Evento, Inovação, Sustentabilidade, Tecnologia

FIESC e SENAI integram Semana da Inovação Brasil-Suécia, de 11 a 13 de novembro

Entre as atividades está o Matchmaking, no dia 13, no Instituto SENAI de Inovação em Sistemas Embarcados e que tratará da integração em bioeconomia, saúde, cidades sustentáveis e mineração sustentável.

A Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) e os Institutos SENAI de Inovação e de Tecnologia estão integrados à Semana de Inovação Brasil-Suécia, um conjunto de eventos de cooperação binacional, que ocorre em Florianópolis, entre 11 e 13 de novembro. As atividades tratam de temas como bioeconomia, ciências da saúde, cidades sustentáveis, mineração sustentável (incluindo terras raras), aeronáutica e aeroespacial.

Entre as atividades previstas está o 4º Matchmaking Suécia-Brasil, que será realizado no Instituto SENAI de Inovação em Sistemas Embarcados, no 13 de novembro. A FIESC sediará diversos workshops, e a cerimônia de abertura da 12ª edição das Semanas de Inovação Suécia-Brasil, no dia 11 de novembro.

O eventos compreendem também:

  • 10ª Reunião do Grupo de Alto Nível Brasil-Suécia sobre Aeronáutica (HLG),
  • 9ª Reunião do Grupo Diretor Brasil-Suécia sobre Cooperação Inovadora de Alta Tecnologia (SGI),
  • 34ª reunião do Comitê Executivo de Aeronáutica (EC-GAN),
  • 13º Workshop Brasil-Suécia em Aeronáutica,
  • 6º Workshop Brasil-Suécia em IA e Autonomia,
  • 4º Workshop do SC2C.Aero: Aeronáutica,
  • 4º Workshop do SC2C.Aero: Espaço e
  • 3º Workshop em Saúde Digital, Inteligência Artificial (IA) & Aprendizado de Maquina (ML).

Além disso, serão realizadas reuniões de pesquisadores, de Pontos de Contato Brasil-Suécia, de Agências de Fomento e uma exposição do Instituto Sueco sobre transição verde.

Clique aqui para saber mais sobre a Semana de Inovação Brasil-Suécia

A programação é iniciativa conjunta do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) do governo brasileiro com a Embaixada da Suécia no Brasil. Os eventos integram todo o ecossistema de inovação de Florianópolis. Além da FIESC e do Instituto SENAI de Inovação em Sistemas Embarcados, que sediam parte da programação, estão envolvidos a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a Fundação Certi, o Centro de Convergência de Tecnologias Aeroespaciais de Santa Catarina (SC2C.Aero), e a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado Santa Catarina (Fapesc), além do Centro de Pesquisa e Inovação Sueco-Brasileiro (CISB).

A iniciativa é baseada no Acordo de Cooperação Econômica, Industrial e Tecnológica assinado pelos governos brasileiro e sueco em 1986 e no Protocolo Adicional sobre Cooperação em Alta Tecnologia Industrial e Inovadora assinado em 2009.

FONTE: Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina – FIESC
Gerência de Comunicação Institucional e Relações Públicas

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BYD supera Tesla em aumento de receita trimestral pela primeira vez

 A fabricante chinesa de veículos elétricos BYD registrou um aumento de 11,5% no lucro líquido do terceiro trimestre, anunciado nesta quarta-feira, beneficiada por forte demanda e incentivos governamentais de troca de veículos.

O lucro líquido totalizou 11,6 bilhões de iuanes (US$ 1,63 bilhão) no período de julho a setembro, e o acumulado dos primeiros nove meses subiu 18,1%, alcançando 25,2 bilhões de iuanes.

A receita do terceiro trimestre cresceu 24% em relação ao ano anterior, chegando a 201,1 bilhões de iuanes (US$ 28,24 bilhões), marcando a primeira vez que a receita trimestral da BYD superou a da Tesla, que registrou US$ 25,2 bilhões no mesmo período.

A BYD manteve sua liderança no mercado chinês de VEs, representando mais de um terço das vendas de veículos elétricos e híbridos plug-in no país este ano. A empresa atingiu recorde de vendas mensais em setembro e estabeleceu um novo pico de vendas trimestrais no terceiro trimestre.

