Comércio Exterior

Balança comercial brasileira registra superávit de US$ 3,36 bilhões até a 2ª semana de setembro

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 3,36 bilhões até a segunda semana de setembro de 2026, resultado 193,8% superior ao registrado no mesmo período de 2025. O desempenho foi impulsionado principalmente pelo avanço das exportações, que cresceram em ritmo mais acelerado que as importações.

Entre o início de setembro e a segunda semana do mês, o Brasil exportou US$ 14,25 bilhões, alta de 28,5% na comparação com setembro de 2025. As importações somaram US$ 10,89 bilhões, crescimento de 9,5%.

Com isso, a corrente de comércio, que reúne exportações e importações, alcançou US$ 25,14 bilhões, aumento de 19,5% na comparação anual.

Exportações avançam em setembro

O crescimento das exportações brasileiras foi observado nos três principais setores da economia. A Indústria Extrativa apresentou a maior expansão, com alta de 70,5% e vendas externas de US$ 4,19 bilhões. A Indústria de Transformação cresceu 17%, alcançando US$ 7,14 bilhões, enquanto a Agropecuária avançou 16,5%, com US$ 2,83 bilhões exportados.

Entre os produtos que contribuíram para o resultado positivo estão centeio, aveia e outros cereais não moídos, cujas vendas dispararam 39.529,5%, além de café não torrado, com alta de 35%, e soja, que cresceu 19,2%.

Na Indústria Extrativa, destacaram-se os minérios de cobre e seus concentrados, com aumento de 39,5%; outros minérios e concentrados de metais de base, com alta de 172,2%; e óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, que avançaram 126,2%.

Já na Indústria de Transformação, os principais destaques foram os farelos de soja e outros alimentos para animais, com crescimento de 90,7%; celulose, com alta de 49,6%; e ouro não monetário, que registrou avanço de 80%.

Produtos que tiveram queda nas exportações

Apesar do crescimento geral das vendas externas, alguns produtos registraram retração. Na Agropecuária, as quedas mais relevantes ocorreram nas exportações de sementes oleaginosas, que recuaram 71%; especiarias, com redução de 21,9%; e milho não moído, cuja queda foi de 3,7%.

Na Indústria Extrativa, as exportações de minérios de níquel e seus concentrados caíram 100%, enquanto linhita e turfa recuaram 67,8% e minério de ferro e seus concentrados tiveram redução de 4,4%.

Entre os produtos da Indústria de Transformação, houve queda nas vendas externas de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada, de 23%; produtos semiacabados, lingotes e outras formas primárias de ferro ou aço, de 37,2%; e veículos automóveis de passageiros, de 29,1%.

Importações crescem 9,5%

As compras brasileiras no exterior também apresentaram crescimento na segunda semana de setembro. A Indústria de Transformação concentrou a maior parcela das importações, com US$ 10,17 bilhões e alta de 9,2%.

A Agropecuária registrou crescimento de 13,7%, somando US$ 200 milhões, enquanto a Indústria Extrativa avançou 13,5%, chegando a US$ 470 milhões.

Entre os produtos que tiveram maior aumento nas compras externas estão pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado, com alta de 41%; frutas e nozes não oleaginosas, frescas ou secas, com crescimento de 29,1%; e soja, que avançou 50,9% na Agropecuária.

Na Indústria Extrativa, chamou atenção o crescimento das importações de minério de ferro e seus concentrados, que aumentaram 1.886.114,4%. Também houve alta de 78,6% nas compras de outros minérios e concentrados de metais de base e de 52,3% nas aquisições de óleos brutos de petróleo ou minerais betuminosos.

Na Indústria de Transformação, os destaques foram os óleos combustíveis de petróleo, com crescimento de 81,2%; válvulas, tubos, diodos e transistores, com alta de 92%; e veículos automóveis de passageiros, cujas importações cresceram 146%.

Quais produtos tiveram queda nas importações?

Alguns grupos de produtos apresentaram redução nas compras brasileiras. Na Agropecuária, as importações de cevada não moída caíram 36,4%, enquanto centeio, aveia e outros cereais não moídos recuaram 54,3%. As compras de trigo e centeio não moídos tiveram queda de 10,9%.

Na Indústria Extrativa, houve redução de 59,9% nas importações de gás natural, de 22,7% nos fertilizantes brutos e de 7,5% no carvão não aglomerado.

