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Multilog cresce quase 10% na movimentação de cargas em portos secos de fronteira; Dionísio Cerqueira é destaque

Empresa contabilizou, em 2024, a entrada de mais de 400 mil caminhões em suas unidades instaladas em áreas de divisa em Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul.

A Multilog, uma das maiores operadoras de logística integrada do Brasil, registrou um crescimento de 9% na movimentação de caminhões de carga em seus cinco portos secos de fronteira em 2024, totalizando mais de 400 mil veículos, frente aos 367 mil de 2023.

O Porto Seco de Dionísio Cerqueira (SC) teve alta de 47,4% no fluxo, alcançando 23.014 caminhões, impulsionado por novas infraestruturas e regras fiscais estaduais. Em Jaguarão (RS), o movimento cresceu 1,2%, somando 33.653 veículos, com aumento na importação de carne e laticínios.

O Porto Seco de Foz do Iguaçu (PR), o maior da América Latina, recebeu 196.599 caminhões (+11,6%), reflexo da seca nos rios Paraguai e Paraná e das safras recordes no Paraguai e Argentina. A Multilog está construindo um novo Porto Seco na cidade para ampliar a capacidade.

No Rio Grande do Sul, Uruguaiana registrou 134.511 caminhões (+2,6%), impulsionado por importação de veículos novos, enquanto Santana do Livramento teve alta de 13,2%, com 12.823 caminhões. O crescimento nos três portos gaúchos e em Foz do Iguaçu também foi favorecido por importações de uma multinacional de bebidas afetada por enchentes.

A Multilog é líder na administração de recintos alfandegados no Brasil, com certificação OEA, 35 unidades e 2,2 milhões de m² de armazenagem, atendendo setores como alimentos, químico e automotivo. Com mais de duas décadas de experiência, faturou R$ 1 bilhão em 2022 e segue expandindo operações.

FONTE: Radio Fronteira
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3 grandes dúvidas sobre megatarifaço de Trump

O presidente americano, Donald Trump, vai anunciar um grande pacote de tarifas nesta quarta-feira (2/4).

Mas de quais tarifas ele está falando? Trump já falou em tantos impostos de importação desde que chegou ao poder que por vezes é difícil acompanhar sua política comercial.

Trump já aumentou impostos sobre importações da China, Canadá e México, além de tarifas sobre aço e alumínio — que tiveram impacto na indústria brasileira. Impostos mais altos sobre carros também devem entrar em vigor esta semana.

A Casa Branca está chamando esta quarta-feira de “Dia da Libertação”. Afinal, o que deve vir por aí?

1. Quão grandes serão as tarifas?

A Casa Branca não informou quão altas as tarifas poderiam ser, embora analistas tenham sugerido várias taxações possíveis.

Durante a campanha eleitoral do ano passado, Trump apoiou a criação de uma tarifa geral de 10% a incidir sobre todas as importações destinadas aos EUA, às vezes sugerindo que poderia ser de 20% — ou até 60% no caso de importações da China.

Quando chegou ao poder, ele introduziu a ideia de tarifas “recíprocas”, sugerindo que as taxas poderiam variar de país para país.

“Simplificando, se eles nos cobrarem tarifas, nós cobraremos tarifas deles”, disse Trump em fevereiro, pouco antes de ordenar que as autoridades desenvolvessem um plano.

A Casa Branca complicou o cenário, observando que suas recomendações refletiriam não apenas tarifas, mas também outras políticas que eles acreditam serem injustas para as empresas dos EUA, como impostos locais.

Isso provocou uma confusão, com empresas e líderes políticos tentando ter uma ideia do tamanho do novo imposto que seus produtos podem enfrentar. Além disso, não se sabe como as tarifas que serão anunciadas nesta quarta-feira vão interagir com outras tarifas já em vigor, como as do aço e do alumínio.

Autoridades na Europa, por exemplo, estão se preparando para uma tarifa de dois dígitos sobre suas exportações. Trump disse no começo deste ano que planejava atingir produtos do bloco com um imposto de importação de 25%.

2. Quais países seriam afetados?

Operário em siderúrgica

Legenda da foto,Não está claro como tarifas novas vão interagir com as anunciadas por Trump sobre o aço e alumínio

O governo Trump não confirmou quais países serão afetados, limitando-se a dizer que o anúncio de quarta-feira será abrangente.

No domingo, o presidente disse que as novas tarifas poderiam ser aplicadas a “todos os países”, sugerindo um possível retorno à tarifa geral que ele apoiou na campanha.

