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Trump escolhe ex-procurador-geral Matthew Whitaker como próximo embaixador na Otan

O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira a nomeação do ex-procurador-geral interino Matthew Whitaker como próximo embaixador americano na Otan. Whitaker, um advogado e lobista de 55 anos, atuou como procurador-geral interino dos Estados Unidos entre novembro de 2018 e fevereiro de 2019, durante o primeiro mandato de Trump, depois que Jeff Sessions renunciou ao cargo.

Matt fortalecerá as relações com os nossos aliados da Otan e permanecerá firme perante as ameaças à paz e à estabilidade”, disse o político republicano em um comunicado.

Além disso, declarou que o novo embaixador irá “colocar os Estados Unidos em primeiro lugar”, lema que Trump usa para promover uma política externa mais isolacionista.

Segundo o presidente eleito, Whitaker é “um guerreiro forte e um patriota leal, que garantirá o avanço e a defesa dos interesses dos Estados Unidos”.

Whitaker se formou na Universidade de Iowa, onde também jogou no time de futebol americano, destacou o próximo presidente.

Trump, que já governou o país entre 2017 e 2021, foi muito crítico à Otan durante seu primeiro mandato e atacou seus parceiros da Aliança Atlântica que não atribuíam dinheiro suficiente à defesa coletiva.

Durante a última campanha eleitoral, o republicano chegou a sugerir que encorajaria a Rússia a fazer o que quisesse com os países europeus que não aumentassem seus gastos com defesa e, além disso, questionou o envio de ajuda militar dos EUA à Ucrânia.

FONTE: Exame
Trump escolhe ex-procurador-geral Matthew Whitaker como próximo embaixador na Otan | Exame

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O gesto de Lula que demonstrou o prestígio de Janja na presidência

Em pé em um tapete vermelho, Lula recebeu os presidentes dos países que subiram a rampa do Museu de Arte do Rio para a cúpula do G20, com um aperto de mãos e rápidos cumprimentos.

Quando o líder estrangeiro chegava acompanhado da esposa, Janja se posicionava ao lado de Lula para recebê-los. Quando vinha sozinho, Janja se afastava para Lula cumprimentá-lo. O gesto foi repetido algumas vezes.

Mas duas ocasiões ganharam destaque: quando Joe Biden, presidente dos Estados Unidos, chegou ao evento, Lula faz um gesto para que a primeira-dama ficasse ao seu lado e o cumprimentasse. E quando Emmanuel Macron, presidente da França, subiu as rampas também. Lula fez questão de chamar a primeira-dama, que estava afastada, para cumprimentá-lo e também posar para as fotos.

Desde sábado, Janja tem sido criticada pelo entorno de Lula, como mostrou Malu Gaspar, não propriamente por ter xingado com um sonoro “fuck you, Elon Musk” o bilionário dono da rede social X, mas pelo fato de que as falas da primeira-dama ofuscaram o ato final do evento, programado para gerar manchetes positivas sobre o legado da presidência brasileira do G20.

Fonte: O Globo
G20: O gesto de Lula que demonstrou o prestígio de Janja

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Lula recebe Xi Jinping no Palácio da Alvorada; China é o maior parceiro comercial do Brasil

Encontro com petista ocorreu no Palácio da Alvorada. Presidente chinês participará também de um jantar no Itamaraty, para onde foram convidadas outras autoridades.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu nesta quarta-feira (20) o presidente da China, Xi Jinping, em uma visita de estado, em Brasília. O país asiático é o maior parceiro comercial do Brasil desde 2009.

O encontro ocorreu no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, em Brasília. Uma série de autoridades brasileiras e chinesas acompanhou o encontro. Do lado brasileiro, estavam Fernando Haddad (Fazenda), Simone Tebet (Planejamento), Camilo Santana (Educação), outros ministros, Gabriel Galípolo (futuro presidente do Banco Central) e a ex-presidente Dilma Rousseff (atual presidente do banco do Brics)

Xi Jinping foi recebido com honras militares, apresentações da banda do Exército, e da Cavalaria da instituição.