Na Indústria de Transformação, as principais retrações ocorreram nas compras de plataformas, embarcações e outras estruturas flutuantes, com queda de 98,2%; motores e máquinas não elétricos e suas partes, com redução de 76,3%; e adubos ou fertilizantes químicos, que recuaram 16,9%.

Acumulado do ano mostra saldo positivo

Considerando o período de janeiro até a segunda semana de setembro de 2026, as exportações brasileiras somaram US$ 265,10 bilhões, crescimento de 11,1% em relação ao mesmo período de 2025.

As importações alcançaram US$ 206,43 bilhões, alta de 5,4%.

O resultado é um superávit comercial acumulado de US$ 58,67 bilhões, crescimento de 36,9% sobre o registrado no período correspondente do ano anterior.

No mesmo intervalo, a corrente de comércio chegou a US$ 471,53 bilhões, avanço de 8,5%.

Os números mostram um cenário de expansão do comércio exterior brasileiro em 2026, com as exportações crescendo em ritmo superior ao das importações e contribuindo para a ampliação do saldo positivo da balança comercial.

Fonte: MDIC

Texto: Redação

Imagem: Arquivo ReConecta News

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Comércio Exterior

Exportações aceleram e superávit comercial dispara 233,7% na primeira semana de setembro

Vendas externas somaram US$ 7,30 bilhões até a primeira semana de setembro, enquanto importações chegaram a US$ 5,39 bilhões; no acumulado do ano, saldo positivo já supera US$ 57 bilhões

O comércio exterior brasileiro começou setembro em ritmo forte. Até a primeira semana de setembro de 2026, as exportações alcançaram US$ 7,30 bilhões, alta de 31,7% em relação ao mesmo período de 2025. As importações também avançaram, mas em ritmo mais moderado, somando US$ 5,39 bilhões, crescimento de 8,4%.

O resultado foi um superávit de US$ 1,91 bilhão na balança comercial, uma expansão expressiva de 233,7% na comparação anual. Já a corrente de comércio — soma das exportações e importações — cresceu 20,7%, chegando a US$ 12,69 bilhões.

Os números divulgados nesta terça-feira (08)mostram uma diferença importante entre o ritmo de crescimento das vendas e das compras externas: enquanto as exportações avançaram quase quatro vezes mais que as importações no período, o saldo comercial ganhou força.

Indústria extrativa lidera avanço das exportações

Entre os setores exportadores, a Indústria Extrativa apresentou o crescimento mais expressivo na primeira semana de setembro. As vendas externas do segmento chegaram a US$ 2,26 bilhões, alta de 84,4% frente ao mesmo período de 2025.

A Indústria de Transformação também teve desempenho positivo, com exportações de US$ 3,60 bilhões, crescimento de 17,9%. Já a Agropecuária movimentou US$ 1,41 bilhão, avanço de 15,7%.

O resultado mostra que o desempenho brasileiro no comércio exterior não está concentrado em apenas uma frente. Commodities agrícolas, produtos minerais e itens industrializados contribuíram para ampliar as vendas ao mercado internacional.

Dentro da indústria extrativa, alguns produtos apresentaram altas bastante expressivas. As exportações de minérios de cobre e seus concentrados cresceram 126,5%, enquanto os minérios de metais preciosos e seus concentrados avançaram 1.397,6%.

Outro destaque foi o petróleo bruto, cujas vendas externas aumentaram 151% na comparação com a primeira semana de setembro de 2025.

Na indústria de transformação, o crescimento também foi relevante em produtos como farelo de soja e outros alimentos para animais, com alta de 109,7%, celulose, que avançou 45,9%, e ouro não monetário, com crescimento de 169,7%.

Na agropecuária, o café não torrado registrou alta de 61,7%, enquanto as exportações de soja cresceram 5,8%.

Nem todos os produtos acompanharam a alta

Apesar do resultado positivo das exportações, alguns segmentos registraram retração.

Entre os produtos agropecuários, as vendas de algodão em bruto caíram 6%, enquanto as de sementes oleaginosas de girassol, gergelim, canola, algodão e outras recuaram 68,6%.

Na indústria extrativa, o minério de ferro e seus concentrados apresentou queda de 18,6%, enquanto as vendas de minérios de níquel recuaram 100% e as de minérios de alumínio diminuíram 27%.

Já na indústria de transformação, chamam atenção as quedas nas exportações de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada, de 22,5%, e de veículos automóveis de passageiros, de 56,1%.