Isso frustrou as esperanças de alguns países, como o Reino Unido, que achavam que poderiam escapar de tarifas — embora muitos ainda tenham esperança de fechar algum tipo de acordo com os americanos.

Ainda não está claro até que ponto as tarifas serão aplicadas universalmente ou serão mais direcionadas.

No mês passado, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, disse que os esforços estavam focados nos “15 Sujos” — os 15% de países que respondem pela maior parte do comércio com os EUA e impõem tarifas ou outras regras que colocam as empresas americanas em desvantagem.

O governo americano não disse quais seriam esses 15 países.

O Gabinete do Representante Comercial dos EUA, ao se preparar para elaborar recomendações, identificou os países nos quais estava “particularmente interessado” em impor tarifas.

Eles eram Brasil, Argentina, Austrália, Canadá, China, países da União Europeia, Índia, Indonésia, Japão, Coreia, Malásia, México, Rússia, Arábia Saudita, África do Sul, Suíça, Taiwan, Tailândia, Turquia, Reino Unido e Vietnã.

O próprio Trump reservou algumas de suas críticas mais duras para aliados históricos e grandes parceiros comerciais, como o Canadá e a UE.

“O amigo tem sido, muitas vezes, muito pior que o inimigo”, declarou ele na semana passada.

3. Qual será o impacto das tarifas?

Tarifas são impostos sobre importações. Então a grande questão é: quem vai pagar?

Tecnicamente, a resposta é simples: as empresas norte-americanas que trazem os produtos são as que pagarão a conta, principalmente se a Casa Branca começar a cobrar tarifas “imediatamente”, como sugeriu a porta-voz Karoline Leavitt na terça-feira.

Mas quanto maiores forem as tarifas, mais empresas buscarão maneiras de compensar esses custos, seja trocando de fornecedores, pressionando parceiros de negócios a dividir o custo ou aumentando os preços para os consumidores americanos.

Muitas empresas disseram que já estão se preparando para esse passo. Mas é um jogo arriscado porque se as empresas aumentarem muito os preços, os compradores simplesmente vão parar de comprar.

A dinâmica aumentou os riscos de uma recessão econômica tanto nos EUA quanto fora dele, onde muitas empresas dependem das vendas nos EUA.

Trump diz que as empresas que buscam evitar tarifas podem simplesmente fazer negócios nos EUA, mas isso não é uma solução imediata ou fácil, dados os altos custos de contratação e instalação de fábricas.

Se for se considerar oscilações cambiais e retaliações de outros países, as consequências dessa tentativa de Trump de redefinir os equilíbrios comerciais globais ficam ainda mais imprevisíveis.

FONTE: BBC
Trump e tarifas: 3 grandes dúvidas sobre megatarifaço de Trump – BBC News Brasil

 

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Presidente do SINDIPI lidera comitiva que busca reverter alíquota zero para importação de sardinha em lata

O presidente do SINDIPI, Agnaldo Hilton dos Santos, lidera uma comitiva que esteve reunida nesta terça-feira (25) com diversas lideranças em Brasília.

As reuniões trataram sobre a recente decisão do governo de zerar a alíquota de importação da sardinha em lata, que era de 32%. Apesar de ter estabelecido uma cota de 7.5 mil toneladas, a medida ainda pode impactar o Setor Pesqueiro brasileiro: indústrias e, sobretudo, armadores e pescadores. A comitiva liderada pelo presidente do SINDIPI reuniu os CEOs das conserveiras instaladas em Santa Catarina: Camil, Nauterra, e SMG; além da Costa Marina, do Rio de Janeiro, e da Robison Crusoe, do Ceará.

 

O primeiro encontro do grupo foi com o Secretário de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços, Uallace Moreira Lima. Na reunião no Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Agnaldo apresentou dados que reforçam a importância da pesca da sardinha-verdadeira no Brasil. Regulamentada desde a década de 70, a pesca da sardinha movimenta mais de 30 mil postos de trabalho diretos e indiretos apenas em Santa Catarina.

Atualmente cerca de 180 embarcações de cerco atuam na pesca da sardinha nas regiões Sudeste e Sul do Brasil, abastecendo indústrias instaladas em quatros estados do país. A espécie tem o maior período de defeso e é alvo recorrente de pesquisas científicas.
A sardinha é o peixe marinho nacional mais consumido pelos brasileiros. 95% do consumo da sardinha no Brasil é em lata, com elevada concentração de compra nas classes C, D e E. “Esses encontros em Brasília foram de extrema importância não apenas para buscarmos reverter essa questão da alíquota da importação, mas para buscar outras demandas, como a inclusão da sardinha em lata na cesta básica, por exemplo”, frisou Agnaldo.

