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CDI Terminais leva soluções logísticas integradas ao estande G100 na Intermodal 2026

A CDI Terminais estará na Intermodal South America 2026, que acontece entre os dias 14 e 16 de abril, no Distrito Anhembi, em São Paulo. A empresa é parceira do estande colaborativo do ReConecta News – estande G100 – que reunirá soluções estratégicas, conexões e oportunidades de negócios ao longo do evento.

Fundada em 2020 e integrante do Grupo Vila Porto, a CDI Terminais vem se consolidando como referência em soluções logísticas integradas, com atuação destacada em armazenagem, movimentação de cargas e despacho aduaneiro. Localizada estrategicamente próxima ao Porto de Itapoá, a empresa opera como REDEX autorizado pela Receita Federal, garantindo mais agilidade e eficiência nos processos de exportação e importação.

Com uma estrutura moderna e completa, a CDI Terminais oferece uma ampla gama de serviços que atendem diferentes etapas da cadeia logística, incluindo terminal retroportuário, depot de armadores, armazenagem, ova e desova de contêineres, além de apoio logístico ao transporte. Esse ecossistema integrado permite maior controle operacional, redução de custos e otimização de prazos para clientes de diferentes segmentos. 

Outro diferencial da empresa está na combinação entre infraestrutura de ponta e equipe altamente especializada, garantindo operações seguras, rastreáveis e alinhadas às exigências do comércio exterior. A proximidade com o Porto de Itapoá também reforça a competitividade da CDI, facilitando o acesso às principais rotas logísticas do país e contribuindo para maior fluidez nas operações .

A participação na Intermodal ao lado do ReConecta News reforça o posicionamento da CDI Terminais como uma parceira estratégica para empresas que buscam eficiência logística e soluções completas. No estande G100, a expectativa é apresentar na prática como a integração de serviços e a expertise operacional podem gerar mais valor para toda a cadeia.

IMAGEM: INTERMODAL SOUTH AMERICA 2025

Mais do que presença institucional, a CDI Terminais chega ao evento com o objetivo de ampliar conexões e fortalecer relacionamentos com players do setor, acompanhando o movimento de crescimento e modernização da logística brasileira. Para o ReConecta News, contar com a empresa como parceira reforça o propósito de conectar negócios, pessoas e soluções em um ambiente altamente qualificado.

A Intermodal South America 2026 promete reunir os principais nomes do setor, consolidando-se como um ponto de encontro essencial para quem busca inovação, competitividade e novas oportunidades no mercado logístico.

Sobre a CDI Terminais

CDI Terminais é um REDEX autorizado, oferecendo estrutura completa para operações de exportação, importação e movimentação de cargas. Sua atuação estratégica como Recinto Especial para Despacho Aduaneiro de Exportação em Itapoá garante agilidade nos processos aduaneiros e máxima eficiência logística.

SAIBA MAIS: https://www.cdi-terminais.com.br/

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Economia, Informação, Investimento, Sustentabilidade

Stuhlberger: Brasil “quebra antes” de juro real a 8% em 10 anos

Gestor da Verde Asset classifica atual cenário econômico como “piquenique à beira do vulcão” e vê risco na sustentabilidade da dívida pública

O renomado gestor Luís Stuhlberger, da Verde Asset, alertou para os riscos crescentes da dívida pública brasileira e chamou atenção para o impacto da desvalorização cambial na inflação e na política monetária. Segundo ele, o Brasil não suportaria juros reais de 8% por uma década sem sofrer uma crise fiscal.

“Se você me disser que a NTN-B 2035 está pagando 7,85%, tenho certeza de dizer para vocês que, para quem comprar uma NTN-B dessa e carregar até o final, o juro não será de 8% real pelos próximos 10 anos, porque o Brasil quebra antes”, disse Stuhlberger durante participação em evento promovido pelo UBS BB na última terça-feira (28), em São Paulo.

A frase sintetiza a preocupação do mercado com a capacidade do governo de honrar suas dívidas em um ambiente de juros elevados e endividamento crescente. O gestor apontou que, se não houver uma mudança estrutural na condução fiscal do país, a pressão sobre os títulos públicos pode se tornar insustentável, exigindo mudanças drásticas no governo ou na sua estratégia econômica.

“Alguma coisa vai ter que acontecer, e vai acontecer”, afirmou. “Seja uma mudança de governo, seja uma mudança na mentalidade do atual governo.”

Stuhlberger também comparou a situação econômica atual a um “piquenique à beira do vulcão”, referindo-se ao impacto dos juros altos no mercado e ao risco iminente de uma crise. Segundo ele, com as taxas de juros futuras próximas de 15% a 16%, o mercado de renda fixa se torna extremamente atraente, mas a sustentabilidade dessa política é incerta.

“Juro perto de 15%, 16%, evidentemente vira piquenique à beira do vulcão. O dólar se acalma não havendo más notícias. Quem não gosta de 15% de CDI líquido com os produtos isentos que têm por aí?”, ironizou.

Para o gestor, a alta dos juros futuros reflete a preocupação dos investidores com o aumento da dívida pública e a falta de sinalização do governo em relação a cortes de gastos. A promessa de isenção para quem ganha até R$ 5 mil pode ser cumprida, mas a tributação de rendas mais altas pode enfrentar resistência no Congresso, aumentando a incerteza fiscal.

FONTE: Infomoney
Stuhlberger: Brasil “quebra antes” de juro real a 8% em 10 anos

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