Comércio Exterior, Informação, Inovação, Investimento, Logística, Negócios, Networking

Avançando juntos: pelo segundo ano consecutivo Advanced Corretora de Câmbio estará com o RêConecta News na Intermodal

A RêConecta News tem o prazer de anunciar a presença da Advanced Corretora de Câmbio pelo segundo ano consecutivo na Intermodal South America 2025 – o maior e mais completo evento para os setores de logística, intralogística, tecnologia, transporte de cargas e comércio exterior da América Latina.

A presença da Advanced Corretora de Câmbio no estande G100, oferece uma oportunidade única para o público corporativo acessar soluções inovadoras e completas no mercado financeiro e de câmbio. “Participar da Intermodal em 2024 foi um marco para a Advanced. Conseguimos nos conectar com muitos clientes de todo o Brasil, além de recuperar clientes, encontrar clientes que há tempos não víamos e conquistar novas parcerias. Estamos muito ansiosos, acreditamos que esse ano será ainda melhor,”comenta Luana Groppi – Gerente Regional Advanced, em Itajaí (SC).

Com um portfólio de serviços de excelência, conectando organizações às melhores práticas e oportunidades no comércio internacional, a Advanced promete apresentar novidades ao mercado. “Estamos ampliando o nosso leque de produtos com a qualidade Advanced, então temos muita novidades para apresentar aos clientes da Intermodal”, revela Luana.

Trajetória de sucesso

Com uma trajetória consolidada desde 1999, a Advanced Corretora de Câmbio se destaca no mercado financeiro, oferecendo um portfólio de serviços amplamente especializado em câmbio comercial, câmbio turismo, remessas internacionais, investimentos no exterior e consultoria para regulamentações e obrigações junto ao Banco Central. A empresa se orgulha de proporcionar um atendimento personalizado e soluções eficazes que atendem tanto às necessidades de pessoas físicas quanto de empresas de diversos segmentos. “Essa é a nossa essência, temos o atendimento humanizado. Focamos na necessidade do cliente e entregamos o que ele realmente precisa,” fala Luana.

Com presença em oito estados brasileiros e uma filial nos Estados Unidos, a Advanced é reconhecida por sua atuação pautada na confiança, inovação e na constante melhoria de seus processos. Mais de 220 colaboradores qualificados e mais de 100 mil clientes atendidos são o reflexo da excelência e eficiência dos seus serviços. A empresa é especialista em analisar e antecipar as movimentações do mercado cambial e internacional, oferecendo soluções ajustadas às necessidades de cada cliente.

Diferenciais da Advanced Corretora de Câmbio:

Maximização de ganhos: Estratégias personalizadas que garantem os melhores resultados para os clientes, otimizando lucros.

Suporte completo: Consultoria especializada com operadores experientes para apoiar nas melhores decisões de câmbio e transações internacionais.

Acompanhamento ONLINE: Monitoramento contínuo do mercado para garantir as melhores taxas e condições para as operações de câmbio.

Além dos serviços de câmbio, a Advanced também se destaca em sua consultoria em negócios internacionais, ajudando empresas a cumprirem as exigências do Banco Central, realizar registros de capitais estrangeiros, investimentos no exterior, entre outras demandas internacionais.

Inovação e business intelingence

Recentemente a Advanced implantou um setor especializado em businees inteligente, uma nova forma de fazer negócios. Segundo Adilson Chaves, gerente de Inteligência, o objetivo é aprofundar o conhecimento sobre cada setor para potencializar as soluções oferecidas. “Através de dossiês detalhados, traçamos perfis estratégicos, identificamos gatilhos mentais e mapeamos as principais necessidades do mercado, orientando a equipe comercial com insights precisos. Esse trabalho envolve pesquisa, produção de conteúdo e entrega estruturada, para facilitar a compreensão”, explica. Em um mundo vasto e competitivo, essa abordagem se torna essencial para capitalizar todo o potencial da Advanced e fortalecer sua presença na inteligência de negócios no Brasil.

