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Balança comercial registra superávit bilionário já na terceira semana de janeiro

A balança comercial do Brasil apresentou um superávit de US$ 1,356 bilhão na terceira semana de janeiro, conforme divulgado pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) nesta segunda-feira, 20.

O saldo positivo resulta de exportações que somaram US$ 6,446 bilhões e importações de US$ 5,09 bilhões no período analisado. O acumulado do mês de janeiro mostra um superávit de US$ 2,553 bilhões.

Comparando com o mesmo período de 2024, a média diária de exportações teve um aumento de 7,8%. Especificamente, a agropecuária apresentou uma redução de US$ 6,06 milhões (-3,2%), enquanto a indústria extrativa e a indústria de transformação registraram aumentos significativos. A indústria extrativa teve um crescimento de US$ 37,24 milhões (10%), e a indústria de transformação avançou US$ 61,31 milhões (9,5%).

No setor de importações, houve um aumento geral de 17,5% na mesma comparação anual. O setor agropecuário viu um aumento de US$ 9,17 milhões (39,4%), a indústria extrativa subiu US$ 15,51 milhões (28,2%), e a indústria de transformação cresceu US$ 137,08 milhões (16,2%).

FONTE: O Cafezinho
Balança comercial registra superávit bilionário já na terceira semana de janeiro – O Cafezinho

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BNews Agro Retorno de Trump à presidência preocupa futuro do agronegócio no Brasil; entenda

O retorno de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos tem gerado discussões entre representantes do agronegócio brasileiro. 

Isso porque, na primeira gestão do republicano foram impostas tarifas entre 10% e 50% acerca da importação de produtos chineses. No entanto, conforme informações do portal Globo Rural, alguns setores passaram a ter maiores destaques, a exemplo da cadeia da soja.

O professor e coordenador técnico da Fundação Dom Cabral Agroambiental, Marcello Brito, disse que ainda não está claro qual será o direcionamento do mandato. “Primeiro, é preciso aguardar para saber se Trump vai mesmo assinar as 100 medidas prometidas para o dia da posse. Depois, analisar e entender quais são esses anúncios. Sem nada concreto, é difícil mensurar o impacto direto para o agronegócio”, informou, conorme reportagem do Globo Rural.

Brito acredita que, a princípio, o fluxo entre Brasil e EUA não será afetado pelo fluxo de mercadorias agrícolas. No ano passado, os EUA se configuraram como o segundo maior importador de produtos do agro brasileiro, com 23% a mais do que o ano anterior, totalizando US$ 12,1 bilhões, conforme dados do Ministério da Agricultura. O principal destaque foi para as vendas de café, com alta de 67,6%, resultando em US$ 765 milhões.

“Não dá de uma hora para outra os Estados Unidos dizerem que vão taxar o café brasileiro sem terem capacidade de repor o que eventualmente deixarem de comprar. O aumento das tarifas será aplicado com muito cuidado, e os americanos vão selecionar os produtos que tragam menos impacto para a sua demanda”, informou Brito, segundo o Globo Rural.

O professor estima que uma nova guerra comercial entre EUA e China pode ter um impacto reduzido para as exportações de produtos agropecuários brasileiros devido as mudanças do mercado global em relação a 2018. “Neste segundo mandato, Trump vai pegar um mundo geopoliticamente diferente. Além de haver pouco espaço vazio para ser ocupado nos mercados, distúrbios geopolíticos, como guerras, já foram precificados, e o comércio já fez os devidos ajustes”, acrescentou à reportagem.

A chefe da área de agricultura nos EUA da consultoria Hedgepoint Global Markets, Chris Trant, prevê o domínio da oferta de grãos ao mercado chinês, visto que foram 105 milhões de toneladas de soja para a China em 2024 e o Brasil compôs 75% desse volume.

“As tarifas [prometidas por Trump] podem gerar volatilidade no mercado de grãos, mas o agricultor dos EUA está menos dependente da China, graças à demanda interna. Já a China reduziu sua dependência da soja americana, centrando o foco no Brasil. A questão mais relevante será se Trump reduzirá o apoio à produção de biocombustíveis e de energia renovável”, disse Trant, conforme reportagem.

