Exportação

Exportações brasileiras de carne de frango crescem 3,9% em agosto, com México liderando embarques

As exportações brasileiras de carne de frango, abrangendo produtos in natura e processados, somaram 394,6 mil toneladas em agosto, alta de 3,9% em relação ao mesmo mês de 2024, quando foram registradas 379,8 mil toneladas, segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Confira abaixo um histórico das exportações brasileiras de carne de frango de jan a julho de 2022 a 2025. O gráfico foi elaborado com dados do DataLiner:

Exportações Brasileiras de Carne de Frango | Jan 2022 a Jun 2025 | TEUs

Apesar do crescimento em volume, a receita gerada caiu 11,9%, totalizando US$ 699,4 milhões, contra US$ 793,6 milhões em agosto do ano passado.

Resultado acumulado no ano mostra leve queda
De janeiro a agosto, os embarques brasileiros somaram 3,394 milhões de toneladas, ligeira redução de 1,1% em comparação ao mesmo período de 2024 (3,432 milhões de toneladas). A receita acumulada no período atingiu US$ 6,308 bilhões, queda de 0,2% em relação a 2024 (US$ 6,319 bilhões).

Segundo o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o desempenho de agosto reflete a estabilidade observada desde a reconquista do status de Livre de Influenza Aviária, com perspectivas de aumento graças à retomada das importações pelo Chile e à oficialização da reabertura da União Europeia.

México assume liderança entre os principais destinos
O México liderou pela primeira vez o ranking dos destinos da carne de frango brasileira, com 37,5 mil toneladas embarcadas em agosto, aumento de 873,3% sobre o mesmo período do ano passado.

Outros principais destinos incluem:

Emirados Árabes Unidos: 32,5 mil t (-16,9%)
Japão: 30,3 mil t (-22,2%)
Arábia Saudita: 27 mil t (+0,6%)
África do Sul: 25,7 mil t (-8,4%)
Filipinas: 19,7 mil t (+27,2%)
Coreia do Sul: 15,3 mil t (+65,7%)
Iraque: 12,7 mil t (+15%)
Reino Unido: 11,3 mil t (+130,2%)
Singapura: 10,9 mil t (+14%)

Principais estados exportadores
Entre os estados brasileiros, o Paraná liderou em agosto com 158,7 mil toneladas exportadas (-1,6%), seguido por:

Santa Catarina: 89,7 mil t (+6,5%)
Rio Grande do Sul: 44,1 mil t (+16,6%)
São Paulo: 24,5 mil t (+3%)
Goiás: 21,5 mil t (+20,8%)

A ABPA destaca que a manutenção de volumes estáveis, combinada à recuperação de mercados estratégicos, projeta perspectiva positiva para os próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportação

Exportação de calçados do Brasil cai em agosto com tarifaço e setor vê mais recuo em setembro

As vendas externas de calçados do Brasil caíram em volume e em valor em agosto sobre o mesmo período do ano passado, pressionadas em grande parte pelo desempenho do setor nos Estados Unidos, principal mercado do produto nacional, afirmou nesta segunda-feira a associação de fabricantes Abicalçados.

As exportações de agosto recuaram 0,5% no mês passado sobre agosto de 2024, para 7,64 milhões de pares. O volume representou negócios de US$77 milhões, segundo a entidade, uma queda de 9,1% na mesma comparação. No acumulado do ano até o final do mês passado, o setor exportou 67,5 milhões de pares, alta de 5,7% sobre o mesmo período de 2024. A receita, porém, mostra recuo de 0,6%, a US$651 milhões.

Segundo a Abicalçados, as vendas para os EUA despencaram 17,6% em volume em agosto, a 803,7 mil pares, e 1,4% em receita, para US$21,4 milhões.

“O tarifaço imposto pelos Estados Unidos, país que responde por mais de 20% do total gerado pelas exportações brasileiras de calçados, já foi sentido em agosto”, afirmou o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, em comunicado à imprensa.

“Em setembro, quando teremos um mês inteiro de vigência da tarifa adicional, esse revés deve ser ainda maior”, acrescentou. Segundo ele, as tarifas de 50% praticadas pelos EUA contra os produtos nacionais tornam as exportações brasileiras “praticamente inviáveis”.

