Portos

Portonave conquista liderança nacional em indicadores de satisfação e experiência do cliente 🥇

Reconhecida pelo IBRC, a Companhia está em primeiro lugar nos índices de Satisfação Espontânea (SSI) e Jornada do Cliente (CJI) entre os terminais no país 🚢

Comprometida com serviços portuários de excelência, a Portonave, primeiro terminal portuário privado de contêineres do país, é líder nacional em dois indicadores na Pesquisa de Satisfação de Clientes de Terminais Portuários 2025, realizada pelo Instituto Ibero Brasileiro de Relacionamento com o Cliente (IBRC): o índice de Satisfação Espontânea (SSI) e o indicador de Jornada do Cliente (CJI). O estudo avaliou 13 terminais de contêineres do país, com ano-base 2025. A percepção dos clientes – como exportadores, importadores, armadores, transportadoras e despachantes – foi analisada a partir da experiência nos principais pontos de contato com a empresa.

No indicador de Satisfação Espontânea (SSI), a Companhia alcançou 94 pontos – resultado que representa a percepção espontânea do cliente, ou seja, como a empresa é vista sem indução. No benchmarking entre os terminais, a média foi de 85 no SSI. Na Jornada do Cliente (CJI), obteve 90 pontos – índice que reflete a qualidade da entrega ao longo de todas as etapas da experiência do cliente. No benchmarking entre os terminais, a média foi de 87 no CJI. Esses resultados reforçam o compromisso da Companhia em oferecer excelência no atendimento e consolidam sua posição de destaque no setor.

O Terminal Portuário investe de modo contínuo em iniciativas com foco do cliente, como novas tecnologias, ferramentas digitais, treinamentos da equipe de atendimento e a participação em feiras e eventos do setor. Essas ações contribuem para processos mais eficientes e para o fortalecimento da relação e comunicação com os clientes.

Para aprimorar os serviços prestados e aumentar a capacidade operacional, a Portonave executa um plano de modernização de R$ 2 bilhões, que inclui a obra de adequação do cais para receber operações com até 17 metros de profundidade e navios de até 400 metros, assim como a aquisição de novos equipamentos operacionais e de maior porte – dois guindastes Ship-to-Shore (STS) Cranes e 14 Rubber Tyred Gantry (RTGs), previstos para chegarem no segundo semestre de 2026. No total, passará a contar com oito STS e 32 RTGs. Os investimentos elevarão a capacidade anual de 1,5 milhão de TEUs para 2 milhões de TEUs (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés).

A eficiência operacional está entre os principais diferenciais competitivos da Portonave. O Terminal Portuário possui a maior produtividade de navio do país, com média de 110 Movimentos por Hora (MPH) de contêineres na operação dos navios, segundo dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), de janeiro de 2026.

Nos processos de recebimento e retirada de contêineres, a Portonave mantém padrões elevados de eficiência. O tempo médio de permanência dos motoristas no Terminal é de apenas 25 minutos, com cerca de 2 mil atendimentos realizados diariamente. A operação conta com quatro Scanners de inspeção de cargas, cada um com capacidade de examinar aproximadamente 120 caminhões por hora, com tempo médio de análise de 30 segundos por veículo. Dois desses equipamentos entraram em operação em outubro de 2025, reforçando ainda mais a segurança e a agilidade das operações.

Ao investir continuamente em inovação e assegurar padrões de atendimento com excelência e eficiência, a Companhia fortalece a percepção positiva e a satisfação de seus clientes.

Sobre o IBRC
O Instituto Ibero Brasileiro de Relacionamento com o Cliente (IBRC) é uma instituição especializada em estudos, pesquisas e análises sobre a experiência e o relacionamento entre empresas e seus clientes. Avalia indicadores de satisfação, jornada do cliente e qualidade do atendimento em diferentes setores, com base na percepção de clientes que utilizam os serviços analisados. As pesquisas conduzidas pelo IBRC têm como objetivo apoiar a tomada de decisão e o aprimoramento das práticas de relacionamento com o mercado.

Sobre a Portonave
A empresa está localizada em Navegantes, no Litoral Norte de Santa Catarina, e iniciou suas atividades em 2007, como o primeiro terminal portuário privado do Brasil. A Companhia é a 4ª colocada na movimentação de contêineres cheios de longo curso no país, com 10% de participação, de acordo com o Datamar, em janeiro de 2026. Atualmente, gera 1,3 mil empregos diretos e 5,5 mil indiretos.

