Negócios

Empresas brasileiras esperam US$ 3,6 milhões em negócios após NYSCC Suppliers’ Day 2025

Cinco empresas participantes do Beautycare Brazil estiveram no evento dias 3 e 4 de junho

O Brasil esteve representado no Suppliers’ Day 2025: The Nexus of Science and Beauty (dias 3 e 4 de junho), por meio de cinco empresas nacionais participantes do Beautycare Brazil: ALS, Assessa, Chemyunion, Plantus e Vollmens. A ação foi parte das atividades do Projeto Setorial, criado pela -ABIHPEC (Associação Brasileira das Indústrias de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos) em parceria com a ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos). Juntas as indústrias indicaram a realização de 655 contatos, gerando US$ 630 mil em negócios com expectativas de mais US$3 millhões nos próximos 12 meses.

“Em razão do atual cenário de tensões comerciais entre Estados Unidos e China, compradores norte-americanos estão buscando novos fornecedores, e o Brasil tem sido cada vez mais considerado como alternativa viável. Essa movimentação representa uma oportunidade significativa para ampliar a presença da indústria brasileira no mercado global.” Tiago Milani, Gerente de Negócios Internacionais da ABIHPEC e representante do Beautycare Brazil

Sobre o Beautycare Brazil

O Beautycare Brazil é desenvolvido por meio de uma parceria entre a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). Criado nos anos 2000, o projeto setorial tem a finalidade de promover, facilitar e acelerar o processo de internacionalização das empresas do setor de HPPC e seus correlatos, sendo seu objetivo principal alavancar o crescimento das exportações de produtos e serviços que envolvem a cadeia de valor do setor de HPPC (produtos acabados, ingredientes, embalagens, serviços e acessórios em geral). Mais informações: www.beautycarebrazil.org.br. 

Sobre a ABIHPEC

A Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC) é uma entidade privada que tem como finalidade representar nacional e internacionalmente as indústrias desse setor, instaladas em todo país e de todos os portes, promovendo e defendendo os seus legítimos interesses, por meio de ações e instrumentos que contribuam para o seu desenvolvimento, buscando fomentar a competitividade, a credibilidade, a ética e a evolução contínua de toda a cadeia produtiva. Mais informações: www.abihpec.org.br.

Sobre a ApexBrasil

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar os objetivos, a ApexBrasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. A Agência também atua de forma coordenada com atores públicos e privados para atração de investimentos estrangeiros diretos (IED) para o Brasil com foco em setores estratégicos para o desenvolvimento da competitividade das empresas brasileiras e do país.

Fonte: Apex Brasil

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Comércio, Exportação

Exportação de miúdos gera oportunidades para a pecuária brasileira

A China tem desempenhado um papel crucial para as exportações brasileiras, representando uma fatia significativa de nosso comércio internacional. Com uma população de 1,4 bilhão de pessoas, o mercado chinês se destaca como maior consumidor de alimentos do planeta. O Brasil é um importante parceiro comercial no setor alimentício, com destaque para a carne bovina e a demanda por produtos nacionais continua crescendo. Entre os itens de maior potencial estão os miúdos (órgãos e vísceras) e subprodutos de carne apreciados na cultura chinesa.

Com o objetivo de fortalecer, entender as necessidades e as futuras oportunidades para a pecuária brasileira no mercado asiático, principalmente no território chinês, o RAMAX-Group, esteve presente na SIAL China 2025. Realizado em Xangai, o evento é uma das maiores exposições de alimentos e bebidas do mundo e abrange quase todos os setores da indústria alimentícia.

Segundo Milton Ribeiro, Diretor Comercial do Grupo RAMAX, ter participado desse evento foi importante para absorver tendências e inovações que vão impactar diretamente a forma como uma multinacional atende seus clientes. “A feira nos conectou com líderes globais, permitindo fortalecer nossa rede e ampliar a oferta de soluções para o mercado chinês e mundial”, destacou. Ainda segundo o executivo, o evento possibilitou também uma troca de experiências sobre tecnologia para otimização. Ou seja, como novas ferramentas e processos podem tornar a logística e a entrega ainda mais rápidas, seguras e eficientes. “Estamos em constante evolução para nos mantermos atualizados e sempre um passo à frente, para entregar o melhor aos nossos parceiros e clientes”, acrescentou.

Livro da febre aftosa

O CEO do Grupo RAMAX, Magno Gaia participou na última semana, em Paris, junto com a comitiva do governo federal brasileiro de uma cerimônia da Organização Mundial da Saúde Animal (OMSA), para a entrega de um certificado de reconhecimento internacional do Brasil como um país livre de febre aftosa sem vacinação. “Essa conquista significa acesso a novos mercados internacionais, mais valor para a nossa carne e ainda mais respeito ao produtor”, diz. Além disso, ele pondera que isso reforça a posição do Brasil como grande exportação de proteína animal.

