Comércio, Gestão, Negócios

Norcoast anuncia Márcio Salmi como novo Diretor Comercial

A Norcoast, empresa brasileira de navegação costeira, anuncia a chegada de Márcio Salmi como novo Diretor Comercial. Com uma trajetória consolidada em empresas de referência como Maersk, Mercosul Line e Costa Brasil, o executivo chega para trazer uma visão estratégica orientada ao crescimento, eficiência e soluções customizadas, com o objetivo de consolidar ainda mais a atuação da Norcoast nos principais corredores logísticos do país.

Ao longo de sua carreira, o executivo acompanhou de perto a evolução do setor de cabotagem no Brasil e, agora, chega à Norcoast com a missão de fortalecer sua atuação comercial, em um momento de grande oportunidade para o mercado que tem se tornado cada vez mais atraente para empresas que buscam alternativas ao transporte rodoviário de longas distâncias.

“É uma honra fazer parte do time de uma marca que já nasceu com um caminho sólido pela frente. A Norcoast traz uma visão de negócios ventilada para o setor, e será um desafio interessante contribuir para encontrar soluções que reduzam a ruptura na cadeia de suprimentos, melhorem a integração dos modais e ofereçam custo total otimizado ao cliente”, destaca o novo executivo.

Sobre as possibilidades de expansão, Salmi destaca a importância de manter excelência nas rotas atuais antes de qualquer movimento. “A consolidação dos serviços existentes é essencial. O aumento de escalas nos portos precisa ser avaliado com cuidado para que o tempo de trânsito e o nível de serviço não sejam comprometidos. Existem alternativas de expansão colaborativa que vamos analisar de forma pontual”, complementa.

Para o novo Diretor Comercial, o momento vivido pela Norcoast é promissor. “O mercado de cabotagem está em transformação, impulsionado por novas demandas regulatórias, exigências de sustentabilidade e busca por eficiência. A Norcoast está posicionada estrategicamente, com uma base sólida e capacidade de crescimento. Nosso objetivo é torná-la um protagonista ainda mais relevante, com uma equipe comercial de alta performance e soluções logísticas alinhadas às necessidades dos clientes”, conclui Salmi.

Fonte: Datamar News


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Agronegócio, Negócios

Parlamentares querem R$ 599 bilhões para Plano Safra 25/26 e 1% para o seguro rural

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) apresentou, nesta segunda-feira (28.04), suas principais propostas para o Plano Safra 2025/26, reivindicando um total de R$ 599 bilhões em recursos para financiamento da produção agropecuária. O anúncio foi feito durante coletiva de imprensa realizada em uma das maiores feiras de tecnologia agrícola da América Latina, que também marcou o início oficial das discussões com o governo. A proposta da FPA vai na mesma linha da CNA.

Do montante solicitado, a FPA propõe que R$ 25 bilhões sejam destinados exclusivamente à equalização de juros. O objetivo é facilitar o acesso ao crédito para os produtores rurais e reduzir os custos financeiros da produção. A bancada também defende mudanças para simplificar o processo de financiamento, o que pode favorecer o aumento da oferta de alimentos e contribuir para o controle da inflação.

Outro ponto central da proposta é a destinação de 1% do valor total do Plano Safra para o seguro rural — o que representa R$ 5,99 bilhões, caso o valor total seja aprovado. A medida visa ampliar a segurança das operações de crédito, especialmente em tempos de instabilidade climática, como os eventos recentes no Rio Grande do Sul e no Centro-Oeste.

Para o presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Isan Rezende (foto), as reivindicações da FPA são coerentes com as necessidades do campo. “É uma proposta justa e estratégica. O produtor precisa de crédito acessível e previsível, principalmente diante dos altos custos de produção e dos riscos climáticos cada vez mais frequentes. Equalizar os juros e fortalecer o seguro rural são medidas que protegem o agricultor e, ao mesmo tempo, sustentam a economia nacional”, afirmou.