Ainda durante a terça-feira (25), a comitiva liderada pelo presidente do SINDIPI, esteve reunida com o ministro da pesca e aquicultura, André de Paula e sua equipe e com o secretário de defesa agropecuária do MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), Carlos Goulart e sua equipe.

Hoje o presidente segue em Brasília para reunião do (Conselho Nacional de Aquicultura e Pesca), onde serão discutidos outros temas relevantes para o Setor como o defeso camarão rosa e suas faunas complementares, o Plano Gestão Corvina e o descarte de espécies proibidas.

Texto e imagens: Adelaine Zandonai ASCOM SINDIPI (JP 3418 SC)
FONTE: SINDIPI

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Comex: autocertificação digital reduz custos e burocracia para o exportador

Válido desde 1º de março, documento que atesta a origem das mercadorias pode ser feito pelo próprio exportador, mas é preciso ficar atento para evitar multas e até perda de licença para operar no comércio exterior. Serviço da SP Chamber, da ACSP, ajuda a evitar problemas do tipo.

Desde 1º de março, está em vigor a Autocertificação de Origem, para as empresas brasileiras que exportam para a Argentina, Paraguai e Uruguai. O documento, que comprova e valida a origem dos produtos brasileiros em acordos comerciais que permitam a modalidade, garante que os exportadores daqui tenham acesso a benefícios tarifários nos países-destino.

A nova medida, da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), permite que o próprio exportador emita a Declaração de Origem, com o objetivo de desburocratizar processos, reduzir custos para as empresas e alinhar as operações de comex do Brasil às melhores práticas internacionais.

Essa autodeclaração, prevista pela Portaria 373/2024, também estabelece mecanismos internos de controle em casos de suspeita de fraude de origem e reforça mecanismos de verificação e controle que já existem nos acordos comerciais. A implementação só se deu pela adoção do novo Regime de Origem do Mercosul, aprovado pelos países do bloco no ano passado.

“Como o próprio nome diz, é uma autodeclaração que irá atestar a origem da mercadoria, substituindo o Certificado Preferencial de Origem do Mercosul”, explica Ângela Garcia, coordenadora de comércio exterior da SP Chamber of Commerce, da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

Anualmente, são emitidos cerca de 600 mil certificados de origem no país, sendo que 35% do total são endereçados ao Mercosul, segundo a Secex. A especialista da SP Chamber lembra que o modelo de autocertificação já funciona na União Europeia, e no acordo comercial que deve ser fechado entre Brasil e UE, a modalidade entrará de forma híbrida, ou seja, com certificado de origem e com autocertificação. Porém, a previsão é que após cinco anos, o certificado de origem para este acordo seja extinto.

VANTAGENS E DESVANTAGENS

Com 84 anos ‘de janela’ emitindo certificados de origem do comércio exterior, a ACSP emite o documento oficial com a chancela da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp). Em 2024, o serviço, que garante que produtos comercializados para o exterior atendam aos critérios de origem, facilitando o comércio entre países, cresceu 15,89% no estado de São Paulo, com destaque para a Capital paulista, segundo levantamento da SP Chamber.

De acordo com a câmara de comércio, os benefícios são redução ou isenção do imposto de importação de acordo com a aplicação de tarifas preferenciais previstas no acordo, além de oferecer transparência e controle no comércio internacional.

Com a autocertificação, o processo promete ser mais ágil devido a critérios já citados, como redução de burocracia e sem necessidade de intermediários, com menor custo e mais facilidade para os exportadores, explica Ângela Garcia. As trocas comerciais também serão facilitadas, com entrada rápida no mercado-destino por serem responsabilidade exclusiva do exportador, que terá autonomia nos controles internos e nos processos de certificação.

Mas, como toda novidade, ainda há alguns poréns. Primeiro: essa certificação funciona apenas no envio de produtos do Brasil para outros países. Também há alguns riscos potenciais na autocertificação, como a não-conformidade (por possíveis avaliações internas subjetivas e propensas a erros), e a credibilidade do exportador pode até ser questionada, pois ele passa a assumir toda a responsabilidade pela veracidade ou não das informações.

Também há necessidade de manter os documentos arquivados por cinco anos, para apresentá-los ao Secex em caso de inconformidades ou uma possível detecção de irregularidades no processo. Na Facesp, a guarda desses documentos é feita na sede da entidade por um período de dez anos para maior controle e segurança.