O certificado também simboliza décadas de trabalho de todo o setor, além da dedicação constante do pecuarista e da cadeia agropecuarista. “Sem dúvida este é um passo muito importante para alcançarmos novas oportunidades para que nossos produtos possam acessar cada vez mais os mercados mais exigentes do mundo, como a China”, destacou Gaia.

Apetite chinês

O ano de 2024 entrou para a história como as maiores exportações de carne bovina pelo Brasil. Foram ao todo 2,89 milhões de toneladas, um incremento de mais de 26% ante o ano anterior. O volume exportado teve crescimento de 22%, movimentando US$ 12,8 bilhões. Esse resultado, segundo os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), coloca o setor na dianteira dentre os demais que desenvolvem para o saldo positivo da balança comercial brasileira em 2024, de US$ 74,6 bilhões.

A China manteve sua posição como principal destino da carne bovina brasileira, com 1,33 milhão de toneladas exportadas, gerando um faturamento de US$ 6 bilhões. Em seguida, destacaram-se os Estados Unidos, somando US$ 1,35 bilhão. Outros mercados importantes incluem os Emirados Árabes Unidos (132 mil toneladas e US$ 604 milhões), a União Europeia (82,3 mil toneladas e US$ 602 milhões), o Chile (110 mil toneladas e US$ 533 milhões) e Hong Kong (116 mil toneladas e US$ 388 milhões).

Fonte: Notícias Agrícolas

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Internacional, Negócios

Venezuela ignora cobranças do Brasil por acerto de dívida bilionária

O regime do ditador venezuelano Nicolás Maduro tem ignorado as cobranças do Brasil pelo acerto de dívida bilionária referente aos financiamentos de obras e serviços prestados por empresas brasileiras na Venezuela.

As informações constam em um documento assinado pela secretária de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda , Tatiana Rosito, em resposta a um requerimento de informação solicitado pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG).

“A negociação se encontra suspensa em razão da ausência de respostas do governo venezuelano”, diz trecho do documento. “A resolução da questão depende do engajamento da contraparte, não sendo possível assim estimar um prazo para conclusão.”

Segundo o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a cifra atualizada do calote correspondia a US$ 1,74 bilhão (cerca de R$ 10 bilhões) em fevereiro, incluindo os valores indenizados pela União aos bancos financiadores e os juros cobrados pelo atraso da dívida.

“Diante da ausência de resposta das contrapartes venezuelanas, o processo de cobrança foi retomado (…) tanto por meio diplomático quanto por comunicações diretas ao Ministério da Economia venezuelano”, diz o governo no texto.

A equipe econômica informou também que os atrasos têm sido reportados a instituições multilaterais, em especial ao Clube de Paris -organização informal que reúne grandes fornecedores de crédito, como França, Alemanha e Estados Unidos.

Segundo a Fazenda, outras quatro parcelas (se confirmado o não pagamento) serão indenizadas até junho, no valor de cerca de US$ 16 milhões (em torno de R$ 90 milhões). Além disso, haverá cobrança de juros conforme os termos dos contratos de financiamento cedidos à União até a data de quitação dos atrasos.

No passado, o BNDES concedeu financiamento para empreiteiras brasileiras realizarem obras no exterior. Essa modalidade de crédito serviu para bancar projetos de infraestrutura em diversos países, como o metrô de Caracas.

Nesse tipo de operação, o pagamento era feito pelo país onde a empresa brasileira prestava o serviço. Em caso de calote, o banco contava com o FGE (Fundo de Garantia à Exportação), instrumento criado em 1997 e vinculado ao Ministério da Fazenda.

O financiamento de obras e serviços exportados ao exterior nos governos do PT é alvo constante de questionamentos da oposição, principalmente as operações que envolveram Venezuela e Cuba.

O atual governo Lula chegou a reabrir a mesa de negociação da dívida no início de 2023, logo após a visita de Maduro a Brasília. O Ministério da Fazenda fez reuniões preparatórias em busca de uma conciliação, mas o documento enviado ao deputado do PL mostra que os venezuelanos não têm respondido às tentativas de contato.

Apesar de historicamente próximas, as relações entre Lula e o chavismo estão em crise desde que o governo brasileiro vetou a entrada da Venezuela como parceira do Brics (grupo atualmente formado por Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia e Irã).

Caracas contava com o apoio da Rússia e da China para entrar na aliança como parceira, um status inferior, mas que lhe permitiria acompanhar algumas reuniões do Brics.