“O agro é a base da nossa balança comercial e um dos poucos setores que continuam sustentando o crescimento do país, mesmo em meio às crises. Investir no campo é investir na estabilidade econômica do Brasil. Quando o governo aplica recursos no Plano Safra, não está apenas ajudando o produtor rural, está garantindo alimentos mais baratos na mesa do brasileiro, geração de empregos no interior e arrecadação para os cofres públicos”, afirmou Isan Rezende.

Para ele, o retorno do investimento no setor agropecuário é rápido, direto e visível. “Diferente de outras áreas, o recurso aplicado no agro volta rápido em forma de produtividade, exportações e desenvolvimento regional. A cada real investido no produtor, há um impacto positivo em cadeia. Por isso, o Plano Safra precisa ser encarado como política de Estado, com previsibilidade e força. O campo não pode parar por falta de crédito”, completou o presidente do Instituto do Agronegócio.

O deputado Pedro Lupion, presidente da FPA, por sua vez explicou que a proposta da FPA ao governo foi construída a partir de sugestões de 59 entidades ligadas ao Instituto Pensar Agro (IPA) e reforçou a importância de se garantir previsibilidade para os produtores. “Essa equalização, que é o que de fato custa para os cofres públicos, teria que ter necessidade de pelo menos R$ 25 bilhões”, afirmou, ao destacar que o crédito mais barato tem impacto direto na produção e na inflação.

Já o vice-presidente da FPA, deputado Arnaldo Jardim, lembrou que as propostas não se limitam a demandas financeiras. “Aqui tem uma proposta para o setor, uma proposta de país. Não se trata apenas de pleitear números ou montantes, mas de apresentar uma alternativa de construção para o Brasil”, disse.

A FPA também defende a criação de uma política agrícola de longo prazo, nos moldes da Farm Bill norte-americana, permitindo planejamento plurianual das safras. A intenção é estabelecer uma política pública que ofereça previsibilidade orçamentária por cinco anos, garantindo um ambiente mais estável para os investimentos no campo.

Na safra atual (2024/25), o total de recursos mobilizados para o setor agrícola, somando fontes públicas e privadas, chegou a R$ 1,2 trilhão. Desse total, R$ 476,5 bilhões vieram do Plano Safra. A estimativa para o próximo ciclo é de que os custos de produção ultrapassem R$ 1,3 trilhão, o que torna ainda mais urgente o aumento dos recursos públicos e a redução dos custos de financiamento.

Para Isan Rezende, o agronegócio precisa de um ambiente de segurança para continuar crescendo. “O Plano Safra não é apenas uma política de crédito, é um motor da economia brasileira. O investimento que se faz no campo retorna em forma de emprego, produção, exportação e estabilidade dos preços dos alimentos. O país não pode abrir mão disso”, concluiu.

As propostas da FPA agora estão nas mãos do governo federal, que deverá apresentar em junho a versão final do Plano Safra 2025/26. A expectativa do setor é de que o programa seja robusto, alinhado às necessidades dos produtores e capaz de manter o Brasil na liderança da produção agrícola mundial.

Fonte: Pensar Agro


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Comércio, Exportação, Negócios

Exportação de carne bovina caminha para novo recorde para abril, em 2025

A exportação de carne bovina do Brasil deve apresentar novo recorde para um mês de abril, em 2025, de acordo com os dados parciais até a terceira semana do mês.

Vale lembrar que nos primeiros dias de abril de 2025 a média de embarque de carne bovina in natura do Brasil havia apresentado leve queda em relação a média diária de abril de 2024. Contudo, ao longo do mês os embarques têm mostrado recuperação, inclusive sinalizam que nova máxima para um mês de abril possa ser alcançada em 2025.

Na parcial até a segunda semana de abril de 2025 (9 dias úteis), a média diária de exportação de carne bovina do Brasil foi de 10,91 mil toneladas, valor 15,6% acima da média diária de abril de 2024 (9,44 mil toneladas). Contudo, no acumulado até a terceira semana de abril (13 dias úteis) a média diária de embarque de carne bovina in natura foi de 12,25 mil toneladas, valor 29,8% acima da média de abril de 2024.