Em relação aos efeitos sobre os biocombustíveis, diretor no Brasil da Czarnikow, Tiago Medeiros, avalia que “Trump vai buscar a autossuficiência energética dos Estados Unidos. Isso implica em aumentar não só a exploração de petróleo, mas a produção de etanol no mercado doméstico, principalmente na Califórnia”.

FONTE: bnews
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APS apresenta planos para o Porto de Itajaí em encontro com a comunidade portuária

O presidente da Autoridade Portuária de Santos (APS), Anderson Pomini, acompanhado pelos diretores Gustavo Salvador Pereira (Desenvolvimento de Negócios e Regulação), Beto Mendes (Operações) e Júlio Cézar Alves de Oliveira (Administração e Finanças), reuniu-se na última sexta-feira (17/01) com cerca de 80 representantes da comunidade portuária de Itajaí.

O encontro, realizado na sede da Autoridade Portuária de Itajaí, teve como objetivo apresentar os planos de gestão para a infraestrutura pública do complexo portuário.

Estiveram presentes representantes de operadores portuários, trabalhadores do setor, autoridades anuentes, membros das administrações municipais de Itajaí e Navegantes, além de entidades da sociedade civil.

Plano de ação para o Porto de Itajaí

Durante a apresentação, Anderson Pomini destacou as iniciativas da diretoria da APS para o Porto de Itajaí, que passou a ser administrado pela Autoridade Portuária de Santos desde o dia 2 de janeiro de 2025. “Estamos elaborando um plano de ação focado na qualificação, organização e reestruturação administrativa do Porto de Itajaí”, afirmou Pomini.

Ele também ressaltou a possibilidade de ações conjuntas entre os portos de Itajaí e Santos. Um exemplo citado foi a contratação de um sistema de gerenciamento de tráfego de embarcações, já em implementação no Porto de Santos:

“Estamos implantando em Santos um sistema que integra as melhores tecnologias usadas em portos ao redor do mundo, proporcionando mais agilidade e eficiência nas movimentações de entrada e saída de navios. Esse mesmo serviço está sendo estudado para ser implementado no Porto de Itajaí”, explicou Pomini.

As operações de contêineres foram retomadas no Porto de Itajaí somente no segundo semestre de 2024. Confira as operações de exportação de contêineres no Porto de Itajaí de janeiro a novembro, a partir de 2021.

Exportação de Contêineres | Porto de Itajaí | Jan-Nov 2021 a Jan-Nov 2024 | TEUs

Fonte: DataLiner (clique aqui para solicitar uma demonstração) 

Administração provisória

A APS tem a responsabilidade de administrar o Porto de Itajaí até o final de 2025. Enquanto uma nova indicação do Ministério de Portos e Aeroportos é aguardada, o chefe de gabinete da APS, André Bonini, foi nomeado como superintendente interino do Porto de Itajaí.

O encontro reforça o compromisso da APS em trabalhar de forma integrada com a comunidade portuária local, buscando soluções que promovam a eficiência, inovação e crescimento sustentável para o complexo portuário de Itajaí.

Fonte: Porto de Itajaí 
APS apresenta planos para o Porto de Itajaí em encontro com a comunidade portuária – DatamarNews

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Argentina consolida superávit comercial pelo décimo terceiro mês consecutivo

As exportações aumentaram 33,4%, mas os preços registraram queda generalizada. Nas importações, veículos e bens de capital foram os setores que mais cresceram.

De acordo com o Instituto Nacional de Estatística e Censos (INDEC), em dezembro de 2024, a Argentina fechou o ano com uma troca comercial que somou US$ 12.405 milhões. Isso representou um aumento de 30,2% em relação ao mesmo mês do ano anterior. O crescimento é dividido em aumento das exportações para um total de US$ 7,035 milhões e importações que atingiram US$ 5,369 milhões. A balança comercial continuou com superávit, atingindo US$ 1,666 bilhão, o que marca o décimo terceiro mês consecutivo de resultados positivos.

