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Empresários de SC debatem Custo Brasil no Encontro Nacional da Indústria

Evento debateu estratégias para reduzir custos, necessidade de qualificar força de trabalho e empreendedorismo jovem e feminino.

O Encontro Nacional da Indústria (ENAI), iniciativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) para debater o futuro do setor realizado nesta quarta-feira (27) em Brasília, trouxe temas como a necessidade de requalificar profissionais, a formação de novas lideranças empresariais na indústria – com o protagonismo de jovens e mulheres, e ainda a assinatura de acordos como o firmado pelo SESI e o Ministério da Saúde para estruturar e implementar ações conjuntas voltadas à promoção de ambientes de trabalho saudáveis.

Um dos principais destaques do Encontro, que contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin na abertura, foi o debate sobre o Custo Brasil. A Federação das Indústrias de SC (FIESC) participou do evento com uma delegação de 30 industriais.

Em mesa redonda formada por representante do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), do legislativo federal e do setor privado, a discussão sobre o Custo Brasil focou nas estratégias para reduzir encargos tributários, a burocracia excessiva e a ineficiência logística, que custam cerca de R$ 1,7 trilhão por ano.

A principal novidade foi o lançamento do Observatório Custo Brasil, ferramenta desenvolvida em parceria entre o MDIC e o Movimento Brasil Competitivo (MBC). Segundo estimativas do ministério, a ferramenta deve contribuir para a redução do Custo Brasil em R$ 530 bilhões na próxima década. O conselheiro do MBC Rogério Caiuby esteve na FIESC no último dia  21 detalhando as iniciativas para atacar a questão (veja a matéria).

Confira a cobertura completa do evento. 

Além do Custo Brasil, o encontro de industriais também abordou a necessidade de requalificar a força de trabalho na indústria. Cerca de 11,8 milhões de profissionais precisam se requalificar nos próximos três anos para atender a demanda do mercado de trabalho, segundo o Mapa do Trabalho Industrial 2025-2027, da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Empreendedorismo jovem e a participação de mulheres no setor industrial também foram temas de debates. Uma pesquisa da CNI divulgada durante o ENAI mostrou que empresas industriais com sócios jovens tiveram crescimento de 8,1%, enquanto as que não têm novos líderes no quadro de sócios cresceram 3% entre 2022 e 2023.

Em relação ao protagonismo de mulheres na indústria, o painel debateu com lideranças femininas a necessidade de ampliar a representatividade e o número de empreendedoras no setor. Atualmente, apenas 14% das empresas estão registradas em nome de mulheres.

O ENAI também foi palco do Prêmio Excelência Sindical. O Sindimec-Joinville foi premiado com o terceiro lugar na premiação da CNI (veja a matéria).

Confira a cobertura completa do evento.

Com informações da CNI 

Fonte: FIESC
https://fiesc.com.br/pt-br/imprensa/empresarios-de-sc-debatem-custo-brasil-no-encontro-nacional-da-industria

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Presidente chinês troca cartas e elogios com projeto social do RJ

Antes das cartas, jovens da Orquestra Forte de Copacabana tinham se apresentado em Pequim, para o vice-presidente

O presidente chinês Xi Jinping respondeu à carta recebida da Orquestra Forte de Copacabana, projeto social que atende 28 jovens periféricos no Rio de Janeiro.
Márcia Melchior, diretora da Orquestra, havia entregado a primeira correspondência em mãos, em Pequim, ao embaixador brasileiro na China, Marcos Galvão. Não tinha esperança de receber resposta.

A carta de uma página foi entregue durante as comemorações dos 50 anos de relações comerciais entre Brasil e China, em setembro. Os jovens da Orquestra Forte de Copacabana estavam na cidade chinesa para três apresentações. Desde 2019, eles são patrocinados pela China National Offshore Oil Corporation (CNOOC), petrolífera do governo chinês.

Comemorações dos 50 anos das relações China-Brasil. No centro, vice-presidente chinês; à esquerda, embaixador brasileiro; ao seu lado, diretora da Orquestra Forte de Copacabana.

