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De olho no G20 e no corte de gastos, dólar fecha em queda

dólar fechou em queda de 0,74% nesta segunda-feira (18/11), cotado a R$ 5,74.

Com uma agenda esvaziada de indicadores nesta semana, a moeda desvalorizou ao longo do dia, conforme investidores acompanhavam o início das reuniões do G20 no Rio de Janeiro, que reúne os líderes das principais economias do mundo. O mercado segue, ainda, na expectativa pelo anúncio do pacote de medidas de cortes de gastos públicos, prometido pelo governo.

Com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, voltados para os encontros do G20, a estimativa é que o anúncio fique apenas para depois. Com o resultado de hoje, a moeda americana acumula um recuo de 0,6% no mês e um ganho de 18,43% no ano.

A espera pelo pacote de cortes já dura três semanas. Nesse domingo (17), Haddad afirmou que o pacote de corte de gastos está “está fechado” e será divulgado em breve. “Nós vamos anunciar brevemente, porque está faltando a resposta do Ministério da Defesa”, afirmou.

Por volta das 17h, o Ibovespa, principal índice acionário da bolsa de valores brasileira, registrava alta de 0,08%, aos 127.891 pontos.

FONTE: Metrópoles
De olho no G20 e no corte de gastos, dólar fecha em queda | Metrópoles

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Mercosul e Emirados Árabes Unidos avançam em acordo de livre comércio

O Mercosul e os Emirados Árabes Unidos (EAU) estão cada vez mais próximos de um acordo de comércio livre; que promete abrir novas oportunidades para os produtos agroindustriais do bloco sul-americano.

A relação comercial cresceu significativamente em 2024, impulsionada pela recuperação agrícola da Argentina e pelo interesse dos EAU em garantir a sua segurança alimentar. O acordo poderá ser assinado durante a próxima cúpula do G20 no Rio de Janeiro; e representaria um marco na estratégia do Mercosul para expandir seus mercados além da América Latina.

As negociações, na sua terceira rodada, realizada em outubro em Montevidéu, abordaram aspectos-chave como acesso a mercados, regras de origem, padrões sanitários e técnicos; além de outras questões cruciais para facilitar o comércio. O acordo beneficiaria setores estratégicos da Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai; redução de tarifas e simplificação de procedimentos para exportar para um mercado de alto poder aquisitivo. Os produtos agroindustriais, como milho, farelo de soja e carne, seriam os grandes vencedores; enquanto o mercado Halal abre uma oportunidade adicional para produtos certificados.

Os EAU, um centro global de reexportação e logística, oferecem uma vantagem estratégica ao Mercosul, permitindo que os seus produtos circulem facilmente no Médio Oriente e na Ásia. A redução dos custos logísticos e dos tempos de transporte aumentaria a competitividade das exportações sul-americanas.

FONTE: Todo Logistica News
Mercosur y Emiratos Árabes Unidos avanzan en acuerdo de libre comercio – TodoLOGISTICA NEWS

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Argentina elimina imposto de importação para compras online de até US$ 400

Pacote também sobe o limite de compras para pessoa física: de US$ 1 mil por encomenda para US$ 3 mil.

A partir de dezembro, os argentinos poderão comprar até US$ 400 em sites como Shopee e AliExpress sem pagar imposto de importação – uma decisão que vai pelo caminho oposto ao do Brasil, que decidiu neste ano taxar as compras até US$ 50, antes isentas.

Não significa isenção completa. Os pacotes até US$ 400 seguem pagando o IVA argentino, de 21%.

Outra medida foi ampliar o limite de compras para pessoa física (sem mexer no imposto de importação, veja bem). Agora os argentinos podem comprar até US$ 3 mil por operação nessas importações diretas. Antes, o limite era US$ 1 mil.

No Brasil, vale notar, o teto já é de US$ 3 mil – e de US$ 10 mil no caso de medicamentos. Passou disso, entram no baile fiscal os impostos PJ (IPI, Pis, Cofins).

A informação sobre a liberal medida Argentina vem de um tuíte de Luis Caputo, o ministro da Economia. Ele publicou na sexta (15): “Queremos que todos os argentinos tenham acesso a preços mais competitivos, não só aqueles que têm a oportunidade de viajar e trazer roupas, brinquedos e pequenos eletrodomésticos do exterior.”