Venha conhecer tudo o que a Advanced tem a oferecer na Intermodal 2025! Te esperamos no estande G100.

Saiba mais sobre a ADVANCED: https://www.advancedcorretora.com.br/

Faça sua inscrição: https://www.intermodal.com.br/pt/home.html

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Comércio Exterior, Exportação, Gestão, Industria, Negócios, Notícias, Pessoas, Portos

O ESPECIALISTA: FRANCINE MACEDO

Morro dos Cavalos: A urgência da segurança e a proteção indispensável do seguro 

A recente tragédia envolvendo um caminhão tanque no Morro dos Cavalos, em Palhoça, Santa Catarina, nos lembra de forma dolorosa dos riscos inerentes ao transporte de cargas perigosas e da fragilidade da vida. As imagens impactantes e as notícias sobre o ocorrido nos deixam em alerta sobre a importância da prevenção e da preparação para imprevistos. 

Em momentos como este, além da profunda tristeza pelas perdas e da urgência em apurar as causas do acidente, emerge com clareza a relevância crucial do seguro. 

Por que o seguro é tão importante, especialmente para transportadoras e motoristas de carga? 

Proteção Financeira: Um acidente dessa magnitude pode gerar custos altíssimos, incluindo danos ao veículo, à carga, ao meio ambiente, além de possíveis indenizações a terceiros. Sem um seguro adequado, a empresa ou o motorista podem enfrentar a falência. 

Cobertura Abrangente: Apólices de seguro para transporte de cargas podem oferecer coberturas diversas, como danos materiais, responsabilidade civil (danos a terceiros), lucros cessantes (paralisação das atividades). 

Tranquilidade e Segurança: Saber que se tem um seguro contratado traz mais tranquilidade para o dia a dia do trabalho, permitindo que o foco esteja na condução segura e eficiente. 

Responsabilidade Social e Ambiental: Em casos de vazamento de cargas perigosas, o seguro pode cobrir os custos de limpeza e remediação ambiental, demonstrando a responsabilidade da empresa com a sociedade e o meio ambiente. 

A tragédia no Morro dos Cavalos serve como um alerta para: 

A necessidade de fiscalização rigorosa: É fundamental garantir que as normas de segurança para o transporte de cargas perigosas sejam cumpridas à risca. 

A importância da manutenção preventiva: Veículos em bom estado de conservação diminuem significativamente o risco de acidentes. 

A conscientização dos motoristas: Treinamento adequado e respeito às leis de trânsito são essenciais. 

A obrigatoriedade de um seguro completo: Para transportadoras e motoristas autônomos, o seguro não é um custo, mas sim um investimento na segurança do seu negócio e na proteção de todos. 

Que este triste episódio nos motive a refletir sobre a importância da segurança viária e da proteção que um seguro bem estruturado pode oferecer. Em um setor tão vital para a economia como o transporte de cargas, a prevenção e a preparação para o inesperado são mais do que necessárias – são essenciais. 

Compartilhe esta informação e ajude a conscientizar sobre a importância do seguro no transporte de cargas! 

Francine Macedo tem 28 anos de experiência em Gestão de Transporte Rodoviário, gerenciamento de riscos e mitigação de perdas no setor de seguros, tanto nacional quanto internacional. Destaca-se pela habilidade em desenvolver novos projetos e negócios, gerenciar grandes contas, e consolidar operações diárias. Possui conhecimento do setor de transporte, expertise em negociação, planejamento, liderança de equipes e desenvolvimento estratégico de negócios, contribuindo para o crescimento e inovação nas áreas em que atua. 

 

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Economia, Investimento, Negócios, Notícias

Amazon cancela pedidos da China para evitar impacto de novo tarifaço

A Amazon, gigante de tecnologia e do comércio eletrônico, teria cancelado uma série de pedidos de diversos produtos fabricados na China e em outros países da Ásia, em reação à nova rodada de tarifas comerciais impostas pelo governo dos Estados Unidos.