As exportações argentinas em dezembro de 2024 cresceram 33,4% em relação ao mesmo mês de 2023, com um aumento de US$ 1.762 milhões. Este avanço foi impulsionado principalmente por um aumento de 39,3% nas quantidades exportadas, enquanto os preços tiveram uma queda de 4,2%. Em termos com ajuste sazonal, as vendas externas aumentaram 0,6% em relação a novembro de 2024.

Os setores que se destacaram nesse crescimento foram Matérias-Primas Agrícolas (MOA) e Materiais de Origem Industrial (MOI). As exportações da MOA atingiram US$ 2,431 milhões. Houve um crescimento de 36,7% devido ao aumento significativo das quantidades exportadas. Isso se refletiu especialmente nas gorduras e óleos, que registraram aumento de US$ 320 milhões. Além disso, os resíduos e resíduos da indústria alimentícia tiveram um aumento de US$ 182 milhões.

O setor MOI também apresentou bons resultados, com aumento de 26,4% nas exportações, chegando a US$ 2.216 milhões. As vendas de equipamentos de transporte terrestre foram as de maior destaque, com crescimento de US$ 274 milhões.

Já as exportações de produtos primários (PP) somaram US$ 1.356 milhões, com aumento de 32,6% puxado pelos cereais. Enquanto os produtos químicos e da indústria alimentícia (S&E) cresceram 43,6% devido ao aumento de 60,3% nas quantidades exportadas, apesar da queda dos preços.

Importações: aumento moderado

As importações em dezembro de 2024 atingiram US$ 5.369 milhões, o que representa um aumento de 26,2% em relação ao último mês de 2023. Esse aumento foi impulsionado por um aumento de 36,9% nas quantidades importadas, enquanto os preços caíram 7,3%.

Os bens de capital (BK) foram os que mais cresceram, com aumento de 84,9%, principalmente devido à compra de equipamentos de transporte industrial e computadores e telefones. Os veículos motorizados também registaram aumentos significativos, especialmente os destinados ao transporte de pessoas.

No entanto, nem todos os setores apresentaram aumentos. As importações de combustíveis e lubrificantes processados (CyL) caíram 42,9%. Por outro lado, bens intermediários (BI), que incluem produtos para a indústria, recuaram 2,6%, destacando-se queda na compra de alimentos e bebidas básicos para a indústria.

O impacto da soja e da indústria automotiva nas exportações líquidas

Um olhar mais atento às exportações líquidas das principais commodities mostra que a soja continua sendo um pilar fundamental da balança comercial da Argentina. Em dezembro de 2024, as exportações líquidas de soja (incluindo feijão, óleo e farelo) atingiram superávit de US$ 1,321 bilhão. Claramente, um aumento significativo em relação ao mesmo mês do ano anterior.

No setor automotivo, as exportações líquidas foram negativas, com déficit de US$ 240 milhões, apesar do aumento das vendas externas de veículos. O défice foi causado principalmente por um aumento mais acentuado das importações neste sector, especialmente veículos de transporte de passageiros.

Quanto aos combustíveis, as exportações líquidas apresentaram saldo positivo de US$ 728 milhões, superior ao superávit registrado em dezembro de 2023, o que reforça a posição da Argentina como exportadora líquida de energia.

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Indústria bate recorde e exporta US$ 181,9 bilhões em 2024

Os setores de alimentos, de metalurgia e de automóveis foram responsáveis por 56,7% das exportações da indústria de transformação no ano passado.

Uma boa notícia: as exportações de bens da indústria de transformação brasileira alcançaram o patamar recorde de US$ 181,9 bilhões em 2024, com um aumento de 2,7% em relação ao ano anterior de 2023.

O resultado é destaque na Nota Técnica: Desempenho da Balança Comercial Brasileira em 2024, elaborada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), que analisou os dados da balança comercial recentemente divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

O recorde foi motivado pelas exportações de bens de consumo não duráveis e semiduráveis, que cresceram 11% em relação a 2023.