Mas nos outros dois principais mercados do Brasil para calçados – Argentina e Paraguai – as vendas externas cresceram em volume em agosto: 68% e 41,4%, respectivamente, segundo a Abicalçados.

A Argentina comprou 1,63 milhão de pares produzidos no Brasil e o Paraguai, 877 mil, afirmou a entidade.

Apesar de a China não ser a principal origem de calçados importados pelo Brasil, a Abicalçados citou uma “invasão” de produtos do país asiático. Segundo a entidade, após o tarifaço dos EUA, os fabricantes chineses “vêm escoando seus excedentes de exportação para outros mercados, inclusive no brasileiro, com preços muito baixos”.

Segundo os dados da Abicalçados, em agosto, a principal fonte de importação no Brasil foi o Vietnã, com um volume de 1,28 milhão de pares, crescimento de 17,3% sobre um ano antes e com o valor médio por par subindo 7,4%.

A China exportou ao Brasil 492 mil pares no mês passado, alta de 41,5% na comparação anual e com o valor médio por par crescendo 18,2%.

Fonte: Istoé Dinheiro

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Exportação

Exportações alemãs caem inesperadamente, mas produção industrial aumenta

As exportações alemãs caíram inesperadamente em julho, devido a um declínio acentuado na demanda dos Estados Unidos devido às tarifas, enquanto a produção industrial aumentou, mostraram dados na segunda-feira.

As exportações da maior economia da Europa caíram 0,6% em julho em relação ao mês anterior, mostraram dados do escritório federal de estatísticas. Uma pesquisa da Reuters previa um aumento de 0,1%.As exportações para os EUA caíram 7,9% em relação a junho. A economia alemã, orientada para a exportação, deverá ser gravemente afetada pelas tarifas de importação. Os EUA foram o maior parceiro comercial da Alemanha em 2024, com o comércio bilateral de mercadorias totalizando 253 bilhões de euros.

Os EUA impuseram uma tarifa de importação de 15% sobre a maioria dos produtos da UE num acordo alcançado com o bloco em julho para evitar uma guerra comercial maior entre os dois aliados, que representam quase um terço do comércio global.

Outra superpotência comercial, a China, viu o crescimento das suas exportações desacelerar para um mínimo de seis meses em agosto, à medida que o breve impulso de uma trégua tarifária com os EUA se desvaneceu, e as exportações da China para os EUA caíram 33% em termos anuais em agosto.

As exportações alemãs para os países da UE aumentaram 2,5% no mês, enquanto as mercadorias para outros países fora da UE diminuíram 4,5%.

As importações caíram 0,1% em relação a junho.

A balança de comércio exterior mostrou um superávit de 14,7 bilhões de euros em julho, abaixo dos 15,4 bilhões de euros em junho e 17.7 bilhões de euros em julho de 2024.

Fonte: Terra

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Comércio Exterior, Exportação

Exportações da China em agosto desaceleram ao nível mais baixo em 6 meses

O crescimento das exportações da China desacelerou para o nível mais baixo em seis meses em agosto, já que o breve impulso de uma trégua tarifária com os EUA se desvaneceu, mas a demanda em outros lugares proporcionou algum alívio às autoridades, que tentam sustentar uma economia que enfrenta baixo consumo interno e riscos externos.

As autoridades estão contando com os fabricantes para diversificarem os mercados na esteira da política comercial do presidente dos EUA, Donald Trump, permitindo-lhes atingir a meta de crescimento anual de Pequim de “cerca de 5%” sem se apressarem em oferecer apoio fiscal adicional de curto prazo.

As exportações da China aumentaram 4,4% em relação ao ano anterior em agosto, segundo dados alfandegários divulgados nesta segunda-feira (8), abaixo da previsão de aumento de 5% em uma pesquisa da Reuters e marcando o crescimento mais lento em seis meses.

Isso se compara ao aumento de 7,2% de julho, que foi melhor do que o esperado.

As importações cresceram 1,3%, após um crescimento de 4,1% no mês anterior. Economistas haviam previsto um aumento de 3,0%.

A desaceleração do crescimento das exportações foi afetada por uma base de comparação alta, mas o número de agosto passado também foi distorcido pela pressa dos fabricantes em superar as tarifas de vários parceiros comerciais.