O recorde de vendas para um mês de abril aconteceu em 2024, quando a exportação de carne bovina in natura do Brasil somou 207,94 mil toneladas métricas. O total embarcado nos 13 dias úteis de abril de 2025 abril foi de 159,32 mil toneladas ou 76,7% do total exportado ao longo de todos os 22 dias úteis de abril de 2025.

Pois é, os dados sinalizam que novo recorde de exportação de carne bovina do Brasil deva ser alcançado em 2025, assim como tem acontecido ao longo de todos os meses do ano até o momento.

E é sempre importante destacar que a exportação de carne bovina do Brasil foi recorde em faturamento e embarque em março e no 1º trimestre de 2025. O fato é que em março de 2025 o Brasil comercializou 215,43 mil toneladas métricas de carne bovina in natura, valor 27,4% acima do recorde anterior, de 2022, quando somou 169,13 mil toneladas. A receita também renovou a máxima e pela primeira vez acima de US$1,0 bilhão em um mês de março.

A exportação mundial de carne bovina deve seguir subindo em 2025, alcançando inclusive o maior patamar histórico, acima de 13,0 milhões de toneladas em equivalente carcaça, segundo revisão de abril.

O preço médio da carne bovina exportada do Brasil também mostrou recuperação na parcial de abril de 2025, novamente muito próximo de US$5,00 por kg (US$4,99) e 10,2% acima da média de venda praticada em abril de 2024 (US$4,53).

E além dos patamares recordes de exportação de carne bovina, a demanda doméstica mostrou sinais de melhora em abril, impulsionada pela retomada do consumo com o fim da Quaresma.

Fonte: FarmNews


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Comércio, Internacional, Negócios

Sem indústria, não há como se tornar uma grande potência, diz professor HOC

Em reunião de diretoria da FIESC, ele destacou que os conflitos internacionais e a guerra tarifária têm levado economias desenvolvidas a olhar além do custo de produção de um país e incorporar o fator geopolítico na tomada de decisão

Em reunião de diretoria da Federação das Indústrias (FIESC), o cientista político Heni Ozi Cukier, o professor Hoc, disse que um país não consegue se tornar uma grande potência sem a participação da indústria. Ele destacou que os conflitos internacionais e a guerra tarifária em curso têm levado as economias desenvolvidas a olhar não somente os custos de produção para produzir em um país, mas incorporado o fator geopolítico na tomada de decisão de investimentos.

Um exemplo concreto disso é o anúncio recente da Apple de que planeja produzir a maioria dos iPhones na Índia para reduzir a dependência da China e mitigar os riscos associados às tarifas e às tensões geopolíticas.

Em sua palestra, realizada nesta sexta-feira, dia 25, em Florianópolis, Hoc explicou que o pano de fundo que motivou a guerra comercial é o desequilíbrio comercial mundial, muito influenciado pelo avanço econômico da China e a consequente perda de espaço da indústria norte-americana. 

“Os Estados Unidos identificaram um problema e ele é real: existe um grande desequilíbrio no comércio internacional, criado por medidas adotadas por países como a China, que tem excesso de capacidade produtiva e não tem um mercado interno capaz de absorver essa produção”, explicou, lembrando que, quando não se consegue absorver, ou se fecha fábricas e se entra numa recessão econômica ou se encharca outros países com seus produtos.

“E isso é uma maneira de exportar desemprego porque em vez de você reduzir a sua capacidade produtiva e criar desemprego internamente, você joga o desemprego para outro país. E esse é o diagnóstico do que está acontecendo com o comércio internacional”, salientou. 

Essa situação afeta principalmente os Estados Unidos e a sua indústria. E esse setor é o mais estratégico por duas questões: primeiro, do ponto de vista econômico, é o que produz a maior eficiência econômica e traz a fronteira da tecnologia. “O segundo ponto é que você não se torna uma grande potência e não vence um confronto militar se não tiver uma indústria”, disse. 