Há ainda riscos legais, em caso de fraude, que podem levar a multas e até perda de licença por não seguir as regras oficiais das operações de comércio exterior. Isso porque há empresas que fazem o certificado de origem, e às vezes erram ou emitem informações sobre a mercadoria ser importada ou não, ou estar com limite acima do estabelecido pela regra. Até um despachante que assinar esse documento pode sofrer responsabilidade solidária em caso de inconformidade.

Se a própria empresa faz a declaração, podem surgir inconsistências nos controles, além de que algumas podem declarar ‘o que querem’ – como mandar um produto chinês para a Argentina declarando ser totalmente nacional. “A empresa precisa manter um controle rigoroso do processo para evitar essas inconsistências na declaração de origem para prevenir penalidades ou complicações”, orienta Ângela. “Isso é essencial para garantir que todas as informações sejam precisas e conformes de acordo com a legislação, evitando situações em que o produto declarado como nacional não seja compatível – o que poderia resultar em multas e sanções.”

Mesmo com a nova funcionalidade, alguns motivos apontam a importância de uma empresa certificadora homologada pelo Secex, como a ACSP, emitir o documento que atesta a origem dos produtos no comex em até 24 horas.

Na autocertificação, por exemplo, são eliminadas etapas como conferência e avaliação da equipe técnica, trazendo mais agilidade ao processo. Porém, a falta de validação e possíveis erros ou constatação de fraudes, que podem levar as empresas a uma perda de credibilidade.

Ao fazer com uma certificadora, os riscos legais e regulatórios serão compartilhados entre a empresa exportadora e a certificadora e, optar por este serviço também oferece garantia de conformidade e compliance de acordo com as regras do Mercosul.

Os custos também não são altos, pois os certificados emitidos custam entre R$ 20 (comuns) e R$ 35 (com acordos comerciais). Se na autocertificação não há custos, vale lembrar que é preciso manter controles internos rigorosos para evitar problemas, reforça Ângela Garcia.

Caso o exportador descumpra qualquer conformidade, ele pode ficar inabilitado de emitir a autocertificação por um ano, e precisa voltar a fazer com a entidade certificadora, explica Ângela. “Mas, se ele não cumprir as exigências formais de acordos comerciais, ou for constatada a atestação indevida de origem de um produto, essa inabilitação pode chegar a cinco anos.”

Para facilitar esse processo, a partir de abril a SP Chamber vai oferecer também uma plataforma para associados e não-associados, a CTRL+A, para que o exportador possa fazer o gerenciamento de informações necessárias ao processo de importação e exportação em um só lugar, mesmo que existam diversas operação acontecendo simultaneamente.

Nesta nova plataforma, a empresa conseguirá não só emitir a autodeclaração, mas também fazer controle de documentos, ter infomações sobre as classificações atualizadas além de acesso à biblioteca de documentos já emitidos.

Segundo a especialista da SP Chamber, o CTRL+A oferece planos personalizados, com valor médio de R$ 400, e acesso a serviços como declaração de produto (Declaração Juramentada de Origem) ilimitada; dashboard para visualização de processos; calendário de atividades, pagamentos e prazos; biblioteca de documentos com gerador de Invoice, Packing list e carta de instrução de embarque; pesquisa de NCM (impostos e órgãos anuentes); lista de contatos (clientes, fornecedores e prestadores de serviços); cláusula de Câmara de Mediação e Arbitragem; vinculação de processo a despachantes e o marketplace, além da plataforma 100% atualizada de acordo com o novo ROM-MERCOSUL (ou Regime de Origem Mercosul).

Para Ângela, o entendimento geral é que tudo caminha para o certificado de origem acabar. “Mas as empresas vão continuar exportando, vão precisar ainda de suporte, de consultoria e de tecnologia que assegurem o bom andamento das suas exportações e importações. Ainda há um longo processo, mas estamos habilitados e preparados para emitir qualquer documentação.”

A Secex também criou um Guia da Autocertificação, com 16 perguntas e respostas sobre o tema, para que o exportador possa entender como certificar seu produto.

FONTE: Diário do comercio
Diário do Comércio

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EUA quase dobram importações de ovos do Brasil em meio à crise de gripe aviária

Liderados por Donald Trump, norte-americanos avaliam flexibilizar regras para ovos de frango de corte enquanto preços disparam com escassez.

 

Os Estados Unidos estão recorrendo ao Brasil para enfrentar a crise de abastecimento de ovos desencadeada pela gripe aviária, que dizimou cerca de 170 milhões de aves no país desde o início de 2022.

As importações de ovos brasileiros pelos EUA quase dobraram desde o ano passado. Elas aumentaram 93% entre fevereiro deste ano e o mesmo período de 2024, segundo dados da ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal).