Os setores de alimentos, de metalurgia e de automóveis foram responsáveis por 56,7% das exportações da indústria de transformação no ano passado. Os bens do setor de alimentos foram os mais exportados, representando 36,6% das exportações industriais ao vender US$ 66,5 bilhões em 2024, ou seja, 6,5% a mais do que no ano anterior. O resultado segue a tendência registrada na última década.

Em relação às importações, mesmo em um cenário de desvalorização cambial, as compras externas de bens da indústria de transformação cresceram 9,3% em relação a 2023. De acordo com a análise da CNI, essas compras foram influenciadas pela aquisição de bens intermediários (US$ 151,1 bilhões) e bens de capital (US$ 35,7 bilhões), um resultado do desempenho positivo da atividade produtiva brasileira. Setores como químicos, equipamentos eletrônicos e máquinas e equipamentos concentraram 43,6% das importações.

“O desempenho da indústria de transformação em 2024 ressalta a importância das exportações industriais para impulsionar o crescimento econômico e fortalecer a competitividade do Brasil. Diante do contexto atual, em que diversos desafios se intensificam, será ainda mais crucial fortalecer a agenda de inserção internacional estratégica, com impacto direto no desenvolvimento da economia brasileira”, afirma a gerente de Comércio e Integração Internacional da CNI, Constanza Negri.

O levantamento também destaca que em 2024 o Brasil teve um superávit – resultado positivo entre o valor exportado e o importado – de US$ 74,6 bilhões, o segundo maior da série histórica, iniciada em 2002.

As exportações totais registraram US$ 337 bilhões, impulsionadas por bens como café, açúcares e melaços, carne bovina, óleos de petróleo, celulose e aeronaves. Já as importações alcançaram US$ 240,8 bilhões em 2024, com altas em produtos como automóveis, aeronaves e suas peças e equipamentos elétricos.

Em 2024 não houve mudança em relação aos principais parceiros da indústria de transformação brasileira. Os Estados Unidos e a União Europeia ainda são os primeiros destinos das exportações, seguidos por Mercosul, China e México. Só os EUA representaram 17,4% das vendas externas no último ano, enquanto os blocos, juntos, somaram 22,6% das exportações no mesmo período.

Em relação às importações de bens industriais, a China teve o maior aumento em 2024 e segue como principal fornecedor do Brasil. Também houve aumento de importações de bens da União Europeia e dos EUA.

FONTE: Diário Nordeste
Indústria bate recorde e exporta US$ 181,9 bilhões em 2024 – Egídio Serpa – Diário do Nordeste

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Greve: Auditores-Fiscais farão Semana da Mobilização Total a partir desta segunda-feira (20)

Em greve por tempo indeterminado desde o dia 26 de novembro, os Auditores-Fiscais da Receita Federal realizarão, entre os dias 20 e 24 de janeiro, a Semana da Mobilização Total. As ações foram definidas durante reunião realizada na tarde desta sexta-feira (17) pelo Comando Nacional e Mobilização (CNM) e Direção Nacional.

A Semana da Mobilização Total será marcada por diversas ações, tanto nas aduanas quanto nos tributos internos. Durante toda a semana se fará desembaraço zero em todas as zonas primárias, exceto cargas vivas, perecíveis e medicamentos, em respeito à legislação, além de operações nas bagagens dos aeroportos. Na terça-feira (21), às 14h30, será realizado o webinar “Sindifisco Mobiliza”, com transmissão ao vivo pela TV Sindifisco. O webinar será comandado pelo presidente do sindicato, Auditor-Fiscal Dão Real, com participação do coordenador do CNM, Auditor-Fiscal Marcus Dantas.