BYD e concorrentes como a Tesla têm se beneficiado dos incentivos “velho por novo” do governo, que visam estimular a compra de veículos mais sustentáveis. Dados do setor mostram que as vendas de automóveis na China reverteram uma queda de cinco meses no último mês, com o apoio desses subsídios governamentais.

A receita do terceiro trimestre cresceu 24% em relação ao ano anterior, chegando a 201,1 bilhões de iuanes (US$ 28,24 bilhões), marcando a primeira vez que a receita trimestral da BYD superou a da Tesla, que registrou US$ 25,2 bilhões no mesmo período.

A BYD manteve sua liderança no mercado chinês de VEs, representando mais de um terço das vendas de veículos elétricos e híbridos plug-in no país este ano. A empresa atingiu recorde de vendas mensais em setembro e estabeleceu um novo pico de vendas trimestrais no terceiro trimestre.

BYD e concorrentes como a Tesla têm se beneficiado dos incentivos “velho por novo” do governo, que visam estimular a compra de veículos mais sustentáveis. Dados do setor mostram que as vendas de automóveis na China reverteram uma queda de cinco meses no último mês, com o apoio desses subsídios governamentais.

FONTE: Investing.com

BYD supera Tesla em aumento de receita trimestral pela primeira vez

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DP World expande a Divulgação do Impacto no Desenvolvimento Sustentável para novos países

A DP World ampliou sua Divulgação do Impacto no Desenvolvimento Sustentável (SDID) para incluir Brasil, Senegal e África do Sul, continuando seu progresso em direção ao cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.

Isso ocorre após a publicação do primeiro SDID da empresa em abril de 2024, que se concentrou na Índia e em Somalilândia.

O relatório SDID ampliado destaca o compromisso da DP World com o avanço do desenvolvimento sustentável por meio de investimentos estratégicos e demonstra como a empresa está gerando um impacto tangível em áreas críticas, desde infraestrutura resiliente até engajamento comunitário e igualdade de gênero.

Por exemplo, no Brasil, a DP World está colaborando com a Rumo para desenvolver um novo terminal capaz de operar 12,5 milhões de toneladas de grãos e fertilizantes, consolidando ainda mais Santos como um hub importante para logística agrícola. Da mesma forma, no Senegal, a empresa investiu mais de US$ 300 milhões para modernizar suas operações, aumentando a capacidade de manuseio do terminal de 265.000 TEUs em 2008 para 800.000 TEUs em 2023, melhorando a conectividade do comércio sub-regional e ampliando o acesso a mercados de difícil acesso.

Sultan Ahmed bin Sulayem, Presidente do Grupo e CEO da DP World, disse: “Estamos comprometidos em investir em larga escala globalmente para fortalecer a resiliência do comércio e promover impactos sociais positivos nas comunidades onde operamos. Por isso, estamos imensamente orgulhosos de ampliar esta divulgação e destacar nossas contribuições para avançar nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e preencher lacunas em economias em desenvolvimento importantes. O relatório mostra como os serviços que a DP World oferece criam infraestrutura, melhoram os serviços logísticos e proporcionam oportunidades para as comunidades.”

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Principais desafios enfrentados na logística nacional

A logística no Brasil é um setor essencial para o desenvolvimento econômico, porém enfrenta uma série de desafios que impactam diretamente a eficiência, o custo e a qualidade dos serviços prestados.

Na GH, estamos cientes dessas dificuldades e buscamos constantemente superá-las com soluções inovadoras e práticas sustentáveis.

Vamos explorar os principais desafios da logística no Brasil e como a GH está se posicionando para superá-los.

1. Infraestrutura defasada: Estradas, ferrovias e portos inadequados prejudicam o transporte ágil de mercadorias.

Na GH, nossa resposta a esse cenário é investir em uma frota moderna e especializada, além de otimizar rotas de transporte para garantir entregas ágeis e seguras, minimizando os impactos causados pela infraestrutura limitada.

2. Altos custos operacionais: A carga tributária elevada e os reajustes de combustíveis aumentam o custo logístico.

A GH se compromete a atuar com foco em eficiência e inovação, buscando otimizar processos logísticos que reduzam custos e mantenham a qualidade do serviço. Com o uso de tecnologias avançadas e combustíveis sustentáveis, como GNV e biometano, conseguimos manter a competitividade sem abrir mão de nosso compromisso com o meio ambiente.