FONTE E IMAGENS: ASSESSORIA DE IMPRENSA PORTONAVE

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Internacional

Preço do petróleo cai abaixo de US$ 100 após anúncio de cessar-fogo de Trump com o Irã

O preço do petróleo despencou abaixo de US$ 100 por barril na quarta-feira (08/04/2026) depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou um cessar-fogo de duas semanas com o Irã, condicionado à reabertura imediata e segura do Estreito de Hormuz, importante rota marítima para o comércio de petróleo.

Os contratos futuros do Brent recuaram US$ 14,83 (13,57%), sendo negociados a US$ 94,44 por barril, enquanto o WTI caiu US$ 17,92 (15,87%), chegando a US$ 95,03. Analistas apontam que investidores estão vendendo petróleo em reação à desescalada geopolítica, buscando ajustar posições frente à nova realidade.

Contexto do cessar-fogo e impacto no Estreito de Hormuz

O anúncio de Trump ocorreu pouco antes do prazo final dado ao Irã para reabrir o Estreito de Hormuz, sob risco de ataques generalizados à infraestrutura civil iraniana. Aproximadamente 20% da oferta diária global de petróleo passa pela estreita passagem marítima.

Fontes do setor naval informaram que a Marinha iraniana havia ameaçado destruir embarcações que tentassem atravessar o estreito sem permissão de Teerã. Apesar disso, o Irã sinalizou que permitiria trânsito seguro por duas semanas, em coordenação com suas forças armadas, conforme declaração do ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araqchi.

Autoridades iranianas indicaram que a passagem controlada poderia ocorrer na quinta ou sexta-feira, antes de uma reunião entre representantes dos EUA e do Irã no Paquistão. Para especialistas, o acesso seguro ao Estreito de Hormuz será crucial para normalizar o mercado de petróleo.

Tensão persiste no Golfo e ataques continuam

Mesmo após o cessar-fogo, o Irã atacou o Oleoduto Leste-Oeste da Arábia Saudita, único corredor de exportação de petróleo da região, segundo fonte do setor. Além disso, vários países do Golfo relataram lançamentos de mísseis, ataques com drones e emitiram alertas de segurança à população.

Trump declarou que os Estados Unidos receberam uma proposta de 10 pontos do Irã, que considera uma base viável para negociações, e afirmou que as conversas sobre alívio de tarifas e sanções serão mantidas com Teerã.

Estoques de petróleo nos EUA aumentam

Após a divulgação da notícia do cessar-fogo, os futuros do petróleo reduziram parte das perdas depois que o governo norte-americano registrou aumento inesperado nos estoques de petróleo bruto.

Segundo a Energy Information Administration (EIA), os estoques de petróleo nos EUA subiram 3,1 milhões de barris, alcançando 464,7 milhões de barris na semana encerrada em 3 de abril, bem acima da expectativa do mercado, que previa apenas 701 mil barris.

FONTE: Reuters
TEXTO: Redação
IMAGEM: REUTERS/Eli Hartman

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Exportação

Exportações de petróleo da Arábia Saudita crescem após desvio do Estreito de Ormuz

A Arábia Saudita conseguiu recuperar parte significativa de suas exportações de petróleo mesmo diante das interrupções provocadas pelo conflito com o Irã. O país já opera com mais da metade do volume habitual, apoiado em um plano emergencial para contornar o estratégico Estreito de Ormuz.

Com a rota marítima praticamente inviabilizada, o reino passou a redirecionar sua produção por um oleoduto de aproximadamente 1.200 quilômetros até o porto de Yanbu, no Mar Vermelho.

Porto de Yanbu ganha protagonismo logístico

O terminal de Yanbu tornou-se peça-chave na estratégia saudita. Dados recentes indicam que os embarques pelo local atingiram média de 4,19 milhões de barris por dia nos últimos cinco dias — um salto relevante frente aos cerca de 1,4 milhão de barris que eram exportados anteriormente por essa via.

Antes da crise, o país exportava cerca de 7 milhões de barris diários, o que mostra que o nível atual já representa uma recuperação expressiva.

Além da mudança de rota, o país mobilizou rapidamente uma grande frota de navios, com dezenas de petroleiros posicionados no Mar Vermelho para garantir o escoamento da produção.

Impacto global pressiona mercado de energia

O bloqueio do Estreito de Ormuz, por onde normalmente circula cerca de 20% do petróleo mundial, tem provocado efeitos relevantes no mercado internacional.

A Agência Internacional de Energia (AIE) alertou que o conflito pode gerar a maior interrupção de oferta já registrada, forçando produtores da região a reduzir a produção diante do acúmulo de estoques.