Com o esfriamento das relações diplomáticas , não há perspectiva para a resolução do impasse. A renegociação da dívida bilateral foi tema de conversas telefônicas entre Lula e Maduro em mais de uma ocasião ao longo do terceiro mandato do petista.

Em junho do ano passado, o Palácio do Planalto comunicou que os presidentes dos dois países “discutiram o início de tratativas para a celebração de Acordo de Cooperação e Facilitação de Investimentos e a renegociação da dívida bilateral”.

Propostas para a retomada do pagamento da dívida e medidas para facilitar o comércio entre Brasil e Venezuela também foram discutidas por Lula e Maduro em outubro de 2023 .

Na posse de Aloizio Mercadante como presidente do BNDES, em fevereiro de 2023, Lula culpou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pela falta de solução para o caso.

“Os países que não pagaram, seja Cuba, seja Venezuela, é porque o presidente resolveu cortar relação internacional com esses países para não cobrar, para poder ficar nos acusando, deixou de cobrar”, disse.

“Eu tenho certeza que no nosso governo esses países vão pagar, porque são todos países amigos do Brasil, e certamente pagarão a dívida que têm com o BNDES”, declarou à época.

Na ocasião, Lula também afirmou que o BNDES “foi vítima de difamação muito grave durante o último processo eleitoral” e rebateu a acusação feita pelo bolsonarismo de que a instituição teria aberto mão de desenvolver o mercado interno para emprestar dinheiro a obras em outros países e ficado no prejuízo.

Fonte: Portal UOL

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Investimento, Logística

Brasil redescobre seus rios e investe em hidrovias para logística eficiente

Enquanto isso, o transporte ferroviário enfrenta entraves que reforçam o papel estratégico das hidrovias. A operação da ferrovia Malha Oeste, para ligar Corumbá a Mairinque, em São Paulo, demandaria investimentos de 18 bilhões de reais, mas a concessionária Rumo já avisou que o baixo potencial de cargas em determinados trechos inviabiliza o projeto. É uma má notícia.

Investimentos privados podem, finalmente, destravar o modal, um dos transportes mais baratos e menos
poluentes — e ainda subutilizado no país.

O Brasil está redescobrindo seus rios. Com a iminente concessão de 600 quilômetros da Hidrovia do Paraguai, em Mato Grosso do Sul, o país dará um passo importante para destravar um dos modais de transporte mais eficientes e sustentáveis — e ainda subutilizado. O leilão, previsto para dezembro, marcará a estreia das concessões hidroviárias brasileiras e pode ser o impulso necessário para transformar a logística nacional. Hoje, enquanto 65% das cargas circulam por rodovias, apenas 5% seguem pelos rios, apesar de o país contar com 60.000 quilômetros de vias navegáveis, dos quais só um terço é realmente aproveitado.

Esse desequilíbrio poderá ser enfrentado a partir de iniciativas como a concessão do trecho entre Corumbá e Porto Murtinho. A extensão que será licitada — o Rio Paraguai entre a cidade de Corumbá e a foz do Rio Apa, em Porto Murtinho, mais o leito do Canal do Tamego — já é navegável. Em 2023, passaram pela hidrovia 8 milhões de toneladas de cargas. A partir de 2030, a movimentação poderá chegar a 30 milhões de toneladas com os investimentos do consórcio que assumir a concessão. Nos primeiros cinco anos, estão previstos 74 milhões de reais em investimentos na hidrovia, incluindo a construção de galpão industrial e a aquisição de draga, além de serviços de dragagem, balizamento, sinalização, gestão de tráfego e monitoramento hidrológico.

Para tornar viável esse avanço, a proposta de concessão passou por uma avaliação aberta. AAgência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) submeteu o modelo econômico a contribuições em duas audiências públicas, em fevereiro e abril. Nos próximos meses, o Ministério de Portos e Aeroportos deve encaminhar o edital para análise do Tribunal de Contas da União. Esse processo servirá de base para outras concessões hidroviárias planejadas, como as dos rios Madeira, Tocantins e Tapajós, da Barra Norte (Amazonas) e da Lagoa Mirim (Rio Grande do Sul). Relator do processo e diretor da Antaq, Alber Vasconcelos diz que o grande ganho da concessão é a navegabilidade previsível. “A concessionária fará medições em tempo real do fluxo da água, e o usuário da hidrovia vai saber se poderá carregar uma barcaça com parte ou 100% da sua capacidade”, afirma Vasconcelos.