Fonte: FIESC

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Internacional, Investimento, Negócios

IBM segue Nvidia e Apple e anuncia investimentos de US$ 150 bilhões nos EUA

Gigante de tecnologia fará aportes para expandir fabricação de computadores quânticos. CEO diz que companhia seguirá no epicentro de recursos em IA

A gigante americana de tecnologia IBM anunciou, nesta segunda-feira, 28 de abril, que irá investir US$ 150 bilhões nos próximos cinco anos nos Estados Unidos. A iniciativa vai no caminho do que pretende o presidente americano Donald Trump, de iniciar um processo de reindustrialização, com a presença de fábricas de grandes players globais no país.

O anúncio da IBM ocorre dias após Nvidia e Apple também revelarem aportes expressivos em unidades de produção. No dia 14 de abril, as duas informaram que injetariam US$ 500 bilhões, cada uma, nos próximos quatro anos no país. Enquanto a Nvidia produzirá servidores de Inteligência Artificial (IA), a Apple pretende construir uma fábrica no Texas, além de investir também em servidores e programas para Apple TV+.

Do total revelado pela IBM, cerca de US$ 30 bilhões serão usados para expandir a fabricação nos Estados Unidos de computadores quânticos e mainframes, sistemas usados para lidar com grandes volumes de dados. Mais de 70% de todas as transações mundiais, em valor, passam pelos mainframes da IBM, fabricados nos Estados Unidos.

“Temos nos concentrado em empregos e na indústria americana desde a nossa fundação, há 114 anos, e com esse investimento e compromisso com a manufatura, estamos garantindo que a IBM continue sendo o epicentro dos recursos de computação e IA mais avançados do mundo”, diz o CEO da companhia, Arvind Krishna, em comunicado divulgado pela empresa.

Especialistas enxergam que os anúncios recentes expressam uma espécie de resposta a Trump, que vem travando uma guerra global a partir de aumentos de tarifas de importação.

De qualquer forma, a Casa Branca informou, também no início de abril, a isenção de tarifas para smartphones, laptops e chips, cujos produtos são amplamente importados.

“Embora acreditemos que a IBM continuará investindo na área emergente da tecnologia quântica, o número bombástico é mais provavelmente um gesto em direção à administração dos EUA”, disse à Reuters o analista Gil Luria, da DA Davidson.

Segundo ele, as empresas de tecnologia têm usado as promessas de investimento nos Estados Unidos como uma forma de se blindar aos conflitos comerciais, principalmente entre Donald Trump e o presidente da China, Xi Jinping.

Nos últimos cinco anos, a IBM relatou investimentos de US$ 33,6 bilhões, voltados principalmente ao segmento de pesquisa e desenvolvimento no mundo. No período, as despesas operacionais foram de US$ 141,8 bilhões.

No balanço divulgado na semana passada, a IBM registrou lucro líquido de US$ 1,055 bilhão no primeiro trimestre de 2025, queda de 34,2% sobre US$ 1,605 bilhão registrado no mesmo período do ano passado.

A receita nos primeiros três meses de 2025 foi de US$ 14,54 bilhões, 1% maior do que a reportada um ano atrás.

O anúncio de investimentos mexeu pouco com as ações da companhia. Até 12h30, os papeis registravam alta de 0,21% na Bolsa de Nova York. No acumulado de 12 meses, as ações acumulam valorização de quase 40%. A IBM está avaliada em US$ 216,4 bilhões.

Fonte: NeoFeed

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Comércio Exterior, Exportação, Negócios

Com 1,5 milhão de portas ao ano, Rohden celebra expansão internacional

Indústria com sede em Salete é a maior exportadora de portas de madeira para os Estados Unidos e participa do Espaço Indústria, na FIESC

O Grupo Rohden, de Salete, alcançou em 2024 a produção anual de 1,5 milhão de portas. De acordo com Jorge Luis Rohden, CEO do grupo e terceira geração deste negócio familiar, o foco é o mercado internacional, já que a Rohden exporta mais de 70% da sua produção. A empresa expõe no Espaço Indústria da FIESC.

As unidades de Salete e Encruzilhada (RS) produzem exclusivamente para exportação. Por ano, mais de 1,5 mil contêineres são embarcados para outros países. “Considerando apenas o transporte marítimo, a Rohden é a maior exportadora de portas de madeira do mundo para o mercado americano, segundo dados das autoridades portuárias locais”, revela Jorge. Inglaterra e Canadá também compram da Rohden. 