Alternativas são limitadas na região

Entre os grandes produtores, a Arábia Saudita é a que possui maior capacidade de adaptação logística. Outros países enfrentam dificuldades para manter o fluxo de exportações.

Os Emirados Árabes Unidos, por exemplo, contam com um oleoduto até o Golfo de Omã, mas seguem vulneráveis a ataques. O porto de Fujairah, essencial para o país, já teve operações suspensas diversas vezes por conta de incidentes com drones.

Frota de petroleiros se acumula no Mar Vermelho

A reorganização logística provocou um aumento no tráfego marítimo próximo ao porto de Yanbu. Pelo menos 32 grandes embarcações, entre superpetroleiros e navios do tipo suezmax, aguardam para carregar petróleo na região.

Apesar de oscilações diárias nos volumes embarcados, a expectativa é de crescimento gradual. Em determinados momentos, o porto já registrou picos de até 4,65 milhões de barris carregados em um único dia.

Plano prevê ampliação dos embarques

A Arábia Saudita pretende expandir ainda mais o uso dos portos no Mar Vermelho. Clientes internacionais já estão sendo orientados a receber cargas por Yanbu, como alternativa às rotas tradicionais afetadas pelo conflito.

A estatal Saudi Aramco não comentou oficialmente os números recentes, mas o movimento indica uma tentativa clara de estabilizar o fornecimento global de energia.

FONTE: O Globo
TEXTO: Redação
IMAGEM: Simon Dawson/Bloomberg

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Internacional

Produção de petróleo do Iraque despenca após bloqueio do Estreito de Ormuz

A produção de petróleo do Iraque sofreu uma queda abrupta após a interrupção das exportações pelo Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais estratégicas para o comércio global de energia. O impacto está diretamente ligado à escalada do conflito com o Irã, que tem dificultado a circulação de navios-tanque na região.

Segundo fontes do setor ouvidas pela agência Reuters neste domingo (8), os principais campos petrolíferos do sul do país registraram uma redução de cerca de 70% na produção.

Queda drástica na produção de petróleo

Antes do agravamento do conflito, a produção iraquiana nesses campos alcançava aproximadamente 4,3 milhões de barris por dia. Com as dificuldades logísticas e o bloqueio da principal rota de escoamento, o volume despencou para cerca de 1,3 milhão de barris diários.

De acordo com um funcionário da estatal Basra Oil Company (BOC), responsável pelas operações na região, o armazenamento de petróleo bruto já atingiu o limite máximo.

Com isso, a produção restante deve ser direcionada principalmente ao abastecimento das refinarias locais.

Estreito de Ormuz é rota vital para o petróleo mundial

O Estreito de Ormuz conecta o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e é considerado uma passagem estratégica para o comércio global de energia. Pela via marítima circula aproximadamente um quinto de todo o petróleo e gás natural liquefeito transportado no mundo.

A instabilidade na região tem provocado restrições severas à navegação, afetando diretamente países exportadores que dependem dessa rota para escoar sua produção.

Exportações também despencam

Além da queda na produção, as exportações iraquianas registraram forte retração. Neste domingo, o volume exportado caiu para cerca de 800 mil barris por dia.

A redução ocorre porque poucos navios-tanque conseguiram chegar aos terminais do sul do país. Segundo fontes do setor, apenas duas embarcações estavam carregando petróleo, já que a navegação pelo estreito está severamente limitada.

Autoridades do setor afirmam que, sem a chegada de novos navios, existe a possibilidade de interrupção total das exportações até o fim do dia no horário local.

Economia do Iraque pode ser gravemente afetada

A crise no setor petrolífero representa uma ameaça direta às finanças públicas do Iraque. O país depende fortemente da exportação de petróleo bruto para sustentar sua economia.

Dados do Ministério do Petróleo indicam que, em fevereiro, as exportações provenientes dos campos do sul alcançaram média de 3,334 milhões de barris por dia.

Com a queda abrupta da produção e das vendas externas, especialistas avaliam que o governo poderá enfrentar sérias dificuldades fiscais, já que mais de 90% da receita nacional provém do petróleo.

Uma autoridade de alto escalão do Ministério do Petróleo iraquiano classificou o cenário como a maior ameaça operacional enfrentada pelo setor energético do país nas últimas duas décadas.

Tags: petróleo, Iraque, Estreito de Ormuz, exportação de petróleo, mercado global de energia, Opep, crise no petróleo, guerra no Oriente Médio

Fonte: Reuters

TEXTO: Conteúdo produzido com suporte de IA, sob curadoria editorial da equipe ReConecta News.

IMAGEM: Reprodução Infomoney / REUTERS / Eli Hartman

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