Portos

Igualdade de gênero avança nos setores aéreo e portuário com ações do Ministério de Portos e Aeroportos

Igualdade de gênero avança nos setores aéreo e portuário com ações do Ministério de Portos e Aeroportos

Ministério amplia políticas para fortalecer presença feminina

Promover a igualdade de gênero nos setores aéreo, portuário e aquaviário tornou-se uma das prioridades do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor). A estratégia envolve ampliar a participação feminina em áreas historicamente dominadas por homens e reforçar ações de combate ao assédio e à violência de gênero em ambientes de trabalho e transporte.

Além de incentivar a presença de mulheres nesses segmentos, a pasta também defende a participação masculina no enfrentamento à violência contra mulheres e meninas. O ministro Silvio Costa Filho destaca que a responsabilidade deve ser coletiva.

Segundo ele, é fundamental que homens, independentemente da posição que ocupam, ampliem o apoio às políticas de defesa e proteção das mulheres.

Participação feminina ainda é baixa nos setores

Apesar de avanços recentes, a presença feminina nesses segmentos ainda é limitada. No setor de aviação civil, as mulheres representam entre 3% e 4% da força de trabalho, enquanto no setor aquaviário a participação chega a aproximadamente 18%.

Para mudar esse cenário, o ministério aposta em uma combinação de políticas de inclusão profissional, programas de capacitação e campanhas educativas voltadas à prevenção de assédio sexual e violência de gênero.

A ouvidora do MPor, Maíra Cervi Barrozo do Nascimento, afirma que a percepção de insegurança ainda é um dos principais obstáculos para a entrada de mulheres nesses mercados.

Segundo ela, muitas profissionais deixam de considerar carreira nessas áreas por falta de oportunidades ou por receio em relação à segurança. Por isso, a criação de ambientes de trabalho mais seguros e inclusivos é considerada essencial.

Campanha “Assédio Não Decola” combate violência na aviação

Entre as iniciativas em andamento está a campanha “Assédio Não Decola”, lançada em maio do ano passado para combater casos de importunação sexual e violência de gênero em aeroportos e aeronaves.

A ação inclui protocolos de prevenção e denúncia reunidos no Guia de Combate ao Assédio na Aviação, um material que orienta empresas aéreas, trabalhadores e passageiros sobre como identificar e enfrentar situações de assédio.

De acordo com o ministro, a aviação simboliza conexão entre pessoas e oportunidades, e o objetivo é garantir que todos possam circular em aeroportos e voos com respeito, segurança e igualdade.

Nova campanha será lançada para o setor portuário

O combate ao assédio também será ampliado para o ambiente portuário. O ministério prepara o lançamento da campanha “Assédio Não Embarca”, prevista para este mês.

A iniciativa terá foco na prevenção e no enfrentamento de crimes de natureza sexual e violência de gênero nos portos, buscando garantir condições de trabalho mais seguras para mulheres nesses espaços.

Segundo a ouvidora do ministério, proteger as mulheres é essencial para que elas possam exercer suas funções com tranquilidade e acesso pleno aos ambientes profissionais.

Campanhas também abordam o combate ao feminicídio

Outra frente de atuação do MPor envolve a conscientização sobre o feminicídio, considerado um dos crimes mais graves contra mulheres no país.

A campanha “Assédio Não Decola, Feminicídio Também Não” utiliza a grande circulação de pessoas em aeroportos e terminais de passageiros para alertar a população sobre o problema e incentivar a denúncia.

A iniciativa foi desenvolvida em parceria com a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e concessionárias aeroportuárias.

Segundo o ministro, o país ainda registra diariamente casos de feminicídio, o que reforça a necessidade de mobilização social para enfrentar essa realidade.

Grupo de trabalho busca ampliar oportunidades para mulheres nos portos

No campo da inclusão profissional, o ministério instalou, no início de março, o primeiro Grupo de Trabalho de Equidade de Gênero do Fórum dos Trabalhadores Portuários.

O objetivo é monitorar e propor políticas que ampliem a igualdade de oportunidades para mulheres nos portos, além de identificar barreiras estruturais que dificultam a contratação feminina.

O grupo também terá a missão de analisar boas práticas nacionais e internacionais relacionadas à inclusão de mulheres nos setores portuário e aquaviário.

Programa incentiva diversidade na aviação civil

Outra iniciativa relevante é o programa Asas para Todos, desenvolvido pelo MPor em parceria com a ANAC.

O projeto busca ampliar a diversidade na aviação civil brasileira por meio de ações de educação, inclusão social e estímulo ao ingresso de novos profissionais no setor.

O programa reúne órgãos do governo, empresas do setor aéreo, universidades e organizações da sociedade civil. Entre as ações está o subprograma Mulheres na Aviação, voltado a incentivar meninas e mulheres a construir carreira no segmento.

Ministério também adere a movimento internacional

O compromisso com a promoção da equidade de gênero levou o ministério a aderir ao movimento HeForShe, iniciativa da ONU Mulheres que mobiliza lideranças masculinas na defesa da igualdade entre homens e mulheres.

A proposta do movimento é incentivar a participação ativa de homens no combate a estruturas históricas de desigualdade, incluindo machismo, racismo e outras formas de discriminação.

