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Unia orienta empresas sobre as próximas etapas do NPI

A Secretaria da Receita Federal do Brasil atualizou recentemente o cronograma de implementação da Declaração Única de Importação (DUIMP), que integra o Novo Processo de Importação (NPI). As novas fases preveem a ampliação do uso da DUIMP por operadores certificados e o avanço na digitalização de etapas antes realizadas manualmente, como a atuação de órgãos anuentes e a análise documental.

A transição representa um marco importante para empresas que operam com comércio exterior, especialmente nos setores regulados como o farmacêutico e o médico-hospitalar. Segundo Alexandre Alencar, CFO e sócio-diretor da Unia, a adaptação ao novo modelo é indispensável para manter a fluidez das operações e evitar atrasos logísticos. 

“O NPI exige uma nova postura operacional e tecnológica. As empresas precisam revisar seus processos, integrar sistemas e alinhar a gestão aduaneira com as exigências da Receita Federal e da Anvisa. Na Unia, estamos sempre atentos às evoluções do setor, nos antecipando às mudanças, e neste momento já estamos plenamente preparados para cumprir todas essas exigências, apoiando nossos clientes com segurança, agilidade e conformidade”, afirma.

A Unia, focada em logística e assessoria aduaneira para o setor de saúde, tem orientado seus clientes na adequação às mudanças. Entre os pontos de atenção estão a obrigatoriedade do Catálogo de Produtos, a correta classificação fiscal e o uso da Licença de Importação integrada à DUIMP, que já está sendo exigida por diversos órgãos.

A empresa reforça a importância de preparar equipes e sistemas para as etapas que entram em vigor nos próximos meses, conforme divulgado oficialmente pela Receita Federal e amplamente repercutido por especialistas do setor.

TEXTO E IMAGEM: DIVULGAÇÃO

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Comércio Exterior, Informação, Portos

Túnel Santos-Guarujá recebe licença ambiental prévia e avança para leilão de concessão

Licença concedida pela Companhia Ambiental de São Paulo autoriza prosseguimento do projeto, aguardado há mais de 100 anos

O projeto do túnel Santos-Guarujá, uma das obras de infraestrutura mais aguardadas do país, avançou mais uma etapa com a concessão da Licença Ambiental Prévia pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). A autorização é requisito fundamental para a realização do leilão de concessão, previsto para 2025, e assegura aos investidores a viabilidade ambiental e jurídica da obra, estimada em R$ 6,8 bilhões.

A licença confirma que o projeto atende às exigências ambientais, permitindo que avance para a próxima etapa. Apenas com essa autorização é possível iniciar as obras, que prometem transformar a mobilidade entre Santos e Guarujá e gerar ganhos para a logística e a economia da Baixada Santista.

“O túnel Santos-Guarujá é uma das obras mais importantes do Brasil e vai integrar de forma definitiva as duas cidades, melhorando a mobilidade, reduzindo o tempo de travessia e fortalecendo a economia da região”, afirmou o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho.

Coordenada pelo Governo Federal, por meio do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), a intervenção integra o Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento, do Governo Federal) e prevê a ligação seca entre as duas cidades, separadas pelo estuário do Porto de Santos. O túnel terá 1,5 km de extensão, dos quais 870 metros serão imersos, com três faixas de rolamento por sentido, sendo uma exclusiva para o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), além de acessos para pedestres e ciclistas.

O MPor tem atuado na articulação com órgãos ambientais e governos estadual e municipal para o andamento do projeto, além de apresentar a obra a investidores nacionais e internacionais. Em abril, o ministro Silvio Costa Filho esteve na Europa para conhecer projetos de referência e divulgar a iniciativa em agendas na Dinamarca, Holanda e Portugal.

O projeto, considerado a maior obra do Novo PAC, deve atrair grande interesse de investidores pela relevância logística e econômica que representa para o sistema portuário brasileiro e para a integração urbana da região.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

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ApexBrasil abre novo edital para despachantes aduaneiros divulgarem serviços na Plataforma Brasil Exportação

A ApexBrasil acaba de lançar edital para a entrada de despachantes aduaneiros na Plataforma Brasil Exportação. O objetivo é diversificar e ampliar o acesso para quem deseja operar no comércio exterior.