A mensagem também deixa claro que o governo visa a ampliação da oferta de produtos na economia argentina. Trata-se de uma medida que ajuda a combater a inflação (ainda em 2,7% ao mês).

FONTE: invest News
Argentina elimina imposto de importação para compras online de até US$ 400 | InvestNews

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Xi Jinping inaugura porto no Peru e marca nova fase de influência da China na América Latina

Localizado a 80 quilômetros da capital, Lima, o porto será administrado pela Cosco, uma das maiores empresas de logística do mundo; empreendimento que promete atrair investimentos superiores a US$ 3 bilhões

O presidente da China, Xi Jinping, estará no Peru nesta quinta-feira (14) para a inauguração do porto de Chancay, um empreendimento que promete atrair investimentos superiores a US$ 3 bilhões. Localizado a 80 quilômetros da capital, Lima, o porto será administrado pela Cosco, uma das maiores empresas de logística do mundo, que já havia investido US$ 1,3 bilhão no projeto em 2019. A operação da primeira fase está prevista para começar ainda este mês. Este novo porto simboliza o fortalecimento das relações entre a China e a América Latina, com a presença chinesa se expandindo para além do setor de mineração, incluindo também áreas como tecnologia de vigilância. A presidente peruana, Dina Boluarte, considera o projeto uma oportunidade significativa, prevendo a criação de até 8.000 empregos e um impacto econômico de US$ 4,5 bilhões anualmente.

De acordo com especialistas chineses, a nova rota marítima proporcionará uma redução nos custos e diminuirá o tempo de navegação em aproximadamente 20 dias, o que torna o Peru um local atrativo para investimentos de empresas chinesas. Contudo, a aquisição do porto por parte da China gerou polêmica no país, levando a discussões sobre possíveis mudanças nos termos do acordo de investimento. O porto de Chancay se integrará a uma extensa rede de mais de 40 portos que fazem parte da Iniciativa Cinturão e Rota, um ambicioso projeto de infraestrutura lançado por Xi Jinping em 2013. Durante a visita, espera-se que Xi e Boluarte formalizem um acordo de livre comércio ampliado, reforçando a posição da China como o principal parceiro comercial do Peru na última década.

FONTE: Jovem Pan
Xi Jinping inaugura porto no Peru e marca nova fase de influência da China na América Latina | Jovem Pan

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Acreanos participam da inauguração do Porto de Chancay no Peru, megaestrutura da Nova Rota da Seda

Uma comitiva de políticos e empresários do Acre marcou presença neste sábado, 16, na inauguração do Porto de Chancay, no Peru.

Construído pela China, o complexo é considerado um dos maiores empreendimentos da Nova Rota da Seda e promete revolucionar o comércio intercontinental entre a América do Sul e a Ásia. Entre os presentes estavam o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL), o senador Sérgio Petecão (PSD), além de representantes da Associação Comercial, Industrial, de Serviço e Agrícola do Acre (Acisa) e do setor produtivo local.


A grandiosidade do Porto de Chancay

Localizado a cerca de 70 km de Lima, o porto ocupa 118 hectares e recebeu investimentos de R$ 19,7 bilhões. A infraestrutura inclui um túnel de 2 km para transporte de carga, capacidade para movimentar 1,5 milhão de contêineres e 6 milhões de toneladas de grãos anualmente. Suas instalações suportam até 250 carretas simultaneamente, tornando-se um dos maiores complexos logísticos da América do Sul.

O presidente da Acisa, Marcelo Moura, ressaltou a importância do empreendimento para o Acre. Ele acredita que, devido à proximidade do estado com o porto, o Acre poderá se tornar uma porta de entrada estratégica para o Brasil no comércio internacional.

Expectativas para o Acre

O prefeito Tião Bocalom celebrou a visita e destacou a relevância do Porto de Chancay para o desenvolvimento econômico do Acre. “Essa estrutura representa um impulso significativo para fortalecer o comércio, gerar empregos e promover o crescimento da nossa Rio Branco e de todo o estado do Acre”, afirmou. Com o início das operações, o porto deve ampliar as oportunidades de exportação e importação para o Acre, integrando-o a uma rede global de comércio e investimentos.