Enquanto isso, o transporte ferroviário enfrenta entraves que reforçam o papel estratégico das hidrovias. A operação da ferrovia Malha Oeste, para ligar Corumbá a Mairinque, em São Paulo, demandaria investimentos de 18 bilhões de reais, mas a concessionária Rumo já avisou que o baixo potencial de cargas em determinados trechos inviabiliza o projeto. É uma má notícia. Os trilhos seriam uma opção econômica ao transporte rodoviário do minério de ferro e do manganês extraídos da fronteira com a Bolívia. Cada vagão de trem tira três caminhões da estrada, segundo comparação da Antaq. Nesse cenário, a Hidrovia do Paraguai surge como alternativa viável, com um comboio típico carregando 48.000 toneladas — o equivalente a 430 vagões ou 1.200 caminhões.

Além dos benefícios logísticos, o modal hidroviário apresenta vantagens ambientais e econômicas. O estudo “Aspectos gerais da navegação interior no Brasil”, da Confederação Nacional do Transporte, mostra que o modal hidroviário emite 80% menos gás carbônico que o rodoviário e 14% menos que o ferroviário. Além disso, em média, o custo do frete hidroviário é 60% menor que o rodoviário e 30% inferior ao ferroviário. Ainda assim, especialistas defendem que a hidrovia deve ser vista como um elemento complementar, e não substituto, aos grandes eixos rodoferroviários de carga, como ressalta o consultor Frederico Bussinger, sócio da Pezco Economics.

Casos concretos reforçam essa perspectiva de sustentabilidade e eficiência. A operadora de serviços portuários e de logística Wilson Sons estima uma redução de 55% nas emissões com a operação do terminal hidroviário do Polo Petroquímico de Triunfo, no Rio Grande do Sul, em comparação com o transporte rodoviário. O terminal Santa Clara está em um canal que acessa o Lago Guaíba e a Lagoa dos Patos em direção ao porto de Rio Grande. “Com o modal hidroviário, desenvolvemos projetos logísticos mais competitivos do ponto de vista de custos, que oferecem menor risco de acidentes e de avarias para as cargas dos clientes, além de contribuir para a diminuição da emissão de gases causadores do efeito estufa”, diz Paulo Bertinetti, diretor-presidente do Tecon Rio Grande, operado pela Wilson Sons.

Mesmo em situações climáticas extremas, a hidrovia demonstrou resiliência. Um levantamento feito por
empresas da região detectou a necessidade de dragar apenas quatro pontos da Hidrovia do Paraguai durante a maior seca da região, no ano passado. “Então, mesmo no pior momento climático, não se enfrentariam grandes problemas de navegação”, afirma Adalberto Tokarski, presidente da Agência de Desenvolvimento Sustentável das Hidrovias e dos Corredores de Exportação (Adecon). “Mas o Estado não consegue suprir essa infraestrutura e oferecer segurança para uma navegação fluida o ano inteiro.” A dragagem é bancada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (DNIT), com recursos limitados, e condicionada ao prazo de licitações públicas, nem sempre tão ágeis quanto às movimentações de mercado.

O setor privado, por sua vez, tem dado sinais claros de confiança no potencial das hidrovias. Impulsionada pela aquisição por parte do grupo J&F, em 2022, a mineradora LHG Mining investiu na ampliação da produção de minérios de ferro e manganês em Corumbá e Ladário, em Mato Grosso do Sul, passando de 2 milhões para 12 milhões de toneladas anuais. “Esse crescimento só foi possível porque contamos com o escoamento de 80% da produção pela Hidrovia do Paraguai, fundamental para a logística de exportação com custos e emissões muito inferiores a qualquer outro modal”, diz Darlan Carvalho, diretor de logística da LHG.

Outro exemplo relevante na mesma região é a operação da Hidrovias do Brasil. Em 2023, a empresa
transportou 4 milhões de toneladas de minério de ferro, grãos e fertilizantes. Mesmo com a seca histórica do rio, que impede as embarcações de trafegar com carga total, o desempenho foi compensado com ajuda da frota de empurradores da Hidrovias do Brasil, aptos a navegar com calado de 6,5 pés (cerca de 2 metros), amenizando o impacto causado pela seca. A Hidrovias do Brasil também opera com transporte hidroviário no Pará. Em abril, a Ultrapar – maior acionista da empresa – injetou aproximadamente 1,2 bilhões de reais em outubro do ano passado.