“Comecei a agradecer, o que eu ia falar?”
Durante as apresentações em Pequim, a diretora da Orquestra Forte de Copacabana foi chamada para conversar com o vice-presidente do país, Han Zheng.

“Fui pega de surpresa. Era para discursar para ele, imagina. Passaram a palavra para mim, não estava preparada. Comecei a agradecer, o que eu ia falar?”.

Segundo Márcia Melchior, o vice-presidente “ficou muito feliz de saber que uma empresa chinesa estava investindo em responsabilidade social, o quanto era importante a ajuda para as crianças do Brasil, que cultura é a base da educação”.

Han Zheng assistiu a uma das apresentações da Orquestra Forte de Copacabana acompanhado de diplomatas e ministros no Diaoyutai State Guest House, “um lugar luxuosíssimo, onde só o governo recebe”, conta a diretora.
Resposta do presidente chinês veio antes do G20. Após quinze dias em Pequim, a Orquestra Forte de Copacabana voltou ao Rio de Janeiro, no final de setembro. Em outubro, foi reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado do Rio de Janeiro. Nesse período, a República Popular da China recebeu centenas de cartas do Brasil, conforme informou o próprio Xi Jinping, em texto assinado na Folha de S. Paulo, em 16 de novembro, um dia antes de desembarcar para o G20 no Rio de Janeiro.

Na longa narrativa, ele menciona de passagem a carta da Orquestra do Forte de Copacabana, mas não informa que a respondeu. A resposta havia chegado para a diretora do projeto social dois dias antes, em 14 de novembro. Foi uma das quatro cartas respondidas por Xi Jinping, entre as centenas de mensagens recebidas do Brasil pelos 50 anos de relações comerciais com a China, e por causa do G20.

O que diz a carta?
O governo chinês não autoriza a divulgação da carta. Segundo a diretora da Orquestra, a mensagem curta e formal de Xi Jinping lembra da viagem que fez ao Brasil em 1996, agradece pelas décadas de relações comerciais e culturais, compara as grandezas naturais dos dois países e convida a passear mais na China. Antes da dar a resposta à carta, o presidente chinês havia citado a Orquestra Forte de Copacabana em uma entrevista coletiva em seu país.

“Aí os jornalistas da China inteira ficaram me ligando direto, fazendo entrevistas de madrugada, por causa do fuso horário”, conta Márcia Melchior.

Quando chegaram para o G20, “passou a ser de manhã, de tarde, de noite e de madrugada. Foram dez dias atendendo a imprensa chinesa”, diz a diretora da Orquestra, que concedeu mais de 40 entrevistas.

Serviço:
Próxima apresentação da Orquestra Forte de Copacabana

Comemoração pelo título de Patrimônio Cultural Imaterial do Estado do Rio de Janeiro e pelo Mês da Consciência Negra

Data: 30 de novembro de 2024, sábado

Horário: 18h

Local: Alameda do Forte de Copacabana – Praça Cel. Eugênio Franco, 1, Posto 6.

60 minutos. Grátis. Livre.

Fonte: Terra
https://www.terra.com.br/visao-do-corre/pega-a-visao/presidente-chines-troca-cartas-e-elogios-com-projeto-social-do-rj,95efb1b302fb20fdff2c07f3892fcdacofg3lhl7.html

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O gesto de Lula que demonstrou o prestígio de Janja na presidência

Em pé em um tapete vermelho, Lula recebeu os presidentes dos países que subiram a rampa do Museu de Arte do Rio para a cúpula do G20, com um aperto de mãos e rápidos cumprimentos.

Quando o líder estrangeiro chegava acompanhado da esposa, Janja se posicionava ao lado de Lula para recebê-los. Quando vinha sozinho, Janja se afastava para Lula cumprimentá-lo. O gesto foi repetido algumas vezes.

Mas duas ocasiões ganharam destaque: quando Joe Biden, presidente dos Estados Unidos, chegou ao evento, Lula faz um gesto para que a primeira-dama ficasse ao seu lado e o cumprimentasse. E quando Emmanuel Macron, presidente da França, subiu as rampas também. Lula fez questão de chamar a primeira-dama, que estava afastada, para cumprimentá-lo e também posar para as fotos.

