Internacional, Mercado Internacional

Xi Jinping favorece Trump contra Lula ao não vir ao BRICS

O presidente chinês, Xi Jinping, estaria ou não cometendo erro estratégico ao não comparecer à reunião dos BRICS, na próxima semana, presidida pelo presidente Lula?

Também, será sentida a ausência do presidente da Rússia, Vladimir Putin, mas esta tem justificativa compreensível, porque ele poderia ser preso por ordem do Tribunal Penal Internacional, sob acusação de sequestros de crianças ucranianas, na guerra na Ucrânia.

Igualmente, não comparecerá o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, provavelmente, solidário com a decisão dos seus dois maiores aliados na agressão dos Estados Unidos contra seu país, para evitar a derrota de Israel para os iranianos.

Sem esses três importantes integrantes do BRICS, formado por 11 países( Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Irã e Indonésia), a reunião mais importante do bloco, em 2025, esvazia-se, politicamente.

TRUMP SE FORTALECE

A consequência óbvia desse esvaziamento político, que enfraquece Lula, é o fortalecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que considera o BRICS principal perigo à desestabilização do dólar nas relações de trocas internacionais.

Justificativas para as importantes ausências de Xi Jinping: conflito de agendas.

Trata-se de algo questionável, porque não haveria, por suposto, fato internacional mais relevante do que a reunião dos BRICS, considerado força internacional emergente que supera em poder econômico efetivo o G7, graças ao peso da China como nova potência mundial que ameaça a hegemonia americana.

Fonte: MSN

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Negócios

Google fecha acordo para comprar energia de fusão da Commonwealth, derivada do MIT

O Google, da Alphabet, disse nesta segunda-feira que fechou um acordo para comprar energia de um projeto na Virgínia, nos Estados Unidos, alimentado por fusão, a reação que alimenta o Sol e as estrelas, mas que ainda não é comercial na Terra.

O Google assinou o que chamou de primeiro contrato corporativo direto de compra de energia (PPA) da tecnologia com a Commonwealth Fusion Systems (CFS), empresa derivada do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), fundada em 2018.

O acordo prevê a compra de 200 megawatts (MW) de energia do projeto ARC da CFS, que terá capacidade total de 400 MW. A empresa está desenvolvendo o projeto na Virgínia, onde fica o maior polo de data centers do mundo. Os detalhes financeiros do acordo não foram divulgados.

Físicos de laboratórios nacionais e empresas têm trabalhado por décadas tentando usar lasers ou, no caso da CFS, grandes ímãs para viabilizar reações de fusão, nas quais átomos leves se fundem, liberando grandes quantidades de energia.

Em 2022, o Laboratório Nacional Lawrence Livermore, na Califórnia, obteve um breve ganho líquido de energia em um experimento de fusão usando lasers.

Mas a obtenção do chamado “equilíbrio de engenharia”, em que mais energia é gerada pela reação do que a energia total que é consumida em uma usina de fusão para dar início a uma reação, tem sido difícil. E para que uma usina gere energia a partir da fusão, as reações devem ser constantes, não raras.

“Sim, há alguns desafios sérios de física e engenharia que ainda temos que superar para torná-la comercialmente viável e escalável”, disse Michael Terrell, chefe de energia avançada do Google, a repórteres em uma entrevista coletiva. “Mas é algo em que queremos investir agora para concretizar esse futuro.”

À medida que a inteligência artificial e os data centers aumentam a demanda energética no mundo, o interesse na fusão cresce. Diferente da fissão nuclear, que divide átomos e gera grandes quantidades de resíduos radioativos, a fusão não produz esse tipo de resíduo e, se bem-sucedida, pode ajudar a combater as mudanças climáticas.

A CFS pretende gerar energia a partir do projeto ARC no início da década de 2030, mas ainda precisa superar alguns obstáculos científicos.

O Google também anunciou nesta segunda que está aumentando seu investimento na CFS, sem revelar o montante. O Google foi um dos investidores que aplicaram um total de US$1,8 bilhão na empresa em 2021.

Fonte: Terra

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Internacional, Mercado Internacional

China e EUA confirmam acordo para encerrar disputa comercial

Negociação põe fim a retaliações tarifárias e estabelece o envio de terras raras aos EUA depois de negociações em Genebra e em Londres

O Ministério do Comércio da China confirmou nesta 6ª feira (27.jun.2025) a assinatura do acordo com os Estados Unidos para encerrar a disputa comercial entre as duas maiores economias do mundo. As informações são da Al Jazeera.

“Depois das conversas em Londres, as equipes de ambos os lados mantiveram comunicação próxima. Recentemente, ambos os lados confirmaram os detalhes da estrutura [do acordo]”, declarou um porta-voz do ministério chinês.