Para entender o potencial do transporte hidroviário brasileiro, basta observar as referências globais. O Rio
Mississippi, onde circulam 669 milhões de toneladas de carga por ano nos Estados Unidos, é usado como
referência do potencial hidroviário. São 6.900 quilômetros de hidrovias de uso comercial, das quais se retiram cerca de 80 milhões de metros cúbicos de sedimentos ao ano por meio de dragagem. Em comparação, o desafio brasileiro é irrisório. O volume no Rio Paraguai chega a cerca de 400.000 metros cúbicos, mero 0,5% da dragagem feita pelo Corpo de Engenheiros do Exército dos Estados Unidos, que administra o sistema americano.

A Europa e a China também servem como modelos de eficiência e integração. Na Europa, a infraestrutura
hidroviária é reconhecida pela grandiosidade das obras de engenharia, como eclusas e elevadores de navios, e pela integração com outros meios de transporte. O custo do modal hidroviário europeu é, em média, 80% inferior ao do rodoviário, segundo relatório elaborado pelo Instituto de Engenharia. A única estrutura semelhante em águas brasileiras é a eclusa de Tucuruí, localizada no Rio Tocantins, no Pará, conforme afirma Moacir de Freitas Júnior, professor do Centro Paula Souza de São Paulo, que estuda a infraestrutura hidroviária da Europa. Assim mesmo, a eclusa permanece sem uso desde a sua inauguração, em 2010. Outro exemplo vem da China, onde metade da produção é escoada por hidrovias, complementa o relatório do instituto. Para um país de dimensões continentais como o Brasil, que pretende ser recordista na produção de commodities, o caminho para aumentar a eficiência passa necessariamente pelas águas.

(*) Leandro Steiw é Jornalista

Por Leandro Steiw.

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Comércio

Produção de veículos no Brasil recua 6% em maio ante abril, diz Anfavea

Na comparação com o maio de 2024, a produção do mês passado disparou quase 29%

Montadoras instaladas no Brasil produziram 214,7 mil carros, comerciais leves, caminhões e ônibus em maio, uma queda de 5,9% ante o volume montado em abril, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (5) pela associação do setor, Anfavea.

Na comparação com o maio de 2024, a produção do mês passado disparou quase 29%, mas a Anfavea afirmou que a relação é afetada por uma fraca base de comparação diante das enchentes devastadoras que atingiram o sul do país um ano atrás.

No acumulado dos primeiros cinco meses deste ano, o setor mostra crescimento de 10,7% na produção, a 1,026 milhão de veículos, apesar da torrente de importação, que no período acumulou um crescimento de vendas de 19%, a 187 mil unidades.

Apesar da queda na produção em maio ante abril, houve crescimentos de vendas (8,1%) e exportações (11,3%) no período.

Segundo a Anfavea, as vendas no mercado interno em maio somaram 225,7 mil veículos, uma expansão de 16,2% sobre o mesmo período de 2024, acumulando no ano alta de 6,1%, a 986,2 mil unidades.

As exportações de maio ante o mesmo mês do ano passado saltaram 92,6%, para 51,5 mil veículos. De janeiro a maio, as vendas externas mostram expansão de 56,6%, para 213,5 mil unidades, impulsionadas em parte por forte expansão do mercado argentino.

Fonte: CNN Brasil

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Exportação, Industria

Brasil pode multiplicar 22 vezes exportações à UE com aço e alumínio mais ‘verdes’, diz BCG

Investindo na descarbonização da indústria de minérios, o Brasil pode atrair entre 10 e 15 bilhões de euros em investimentos e multiplicar as exportações para a União Europeia em 20 a 22 vezes, afirma estudo da consultoria BCG (Boston Consulting Group) apresentado em Paris nesta segunda-feira (2).

Analisando reservas naturais brasileiras e uma disponibilidade de energia renovável que tende a crescer, a pesquisa sustenta que o país tem uma boa oportunidade de aumentar mercado atendendo anseios de grandes indústrias europeias no setor automotivo, por exemplo, que já fixaram metas de adquirir matéria-prima menos intensiva em emissões de gases estufa.

Fonte: Um Só Planeta 

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Comércio Exterior, Economia

Brasil deu um dos maiores saldos positivos para balança comercial de Trump

O Brasil representou um dos maiores saldos positivos na balança comercial dos EUA, desde o início do governo de Donald Trump em 2025. No primeiro trimestre do ano, esteve na segunda posição entre os países com maior saldo positivo de exportações para o solo norte-americano.

Em dados oficiais publicados nesta quinta-feira, o governo americano indicou que o déficit comercial dos EUA com o mundo caiu de US$ 138 bilhões em março para apenas US$ 61 bilhões em abril, depois que a onda protecionista entrou em vigor.

