR), Itajaí/Navegantes (SC) e Itapoá (SC).

Caso projetos de ampliação e novos terminais não avancem, o limite operacional pode ser atingido em até quatro anos, pressionando ainda mais a infraestrutura logística do país.

Operação no limite eleva custos e riscos

De acordo com a consultoria, a operação próxima ou acima da capacidade prática gera impactos diretos na cadeia logística, como aumento de custos, atrasos nas operações e perda de confiabilidade. Esse cenário também amplia o risco de paralisações.

O sócio-diretor da Macroinfra, Olivier Girard, destaca que a sobrecarga se intensificou a partir de 2020, quando os principais terminais passaram a operar de forma contínua no limite.

O Porto de Santos, maior complexo portuário da América Latina, registrou crescimento significativo na taxa de ocupação, saindo de 55,9% em 2015 para 79,7% no último ano. Apesar do avanço na produtividade — de 72 para 86 TEUs por hora —, o ganho não acompanha a demanda crescente.

Em Paranaguá, o terminal TCP atingiu níveis críticos, com ocupação de 86% em 2025. Embora tenha apresentado evolução operacional ao longo dos anos, houve recuo recente na produtividade.

Já o Porto Itapoá, em Santa Catarina, também apresenta sinais de sobrecarga, com taxa de utilização chegando a 88,7%. Ainda assim, o terminal mantém crescimento consistente na produtividade.

TEU (Twenty-foot Equivalent Unit) é a unidade padrão utilizada para medir a capacidade de contêineres no transporte marítimo.

Migração de cargas e novos polos logísticos

Com a saturação dos principais corredores, a logística marítima brasileira tem passado por uma redistribuição geográfica. Portos considerados secundários vêm ganhando espaço, como o do Rio de Janeiro, que praticamente dobrou sua participação no fluxo nacional de contêineres entre 2015 e 2025.

Outros terminais, como Salvador, Pecém (CE) e Suape (PE), também ampliaram sua relevância ao absorver parte da demanda deslocada.

O avanço do comércio exterior e da cabotagem contribui para o cenário de pressão. Nos últimos dez anos, as exportações e importações marítimas cresceram cerca de 60%, enquanto a navegação de cabotagem avançou 111%.

Apesar disso, a expansão da capacidade portuária não acompanha o ritmo da demanda. Mesmo com projetos em andamento, como o terminal STS10 em Santos e novas estruturas em Suape, o setor pode enfrentar um colapso operacional a partir de 2030.

A projeção indica que, em quatro anos, a demanda deve alcançar 20,4 milhões de TEUs, consumindo quase toda a capacidade estimada de 23 milhões. O cenário reforça a necessidade urgente de novos investimentos e planejamento estratégico para sustentar o crescimento econômico.

Fonte: CNN

Texto: Redação

Imagem: Reprodução CNN

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Agricultura

Safra do aipim da terra preta em Itajaí reforça tradição da agricultura familiar

A nova safra do aipim da terra preta foi oficialmente aberta em Itajaí nesta quarta-feira (25), marcando mais um ciclo de uma das principais tradições da agricultura familiar no município. O evento reuniu produtores rurais, representantes de entidades do setor e autoridades locais, celebrando o início da colheita de um produto emblemático da região.

Cultivado principalmente nas comunidades da Colônia Japonesa e de São Roque, o alimento se destaca por características únicas que o tornaram referência entre consumidores.

Produção tradicional valoriza o interior do município

O cultivo do aipim de Itajaí ocorre em solo turfoso — escuro, rico em matéria orgânica e formado ao longo de milhares de anos. Esse tipo de terreno é determinante para a qualidade do produto, garantindo sabor mais intenso, textura macia e alto valor nutricional.

Ao longo dos anos, essas qualidades impulsionaram o reconhecimento regional do alimento. Além disso, a atividade contribui diretamente para o fortalecimento da produção rural local e preserva práticas agrícolas transmitidas entre gerações.

Durante a abertura da safra, o projeto Univali Sabores apresentou receitas variadas com o ingrediente, evidenciando sua versatilidade em pratos doces e salgados.