FONTE: Diário do Acre
Acreanos participam da inauguração do Porto de Chancay no Peru, megaestrutura da Nova Rota da Seda – Diário do Acre

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França se mobiliza contra acordo UE-Mercosul

Líderes de todo o espectro político francês e do setor agropecuário se mobilizam com unanimidade contra a assinatura de um acordo comercial entre a União Europeia (UE) e o Mercosul, em nome da defesa da agricultura e do meio ambiente.

A Comissão Europeia, órgão executivo da UE, parece decidida a assinar ainda neste ano um acordo de livre-comércio com o Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Bolívia), contra a posição da França, que rejeita o acordo nos termos atualmente propostos, o que o premier Michel Barnier reiterou hoje, em Bruxelas.

“Recomendo que a posição de um país como a França não seja ignorada”, disse o primeiro-ministro francês, após se se reunir com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. Mais de 600 parlamentares franceses, entre deputados, senadores e eurodeputados, escreveram ontem a Ursula para manifestar sua oposição ao tratado.

Para bloquear a decisão, a França precisa de pelo menos quatro dos 27 países da UE no Conselho, instância que reúne os governos do bloco. Alemanha e Espanha pressionam por um avanço no acordo, enquanto Polônia e Áustria expressaram oposição, segundo fontes diplomáticas em Bruxelas.

– Objetivo –
Menos de um ano após uma mobilização histórica dos agricultores na França, com bloqueios de estradas, os sindicatos do setor convocam novas manifestações.

Os agricultores, que seguem denunciando a burocracia e a renda baixa, estão furiosos com as colheitas ruins, as perdas relacionadas a doenças em animais e a perspectiva de assinatura do acordo com o Mercosul.

A principal aliança sindical agrícola, formada pela FNSEA e os Jovens Agricultores (JA), lançou hoje um chamado para uma mobilização nacional de agricultores a partir de 18 de novembro. Eles querem, sobretudo, “fazer a voz da França ser ouvida” durante o “G20 no Brasil”, em um momento em que, com sua oposição a este acordo, o país está relativamente isolado na cena europeia.

“A Europa não deve se tornar um escorredor e não pode importar produtos que não respeitam nenhuma de nossas normas”, declarou Arnaud Rousseau, presidente da FNSEA, à rádio France Inter, antes de uma coletiva de imprensa na qual detalhou as ações previstas. “Nosso objetivo não são as rodovias”, especificou, acrescentando que, tampouco, é “parar” ou “matar de fome” a França.

Os principais sindicatos rejeitam o acordo com o Mercosul, sob o argumento de que os franceses encontrariam em seus pratos mais produtos que dizem não querer: cultivados com pesticidas proibidos na UE e criados com antibióticos que promovem o crescimento.

Os demais sindicatos conduzem suas próprias ações, sem se alinhar totalmente à agenda da FNSEA/JA.

A Coordenação Rural, o segundo maior sindicato representativo, promete “uma revolta agrícola” a partir de 19 de novembro, com um “bloqueio do transporte de alimentos”. Já o sindicato minoritário Confederação Camponesa participou hoje de manifestações contra o Mercosul, em Bruxelas, Paris e no sul da França.

FONTE: Notícias UOL
França em pé de guerra contra o acordo UE-Mercosul

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Exportações mineiras têm maior crescimento do país e somam US$ 35,2 bilhões até outubro

Avanço nos embarques foi de US$ 1,8 bilhão no acumulado do ano em relação a igual período de 2023

Entre janeiro e outubro de 2024, as exportações mineiras somaram US$ 35,2 bilhões, com um aumento de 5,5% em comparação aos dez primeiros meses do ano passado. O saldo da balança comercial do estado fechou superavitário em US$ 21 bilhões, um avanço de 4% ante o mesmo período de 2023, segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/Mdic).
No ano até agora, Minas Gerais foi o estado com o maior aumento em suas exportações em valores absolutos, com um crescimento de US$ 1,8 bilhão em relação ao mesmo período do ano anterior. Considerando todo o fluxo comercial, isto é, a soma das operações de importação e exportação, Minas Gerais contabilizou US$ 49,3 bilhões nos dez primeiros meses de 2024. Na comparação entre outubro de 2024 e igual mês do ano passado, o estado também melhorou o seu desempenho, sendo o segundo maior exportador do país, responsável por 12% dos embarques brasileiros, atrás apenas de São Paulo (21,9%).