A exemplo do que ocorreu na visita de Lula a Pequim em 2023, crianças também participaram da recepção, balançando bandeirinhas dos dois países. Houve ainda a execução de canções chinesas.

O líder da China está no Brasil desde domingo (17). Ele participou da reunião do G20, no Rio de Janeiro no início desta semana.

Xi Jinping faz uma visita a Brasília, mas de uma forma diferente de outras visitas desse tipo, quando outros chefes de Estado vão à capital federal.

De acordo com o Itamaraty, isso se deve ao fato de ser feriado no Brasil, Dia da Consciência Negra, e os outros poderes estarem sem expediente.

Durante as visitas de Estado a Brasília, tradicionalmente, os líderes visitantes costumam ir até as sedes dos três poderes: Executivo (Palácio do Planalto), Legislativo (Palácio do Congresso Nacional) e Judiciário (Palácio do Supremo Tribunal Federal).

No caso de Xi Jinping, o encontro com o presidente Lula ocorreu no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, onde também será realizada cerimônia de assinatura de atos, declaração à imprensa e almoço.

Depois, o presidente chinês participará de um jantar no Palácio Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores, para o qual também foram convidadas outras autoridades.

Relações entre Brasil e China

Durante a visita de Xi Jinping ao Brasil, mais de 37 atos de cooperação serão assinados entre os dois países.

Entre as pautas discutidas, os presidentes trataram de assuntos relacionados a políticas e programas de investimento e desenvolvimento dos dois países; relações bilaterais e coordenação sobre tópicos regionais e multilaterais.

Entre os atos assinados, estão acordos sobre aberturas de mercado para produtos agrícolas, intercâmbio educacional, cooperação em várias áreas, como indústria, energia, mineração, finanças, comunicações, desenvolvimento sustentável, turismo, esportes, saúde e cultura.

As relações sino-brasileiras completam 50 anos em 2024. Brasil e China mantêm diálogo constante sob a coordenação da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (COSBAN), e a cooperação em instâncias multilaterais, a exemplo da ONU, do G20 e do Brics.

Lula realizou visita de estado à China em abril de 2023, e a VII Sessão Plenária da COSBAN, presidida pelos vice-presidentes dos dois países, ocorreu em junho último.

A China é, desde 2009, o maior parceiro comercial do Brasil e uma das principais origens de investimentos em território brasileiro.

Em 2023, a corrente de comércio atingiu recorde de US$ 157,5 bilhões, com exportações brasileiras totalizando US$ 104,3 bilhões e importações no montante de US$ 53,2 bilhões, resultando no superávit brasileiro de US$ 51,1 bilhões, equivalente a cerca de 52% do superávit comercial total brasileiro.

SpaceSail x Starlink

Um dos 37 atos assinados é um “memorando de entendimento” entre a Telebras, empresa brasileira vinculada ao Ministério das Comunicações, e a chinesa Shanghai SpaceSail Technologies.

O objetivo do ato é o provimento de serviços e soluções de telecomunicações via satélite.

O avanço desse acordo tem potencial para frustrar os negócios da Starlink, empresa de Elon Musk de internet via satélite, no Brasil.

Elon Musk tem protagonizado embates com autoridades brasileiras, como o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Aliado de Donald Trump, o empresário também protagonizou uma troca de farpas com a primeira-dama Janja, que ofendeu Musk em um evento paralelo do G20.

A comitiva presidencial de Xi Jinping “desalojou” todos os hóspedes e moradores de um complexo hoteleiro em Brasília, que fica ao lado do Palácio da Alvorada.

Apenas um inquilino foi poupado: o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. O hotel fica a menos de um quilômetro do Alvorada, às margens do Lago Paranoá. É o espaço mais próximo da residência presidencial.