As informações foram divulgadas nesta quarta-feira (9/4) pela Bloomberg, que teve acesso a documentos. Até o momento, a Amazon não comentou.

O que aconteceu
De acordo com a Bloomberg, foram cancelados pedidos de produtos como patinetes, cadeiras de praia, scooters e aparelhos de ar-condicionado.
Na semana passada, Trump anunciou novas tarifas para mais 180 países – várias nações asiáticas estão entre as mais afetadas pela taxação, como China (o maior alvo), Japão, Coreia do Sul, Vietnã e Tailândia.
Os cancelamentos dos pedidos, segundo a Bloomberg, teriam sido feitos sem aviso prévio aos fornecedores.

Amazon já se preocupava com guerra comercial
Em seu relatório anual, divulgado em fevereiro deste ano, a Amazon já havia mencionado as disputas comerciais internacionais como um importante fator de risco para os negócios.

“Fornecedores baseados na China são responsáveis por porções significativas de nossos componentes e produtos acabados”, afirmou a empresa no relatório.

Os itens que a Amazon compra diretamente dos fornecedores correspondem a cerca de 40% do total de produtos vendidos no site da empresa. O restante das vendas fica a cargo de comerciantes independentes que alugam espaço na plataforma digital da Amazon.

Queda nas ações
As ações da Amazon já recuaram cerca de 21% só neste ano, queda maior do que a do S&P 500 (-15%).

Fonte: Metrópoles
Para fugir do “tarifaço”, Amazon cancela pedidos de produtos da China | Metrópoles

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Acordo UE-Mercosul ‘não é remédio’ para tarifas de Trump, alerta França

O acordo comercial entre a União Europeia (UE) e o Mercosul “não é um remédio” para as tarifas de Donald Trump, porque “acrescentaria mais desordem”, declarou nesta terça-feira a ministra francesa da Agricultura, Annie Genevard.

A França lidera um grupo de países europeus que se opõem à ratificação do acordo negociado em dezembro entre a Comissão Europeia, o braço executivo da União Europeia, e os países do bloco sul-americano (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai), que criaria um mercado de 700 milhões de pessoas.

— O Mercosul era ruim ontem e continua sendo, na minha opinião, para os setores cruciais, agrícola e agroalimentar, do nosso país — disse Genevard à Rádio J, ao ser questionada se as tarifas de Trump enfraquecem sua posição na UE.

Na semana passada, em meio a tarifas de Trump, Josef Síkela, representante para parcerias internacionais da Comissão Europeia (braço executivo da União Europeia), defendeu o acordo UE-Mercosul. Já o presidente da França, Emmanuel Macron, continua buscando “uma minoria de bloqueio” dentro da UE contra o acordo comercial com o Mercosul.

Se o acordo for ratificado, a União Europeia, primeiro parceiro comercial do Mercosul, poderia exportar com mais facilidade automóveis, máquinas e produtos farmacêuticos, enquanto o bloco sul-americano poderia exportar para a Europa mais carne, açúcar, soja, mel, entre outros produtos.

A França enfrenta a oposição veemente de seu setor agropecuário, que organizou grandes mobilizações nos últimos anos, e exige que as exportações do bloco sul-americano cumpram as mesmas normas de produção adotadas na UE.

O acordo “favoreceria outras produções (francesas) e em especial a produção de vinho, mas um bom acordo é um acordo equilibrado”, acrescentou Genevard, para quem os setores mais impactados seriam os de carne ovina e bovina, açúcar e etanol.

Embora a ministra tenha considerado que o Mercosul “não é um remédio”, ela chamou de “boa política” que a UE busque acordos alternativos para minimizar as consequências do impacto do aumento de tarifas decretado por Trump.

