Portos

DP World e Hapag-Lloyd renovam contrato para impulsionar operações portuárias no Brasil

A DP World, líder global em soluções logísticas e de cadeia de suprimentos, anuncia a renovação de um contrato de longo prazo com a Hapag-Lloyd, uma das maiores companhias de navegação do mundo, para operação no Porto de Santos. Com este acordo, as duas empresas reafirmam sua parceria e asseguram a continuidade das operações de movimentação de contêineres pelos próximos 10 anos.

Para atender às novas demandas, a DP World prosseguirá com seu plano de expansão de capacidade portuária nos próximos anos, permitindo tanto o recebimento de novos volumes e serviços marítimos da Hapag-Lloyd quanto a continuidade da prestação de serviços para outros armadores de forma eficiente e sustentável, reforçando sua atuação como terminal independente e competitivo no Porto de Santos.

Para a Hapag-Lloyd, o contrato oferece, ainda, uma base sólida para continuar expandindo sua presença no mercado brasileiro, assegurando previsibilidade e eficiência para o desenvolvimento de seus negócios na região.

Ampliação do terminal em Santos

No último dia 21 de agosto, a DP World celebrou o lançamento da pedra fundamental das obras de expansão do seu cais de atracação, localizado na margem esquerda do Porto de Santos. Com conclusão prevista para agosto de 2026, a obra prevê a adição de 190 metros lineares ao cais existente, que passará a ter 1.290 metros de extensão, possibilitando o recebimento de navios de contêiner de maior porte.

Com o projeto, que inclui a aquisição de novos equipamentos para operações de contêiner, o terminal elevará sua capacidade de movimentação para 1,7 milhão de TEUs ao ano até 2026, consolidando-se como um dos mais modernos e completos terminais privados multipropósito do Brasil.

Fonte: Portal Portuário

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Portos

Hapag-Lloyd anuncia atualização no Marine Fuel Recovery (MFR) a partir de outubro

A Hapag-Lloyd anunciou uma nova atualização de seu Marine Fuel Recovery (MFR), válida para embarques a partir de 1º de outubro de 2025. O mecanismo, que compensa as variações no preço do bunker, é aplicável a todas as rotas da companhia e aparece como uma sobretaxa separada nas faturas e conhecimentos de embarque (Bill of Lading).

Segundo a companhia, o cálculo do MFR em determinadas rotas passou a levar em consideração não apenas os preços atualizados de combustível, mas também o aumento das distâncias percorridas em razão das navegações pelo Cabo da Boa Esperança, alternativa adotada por alguns serviços no lugar do Canal de Suez.

Além do MFR, a Hapag-Lloyd destacou que continuam em vigor as tarifas-base FAK, sobretaxas de segurança, sobretaxas de alta temporada (quando aplicáveis) e as Taxas de Manuseio em Terminais (THCs). Outras cobranças locais e eventuais sobretaxas de contingência também podem ser aplicadas conforme a região.

A transportadora reforçou ainda que a política faz parte de sua estratégia de conformidade com a IMO 2020, que limita o teor de enxofre no combustível marítimo. Mais informações sobre o mecanismo de precificação e a política de sustentabilidade da empresa podem ser consultadas nos canais oficiais da Hapag-Lloyd.

Fonte: Hapag-Lloyd

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Comércio, Comércio Exterior, Logística

ONE e Hapag-Lloyd avançam com encomendas de novos navios porta-contêineres

A Alphaliner informou que a Ocean Network Express (ONE) e a Hapag-Lloyd estão prestes a finalizar grandes encomendas na Ásia, à medida que a carteira global de pedidos de contêineres se aproxima de 10 milhões de TEUs.

A ONE, com sede em Cingapura e controlada por empresas japonesas, está em negociações com a HD Hyundai, da Coreia do Sul, para a construção de até doze navios com capacidade de 16.000 TEUs, em um acordo estimado em US$ 2,6 bilhões. Já a Hapag-Lloyd está em tratativas com diversos estaleiros para a aquisição de até doze navios com capacidade entre 12.000 e 13.000 TEUs, além de oito embarcações de 16.000 TEUs.

Segundo a Alphaliner, a Hapag-Lloyd ficou surpresa com os preços “absurdos” cotados pelos três grandes estaleiros sul-coreanos, especialmente após a proposta dos EUA de aumentar as tarifas portuárias para navios com ligação à China que atracam em portos americanos.

Outras armadoras também estão no mercado em busca de navios megamax de 24.000 TEUs. Em seu relatório semanal mais recente, a Alphaliner destaca: “Apesar de uma carteira de pedidos recorde, que se aproxima de 10 milhões de TEUs, armadores independentes e companhias de navegação continuam ávidos por expandir sua linha de novas construções.”

Fonte: Splash 247

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