Na noite de 5ª feira (26.jun), o presidente dos EUA, Donald Trump (Partido Republicano), afirmou durante evento na Casa Branca para promover sua política interna e agenda orçamentária que “acabamos de assinar com a China outro dia”. Ele não forneceu mais detalhes.

O pacto representa um avanço nas negociações entre os países. Um funcionário da Casa Branca explicou que “o governo [dos EUA] e a China concordaram com um entendimento adicional para uma estrutura de implementação do acordo de Genebra”.

O acordo se dá depois das negociações em Genebra, na Suíça, que levaram os 2 países a adiarem por 90 dias a implementação de aumentos tarifários enquanto buscavam um acordo comercial mais amplo. Posteriormente, conversas em Londres estabeleceram uma estrutura para as negociações.

Ainda na 5ª feira (26.jun), o Secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, informou à emissora norte-americana Bloomberg que o acordo havia sido “assinado e selado” 2 dias antes.

De acordo com um funcionário da Casa Branca, o entendimento se trata de “como implementar a aceleração de envios de terras raras para os EUA novamente”. Durante as conversas de Genebra, a China havia se comprometido a remover contramedidas não tarifárias impostas contra os EUA desde 2 de abril.

O país asiático havia suspendido exportações de minerais críticos e ímãs como retaliação a novas tarifas norte-americanas. Essa medida afetou cadeias de suprimentos para fabricantes de automóveis, empresas aeroespaciais, de semicondutores e contratos militares em todo o mundo.

Segundo o acordo, a China “revisará e aprovará solicitações para os itens de controle de exportação que atendam aos requisitos conforme a lei”. Em contrapartida, “o lado norte-americano cancelará correspondentemente uma série de medidas restritivas contra a China”, declarou o porta-voz do Ministério do Comércio chinês.

Fonte: Poder 360

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Internacional

Qual é a importância do Estreito de Ormuz e por que os EUA pediram à China que impedisse o Irã de fechá-lo?

É uma das rotas marítimas mais importantes e estratégicas do mundo.

Cerca de um quinto do consumo mundial de petróleo passa pelo Estreito de Ormuz, uma via commercial que conecta os produtores de petróleo do Oriente Médio com os principais mercados da região da Ásia-Pacifico, Europa e América do Norte.

Trata-se de um canal estreito que, em seu ponto mais apertado, separa Omã do Irã por apenas 33 quilômetros.

Essa rota marítima, crucial para o comércio global, está agora no centro das atenções dos mercados.

Após os ataques sem precedentes dos Estados Unidos a três instalações nucleares no Irã no último sábado (21/06), e oito dias depois de Israel lançar a maior ofensiva militar contra a República Islâmica, o mundo espera a reação iraniana, e tudo indica que o Estreito de Ormuz é uma das cartas que o país pode usar.

O parlamento iraniano já aprovou uma medida que autoriza o fechamento da passagem, ainda que a decisão final seja do Conselho Supremo de Segurança Nacional.

Agora, os Estados Unidos estão pedindo à China para impedir que o Irã concretize essa ameaça.

Mas, qual é a importância estratégica desse estreito e quais seriam as consequências de um eventual fechamento?

Uma passagem estratégica

Limitado ao norte pelo Irã e ao sul por Omã e pelos Emirados Árabes Unidos, esse corredor — que tem cerca de 50 km de largura na sua entrada e saída, e aproximadamente 33 km em seu ponto mais estreito — conecta o Golfo ao mar da Arábia.

O canal possui duas rotas marítimas, e cada uma mede 3 km.

Mas, apesar de sua extensão, o estreito é profundo o suficiente para permitir a passagem dos maiores petroleiros do mundo.

Na primeira metade de 2023, cerca de 20 milhões de barris de petróleo passaram diariamente pelo Estreito de Ormuz, segundo estimativa da Administração de Informação de Energia dos Estados Unidos (EIA, na sigla em inglês), o que representa um comércio energético anual de quase US$ 600 bilhões.

Isso faz do estreito a passagem mais importante para a produção de petróleo no mundo, incluindo o petróleo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), formada pela Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Kuwait, além da maior parte do gás natural liquefeito do Catar.

Qualquer interrupção no estreito restringiria o comércio e impactaria em um aumento dos preços do petróleo a nível mundial.

Mas seu eventual fechamento teria um impacto particular sobre a China, que é o maior comprador global de petróleo iraniano e mantém uma estreita relação com Teerã.

Foi com esse argumento que o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, pediu à China que intervenha e impeça um possível bloqueio por parte do Irã.

“Eu incentivo o governo chinês, em Pequim, a conversar com o Irã sobre isso, porque eles dependem fortemente do Estreito de Ormuz para obter seu petróleo”, disse em uma entrevista à Fox News no domingo (22/06).