3. Escassez de profissionais capacitados: A falta de mão de obra qualificada dificulta a execução eficiente das operações.

A GH investe constantemente na capacitação de nossos Solucionadores, garantindo que eles estejam preparados para lidar com as exigências do mercado logístico moderno. Além disso, contamos com um ambiente de trabalho que valoriza o bem-estar e o desenvolvimento contínuo, resultando em maior retenção de talentos e na criação de uma equipe forte e qualificada.

4. Planejamento e estratégia logística: A falta de estratégia leva a atrasos e erros nas entregas.

Na GH, o planejamento é uma prioridade. Desenvolvemos soluções personalizadas, alinhadas às necessidades específicas de cada cliente, proporcionando uma logística mais ágil e precisa. Utilizamos softwares inteligentes de gestão para garantir que tudo corra conforme o previsto, desde o armazenamento até a entrega final.

5. Frotas defasadas: Veículos antigos geram mais manutenção e consumo de combustível, afetando prazos e custos.

Na GH, nos orgulhamos de contar com uma frota moderna e bem mantida, além de utilizar veículos que operam com combustíveis mais limpos, como GNV e biometano. Isso nos permite não apenas manter a eficiência operacional, mas também contribuir para um transporte mais sustentável.

6. Logística Reversa: Gerenciar a devolução e reciclagem de produtos ainda é um desafio para muitas empresas.

A GH entende a importância da logística reversa e oferece soluções que auxiliam as empresas a implementar processos eficientes de devolução e reciclagem, sempre comprometidos com práticas sustentáveis que preservem o meio ambiente.

Os desafios enfrentados pela logística no Brasil são diversos e complexos, mas com o compromisso certo e uma abordagem inovadora, é possível superá-los. Na GH, estamos sempre à frente, buscando soluções que simplifiquem a logística para nossos clientes, ao mesmo tempo em que cuidamos do meio ambiente e promovemos a eficiência operacional. Enfrentamos esses desafios com tecnologia, planejamento estratégico e foco em resultados.

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Brasil lança a janela única de Investimentos para facilitar a entrada de capital estrangeiro

Parceria entre MDIC e BID dá início à criação da plataforma, já adotada por mais de 60 países, que desburocratiza processos e facilita a tomada de decisão de investidores.

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, e o gerente geral do Departamento de Países do Cone Sul do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Morgan Doyle, fecharam parceria, nesta segunda-feira (28), para a criação e o desenvolvimento da Janela Única de Investimentos do Brasil.

Com aporte inicial de US$ 400 mil do BID, a nova plataforma vai centralizar o acesso a informações, autorizações e trâmites necessários para o setor privado, facilitando o caminho para tomada de decisão de investidores nacionais e estrangeiros.

Durante o 7º Fórum Brasil de Investimento (BIF), o ministro Geraldo Alckmin ressaltou a importância da nova plataforma para o Brasil desburocratizar processos, receber mais investimentos e realizar projetos estratégicos para o desenvolvimento do país.

“É uma Janela Única para quem quiser investir no Brasil ter todas as informações, ganhar tempo, desburocratiza licenças, autorizações, parte fiscal. Enfim poder atrair investimento e facilitar a vida do investidor”, explicou Alckmin.

“Nós precisamos atrair mais investimento para o Brasil, investimento externo direto para a gente poder crescer mais fortemente e de maneira sustentável. E as oportunidades, são enormes”, acrescentou o ministro, ao citar uma série de iniciativas brasileiras como a Nova Indústria Brasil.

Adotado por mais de 60 países, as Janelas de Investimento têm se destacado como um instrumento estratégico de apoio à promoção do investimento estrangeiro e à competitividade de vários países.

O gerente BID Morgan Doyle explicou que o projeto vai tornar processos mais eficientes, reduzir custos e dar maior previsibilidade para os investimentos no Brasil, que tem grande importância no enfrentamento de desafios globais.

“O mundo todo ganha por poder ter acesso mais fácil às soluções que o Brasil oferece nessa transição ecológica, segurança alimentar e outros temas de fundamental importância”, frisou.

Desburocratização para a tomada de decisão

Realizada pela secretaria executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex/MDIC), a Janela Única de Investimentos do Brasil vai oferecer uma plataforma digital que consolida o acesso a serviços de diversas agências governamentais, como registros, permissões e licenças, incluindo aquelas em nível estadual e municipal.