As exportações da China para os EUA caíram 33,12% em relação ao ano anterior em agosto, enquanto suas remessas para os países do sudeste asiático aumentaram 22,5% no mesmo período.

Os produtores chineses estão tentando exportar mais para os mercados da Ásia, África e América Latina para compensar o impacto das tarifas de Trump, mas nenhum outro país se aproxima do poder de consumo dos EUA, que já absorveu mais de US$ 400 bilhões de produtos chineses anualmente.

Fonte: CNN Brasil

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Exportação, Mercado de trabalho

Exportações impulsionam geração de empregos nas empresas brasileiras, aponta estudo da Secex

Foram analisadas mais de três mil empresas exportadoras dos setores da agropecuária e das indústrias extrativa e de transformação

Empresas brasileiras que passam a exportar aumentam, em média, 37,6% o número de empregados. É o que revela o estudo “Efeito aprendizagem nas exportações: como a inserção internacional transforma as empresas brasileiras”, elaborado pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC).

O levantamento confirma que a entrada no mercado internacional tem impacto direto sobre a geração de empregos formais. O estudo, que analisou dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) e da Secex entre 2010 e 2019, mostra que os efeitos positivos são consistentes ao longo do tempo e se mantêm para empresas de diferentes portes, que atuam em diversos setores da economia e exportam para diferentes mercados.

Embora o salário médio não tenha apresentado variação estatisticamente significativa, o aumento no número de contratações fez com que a massa salarial total das exportadoras crescesse proporcionalmente mais. Além disso, uma amostra de empresas ativas em 2011 e 2018 revelou que trabalhadores que permaneceram nas mesmas empresas tiveram aumentos salariais médios mais expressivos do que os de empresas não exportadoras: 31,9% nas exportadoras, contra 29,2% nas não exportadoras.

O estudo considerou o chamado efeito de “autosseleção”, a tendência de empresas mais produtivas se tornarem exportadoras, e confirmou que há um ganho real de emprego associado ao fato de passarem exportação.

Amostra

Foram analisadas mais de três mil empresas exportadoras dos setores agropecuário, extrativo e de transformação. Setores ligados a serviços, comércio e construção civil foram excluídos por não terem como atividade principal a produção de bens para exportação. A amostra incluiu apenas empresas com, pelo menos, cinco empregados em todos os anos, garantindo maior consistência à análise.

A análise também dialoga com o relatório “Perfil das Firmas Exportadoras Brasileiras”, publicado pela Secex em 2023, que mostra que as empresas exportadoras são maiores, mais qualificadas e pagam salários mais altos do que as não exportadoras — mesmo dentro do mesmo setor e porte.

Os novos resultados do estudo apontam que o ato de exportar possui papel fundamental nas diferenças relacionadas ao tamanho das empresas, reforçando que políticas de promoção às exportações têm potencial para impulsionar a geração de emprego formal no país.

Fonte: MDIC

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Exportação

Exportações catarinenses para os EUA caem 19,5% em agosto

Apesar do recuo, vendas do estado ao exterior sobem 1,54% no mês, puxadas por México, Chile e Argentina; acumulado ano ano registra alta de 5,9% nas exportações

As exportações de Santa Catarina para os Estados Unidos recuaram 19,5% em agosto, em relação a igual período do ano passado. A despeito da queda, os EUA seguem como o principal destino dos embarques de produtos catarinenses. No oitavo mês do ano, as exportações para o mercado norte-americano somaram US$ 119,2 milhões.

O economista-chefe da Federação das Indústrias (FIESC), Pablo Bittencourt, destaca que o desempenho reflete dois fatores associados ao tarifaço: a antecipação de pedidos por clientes norte-americanos – que estocaram produtos antes da entrada das tarifas em vigor – e a suspensão dos pedidos após a vigência da sobretaxa de 50%. “Foi uma redução significativa em agosto, mas foi um movimento que já esperávamos. Nos próximos meses teremos condições de analisar como as exportações para os Estados Unidos vão se comportar no futuro”, explica.