“Se fecham o estreito, será um suicídio econômico para eles. Nós temos opções para lidar com isso, mas outros países também deveriam prestar atenção. Isso os afetaria economicamente muito mais que a nós”, acrescentou.

Qual seria o impacto do fechamento do estreito?

O ex-chefe da agência de inteligência britânica MI6, Alex Younger, disse à BBC que o pior cenário possível em um conflito em curso entre Irã e Israel incluía um bloqueio do Estreito de Ormuz.

“Fechar o estreito seria, obviamente, um problema econômico enorme, considerando o efeito que isso teria sobre o preço do petróleo”, afirmou.

Seria um “território desconhecido”, segundo Bader Al-Saif, professor adjunto da Universidade de Kuwait e especialista em geopolítica da Península Arábica.

“Isso teria consequências diretas nos mercados mundiais, porque veríamos uma alta no preço do petróleo e uma reação bastante nervosa das bolsas diante do que está acontecendo”, disse Al-Saif.

Naturalmente, também afetaria os países do Golfo, cujas economias dependem fortemente das exportações de energia.

A Arábia Saudita, por exemplo, usa o estreito para exportar cerca de 6 milhões de barris de petróleo bruto por dia, mais do que qualquer país vizinho, segundo dados da empresa de análise Vortexa.

Como o Irã poderia fechar o estreito?

As normas das Nações Unidas permitem aos países exercer controle de até 12 milhas náuticas (cerca de 22,2 km) a partir de sua costa.

Isso significa que, em seu ponto mais estreito, Ormuz e suas rotas de navegação se encontram completamente dentro das águas territoriais de Irã e Omã.

Se o Irã tentasse bloquear os aproximadamente 3.000 navios que passam mensalmente pelo estreito, uma das formas mais eficazes de fazer isso, segundo especialistas, seria colocar minas navais usando lanchas rápidas de ataque e submarinos.

A marinha regular do Irã e a marinha do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica poderiam, em teoria, lançar ataques contra navios de guerra estrangeiros e embarcações comerciais.

Contudo, esses grandes navios militares poderiam, por sua vez, se tornar alvos fáceis para ataques aéreos dos Estados Unidos.

As lanchas rápidas do Irã geralmente estão armadas com mísseis antinavio, e o país também opera uma variedade de navios de superfície, embarcações e semissubmersíveis e submarinos.

Especialistas concordam que o Irã poderia bloquear o estreito temporariamente, mas muitos também acreditam que os Estados Unidos e seus aliados conseguiriam restabelecer rapidamente o tráfego marítimo por meios militares.

Os EUA já fizeram isso antes.

No final da década de 1980, durante a guerra entre Irã e Iraque, os ataques às instalações petroleiras escalaram até se transformarem em uma “guerra dos petroleiros”, na qual ambos os países atacavam navios neutros para exercer pressão econômica.

Os petroleiros do Kuwait que transportavam petróleo iraquiano eram especialmente vulneráveis e, eventualmente, navios de guerra americanos começaram a escoltá-los pelo Golfo, no que se tornou a maior operação de comboios navais desde a Segunda Guerra Mundial.

O Irã vai bloquear o estreito?

Embora o Irã tenha ameaçado, em conflitos anteriores, fechar o Estreito de Ormuz, nunca chegou a realizar a ação.

O momento mais próximo disso foi durante a “guerra dos petroleiros” no fim dos anos 80, mas, mesmo naquela época, o tráfego pelo estreito de Ormuz não foi interrompido de maneira grave.

Se, desta vez, o Irã cumprir a ameaça, o resultado pode ser diferente.

Apesar da China não ter respondido ao chamado dos Estados Unidos, é muito pouco provável que Pequim receba bem um possível aumento nos preços do petróleo ou interrupções nas rotas de navegação, e poderia usar seu peso diplomático para dissuadir o governo iraniano de fechar o estreito.

A analista energética Vandana Hari disse que o governo iraniano tem “pouco a ganhar e muito a perder” se fechar o estreito.

“O Irã corre o risco de transformar em inimigos seus vizinhos produtores de petróleo e gás no Golfo, e provocar a ira do seu principal mercado, a China, ao interromper o tráfego no estreito.”

A China, em particular, compra mais petróleo do Irã do que qualquer outro país: suas importações superaram os 1,8 milhão de barris por dia no mês passado, segundo dados da empresa de análises Vortexa.

Outras importantes economias asiáticas, incluindo Índia, Japão e Coreia do Sul, também dependem fortemente do petróleo bruto que passa pelo estreito.