O edital disponibiliza 30 vagas, para empresas e profissionais autônomos que oferecem o serviço de despacho aduaneiro a exportadores brasileiros, sendo 5 prioritárias para empresas sediadas nas regiões norte e nordeste e outras 5 para negócios liderados por mulheres.

Como realizar a inscrição?

Os interessados podem conferir todas as regras e critérios de seleção diretamente na plataforma Brasil Exportação clicando aqui. As inscrições serão analisadas conforme os requisitos estabelecidos e as vagas preenchidas por ordem de aprovação.

· 30 vagas para empresas de todo o país

· Inscrição gratuita

Para mais informações e acesso ao edital, visite https://brasilexportacao.com.br/divulgue-seus-servicos

A iniciativa conta também com a parceria do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Ministério das Relações Exteriores (MRE), Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas (Sebrae), Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Confederação Brasileira da Agricultura e Pecuária (CNA).

Fonte: Apex Brasil

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Os quatro motivos que levam empresas aéreas internacionais a não operarem voos no Brasil

Indefinição sobre a cobrança do despacho de bagagem, combustível de aviação (QAV) caro, alta judicialização e novos custos com a reforma tributária. Essas são as principais vulnerabilidades do Brasil na atração de novas empresas aéreas para operar na aviação doméstica. A lista foi feita pelo CEO da ABR (Aeroportos do Brasil), Fábio Rogério Carvalho, que relatou ouvir questionamentos sobre esses quatro pontos de companhias mundo afora que têm interesse em olhar o mercado brasileiro. 

“É terrível que a gente vá para eventos e vê que mercados prioritários passam a ser o do Chile, da Colômbia, do Peru”, comentou Carvalho durante painel sobre o setor de aviação promovido na terça-feira (5) pelo TCU (Tribunal de Contas da União). Do painel também participaram, entre outros representantes do setor, o diretor da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), Tiago Pereira, o secretário nacional de Aviação Civil, Tomé Franca, o CEO do MoveInfra, Ronei Glanzmann, que já foi secretário de aviação, e o presidente da Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas), Juliano Noman. 

Em sua fala, Carvalho reconheceu que há desafios para o Brasil destravar os pontos que afastam novas companhias aéreas, mas defendeu que é preciso fazer uma escolha por “políticas de Estado” que enderecem esses problemas. 

“Quando eu sento com um CEO de companhias aéreas, perguntamos, ‘por que vocês não vêm para o Brasil?’. Eles devolvem quatro perguntas. São perguntas que a gente precisa responder. São problemas para eles, mas também são problemas para as nossas excelentes companhias que temos no Brasil”, afirmou o CEO da ABR. 

Noman, que também já foi diretor-geral da ANAC e secretário de aviação, reforçou que há um problema com os custos de operação no Brasil, os quais as aéreas não tem mais espaço para absorver. No horizonte de novas preocupações, além de questões crônicas como o preço do QAV e os custos dolarizados, estão a reforma tributária e o aumento recente da alíquota do IOF. “A reforma tributária está aí, triplica o custo”, apontou o presidente da Abear. 

O secretário de Aviação Civil do MPor reconheceu os problemas e destacou em especial os pontos do despacho de bagagem e da reforma tributária. No caso do primeiro, a indefinição está na espera, há anos, do Congresso analisar o veto presidencial sobre o artigo que estabelece a gratuidade do despacho de bagagem em viagens aéreas. “Não faz sentido passar anos para avaliação de veto sobre despacho da bagagem. Pior que ter ou não ter cobrança de bagagem é a indefinição”, disse Franca.

Na questão da reforma tributária, o secretário afirmou que, embora a pasta esteja trabalhando para que a matéria seja regulamentada da melhor forma possível, haverá impacto para o setor. “Precisamos buscar alternativas reais diante dessa realidade [de custos]. Setor movimenta grande receita mas tem margem extremamente pequena”, afirmou.

Fonte: Agência Infra

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Comércio Exterior, Economia, Exportação, Finanças, Informação, Tributação

“Cenário não é bom”, alerta especialista sobre primeira semana do tarifaço dos EUA

Primeiros dados do impacto da taxação serão divulgados nesta segunda-feira (11)

O tarifaço anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, entrou em vigor na última quarta-feira (6). A sobretaxa de 50% aplicada sobre os produtos brasileiros preocupa especialistas já nos primeiros dias. Os dados do governo sobre as exportações serão divulgados nesta segunda-feira (11). As informações são do g1.