O avanço crescente é respaldado pelo trabalho que vem sendo realizado pelo Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede-MG), ao estabelecer e consolidar parcerias para a promoção internacional de produtos mineiros em diversas embaixadas e consulados brasileiros no exterior. Para o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Fernando Passalio, em missão internacional, a visão de mercado do Governo de Minas é fundamental para fortalecer os negócios das empresas com outros países.

“Praticamente, hoje não há país no mundo que não tenha pelo menos um produto mineiro circulando em seu mercado, desde a indústria da transformação até a alimentícia. Isso acontece porque o Governo de Minas faz primeiro seu dever de casa, permitindo que o empreendedorismo cresça com liberdade aqui, e assim nossas empresas partem mais competitivas para outros mercados”, explica o secretário.

Principais destinos

Entre janeiro e outubro deste ano, as exportações mineiras alcançaram 190 mercados externos, em que os principais países compradores foram: China (38,6%), Estados Unidos (10,3%), Alemanha (3,7%), Argentina (3,5%) e Países Baixos (3,3%).
Além disso, no mesmo período, o estado aumentou seus envios para os parceiros estratégicos, em comparação com o mesmo período de 2023.
Nos dez primeiros meses de 2024, os principais produtos exportados foram: minério de ferro (30,9%), café (17,5%), soja (8,3%), açúcares (5,5%) e ferroligas (5,3%). Minas se manteve como o principal estado exportador de minério de ferro – produto que gerou US$ 10,8 bilhões para a economia mineira –, café (US$ 6,1 bilhões) e ferroligas (US$ 1,8 bilhão).

Importações

De janeiro até outubro, as compras internacionais mineiras somaram US$ 14,1 bilhões, um aumento de 7,8% em comparação com o mesmo período de 2023. Ao todo, Minas representa 6,4% das importações nacionais.

No acumulado do ano, o estado comprou produtos de 153 países. A China se mantém como principal parceira comercial, com participação de 26,2% nas importações mineiras, acompanhada dos Estados Unidos (11,8%), Argentina (9%), Alemanha (5,2%) e Itália (4,9%).

FONTE: Hoje em Dia
Exportações mineiras têm maior crescimento do país e somam US$ 35,2 bilhões até outubro

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Brasil reduz imposto de importação de 13 produtos

Governo reduziu e zerou tarifa para importar vários tipos de itens, entre eles medicamentos usados no tratamento de câncer, pás eólicas, pneus e defensivos agrícolas.

São Paulo – O governo federal brasileiro reduziu ou isentou de imposto de importação 13 produtos de vários setores, por meio de decisão do Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex-Camex), ligada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic).


Navios e contêineres no Porto de Paranaguá: decisão do governo facilita importação de algumas mercadorias

A gama de produtos inclui medicamentos usados no tratamento de câncer de próstata e outros tipos de câncer. Também estão na lista insumos para a produção de luvas médicas, pás eólicas, pneus e defensivos agrícolas; além de lentes de contato hidrogel e filmes utilizados em radiografias, entre outros. As tarifas de importação desses produtos variavam de 3,6% a 18% e foram zeradas.

Também foram concedidos novos ex-tarifários para 226 tipos de produtos ou NCMs (que é a Nomenclatura Comum do Mercosul ou código da mercadoria no Mercosul) de bens de capital (ex-tarifário é um exceção tarifária ou redução temporária do imposto) e outros 202 para o Regime de Autopeças Não Produzidas. Nesse caso, os produtos têm tarifa de importação reduzida por ausência de produção nacional similar.

Aumento tarifário

Segundo a nota do Mdic, o Gecex também deliberou favoravelmente a pedidos de elevação tarifária de produtos como insumos de vidro para fins industriais e células fotovoltaicas usadas na cadeia produtiva de painéis solares. O objetivo é fortalecer a produção nacional e gerar empregos no Brasil.