Considerando as vendas externas globais, o estado registrou alta de 1,54% em agosto, para US$ 971,4 milhões. O desempenho foi influenciado pelo incremento de vendas para países como México (+47,5%), Chile (+30,9%) e Argentina (+21,7%), segundo dados compilados pelo Observatório FIESC.

Pauta exportadora
Entre os principais produtos exportados pelo estado que apresentaram alta em agosto estão: carne de aves (+9,9%), soja (+16,1%), motores elétricos (+4,2%), transformadores elétricos (+28,7%) e papel kraft não revestido (+34,4%). Por outro lado, registraram queda: carne suína (-6,2%) e partes de motor (-42,7%). No setor de madeira e móveis, as exportações de obras de carpintaria para construções encolheram 34,9%, as de madeira compensada cederam 30%, as de outros móveis recuaram 17,2% e as de madeira serrada caíram 1%.

“O setor de madeira e derivados tem se mostrado um dos mais vulneráveis ao tarifaço. A elevada exposição aos Estados Unidos, combinada com a produção de itens customizados para aquele mercado, torna a situação complexa, sem perspectivas de solução no curto prazo”, explica Bittencourt.

Acumulado do ano
Os embarques de produtos catarinenses registraram aumento de 5,9% no acumulado de janeiro a agosto, para US$ 7,94 bilhões. Contribuíram para o resultado a alta nas exportações de proteína animal, principais itens da pauta. As vendas externas de carne de aves cresceram 8,1% no ano até agosto, para US$ 1,44 bilhão, enquanto as de carne suína avançaram 12,7%, para US$ 1,14 bilhão. Destacaram-se no período os embarques de carnes de aves para o México e de suína para o Japão.

O principal destino dos embarques foram os Estados Unidos, apesar do recuo de 1,3% no ano, até agosto. As exportações para a China, segundo país do ranking, também mostraram declínio (-6,3%), bem como para o México (-1,1%). Por outro lado, as vendas externas para a Argentina, terceira no ranking, cresceram 31,7% no ano, acompanhadas pelos embarques para o Japão – quinto principal destino – que subiram 13,8%. O crescimento de exportações para o Chile também foi destaque, com alta de 39,2% no ano, na comparação com os oito primeiros meses de 2024.

Importações
Considerando apenas o mês de agosto, as importações catarinenses recuaram 10,6%, para US$ 2,75 bilhões. As importações de partes e acessórios para veículos – terceiro item na pauta  – recuaram 12,6%, enquanto as compras de pneus de borracha caíram 29,8%. O destaque positivo foi o aumento de 150,9% nas importações de fertilizantes nitrogenados. O cobre refinado, primeiro item da pauta, registrou incremento de 12,9% nas importações. As importações recuaram nas cinco principais origens das compras catarinenses: China (-16,5%), EUA (-3,5%), Chile (-6,9%), Alemanha (-27,4%) e Argentina (-15,3%).

No acumulado do ano, as importações subiram 2,6%, para US$ 22,48 bilhões. A principal origem das importações segue sendo a China, com US$ 9,58 bilhões e alta de 2% frente ao registrado entre janeiro e agosto de 2024. Estados Unidos e Chile mostraram recuos de 6,6% e 3,3%, respectivamente. As importações da Alemanha cresceram 3,3% no ano, enquanto as argentinas recuaram 6,1% no período.


Fontes:
Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina – FIESC
Gerência de Comunicação Institucional e Relações Públicas

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Exportação, Internacional

Nos EUA, exportadores se reúnem com congressistas e integram audiência sobre a Seção 301

1º Vice-presidente da FIESC, André Odebrecht, destaca importância de sensibilizar parceiros comerciais sobre os impactos da ausência de produtos brasileiros no mercado consumidor norte-americano

A missão da Confederação Nacional da Indústria (CNI) a Washington esteve nesta quarta-feira (3) no Capitólio, sede do Congresso norte-americano, para encontros com parlamentares dos Estados Unidos, com a finalidade de apresentar dados do comércio entre o Brasil e os EUA. O 1º vice-presidente da Federação das Indústrias de SC (FIESC), André Odebrecht, que participa da missão, destacou a relevância de sensibilizar os congressistas sobre a importância dos produtos brasileiros para a economia dos EUA e de avançar na retomada do comércio entre os dois países de forma saudável.