O presidente dos Estados Unidos assinou no dia 2 deste mês um decreto para adotar uma tarifa alfandegária mínima de 10% para todas as importações que entram no país, e de 20% para os produtos procedentes da UE.

A Comissão Europeia ofereceu aos Estados Unidos um acordo para adotar uma tarifa zero no comércio de produtos industriais — uma oferta que Trump já considerou “insuficiente” — e, ao mesmo tempo, ameaça com medidas de retaliação.

— A agricultura não deve ser uma variável de ajuste da resposta — disse Genevard, diante do temor de que aumentar as tarifas sobre a soja americana, que os pecuaristas europeus precisam, acabe afetando o setor e os consumidores.

FONTE: O Globo
Acordo UE-Mercosul ‘não é remédio’ para tarifas de Trump, alerta França

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Análise: Brasil compõe seleto grupo de 5 países que pode sair vencedor do “tarifaço”

O Brasil, como importador líquido de mercadorias dos Estados Unidos, exemplifica a maneira como alguns países podem tirar proveito da guerra tarifária

Dias após o anúncio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de tarifas que chocaram vários parceiros comerciais e os mercados globais, alguns países estão surgindo como possíveis vencedores, embora o risco de uma recessão induzida limite os ganhos.

Com aliados de longa data e parceiros comerciais próximos dos EUA, incluindo a União Europeia, o Japão e a Coreia do Sul, entre os mais atingidos – com tarifas de 20% ou mais – rivais que vão do Brasil à Índia e da Turquia ao Quênia veem uma luz no fim do túnel.

O Brasil está entre as economias que escaparam com a menor tarifa “recíproca” dos EUA, de 10%. Além disso, o país pode se beneficiar das tarifas retaliatórias da China, que provavelmente atingirão os exportadores agrícolas dos EUA.

As mais recentes tarifas dos EUA entrarão em vigor em 9 de abril.

O Brasil, como importador líquido de mercadorias dos Estados Unidos, exemplifica a maneira como alguns países podem tirar proveito da guerra comercial que Trump está travando principalmente contra a China e outros grandes exportadores que têm superávits comerciais com os EUA.

Marrocos, Egito, Turquia e Singapura

Marrocos, Egito, Turquia e Singapura, todos com déficits comerciais com os EUA, podem encontrar uma oportunidade nas dificuldades de países como Bangladesh e Vietnã, que têm grandes superávits e foram duramente atingidos por Trump.

Enquanto os dois últimos estão enfrentando tarifas esperadas de 37% e 46%, respectivamente, os outros, como o Brasil e a maioria de seus vizinhos, terão tarifas de 10% cada – mais como um tapinha na mão na nova ordem mundial de Trump.

“Os EUA não impuseram tarifas apenas ao Egito”, disse Magdy Tolba, presidente da joint venture egípcio-turca T&C Garments. “Eles impuseram tarifas muito mais altas a outros países. Isso dá ao Egito uma excelente oportunidade de crescimento.”

Tolba listou a China, Bangladesh e Vietnã como principais concorrentes do Egito no setor têxtil.

“A oportunidade está à vista de todos”, disse ele. “Nós só precisamos agarrá-la”.

A Turquia, cujas exportações de ferro, aço e alumínio foram afetadas pelas tarifas anteriores dos EUA, agora deve se beneficiar à medida que outros comerciantes globais enfrentam taxas ainda mais altas.

O ministro do Comércio, Omer Bolat, chamou as tarifas sobre a Turquia de “as melhores das piores”, considerando as taxas impostas a muitos outros países.

Da mesma forma, o Marrocos, que tem um acordo de livre comércio com os EUA, poderia emergir como um beneficiário relativo do sofrimento tanto da UE quanto das antigas potências asiáticas.