Nesta segunda-feira, o governo chinês declarou que os ataques dos Estados Unidos prejudicaram a credibilidade de Washington e pediu um cessar-fogo imediato.

O embaixador da China na ONU, Fu Cong, disse que todas as partes deveriam conter “o ímpeto da força”, segundo um relatório da televisão estatal.

Em um editorial, o jornal estatal de Pequim, Global Times, também opinou que a participação dos Estados Unidos no Irã “complicou e desestabilizou ainda mais a situação no Oriente Médio e que estava levando o conflito a um “estado incontrolável”.

Fonte: BBC

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Comércio Exterior, Economia, Internacional

JPMorgan prevê desaceleração “estagflacionária” dos EUA com tarifas

As políticas comerciais dos EUA provavelmente vão desacelerar o crescimento econômico global e reacender a inflação nos Estados Unidos, onde há 40% de probabilidade de recessão no segundo semestre deste ano, disseram analistas do JPMorgan nesta quarta-feira (25).

O crescimento dos EUA deve ser de 1,3% neste ano, abaixo da previsão de 2% do início de 2025, com as tarifas mais altas vistas como choques negativos para a economia, disse o banco em uma nota de pesquisa de perspectiva de três meses.

“O impulso estagflacionário das tarifas mais altas foi o que impulsionou nossa perspectiva reduzida de crescimento do PIB para este ano”, afirmou. “Ainda consideramos os riscos de recessão elevados.” Estagflação é uma mistura preocupante de crescimento lento e inflação implacável, um fenômeno que assombrou os EUA na década de 1970.

O banco norte-americano tem uma perspectiva pessimista em relação ao dólar devido ao avanço mais lento dos EUA, na comparação com as políticas de apoio ao crescimento fora do país, que impulsionarão outras moedas, inclusive em mercados emergentes.

A instituição também espera que a parcela da demanda por títulos do Tesouro dos EUA por parte de investidores estrangeiros, do Federal Reserve e de bancos comerciais diminua devido ao tamanho crescente do mercado de dívida norte-americano. A compensação exigida dos investidores pelo risco de manter títulos do Tesouro dos EUA, conhecida como prêmio de prazo, pode aumentar em 40-50 pontos-base ao longo do tempo, disse o banco, embora ele não espere aumentos acentuados nos rendimentos dos títulos do Tesouro como os vistos no primeiro semestre deste ano.

Em abril, os rendimentos dos títulos do Tesouro dispararam em meio à volatilidade mais ampla do mercado, causada pelo anúncio de tarifas comerciais feito pelo presidente dos EUA, Donald Trump. O JPMorgan espera que os rendimentos dos títulos do Tesouro de dois anos encerrem o ano em 3,5% e os dos papeis de 10 anos terminem em 4,35%.

Nesta quarta-feira, eles estavam em 3,8% e 4,3%, respectivamente. Devido à inflação persistente causada por tarifas e à resiliência da economia, o banco espera que o Federal Reserve corte as taxas de juros em 100 pontos-base entre dezembro e a primavera de 2026 (do fim de março ao fim de junho) — mais tarde do que o consenso entre os operadores de futuros de juros, que até esta quarta-feira apostavam em dois cortes de 25 pontos-base neste ano.

Uma recessão ou uma desaceleração econômica mais acentuada do que o previsto desencadearia um ciclo de cortes mais agressivo, disseram os analistas do JPMorgan. Ainda assim, o banco seguiu otimista em relação às ações dos EUA, dada a contínua resiliência econômica e do consumidor, apesar da incerteza política.

“Na ausência de grandes surpresas políticas e/ou geopolíticas… acreditamos que o caminho de menor resistência para novas máximas será apoiado por fundamentos fortes liderados por tecnologia/IA, uma oferta constante de estratégias sistemáticas e fluxos de investidores ativos durante as quedas (dos mercados)”, disse.

Fonte: MSN

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Internacional, Notícias

Trump cita petróleo e rejeita mudança de regime no Irã: “Provoca caos”

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (24/6) que não deseja uma mudança de regime no Irã, recuando de declarações anteriores em que levantava essa possibilidade. A fala foi feita em conversa com a imprensa na porta do avião presidencial dos EUA, o Air Force One, no qual Trump fez viagem rumo à Holanda, onde participará de uma reunião da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).

“Uma mudança de regime provoca caos, e idealmente não queremos ver tanto caos”, disse o presidente a jornalistas. “Gostaria de ver tudo se acalmar o mais rápido possível”, completou.

A declaração acontece após um fim de semana marcado por tensão entre os dois países, quando os EUA atacaram três instalações nucleares iranianas. Na ocasião, Trump chegou a sugerir uma possível troca de liderança em Teerã em publicação no Truth Social:

“Se o atual regime iraniano não consegue TORNAR O IRÃ GRANDE NOVAMENTE, por que não haveria uma mudança de regime??? MIGA!!!”, escreveu, em tom irônico.