Na quarta e na quinta-feira (dias 22 e 23), haverá caravanas às unidades aduaneiras do Rio de Janeiro (Aeroporto do Galeão e porto seco), Foz do Iguaçu (Ponte da Amizade e porto seco), Uruguaiana e Recife. Na quinta-feira (23), os Comandos Locais de Mobilização e as Delegacias Sindicais visitarão as Delegacias da Receita Federal, onde realizarão cafés da manhã, reuniões de mobilização e cobrança da entrega de cargos dos titulares de unidades

Fonte: Sindafisco
https://www.sindifisconacional.org.br/greve-auditores-fiscais-farao-semana-da-mobilizacao-total-a-partir-desta-segunda-feira-20/

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Agro paulista registra alta de 5,8% nas exportações em 2024.

Complexo sucroalcooleiro correspondeu por 40% das exportações do estado; China permaneceu como o principal destino, apesar de queda de quase 20% no valor total São Paulo tem superávit de R$ 150 bi em exportações agropecuárias em 2024.

As exportações do agronegócio de São Paulo registraram alta de 5,8% em 2024, alcançando um superávit de R$ 150 bilhões, conforme dados da Secretaria de Agricultura e Abastecimento publicados pela Apta (Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios). As exportações do setor somaram R$ 184,7 bilhões, um aumento de 6,8% em relação a 2023. A cifra corresponde a 43,2% das exportações totais do estado e 18,6% do agronegócio brasileiro. Já as importações totalizaram R$ 34 bilhões, com um crescimento de 11,9%. PRINCIPAIS PRODUTOS Destaque para o complexo sucroalcooleiro, com 40,1% de participação no agro paulista com R$ 74,16 bilhões. O etanol e açúcar representaram 7,0% e 93,0%, respectivamente. O segmento de carnes ocupou a 2ª posição, com 11,6% de participação e US$ 3,57 bilhões em receita.

Em seguida, os produtos florestais responderam por 10,2% das exportações, com US$ 3,14 bilhões. A celulose foi o principal produto, representando 54,9% do setor, seguida pelo papel, com 37,4%. O setor de sucos alcançou uma participação de 9,6%, totalizando US$ 2,95 bilhões, com o suco de laranja liderando as exportações, respondendo por 98,1% do valor embarcado. O complexo soja, que fecha a lista dos cinco principais grupos exportados, representou 7,4% do total, com exportações de US$ 2,27 bilhões, sendo a soja em grão responsável por 78,9% desse montante.

Esses grupos responderam por 78,9% das exportações setoriais paulistas. O café, que ocupou a 6ª posição, manteve sua relevância no mercado internacional, com vendas totais de US$ 1,28 bilhão. Em 2024, em relação ao ano anterior, os principais grupos de produtos da pauta paulista apresentaram variações expressivas nos valores exportados. Os setores de café (+42,9%), sucos (+29,7%), produtos florestais (+16,3%), carnes (+13,4%) e o complexo sucroalcooleiro (+11,6%) registraram crescimento. Essas mudanças nas receitas de exportação refletem tanto a oscilação de preços quanto o volume das mercado.

Esses grupos responderam por 78,9% das exportações setoriais paulistas. O café, que ocupou a 6ª posição, manteve sua relevância no mercado internacional, com vendas totais de US$ 1,28 bilhão.

Em 2024, em relação ao ano anterior, os principais grupos de produtos da pauta paulista apresentaram variações expressivas nos valores exportados. Os setores de café (+42,9%), sucos (+29,7%), produtos florestais (+16,3%), carnes (+13,4%) e o complexo sucroalcooleiro (+11,6%) registraram crescimento. Essas mudanças nas receitas de exportação refletem tanto a oscilação de preços quanto o volume das mercadorias embarcadas.

DESTINOS

A China permaneceu como o principal mercado do agro paulista, com R$ 35,57 bilhões, apesar de uma queda de 19,1% no valor total. A União Europeia ocupou o 2º lugar, com R$ 23,45 bilhões, seguida pelos Estados Unidos, que registraram R$ 20,8 bilhões e apresentaram alta de 21,5% em comparação ao ano anterior.

FONTE: Poder360
Agro paulista registra alta de 5,8% nas exportações em 2024

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Governo define critérios de cotas para importar produtos do Mercosul.