Com a expansão da atuação do grupo, outros negócios estão sendo agregados, como é o caso das participações em iniciativas do varejo e a aquisição de galpões para locação. “A inovação e a sustentabilidade estão no nosso DNA. Além das portas, temos a produção de vidros para a refrigeração comercial e para linha branca, e esquadrias de alumínio”, acrescenta ao portfólio o executivo.

Há galpões para locação em Araquari (68 mil metros quadrados), Navegantes (85 mil metros quadrados) e Garuva (68 mil metros quadrados).

Negócio familiar

O negócio nasceu em 1938 com Samuel Rohden, fabricando inicialmente malas, cadeiras, bancos de madeira e carretéis para cabos. Em 1990, seu filho, Lino Rohden, assumiu os negócios e protagonizou a expansão internacional do grupo. “Em 2024, alcançamos uma conquista importante com a produção da porta de número 20 milhões. Nosso maior crescimento se deu durante a pandemia”, conta Lino. 

Em 2024, o grupo concluiu seu processo de sucessão e Lino, que agora preside o conselho da companhia, passou o comando da empresa ao seu filho Jorge Luis Rohden. 

Fonte: FIESC

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Comércio Exterior, Evento, Inovação, Logística, Negócios, Networking

RêConecta News marca presença na Intermodal South America 2025 com estande colaborativo e vivência de conexões transformadoras 

A 29ª edição da Intermodal South America foi marcada por conexões estratégicas, inovação e crescimento — e o RêConecta News esteve no centro desse movimento. Pela segunda vez com um estande próprio no evento, o RêConecta reuniu 10 empresas parceiras, promovendo uma experiência colaborativa que destacou a força do ecossistema logístico e empresarial voltado à inovação, tecnologia e sustentabilidade. 

Durante os três dias da feira, o espaço do RêConecta News  foi palco de encontros de negócios, trocas de experiências e exposição de soluções que dialogam diretamente com os desafios e tendências do setor de Comércio Exterior, Logística e Transportes. “Foram momentos incríveis de conexão, oportunidades de negócios e geração de relacionamentos, que fazem com que o RêConecta e os parceiros cresçam e se desenvolvam cada vez mais mercadologicamente”, fala Renata Palmeia, CEO do RêConecta. 

Realizada pela primeira vez no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP), a Intermodal South America 2025 superou as expectativas, consolidando-se mais uma vez como o principal ponto de encontro do setor logístico na América Latina. Reconhecida como a feira de logística mais visitada das Américas o evento atraiu líderes empresariais, tomadores de decisão, autoridades públicas, operadores e empresas de diversos segmentos ligados à logística, intralogística, transporte de cargas, tecnologia e comércio exterior. 

De acordo com a organização, 49.852 profissionais passaram pela feira, representando um crescimento de 15% em relação à edição anterior. O público pôde conferir lançamentos de equipamentos e serviços de ponta, soluções e uma intensa programação de conteúdo, com fóruns, painéis e palestras que abordaram temas como economia, infraestrutura, sustentabilidade, tecnologia e comércio internacional. 

Entre os destaques do evento esteve também a participação da BwinTech, empresa parceira do RêConecta, que celebrou os resultados alcançados: “Ano passado já foi incrível e nesse ano conectamos com muito mais pessoas no quesito qualidade e quantidade. Muitas empresas passaram pelo estande e pudemos apresentar as nossas soluções. No ano passado a gente cresceu mais de 400%, e a expectativa é dobrar pra esse ano.” revela Carla Kuhn, diretora comercial da BwinTech. 

Tendência mundial 

Durante os três dias da Intermodal South America 2025 o estande do RêConecta News teve um convidado especial:  o RêBot, o humanoide do futuro que desembarcou direto da China, atraindo olhares, provocando reflexões e simbolizando a conexão entre o Brasil e as grandes tendências globais. 