Aipim integra merenda escolar e incentiva alimentação saudável

Além da relevância econômica, o aipim da terra preta também tem papel importante na alimentação pública. O produto faz parte do cardápio da rede municipal de ensino, sendo servido em preparações como purê, cozido e refogado.

A iniciativa promove alimentação saudável entre os estudantes e, ao mesmo tempo, fortalece o vínculo entre consumo local e produção agrícola.

Solo especial garante diferencial de qualidade

O grande destaque do produto está no ambiente de cultivo. O solo turfoso presente nas regiões produtoras possui alta concentração de matéria orgânica acumulada ao longo de milhares de anos.

Essas condições favorecem o desenvolvimento da planta e garantem um alimento com características superiores. Como resultado, o aipim cultivado em terra preta apresenta padrão diferenciado, consolidando a reputação da produção agrícola de Itajaí.

Produto busca certificação de origem

O reconhecimento do aipim de terra preta pode avançar ainda mais com a obtenção da Indicação Geográfica (IG). O processo, iniciado em 2019, envolve instituições como Epagri, Univali, Sebrae, Cooperar e a Secretaria Municipal de Agricultura.

A certificação, concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), reconhece produtos cuja qualidade está diretamente ligada ao território de origem.

No caso de Itajaí, o selo pretende oficializar a relação entre o aipim e o solo turfoso da região. Além de valorizar o produto, a IG pode ampliar a competitividade no mercado, proteger o modo tradicional de cultivo e gerar novas oportunidades de renda para os agricultores.

FONTE: Guararema News
TEXTO: Redação
IMAGEM: Divulgação / Prefeitura de Itajaí

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Transporte

Greve dos caminhoneiros: o que se sabe até agora sobre a possível paralisação nacional

A possibilidade de uma nova greve dos caminhoneiros voltou ao centro das atenções no Brasil nesta semana. Movimentos organizados por entidades da categoria, aliados à insatisfação com o aumento do diesel e outras demandas estruturais, indicam que uma paralisação nacional pode ocorrer — mas ainda há pontos em aberto.

A seguir, o Reconecta News reúne as principais informações atualizadas.

Há uma greve confirmada?

Ainda não há uma confirmação oficial de uma greve nacional unificada, mas há deliberações importantes já tomadas.

Segundo informações do portal Notícias Agrícolas e da Agência Transporte Moderno, lideranças reunidas em Santos (SP) decidiram pela paralisação, respeitando trâmites legais e alinhamento com outras entidades. A declaração foi feita por Wallace Landim, presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava).

A previsão inicial indica que mobilizações podem começar a partir de quinta-feira (19), embora já existam movimentos independentes previstos desde quarta-feira (18).

Mobilização já ocorre em diferentes regiões

Apesar da ausência de uma data única nacional, há paralisações e articulações em curso pelo país.

Em Santa Catarina, caminhoneiros já se mobilizam em cidades como Itajaí, Navegantes, Imbituba e Itapoá, com organização regional ligada aos polos portuários. A previsão local também aponta para início da paralisação na quinta-feira (19), a partir das 13h, segundo informações do ND Mais.

De acordo com lideranças regionais, o movimento segue alinhamento com outros portos estratégicos, como Santos, Paranaguá, Rio Grande e Suape.

O que dizem as lideranças do setor

De acordo com vídeo publicado nas redes sociais, Janderson Maçaneiro, presidente da Associação Catarinense dos Transportadores de Carga Rodoviária, a paralisação ainda depende de uma decisão mais ampla, em nível nacional.

Ele destaca que:

  • sindicatos como os de Santos e a Abrava já deliberaram pela paralisação;
  • novas reuniões ainda devem ocorrer com outras entidades;
  • caso haja consenso nacional, a tendência é de uma paralisação geral no Brasil.

Na região de Itajaí, sindicatos e associações realizaram reuniões, mas aguardam a posição da Confederação Nacional para definir os próximos passos, especialmente considerando o impacto nos portos.

O diesel é o único problema?

Não. Embora o aumento do diesel seja o principal gatilho, as reivindicações são mais amplas.