Importações avançam, puxadas pela indústria

Do lado das compras externas, a Indústria de Transformação continua concentrando a maior parcela das importações brasileiras. O setor movimentou US$ 5,02 bilhões até a primeira semana de setembro, alta de 7,8%. A indústria extrativa somou US$ 270 milhões, crescimento de 32,4%, enquanto a agropecuária registrou US$ 90 milhões, avanço de 3,5%.

Entre os produtos que mais contribuíram para o aumento das importações estão os óleos combustíveis de petróleo, com alta de 108,8%, válvulas, tubos termiônicos, diodos e transistores, que avançaram 84,2%, e veículos automóveis de passageiros, com crescimento de 83,3%.

Também aumentaram as compras externas de soja, que registraram alta de 81,4%, e de milho não moído, com avanço de 23,2%.

Superávit acumulado passa de US$ 57 bilhões

O desempenho de setembro reforça uma trajetória positiva observada ao longo de 2026. No acumulado de janeiro até a primeira semana de setembro, as exportações brasileiras somaram US$ 258,15 bilhões, crescimento de 10,7% em relação ao mesmo período de 2025.

As importações alcançaram US$ 200,93 bilhões, alta de 5%. Com isso, o Brasil acumula um superávit comercial de US$ 57,22 bilhões, crescimento de 36,7% na comparação anual. A corrente de comércio também avançou, chegando a US$ 459,08 bilhões, alta de 8,1%.

Mercado acompanha ritmo das exportações

Os dados da primeira semana de setembro reforçam um cenário de crescimento das operações de comércio exterior brasileiro, especialmente pelo ritmo das exportações.

O avanço de 31,7% nas vendas externas, combinado ao crescimento mais moderado das importações, ampliou significativamente o saldo comercial no período. No acumulado do ano, a diferença entre exportações e importações já ultrapassa US$ 57 bilhões.

Para empresas que atuam em comércio exterior, logística, transporte internacional e operações portuárias, o desempenho também sinaliza um mercado externo movimentado, com forte participação de commodities e expansão em determinados produtos de maior valor agregado.

Mais do que o tamanho do saldo, o ponto de atenção está na velocidade de crescimento das exportações, que começa setembro muito acima do ritmo observado nas importações.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) – Balança Comercial.

Texto: Redação

Imagem: JBS Terminais / Foto Tanajura

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Comércio Exterior

Balança comercial registra superávit de US$ 4,95 bilhões até a terceira semana de julho

As exportações brasileiras mantiveram crescimento em julho e impulsionaram o desempenho da balança comercial. Dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) na segunda-feira (20) mostram que, até a terceira semana de julho de 2026, o país acumulou superávit de US$ 4,95 bilhões, resultado 25,2% superior ao registrado no mesmo período de 2025.

No período, as exportações alcançaram US$ 19,38 bilhões, alta de 6,7% na comparação anual. Já as importações somaram US$ 14,43 bilhões, crescimento de 1,6%. Com isso, a corrente de comércio, que reúne a soma de exportações e importações, atingiu US$ 33,82 bilhões, avanço de 4,5%.

Acumulado do ano supera US$ 204 bilhões em exportações

Entre janeiro e a terceira semana de julho de 2026, as exportações brasileiras totalizaram US$ 204,16 bilhões, representando crescimento de 10,8% em relação ao mesmo intervalo de 2025.

No mesmo período, as importações chegaram a US$ 156,85 bilhões, com expansão de 4,9%. O resultado levou a um superávit comercial de US$ 47,31 bilhões, aumento de 36,7% na comparação anual, enquanto a corrente de comércio alcançou US$ 361 bilhões, crescimento de 8,2%.

Agropecuária, mineração e indústria sustentam avanço das exportações

O desempenho positivo das exportações foi impulsionado pelos três principais segmentos da economia.

A agropecuária registrou alta de 6,5%, com embarques de US$ 4,31 bilhões. A indústria extrativa apresentou o maior crescimento percentual, avançando 17,2% e totalizando US$ 4,92 bilhões. Já a indústria de transformação cresceu 1,4%, alcançando US$ 9,99 bilhões.

Entre os produtos que mais contribuíram para o aumento das vendas externas destacam-se:

  • Tabaco em bruto (+504,7%);
  • Soja (+16,9%);
  • Algodão em bruto (+37,8%);
  • Outros minerais em bruto (+30,5%);
  • Minérios de níquel e seus concentrados (+160,3%);
  • Petróleo bruto (+45%);
  • Carnes de aves (+39,1%);
  • Farelo de soja e alimentos para animais (+52,9%);
  • Óleos combustíveis (+76,4%).