Inspirado pelas inovações da Canton Fair, na China, RêBot representou o avanço da inteligência artificial, automação e robótica, aproximando o público do que há de mais moderno no mundo da tecnologia. Para Renata Palmeia, CEO do RêConecta, a presença do RêBot reforça o compromisso do projeto em antecipar tendências e conectar o mercado nacional com o cenário global: “Não se trata só de chamar atenção, mas de mostrar que estamos prontos para o futuro – e o futuro é agora. Foi uma mostra de que estamos trabalhando para nos mantermos conectados com as tendências mundiais”, finaliza Renata.  

Edição de 2026 já tem data 

A Intermodal 2025 foi um verdadeiro sucesso, e o RêConecta teve orgulho de fazer parte dessa edição histórica. Em 2026, a feira retorna ao Distrito Anhembi, de 14 a 16 de abril, para a sua 30ª edição — e o RêConecta já prepara novidades para fortalecer ainda mais sua presença e a de suas empresas parceiras. 

Nos vemos na próxima edição! 

Conheça quem são os parceiros RêConecta News na Intermodal 2025 

ADVANCED: Com mais de 20 anos de experiência, a Advanced é referência em câmbio internacional e soluções personalizadas, baseadas nas movimentações atualizadas do mercado internacional. 

AMALOG: Especializados em operações multimodais, facilidade, previsibilidade e economia imediata para o seu negócio, a AMALOG combina tecnologia avançada e serviços customizados para os seus processo logísticos para cargas fracionadas. 

BLUE ROUTE: A Blue Route é uma empresa especializada em tecnologia para o comércio exterior, oferecendo soluções que proporcionam maior produtividade, gerenciamento de riscos e uma jornada eficiente. A Blue Route tem a mais completa plataforma para gestão do catálogo de produtos, presente em importadores dos mais diversos segmentos e em diversos prestadores de serviço do Comércio Exterior.  

BWIN TECH: Com mais de 20 anos de experiência, a BWIN TECH é uma corretora de seguros referência no mercado nacional e internacional, especializada em oferecer soluções personalizadas para o seu negócio em transporte, Property, Frota, Impo&Expo e gestão de riscos. 

EMASFI GROUP: Com presença global em mais de 50 países, a EMASFI viabiliza soluções integradas e adaptadas às necessidades das empresas, com expertise em contabilidade, recuperação tributária e soluções fiscais, além de auditoria e banco digital para empresas do setor! 

FRACTAL INTELIGENT SECURITY: A Fractal é pioneira no desenvolvimento de lacres passivos de uso único e descartáveis. Aliando consultoria especializada e tecnologia para criar protocolos personalizados e garantir a integridade da carga com rastreabilidade da origem ao destino. 

GH SOLUCIONADOR LOGÍSTICO: A GH é a parceira ideal para soluções logísticas completas e personalizadas, facilitando a logística para impulsionar negócios em direção aos seus objetivos, conectando mercados, indústrias e pessoas de maneira significativa. 

NAC BANK: O NAC é pioneiro quando se trata de Banco do Importador, com uma ampla gama de soluções financeiras que superam as ofertas tradicionais. 

PROCESS CERTIFICAÇÕES: Com mais de 10 anos de experiência, a PROCESS CERTIFICAÇÕES combina inteligência regulatória e uma equipe altamente qualificada para conduzir, com estratégia e segurança, os registros, licenças e certificações junto aos principais órgãos reguladores, como INMETRO, ANVISA, ANATEL, IBAMA e MAPA. 

UNIA COMEX: Oferece soluções completas que facilitam e impulsionam os negócios, a UNIA disponibiliza um serviço integrado que abrange desde o desembaraço aduaneiro até o transporte internacional, com dedicação e precisão. É especializada e premiada no setor de fármacos. 

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Economia, Finanças, Logística, Negócios, Notícias

BC deve atuar com cautela em cenário de incerteza econômica global, diz Megale, da XP

Economista-chefe da XP deu declarações após evento com Diogo Guillen, diretor de política monetária da XP, em Washington

A cautela deve seguir como a tônica do Banco Central brasileiro diante de um cenário de alta incerteza na política econômica global, aponta Caio Megale, economista-chefe da XP.