Apreensão no mercado

O presidente-executivo da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, afirmou ao g1 que será possível ter uma noção do impacto assim que sair o balanço das exportações desses primeiros dias de taxação. Mesmo sem os dados oficiais, ele avaliou que o cenário “não é bom”.

A alíquota imposta pelos Estados Unidos atinge cerca de 36% das exportações brasileiras ao país, o que corresponde a US$ 14,5 bilhões em 2024. Segundo Castro, na última semana de julho deste ano foi observada uma diminuição da média das exportações ao país norte-americano.

“Era um sintoma porque este ano, de março até o mês de julho, a média de exportação foi superior a R$ 1,4 bilhão, e, nessa última semana, chegou a R$ 1,4. Então, na verdade, já mostrou que o fôlego estava acabando e deve começar a cair o preço e a quantidade também”, projetou Castro na entrevista.

Os produtos mais exportados de SC aos EUA

Carne suína: 24 milhões de dólares (2,8%) (Foto: Cristiano Estrela, Secom SC)

Obras de carpintaria para construções: 118,5 milhões de dólares (14%) (Foto: Banco de Imagens, Divulgação)

Motores elétricos: 82 milhões de dólares (9,7%) (Foto: WEG, Divulgação)

Partes de motor: 72,3 milhões de dólares (8,5%) (Foto: Banco de Imagens, Divulgação)

Madeira serrada: 59,1 milhões de dólares (7%) (Foto: Aimex, Divulgação)

Madeira em forma: 58,7 milhões de dólares (6,9%) (Foto: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Divulgação)

Outros móveis: 58 milhões de dólares (6,8%) (Foto: Banco de Imagens, Divulgação)

Madeira compensada: 54,5 milhões de dólares (6,4%) (Foto: Cadu Ristum, Divulgação)

Transformadores elétricos: 31,9 milhões de dólares (3,8%) (Foto: WEG, Divulgação)

Partes e acessórios para veículos: 30,8 milhões de dólares (3,6%) (Foto: Banco de Imagens, Divulgação)

Carne suína: 24 milhões de dólares (2,8%) (Foto: Cristiano Estrela, Secom SC)

Devido à taxação, há uma preocupação imediata com produtos perecíveis, que devem ser priorizados no primeiro momento. Integrantes do governo brasileiro citam que há peixes já estocados, frutas prontas para serem colhidas, além de mel, que seria exportado para os Estados Unidos.

Plano de contingência

Para enfrentar a taxa de 50%, os diferentes setores do Brasil devem tomar medidas que amenizem as consequências, que podem ser imediatas e também de longo prazo. A alíquota sob cada produto exportado gera efeitos variados dentro de um mesmo setor e, por isso, as empresas podem lidar com medidas próprias em alguns casos.

Ainda de acordo com o g1, o governo federal trabalha em um plano de contingência que deve ser apresentado nesta semana. A ideia é apoiar pequenas e médias empresas — contemplar linhas de crédito, adiar cobranças de tributos e contribuições federais, além de compras públicas de mercadorias perecíveis.

A economista e professora da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Carla Beni, avalia que “o peso do problema será o peso do Estado para resolvê-lo”. Ela menciona a reportagem da revista britânica “The Economist” que afirmou que as tarifas de Donald Trump sobre o Brasil “são mais ameaça do que impacto real”.

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Robson Gonçalves, também economista da FGV, defende que as medidas precisam ser suficientemente alinhadas para ajudar as empresas que realmente tenham impacto em virtude da elevação da tarifa. “A gente precisa de uma política de mais médio e longo prazos. Algo que não se improvisa, mas que precisa ser discutida o mais rapidamente possível, de maior intensificação da agenda de diversificação”, acrescentou em entrevista ao g1.

De acordo com o especialista, o Brasil não tem uma política de comércio exterior forte, como uma política agressiva e articulada, mas agora será preciso ter.