Entre os principais pontos levantados pela categoria estão:

  • alta no preço do combustível;
  • falta de repasse dos custos ao frete;
  • descumprimento da tabela mínima de frete;
  • custos com pedágios;
  • dificuldades com seguros;
  • e o que lideranças chamam de “falta de respeito com a categoria”.

Dados do painel ValeCard indicam que o diesel S-10 subiu cerca de 18,86% desde o fim de fevereiro, enquanto o diesel comum ultrapassou 22% de aumento, em meio à instabilidade internacional no mercado de petróleo. (Fonte: Notícias Agrícolas)

Governo tenta evitar paralisação

O governo federal já monitora a situação e prepara medidas para conter a escalada do movimento.

Entre as ações em discussão estão:

  • reforço na fiscalização da tabela mínima de frete;
  • pressão sobre estados para redução do ICMS;
  • fiscalização de distribuidoras e postos;
  • e possíveis medidas para garantir o repasse de reduções de custo ao consumidor.

Segundo apuração da Folha de S. Paulo e da CNN Brasil, há preocupação com o risco de desabastecimento e impacto econômico, especialmente diante do histórico da greve de 2018.

Adesão ainda é incerta

Apesar da mobilização crescente, a adesão ainda não é total.

Entidades como a Fetrabens afirmam que seguem em diálogo com suas bases e avaliam a participação. Além disso, muitos movimentos ainda são considerados independentes, organizados por sindicatos locais ou grupos da própria categoria. A definição de quais estados irão aderir formalmente depende de assembleias e alinhamentos nacionais.

O que esperar agora?

O cenário segue em evolução e depende de dois fatores principais:

  1. Alinhamento nacional entre entidades e sindicatos
  2. Resposta do governo às reivindicações da categoria

Se houver consenso entre lideranças e ausência de medidas consideradas eficazes, a possibilidade de uma paralisação nacional nos próximos dias é real.

Por outro lado, negociações em andamento ainda podem evitar um movimento de grande escala.

Fontes: Notícias Agrícolas, Agência Transporte Moderno, Folha de S. Paulo, CNN Brasil, ND Mais, Informações regionais: Associação Catarinense dos Transportadores de Carga Rodoviária

Texto: Conteúdo produzido com suporte de inteligência artificial e curadoria editorial da equipe ReConecta News.

Imagem: Reprodução CNN / Estadão Conteúdo

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Informação

Santa Catarina ganha primeira associação de chineses e descendentes

A cidade de Itajaí marcou um momento histórico para a comunidade chinesa em Santa Catarina com a posse da primeira diretoria da Associação de Chineses e Descendentes de SC. A cerimônia, realizada no último sábado, reuniu autoridades municipais, representantes do governo estadual, líderes empresariais e convidados de associações chinesas de outros estados.

Liderança e representatividade

A presidência da associação será conduzida por Dai Zai Mei, responsável por liderar a primeira gestão. O evento contou com a presença dos prefeitos de Itajaí, Navegantes, Balneário Camboriú e Camboriú, além do vice-cônsul da China no Brasil, Xie Yancun. A região de Itajaí concentra a maior comunidade chinesa do estado, reforçando a importância da criação da entidade como espaço de integração cultural, institucional e econômica.

Papel estratégico de Santa Catarina

Durante a solenidade, o vice-cônsul Xie Yancun destacou a relevância estratégica de Santa Catarina nas relações entre Brasil e China. “Santa Catarina é uma porta de entrada essencial para o comércio e o intercâmbio cultural entre os dois países. A fundação da associação oferece à comunidade chinesa um verdadeiro lar, conectando pessoas e fortalecendo os laços locais”, afirmou.

Objetivos da associação

A entidade pretende fortalecer os vínculos entre os chineses que vivem no estado, promovendo união, apoio mútuo e integração com a sociedade catarinense. Além disso, busca incentivar a cooperação econômica, cultural e institucional, criando novas oportunidades de investimentos e parcerias entre Brasil e China.

Oportunidades comerciais

O prefeito de Itajaí, Robison Coelho, lembrou a missão comercial realizada à China em 2025 e destacou o potencial da região na relação bilateral. “A Amfri liderou as importações no Brasil no ano passado, superando US$ 16 bilhões, grande parte envolvendo produtos chineses. Há muitas oportunidades para fortalecer ainda mais os laços comerciais entre nossos países”, afirmou.