Sobre o mês de abril, isoladamente, o maior saldo positivo dos EUA foi com Hong Kong (US$ 6,9 bi), seguido pela Holanda (US$ 4,8 bi), Reino Unido (US$ 4,3 bi), Suíça (US$ 3,5 bi), Austrália (US$ 1,4 bi) e Cingapura (US$ 1,4 bi). O Brasil vem na sétima posição, com US$ 1 bilhão de superávit para as exportações americanas. O país foi alvo de tarifas de 10% em todos seus produtos, além de taxas contra o aço – hoje em 50% – veículos e autopeças.

No mesmo mês, os EUA tiveram resultados negativos com a China ($19,7 bi), UE ($17,9 bi), Vietnã ($14,5 bi), México ($13,5 bi), Japão (US$ 5,8 bi), Alemanha (US$ 5,4 bi), Índia (US$ 5,3 bi), Coreia do Sul (US$ 3,3 bi) e vários outras grandes economias. O déficit americano com Taiwan aumentou, chegando a US$ 9,7 bilhões em abril.

Mas foi o levantamento sobre o primeiro trimestre que revelou uma posição de destaque ainda maior para o Brasil. Os números do primeiro trimestre mostram superávits, em bilhões de dólares, com a Holanda (US$ 18,1), Brasil (US$ 7,2), Reino Unido (US$ 5,9), Cingapura (US$ 4,2), Hong Kong (US$ 4,0), Arábia Saudita (US$ 2,6) e Bélgica (US$ 1,0).

A posição do Brasil deve ser usado pelo governo Lula nas negociações com Trump. As equipes dos dois países se reúnem para tentar chegar a um acordo e um dos argumentos usados pelo Itamaraty é de que a economia brasileira já recebe bens americanos de forma significativa e com tarifas baixas.

O resultado da balança comercial no primeiro trimestre do ano seria uma “prova” disso. Neste mesmo período, os americanos tiveram um déficit de US$ 82 bilhões com a Europa, US$ 71,1 bilhões com a China, US$ 52 bilhões com a Suíça e US$ 49 bilhões com o México.

De fato, houve um aumento do déficit com a União Europeia em US$ 44,6 bilhões.

Neste período, para todo o mundo, as exportações americanas aumentaram US$ 3,8 bilhões, para US$ 172,1 bilhões, e as importações aumentaram US$ 48,4 bilhões, para US$ 254,1 bilhões.

O superávit com a América do Sul e Central aumentou US$ 1,8 bilhão, chegando a US$ 15,5 bilhões no primeiro trimestre. As exportações aumentaram US$ 2,7 bilhões, para US$ 94,7 bilhões, e as importações aumentaram US$ 0,9 bilhão, para US$ 79,2 bilhões.

Fonte: UOL

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Comércio, Comércio Exterior

Nova rota marítima direta passando pelo Pacífico facilita comércio entre China e Brasil

Uma nova rota marítima direta para a China foi inaugurada no Porto do Pecém, no Estado do Ceará, no nordeste do Brasil, em abril de 2025, reduzindo em 30 dias o tempo de viagem das mercadorias entre os dois países. Como o mais movimentado terminal portuário da região nordeste, o rendimento anual do porto totalizou cerca de 20 milhões de toneladas.

Uma nova rota marítima direta para a China foi inaugurada no Porto do Pecém, no Estado do Ceará, no nordeste do Brasil, em abril de 2025, reduzindo em 30 dias o tempo de viagem das mercadorias entre os dois países. Como o mais movimentado terminal portuário da região nordeste, o rendimento anual do porto totalizou cerca de 20 milhões de toneladas.

Em comparação à rota anterior, que passava pelo Cabo da Boa Esperança, na África do Sul, e pelo Porto de Santos, no sul do Brasil, essa nova rota liga diretamente os portos da China a Pecém, cruzando o Pacífico e atravessando o Canal do Panamá, reduzindo o tempo de viagem e os custos, afirmou Maximiliano Quintino, presidente do Complexo do Pecém.

Graças à inauguração dessa nova rota, o tempo de transporte de mercadorias do Estado do Ceará para a China foi reduzido em 14 dias, em média, e o volume de comércio entre a China e o nordeste do Brasil aumentou consideravelmente, disse Quintino.

O navio cargueiro Qingdao, da Mediterranean Shipping Company, atracou no Porto do Pecém, em 7 de abril, marcando o início das operações oficiais dessa rota e aumentando o número de rotas internacionais do porto de três para quatro.

André Magalhães, diretor comercial do Complexo do Pecém, informou que a movimentação de contêineres no porto cresceu 37% em termos anuais nos primeiros quatro meses deste ano devido à nova rota, batendo um recorde, e o rendimento total atingiu 6,667 milhões de toneladas de janeiro a abril, subindo 12,4% ante o mesmo período do ano passado.