Fonte: G1

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Instituto Portonave abre inscrições para aulas de coral em Navegantes

Em parceria com a Fundação Cultural do município, a organização social mantida pela Portonave oferta 80 vagas gratuitas em novo programa cultural

Música para transformar, unir e desenvolver talentos. O Instituto Portonave, entidade sem fins lucrativos, abre oportunidades para a primeira turma do “Coral Instituto Portonave” para comunidade, em Navegantes, nesta sexta-feira (8). Serão duas turmas de coro infantil para crianças e adolescentes de 7 a 14 anos no CEU das Artes, no bairro Nossa Senhora das Graças, com duas opções de horários, na quinta-feira, às 10h (20 alunos) ou às 14h (20 alunos), e um coral adulto para pessoas a partir de 15 anos no Centro Integrado da Cultura (CIC), no Centro, com aulas na quinta-feira, às 19h (40 alunos).

A iniciativa é destinada a todas as pessoas, principalmente iniciantes que tenham interesse em aprender a cantar. As inscrições são totalmente gratuitas e podem ser feitas de 8/8 até 21/9 – com vagas limitadas, sendo 40 por coral. No entanto, os ensaios estão previstos para começar já no próximo dia 21. As matrículas podem ser realizadas pelo link: https://navegantes.web.placarsoft.app/#/login, disponibilizado pela Fundação Cultural de Navegantes (FCN). Para realizar a inscrição, é necessário fazer o cadastro no sistema da FCN.

O programa tem duração de um ano, com carga horária de cerca de 50 horas para o coro infantil e 75 horas para o coral adulto, e será ministrado pela maestrina Hortênsia Vechi, doutora em Música com experiência de 20 anos na área. Todos os materiais serão oferecidos durante as aulas, de modo 100% gratuito. Além de aprender, durante o programa, os participantes terão a oportunidade de colocar o aprendizado em prática em apresentações que serão realizadas na cidade.

O Instituto Portonave tem como foco a redução das desigualdades sociais, por meio do incentivo e da realização de diversas ações, projetos e programas sociais na região. Educação e cultura são duas áreas nas quais os esforços são direcionados para isso.

Como fazer a inscrição
Para se inscrever, acesse o link da Fundação Cultural de Navegantes: https://navegantes.web.placarsoft.app/#/login e preencha todas as informações do formulário. Para realizar a inscrição, é necessário fazer o cadastro no sistema da FCN.

  • Lembre-se: as vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas de 08/08 até o dia 21/09. No entanto, para os que já estiverem inscritos, as aulas terão início no dia 21/08.

Sobre o Instituto Portonave
Há 10 anos, o Instituto Portonave impulsiona o desenvolvimento sustentável das comunidades nas quais a empresa mantenedora está inserida, e apoia a transformação positiva dos territórios com foco na redução das desigualdades sociais (ODS 10). Em 2024, a Companhia realizou e apoiou 50 iniciativas. Foram R$ 10,5 milhões investidos de modo direto e via as leis de incentivo fiscal.

Sobre a Portonave
A empresa está localizada em Navegantes, Litoral Norte de Santa Catarina, e iniciou suas atividades em 2007, como o primeiro terminal portuário privado do Brasil. Atualmente, são 1,3 mil empregos diretos e 5,5 mil indiretos. No ranking nacional, a Portonave, em 2024, esteve entre os três portos que mais movimentam contêineres cheios de longo curso, sendo o primeiro em Santa Catarina, de acordo com o Datamar. Além do destaque pela excelência operacional, a Companhia está comprometida com as práticas ESG (Meio Ambiente, Social e Governança) e investe permanentemente em projetos que visam desenvolver a comunidade.

Sobre o apoio da Fundação Cultural de Navegantes (FCN)
Os novos Corais Instituto Portonave têm o apoio da FCN com a cessão dos espaços para a realização dos ensaios e oficinas, disponibilidade de monitores para as turmas infantis e teclados para o uso da maestrina Hortênsia Vechi. A equipe municipal também está à frente das inscrições e organização das turmas.

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Receita Federal publica instrução normativa sobre o Repetro-Sped

Normativo visa eliminar ambiguidades interpretativas sobre a elegibilidade de tubos e dutos destinados à construção de gasodutos de escoamento de gás natural

A Receita federal informa a publicação da Instrução Normativa RFB nº 2.274, de 4 de agosto de 2025, que altera a Instrução Normativa RFB nº 1.781, de 29 de dezembro de 2017, que dispõe sobre o regime tributário e aduaneiro especial de utilização econômica de bens destinados às atividades de exploração, desenvolvimento e produção das jazidas de petróleo e de gás natural – Repetro-Sped.