Desde sábado, Janja tem sido criticada pelo entorno de Lula, como mostrou Malu Gaspar, não propriamente por ter xingado com um sonoro “fuck you, Elon Musk” o bilionário dono da rede social X, mas pelo fato de que as falas da primeira-dama ofuscaram o ato final do evento, programado para gerar manchetes positivas sobre o legado da presidência brasileira do G20.

Fonte: O Globo
G20: O gesto de Lula que demonstrou o prestígio de Janja

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Milei causa desconforto na diplomacia brasileira durante o G20

O início do encontro foi marcado por tensões evidentes. Quando Javier Milei chegou ao Brasil para a cúpula do G20, foi recebido de forma fria pelo anfitrião, o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva.

A antipatia mútua entre os dois líderes foi capturada em uma foto oficial, que rapidamente se espalhou pelas redes sociais. Ao contrário dos outros líderes mundiais que posaram sorridentes ao lado do petista com sorrisos, Milei e Lula exibiram expressões fechadas.

“Comunista” e “ladrão”
Milei está no cargo há quase um ano, mas ainda não havia se encontrado pessoalmente com Lula. Apesar das relações econômicas e políticas próximas entre Argentina e Brasil, as tensões são evidentes.

Durante a campanha eleitoral, Milei não hesitou em chamar Lula de “comunista” e “ladrão”, postura que manteve mesmo após assumir a presidência da Argentina.

No encontro do G-20 no Rio de Janeiro, Milei adotou uma postura de confronto ao ameaçar não assinar a declaração final preparada há um ano. Ele manifestou sua oposição a várias iniciativas internacionais.

A política externa de Milei
A atitude de Milei reflete uma mudança radical na política externa argentina. Recentemente, ele demitiu sua ministra das Relações Exteriores por ter votado na ONU pelo fim do embargo dos EUA contra Cuba.

Além disso, Milei retirou a delegação argentina de um encontro climático em Baku e também criticou a Agenda 2030 da ONU como uma imposição socialista.

Durante o fim de semana anterior ao G-20, Milei participou de um evento na Flórida em homenagem a Donald Trump e foi o primeiro chefe de Estado estrangeiro a encontrá-lo após sua vitória eleitoral. Em seu discurso, elogiou Trump como modelo político.

A diplomacia brasileira
A diplomacia brasileira estava preocupada com a possibilidade de Milei adotar uma postura isolacionista semelhante à de Trump durante o encontro no Rio. No entanto, no final da tarde do primeiro dia do evento, houve uma reviravolta: Milei decidiu assinar a declaração final.

O documento é genérico e um tanto superficial e reafirma o compromisso dos países do G-20 com uma tributação eficaz dos super-ricos e com o limite do aquecimento global a 1,5 graus Celsius.

Apesar de ter assinado o documento, Milei fez questão de expressar suas discordâncias.

O libertário e o socialista
A diferença ideológica entre Milei e Lula ficou evidente quando discutiram o papel do Estado. Enquanto Milei defende soluções baseadas no livre mercado, Lula destaca a necessidade da intervenção estatal para corrigir os excessos da privatização.

Diante das divergências no G-20, permanece incerta a capacidade dos dois líderes em alcançar um consenso dentro do Mercosul para firmar um acordo com a União Europeia e a EFTA ainda este ano.

Fonte: O antagonista/Diário do Brasil
Milei causa desconforto na diplomacia brasileira durante o G20

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Segurança de Biden no Rio: atiradores de elite, áreas isoladas e o ‘carro mais seguro do mundo’

A visita do presidente dos Estados Unidos ao Rio de Janeiro mobilizou um esquema de segurança digno de um líder da maior potência mundial.

Hospedado no Hilton, no bairro do Leme, o mandatário conta com uma operação coordenada pelo Serviço Secreto dos EUA, em parceria com a Polícia Federal e a Polícia Militar do Rio de Janeiro.