FONTE: ANBA
Brasil reduz imposto de importação de 13 produtos

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Resultado Financeiro da APS cresce no 3º trimestre

Os resultados financeiros da Autoridade Portuária de Santos (APS), empresa responsável pela infraestrutura pública do Porto de Santos, para o 3º trimestre de 2024 (3T24), demonstram um sólido desempenho operacional e financeiro.

O período foi marcado por crescimento significativo na margem do EBITDA ajustado, um aumento expressivo na posição de caixa, além de avanços na execução de sua agenda de concessões e arrendamentos.

O Presidente da Autoridade Portuária de Santos (APS), Anderson Pomini, afirma que, com esses resultados financeiros robustos, “a APS se consolida como um agente estratégico para o desenvolvimento da infraestrutura portuária no Brasil. A retomada do Porto com boa governança, eficiência administrativa, implementação de novos projetos, saúde financeira e o alinhamento com as necessidades do mercado são fatores que fortalecem a Autoridade Portuária, projetando um futuro de crescimento e inovação para o Porto de Santos”.

APS registrou Receita Líquida de R$ 420,9 milhões no 3T24, um aumento de 6,1% em relação ao 3T23 e 5,9% no acumulado do ano. O crescimento no Lucro Bruto foi de 10% em relação ao mesmo período do ano passado.

O EBITDA ajustado do 3T24 foi de R$ 234,6 milhões, com uma margem de 55,7%, registrando um crescimento de 18,1 pp em relação ao mesmo período de 2023 (37,6%). Esse crescimento refletiu no aumento de 93,5% no lucro líquido, evidenciando a capacidade da APS de gerar valor com seus ativos e operações.

O resultado do endividamento da APS também foi positivo. A relação caixa líquido/EBITDA alcançou 2,7x no 3T24, uma melhoria em relação ao 3T23, quando essa relação era de 2,1x. Este índice demonstra a robustez da posição financeira da APS e sua capacidade de gerar caixa suficiente para cobrir sua dívida, consolidando a autoridade como financeiramente estável e independente.

As receitas patrimoniais apresentaram crescimento de 17,8%, com destaque para o incremento de 33,4% na receita referente a movimentação mínima contratual (MMC). A receita de arrendamentos registrou aumento de 5,3%, refletindo os reajustes contratuais e a busca constante por eficiência na alocação otimizada das áreas portuárias para contratos de transição e novos arrendamentos.

As receitas tarifárias líquidas totais registraram queda de 3,2%, principalmente em função dos novos descontos tarifários estratégicos, como o transporte de passageiros e os navios verdes, concedidos na Tarifa de Infraestrutura Aquaviária e Terrestre, vigentes desde o final de 2023.

A movimentação de cargas no 3T24 atingiu 48,3 milhões de toneladas, com incremento de 3,3% em relação ao 3T23. No terceiro trimestre 1.518 navios operaram no Porto de Santos, um crescimento de 0,9% sobre 3T23. O índice de utilização dos berços de atracação apresentou aumento de 3,7 pp durante o 3T24 em relação ao 3T23.

O gráfico abaixo revela o desempenho das exportações e importações de contêineres no Porto de Santos entre janeiro de 2022 e setembro de 2024, medido em Twenty-Foot-Equivalent Units (TEUs). As informações são do DataLiner, produto desenvolvido pela Datamar, e consideram apenas embarques de longo curso, excluindo operações de cabotagem e transbordo.

Exportações e Importações de Contêineres em Santos | Jan 2022 – Set 2024 | TEUs

Fonte: DataLiner (clique aqui para solicitar uma demonstração) 

Ao longo do 3T24, a APS investiu R$ 22,1 milhões, com destaque para as obras de infraestrutura na avenida perimetral da margem direita (R$ 7,8 milhões) e a dragagem de aprofundamento de berços (R$ 7,4 milhões). A APS tem demonstrado, de forma consistente, que tem independência financeira em relação ao orçamento da União para suas atividades de investimento, sustentando uma gestão financeira que assegura a autonomia e a capacidade de reinvestir os recursos gerados pela própria operação.