Também nesta quarta-feira, o embaixador Roberto Azevêdo, que representa a Confederação na audiência pública sobre a Seção 301, afirmou que o objetivo é demonstrar que as práticas comerciais brasileiras são razoáveis, não são discriminatórias e não têm arbitrariedade, e não deveriam ser consideradas prejudiciais às empresas norte-americanas. O Brasil está sendo investigado com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA.

“A noção de que o Brasil está agindo deliberadamente de forma a prejudicar os Estados Unidos é totalmente infundada. Ao contrário, os fatos mostram que as empresas americanas, em geral, se beneficiaram das políticas brasileiras. O Brasil tem sido um destino antigo e atraente para investimentos americanos, e o país também é o principal destino dos fluxos de investimento brasileiros”, afirmou durante a audiência.

A missão também tem agendadas reuniões com empresários dos EUA e representantes de setores prejudicados pelas tarifas. Na terça-feira (2), o grupo participou de reunião com a embaixadora do Brasil nos Estados Unidos, Maria Luiza Viotti. Odebrecht, que representa a FIESC na missão, destacou ainda a relevância das reuniões com agentes de comércio exterior, como a Câmara Americana de Comércio, para destacar a importância dos produtos brasileiros para as cadeias produtivas dos Estados Unidos e para os consumidores norte-americanos.

A comitiva também esteve reunida com o escritório de advocacia norte-americano que representa os interesses da CNI e da indústria brasileira na investigação sobre a seção 301. “Esses encontros são essenciais para estreitar as relações, para convencer os norte-americanos da qualidade dos nossos produtos e para mostrar as dificuldades que o mercado consumidor dos EUA pode enfrentar sem os produtos brasileiros à disposição”, explicou Odebrecht.

O presidente da CNI, Ricardo Alban, destacou que o objetivo da missão é marcar uma posição firme e contundente, mostrando a versão do setor privado sobre a importância de uma negociação que leve à reversão das tarifas. “Queremos um diálogo feito nos termos comerciais e econômicos e de forma racional e técnica, para que possamos realmente começar a ter reuniões objetivas”, completou.

O encontro com a embaixadora foi a primeira de uma série de agendas que a comitiva empresarial liderada pela CNI terá até a próxima quinta-feira (4) na capital dos EUA. Além do 1º vice-presidente da FIESC, participaram da reunião dirigentes das federações das indústrias de Minas Gerais (FIEMG), Paraná (FIEP), Paraíba (FIEPB), Rio de Janeiro (FIRJAN), Rio Grande do Norte (FIERN) e São Paulo (FIESP).  

Fonte:
Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina – FIESC
Gerência de Comunicação Institucional e Relações Públicas

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Exportação

Exportações de soja em Mato Grosso superam em 2,49% recorde registrado em 2023

Até julho mais de 25,74 milhões de toneladas de soja foram exportadas em 2025 pelo estado, segundo a Secex

As exportações de soja no acumulado de janeiro a julho em Mato Grosso somaram pouco mais de 25,74 milhões de toneladasalta de 2,49% em comparação ao mesmo período de 2023, ano em que o estado registrou recorde de envios ao mercado externo.

Em 2023, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), foram enviadas ao exterior pouco mais de 25,11 milhões de toneladas entre janeiro e julho por Mato Grosso. Já em 2024, no período analisado, foram 23,45 milhões de toneladas.

Diante de tal fator observado neste ano, o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) manteve a sua perspectiva de embarques para 2025 em 30,80 milhões de toneladas.

De acordo com o relatório de Oferta & Demanda, divulgado na segunda-feira (1º), o consumo estadual para este ano permanece estimado em 12,99 milhões de toneladas, puxado pelo esmagamento de soja, que vem registrando sucessivos recordes mensais, impulsionado pela maior demanda dos coprodutos, principalmente o óleo, visto o aumento da mistura obrigatória de biodiesel ao diesel.

Temporada 25/26 de soja também com manutenção

Em relação às projeções para a safra 2025/26, o Imea também manteve as suas perspectivas de exportações. As estimativas projetam que 29,83 milhões de toneladas da safra deixem Mato Grosso com destino ao mercado externo inicialmente, o que representa uma redução de 3,16% frente ao ciclo 2024/25.