Por outro lado, alguns produtos apresentaram retração nas exportações, entre eles milho (-40,3%), café não torrado (-24,5%), minério de ferro (-8,9%), minério de cobre (-54,5%), açúcar (-31,9%), automóveis de passageiros (-44,5%) e aeronaves (-52,4%).

Importações crescem com destaque para tecnologia e combustíveis

As importações brasileiras também apresentaram crescimento no período, impulsionadas principalmente pela indústria extrativa e pela indústria de transformação.

Enquanto a agropecuária registrou queda de 16,3%, com US$ 240 milhões importados, a indústria extrativa avançou 37,7%, atingindo US$ 780 milhões. A indústria de transformação respondeu pela maior parcela das compras externas, somando US$ 13,33 bilhões, com crescimento de 0,4%.

Os maiores aumentos ocorreram nas importações de:

  • Máquinas para processamento automático de dados (+228,8%);
  • Outros minérios e concentrados de metais (+153,1%);
  • Gás natural (+74,6%);
  • Cevada (+53,5%);
  • Produtos hortícolas frescos (+50,4%);
  • Petróleo bruto (+34,5%);
  • Componentes eletrônicos, como válvulas, diodos e transistores (+35,3%).

Em contrapartida, houve redução nas compras de trigo e centeio (-27,3%), soja (-61,6%), borracha natural (-54,4%), pirites de ferro (-96,8%), carvão (-6%), medicamentos (-21,9%), defensivos agrícolas (-31,9%) e motores e máquinas não elétricos (-74,8%).

Fonte: Com informações do MDIC.

Texto: Redação

Imagem: Arquivo ReConecta News

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Comércio Exterior

Corrente de comércio do Brasil alcança US$ 43,6 bilhões até a terceira semana de junho

A corrente de comércio brasileira atingiu US$ 43,6 bilhões até a terceira semana de junho de 2026, impulsionada pelo crescimento das exportações e pela manutenção de um forte superávit na balança comercial. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (22) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Somente na terceira semana de junho, o país registrou um saldo positivo de US$ 3,1 bilhões. No período, as exportações somaram US$ 9,3 bilhões, enquanto as importações alcançaram US$ 6,3 bilhões. Com isso, a corrente de comércio da semana chegou a US$ 15,58 bilhões.

Exportações acumulam US$ 25,6 bilhões em junho

No acumulado do mês até a terceira semana, as exportações brasileiras totalizaram US$ 25,6 bilhões. Já as importações atingiram US$ 18 bilhões, resultando em um superávit comercial de US$ 7,6 bilhões.

O desempenho positivo também elevou a corrente de comércio mensal para US$ 43,6 bilhões, reforçando o ritmo de crescimento das transações internacionais do país.

Resultado do ano supera US$ 308 bilhões em comércio exterior

De janeiro até a terceira semana de junho, as exportações brasileiras chegaram a US$ 174,1 bilhões, enquanto as importações somaram US$ 133,9 bilhões.

Com esses números, o saldo da balança comercial acumulado em 2026 alcançou US$ 40,3 bilhões. Já a corrente de comércio exterior atingiu US$ 308,1 bilhões no período.

Média diária das exportações cresce 26%

Na comparação entre a média diária das exportações até a terceira semana de junho de 2026 e a registrada em junho de 2025, houve crescimento de 26%.

A média diária passou de US$ 1,451 bilhão para US$ 1,828 bilhão. As importações também apresentaram avanço, com alta de 10,7%, saindo de US$ 1,158 bilhão para US$ 1,283 bilhão na mesma base de comparação.

A média diária da corrente de comércio alcançou US$ 3,11 bilhões até a terceira semana do mês, enquanto o saldo médio diário ficou em US$ 545,4 milhões. Em relação a junho do ano passado, o crescimento da corrente de comércio foi de 19,2%.

Agropecuária, indústria extrativa e transformação impulsionam exportações

Entre os setores exportadores, a agropecuária registrou aumento de US$ 75,68 milhões na média diária, avanço de 21,9% frente ao mesmo período de 2025.

A indústria extrativa apresentou o maior crescimento percentual, com expansão de 70,3%, equivalente a US$ 220,17 milhões. Já os produtos da indústria de transformação avançaram 10%, com incremento de US$ 79,01 milhões.