Antes restritos à ração animal, esses ovos agora são considerados para uso em alimentos processados, como misturas para bolo, sorvetes e molhos, segundo a Reuters. Essa é uma estratégia para conter os preços altos e liberar mais ovos frescos aos consumidores.

A crise, que aumentou os preços dos ovos no atacado em 53,6% em fevereiro antes de uma leve queda em março, segundo a Reuters, levou os EUA a avaliarem a flexibilização de regulamentações.

Uma proposta em análise pela FDA (Food and Drug Administration), uma espécie de Anvisa dos EUA, busca permitir o uso de ovos de galinhas criadas para abate em produtos alimentícios.

Atualmente, milhões desses ovos são descartados por falta de refrigeração adequada, mas a indústria avícola defende que a pasteurização garante segurança. Especialistas em segurança alimentar, por outro lado, alertam para riscos de contaminação por bactérias, como salmonella, devido ao resfriamento insuficiente.

Escassez e inflação

Para combater a crise, a administração de Donald Trump anunciou um plano de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,7 milhões), que inclui apoio a fazendeiros, pesquisa de vacinas e incentivo a importações de países como Brasil, Turquia e Coreia do Sul.

Apesar do avanço, os ovos brasileiros ainda não chegam diretamente aos supermercados norte-americanos por causa de restrições sanitárias, como a presença da doença de Newcastle no Brasil, que impede a exportação de ovos frescos ou líquidos pasteurizados para consumo humano direto, segundo o Departamento de Agricultura dos EUA. Ao mesmo tempo, a produção brasileira de ovos bateu recorde em 2024, alcançando 4,67 bilhões de dúzias — um aumento de 10% em relação a 2023, segundo o IBGE. No último trimestre, foram produzidos 1,2 bilhão de dúzias, o maior volume em um triênio desde 1987.

“O setor avícola foi impulsionado pela demanda interna e externa aquecida”, disse um relatório do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), com 82,1% dos ovos destinados ao consumo e 17,9% à incubação.

Uma petição enviada pelo Conselho Nacional do Frango à FDA propõe aproveitar os cerca de 360 milhões de ovos anuais de frangos de corte, hoje majoritariamente destruídos. Uma proposta semelhante, no entanto, foi rejeitada pelo órgão em 2023.

FONTE: R7 Noticias
Estados Unidos começam a importar ovos para tentar frear altas nos preços e falta da proteína – Noticias R7

 

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Corte sobre impostos de importação pode baratear 11 alimentos; veja quais

O corte sobre impostos de importação é tentativa do governo brasileiro de deixar os preços dos alimentos mais baratos

O corte sobre impostos de importação, que está em vigor desde 14 de março, é uma tentativa do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para tentar reduzir o preço dos alimentos, pressionados pela inflação.

Assim, o impacto da alíquota zero para impostos de importação deve ser sentido no bolso dos brasileiros de forma gradual. Entre os itens com a tarifa zerada pelo corte sobre impostos de importação estão carnes, sardinha, café torrado, café em grão, azeite de oliva, açúcar, óleo de palma, óleo de girassol, milho, massas e biscoitos.

Corte sobre impostos de importação

Alguns especialistas dizem que fixar um prazo para a queda do custo da comida é complicado, pois o preço depende de valores variados, como a variação no câmbio e investimentos em logística.

Apesar da dificuldade em apontar uma data, a Abras (Associação Brasileira de Supermercados) acredita que o impacto deve ser sentido em 60 dias, já que o corte sobre impostos de importação tem efeitos a médio prazo.

“Realmente, pode ajudar na redução dos preços para o consumidor, mas é uma medida de médio, não de curto prazo. É um pouco diferente, talvez para biscoitos, massas e azeites, [casos] em que já existe uma tradição de importação e um fluxo logístico”, afirmou o vice-presidente da Abras, Márcio Milan, em coletiva de imprensa na quinta (20).

Valores sobre o corte sobre impostos de importação

De acordo com o advogado tributarista Eduardo Natal, há outros  componentes em jogo na equação do preço dos alimentos, além da questão tributária.

Esses são fatores como custos logísticos, variação cambial e margens de revenda que podem afetar o resultado.

na foto aparece azeite de oliva que é um dos produtos que teve corte sobre impostos de importação Azeite de oliva teve tarifa zerada de importação pelo governo brasileiro – Foto: Canva/Divulgação/ND

“Os empresários que importam esses produtos trabalham normalmente com estoques adquiridos anteriormente, com custos já definidos, o que significa que o impacto da alíquota zero será sentido de forma gradual, à medida que os novos lotes importados com o benefício fiscal começarem a compor o preço médio praticado no mercado”, analisa Natal, que é presidente do Comitê de Transação Tributária da ABAT (Associação Brasileira da Advocacia Tributária).