Com escalas nos portos chineses de Yantian, Ningbo, Shanghai e Qingdao, a operação dessa rota é, sem dúvida, uma boa notícia para as empresas de logística brasileiras que importam cada vez mais produtos da China.

Ficamos muito satisfeitos com essa nova rota pelo Pacífico, que reduz o transbordo e evita possíveis atrasos causados por congestionamentos ou interrupções nos portos, observou Thiago Abreu, diretor executivo da CTI Fracht, acrescentando que a empresa de logística continuará utilizando a rota para expandir as importações e exportações no norte e nordeste do Brasil e aumentar a participação da indústria regional.

Agora, o Complexo do Pecém é composto por três grandes frentes: a Área Industrial, o Porto do Pecém e a Zona de Processamento de Exportação (ZPE) Ceará, e se destacará com projetos de hidrogênio verde.

Segundo Quintino, a região nordeste do Brasil possui vantagens em novas energias e, até 2032, a produção de hidrogênio verde do complexo deverá atingir 1 milhão de toneladas por ano.

Quintino espera que as empresas chinesas participem da construção do porto no futuro, tornando a rota mais eficiente e oferecendo melhores serviços para a troca de mercadorias entre a China e o Brasil.

Fonte: Monitor Mercantil

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Informação, Notícias

Brasil pode se declarar livre da gripe aviária em 14 dias, diz ministro

Fávaro afirma que país está na metade do vazio sanitário; MS não tem casos suspeitos em investigação

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, realizou coletiva de imprensa na manhã desta quarta-feira (4) para atualizar a situação de emergência zoossanitária por gripe aviária no país. Segundo Fávaro, a “crise mostrou ao mundo a robustez do sistema brasileiro”, já que, até agora, houve apenas um caso confirmado da doença em ave de viveiro comercial.

O único caso registrado em granja comercial ocorreu no dia 15 de maio, no município de Montenegro, no Rio Grande do Sul. O ministro informou que, se nenhum outro caso em estabelecimento comercial for confirmado nos próximos 14 dias, o país poderá se declarar livre da gripe aviária.

De acordo com os protocolos internacionais, o período de vazio sanitário dura 28 dias, tempo em que uma área afetada pela doença deve permanecer sem atividade, para evitar a proliferação do vírus.

“Estamos, portanto, na metade do processo de vazio sanitário, sem que outras mortes ocorram nas granjas comerciais. Nossa expectativa é que, ao final desse período, possamos reduzir significativamente as restrições comerciais, até a volta completa à normalidade”, afirmou Fávaro.

Outros dois casos de gripe aviária foram confirmados no Zoológico de Brasília, no dia 28 de maio. No entanto, o ministro esclareceu que, por se tratarem de animais silvestres, esses casos não implicam em restrições comerciais.

O pombo e o marreco irerê, encontrados mortos no local, não faziam parte do plantel do zoológico. Eles foram recolhidos pela Seagri-DF (Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal) e encaminhados ao Laboratório de Defesa do Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária) para análise.

“Há dois anos não tínhamos casos em animais silvestres. Ou seja, desde 15 de maio de 2023. De lá para cá, nunca foi registrado um caso. É tão natural que nem há protocolo prevendo restrição”, explicou o ministro.

Mato Grosso do Sul – No Estado, este ano, nove suspeitas de gripe aviária foram investigadas, todas com resultado negativo para a doença. De acordo com o diretor-presidente da Iagro (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal), Daniel Ingold, esse tipo de apuração faz parte da rotina da agência. Em situações como a emergência sanitária no Rio Grande do Sul, onde houve confirmação da doença, é “esperado um aumento inicial no número de notificações e investigações”.

Em 2023, foram 28 suspeitas em Mato Grosso do Sul, sendo uma delas confirmada em Bonito, o último caso registrado da doença no Estado. Atualmente, não há nenhuma investigação em andamento no território sul-mato-grossense, enquanto o Brasil tem oito coletas de amostras em análise laboratorial.