“A tarifa é uma oportunidade para o Marrocos atrair investimentos de investidores estrangeiros dispostos a exportar para os EUA, dada a tarifa comparativamente baixa de 10%”, disse um ex-funcionário do governo, falando sob condição de anonimato.

Ainda assim, o funcionário e outros observaram que os riscos se aproximam, com o perigo de que grandes investimentos chineses recentes, incluindo US$6,5 bilhões da Gotion High Tech para o que seria a primeira gigafábrica da África, possam atrair atenção negativa de Trump.

Rachid Aourraz, economista do Instituto Marroquino de Análise de Políticas (MIPA), um think tank independente em Rabat, observou que os setores aeroespacial e de fertilizantes do país ainda podem ser afetados.

“Embora o impacto direto pareça limitado, já que os EUA não são um mercado importante para as exportações do Marrocos, as ondas de choque criadas pelas tarifas e o espectro da recessão podem afetar o crescimento econômico marroquino”, disse ele.

O Quênia, país com o qual os EUA têm um superávit comercial, também pode ter efeitos mistos de um golpe tarifário relativamente leve. Os produtores de têxteis, em particular, expressaram a expectativa de que poderiam obter uma vantagem comparativa em relação aos concorrentes dos países mais afetados pelas tarifas.

Preocupações

Preocupações semelhantes estão ocorrendo em Cingapura, onde o índice de referência Straits Times caiu 7,5% na segunda-feira, a maior queda desde 2008, e ampliou as perdas nesta terça-feira.

Embora a cidade-Estado possa se beneficiar de alguns fluxos de investimento à medida que os fabricantes buscam diversificar, eles ainda estariam sujeitos a regras substanciais de fabricação e conteúdo local, disse Selena Ling, economista do OCBC.

“A história absoluta é que não há ‘vencedores’ se a economia dos EUA e/ou global sofrer uma parada brusca ou uma recessão”, disse ela. “É tudo relativo.”

Chua Hak Bin, economista do Maybank, acrescentou: “Cingapura não pode vencer em uma guerra comercial global, dada a forte dependência do comércio.”

A Índia, apesar de uma tarifa de 26%, ainda está procurando oportunidades nas dores de seus rivais asiáticos.

De acordo com uma avaliação interna do governo compartilhada com a Reuters, os setores em que a Índia pode ganhar participação de mercado nos embarques para os EUA incluem têxteis, vestuário e calçados. Logo após o anúncio da tarifa, o Ministério do Comércio indiano disse que estava “estudando as oportunidades que podem surgir devido a esse novo acontecimento na política comercial dos EUA”.

FONTE: InfoMoney
Análise: Brasil compõe seleto grupo de 5 países que pode sair vencedor do “tarifaço”

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Mercado Livre anuncia investimento de R$ 34 bi no Brasil em 2025

O valor marca um crescimento de 47,8% nos aportes em relação ao ano anterior e um aumento exponencial em relação a 2018

O Mercado Livre planeja investir R$ 34 bilhões este ano no Brasil, seu principal mercado, informou o vice-presidente sênior do Mercado Livre e líder das operações de marketplace da companhia no Brasil, Fernando Yunes, nesta segunda-feira (8).

O valor, que também inclui certas despesas operacionais, é um recorde para o Mercado Livre no Brasil, à medida que a empresa tem intensificado seus investimentos no país nos últimos oito anos.

O valor marca um crescimento de 47,8% nos aportes em relação ao ano anterior e um aumento exponencial em relação a 2018, quando o Mercado Livre investiu R$ 1 bilhão no Brasil.

Em evento com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em um dos centros de distribuição do Mercado Livre no Estado de São Paulo, o executivo acrescentou que a empresa de comércio eletrônico espera criar cerca de 14 mil empregos no Brasil em 2025, chegando a mais de 50 mil funcionários no país até o final do ano.

Atualmente, o país responde por mais de 50% das receitas do Mercado Livre. Em um comunicado, a empresa afirmou que os recursos serão direcionados para logística e tecnologia em seus negócios de e-commerce e fintech, além de programas de fidelização, entretenimento, marketing e contratação.