O economista esteve nesta quinta-feira (24) em painel com o diretor de Política Econômica do BC, Diogo Guillen, em evento promovido pela XP em Washington, EUA, à margem da reunião do Fundo Monetário Internacional (FMI), e trouxe ao InfoMoney as principais impressões sobre o evento.

“A mensagem principal do diretor foi a mesma que outros formuladores de política econômica têm dado aqui em Washington: uma mensagem de cautela diante da alta incerteza na política econômica global, da alta incerteza com relação ao processo das tarifas de Donald Trump e do impacto disso sobre a economia global”, aponta Megale. No dia 2 de abril de 2025, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou um conjunto de tarifas comerciais contra mais de 180 nações. Trump voltou parcialmente atrás no dia 9, suspendendo por 90 dias as chamadas tarifas recíprocas, com o objetivo de abrir espaço para negociações bilaterais. Ele ainda mencionou posteriormente a chance de um “acordo especial” com Pequim, o que tem levado a um ambiente de alta volatilidade nos mercados.

A parcimônia, desta forma, também se estende para a reação de política econômica aos desdobramentos da guerra comercial. Porém, no caso do Brasil, avalia Megale, isso não significa que o processo de alta de juros pelo Copom (Comitê de Política Monetária) tenha se encerrado, uma vez que ainda há uma inflação resistente e longe da meta, com expectativas desancoradas, além de uma atividade econômica que ainda está forte.

“Não parece ser um final do ciclo de alta de juros. A minha avaliação é que ainda são necessárias altas adicionais da Selic, mas sem dúvida com muito mais cautela, talvez um passo mais gradual”, aponta o especialista. O cenário-base da XP é de que a taxa básica suba até 15,5%, encerrando o ano neste patamar. Já para 2026, a expectativa é de que a Selic feche o ano a 12,5%.

Megale vê sinais de desaceleração da economia doméstica, o que é consenso de mercado. Contudo, aponta que a intensidade da desaceleração é ainda muito incerta, em sinalização em linha com a apresentada com Guillen. Durante o evento, o diretor do BC avaliou que há sinais incipientes de moderação no crescimento da economia brasileira, mas ainda não há evidências concretas de desaceleração ampla e consolidada. Assim, há dificuldades para cravar sobre o grau de desaceleração da economia.

Neste cenário, Megale ressalta também uma incerteza sobre o impacto global na inflação no Brasil: altas tarifas poderiam causar desaceleração do mundo e, consequentemente, enfraquecer a economia brasileira. Os reflexos a serem sentidos, seja na importação de produtos mais baratos ou na taxa de câmbio, são essenciais para entender a tendência inflacionária. “A taxa de câmbio tem sido particularmente volátil nesse último mês – chegou a R$ 5,60, chegou a bater R$ 6,10, voltou agora para R$ 5,70. Guillen não mencionou isso, mas isso certamente faz parte desse processo de incerteza”, aponta o economista.


Outro fator levado em conta por Megale é o impacto dos novos empréstimos consignados para trabalhadores do setor privado para o PIB. Em meados do mês, a XP destacou que esses empréstimos devem adicionar cerca de 0,6 ponto percentual ao crescimento do PIB em termos anualizados.

Guillen, por sua vez, ressaltou que o BC ainda não incorpora consignado CLT na projeção do PIB. “Há muita incerteza sobre o timing e a magnitude da medida”, disse Guillen. Segundo ele, a autoridade monetária acompanha os dados em tempo real, mas ainda é difícil isolar o impacto direto do programa, dado que já existe uma oferta consolidada de consignado no país.

“Temos mais incerteza e temos que agir de forma cautelosa – isso é uma tendência da política econômica global – e seguir de olho ao longo do tempo como será o impacto do tarifaço no mundo, especialmente se esse processo global vai intensificar a desaceleração da economia brasileira”, aponta Megale.

Fonte: InfoMoney

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Comércio, Internacional, Logística, Negócios, Notícias

Paraguai e Argentina impulsionam comércio fluvial

Paraguai e Argentina estão explorando uma nova rota de comércio fluvial por meio da reativação do Porto de Barranqueras, localizado na província de Chaco.