Isso representa um avanço para desburocratizar processos, reduzir as assimetrias de informação e aumentar a transparência para os investidores, especialmente em setores estratégicos como energias renováveis e infraestrutura.

O projeto se alinha à Nova Indústria Brasil, integrando ferramentas como os Portais de Informação de Investimentos e o InvestVis.

A Janela Única também servirá como uma valiosa fonte de dados para análises futuras, auxiliando na formulação de políticas públicas mais eficazes e alinhadas ao desenvolvimento do país. Ao simplificar o ambiente de negócios e tornar o Brasil mais competitivo.

Programa de Reformas Institucionais

No BIF, o vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin assinou a criação do Programa de Reformas Institucionais para a Competitividade e Ambiente de Negócios, sob a modalidade de Empréstimos Baseados em Políticas (Policy Based Loan – PBL).

O programa funciona como uma operação de crédito externo, celebrada com o BID, para apoiar reformas políticas e/ou mudanças institucionais em um determinado setor ou subsetor.

Na prática, recursos na ordem de US$ 100 milhões, já aprovados pela Comissão de Financiamentos Externos do Ministério do Planejamento e Orçamento, beneficiarão o setor produtivo em geral e, em particular, micro e pequenos empreendedores, além de empresas lideradas por mulheres. A ideia é que o programa, com vigência de 2025 a 2026, contribua diretamente para uma maior inclusão social por meio da produção, com base na geração de emprego e renda.

O programa busca contribuir para o aumento da competitividade e o aprimoramento do ambiente de negócios no país por meio de reformas que visam à modernização econômicas e o estímulo da produtividade nacional por meio de três linhas de trabalho: o fortalecimento das capacidades institucionais para uma política regulatória que melhore o ambiente de negócios; a promoção de medidas que reduzam a carga regulatória e gerem incentivos para a inovação, a inclusão social e a sustentabilidade; e a promoção da facilitação do comércio exterior para impulsionar a competitividade dos bens brasileiros nos mercados internacionais.

Brasil lança a janela única de Investimentos para facilitar a entrada de capital estrangeiro — Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Brasil negocia ‘sinergias’ com a China e não deve assinar um tratado de adesão à Nova Rota da Seda, diz Amorim

Expectativa é que o país asiático ofereça oportunidades em infraestrutura, energia solar e carros híbridos ou elétricos.

O assessor para assuntos internacionais da Presidência da República, Celso Amorim, afirmou que o governo brasileiro quer elevar a relação com a China a um novo patamar, sem que para isso precise assinar um “contrato de adesão”. Amorim deu essa declaração, ao ser perguntado se o Brasil vai se juntar a outros países e fazer parte do programa trilionário de investimentos chineses, conhecido por Nova Rota da Seda, ou Iniciativa Cinturão e Rota.

A palavra-chave é sinergia. Não é assinar embaixo, como uma apólice de seguro. Não estamos entrando em um tratado de adesão. É uma negociação de sinergias,  disse ao GLOBO o principal assessor de Lula para assuntos internacionais.

Com isso, Amorim sinalizou que o Brasil não deve aderir formalmente ao programa chinês. Criado há mais de uma década, cerca de 150 países em desenvolvimento tiveram de assinar memorando de entendimento para se juntar à iniciativa.

Eles (os chineses) falam sobre cinturão, mas não é uma questão de aderir. Eles dão os nomes que eles quiserem para o lado deles, mas o que interessa é que são projetos que o Brasil definiu e que serão aceitos ou não, completou.

Amorim participou de uma missão à China, na semana passada. O objetivo foi conversar sobre a visita de Estado que o presidente chinês, Xi Jinping, fará ao Brasil, no próximo mês, à margem da cúpula de líderes do G20, que acontecerá no Rio de Janeiro.

De acordo com o diplomata, os projetos que estão em estudo entre os dois países poderão ser estendidos para outras nações sul-americanas. A expectativa é que o país asiático ofereça oportunidades não apenas em infraestrutura, mas também em outras áreas, que vão de energia solar a carros híbridos ou elétricos.

Ele explicou que o avanço dessa parceria entre Brasil e China deve estar presente tanto sob o ponto de vista econômico como na geopolítica. Por exemplo, Brasil e China trabalham juntos por um plano de paz que ponha fim à guerra entre Rússia e Ucrânia.