Com essas ações, o Ministério de Portos e Aeroportos busca fortalecer políticas públicas que garantam ambientes de trabalho mais seguros, diversos e respeitosos, ampliando oportunidades para mulheres nos setores de transporte e logística do país. Promover a igualdade de gênero nos setores aéreo, portuário e aquaviário tornou-se uma das prioridades do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor). A estratégia envolve ampliar a participação feminina em áreas historicamente dominadas por homens e reforçar ações de combate ao assédio e à violência de gênero em ambientes de trabalho e transporte.

Além de incentivar a presença de mulheres nesses segmentos, a pasta também defende a participação masculina no enfrentamento à violência contra mulheres e meninas. O ministro Silvio Costa Filho destaca que a responsabilidade deve ser coletiva.

Segundo ele, é fundamental que homens, independentemente da posição que ocupam, ampliem o apoio às políticas de defesa e proteção das mulheres.

Participação feminina ainda é baixa nos setores

Apesar de avanços recentes, a presença feminina nesses segmentos ainda é limitada. No setor de aviação civil, as mulheres representam entre 3% e 4% da força de trabalho, enquanto no setor aquaviário a participação chega a aproximadamente 18%.

Para mudar esse cenário, o ministério aposta em uma combinação de políticas de inclusão profissional, programas de capacitação e campanhas educativas voltadas à prevenção de assédio sexual e violência de gênero.

A ouvidora do MPor, Maíra Cervi Barrozo do Nascimento, afirma que a percepção de insegurança ainda é um dos principais obstáculos para a entrada de mulheres nesses mercados.

Segundo ela, muitas profissionais deixam de considerar carreira nessas áreas por falta de oportunidades ou por receio em relação à segurança. Por isso, a criação de ambientes de trabalho mais seguros e inclusivos é considerada essencial.

Campanha “Assédio Não Decola” combate violência na aviação

Entre as iniciativas em andamento está a campanha “Assédio Não Decola”, lançada em maio do ano passado para combater casos de importunação sexual e violência de gênero em aeroportos e aeronaves.

A ação inclui protocolos de prevenção e denúncia reunidos no Guia de Combate ao Assédio na Aviação, um material que orienta empresas aéreas, trabalhadores e passageiros sobre como identificar e enfrentar situações de assédio.

De acordo com o ministro, a aviação simboliza conexão entre pessoas e oportunidades, e o objetivo é garantir que todos possam circular em aeroportos e voos com respeito, segurança e igualdade.

Nova campanha será lançada para o setor portuário

O combate ao assédio também será ampliado para o ambiente portuário. O ministério prepara o lançamento da campanha “Assédio Não Embarca”, prevista para este mês.

A iniciativa terá foco na prevenção e no enfrentamento de crimes de natureza sexual e violência de gênero nos portos, buscando garantir condições de trabalho mais seguras para mulheres nesses espaços.

Segundo a ouvidora do ministério, proteger as mulheres é essencial para que elas possam exercer suas funções com tranquilidade e acesso pleno aos ambientes profissionais.

Campanhas também abordam o combate ao feminicídio

Outra frente de atuação do MPor envolve a conscientização sobre o feminicídio, considerado um dos crimes mais graves contra mulheres no país.

A campanha “Assédio Não Decola, Feminicídio Também Não” utiliza a grande circulação de pessoas em aeroportos e terminais de passageiros para alertar a população sobre o problema e incentivar a denúncia.

A iniciativa foi desenvolvida em parceria com a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e concessionárias aeroportuárias.

Segundo o ministro, o país ainda registra diariamente casos de feminicídio, o que reforça a necessidade de mobilização social para enfrentar essa realidade.

Grupo de trabalho busca ampliar oportunidades para mulheres nos portos

No campo da inclusão profissional, o ministério instalou, no início de março, o primeiro Grupo de Trabalho de Equidade de Gênero do Fórum dos Trabalhadores Portuários.

O objetivo é monitorar e propor políticas que ampliem a igualdade de oportunidades para mulheres nos portos, além de identificar barreiras estruturais que dificultam a contratação feminina.

O grupo também terá a missão de analisar boas práticas nacionais e internacionais relacionadas à inclusão de mulheres nos setores portuário e aquaviário.

Programa incentiva diversidade na aviação civil

Outra iniciativa relevante é o programa Asas para Todos, desenvolvido pelo MPor em parceria com a ANAC.

O projeto busca ampliar a diversidade na aviação civil brasileira por meio de ações de educação, inclusão social e estímulo ao ingresso de novos profissionais no setor.

O programa reúne órgãos do governo, empresas do setor aéreo, universidades e organizações da sociedade civil. Entre as ações está o subprograma Mulheres na Aviação, voltado a incentivar meninas e mulheres a construir carreira no segmento.

Ministério também adere a movimento internacional

O compromisso com a promoção da equidade de gênero levou o ministério a aderir ao movimento HeForShe, iniciativa da ONU Mulheres que mobiliza lideranças masculinas na defesa da igualdade entre homens e mulheres.

A proposta do movimento é incentivar a participação ativa de homens no combate a estruturas históricas de desigualdade, incluindo machismo, racismo e outras formas de discriminação.

Com essas ações, o Ministério de Portos e Aeroportos busca fortalecer políticas públicas que garantam ambientes de trabalho mais seguros, diversos e respeitosos, ampliando oportunidades para mulheres nos setores de transporte e logística do país.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Aescom/MPor

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