No mês passado, o Mercado Livre, cujas ações são negociadas em Nova York, anunciou investimentos de US$ 3,4 bilhões no México, seu segundo maior mercado, para 2025.

FONTE: CNN Brasil
Mercado Livre anuncia investimento de R$ 34 bi no Brasil em 2025 | CNN Brasil

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URGENTE: União Europeia aprova tarifas retaliatórias contra os EUA com início em 15 de abril

A União Europeia (UE) acaba de aprovar seu primeiro conjunto de tarifas retaliatórias contra os Estados Unidos, marcando uma escalada nas tensões comerciais entre os dois blocos.

Segundo informações da CNBC, as medidas, que entram em vigor em 15 de abril de 2025, visam responder às tarifas impostas pelo governo norte-americano sobre aço e alumínio europeus, implementadas em 12 de março deste ano. O pacote inicial da UE prevê taxações de até 25% sobre uma gama de produtos americanos, totalizando cerca de 26 bilhões de euros em mercadorias, como forma de proteger os interesses econômicos do bloco.

A decisão foi anunciada pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, que classificou as tarifas americanas como um “grande golpe” para a economia global. Em declaração oficial, von der Leyen destacou que a UE está finalizando contramedidas adicionais, a serem implementadas caso as negociações com Washington não avancem. Produtos como bourbon, motocicletas e jeans estão entre os alvos iniciais, enquanto setores como serviços digitais podem ser incluídos em etapas futuras, segundo fontes do governo francês. A medida reflete a determinação da UE em retaliar, mas também a disposição para buscar um acordo que evite uma guerra comercial mais ampla.

A resposta europeia ocorre em um momento de crescente preocupação com o impacto do protecionismo no comércio internacional. Líderes como a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, enfatizaram a necessidade de diálogo para evitar prejuízos mútuos, enquanto o presidente dos EUA, Donald Trump, defende suas tarifas como uma forma de corrigir desequilíbrios comerciais. Com exportações da UE para os EUA avaliadas em 334 bilhões de euros em 2024, contra 532 bilhões na direção oposta, o bloco tem menos margem de manobra, mas promete uma reação “adequada”. A próxima reunião dos ministros do Comércio da UE, em Luxemburgo, deve detalhar os próximos passos dessa disputa que pode redefinir as relações transatlânticas.

FONTE: Diário do Brasil Noticia
URGENTE: União Europeia aprova tarifas retaliatórias contra os EUA com início em 15 de abril

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Economia, Internacional, Negócios, Notícias, Tributação

Desfecho das tarifas provavelmente verá EUA e UE se unindo para isolar a China

 O governo Trump implementou tarifas contra inimigos e amigos, mas a Macquarie acredita que o resultado final das tarifas provavelmente verá os EUA, a Europa e aliados se unindo para isolar a China em uma nova guerra fria.

“Em nossa visão, isolar a China em vez de auto-isolar os EUA provavelmente tem sido a estratégia do governo Trump desde o início”, escreveram analistas da Macquarie em uma nota recente.

Os analistas identificaram vários cenários de guerra fria, incluindo uma guerra comercial global total onde todos os países elevam barreiras comerciais; Europa, Ásia e outros se unindo contra os EUA; ou os EUA, Europa e aliados asiáticos unindo forças para isolar a China.

Os EUA, Europa e aliados asiáticos unindo forças contra a China em um cenário de guerra fria é o “resultado mais provável, mas levará tempo para se concretizar, especialmente considerando a miríade de discussões bilaterais necessárias para chegarmos lá”, disseram os analistas.

A abordagem do governo Trump de impor tarifas tanto a aliados quanto a rivais é vista como uma jogada estratégica para eventualmente alinhar aliados ocidentais e asiáticos contra a China.