APS segue com suas iniciativas de expansão e modernização do Porto de Santos. Em 06 de novembro, foi realizada a audiência pública para o arrendamento da área STS 08, que visa ampliar a capacidade de tancagem de granéis líquidos, especialmente combustíveis. A APS prevê que, após o prazo para contribuições, o processo licitatório seja enviado ao Tribunal de Contas da União (TCU) e, em seguida, realizado o leilão na B3, Bolsa de Valores de São Paulo.

Entre os destaques operacionais da APS no trimestre está a continuidade das obras de recuperação e preservação da área Valongo-Paquetá e do Parque Valongo, com foco em revitalizar espaços históricos e promover a integração do Porto de Santos com a cidade. A APS também avançou com o reequilíbrio econômico-financeiro dos contratos de arrendamento, assegurando a viabilidade e a sustentabilidade das operações portuárias.

Além disso, a Companhia seguiu com a execução do concurso público, que visa fortalecer sua estrutura organizacional com profissionais qualificados, promovendo maior eficiência na gestão e operação do Porto.

FONTE: Datamar News
Resultado Financeiro da APS cresce no 3º trimestre – DatamarNews

 

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Política industrial melhora inserção do Brasil no Comércio Exterior, avalia secretária do MDIC

O Brasil tem ativos importantes para enfrentar os desafios do cenário internacional permeado por medidas protecionistas e conflitos entres as nações.

Segundo avaliou a secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Tatiana Prazeres, durante o fórum “Do Brasil para o mundo: Desafios para a nossa inserção global”, promovido pelo Estadão em parceria com a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), nesta terça-feira (12/11) em São Paulo.

Tatiana falou no painel “A participação da indústria no comércio exterior”, ao lado do presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, e da professora Lia Valls Pereira, chefe do departamento de Análise Econômica da Faculdade de Ciências Econômicas da UERJ.

A secretária destacou o compromisso do Brasil com o fortalecimento industrial, num momento em que vários países vêm adotando políticas nesse sentido.

“No Brasil, a Nova Indústria Brasil, um projeto liderado pelo vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin, é algo que é absolutamente fundamental nesse contexto em que há um reconhecimento da importância da atividade industrial para o desenvolvimento econômico”, afirmou. “Esse cenário de maior participação do Estado na economia é algo que, de fato, muda as nossas perspectivas de inserção externa”.

Para ela, o fato de o Brasil estar distante dos focos de tensão geopolítica também favorece a inserção internacional e as trocas comerciais.
Tatiana abordou ainda a importância dos investimentos em transformação digital, previstos na NIB, para que os produtos do Brasil sejam mais competitivos; e elencou as vantagens brasileiras na crescente intersecção entre comércio e desenvolvimento sustentável.

“O Brasil está muito bem posicionado para apresentar seus produtos e serviços no exterior a partir das nossas credenciais de sustentabilidade, a partir do fato de que nós conseguimos produzir com uma matriz energética e elétrica muito mais limpa do que os nossos concorrentes”, disse.

Nesse sentido, ela lembrou que, sob a presidência brasileira, os ministros de comércio do G20 acordaram um documento de princípios, para que medidas relacionadas ao desenvolvimento sustentável sejam justas e promovam um ambiente favorável ao comércio internacional. “É uma agenda que veio para ficar e que influencia o cenário internacional de maneira a gerar oportunidades para o Brasil”.

A secretária ainda falou sobre as medidas do MDIC que ampliaram o combate ao comércio desleal, com aumento na abertura de investigações e de adoção de direitos de antidumping provisórios nos dois últimos anos.
Por fim, lembrou a importância da indústria na pauta exportadora do Brasil, destacando o crescimento dessas exportações no acumulado do ano. “Mais de 50% da nossa pauta exportadora é da indústria de transformação. Evidentemente que há espaço para ampliarmos exportação de produtos de maior conteúdo tecnológico, mas o crescimento recente merece destaque”.

FONTE: MDIC Gov.br
Política industrial melhora inserção do Brasil no Comércio Exterior, avalia secretária do MDIC — Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

 

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