Apesar do recuo na retórica, Trump manteve a posição firme quanto à proibição de que o Irã desenvolva armas nucleares.

“Eles nunca terão energia nuclear, mas, tirando isso, devem fazer um ótimo trabalho. Eles têm muito petróleo, vão se sair bem”, afirmou, acrescentando que os iranianos são “ótimos negociadores e empresários”.

Cenário de incerteza
Uma mudança abrupta no governo iraniano não garantiria um aliado para os Estados Unidos ou para Israel. O vácuo de poder, poderia abrir espaço para facções mais radicais e até acelerar o desejo do Irã de obter uma bomba nuclear como forma de retaliação aos ataques recentes.

Além disso, o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, que concentra grande parte do poder, pode ser substituído se for morto ou deposto, mas o colapso do regime como um todo é visto como um risco ainda maior para a estabilidade regional.

Trump e sua fama de “intermediador”
Nessa segunda-feira (23/6), o líder norte-americano anunciou um acordo de cessar-fogo entre Israel e Irã, colocando um ponto final no conflito que durou quase duas semanas de confrontos militares diretos entre as duas potências rivais do Oriente Médio.

Ao comunicar a trégua, Trump descreveu o episódio como uma “guerra de 12 dias” e afirmou que sua mediação foi decisiva para evitar uma escalada ainda maior.

Trump aproveitou o momento para assumir o protagonismo nas negociações, buscando reforçar sua imagem de pacificador — mesmo após lançar uma grande ofensiva contra o território iraniano.

“Esta é uma guerra que poderia ter durado anos e destruído todo o Oriente Médio, mas não destruiu e nunca destruirá!”, afirmou o norte-americano.

Fonte: Metrópoles

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Internacional

Trump diz que Israel e Irã concordaram com cessar-fogo

Em publicação na Truth Social, presidente dos EUA parabenizou os países e disse que espera que o cessar-fogo se torne permanente

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta segunda-feira (23) um cessar-fogo “completo e total” entre Israel e o Irã, com objetivo de encerrar o conflito entre as duas nações.

Em uma publicação na Truth Social, o líder americano parabenizou os países e disse que espera que o cessar-fogo se torne permanente.

“Foi totalmente acordado entre Israel e Irã que haverá um cessar-fogo completo e total (em aproximadamente 6 horas a partir de agora, quando Israel e Irã tiverem encerrado e concluído suas missões finais em andamento!)”, escreveu o presidente nas redes sociais.

A publicação foi feita por volta das 19h, no horário de Brasília, indicando que o cessar-fogo deve começar à 1h desta terça-feira (24).

“Esta é uma guerra que poderia ter durado anos e destruído todo o Oriente Médio, mas não destruiu e nunca destruirá!”, concluiu Trump.

O cessar-fogo será implementado gradualmente ao longo das próximas 24 horas, de acordo com a publicação do presidente.

“Oficialmente, o Irã iniciará o CESSAR-FOGO e, na 12ª hora, Israel iniciará o CESSAR-FOGO e, na 24ª hora, o FIM Oficial da GUERRA DOS 12 DIAS será saudado pelo mundo. Durante cada CESSAR-FOGO, o outro lado permanecerá PACÍFICO e RESPEITOSO”, escreveu Trump.

Oficialmente, tanto Israel quanto o Irã não confirmaram ainda o cessar-fogo, mas fontes afirmaram que os países concordaram com a pausa.

Catar intermediou acordo com Irã

O Irã concordou com o cessar-fogo proposto pelos EUA após negociações mediadas pelo governo do Catar, disse um diplomata à CNN.

Donald Trump pediu ao emir do Catar que intermediasse o acordo com o Irã, segundo diplomata.

Assim, o primeiro-ministro Mohammed bin Abdulrahman bin Jassim Al-Thani atuou para garantir o entendimento com os iranianos.

Trump negociou diretamente com Netanyahu

Durante as negociações, o presidente dos EUA falou diretamente com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.

Enquanto isso, o vice-presidente JD Vance, o secretário de Estado e conselheiro de Segurança Nacional, Marco Rubio, e o enviado especial, Steve Witkoff, negociaram os termos por canais diretos e indiretos com os iranianos.

A Casa Branca afirma que o acordo só foi possível devido aos ataques americanos a três instalações nucleares iranianas no sábado.

Vice dos EUA parabeniza Trump

Em entrevista à Fox News momentos após o anúncio, o vice-presidente dos EUA, JD Vance, elogiou Trump por ter levado o acordo “até a linha de chegada”.