Além das barreiras montadas e do reforço policial, um dos destaques da operação é a presença de snipers posicionados estrategicamente em edifícios ao redor do hotel.

Segundo informações obtidas pela reportagem, esses atiradores de elite têm a missão de neutralizar qualquer ameaça à distância, com apoio de equipamentos de alta precisão e comunicação direta com as equipes em solo.

Outro elemento central da segurança é o veículo utilizado pelo presidente, conhecido como “The Beast” (A Besta). Trata-se de uma limusine super-blindada baseada no Cadillac One, projetada para suportar ataques que vão desde tiros e explosões até ameaças químicas.

Com cerca de 9 toneladas, a “Besta” é construída sobre o chassi de uma picape Chevrolet Kodiak, com uma combinação de aço, alumínio e cerâmica, que oferece proteção de até 20 milímetros de espessura.

As janelas possuem vidros multicamadas de 12,7 centímetros e o tanque de combustível é revestido com uma espuma especial para evitar incêndios em caso de impacto.

Internamente, o veículo é um verdadeiro bunker sobre rodas. A área destinada ao presidente é totalmente selada, protegida contra ataques químicos e equipada com sistemas de comunicação avançados, além de um suprimento de sangue compatível com o chefe de Estado em caso de emergência médica.

O trajeto entre o hotel Hilton e o Museu de Arte Moderna (MAM), onde está prevista parte da agenda presidencial, será feito em apenas 10 minutos com o apoio de batedores, que garantem fluidez no trânsito e a máxima segurança.

O percurso inclui vias monitoradas e previamente inspecionadas por agentes de segurança.

O Leme, um bairro normalmente tranquilo, está cercado por bloqueios e varreduras constantes, incluindo o uso de cães farejadores e drones para monitoramento aéreo. Moradores relataram mudanças na rotina e intenso movimento de agentes de segurança, mas compreendem a necessidade das medidas.

A escolha do Hilton reflete não apenas critérios de conforto, mas a capacidade do local de se adaptar aos rigorosos protocolos de segurança exigidos pelo governo americano.

Especialistas apontam que a combinação entre tecnologia de ponta, logística precisa e profissionais altamente capacitados faz deste um dos esquemas de proteção mais sofisticados do mundo.

A operação continuará até o final da agenda oficial do presidente no Brasil, reafirmando o compromisso das autoridades em garantir segurança absoluta para todos os envolvidos.

Fonte: CNN Brasil
Segurança de Biden no Rio: snipers, isolamento e ‘carro mais seguro do mundo’ | CNN Brasil

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DESORGANIZAÇÃO: Jornalistas reclamam da organização do G20 no Rio de Janeiro: ‘sem internet e sem comida’

O primeiro dia da cúpula do G20 no Rio de Janeiro foi marcado por uma série de falhas na organização.

Mais de 2,5 mil jornalistas se credenciaram para cobrir o evento, mas a sala de imprensa não comportou todos os profissionais de imprensa.
Foram disponibilizados apenas três detectores de metais na entrada do Museu de Arte Moderna (MAM), provocando enormes filas de jornalistas que ficaram horas de baixo do sol carioca.

A internet wi-fi parou de funcionar por excesso de conexões logo no começo da manhã, provocando uma série de reclamações por parte dos jornalistas, que não conseguiram trabalhar.

Saiba mais: Joe Biden desembarca em Manaus antes da Cúpula do G20

E só foi fornecida alimentação e bebidas após outra série de protestos de jornalistas, que chegaram no local já no dia antes, domingo, 17, para se preparar.

‘Pior G20 de todos’
“Esse é o quarto G20 que cubro mundo afora, e até o momento foi o pior organizado”, disse a Oeste um jornalista de uma agência de comunicação japonesa, “Gastaram R$ 33 milhões para o festival da Janja e na sala de imprensa mal tem wi-fi. Inconcebível”.

Muitos jornalistas brasileiros e estrangeiros estão protestando nas redes sociais sobre a desorganização da sala de imprensa do G20.