Importações avançam na indústria e recuam na agropecuária

No lado das importações, a indústria extrativa registrou crescimento de 11,6% na média diária, o que representa aumento de US$ 5,48 milhões.

Os produtos da indústria de transformação também tiveram desempenho positivo, com alta de 11% e acréscimo de US$ 118,77 milhões. Em contrapartida, a agropecuária apresentou leve retração de 0,8%, equivalente a US$ 0,18 milhão.

FONTE: MDIC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Magnific

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Comércio Exterior

Balança comercial do Brasil acumula superávit de US$ 1,5 bilhão na segunda semana de junho

O superávit da balança comercial brasileira alcançou US$ 1,5 bilhão na segunda semana de junho de 2026, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (15) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

No período, a corrente de comércio somou US$ 15,4 bilhões, resultado de US$ 8,4 bilhões em exportações e US$ 7 bilhões em importações.

Resultado positivo cresce em junho

Considerando o acumulado do mês até a segunda semana, o Brasil registrou exportações de US$ 16,4 bilhões e importações de US$ 11,7 bilhões. Com isso, o saldo comercial positivo atingiu US$ 4,7 bilhões, enquanto a corrente de comércio chegou a US$ 28,1 bilhões.

Os números reforçam o desempenho favorável do comércio exterior brasileiro, impulsionado pelo avanço das vendas ao mercado internacional.

Saldo comercial supera US$ 37 bilhões em 2026

No acumulado do ano, as exportações brasileiras já totalizam US$ 165 bilhões, enquanto as importações somam US$ 127,6 bilhões.

Com esses resultados, o país registra um superávit comercial de US$ 37,3 bilhões em 2026. A corrente de comércio alcançou US$ 292,6 bilhões entre janeiro e junho.

Exportações avançam mais de 25% na comparação anual

A média diária das exportações até a segunda semana de junho ficou em US$ 1,819 bilhão, valor 25,3% superior ao registrado no mesmo período de junho de 2025, quando a média foi de US$ 1,451 bilhão.

As importações também apresentaram crescimento. A média diária alcançou US$ 1,301 bilhão, avanço de 12,3% em relação aos US$ 1,158 bilhão observados no mesmo mês do ano passado.

Já a média diária da corrente de comércio atingiu US$ 3,12 bilhões, representando alta de 19,5% frente ao desempenho registrado em junho de 2025.

Agropecuária, indústria extrativa e transformação impulsionam exportações

Entre os setores exportadores, todos registraram crescimento na comparação com igual período do ano anterior.

A agropecuária liderou com aumento de US$ 93,6 milhões na média diária, crescimento de 27,1%.

Na indústria extrativa, o avanço foi de US$ 133,9 milhões, o equivalente a 42,7%.

Já os produtos da indústria de transformação registraram incremento de US$ 137,1 milhões por dia, alta de 17,4%.

Importações também apresentam expansão

Pelo lado das importações, os três principais segmentos também mostraram desempenho positivo.

A agropecuária registrou crescimento de 3,6% na média diária, com acréscimo de US$ 0,81 milhão.

Na indústria extrativa, o aumento foi de US$ 6,29 milhões por dia, representando alta de 13,4%.

Os produtos da indústria de transformação tiveram expansão de US$ 134,1 milhões na média diária, avanço de 12,4% em comparação com junho de 2025.

Os dados indicam que o ritmo do comércio internacional brasileiro segue aquecido em 2026, sustentado pelo crescimento das exportações e pelo fortalecimento da atividade econômica em diferentes setores produtivos.

FONTE: MDIC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Gerada por IA

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Comércio Exterior

Balança comercial do Brasil tem superávit de US$ 3,2 bilhões na primeira semana de junho

O Brasil iniciou junho com desempenho positivo no comércio internacional. Na primeira semana do mês, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 3,2 bilhões, resultado de US$ 8 bilhões em exportações e US$ 4,7 bilhões em importações. A corrente de comércio no período alcançou US$ 12,7 bilhões.

Os números foram divulgados nesta segunda-feira (8) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Saldo comercial acumula US$ 35,9 bilhões em 2026

No acumulado do ano, o país exportou US$ 156,6 bilhões e importou US$ 120,7 bilhões. Com isso, o saldo positivo da balança comercial chegou a US$ 35,9 bilhões, enquanto a corrente de comércio brasileira somou US$ 277,2 bilhões.