“Na verdade, estávamos trabalhando nisso quando eu saí da Casa Branca para vir para cá. Então, é uma boa notícia que o presidente tenha conseguido chegar até a linha de chegada”, pontuou Vance.

Vance também ressaltou que leu um rascunho da postagem de Trump “dois minutos antes de entrarmos no ar” e que era “um pouco diferente do que o presidente havia me mostrado algumas horas antes. Mas, novamente, eu sabia que ele estava atendendo telefonemas enquanto eu estava a caminho daqui”.

Por fim, o vice comentou que “o Irã é incapaz de construir uma arma nuclear com o equipamento que possui, porque nós a destruímos”.

Ataque iraniano a bases dos EUA

Mais cedo nesta segunda, o Irã lançou um ataque com mísseis contra uma base aérea norte-americana no Catar.

Após o bombardeio, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, minimizou a operação, que chamou de “resposta fraca” aos ataques dos EUA, ao mesmo tempo em que pediu ao Irã e a Israel que fizessem a paz.

O Irã avisou com antecedência os EUA por meio de canais diplomáticos horas antes do ataque, bem como às autoridades do Catar, com o objetivo de “minimizar baixas”.

Trump considerou esse fato como um sinal positivo.

“Quero agradecer ao Irã por nos avisar com antecedência, o que possibilitou que nenhuma vida fosse perdida e ninguém ficasse ferido”, escreveu o republicano na Truth Social.

“Talvez o Irã possa agora prosseguir para a paz e a harmonia na região, e eu encorajarei Israel com entusiasmo a fazer o mesmo.”

Fonte: CNN Brasil


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Economia

Petróleo e Estreito de Ormuz: entenda possíveis efeitos na economia dos EUA

A economia americana enfrenta a perspectiva indesejada de inflação reativa depois que os Estados Unidos lançaram ataques a três instalações nucleares no Irã. Os altos preços do petróleo e do gás são quase uma certeza, dizem os especialistas. A grande questão agora: quanto tempo durará a alta dos preços dos combustíveis fósseis? “Estamos olhando para o petróleo a US$ 80 na abertura”, disse Andy Lipow, da Lipow Oil Associates.

O petróleo dos EUA não fechou acima de US$ 80 o barril desde janeiro e tem oscilado entre US$ 60 e US$ 75 o barril desde agosto de 2024. Os preços relativamente baixos do petróleo reduziram os preços da gasolina para menos de US$ 3 o galão em muitas partes do país, uma importante fonte de alívio de preços para consumidores preocupados com a inflação. Não está claro se qualquer alta significativa nos preços do petróleo se manterá por um longo período.

Os preços do petróleo subiram cerca de 10% desde o ataque surpresa de Israel em 13 de junho e caíram na sexta-feira, depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou um prazo de duas semanas para decidir se atacaria o Irã. “Não se deve necessariamente presumir que só porque o preço do petróleo sobe, ele vai permanecer nesse patamar. Não vai”, disse Joe Brusuelas, economista-chefe da empresa de contabilidade RSM.

A direção que os preços do petróleo tomarão provavelmente dependerá da decisão do parlamento iraniano de bloquear o Estreito de Ormuz, uma importante rota comercial responsável por cerca de 20% do petróleo bruto do mundo. No domingo, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, disse que seu país tem “uma variedade de opções” ao decidir como responder aos ataques dos EUA e um importante conselheiro do líder supremo do Irã já pediu o fechamento do Estreito de Ormuz.

Bob McNally, presidente da consultoria Rapidan Energy Group e ex-assessor de energia do presidente George W. Bush, afirmou que, caso o Irã interrompa o fornecimento mundial de petróleo fechando o estreito, correrá o risco de receber mais força militar dos Estados Unidos e seus aliados.

O Irã também poderia atacar a infraestrutura no Golfo Pérsico que processa e exporta petróleo e gás. “É possível que eles decidam que a única coisa que pode dissuadir o presidente Trump é o medo de uma alta no preço do petróleo”, disse ele. “Eles precisam realmente criar esse medo.”

Em entrevista à Fox News no domingo, o Secretário de Estado Marco Rubio pediu à China que impeça o Irã de fechar o Estreito de Ormuz, acrescentando que o fechamento causaria mais danos a outras economias do que à economia americana. A China compra um terço de todo o petróleo proveniente do Golfo Pérsico, enquanto os Estados Unidos compram menos de 3%. “Eu encorajo o governo chinês em Pequim a contatá-los sobre isso, porque eles dependem muito do Estreito de Ormuz para seu petróleo”, disse Rubio.