Já na avaliação do ex-secretário de comércio exterior do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços) Welber Barral, o corte sobre impostos de importação não será o mesmo para todos os itens contemplados pelo imposto zero.

“Muitos produtos, como café e açúcar, o Brasil é o maior produtor do mundo. Então, é muito difícil pensar que algum outro país possa ter produtos abaixo do preço brasileiro, a não ser, claro, que suba muito o preço no Brasil. Mas ter a possibilidade de importar acaba tendo um impacto sobre a expectativa futura de preços, que é o que o governo está querendo fazer, ou seja, não pode elevar muito o preço no Brasil porque senão os importadores vão começar a trazer de fora”, observa Barral, que atualmente é conselheiro da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e presidente do IBCI (Instituto Brasileiro de Comércio Exterior e Investimentos).

“Vai ter impacto rápido? Provavelmente não. Vai ter o mesmo impacto para todos os produtos? Também não”, completa.

Ainda segundo Barral, é necessário “fazer uma regressão para tentar calcular qual poderia ser o eventual impacto, a depender da oferta e do preço lá fora de cada um desses produtos”.

Itens já comprados pelos fornecedores

O advogado Eduardo Natal explica que empresas com importações feitas antes da vigência da alíquota zero vão manter os custos anteriores embutidos no preço das mercadorias em estoque.

“Em um primeiro momento, esses empresários podem optar por manter o preço atual para preservar a margem de lucro, ou ajustar eventualmente os preços conforme a dinâmica competitiva do mercado. Com o tempo, à medida que novas importações forem realizadas com alíquota zero, o preço médio dos produtos tende a se ajustar, refletindo a redução nos custos de importação”, acredita o advogado.

Pagamento do imposto de importação

Welber Barral acrescenta que, no Brasil, o pagamento do imposto de importação ocorre no processo de liberação feito pela alfândega para a entrada das mercadorias no país.

“Ou seja, quem já fez o desembaraço aduaneiro, já pagou o imposto. Os navios que ainda não desembarcaram no Brasil é que vão se beneficiar da redução da alíquota”, completa.

FONTE: ND+
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Preço do trigo sobe e mercado recorre à importação

O preço do trigo segue em alta no mercado brasileiro devido à oferta restrita durante a entressafra. Segundo o boletim informativo do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), a baixa disponibilidade do cereal no país tem levado os compradores a intensificar a busca por novos lotes, enquanto os vendedores seguem retraídos nas negociações.

Esse cenário tem impulsionado as importações, já que, segundo agentes do setor, os preços internacionais estão mais atrativos em relação ao produto nacional.

Com a entressafra reduzindo os estoques internos, muitos compradores estão recorrendo à importação para atender à demanda. Segundo o Cepea, o atual patamar de preços internacionais favorece essa movimentação, tornando o trigo importado uma opção viável. No entanto, a volatilidade cambial e os custos logísticos podem influenciar a competitividade desse mercado nos próximos meses.

A valorização do trigo também impacta outros segmentos da cadeia produtiva, como as indústrias de panificação e ração animal, que já sinalizam preocupações com os custos elevados. Além disso, a dependência da importação pode tornar o Brasil mais vulnerável às oscilações no cenário global, especialmente em relação à oferta de países exportadores, como Argentina e Estados Unidos.

Para 2025, a produção brasileira de trigo deve registrar crescimento de 15,6% em comparação com 2024, totalizando 9,117 milhões de toneladas, de acordo com projeções da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Esse aumento deve ser impulsionado por uma recuperação na produtividade, estimada em 3,04 toneladas por hectare, um avanço de 18% sobre o ciclo anterior.

Apesar desse crescimento na produção, a área de cultivo do trigo deve sofrer uma redução de 2,1%, ficando próxima de 3 milhões de hectares. Segundo a Conab, essa queda reflete as incertezas do setor diante das condições climáticas e das oscilações do mercado. Eventos extremos, como secas ou geadas, podem impactar a produtividade e, consequentemente, a rentabilidade dos produtores.

A instabilidade climática continua sendo um fator de risco para a produção de trigo no Brasil. Eventos adversos, como chuvas excessivas ou períodos prolongados de estiagem, podem comprometer o rendimento das lavouras e afetar a qualidade do cereal. Além disso, as oscilações no preço do dólar e dos insumos agrícolas são fatores que podem influenciar a decisão dos produtores sobre o plantio do grão nos próximos ciclos.