Os dados reforçam o desempenho favorável do setor externo ao longo de 2026, com crescimento consistente das vendas para o mercado internacional.

Exportações avançam 37,6% em relação a junho do ano passado

A média diária das exportações até a primeira semana de junho atingiu US$ 1,997 bilhão, representando alta de 37,6% na comparação com a média registrada em junho de 2025, que foi de US$ 1,451 bilhão.

Já as importações apresentaram crescimento mais moderado. A média diária passou de US$ 1,158 bilhão em junho de 2025 para US$ 1,186 bilhão em junho de 2026, avanço de 2,3%.

Com esse desempenho, a média diária da corrente de comércio chegou a US$ 3,184 bilhões, enquanto o saldo médio diário ficou em US$ 811,6 milhões. Na comparação com junho do ano anterior, a corrente de comércio apresentou expansão de 22%.

Agropecuária, indústria extrativa e transformação lideram exportações

Entre os setores exportadores, todos registraram crescimento na média diária em relação ao mesmo período de 2025.

A agropecuária teve aumento de US$ 126,1 milhões, avanço de 36,6%. Na indústria extrativa, o crescimento foi de US$ 120,7 milhões, equivalente a 38,5%. Já os produtos da indústria de transformação apresentaram expansão de US$ 295,9 milhões, alta de 37,6%.

Importações também avançam em diferentes setores

No lado das importações, a agropecuária registrou crescimento de US$ 1,78 milhão na média diária, representando alta de 8%.

A indústria extrativa apresentou aumento de US$ 19,6 milhões, com avanço de 41,6%, enquanto os produtos da indústria de transformação tiveram acréscimo de US$ 8,5 milhões, crescimento de 0,8%.

O resultado demonstra que a atividade comercial do país segue aquecida, sustentada pelo avanço das exportações e pela ampliação das operações de comércio exterior.

FONTE: MDIC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Magnific

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Comércio Exterior

Balança comercial brasileira movimenta US$ 56 bilhões em maio e mantém superávit robusto

O comércio exterior brasileiro registrou forte movimentação em maio de 2026, alcançando uma corrente de comércio de US$ 56 bilhões. No período, as exportações somaram US$ 32 bilhões, enquanto as importações atingiram US$ 24,1 bilhões, resultando em um superávit comercial de aproximadamente US$ 8 bilhões. Os dados foram divulgados na última quarta-feira (3) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Na comparação com maio de 2025, as exportações brasileiras apresentaram avanço de 6,6%, passando de US$ 29,9 bilhões para US$ 31,9 bilhões. Já as importações cresceram 5,3%, saindo de US$ 22,9 bilhões para US$ 24,1 bilhões. Com esse desempenho, a corrente de comércio — soma das exportações e importações — registrou crescimento de 6,1% em relação ao mesmo mês do ano passado, consolidando o bom ritmo das transações internacionais do país.

Acumulado de 2026 já supera US$ 264 bilhões

Entre janeiro e maio de 2026, as exportações brasileiras alcançaram US$ 148,6 bilhões, alta de 8,7% em comparação ao mesmo período de 2025. As importações totalizaram US$ 115,9 bilhões nos cinco primeiros meses do ano, avanço de 3,2% frente ao mesmo intervalo do ano anterior. Com isso, o saldo da balança comercial acumulou superávit de US$ 33 bilhões, enquanto a corrente de comércio chegou a US$ 264,5 bilhões, representando crescimento de 6,2% na comparação anual.

Entre os setores exportadores, a agropecuária teve destaque em maio, com aumento de US$ 730 milhões, equivalente a crescimento de 9,8% em relação ao mesmo mês de 2025. A indústria de transformação também apresentou resultado positivo, registrando expansão de US$ 1,37 bilhão, alta de 9%. Por outro lado, a indústria extrativa apresentou retração de US$ 130 milhões, o que representa queda de 1,9% no período.

Nas compras internacionais realizadas pelo Brasil, a indústria de transformação foi responsável pelo principal crescimento, com aumento de US$ 1,34 bilhão, avanço de 6,3% sobre maio do ano passado. Em contrapartida, a agropecuária registrou redução de US$ 40 milhões nas importações, queda de 7,8%, enquanto a indústria extrativa apresentou recuo de US$ 100 milhões, equivalente a 10,1%.