Haddad mora no hotel desde que se mudou para Brasília, no final de 2022. Questionado sobre a razão de ter sido poupado do despejo temporário, Haddad brincou. “Xi é brother”.

A Embaixada da China no Brasil reservou o hotel inteiro entre os dias 18 e 21. O spa da unidade também foi fechado. Todos os trabalhadores da unidade foram dispensados. Durante a estadia de Xi Jinping, os serviços serão realizados por funcionários contratados pelo governo chinês.

Todas as quase 400 suítes foram completamente esvaziadas. Moradores tiveram, inclusive, que retirar roupas e outros pertences. Autoridades chinesas fizeram uma varredura minuciosa para a chegada da comitiva presidencial.

Nos últimos dias, os acessos ao Palácio da Alvorada chegaram a ficar bloqueados em função dos preparativos da visita.

A última vez que Xi Jinping veio ao Brasil foi em 2019, para a cúpula do Brics. Na ocasião, a comitiva chinesa ficou no mesmo hotel e também fechou o espaço inteiro.

FONTE: G1
Lula recebe Xi Jinping no Palácio da Alvorada; China é o maior parceiro comercial do Brasil | Política | G1

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Lula solicita recursos, mas não contribui para o Fundo Amazônia

O esquecido Biden, que prometeu R$500 milhões, doou US$53,4 milhões.

Enquanto Lula bota banca e passa o pires ao tentar garfar dinheiro dos ricaços para a floresta, o Fundo Amazônia não vê R$1 de doações do governo federal há anos. A última vez que o fundo viu dinheiro nacional passar por lá foi em maio de 2018, uma doação da Petrobras de R$1,1 milhão. Ao todo, a petroleira doou R$17,2 milhões entre 2011 e 2018. Já sob gestão Magda Chambriad, a empresa assinou protocolo de intenção de doar R$50 milhões, mas, dinheiro, que é bom, até agora, nada. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Enquanto Lula não coloca grana no fundo, até o esquecido Joe Biden, deu uma beirada, US$53,4 milhões, e prometeu mais US$50 milhões.

A Noruega é líder isolada no ranking de doação ao fundo, US$1,2 bilhão. É seguida pela Alemanha, que despejou outros US$105,8 milhões. Também injetaram grana no Fundo Amazônia: o governo do Japão, US$3 milhões; e o governo da Suíça, mais de US$5,6 milhões.

FONTE: Diário do Poder
Lula pede dinheiro, mas não aporta no Fundo Amazônia – Diário do Poder

 

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Presidente do Paraguai, Santiago Peña recebe alta hospitalar após passar mal no G20

Segundo o gabinete da presidência paraguaia, Santiago Peña se prepara para retomar as atividades oficiais no âmbito da Cúpula do G20

O presidente do Paraguai, Santiago Peña, hospitalizado após sentir dores no peito durante do encontro do G20, recebeu alta na manhã desta terça-feira (19). Ele passou a noite em observação no hospital Samaritano Botafogo, na Zona Sul do Rio de Janeiro. 

Em nota, o hospital informou que Santiago Peña foi submetido a exames, que descartaram doenças do coração ou qualquer outra patologia grave. Na noite desta segunda-feira, a unidade de saúde já havia informado que o chefe de Estado tinha quadro de saúde estável

“O presidente passou a noite em observação, apresentando sono tranquilo e com todos os indicadores estáveis”, diz trecho do boletim médico enviado à Band pelo Hospital Samaritano Botafogo.

“O chefe de Estado recebeu alta hospitalar no início da manhã, com orientações médicas, liberado para dar continuidade em sua agenda”, completou.

Segundo o gabinete da presidência paraguaia, Santiago Peña se prepara para retomar as atividades oficiais no âmbito da Cúpula do G20, que encerra nesta terça-feira.