O projeto ganhou força após uma reunião entre Patricio Ortega, diretor da Marinha Mercante do MOPC (Ministério de Obras Públicas e Comunicações), e Alicia Azula, administradora do porto. Barranqueras está situado em um braço do rio Paraná, a 350 quilômetros fluviais de Assunção.

Além disso, a conexão com o Paraguai está sendo reforçada com o dragagem do riacho Barranqueras, que o liga à Hidrovia Paraná-Paraguai. Segundo Azula, “esperamos iniciar as operações em junho, oferecendo uma alternativa competitiva para o comércio regional”.

O objetivo também é estabelecer um corredor logístico eficiente para reduzir o tempo e os custos do transporte de cargas paraguaias. Esse avanço coincide com uma mudança regulatória na Argentina que permite que embarcações paraguaias operem em portos argentinos que antes estavam restritos.

O novo decreto promove o transporte marítimo internacional e desregulamenta o cabotagem, abrindo novas possibilidades de intercâmbio bilateral. A localização estratégica do porto, próximo à cidade de Resistência, também o torna uma opção atraente em comparação com destinos tradicionais.

A reativação pode ajudar a descongestionar rotas tradicionais e facilitar o acesso ao norte argentino e outras áreas de influência.

Participaram da reunião também representantes da Direção da Bacia do Prata do Ministério das Relações Exteriores do Paraguai. O encontro faz parte de uma agenda mais ampla, que inclui visitas e reuniões com operadores logísticos interessados.

Entre eles, destaca-se a empresa de navegação Yerutí, que está avaliando operar no trecho fluvial Villeta–Barranqueras.

A iniciativa busca fortalecer a integração regional por meio de soluções logísticas sustentáveis e coordenadas entre os dois países.

Assim, a reativação do porto se apresenta como um avanço significativo para o comércio exterior paraguaio e para a cooperação fluvial binacional.

Fonte: Todo Logística News

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Exportação, Internacional, Logística, Negócios, Notícias

Panamá inicia auditoria no Paraguai para habilitar exportação de carne bovina

Autoridades sanitárias do Panamá iniciaram uma auditoria no Paraguai como parte do processo de habilitação para importar carne bovina.

A inspeção está sendo realizada na sede do Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Animal (Senacsa), com a presença do titular da entidade, José Carlos Martin.

A missão técnica é composta por representantes do Ministério do Desenvolvimento Agropecuário (MIDA) e do Ministério da Saúde (MINSA) do Panamá. A auditoria se estenderá até 25 de abril e inclui uma revisão completa do sistema de controle sanitário paraguaio.

O programa contempla visitas ao laboratório central do Senacsa, unidades regionais, postos de controle, pontos de entrada e frigoríficos exportadores. Também serão verificados estabelecimentos pecuários, com o objetivo de avaliar o cumprimento dos requisitos para exportação de carne ao Panamá.

Segundo o Senacsa, as exportações paraguaias de carne bovina alcançaram USD 173,2 milhões no primeiro trimestre de 2024. Apesar disso, o intercâmbio com o Panamá ainda é marginal: em 2023, representou apenas 0,05% do total exportado.

Nesse mesmo ano, o comércio bilateral apresentou um déficit para o Paraguai de USD 5,4 milhões, com importações que somaram USD 11,3 milhões. As exportações paraguaias para o Panamá cresceram 5,3%, totalizando USD 5,9 milhões; os principais produtos foram medicamentos, calçados e relógios.

Por sua vez, as importações do Panamá aumentaram 21,3% em relação a 2022, consolidando uma balança comercial negativa. Com essa auditoria, o Paraguai busca abrir novos mercados de carne na América Central e diversificar sua carteira de destinos.

O acesso ao mercado panamenho não só ampliaria as oportunidades para a indústria frigorífica, como também reforçaria o posicionamento sanitário do país. O Senacsa destacou que esse tipo de inspeção reafirma a transparência e a qualidade do sistema sanitário nacional.

Fonte: Todo Logística News

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