Fonte: Agro Link
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China fez raro saque de estoques de petróleo bruto em meio a importações fracas

A China recorreu levemente aos estoques de petróleo bruto nos dois primeiros meses do ano, à medida que as refinarias processaram mais petróleo e as importações permaneceram fracas.

Foi a primeira vez em 18 meses que o processamento das refinarias superou a quantidade de petróleo disponível a partir de importações e produção doméstica.

As refinarias processaram cerca de 30 mil barris por dia (bpd) a mais no período de janeiro-fevereiro do que o total de petróleo disponível, de acordo com cálculos baseados em dados oficiais.

A China não divulga os volumes de petróleo que entram ou saem dos estoques estratégicos e comerciais, mas uma estimativa pode ser feita subtraindo a quantidade de petróleo processada do total disponível a partir de importações e produção interna.

As refinarias processaram o equivalente a 14,74 milhões de bpd nos dois primeiros meses do ano, um aumento de 2,1% em relação ao mesmo período do ano anterior, de acordo com dados divulgados na segunda-feira pelo Escritório Nacional de Estatísticas.

A China combina os dados de importação de janeiro e fevereiro para suavizar o impacto do feriado de uma semana do Ano Novo Lunar, cuja data exata muda a cada ano.

A China, o maior importador mundial de petróleo bruto, viu as chegadas de 10,37 milhões de bpd nos dois primeiros meses do ano e uma produção interna de 4,34 milhões de bpd.

O total combinado de 14,71 milhões de bpd ficou 30 mil bpd abaixo do volume processado, a primeira vez desde setembro de 2023 que o processamento superou o petróleo disponível.

Considerando que é um acontecimento relativamente raro para as refinarias processarem mais petróleo do que o total de importações e produção doméstica, vale a pena perguntar por que isso aconteceu nos dois primeiros meses de 2025.

A principal razão é que as importações de petróleo foram fracas nos dois primeiros meses, caindo 5% em relação ao mesmo período de 2024.

Provavelmente, houve dois principais fatores por trás da queda nas importações. O primeiro foi que as refinarias reduziram as compras de cargueiros da Rússia após o presidente norte-americano Joe Biden, em fim de mandato, impor novas sanções em meados de janeiro a navios que transportavam petróleo russo.

Mas também é importante notar que as refinarias não parecem ter feito muito esforço para substituir o petróleo russo por cargas de outros fornecedores, e a razão mais provável para isso foi a força dos preços globais do petróleo em janeiro e fevereiro.

Os contratos futuros do Brent atingiram seu ponto mais alto até agora este ano, de US$ 82,63 por barril, em 15 de janeiro, tendo subido constantemente de níveis em torno de US$ 70 no início de dezembro.

RECUO DOS PREÇOS

As refinarias chinesas têm um histórico de reduzir importações quando acreditam que os preços do petróleo subiram demais ou rápido demais.

A última vez que elas recorreram aos estoques, em setembro de 2023, ocorreu após os preços do petróleo terem subido fortemente de cerca de US$ 72 por barril em junho daquele ano para atingir uma máxima de 10 meses de US$ 96,26 em 29 de setembro de 2023.

Os preços do petróleo têm recuado desde a alta em janeiro deste ano, com o Brent sendo negociado em torno de US$ 71,00 por barril no comércio asiático na segunda-feira.

A queda nos preços pode ser suficiente para incentivar as refinarias a comprarem mais petróleo, mas isso provavelmente só aparecerá nas importações a partir de abril, dado o intervalo entre a encomenda e a entrega física do petróleo.

Do lado do processamento das refinarias, vale notar que, embora o processamento tenha aumentado 2,1% nos dois primeiros meses do ano em relação ao mesmo período de 2024, ainda ficou bem aquém do que costumava ser o nível normal.

O processamento das refinarias da China caiu em 2024 pela primeira vez em mais de duas décadas, caindo para 14,13 milhões de bpd.

A recuperação para 14,74 milhões de bpd no período de janeiro-fevereiro é modesta, especialmente quando vista em comparação com o período de agosto de 2023 até março de 2024, quando os volumes de processamento regularmente ultrapassaram 15 milhões de bpd.

O processamento das refinarias também foi provavelmente impulsionado pelo aumento da demanda por gasolina durante os feriados do Ano Novo Lunar e pelo início das operações de uma unidade de 200 mil bpd na nova refinaria Shandong Yulong Petrochemical.

