Informação

Eve Air Mobility alcança 50 voos de teste com eVTOL e avança rumo à certificação

A Eve Air Mobility anunciou que seu protótipo de eVTOL (veículo elétrico de decolagem e pouso vertical) atingiu a marca de 50 voos de teste bem-sucedidos, acumulando mais de duas horas em operação. O avanço representa um passo relevante no desenvolvimento da aeronave elétrica voltada à mobilidade aérea urbana.

Produção de protótipos será ampliada

Segundo a empresa, a expectativa é iniciar ainda neste ano a fabricação de novos protótipos, com a meta de chegar a seis unidades. Esses modelos serão utilizados na fase de testes exigida para certificação junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Testes reforçam desenvolvimento da aeronave

Em comunicado, a companhia destacou que os dados obtidos durante os voos em escala real são essenciais para a evolução dos protótipos de conformidade e da futura aeronave comercial.

De acordo com o CEO da empresa, Johann Bordais, o marco vai além de um número simbólico e demonstra o avanço técnico do projeto e a consistência das soluções adotadas.

Nova fase inclui expansão do envelope de voo

Com a conclusão dos primeiros 50 voos, a Eve Air Mobility inicia uma etapa mais avançada de testes. O foco agora está na ampliação do envelope de voo, com aumento progressivo da velocidade de cruzeiro.

Além disso, a empresa irá aprofundar análises relacionadas à gestão de energia, controlabilidade, estabilidade, bem como níveis de ruído e vibração — fatores críticos para a certificação e operação comercial.

A próxima fase inclui ainda os chamados voos completos de transição, previstos para ocorrer ao longo deste ano.

FONTE: Modais em Foco
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Modais em Foco

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Inovação

Uber Air: táxi voador da Uber começa a operar em Dubai e promete revolucionar mobilidade urbana

Os táxis voadores — antes vistos apenas em filmes de ficção científica — estão prestes a entrar na rotina de transporte urbano. A Uber, em parceria com a Joby Aviation, anunciou o lançamento do serviço Uber Air em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, com previsão de início das operações comerciais em 2026.

A iniciativa faz parte da estratégia de mobilidade aérea urbana, que busca oferecer uma alternativa rápida e sustentável aos deslocamentos nas grandes cidades. O projeto pretende integrar viagens aéreas curtas ao ecossistema de transporte já operado pela plataforma da Uber.

Projeto de mobilidade aérea começou há quase uma década

A aposta da Uber na mobilidade aérea não é recente. Entre 2015 e 2016, a empresa criou o projeto Uber Elevate, divisão interna dedicada ao desenvolvimento de soluções de transporte aéreo para áreas urbanas.

O objetivo era expandir o modelo de transporte sob demanda — já consolidado nas ruas — para o espaço aéreo das cidades.

Um passo importante ocorreu em 2021, quando a Uber transferiu a divisão Uber Elevate para a Joby Aviation, empresa especializada em aeronaves elétricas. Ao mesmo tempo, reforçou a parceria ao investir cerca de US$ 75 milhões na companhia.

Com isso, a tecnologia, a equipe e os projetos da Uber passaram a ser desenvolvidos diretamente sob a gestão da Joby. Eric Allison, atualmente executivo da empresa, liderava a operação do programa dentro da Uber.

Parceria une tecnologia aeronáutica e plataforma da Uber

A colaboração entre as empresas combina dois pilares principais: a experiência da Uber em gestão de mobilidade sob demanda e a tecnologia avançada da Joby no desenvolvimento de aeronaves.

Segundo Sachin Kansal, diretor de produtos da Uber, os táxis aéreos elétricos podem ajudar a enfrentar desafios urbanos relacionados à mobilidade e à sustentabilidade.

Durante uma visita à imprensa em Dubai, que reuniu dezenas de jornalistas, Kansal destacou o potencial do projeto.

Ele afirmou que a expansão da plataforma para o transporte aéreo permitirá aplicar a escala tecnológica da Uber a um novo tipo de mobilidade, ampliando as opções de deslocamento nas grandes cidades.

Tempo perdido no trânsito motiva nova solução de transporte

Um dos principais objetivos do Uber Air é reduzir o tempo gasto em deslocamentos urbanos.

De acordo com estimativas apresentadas pela empresa, motoristas e passageiros podem perder até 93 horas por ano presos em congestionamentos em trajetos cotidianos, como ida e volta do trabalho ou da escola.

Para a companhia, ampliar estradas ou construir novas vias não resolve completamente o problema. A alternativa seria diversificar os meios de transporte disponíveis nas cidades, incluindo rotas aéreas para trajetos curtos.