FONTE: Diarinho
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Diarinho

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Comércio Exterior

De Itajaí para o mundo: Múltipla Assessoria Aduaneira celebra 19 anos de estratégia e confiança

Em um setor onde cada detalhe pode representar custos, riscos ou oportunidades, antecipar cenários é mais do que diferencial — é estratégia. Há 19 anos, a Múltipla Assessoria Aduaneira atua exatamente nesse ponto decisivo das operações internacionais: antes que o problema aconteça.

Fundada em 2007 e sediada no Centro de Itajaí (SC), um dos principais polos logísticos do Sul do Brasil, a empresa construiu uma trajetória marcada por crescimento consistente, compromisso técnico e posicionamento consultivo no comércio exterior.

Localizada na Rua Manoel Vieira Garção, 10, a Múltipla é especializada em despacho aduaneiro de importação e exportação e em consultoria em gestão empresarial e logística, com foco em agilidade, planejamento e redução de custos.

À frente da empresa estão os sócios-administradores Mauro Marcelo Sperber dos Santos e Sandra Andreia Padilha Sperber dos Santos, que imprimiram desde o início uma visão estratégica ao negócio.

Uma assessoria que vai além do despacho

Desde sua fundação, a Múltipla adotou um modelo consultivo como diferencial competitivo. A proposta sempre foi enxergar a operação como um todo — e não apenas como um processo burocrático. “Desde o início, entendemos que nosso papel, enquanto assessoria, era ajudar o cliente a tomar decisões mais seguras e estratégicas, analisando o todo da operação, e não apenas o despacho”, destaca Mauro Marcelo Sperber dos Santos.

Ao longo desses 19 anos, o investimento contínuo em capacitação, atualização normativa e relacionamento com o mercado foi determinante para consolidar a empresa como referência em assessoria aduaneira.

Evolução do setor e adaptação constante

O comércio exterior passou por profundas transformações nas últimas décadas, com processos cada vez mais digitais e maior rigor regulatório. A Múltipla acompanhou esse movimento investindo em tecnologia, qualificação da equipe e gestão eficiente. “Podemos dizer que o setor evoluiu muito, e nós evoluímos junto, sempre atentos às mudanças e às necessidades dos clientes”, afirma Mauro.

Hoje, a empresa se diferencia por unir conhecimento técnico, visão estratégica e atendimento próximo, oferecendo soluções personalizadas em um mercado altamente competitivo.

Estratégia antes do embarque

A atuação da Múltipla vai além da operação. A consultoria aduaneira permite estruturar processos, reduzir custos, mitigar riscos e aumentar a eficiência das operações. “Nosso foco é prevenir problemas e gerar valor real para o cliente, antes mesmo da carga chegar ao país. Costumo dizer a todos os clientes: o sucesso da operação está antes do embarque!”, reforça o empresário.

Essa abordagem garante mais segurança, previsibilidade e competitividade às empresas atendidas.

Pessoas, cultura e confiança

A credibilidade da Múltipla foi construída com base nas pessoas. A empresa valoriza conhecimento técnico, ética e relacionamento transparente.

A confiança, segundo a gestão, se constrói no dia a dia, com responsabilidade e entrega de resultados — o que explica os vínculos de longo prazo com clientes e parceiros ao longo desses 19 anos.

Olhar para o futuro

Os próximos anos trazem desafios regulatórios e tecnológicos ainda maiores, mas também grandes oportunidades. A Múltipla pretende seguir investindo em inovação, capacitação e soluções estratégicas. “Queremos continuar crescendo de forma sustentável e sendo uma parceira estratégica para quem atua no comércio exterior”, projeta Mauro.

Aos 19 anos, a Múltipla Assessoria Aduaneira reafirma seu compromisso com a excelência técnica e a visão estratégica — consolidando-se como uma aliada essencial para empresas que buscam segurança e competitividade nas operações internacionais.

TEXTO: REDAÇÃO

FOTO: DIVULGAÇÃO

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