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Milei causa desconforto na diplomacia brasileira durante o G20

O início do encontro foi marcado por tensões evidentes. Quando Javier Milei chegou ao Brasil para a cúpula do G20, foi recebido de forma fria pelo anfitrião, o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva.

A antipatia mútua entre os dois líderes foi capturada em uma foto oficial, que rapidamente se espalhou pelas redes sociais. Ao contrário dos outros líderes mundiais que posaram sorridentes ao lado do petista com sorrisos, Milei e Lula exibiram expressões fechadas.

“Comunista” e “ladrão”
Milei está no cargo há quase um ano, mas ainda não havia se encontrado pessoalmente com Lula. Apesar das relações econômicas e políticas próximas entre Argentina e Brasil, as tensões são evidentes.

Durante a campanha eleitoral, Milei não hesitou em chamar Lula de “comunista” e “ladrão”, postura que manteve mesmo após assumir a presidência da Argentina.

No encontro do G-20 no Rio de Janeiro, Milei adotou uma postura de confronto ao ameaçar não assinar a declaração final preparada há um ano. Ele manifestou sua oposição a várias iniciativas internacionais.

A política externa de Milei
A atitude de Milei reflete uma mudança radical na política externa argentina. Recentemente, ele demitiu sua ministra das Relações Exteriores por ter votado na ONU pelo fim do embargo dos EUA contra Cuba.

Além disso, Milei retirou a delegação argentina de um encontro climático em Baku e também criticou a Agenda 2030 da ONU como uma imposição socialista.

Durante o fim de semana anterior ao G-20, Milei participou de um evento na Flórida em homenagem a Donald Trump e foi o primeiro chefe de Estado estrangeiro a encontrá-lo após sua vitória eleitoral. Em seu discurso, elogiou Trump como modelo político.

A diplomacia brasileira
A diplomacia brasileira estava preocupada com a possibilidade de Milei adotar uma postura isolacionista semelhante à de Trump durante o encontro no Rio. No entanto, no final da tarde do primeiro dia do evento, houve uma reviravolta: Milei decidiu assinar a declaração final.

O documento é genérico e um tanto superficial e reafirma o compromisso dos países do G-20 com uma tributação eficaz dos super-ricos e com o limite do aquecimento global a 1,5 graus Celsius.

Apesar de ter assinado o documento, Milei fez questão de expressar suas discordâncias.

O libertário e o socialista
A diferença ideológica entre Milei e Lula ficou evidente quando discutiram o papel do Estado. Enquanto Milei defende soluções baseadas no livre mercado, Lula destaca a necessidade da intervenção estatal para corrigir os excessos da privatização.

Diante das divergências no G-20, permanece incerta a capacidade dos dois líderes em alcançar um consenso dentro do Mercosul para firmar um acordo com a União Europeia e a EFTA ainda este ano.

Fonte: O antagonista/Diário do Brasil
Milei causa desconforto na diplomacia brasileira durante o G20

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Comitiva da China reserva hotel inteiro em Brasília e só permite permanência de Haddad

 A comitiva do líder da China, Xi Jinping, reservou um hotel inteiro em Brasília para acomodar os integrantes da delegação durante a visita de Estado que o presidente chinês fará ao Brasil na quarta-feira (20).

Apenas um hóspede foi poupado da mudança: o ministro Fernando Haddad (Fazenda), que mora no local desde o período da transição de governo, no fim de 2022.

O hotel fica à beira do lago Paranoá e é o mais próximo ao Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Também está a poucos minutos de distância da Esplanada dos Ministérios.

As atividades oficiais de Xi Jinping em Brasília preveem duas reuniões no Alvorada, uma cerimônia de assinatura de atos e uma declaração conjunta dele e de Lula à imprensa. Em seguida, haverá um almoço na residência oficial do presidente brasileiro. À noite, um jantar no Itamaraty encerra a visita oficial.