Aeronave elétrica eVTOL será usada no serviço

O funcionamento do Uber Air depende da integração entre software e hardware. De um lado está a tecnologia da plataforma da Uber; do outro, as aeronaves eVTOL (Electric Vertical Take-Off and Landing) desenvolvidas pela Joby.

Esse tipo de veículo elétrico consegue decolar e pousar verticalmente, sem a necessidade de pistas longas, característica que facilita o uso em áreas urbanas.

A Joby Aviation, sediada na Califórnia, é considerada uma das empresas líderes em Mobilidade Aérea Avançada (AAM). A companhia desenvolve internamente praticamente todos os componentes das aeronaves, desde o design até o software de controle.

Tecnologia automotiva ajudou na produção das aeronaves

A empresa também contou com a colaboração de especialistas da Toyota, que participaram do desenvolvimento dos processos industriais da Joby.

A experiência da montadora japonesa em produção em larga escala ajudou a estruturar métodos de fabricação capazes de viabilizar a produção comercial das aeronaves.

O resultado dessa integração tecnológica é o Joby S1, veículo aéreo que será utilizado no serviço Uber Air.

Desempenho e autonomia do táxi voador

O Joby S1 é equipado com seis hélices inclináveis e motor totalmente elétrico. A aeronave pode atingir velocidade máxima de cerca de 320 km/h e possui autonomia de até 160 quilômetros com uma única carga.

Outro diferencial é o baixo nível de ruído. Segundo os desenvolvedores, o som gerado pelo veículo pode ser até 100 vezes menor que o de helicópteros tradicionais, característica essencial para operações em áreas urbanas.

Durante voos de demonstração, o ruído é mais perceptível apenas na decolagem e no pouso. Em altitude de cruzeiro, o som tende a ser significativamente reduzido.

Sistema digital garante controle e segurança

A aeronave conta com tecnologias avançadas, incluindo o sistema fly-by-wire digital, que transforma os movimentos feitos pelo piloto nos controles em sinais elétricos interpretados por computadores de bordo.

Além disso, diversos componentes essenciais — como motores, baterias, atuadores e sistemas eletrônicos — são produzidos internamente pela empresa, o que permite maior controle de qualidade e segurança operacional.

Aplicativo da Uber conectará transporte aéreo e terrestre

A experiência do usuário continuará integrada ao aplicativo da Uber, que será responsável por conectar as rotas aéreas com os trajetos terrestres.

Segundo Eric Allison, diretor de produtos da Joby, o sistema utiliza uma plataforma própria chamada Elevate OS, responsável por gerenciar reservas de voos, disponibilidade de pilotos e integração com a infraestrutura urbana.

Com isso, o usuário poderá solicitar um voo da mesma forma que pede um carro no aplicativo.

Viagens de 30 km podem levar apenas 11 minutos

Simulações feitas pela Uber indicam que trajetos que hoje levam dezenas de minutos podem ser drasticamente reduzidos.

Um exemplo é o percurso entre Dubai Marina e o Aeroporto Internacional de Dubai, com cerca de 30 quilômetros de distância. Pelo ar, o deslocamento poderia ser realizado em aproximadamente 11 minutos.

A redução no tempo de viagem pode beneficiar principalmente executivos, empresários e viajantes que precisam se deslocar rapidamente dentro da cidade.

FONTE: Forbes
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Forbes

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Tecnologia

Carro voador em São Paulo: eVTOLs devem iniciar operação comercial em 2027

São Paulo deve passar a contar, até o fim de 2027, com voos comerciais de carro voador para transporte urbano. A operação será feita com eVTOLs (veículos elétricos de decolagem e pouso vertical) desenvolvidos pela Eve Air Mobility, empresa controlada pela Embraer, e operados pela Revo, companhia que já atua no fretamento de helicópteros na capital.

A proposta é oferecer deslocamentos sob demanda, em modelo semelhante ao de aplicativos de transporte, conectando pontos estratégicos da cidade e o Aeroporto Internacional de Guarulhos em poucos minutos.

Preço inicial será semelhante ao do helicóptero

Hoje, um voo de helicóptero da Avenida Faria Lima até Guarulhos custa cerca de R$ 2,7 mil, valor que inclui o trajeto aéreo, com duração média de menos de 10 minutos, além de serviços adicionais, como transporte terrestre com motorista.

No início da operação dos eVTOLs em São Paulo, o preço deve se manter nesse patamar. A estratégia considera o caráter inédito do serviço e a necessidade de avaliar a demanda e o comportamento do mercado nos primeiros anos.