Rubio acrescentou que fechar o estreito prejudicaria mais as economias de outros países do que a economia dos EUA. Enquanto isso, os consumidores americanos podem em breve sentir um choque de preços nas bombas. “Os postos levam cerca de cinco dias para repassar os preços que veem em um dia. Se os mercados de petróleo subirem hoje e amanhã, os preços podem começar a aparecer nas bombas em questão de horas”, disse Patrick De Haan, vice-presidente de análise de petróleo da GasBuddy, uma plataforma de rastreamento de combustível.

Segundo Lipow, caso o Estreito de Ormuz seja afetado, o preço do petróleo pode subir para US$ 100 o barril, o que aumentaria os preços da gasolina e do diesel em cerca de 75 centavos por galão em relação aos níveis recentes. Enquanto isso, as políticas comerciais dos EUA, combinadas com o conflito entre Israel e Irã, “sugerem fortemente que a inflação se moverá mais rápido e mais alto nos próximos 90 dias”, segundo Brusuelas.

Muitos economistas tradicionais argumentam que a baixa inflação da primavera representa uma calmaria antes da tempestade de verão, quando esperam que os preços subam devido às tarifas de Trump. 

Fonte: CNN Brasil

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Comércio, Economia, Internacional

Entenda como ataque dos EUA ao Irã afeta a economia e aumenta incerteza global

O bombardeio dos Estados Unidos contra instalações nucleares do Irã injetou novas incertezas nas perspectivas para inflação e atividade econômica em uma semana repleta de dados econômicos e comentários de autoridades, incluindo dois dias de depoimentos do chair do Federal Reserve, Jerome Powell, ao Congresso.

As consequências negativas podem ser a parte mais fácil de ser vista: a possibilidade de um aumento nos preços de energia, a continuação da hesitação que tem dominado as famílias e as empresas e que pode prejudicar os gastos, e a chance de uma resposta do Irã que se materialize bem fora do Golfo.

Como já se espera que a economia dos EUA desacelere sob a pressão das altas tarifas de importação do governo Trump, um aumento nos preços do petróleo “poderia exercer uma forte pressão para baixo sobre a capacidade de gastos das famílias… e isso poderia desacelerar o PIB ainda mais”, disse Ellen Zentner, estrategista econômica chefe do Morgan Stanley.

Há também o caso mais otimista, caso os ataques abram caminho para uma eventual estabilidade na região.

“Prever os acontecimentos geopolíticos no Oriente Médio é um exercício traiçoeiro”, escreveram analistas da Yardeni Research após os ataques. “No entanto, o mercado de ações israelense sugere que podemos estar testemunhando uma transformação radical do Oriente Médio, agora que o Irã foi desnuclearizado.”

O principal índice acionário de Israel, o TA125, atingiu o maior nível de todos os tempos após os ataques.

Dito isso, o mercado de trabalho dos EUA está claramente perdendo força, mesmo que as pressões inflacionárias pareçam estar prestes a aumentar.

Os dados de pedidos contínuos de auxílio-desemprego de quinta-feira serão considerados no relatório mensal de emprego do Departamento do Trabalho para junho.

Até o momento, esses relatórios têm apontado para um mercado de trabalho mais fraco, mas ainda sólido, com a taxa de desemprego em um nível relativamente baixo de 4,2%, embora os membros do Fed estejam atentos a sinais de deterioração.

A expectativa é de que dados a serem publicados na sexta-feira mostrem o crescimento mais fraco dos gastos dos consumidores dos EUA desde janeiro. E, embora também se espere que a inflação se aproxime da meta de 2% do Fed no mês passado, muitas autoridades esperam que as tarifas se transformem em preços mais altos nos próximos meses.

Inflação e taxa de juros

Um aumento acentuado nos preços de energia poderia atiçar ainda mais a inflação.

Powell será pressionado sobre essa possibilidade e sobre outras ramificações dos acontecimentos no Oriente Médio durante dois dias de depoimentos ao Congresso, que começam na terça-feira no Comitê de Serviços Financeiros da Câmara dos Deputados e continuam na quarta-feira no Comitê Bancário do Senado.

Na semana passada, autoridades do Fed mantiveram a taxa de juros na faixa atual de 4,25% a 4,50% e, embora tenham sinalizado que achavam que as condições econômicas provavelmente justificariam alguns cortes de juros ainda neste ano, Powell disse que essa previsão é pouco convincente, dada toda a incerteza sobre a política tarifária e como a economia reagirá.

Os acontecimentos entre os EUA e o Irã no fim de semana levantam novas questões sobre como a incerteza afetará a tomada de decisões do Fed, escreveu Sam Bullard, economista sênior do Wells Fargo.

“Os mercados estarão atentos a pistas sobre como o Fed recalibra os riscos inflacionários dos preços mais altos de energia e das tarifas contra as pressões desinflacionárias da desaceleração do crescimento”, disse ele.