A ideia é passar para outro patamar e isso faz parte de uma visão do Brasil, de ter suas relações diversificadas e não ficar dependendo de um único fornecedor, ou um único parceiro. A parceria não é só comprar e vender, mas investir com insumos feitos no Brasil , por exemplo, afirmou.

Na última quarta-feira, em um evento em São Paulo, a representante de Comércio dos Estados Unidos, Katherine Tai, afirmou que o Brasil deveria ter cautela com uma possível adesão à Nova Rota da Seda. A declaração de Tai irritou Pequim que, nesta sexta-feira, orientou a Embaixada da China em Brasília a divulgar uma nota dizendo que a recomendação “carece de respeito ao Brasil, um país soberano, e despreza o fato de que a cooperação sino-brasileira é igualitária e mutuamente benéfica”.

Brasil negocia ‘sinergias’ com a China e não deve assinar um tratado de adesão à Nova Rota da Seda, diz Amorim | Mundo | O Globo

 

 

 

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O papel da Tecer Terminais na movimentação especializada e o futuro off-shore

O Brasil tem se posicionado como um dos grandes players globais no setor de energias renováveis, especialmente com a expansão de parques eólicos e solares.

À medida que o mercado avança, a necessidade por soluções logísticas eficientes e sustentáveis se torna cada vez mais necessária. Dentro desse cenário, a Tecer Terminais se destaca como uma referência em operações de movimentação de cargas superdimensionadas para o setor eólico e de transformadores solares, contribuindo diretamente para o desenvolvimento de projetos on-shore e olhando estrategicamente para o futuro das operações off-shore com um planejamento de curto, médio e longo prazo visando atender as necessidades dos usuários do Complexo Portuário e Industrial do Pecém.

A atuação da Tecer nas operações na movimentação componentes eólicos e solares é marcada pelo uso de guindastes MHC (Mobile Harbor Crane) elétricos com capacidade de 150 toneladas e com empilhadeiras de 100 a 130 toneladas de capacidades, que além de serem mais ágeis e eficazes, apresentam uma alternativa ambientalmente amigável ao reduzirem emissões de carbono. Estes guindastes e empilhadeiras, combinados com carretas especiais com abertura entre eixos de até 70 metros geram um diferencial nas movimentações internas, são ideais para a movimentação de componentes essenciais para a construção de pás, torres e geradoras eólicas e transformadores solares, cujas dimensões exigem precisão técnica e equipamentos de ponta. Esse conjunto de soluções permite à Tecer realizar o transporte de grandes peças com rapidez, segurança e com menor impacto ambiental — uma demanda crescente no setor energético.

Entre os dias 22 e 24 de outubro a Tecer Terminais estará representando o Ceará no WindPower 2024, um dos maiores eventos da indústria eólica no Brasil. A participação da Tecer no evento simboliza não apenas sua liderança no mercado de movimentações portuárias em componentes eólicos nos sentidos de exportação e ou importação, mas também sua preparação para os desafios do futuro, especialmente no que diz respeito às operações offshore, uma das próximas fronteiras do setor de energia eólica.

As futuras movimentações off-shore, que exigem ainda mais especialização devido à complexidade e às condições ambientais desafiadoras, posicionam a Tecer como uma empresa que está participando dos planejamentos de curto, médio e longo prazo que será a chave para a construção de parques eólicos em águas profundas. Essas movimentações no setor representam não só avanços tecnológicos, mas também uma integração estratégica entre inovação e sustentabilidade, pilares que norteiam a atuação da Tecer Terminais no mercado de energias renováveis.

Carlos Alberto Nunes é diretor comercial da Tecer Terminais

O papel da Tecer Terminais na movimentação especializada e o futuro off-shore – Colaboradores – Diário do Nordeste

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Durante cúpula dos Brics, ministério russo é alvo de ataque cibernético

Na manhã desta quarta-feira (23), durante a cúpula dos Brics realizada em Kazan, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia foi alvo de um significativo ataque cibernético.

A porta-voz do ministério, Maria Zakharova, destacou a magnitude do incidente, revelando que ataques DDoS foram utilizados, causando instabilidade no site oficial. Embora a origem do ataque não tenha sido confirmada, a situação conflituosa com a Ucrânia a coloca como uma potencial suspeita.