Análise de pedidos de Licença de Importação por ordem de registro é um dos destaques da nova portaria.

A Secretaria de Comércio Exterior, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, do governo Lula, regulamentou as regras para alocação de cotas de importação estabelecidas pela Resolução nº 686, de 2025, da Camex. A medida foi publicada nesta 6ª feira (17.jan.2025) no DOU (Diário Oficial da União). Eis a íntegra (PDF – 1,8 MB). Dentre as diretrizes, destaca-se a análise de pedidos de Licença de Importação (LI) por ordem de registro no sistema Siscomex. Caso a cota global de determinado produto seja esgotada, o Departamento de Operações de Comércio Exterior não em não emitirá novas licenças, mesmo que o pedido já tenha sido registrado no sistema.

Para obter uma Licença de Importação (LI), o importador deve incluir no campo “Especificação” da ficha “Mercadoria” a descrição do “Ex”, seguida dos detalhes da mercadoria. Para produtos do código NCM do item B do Anexo, será inicialmente limitada a quantidade máxima definida na coluna “Cota Máxima Inicial por Empresa”. O importador pode solicitar mais de uma LI, desde que o total não exceda o limite estipulado.

Caso o limite inicial seja atingido, novas concessões para uma mesma empresa só serão feitas depois do desembaraço aduaneiro das mercadorias previamente licenciadas, sendo limitadas à quantidade já desembaraçada. No caso de produtos listados no Anexo Único, poderão ser solicitadas licenças via Declaração Única de Importação (Duimp), observando critérios de distribuição, uso do módulo LPCO no Portal Único de Comércio Exterior e catalogação detalhada do produto no módulo Catálogo de Produtos, dispensando o uso do módulo LI no Siscomex.

A portaria publicada pelo governo detalha ainda que os documentos necessários para análise dos pedidos de Licença de Importação, quando exigidos, devem ser anexados diretamente à solicitação no módulo LPCO, sem necessidade de envio por outros meios. O uso do módulo LPCO será permitido apenas para importações sujeitas a licenciamento por outro órgão, desde que as exigências desse órgão possam ser atendidas no próprio módulo LPCO e a operação seja processada via Duimp.

A Secretaria de Comércio Exterior alterou cotas globais de importação para dois códigos da Nomenclatura Comum do Mercosul, conforme a Resolução nº 686/2025. Para o código NCM 2810.00.10, a cota passou de 6.500 para 30.000 toneladas, e para o código NCM 8544.60.00, Ex 001, de 775 para 3.225 toneladas. As mudanças foram atualizadas nos anexos das Portarias Secex nº 297/2024 e nº 336/2024, refletindo ampliação de volumes autorizados para importação.

FONTE: Poder360
Governo define critérios de cotas para importar produtos do Mercosul

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Sob presidência do Brasil, Brics anuncia entrada de Cuba, Bolívia e mais sete países como parceiros

Países passam a compor o bloco na condição de parceiros, com status inferior ao dos membros efetivos, mas com possibilidade de participarem de cúpulas e reuniões temáticas.

Sob presidência do Brasil, o Brics anunciou nesta sexta-feira (17) a entrada de nove países no grupo, entre os quais Cuba e Bolívia. Esses países passam a compor o bloco na condição de parceiros, com status inferior ao dos membros efetivos, mas com possibilidade de participarem de cúpulas e reuniões temáticas. Venezuela acusa o Brasil de agressão e hostilidade após cúpula do BRICS.

A discussão sobre a criação da nova categoria aconteceu durante a cúpula do ano passado, na Rússia, e vem na esteira das recentes decisões do bloco de ampliar o número de membros.

Conforme o anúncio desta sexta, passam a integrar o Brics na categoria de países parceiros:

  • Belarus;
  • Nigéria;
  • Bolívia;
  • Cazaquistão;
  • Cuba;
  • Malásia;
  • Tailândia;
  • Uganda;
  • Uzbequistão.