Segundo o CEO da Revo, João Welsh, a expectativa é de redução gradual dos valores ao longo do tempo. A projeção é de uma queda entre 20% e 30% em um horizonte de médio prazo, impulsionada pelo menor custo operacional das aeronaves elétricas.

Menor custo e alcance a novos públicos

Por serem totalmente elétricos, os carros voadores apresentam custos de operação inferiores aos dos helicópteros convencionais. Esse fator pode permitir, no futuro, uma ampliação do público atendido e uma maior democratização do serviço.

A avaliação da empresa é que, assim como ocorreu com outras inovações no transporte, o acesso tende a se expandir à medida que a tecnologia amadurece e ganha escala.

Benefícios ambientais e redução de ruído urbano

Além da agilidade nos deslocamentos, os eVTOLs trazem impactos positivos para a cidade. As aeronaves têm emissão zero de carbono no nível local e produzem significativamente menos ruído do que helicópteros tradicionais.

A expectativa é que a introdução de veículos mais silenciosos contribua para melhorar o conforto acústico em uma cidade já marcada pela intensa movimentação aérea.

Quanto a Revo vai investir nos eVTOLs da Eve

O contrato firmado entre a Revo e a Eve prevê um investimento de US$ 250 milhões para a aquisição de 50 aeronaves. A entrega e os pagamentos serão realizados de forma escalonada, com a chegada gradual dos eVTOLs ao longo dos próximos anos.

O planejamento envolveu cerca de 18 meses de negociações e estudos, considerando que os eVTOLs devem se tornar o principal foco da operação da empresa no futuro, substituindo progressivamente os helicópteros.

Expansão no Brasil e no exterior

Atualmente concentrada em São Paulo, a Revo avalia a expansão para outras cidades. A prioridade, no entanto, não está restrita ao território brasileiro. A estratégia inclui analisar mercados internacionais com características semelhantes às da capital paulista, especialmente em grandes centros urbanos da América Latina.

No Brasil, novas operações podem ocorrer em um segundo momento, conforme o amadurecimento do modelo de negócio.

Como funciona o eVTOL da Eve Air Mobility

O eVTOL da Eve, empresa do grupo Embraer, posiciona o Brasil na vanguarda da mobilidade aérea urbana. Trata-se de uma aeronave elétrica projetada para trajetos curtos em ambientes urbanos, com foco em eficiência, segurança e escalabilidade.

O modelo adota o conceito lift and cruise, com rotores dedicados à decolagem e ao pouso vertical e asas fixas para o voo horizontal. Ao todo, são oito rotores para sustentação vertical e um motor elétrico traseiro para cruzeiro, configuração que aumenta a redundância e a segurança do sistema.

A autonomia estimada é de cerca de 100 quilômetros, com velocidade média próxima de 200 km/h, o que permite deslocamentos rápidos entre regiões metropolitanas.

Tecnologia, certificação e integração ao espaço aéreo

A aeronave utiliza sistemas avançados de fly-by-wire, sensores e controle eletrônico de voo, facilitando a integração com soluções automatizadas de gerenciamento aéreo. Antes da operação comercial, o eVTOL passa por extensos testes e processos de certificação junto à Anac e a autoridades internacionais.

Além da aeronave, a Eve desenvolve soluções completas que envolvem manutenção, treinamento de pilotos e sistemas de gestão de tráfego aéreo, fundamentais para a convivência segura entre drones, helicópteros, aviões e eVTOLs.

Mercado global de eVTOLs ainda está em fase inicial

No cenário internacional, o mercado de carros voadores ainda é considerado pré-operacional. Não há, até o momento, serviços regulares em larga escala. Mesmo assim, a Eve figura entre as empresas mais avançadas do setor, com cerca de 3 mil unidades encomendadas por meio de cartas de intenção de clientes em aproximadamente 15 países.

Especialistas apontam que o sucesso da tecnologia dependerá de fatores como regulação, aceitação do público, integração com o transporte terrestre e viabilidade econômica. No Brasil, a existência de normas específicas já é vista como um passo relevante para viabilizar a operação comercial.

FONTE: Modais em Foco
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Modais em Foco

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Aeroportos

Embraer realiza primeiro voo de eVTOL e marca avanço da mobilidade aérea no Brasil

A Embraer realizou o primeiro voo da aeronave elétrica de decolagem e pouso vertical (eVTOL), considerado um marco para a aviação brasileira e para o desenvolvimento da mobilidade aérea avançada no país. O feito foi destacado pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) como um passo decisivo rumo à consolidação desse novo modal aéreo.

O voo integra a etapa de ensaios e validações técnicas, fundamental para o processo de certificação da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), que acompanha todas as fases do desenvolvimento do equipamento.