Fonte: Revista Oeste / Diário do Brasil Noticias
DESORGANIZAÇÃO: Jornalistas reclamam da organização do G20 no Rio de Janeiro: ‘sem internet e sem comida’

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Evento na FIESC debate associativismo e competitividade no dia 21

Fórum Radar traz executivos como Neivor Canton, Roberto Zagonel, Daniel Godinho e Ana Rita Vieira para discutir desafios da indústria de SC para se manter competitiva e como parcerias estratégicas colaboram para o desenvolvimento industrial

Temas que impactam a competitividade, como o Custo SC, a sustentabilidade e a inovação centram os paineis e palestras do  Fórum Radar. A última edição do evento em 2024 está marcada para o próximo dia 21 de novembro, na sede da Federação das Indústrias de SC (FIESC), em Florianópolis.

O evento tem início às 13h30 e a primeira palestra é com o conselheiro executivo do Movimento Brasil Competitivo Rogério Desio Cauiby, que fala sobre Custo Santa Catarina: Desafios para uma indústria competitiva.

Em seguida, o Fórum Alumni EMC-UFSC promove o debate sobre Oportunidades e desafios para a cadeia de máquinas e equipamentos, com a participação dos CEOs André Odebrecht (Bovenau e Cassava), Edvaldo Ângelo (Metisa), Guido Dellagnelo (Futura) e Marcio Schissatti (B&L) e também dos executivos Daniel Godinho (WEG) e Daniel Moraes (Tupy).

As parcerias estratégicas como ferramentas para aumentar a competitividade das empresas são tema do painel com a diretora da Baly, Dayane Titon Cardoso, e o presidente da Zagonel, Roberto Zagonel.

A sustentabilidade e a agenda ESG serão foco de dois painéis. No primeiro, a executiva da Viplan e presidente do Sinduscon Joinville, Ana Rita Vieira, e a diretora-executiva do JBS Biotech Innovation Center, Fernanda Berti, debatem o papel da liderança frente aos desafios do mercado para negócios sustentáveis. No segundo, a executiva Patrícia Maeda traz o case do grupo Fleury nos pilares ESG, inovação e excelência.

Neivor Canton, presidente da Aurora Coop, fala sobre como o associativismo pode se tornar uma ferramenta impulsionadora da competitividade industrial. O evento termina com a participação do ex-técnico da seleção masculina de vôlei, Renan Dal Zotto, com uma palestra sobre liderança e a busca pela excelência.

Serviço:
O quê: Radar Reinvenção – Associativismo e Competitividade
Quando: 21/11 das 13h30 às 19h10
Onde: Sede da FIESC em Florianópolis
Inscreva-se. As vagas são limitadas.

FONTE: Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina – FIESC
Evento na FIESC debate associativismo e competitividade no dia 21 | FIESC

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Missão técnica vai explorar inovações para agropecuária na Nova Zelândia e Austrália

Viagem será realizada de 4 a 19 de abril de 2025

Estão abertas as inscrições para a Missão Agro Internacional 2025, que ocorrerá de 4 a 19 de abril, com visitas à Nova Zelândia e Austrália. O objetivo é explorar as inovações agrícolas e tecnologias desses países, líderes globais no agronegócio. O grupo visitará fazendas, universidades e centros de pesquisa, focando em práticas de produção, gestão, sustentabilidade e novas tecnologias com grande potencial para o Brasil.

A missão será liderada por Gilmar Tietböhl, ex-secretário da Agricultura do Rio Grande do Sul e ex-superintendente do Senar/RS, acompanhado por Airton Spies, Saulo Gomes e César Torres. O valor do investimento é de US$ 11 mil, pagáveis em 4 parcelas. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail gilmar.tietböhl@gmail.com ou pelo telefone (51) 99552-5262.

Saiba mais
A viagem será acompanhada por representantes da organização no Brasil, um representante da empresa australiana e um intérprete especializado em Ciências Agrárias, com mestrado e doutorado nos dois países.

Passaporte
Deve ter validade mínima de 6 meses após o término da viagem e espaço suficiente para carimbos de imigração.