Texto de Clyde Russell. As opiniões expressas aqui são do autor, colunista da Reuters. Edição de Kate Mayberry

FONTE: Reuters
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Argélia triplica importação de carne do Brasil

A Argélia já ocupa a quarta posição entre os maiores destinos da carne bovina brasileira exportada, de acordo com dados do primeiro bimestre deste ano divulgados nesta segunda-feira (17) pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) e compilados junto da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), atrelada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

O país é o mais bem posicionado entre os árabes como importador do produto no período. Os argelinos compraram 15,9 mil toneladas de carne do Brasil em janeiro e fevereiro, o que significou receita de US$ 85,4 milhões. O aumento sobre iguais meses de 2024 foi de 199% em quantidade e de 254% em valores.

Segundo as estatísticas publicadas no site da Abrafrigo, a Argélia vem ganhando terreno como importadora da carne bovina nacional. No ano passado, o país figurava como 12º destino, já com um crescimento representativo sobre 2023, quando estava em 40º lugar no ranking. Neste ano, em janeiro individualmente os argelinos eram o quarto destino, posição em que se mantêm no bimestre.

Os outros grandes destinos das exportações brasileiras de carne bovina no acumulado de janeiro e fevereiro deste ano foram a China, a maior compradora com cerca de 40% do total que o Brasil vende no exterior, seguida por Estados Unidos e pelo Chile. A Abrafrigo destaca o crescimento no período das vendas nacionais para outros dois países, a Itália e a Líbia, este último uma nação árabe da África.

Exportação geral
No geral, as exportações de carne bovina do Brasil no primeiro bimestre somaram 456,1 mil toneladas, com queda de 2% no volume sobre iguais meses de 2024, mas aumento de 12% na receita, que foi para US$ 2,066 bilhões. Em fevereiro individualmente, as vendas internacionais do setor, que incluem carnes in natura somadas às carnes processadas e subprodutos, caíram 6% no volume para 217,1 mil toneladas. Já a receita cresceu 12,6% no mês de fevereiro, passando para US$ 1,038 bilhão.

Fonte: ANBA
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Brasil abre mercado para mudas de morango do Egito

A Secretaria de Defesa Agropecuária, subordinada ao Ministério da Agricultura e Pecuária, publicou nesta quinta-feira (13) no Diário Oficial da União uma portaria que determina os requisitos fitossanitários para que o Brasil possa importar mudas de morango do Egito. As normas já estão em vigor e com a definição delas fica aberto ao país árabe o mercado brasileiro na área.

Segundo o documento, para entrar no Brasil as plantas precisam estar livres de solo e podem estar com ou sem folhas, em raiz nua ou em substrato, e devem estar acompanhadas de Certificado Fitossanitário emitido pela Organização Nacional de Proteção Fitossanitária (ONPF) do Egito.

Este certificado precisa conter declarações de que as mudas estão livres das seguintes pragas: naphothrips obscurus, Eutetranychus orientalis, Gryllotalpa gryllotalpa, Limothrips cerealium, Otiorhynchus sulcatus, Scirtothrips aurantii, Spodoptera exigua, Spodoptera littoralis, Thrips angusticeps e Thrips hawaiiensis, Erwinia amylovora, Monilinia fructigena, Nepovirus arabis, Nepovirus lycopersici, Phytophthora fragariae e Stralarivirus fragariae, sempre conforme resultados de laboratório.

A portaria determina, ainda, que os produtos estão sujeitos à inspeção no seu ponto de ingresso, além de coleta de amostras para análise fitossanitária em laboratórios credenciados, e que o custo do envio das amostras e da análise fitossanitária serão do interessado na venda do produto.

“No caso de interceptação de praga quarentenária ou de praga que apresente potencial quarentenário para o Brasil, o envio será destruído ou rechaçado e a Organização Nacional de Proteção Fitossanitária – ONPF do Egito será notificada, podendo a Organização Nacional de Proteção Fitossanitária – ONPF do Brasil suspender as importações de plantas de morango até a revisão da Análise de Risco de Pragas correspondente”, afirma o documento.

A importação de plantas de morango está inserida no capítulo de árvores, arbustos e silvados de frutas enxertados ou não na Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM). Tem imposto de importação de 2% segundo as regras do acordo de livre-comércio entre Egito e Mercosul.

De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), no ano passado o Brasil importou US$ 1.045 do produto, procedentes de Espanha e Chile. Já em morangos congelados do Egito foram importados US$ 25,07 milhões, mais do que o dobro dos US$ 12,2 milhões comprados em 2023.

Fonte: ANBA
Egito: nova regra para importar muda de morango

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