Considerando o período entre janeiro e maio de 2026, todos os principais segmentos exportadores apresentaram resultados positivos. A indústria extrativa liderou o crescimento, com aumento de US$ 5,37 bilhões, representando alta de 17,3%. A indústria de transformação avançou US$ 4,08 bilhões, crescimento de 5,6%, enquanto a agropecuária registrou expansão de US$ 2,36 bilhões, equivalente a 7,3%. Do lado das importações, a indústria de transformação cresceu US$ 4,34 bilhões, alta de 4,2%. Já a agropecuária apresentou queda de US$ 530 milhões (19%), e a indústria extrativa recuou US$ 310 milhões (6,2%).

Comércio exterior mantém trajetória positiva

Os resultados reforçam a expansão do comércio exterior brasileiro em 2026, com crescimento consistente das exportações, superávit comercial expressivo e aumento da corrente de comércio. O desempenho é impulsionado principalmente pelos setores da agropecuária, indústria de transformação e indústria extrativa, que seguem sustentando a presença do Brasil no mercado internacional.

Fonte: Secretaria de Comércio Exterior (Secex/MDIC)

Texto: Redação

Imagem: Arquivo ReConecta News

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Comércio

Balança comercial brasileira movimenta US$ 13,5 bilhões na terceira semana de maio

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,5 bilhão na terceira semana de maio de 2026, segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

No período, a corrente de comércio — soma das exportações e importações — alcançou US$ 13,5 bilhões, resultado de US$ 7,5 bilhões em exportações e US$ 6 bilhões em importações.

Exportações e importações mantêm crescimento em maio

No acumulado do mês até a terceira semana, o Brasil exportou US$ 23,5 bilhões e importou US$ 17,8 bilhões. O saldo positivo da balança chegou a US$ 5,7 bilhões, enquanto a corrente de comércio totalizou US$ 41,3 bilhões.

Os números mostram avanço nas transações internacionais em relação ao mesmo período do ano passado. A média diária das exportações em maio de 2026 ficou em US$ 1,565 bilhão, alta de 9,9% na comparação com maio de 2025.

As importações também apresentaram crescimento. A média diária passou de US$ 1,088 bilhão em maio do ano anterior para US$ 1,188 bilhão neste mês, avanço de 9,2%.

Corrente de comércio supera US$ 249 bilhões no ano

No acumulado de 2026, as exportações brasileiras somam US$ 140 bilhões, enquanto as importações atingiram US$ 109,6 bilhões.

Com isso, o país acumula superávit comercial de US$ 30,4 bilhões e corrente de comércio de US$ 249,6 bilhões ao longo do ano.

A média diária da corrente de comércio até a terceira semana de maio chegou a US$ 2,75 bilhões, representando crescimento de 9,6% frente ao mesmo período de maio de 2025.

Agropecuária e indústria impulsionam exportações

Entre os setores exportadores, a agropecuária teve um dos melhores desempenhos no período. A média diária de exportações do segmento cresceu US$ 65,17 milhões, avanço de 18,5% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Já os produtos da indústria de transformação registraram aumento de US$ 111,89 milhões por dia, crescimento de 15,4%.

Na contramão, a indústria extrativa apresentou retração de US$ 37,56 milhões na média diária exportada, queda de 11,1%.

Importações avançam na indústria de transformação

Do lado das importações, o principal destaque foi novamente a indústria de transformação, que registrou crescimento diário de US$ 98,79 milhões, alta de 9,8%.

A indústria extrativa também avançou, com aumento de 3% na média diária das compras internacionais.

Por outro lado, as importações da agropecuária recuaram 5,5% na comparação anual.

FONTE: MDIC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Magnific

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Comércio

Balança comercial brasileira movimenta US$ 27,9 bilhões até a segunda semana de maio

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,5 bilhão na segunda semana de maio de 2026, segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

No período, a corrente de comércio alcançou US$ 12,5 bilhões, resultado de US$ 7,02 bilhões em exportações e US$ 5,5 bilhões em importações.

Corrente de comércio acumula US$ 27,9 bilhões em maio

No acumulado de maio, o Brasil já soma US$ 16 bilhões em exportações e US$ 11,9 bilhões em importações. O saldo positivo da balança comercial chegou a US$ 4,2 bilhões, enquanto a corrente de comércio atingiu US$ 27,9 bilhões.

Os números reforçam o avanço das transações internacionais brasileiras e o crescimento do fluxo comercial do país em 2026.

Superávit comercial ultrapassa US$ 28 bilhões no ano

De janeiro até a segunda semana de maio, as exportações brasileiras totalizaram US$ 132,6 bilhões. No mesmo período, as importações chegaram a US$ 103,6 bilhões.