Empresas participam dos testes operacionais

As empresas Vertimob Infrastructure e PRS Aeroportos S.A. foram selecionadas para participar dos testes do eVTOL. Os dados obtidos nessa fase servirão de base para a formulação de normas definitivas, ampliando a segurança jurídica, incentivando a inovação tecnológica e apoiando a expansão da mobilidade aérea urbana no Brasil.

Segundo o secretário de Aviação Civil, Daniel Longo, a Anac supervisiona desde os testes em solo até os voos experimentais e a avaliação dos sistemas da aeronave, assegurando conformidade com padrões internacionais de segurança e confiabilidade.

“A partir desse voo experimental, inicia-se oficialmente a campanha de certificação do equipamento, aguardada por diversas empresas no Brasil e no exterior”, afirmou.

Protagonismo brasileiro na aviação sustentável

Para o secretário, o avanço do projeto reforça o protagonismo do Brasil no cenário global da aviação e demonstra a capacidade da indústria nacional de liderar soluções inovadoras, alinhadas à transição energética e à redução das emissões de CO₂.

A iniciativa também impulsiona a preparação do país em áreas estratégicas como infraestrutura, regulação e planejamento operacional, incluindo o desenvolvimento de vertiportos — estruturas destinadas a pousos, decolagens, embarque de passageiros e recarga das aeronaves — e novos modelos de operação aérea.

Investimentos em inovação e pesquisa

O MPor atua de forma integrada para adaptar o sistema aéreo brasileiro às novas tecnologias. Em 2024, a Secretaria Nacional de Aviação Civil (SAC) firmou um Termo de Execução Descentralizada (TED) com o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), com investimento de R$ 24 milhões.

Os recursos são destinados a estudos técnicos que darão suporte a políticas públicas voltadas aos serviços aéreos, à infraestrutura aeroportuária e à aeronáutica, com foco na Mobilidade Aérea Urbana.

“Esse investimento garante uma base técnica sólida para orientar decisões estratégicas do poder público e preparar o Brasil para a incorporação segura e eficiente dos novos modais aéreos”, destacou Daniel Longo.

Sandbox regulatório para vertiportos

Em paralelo, a Anac estruturou um sandbox regulatório específico para vertiportos, criando um ambiente controlado para testar soluções inovadoras ligadas à operação de eVTOLs.

A iniciativa permite a avaliação prática da infraestrutura, dos requisitos de segurança e dos procedimentos operacionais, com flexibilização regulatória temporária e acompanhamento técnico contínuo da Agência.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/MPor

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Negócios

Anac amplia cooperação internacional no Dubai Airshow 2025

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) marcou presença no Dubai Airshow 2025 com uma agenda voltada à ampliação de cooperação internacional e ao fortalecimento das relações com autoridades e empresas do setor aéreo mundial. A delegação brasileira foi liderada pelo diretor-presidente Tiago Faierstein e pelo diretor Antônio Mathias, acompanhados por especialistas da agência em encontros estratégicos com líderes da aviação global.

Reuniões bilaterais e expansão da conectividade aérea
Durante o evento, realizado de 15 a 19 de novembro, a Anac manteve reuniões com autoridades de aviação civil de países considerados estratégicos, como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Bahrein. As conversas trataram da ampliação da conectividade aérea com o Brasil, além da troca de informações técnicas, processos de certificação de aeronaves e novas possibilidades de cooperação regulatória internacional.

Indústria aérea debate modernização tecnológica
A agenda incluiu também encontros com executivos da indústria global para discutir modernização de aeroportos, integração de soluções digitais, melhorias na experiência do passageiro e potenciais expansões de rotas internacionais para o Brasil. As conversas reforçam o alinhamento do país com tendências globais e práticas regulatórias mais eficientes.

Mobilidade aérea avançada ganha destaque
A mobilidade aérea avançada (AAM) foi um dos temas centrais desta edição do Dubai Airshow. A Anac participou de debates sobre certificação de produtos, requisitos de infraestrutura e modelos de governança necessários para o desenvolvimento e operação de aeronaves eVTOL, uma das maiores inovações do transporte aéreo mundial. O Brasil segue ganhando espaço nas discussões globais sobre essa nova frente tecnológica.

Indústria nacional reforça presença brasileira
A participação brasileira foi ampliada pelo estande do Parque de Inovação Tecnológica de São José dos Campos (PIT-SJC), que reuniu empresas nacionais de tecnologia aeronáutica e espacial. A iniciativa destacou projetos brasileiros e posicionou o país na vanguarda das discussões sobre inovação e desenvolvimento sustentável no setor aéreo.

FONTE: Anac
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Anac

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