Preço do petróleo

Os preços subiram desde o início do conflito, em 13 de junho, em meio a temores crescentes de que uma retaliação iraniana possa incluir o fechamento do Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de um quinto do suprimento global de petróleo bruto.

Entretanto, os investidores estão avaliando a extensão do prêmio de risco geopolítico nos mercados de petróleo, uma vez que a crise do Oriente Médio ainda não teve impacto sobre a oferta.

E para o Brasil?

No Brasil, uma alta nos preços do petróleo tende a ser amenizada pelo política de preços ‘abrasileirada’ da Petrobras, que evita o repasse imediato da volatilidade nas cotações internacionais.

A escalada da tensão global e o risco de nova pressão inflacionária ocorrem logo após o Banco Central ter sinalizado o fim do ciclo de alta de juros no Brasil.

O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta segunda-feira, reconheceu que é importante considerar o risco da guerra sobre o cenário inflacionário no Brasil, mas reforçou que não deve haver um aumento fora de controle.

“A gente vem olhando para o risco de inflação não é de agora. A gente tem seca prolongada no Brasil. No ano de 2024, a gente teve uma desvalorização do real de 24%. E nem por isso a inflação saiu do controle. Ela teve um aumento preocupante que a gente está acompanhando de perto”, disse.

“Tanto que eu estou dizendo que agora está caindo no período agregado de 12 meses. Com toda essa instabilidade e volatilidade global, impactando o preço dos alimentos, o custo logístico das cadeias. Então acho que, mesmo com tudo isso, a gente tem mostrado bastante resiliência no Brasil”, emendou.

Fonte: Istoé Dinheiro

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Economia, Internacional

Fed mantém juros inalterados nos EUA entre 4,25% e 4,5% ao ano

Foi a quarta decisão seguida de manutenção da taxa, em movimento amplamente esperado pelo mercado financeiro

Federal Reserve (Fed) manteve inalterados os juros nos Estados Unidos entre a faixa de 4,25% e 4,5% ao ano, conforme decisão do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) publicada nesta quarta-feira (18).

A decisão foi unânime, segundo comunicado. Os membros sinalizaram que os custos dos empréstimos ainda devem cair neste ano, mas reduziram o ritmo geral dos futuros cortes esperados diante da estimativa de inflação mais alta decorrente das tarifas do governo de Donald Trump.

Nas novas projeções econômicas, as autoridades esboçaram um quadro modestamente “estagflacionário” para a economia dos Estados Unidos, com o crescimento econômico desacelerando para 1,4% neste ano, o desemprego subindo para 4,5% até o fim do ano e a inflação encerrando 2025 em 3%, bem acima do nível atual.

Embora os membros ainda prevejam cortar os juros em 0,5 ponto percentual neste ano, conforme projetado em março e dezembro, eles reduziram um pouco o ritmo para um único corte de 0,25 ponto percentual em cada um dos anos de 2026 e 2027, em uma batalha prolongada para que a inflação volte à meta de 2%.

Foi a quarta decisão seguida de manutenção da taxa, em movimento amplamente esperado pelo mercado financeiro. O Fed segura os juros entre 4,25% e 4,5% desde dezembro do ano passado, quando interrompeu o ciclo de queda iniciado em setembro de 2024.

Os analistas do mercado projetam que a inércia na taxa de juros se estenda até a próxima reunião do Fed, entre 29 e 30 de julho, com a retomada do afrouxamento monetário a partir de setembro, mostram dados da CME Group.

O mercado já previa a manutenção da taxa, conforme membros do Fomc avaliam os sinais de arrefecimento da economia e o risco de aumento da inflação devido às tarifas de importação dos Estados Unidos e à escalada da crise no Oriente Médio.

Desde que definiu sua taxa na faixa atual de 4,25% a 4,5% em dezembro, o Fed tem observado as perspectivas econômicas ficarem nebulosas, principalmente depois que o presidente Donald Trump voltou ao poder em janeiro e reformulou a política comercial dos EUA, anunciando taxas sobre produtos importados.

Os preços do petróleo também têm subido após o ataque de Israel ao Irã na semana passada e trocas de mísseis entre os dois inimigos regionais, enquanto os dados sobre o mercado de trabalho, as vendas no varejo e outros aspectos da economia dos EUA sugerem que o crescimento pode estar enfraquecendo.

As autoridades do Fed disseram que buscam clareza sobre o caminho da economia rumo a uma inflação mais alta ou a um crescimento mais fraco antes de dar novas orientações sobre os juros, mas, até o momento, a perspectiva de aumento dos preços e de desaceleração do emprego continua sendo uma possibilidade.

Fonte: CNN Brasil


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