Fonte: Campo Grande News

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Comércio Exterior, Gestão, Industria, Logística, Negócios, Sustentabilidade, Tecnologia

O ESPECIALISTA: ANDREY LEANDRO 

De executor a estrategista de supply: a transformação das compras internacionais no Brasil 

Há pouco mais de uma década, bastava importar para vender. O Brasil vivia um boom de consumo e um mercado menos competitivo, onde praticamente tudo o que se importava se vendia. Mas o tempo passou, os players aumentaram e os desafios se multiplicaram. A globalização acelerada, somada à instabilidade econômica e às rupturas logísticas, como a pandemia, exigiu muito mais do que apenas bons fornecedores e negociações de preço. Foi o início da transformação: o comprador precisava deixar de ser um executor de pedidos para se tornar um estrategista de supply

Essa mudança não foi apenas de nomenclatura — foi de mentalidade, estrutura e visão. Vivenciei isso de perto ao longo dos últimos 15 anos, enfrentando decisões críticas em momentos de crise e de crescimento. Aprendemos que o sucesso de uma operação de compras internacionais está diretamente ligado ao alinhamento com o time comercial, ao entendimento do mercado consumidor e, principalmente, à capacidade de planejar com meses de antecedência a demanda futura, mesmo diante de um cenário incerto. Ou seja, integrando compras, vendas e estratégia. 

Hoje, o profissional que atua nessa área precisa ser multifuncional: entender de logística, regulação, finanças, tecnologia e, sobretudo, de comportamento humano. Saber o que o time comercial precisa vender e o que o cliente final deseja comprar se tornou tão importante quanto conseguir o melhor lead time ou condição comercial. 

Nesse contexto, o Brasil forma alguns dos compradores mais resilientes do mundo. Afinal, navegamos diariamente por mares turbulentos: câmbio volátil, mudanças regulatórias, burocracia alfandegária, gargalos logísticos e, por vezes, interpretações subjetivas das autoridades. Ainda assim, seguimos entregando resultados, porque combinamos planejamento, tecnologia, relacionamento e, claro, muita criatividade. 

O futuro aponta para uma jornada ainda mais estratégica. A digitalização, a automação, a sustentabilidade e os novos acordos comerciais vão moldar os próximos anos. E quem quiser se destacar nesse cenário precisará ir além das hard skills. Será necessário cultivar autoconhecimento, networking e resiliência. Porque o sucesso duradouro não vem em 10 segundos, como um vídeo viral. Ele é construído dia após dia, com visão, paciência e propósito. 

Para evoluir, o mindset também precisa mudar: 

  • Do foco no resultado imediato → para a valorização do processo. 
  • Da busca por cargos→ para a entrega de valor real. 
  • Da pressa → para a construção consistente. 

É por isso que, mais do que ser apenas um bom comprador que simplesmente monta um pedido e negocia o preço, acredito que, na importação, é preciso ser um estrategista de supply — um conector de soluções globais. Sourcing internacional é muito mais do que encontrar preços baixos: é encontrar parceiros confiáveis, tecnologias de ponta e soluções sob medida que tragam resultados reais. 

Atuo como um hub global de sourcing, com presença forte na Ásia e parceiros estratégicos em todo o mundo. Da prospecção e homologação de fornecedores, passando por auditorias, inspeções e negociações, até o acompanhamento logístico e técnico da produção, minha missão é transformar o acesso a mercados internacionais em vantagem competitiva sustentável. 

Já ajudei indústrias a dobrarem sua produção com o mesmo número de colaboradores, graças à introdução de máquinas mais modernas e automatizadas. Também eliminei elos da cadeia de fornecimento, proporcionando reduções de até 40% no custo final de produtos. 

Trabalho com profundidade técnica, sensibilidade cultural e estratégia comercial para garantir que cada decisão de sourcing seja segura, eficaz e orientada ao crescimento. 

Sourcing internacional é uma alavanca de crescimento quando bem-feito — e estou aqui para fazer isso com você! 

QUEM É ANDREY LEANDRO? 

Andrey Silvino Leandro é um profissional com mais de 15 anos de experiência em compras internacionais, sourcing e desenvolvimento de fornecedores. Atualmente, é fundador da Marco Polo Trade Experts, empresa especializada em conectar empresas brasileiras a fornecedores globais, facilitando processos de importação e promovendo soluções estratégicas no comércio exterior. Reconhecido por seu networking global e visão estratégica, Andrey é um facilitador de importações e um conector de soluções globais, com profundo conhecimento em logística, regulação, finanças e comportamento de consumo. Sua trajetória é marcada por resiliência, inovação e uma abordagem integrada entre compras, vendas e estratégia. 

Graduado em Relações Internacionais pela Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI/SC), com pós-graduação em Gestão Organizacional, Logística e Comércio Exterior pela mesma instituição. Além da formação no Program for Management Development (PMD) – um programa internacional de Direção Geral voltado a executivos e diretores no IESE Business School – onde foi exposto a decisões de alta complexidade, exigindo uma visão estratégica e integrada da gestão empresarial. Provocado a pensar de forma inovadora os desafios organizacionais, aprimorar a liderança e fortalecer a capacidade de execução, além de ampliar a rede global de relações. 

Contato:
https://www.linkedin.com/in/andrey-silvino-leandro/

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