Com isso, o saldo positivo acumulado em 2026 alcançou US$ 28,9 bilhões, enquanto a corrente de comércio somou US$ 236,2 bilhões.

Os dados foram apresentados nesta segunda-feira (18) pela Secretaria de Comércio Exterior do MDIC.

Exportações crescem mais de 12% em maio

Na comparação entre as médias diárias de maio de 2026 e maio de 2025, as exportações brasileiras tiveram crescimento de 12,4%.

A média diária de exportações neste mês chegou a US$ 1,6 bilhão, acima dos US$ 1,4 bilhão registrados no mesmo período do ano passado.

As importações também apresentaram alta de 8,9%, passando de US$ 1,088 bilhão para US$ 1,185 bilhão na média diária.

Já a média diária da corrente de comércio ficou em US$ 2,786 bilhões, enquanto o saldo comercial diário alcançou US$ 415,35 milhões. O resultado representa crescimento de 10,9% frente ao mesmo período de maio de 2025.

Agropecuária e indústria impulsionam exportações

Entre os setores exportadores, a agropecuária brasileira apresentou um dos melhores desempenhos no acumulado até a segunda semana de maio.

Na comparação com igual período do ano anterior, houve crescimento de US$ 85,68 milhões na média diária, avanço de 24,3%.

A indústria de transformação também registrou alta significativa, com aumento de US$ 121,01 milhões, equivalente a 16,7%.

Por outro lado, a indústria extrativa teve retração de US$ 33,92 milhões, queda de 10% na média diária das exportações.

Importações avançam em todos os setores

No cenário das importações, todos os principais segmentos registraram crescimento na comparação anual.

A agropecuária teve aumento de 3,4% na média diária das compras externas. Já a indústria extrativa avançou 7,4%.

O maior crescimento foi observado na indústria de transformação, que registrou alta de 9%, com incremento de US$ 90,86 milhões nas importações.

FONTE: MDIC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Estado de Excelência

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Comércio

Corrente de comércio do Brasil soma US$ 15,4 bilhões na primeira semana de maio

A corrente de comércio brasileira alcançou US$ 15,4 bilhões na primeira semana de maio de 2026, conforme dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), ligada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O resultado foi impulsionado por exportações de US$ 9,04 bilhões e importações de US$ 6,3 bilhões, garantindo um superávit de US$ 2,7 bilhões na balança comercial.

Superávit comercial acumula US$ 27,5 bilhões no ano

No acumulado de 2026, o país já registra US$ 125,6 bilhões em exportações e US$ 98,1 bilhões em importações. Com isso, o saldo positivo da balança comercial chega a US$ 27,5 bilhões, enquanto a corrente de comércio totaliza US$ 223,68 bilhões.

Os números foram apresentados nesta segunda-feira (11) pela Secex/MDIC e refletem o avanço das relações comerciais brasileiras no mercado internacional.

Exportações crescem quase 27% em maio

A média diária das exportações até a primeira semana de maio de 2026 ficou em US$ 1,807 bilhão, representando alta de 26,9% na comparação com maio de 2025, quando o valor médio era de US$ 1,424 bilhão.

Já as importações tiveram crescimento de 16,1%, passando de US$ 1,088 bilhão em maio do ano passado para US$ 1,263 bilhão neste ano.

Com isso, a média diária da corrente de comércio chegou a US$ 3,07 bilhões, enquanto o saldo médio diário ficou em US$ 544,39 milhões. Em relação ao mesmo período de 2025, o avanço da corrente de comércio foi de 22,2%.

Agropecuária e indústria de transformação impulsionam exportações

Entre os setores exportadores, a agropecuária apresentou crescimento de US$ 134,64 milhões na média diária, avanço de 38,1% em relação ao mesmo período do ano passado.

A indústria de transformação também teve desempenho positivo, com alta de US$ 264,32 milhões, equivalente a crescimento de 36,4%.

Por outro lado, a indústria extrativa registrou queda de US$ 19,15 milhões, recuo de 5,7%.

Importações avançam na indústria de transformação

No segmento das importações, a indústria de transformação liderou o crescimento, com aumento de US$ 187,83 milhões na média diária, avanço de 18,6%.

Já a agropecuária apresentou leve retração de 1,7%, enquanto a indústria extrativa caiu 24,5%, com redução de US$ 11,1 milhões.

FONTE: MDIC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Magnific

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