Em resposta a este desafio de segurança da informação, as autoridades locais intensificaram as medidas de segurança na cidade. As ações incluíram o fechamento de ruas e o aumento da presença de soldados e policiais, especialmente nas áreas próximas à estação de trem, visando proteger tanto os participantes da cúpula quanto a população local.

Kazan foi selecionada como sede da cúpula dos Brics devido à sua infraestrutura bem desenvolvida e localização estratégica. A cidade, que é a capital da República do Tartaristão, na Rússia, já sediou eventos internacionais anteriormente, demonstrando capacidade organizacional. A escolha também ressalta a importância geopolítica da região no cenário internacional.

Impacto dos Incidentes com Drones no Aeroporto de Kazan

Além do ataque cibernético, o aeroporto de Kazan enfrentou incidentes envolvendo drones, o que aumentou as preocupações sobre potenciais ameaças terroristas. Esses acontecimentos ressaltam a necessidade de vigilância redobrada durante a cúpula, um evento de grande importância política e econômica. As autoridades russas continuam monitorando de perto o ambiente para garantir a segurança do evento e dos participantes.

Como as autoridades russas estão lidando com a segurança?

A estratégia de segurança adotada pelas autoridades russas envolve múltiplas camadas de proteção. Essa abordagem inclui, mas não se limita a:

  • Ampliação da presença policial e militar em pontos estratégicos da cidade.
  • Monitoramento constante de tráfego aéreo para detectar drones não autorizados.
  • Implementação de bloqueios temporários em rotas de alto risco.

A Cúpula dos Brics e seu Significado Geopolítico

A cúpula dos Brics reúne as principais economias emergentes do mundo, incluindo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Estes países discutem temas de interesse comum, como a cooperação econômica, segurança internacional e desenvolvimento sustentável.

Durante cúpula dos Brics, ministério russo é alvo de ataque cibernético – Terra Brasil Notícias

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GT de comércio e investimentos do G20 busca pacote de consensos sobre temas prioritários

O Grupo de Trabalho de Comércio e Investimentos do G20, coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comercio e Serviços (MDIC) e pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE), busca construir um pacote de consensos relativos aos quatro pontos definidos como prioritários pelo GT desde que os representantes dos países começaram a se reunir, em abril.  

Os temas propostos pelo Brasil – que neste ano assumiu a presidência do G20 – versam sobre comércio e desenvolvimento sustentável; mulheres e comércio internacional; desenvolvimento sustentável em acordos de investimento; e reforma da Organização Mundial do Comércio (OMC).

Em relação a comércio e desenvolvimento sustentável, a presidência brasileira propõe a adoção de uma lista de princípios para orientar a elaboração e a implementação de medidas domésticas dos países relacionadas ao comércio internacional.  Para o tema de mulheres e comércio internacional, a expectativa é de acolhimento de um compêndio de boas práticas com iniciativas dos países do G20 para servir de guia para os países interessados em remover barreiras e aumentar a inclusão feminina no comércio global. E, em relação ao desenvolvimento sustentável, a intenção é que o grupo de países acolha estudo encomendado pela presidência brasileira do G20 à Unctad (Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento) que mapeia cláusulas de desenvolvimento sustentável e facilitação de investimentos em acordos internacionais de investimento (IIAs).

A ideia de um pacote de consensos  foi explicada nesta terça-feira (22) durante conversa com jornalistas que cobrem as últimas reuniões do GT antes da plenária ministerial da próxima quinta (24), da qual participa o vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin. A depender do encaminhamento, o documento consensuado  pode ser anexado à declaração de líderes em novembro, quando se reúnem, no Rio de Janeiro, os presidentes dos países membros.

Pelo MDIC, participaram da coletiva as secretárias Tatiana Prazeres (Comércio Exterior) e Marcela Carvalho (Camex). Pelo MRE, os embaixadores Fernando Pimentel e Philip Fox-Drummond.

Segundo Pimentel e Tatiana, o grupo optou por apresentar um pacote de consensos  ao final dos trabalhos, e não o tradicional comunicado, porque esse modelo daria mais perenidade ao que for acordado.

“Os princípios têm uma vida mais longa. Todos os temas estão em negociação, mas a gente está trabalhando essa ideia, a de um pacote de consenso”, disse Pimentel.