    Originalmente, o grupo era formado por Brasil, Rússia, Índia e China e tinha a sigla Bric. Depois, a partir de 2010, passou a contar também com a África do Sul e passou a se chamar Brics.
    Desde 2023, foram iniciadas as negociações para ampliação grupo. Na cúpula daquele ano, na África do Sul, foi aprovada a entrada de mais seis países, entre os quais: Egito, Etiópia e Irã. Embora fizesse parte dessa lista, a Argentina, após a posse de Javier Milei, desistiu de integrar o grupo.

Segundo a nota divulgada nesta sexta, embora o anúncio aconteça sob a presidência do Brasil, a conclusão das negociações aconteceu ainda em 2024, quando, sob presidência russa, o Brics passou a discutir a ampliação do grupo, com a criação dos países parceiros.

Professores especialistas nas áreas de relações exteriores e economia ouvidos pela Globo News entendem que o efeito prático da entrada desses países por meio da nova categoria tem efeito mais geopolítico que econômico, uma vez que ampliam as áreas de influência da Rússia e da China.

https://g1.globo.com/jornal-da-globo/video/venezuela-acusa-o-brasil-de-agressao-e-hostilidade-apos-cupula-do-brics-13043019.ghtml

Presidência brasileira

A presidência brasileira do Brics começou em 1 de janeiro e tem duração de um ano. Ao todo, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva estabeleceu cinco prioridades de discussão ao longo de 2025:

  • Facilitação do comércio e investimentos entre os países do grupo, por meio do desenvolvimento de novos meios de pagamento;
  • Promoção da governança inclusiva e responsável da Inteligência Artificial;
  • Aprimoramento das estruturas de financiamento para enfrentar mudanças climáticas;
  • Estímulo aos projetos de cooperação entre países do Sul Global, com foco em saúde pública;
  • Fortalecimento institucional do bloco.

Segundo o Ministério das Relações Exteriores, embora a presidência brasileira tenha duração de um ano, o governo decidiu concentrar as atividades relacionadas ao Brics no primeiro semestre deste ano.

Isso porque no segundo semestre o Brasil sediará em Belém (PA) a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30).

FONTE: G1
Sob presidência do Brasil, Brics anuncia entrada de Cuba, Bolívia e mais sete países como parceiros | Política | G1

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Atualizações regulatórias e seus impactos na cadeia de suprimentos para o setor da saúde

A Unia, empresa especializada em logística integrada para a indústria farmacêutica, oferece soluções que garantam segurança, conformidade e eficiência na cadeia de suprimentos para o setor da saúde.

Atuando desde 1998, a Unia busca atender às necessidades específicas de importadores e exportadores em um mercado altamente regulado e em constante transformação. 

Alexandre Alencar, CFO e Sócio-Diretor da Unia, ressalta a relevância da logística integrada para o transporte de produtos farmacêuticos.
“Nosso compromisso é assegurar a conformidade regulatória, a rastreabilidade e a agilidade em todas as etapas da operação logística, reduzindo riscos e maximizando resultados para nossos clientes”, afirma. 

Um dos principais diferenciais da Unia é a visibilidade aduaneira, que reduz riscos e eleva a eficiência nas operações de importação. A empresa oferece monitoramento em tempo real, assegurando visibilidade completa em todas as etapas do processo — do embarque à entrega final ao cliente — com total conformidade às exigências dos órgãos reguladores. 

Outro ponto essencial da atuação da Unia é o acompanhamento contínuo das atualizações regulatórias, que impactam diretamente a cadeia de suprimentos de produtos para saúde. Essas mudanças, muitas vezes complexas, demandam soluções personalizadas e alinhadas às necessidades do setor, oferecendo aos clientes uma resposta ágil e adaptada às novas exigências. 

Citação: Com uma trajetória sólida, a Unia reforça sua posição como parceira estratégica para empresas da indústria farmacêutica e de produtos para saúde, enfrentando os desafios regulatórios e operacionais com inovação e expertise. 

Resumo:
“Nosso compromisso é garantir conformidade regulatória, rastreabilidade e agilidade, reduzindo riscos e potencializando resultados.” destaca Alencar. 

 

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