Vistos
Para a Austrália, é necessário visto para portadores de passaporte brasileiro. Para a Nova Zelândia, é obrigatória a autorização de viagem (NZeTA) desde 1º de julho de 2019.

FONTE: Agrolink
Missão técnica vai explorar inovações para agropecuária na Nova Zelândia e Austrália

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POLÍTICA INTERNACIONAL – XIJINPING FARÁ VISITA AO PERU E AO BRASIL PARA ENCONTROS DA APEC E G20

O presidente chinês, Xi Jinping, viajará ao Peru e ao Brasil na próxima semana para participar da Reunião de Líderes Econômicos da Apec, em Lima, e da Cúpula do G20, no Rio de Janeiro.

Anunciou o governo de Pequim nesta sexta-feira (08/11), conforme a AFP. Xi estará no Peru de 13 a 17 de novembro e no Brasil de 17 a 21, segundo a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Hua Chunying.

A China, principal parceiro comercial do Brasil, movimentou mais de US$ 180 bilhões em comércio bilateral em 2023. Desde que reassumiu a presidência, Luiz Inácio Lula da Silva busca fortalecer laços com a China e os EUA, mantendo uma postura de mediação no conflito ucraniano. Uma visita de Geraldo Alckmin à China neste ano indicou interesse do Brasil na Iniciativa do Cinturão e Rota, que já conta com adesão de vários países sul-americanos, incluindo o Peru.

FONTE: China em 1 minuto/instagram
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Rio terá dois dias de feriado por conta do G20; entenda o plano operacional

Entre os dias 14 e 19 de novembro ocorre o G20 Social, o Urban 20 (U20) e a Cúpula de Líderes do G20

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), apresentou o Plano Operacional para os eventos do G20 em coletiva nesta quinta-feira (31). Entre os destaques, foi oficializado que a cidade terá dois dias de feriado por conta do evento que reúne líderes internacionais. Entre os dias 14 e 19 de novembro ocorre o G20 Social, o Urban 20 (U20) e a Cúpula de Líderes do G20. As medidas buscam viabilizar a melhora na mobilidade e na ordem pública durante os dias de evento. Para isso, algumas vias serão interditadas, estações fechadas e orlas bloqueadas para a segurança das delegações.

Feriado

De acordo com Eduardo Paes, a cidade do Rio terá os dias 18 e 19 de novembro como feriado.

O objetivo é reduzir o trânsito nos dias em que a cidade recebe as autoridades mundiais.

“É importante que todos nós nos preparemos para esses dias de transtorno, do dia 14 ao dia 20”, disse o prefeito.

O feriado não abrange comércio de rua, bares, restaurantes, padarias, hotéis, hospedarias, pousadas, shopping center, estabelecimentos culturais, cinemas, teatros, pontos turísticos, indústrias localizadas na AP 3, AP 4 E AP 5, empresas jornalísticas e estabelecimentos com atividades de trabalho remoto.

“Esse feriado não vale para as indústrias localizadas, ele é quase que um feriado territorial”, afirmou o prefeito.

Trabalhadores de serviços essenciais, como de saúde, públicos ou privados, segurança privada, transporte público, coleta de lixo e limpeza urbana e estabelecimentos atacadistas, não terão feriado.

Áreas de lazer

A cidade do Rio de Janeiro não terá áreas de lazer na orla da praia e no Aterro do Flamengo nos dias entre os dias 15 e 20 de novembro.

“Toda a orla da Zona Sul ficará aberta ao tráfego”, afirmou Paes.

As delegações ficarão instaladas no centro, Botafogo, Leblon, São Conrado, Copacabana, Barra da Tijuca, São Conrado e Ipanema. Para garantir melhor circulação entre os chefes de estado, as áreas de lazer não estarão disponíveis.

“Não haverá área de lazer lá porque vai passar o Joe Biden, o Macron, os maiores líderes do mundo”, explicou o prefeito.

Agenda

O G20 social ocorre entre os dias 14 e 16 de novembro. O evento será realizado em parceria entre Rio e São Paulo. São 30 cidades participantes, dez cidades observadoras e 50 instituições parceiras.