“Esse consenso”, prosseguiu Tatiana, “vai ser consubstanciado em todas essas frentes de negociação. Nas quatro prioridades nós buscamos resultados acordados, consensuados”. Ela ressaltou, porém, que tudo ainda está em aberto.

“Vale lembrar que é um processo muito difícil. Hoje, consensos na área de comércio e investimento são muito desafiadores. Vivemos um momento em que há visões muito diferentes mundo afora e os países membros do G20 de alguma maneira representam também visões muito diferentes. É natural que esse processo de convergência seja difícil. E é difícil porque estamos tratando de temas importantes”.

Tatiana frisou, ainda, que o tema relacionado a comércio e o desenvolvimento sustentável é o mais ambicioso da presidência brasileira, neste grupo.

“Essa relação veio para ficar. Nós entendemos que o Brasil não poderia se furtar de buscar princípios que orientem a formulação e implementação de políticas que se encontram nessa conexão entre comércio e desenvolvimento sustentável. Reconhecer a importância do tema e buscar orientar a formulação de políticas públicas mundo afora é algo que o Brasil entende como prioritário neste momento, que é desafiador e ao mesmo tempo é de uma importância inegável no mundo de hoje”, concluiu a secretária.

Investimentos

Também na área de acordos de investimentos é essencial a interlocução com o desenvolvimento sustentável, pontuou Marcela Carvalho, secretária executiva da Camex.

Ela e o embaixador e Philip Fox-Drummond lembraram que o Brasil tem um modelo de acordo de investimentos que já incorpora diversa cláusulas de sustentabilidade.

“O Brasil é pioneiro na adoção dessas cláusulas”, disse Marcela, citando o estudo que mostra adoção de medidas semelhantes por vários outros países.

“E por que isso importa? Porque hoje os países não querem mais um investimento que gere emprego e renda, apenas. Isso é importante, obviamente, mas também é importante que esse investimento observe as comunidades, que ele venha com um olhar para o meio ambiente, que ele olhe também para as questões de direitos humanos, de empregabilidade, que ele contenha cláusulas que facilitem a contratação de mulheres, a contratação de fornecedores que são pequenos e médios”, concluiu.

Pela manhã, a presidência brasileira realizou um seminário paralelo ao G20, envolvendo o BID e o B20 – grupo de empresas do G20 -, em que foram apresentadas iniciativas de sustentabilidade governamentais e privadas. Além de Marcela Carvalho e Philip Fox-Drummond,  participaram do seminário a Sherpa do B20 Brasli,  Célia Biasutti, chefe de comércio e integração internacional da Confederação Nacional da Indústria (CNI); Xolelwa Mlumbi-Peter, embaixadora da África do Sul na Organização Mundial do Comércio  e diretora-geral Adjunta do Departamento de Comércio e Indústria;  Reuben East, diretor-adjunto da Divisão de Investimento e Compras Governamentais para Assuntos Globais do Canadá; e Reynaldo Goto, diretor de Compliance da BRF (uma das maiores empresas de processamento de alimentos do mundo) e co-presidente do Grupo de Trabalho de Integridade e Compliance do B20.

GT de comércio e investimentos do G20 busca pacote de consensos sobre temas prioritários — Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

 

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Terminal TecPlata movimenta o primeiro contêiner neutro em carbono da Argentina

A TecPlata alcançou um novo marco ao movimentar o primeiro contêiner neutro em carbono na Argentina.

Essa conquista representa um avanço significativo no compromisso da empresa com a sustentabilidade, consolidando sua posição como líder em soluções logísticas inovadoras.
Por meio da parceria com a Petrocuyo, LOGIN e Carbon+, a TecPlata implementou com sucesso práticas que priorizam a responsabilidade ambiental, sem abrir mão da eficiência operacional.

Como o primeiro porto argentino a atingir a neutralidade de carbono, a TecPlata se compromete a promover práticas sustentáveis no setor de logística, buscando gerar um impacto positivo significativo no meio ambiente.

Considerado o terminal de contêineres mais moderno da Argentina, a TecPlata possui uma capacidade inicial de 450.000 TEUs, podendo ser ampliada para até 1 milhão de TEUs na segunda fase do projeto.

Fonte: Sea Trade Maritime News

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