Exportação

Exportações de carne de frango alcançam recorde histórico em janeiro de 2026

As exportações de carne de frango do Brasil atingiram um patamar inédito em janeiro de 2026, de acordo com dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O desempenho confirma o bom momento do setor, mesmo em um período tradicionalmente marcado por menor demanda internacional.

Considerando produtos in natura e processados, os embarques somaram 459 mil toneladas no mês, crescimento de 3,6% em comparação a janeiro de 2025, quando foram exportadas 443 mil toneladas.

Faturamento também registra melhor resultado para janeiro

Além do avanço no volume, o faturamento das exportações brasileiras de frango também foi recorde. A receita alcançou US$ 874,2 milhões, alta de 5,8% em relação ao mesmo mês do ano anterior, que havia registrado US$ 826,4 milhões.

O resultado reforça a valorização do produto brasileiro no mercado externo e a ampliação da presença em destinos estratégicos.

Paraná lidera ranking de estados exportadores

O Paraná manteve a liderança nacional nas exportações de carne de frango, com 187,7 mil toneladas embarcadas em janeiro, avanço de 3,9% na comparação anual.

Na sequência aparece Santa Catarina, responsável por 103,1 mil toneladas, com crescimento expressivo de 9,3% frente ao mesmo período de 2025.

Demais estados ampliam participação nas exportações

O Rio Grande do Sul exportou 58,7 mil toneladas, registrando alta de 0,75%. Já São Paulo embarcou 26,7 mil toneladas, com crescimento de 2%, enquanto Goiás alcançou 25,6 mil toneladas, apresentando incremento de 9,5% nas exportações.

Perspectivas positivas para o mercado internacional em 2026

Para o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o desempenho observado no início do ano indica um cenário favorável para os próximos meses. Segundo ele, o crescimento em praticamente todos os principais destinos, mesmo em janeiro, reforça a tendência de expansão sustentada.

O dirigente destaca, entre os mercados com maior demanda, os Emirados Árabes, a África do Sul, países da União Europeia e mercados específicos da Ásia, que seguem ampliando as compras da proteína avícola brasileira.

FONTE: ABPA
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Datamar News

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