Procurada, a assessoria de imprensa do Ministério da Fazenda confirmou que Haddad é o único hóspede autorizado a permanecer no local durante a estadia de Xi Jinping. Ao G1, o ministro disse, em tom de brincadeira, que “Xi é brother”.

As assessorias do hotel e da embaixada da China no Brasil não responderam até a publicação deste texto.

O complexo que abriga o hotel reservado pela comitiva chinesa possui também uma segunda unidade no mesmo terreno, com apartamentos que têm moradores fixos. Segundo um comunicado interno, ao qual a Folha teve acesso, eles ficarão sujeitos a controle no acesso.

As medidas começam a valer nesta segunda-feira (18) e se estenderão até quinta-feira (21), quando o presidente chinês deixará o Brasil. “Por questões de segurança e força maior, determinadas pelas autoridades policiais brasileiras, algumas alterações temporárias e restrições serão necessárias”, diz o texto.

O comunicado informa que o acesso dos moradores às mediações do complexo será limitado e poderá haver “revistas na portaria principal e nas áreas comuns”. Cães farejadores também poderão circular nas áreas de acesso.

Áreas de lazer do hotel ficarão fechadas, assim como a academia e um espaço dedicado a crianças. O píer também será fechado para embarques e desembarques. Bares e o spa não terão atendimento no período.Desde sábado (16), já havia movimentação no hotel para a instalação de tapumes que limitarão a visibilidade da entrada do hotel. Neste domingo (17) estavam previstas simulações de entrada e saída do comboio presidencial. O comunicado afirma ainda que, como as autoridades não haviam divulgado todos os detalhes da operação, mudanças adicionais poderiam ocorrer “sem aviso prévio”.

FONTE: MSN
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Scholz diz que UE precisa evitar que Estados impeçam acordos de livre comércio

Chanceler alemão pediu que União Europeia finalmente conclua um acordo comercial com o Mercosul

O chanceler alemão, Olaf Scholz, fez um apelo à União Europeia, nesta segunda-feira, que finalmente conclua um acordo comercial com o Mercosul e que evite que países isolados travem tais acordos no futuro.

“Precisamos abandonar o princípio de como os acordos de livre comércio têm sido negociados até agora”, disse ele aos repórteres à margem da cúpula do G20 no Rio de Janeiro.

“Portanto, sou expressamente a favor dos chamados acordos somente com a UE, que podem ser adotados com uma maioria qualificada no Conselho e no Parlamento.”

FONTE: InfoMoney
Scholz diz que UE precisa evitar que Estados impeçam acordos de livre comércio

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DOCUMENTO PRODUZIDO NO RIO+AGRO É ENTREGUE DURANTE G20

Evento, que reúne no Rio de Janeiro chefes de estado das maiores nações do planeta, terá na pauta a reforma da governança global, as três dimensões do desenvolvimento sustentável – econômica, social e ambiental – e o combate à fome, à pobreza e à desigualdade. Documento produzido durante RIO+AGRO e entregue à organização será distribuído às lideranças.

Já com a ciência da realização da Reunião de Cúpula do G20, no Rio de Janeiro, a organização do RIO+AGRO – Fórum Internacional do Desenvolvimento Agroambiental Sustentável – produziu um documento com os temas debatidos durante o evento, realizado no início do segundo semestre deste ano, no Golfe Olímpico da Barra da Tijuca. O objetivo é que esse material fosse entregue aos representantes dos países participantes do G20.

Durante o RIO+AGRO, foram apresentados dezenas de trabalhos científicos. A iniciativa reuniu por cinco dias quase 200 palestrantes e dezenas de expositores nacionais e internacionais de grande relevância, além de receber um público superior a 18 mil pessoas.