O Urban 20 começa dia 14 e termina dia 17 de novembro. A ideia é reunir prefeitos na véspera da Cúpula de Líderes, oferecendo um momento para que líderes locais e nacionais se encontrem. Já a Cúpula do G20 acontece nos dias 18 e 19.

“A ideia do U20 é a gente discutir um pouquinho e viabilizar recursos necessários para investimentos na questão climática para a cidade”, declarou Eduardo Paes.

O Grupo dos 20 reúne 85% do PIB Mundial, 75% do comércio global, 56% da população do planeta e 97% das patentes no mundo, segundo o prefeito do Rio de Janeiro.

Complexo de Mauá

Os eventos do G20 acontecerão no Complexo Mauá, na Zona Portuária da cidade, e a expectativa é receber cerca de 40 mil pessoas por dia.

De acordo com o prefeito, apesar de ser gratuito e não ser necessária inscrição prévia para comparecimento, o local terá um rígido controle de acesso.

“Vamos adotar um controle de acesso ao Complexo Mauá. Teremos esse controle para que a gente possa ter o evento acontecendo com toda a segurança”, afirmou Paes.

Em coletiva, o presidente da CET-Rio, Joaquim Dinis, afirmou que não há a previsão de bloqueios de trânsito na região do evento e que terá, ainda, pontos de táxi instalados nas saídas do Complexo Mauá.

“Vamos ter o controle de pedestres, mas tanto a Avenida Rio Branco como a Rua do Acre ficam com acessos livres”, disse Dinis.

O presidente da CET-Rio destaca ainda que os VLTs serão uma boa opção para chegar até o local, mas alerta que três estações estarão fechadas durante entre 14 e 16 de novembro por segurança.

“O que é mais importante na circulação dessa região é o VLT, que funciona, é uma boa alternativa para chegar lá, mas, como o prefeito disse, vai existir uma questão de controle de acesso na área da praça Mauá”, afirmou Joaquim Dinis.

As estações que serão fechadas são:

  • Utopia/AquaRio;
  • Parada dos Navios/Valongo;
  • Parada dos Museus.

Shows

Durante o Festival  Aliança Global, que acontece dos dias 14 a 16, ocorrerão shows a partir das 18h.

Entre os nomes já divulgados que participarão do evento estão Ney Matogrosso, Zeca Pagodinho, Daniela Mercury, Seu Jorge, Diogo Nogueira e Maria Rita. A programação detalhada ainda será apresentada.

Segurança

A Cúpula do G20 acontece no Museu da Arte Moderna, nos dias 18 e 19 de novembro.

Serão 55 delegações, 40 países e 15 organismos internacionais.

“A gente quer dar total segurança para que eles transitem pela cidade com tranquilidade. A tendência é que a gente tenha muita circulação de autoridades pela região da orla do Rio de Janeiro ao Museu de Arte Moderna”, reforçou Eduardo Paes.

De acordo com o prefeito, serão 935 agentes por dia, 120 viaturas por dia, seis reboques e dois caminhões à disposição do evento.

“Num encontro como esse, a disciplina vai ser ainda mais rigorosa para que a gente não tenha transtornos gerados aos nossos visitantes. É uma enorme responsabilidade de todos nós cariocas de nos mostramos calorosos, bons anfitriões, compreensivos com essas mudanças que acontecem em razão de um encontro dessa importância”, ponderou Paes.

O que é o G20?

O G20 é uma organização internacional que reúne as 19 maiores economias do mundo, além da União Europeia e a União Africana.

Veja quem são os membros do G20:

  • União Europeia;
  • União Africana;
  • Estados Unidos;
  • China;
  • Brasil;
  • Canadá;
  • França;
  • Argentina;
  • México;
  • Indonésia;
  • África do Sul;
  • Austrália;
  • Coreia do Sul;
  • Japão;
  • Alemanha;
  • Itália;
  • Índia;
  • Rússia;
  • Arábia Saudita;
  • Reino Unido;
  • Turquia.

FONTE: CNN BRASIL
Rio terá dois dias de feriado por conta do G20; entenda o plano operacional | CNN Brasil

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