Embora a China tenha buscado fortalecer seus laços com blocos econômicos importantes, incluindo Europa, Canadá e México, esses países “ainda dependem fortemente do comércio com os EUA”, afirmou a Macquarie.

“Isso significa que esses países não podem ou não se alinhariam facilmente com a China em detrimento dos EUA, se uma escolha precisasse ser feita”, disseram os analistas.

Resta saber se “a ’cenoura’ da diplomacia e o ’bastão’ das tarifas levarão os EUA ao seu cenário preferido de guerra fria”, acrescentaram.

Ainda assim, a possibilidade de a China superar os EUA e induzir o mundo a isolar os EUA não pode ser descartada. No entanto, isso é improvável, já que “a maioria dos americanos seria extremamente avessa a perder a aliança com a Europa ou permitir que a China substitua os EUA”, disse a Macquarie.

Essa notícia foi traduzida com a ajuda de inteligência artificial. Para mais informação, veja nossos Termos de Uso.

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FONTE: Investing.com
Presidente do Fed de Minneapolis diz que nem aumento ou corte de juros estão fora de cogitação Por Reuters

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Agronegócio, Comércio Exterior, Exportação, Industria, Negócios

Com exportações em alta, Brasil amplia liderança global no mercado de milho

O Brasil está consolidando sua posição de liderança nas exportações globais de milho. De acordo com análise do Agroinfo do Rabobank, o país encerrou a safra 2022/23 com exportações que somaram 56 milhões de toneladas — um aumento de 29% em relação ao ciclo anterior.

Esse avanço foi favorecido por dois fatores principais: a quebra de safra registrada nos Estados Unidos e a excelente produtividade da segunda safra brasileira, também conhecida como “safrinha”. Esses elementos colocaram o milho brasileiro em destaque no cenário internacional, abrindo caminho para que o país se tornasse o principal fornecedor mundial do grão.

A tendência de domínio deve continuar. Para a safra 2023/24, o Rabobank estima que o Brasil exporte entre 45 e 50 milhões de toneladas, mantendo-se como o maior exportador global. “Ainda que as exportações brasileiras devam recuar, principalmente por causa de uma safra menor, o país continuará sendo o maior player nas vendas externas”, destaca o relatório do Agroinfo.

Essa nova dinâmica do mercado é resultado direto da maior competitividade do milho brasileiro, que tem ganhado espaço frente aos Estados Unidos, tradicional líder nesse segmento. Com infraestrutura em expansão e maior eficiência logística, o Brasil caminha para consolidar-se como um parceiro confiável e constante nos mercados internacionais.

Fonte: Portal do Agronegócio
Com exportações em alta, Brasil amplia liderança global no mercado de milho – Portal do Agronegócio

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Exportação, Industria, Informação, Mercado Internacional, Negócios

Brasil atinge recorde histórico de exportações de soja em março

O Brasil exportou 14,68 milhões de toneladas de soja em março de 2025, registrando o maior volume já embarcado na história para o mês. O resultado representa um aumento de 16,51% em relação ao mesmo período de 2024, reforçando a posição brasileira como principal fornecedor mundial da oleaginosa.

Esse volume expressivo, concentrado no primeiro trimestre, reflete sobretudo o apetite da China em recompor seus estoques. O mercado asiático enfrentou desabastecimento nos primeiros meses do ano, e os embarques recordes realizados em março devem começar a chegar aos portos chineses entre abril e maio — período em que o consumo costuma se intensificar no país.

Outro fator que contribuiu para o desempenho das exportações brasileiras foi a escalada tarifária recente entre os Estados Unidos e seus principais parceiros comerciais, o que tornou o produto brasileiro ainda mais competitivo no mercado internacional. Com esse cenário, a expectativa é de que o ritmo aquecido das exportações se mantenha nos próximos meses.

Fonte: Minuto MT
Brasil atinge recorde histórico de exportações de soja em março

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