O Agro brasileiro tem sido fundamental no debate contra a fome mundial, por liderar um movimento que se apresenta como principal solução para a insegurança alimentar que atinge centenas de milhões de pessoas. Hoje, de cada cinco refeições servidas no mundo, uma é produzida no Brasil. Para o engenheiro agrônomo, doutor em ciências ambientais e Presidente do RIO+AGRO, Carlos Favoreto, a principal pauta do G20 vai ao encontro de tudo que está no documento produzido e entregue aos representantes dos países reunidos essa semana no Rio de Janeiro.

“Os países de clima temperado sempre ditaram as tendências da produção de alimentos. Hoje, com a escassez de terras agricultáveis na região, o cinturão tropical – aquela faixa que compreendida entre os trópicos de Câncer e de Capricórnio, que conta com mais de 70 países – será fundamental para alimentar o mundo nas próximas décadas. E o Brasil, graças ao trabalho da EMBRAPA – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Está 50 anos à frente das outras nações da região, reunindo todas as condições para liderar essa revolução agrícola”, afirma.

Favoreto completa: “O Brasil tem como dobrar, até mesmo triplicar, sua capacidade produtiva sem cortar uma árvore sequer. Temos 2/3 de nosso território coberto por vegetação nativa. E esse é nosso maior ativo, afinal, não se produz alimento em área degradada.”

O responsável pela entrega do documento à organização do G20 foi o diretor da Autoridade do Desenvolvimento Sustentável do Estado do Rio de Janeiro, Paulo Protásio.

“Ao passar a bandeira para a África do Sul – próximo país a assumir a presidência do G20 – foi bom saber da existência de plataformas para troca de conhecimento entre especialistas brasileiros e africanos. O G20 no Brasil fez avanços significativos na agricultura tropical, o que pode ser benéfico para as nações africanas, que enfrentam condições semelhantes. Isso pode incluir o compartilhamento das melhores práticas em agricultura sustentável, manejo de pragas e diversificação de culturas. O interesse será de dar continuidade à presente iniciativa no momento que nos preparamos para garantir a segurança alimentar do mundo a partir do Sul Global”, confirma Protásio.

A segunda edição do RIO+AGRO acontece entre os dias 1º e 3 de outubro de 2025, no Riocentro. Para outras informações, acesse o site riomaisagro.com, envie e-mail para imprensa@riomaisagro.com ou entre contato por WhatsApp com Emerson Rocha (+5521 99966-8004) ou Mario Linhares (+5521 99688-1415).

Assessoria de Imprensa

FONTE: Rio Mais Agro
DOCUMENTO PRODUZIDO NO RIO+AGRO É ENTREGUE DURANTE G20 – RIO+AGRO

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Suécia e Finlândia pedem à população que se prepare para possível guerra

Desde o início do conflito armado entre a Rússia e a Ucrânia, a Suécia e a Finlândia, países da União Europeia próximos da fronteira russa, alertam sua população sobre a possibilidade de uma guerra.

As duas nações escandinavas abandonaram décadas de não alinhamento militar e aderiram à Otan, a aliança militar ocidental, depois que a Rússia invadiu a Ucrânia, em fevereiro de 2022.

Paralelamente a esta campanha preventiva, os governos alemão e finlandês informaram, nesta segunda-feira, que estão “profundamente preocupados” com o rompimento de um cabo submarino de telecomunicações que liga os dois países, e falaram de “guerra híbrida” e da ameaça russa.

“Está em curso uma investigação minuciosa, a nossa segurança europeia não está apenas ameaçada pela guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia, mas também pelas guerras híbridas travadas por atores maliciosos”, escreveram os ministros das Relações Exteriores dos dois países numa declaração conjunta transmitida por Berlim.

Apesar das pressões, a Alemanha, que é o segundo fornecedor de armas para a Ucrânia, depois dos Estados Unidos, declarou que não enviará mísseis de longo alcance Taurus para a Ucrânia. Berlim entregará apenas 4 mil drones guiados por inteligência artificial (IA) às forças de Kiev.