Quanto ao consumo interno, ou seja, dentro de Mato Grosso, os números seguem em trajetória de crescimento, puxada pela produção de biodiesel. Com isso, destaca o Instituto, a estimativa de esmagamento da oleaginosa no estado permanece em 13,24 milhões de toneladas.

Fonte: Canal Rural Mato Grosso

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Agricultura, Economia, Exportação

Brasil fecha acordo com Japão para exportar produtos de gordura animal

Produtos são usados na fabricação de ração animal e pet food

O Ministério da Agricultura e Pecuária informou nesta terça-feira (2) ter concluído negociação tarifária com o governo do Japão para exportação de produtos à base de gordura de aves, suínos e bovinos.

Esses produtos são usados na fabricação de ração animal e “pet food”. De acordo com o ministério, a autorização “amplia a presença brasileira em um dos mercados mais exigentes do mundo”.

O Brasil já é um dos maiores fornecedores de soja e milho para o mercado japonês. 

Com 125 milhões de habitantes, o Japão é a terceira maior economia do mundo e o 7º destino dos produtos agrícolas brasileiros em 2024. As exportações para os japoneses totalizaram US$ 3,3 bilhões no ano passado. De janeiro a julho de 2025, as vendas já somaram US$ 1,8 bilhão.

No total, 422 novos mercados foram abertos para os produtos agropecuários brasileiros no atual governo.

Fonte: Agencia Brasil

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Exportação

Sebrae/SC abre inscrições para qualificação gratuita de empresas catarinenses com foco na exportação

Programa Acelera Mercados – Global integra o PEIEX, iniciativa da ApexBrasil voltada à preparação de empresas para o mercado internacional

Estão abertas as inscrições para o Programa de Qualificação para Exportação (PEIEX) em Santa Catarina. Gratuito e com duração média de três a quatro meses, o programa é voltado a micro e pequenas empresas que desejam iniciar ou aprimorar sua atuação no mercado exterior. No estado, a iniciativa é oferecida pelo Sebrae/SC, executor do convênio com a ApexBrasil, por meio do Programa Acelera Mercados – Global. As inscrições podem ser realizadas pelo https://sebrae.sc/peiex.

O PEIEX oferece uma trilha completa de capacitação com atendimento individualizado, diagnóstico de exportação, plano estratégico, treinamentos, acesso a especialistas em comércio exterior, participação em ações coletivas e oportunidades internacionais. A modalidade pode ser online, presencial ou híbrida, conforme o perfil e localização da empresa participante.

Podem se inscrever empresas com CNPJ ativo, classificadas como ME ou EPP, que tenham produto ou serviço com potencial exportador e estejam comprometidas com a execução do plano de ação proposto ao longo da trilha.

“O PEIEX, aliado ao Programa Acelera Mercados – Global, é uma grande oportunidade para que os pequenos negócios em Santa Catarina ampliem sua competitividade e caminhem rumo à internacionalização. Com uma metodologia prática, adaptada à realidade das empresas, conseguimos conectar negócios locais a mercados globais”, destaca Gabriel Marchetti, analista de negócios do Sebrae/SC.

O programa é dividido em três etapas, são elas: “Desperta”, que atua na sensibilização e mapeamento; “Prepara”, fase de consultorias, treinamentos e o plano de exportação; e “Conecta”, com rodadas de negócios, missões técnicas internacionais, formação de consórcios, acesso a investidores e plataformas de inteligência de mercado.

Sobre o Sebrae/SC

O Sebrae/SC comemora, em 2025, 53 anos de dedicação ao fortalecimento dos pequenos negócios e ao fomento do empreendedorismo em Santa Catarina. Com presença em todas as regiões do Estado, a instituição oferece soluções que impulsionam o desenvolvimento econômico e social, apoiando milhões de empreendedores ao longo de sua trajetória. Reconhecido nacionalmente, o Sebrae é hoje a 4ª marca mais valiosa do país, com um ativo de R$ 33,9 bilhões, reflexo de sua credibilidade, impacto e compromisso com a transformação dos territórios onde atua. Em Santa Catarina, o Sebrae é parceiro estratégico de quem faz o estado crescer.

Texto e imagem: Divulgação

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