Folheto sueco faz recomendações práticas em caso de guerra
A Suécia enviou a seus cidadãos um folheto com o título “Om krisen eller kriget kommer” (“Em caso de crise ou guerra”), escrito pela Agência Sueca de Contingências Civis (MSB). O panfleto contém recomendações práticas para lidar com crises como guerras, desastres naturais e ataques cibernéticos.

O documento de 32 páginas descreve, utilizando ilustrações simples, as ameaças que a Suécia enfrenta e dá conselhos sobre como armazenar alimentos e água, localização de abrigos antiatômicos e fontes de informação confiáveis

Documentos desse tipo já foram enviados no passado pelo governo sueco à população. Esta é a quinta versão, desde a Segunda Guerra Mundial. A anterior, distribuída em 2018, foi a primeira a ser divulgada depois da Guerra Fria (1947-1991).

Em março, o Banco da Suécia fez um apelo às autoridades e aos estabelecimentos bancários para que facilitassem a utilização de cédulas em dinheiro, temendo uma paralisia da sociedade em caso de crise ou guerra. Os suecos praticamente não usam mais cédulas no dia a dia, apenas cartões de crédito, débito e transferências digitais para pagar as compras e fazer pagamentos.

“A situação de segurança é grave e todos precisamos reforçar a nossa resiliência para podermos enfrentar as crises e, em última análise, a guerra”, disse Mikael Frisell, diretor do MSB, num comunicado de imprensa.

A ajuda militar e econômica a Kiev é uma prioridade para Estocolmo, que reitera que um conflito armado, dada a ameaça representada pela Rússia, não pode ser descartado.

Perigo real ou precaução?
Embora a Suécia envie regularmente tropas para operações de manutenção da paz, o país não esteve envolvido em conflitos armados desde as Guerras Napoleônicas, no fim do século 18 e começo do 19.

Durante as próximas duas semanas, 5,2 milhões de folhetos – também disponíveis online em árabe, farsi, ucraniano, polonês, somali e finlandês – serão enviados à população sueca.

O documento não menciona explicitamente a Ucrânia ou a Rússia, mas sublinha que a ameaça militar à Suécia aumentou. “Devemos nos preparar para o pior, como um ataque armado”, diz.

O governo da Finlândia, país que compartilha uma fronteira de 1.340 quilômetros com a Rússia, também disponibilizou na segunda-feira aos seus cidadãos um site com recomendações sobre como se preparar em caso de crise.

França mantém posição sobre mísseis
Nesta segunda-feira, parlamentares russos declararam que a autorização concedida por Biden à Ucrânia, para utilizar mísseis americanos de longo alcance no território russo, poderia causar uma “guerra mundial”.

Segundo um comunicado da chancelaria russa, “o uso de mísseis de longo alcance por parte de Kiev para atacar nosso território significaria a implicação direta dos Estados Unidos e seus satélites nas hostilidades com a Rússia, e uma mudança radical na essência e na natureza do conflito”, ressaltou a nota do Ministério das Relações Exteriores.

Outros países ocidentais, como a França, ainda não se posicionaram sobre o uso de seus mísseis de longo alcance pelo Exército ucraniano. Mas o ministro francês de Relações Exteriores, Jean-Noël Barrot, disse nesta segunda-feira, às margens de uma reunião com chefes da diplomacia europeia em Bruxelas, que era uma “possibilidade”.

“Vocês ouviram o presidente Macron em 25 de maio, em Meseberg, na Alemanha, onde nós declaramos publicamente que era uma possibilidade que consideraríamos, se permitisse atingir alvos onde os russos atacam o território ucraniano”, disse o chanceler francês, afirmando que “não há nada de novo” sobre o assunto.

Outra decisão de Biden na perspectiva do retorno de Donald Trump à Casa Branca, que poderia fazer concessões consideradas desfavoráveis para Kiev, foi a transferência do comando militar da Otan para os europeus.

FONTE: Metrópoles
Suécia e Finlândia intensificam preparação da população para possível guerra

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