A alteração tem como objetivo eliminar ambiguidades interpretativas que atualmente recaem sobre a elegibilidade de tubos e dutos destinados à construção de gasodutos de escoamento de gás natural no âmbito do Repetro-Sped.

O Repetro-Sped é um regime aduaneiro e tributário especial relativo ao setor de petróleo e gás natural brasileiros, instituído com o objetivo de incentivar as atividades de exploração, desenvolvimento e produção desses recursos no País. O Repetro-Sped permite que as empresas do setor de óleo e gás natural importem ou adquiram no mercado interno bens (equipamentos, materiais etc.) a serem utilizados nessas atividades com suspensão ou isenção de tributos federais, o que reduz custos e torna os investimentos no setor mais atrativos.

A redação anterior da Instrução Normativa gerava dúvidas quanto à possibilidade de aproveitamento do regime para tubos e dutos utilizados na construção do gasoduto de escoamento do gás natural com a finalidade de alcançar as instalações onde será tratado, processado, liquefeito, acondicionado ou estocado. Importa destacar que a construção de gasodutos de escoamento é uma etapa intrínseca e indispensável às atividades de desenvolvimento e produção de gás natural. Sem a capacidade de escoar o gás extraído das jazidas, as próprias atividades de desenvolvimento e produção tornam-se inviáveis ou severamente limitadas.

Assim, a nova redação esclarece acerca da aplicação do regime aos tubos e dutos utilizados na construção do gasoduto de escoamento do gás natural com a finalidade de alcançar as instalações onde será tratado, processado, liquefeito, acondicionado ou estocado, por se enquadrarem nas atividades de desenvolvimento e de produção de gás natura., atendendo ao objetivo do Repetro-Sped, que é o de incentivar a cadeia produtiva de óleo e gás natural no País.

Fonte: Receita Federal

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Comércio Exterior, Importação, Informação, Terminais de Cargas

Barra do Rio consolida excelência na recepção de veículos de luxo importados

O Terminal Portuário Barra do Rio, em Itajaí (SC), acaba de protagonizar uma operação de alto padrão que movimentou o mercado automotivo premium no Brasil. Três veículos de luxo desembarcaram com exclusividade no terminal, evidenciando a expertise da estrutura portuária na recepção de cargas especiais e de alto valor agregado.

A operação envolveu a chegada de dois Cadillacs Escalade — nas versões Sport e Premium Curta — e uma raríssima Mercedes-Benz GLS 600 Maybach, modelo com apenas três unidades em circulação no país. O desembarque foi realizado em parceria com as empresas Autoimports, Allog Group e Capital Trade, e reforça o papel estratégico do terminal no atendimento personalizado a operações sensíveis e sofisticadas.

Com estrutura moderna, localização privilegiada e equipe especializada, a Barra do Rio tem se consolidado como referência nacional na logística de veículos de luxo. A operação exigiu alto nível de precisão, segurança e planejamento, atributos que já são marcas registradas do terminal, reconhecido por oferecer soluções integradas para diferentes perfis de carga.

Entre os veículos recebidos, o destaque vai para a Mercedes-Maybach GLS 600, considerada uma verdadeira obra-prima sobre rodas. Com motor V8 biturbo de 557 cv, o SUV oferece assentos com reclinação total, sistema de massagem, resfriamento, aquecimento, isolamento acústico completo e sistema de som 3D de última geração. Já os modelos Escalade, ícones do luxo americano, impressionam pela imponência, tecnologia embarcada e acabamento refinado.

Receber supermáquinas desse porte não é apenas uma operação logística — é um reflexo da confiança depositada por grandes players internacionais na qualidade dos serviços oferecidos pela Barra do Rio. Mais do que movimentar cargas, o terminal Barra do Rio entrega valor e cuidado em cada etapa da operação.

Com expertise em cargas gerais, armazenagem e operações alfandegadas, o Terminal Barra do Rio reforça seu protagonismo em receber cargas premium e customizadas. E, ao ampliar sua atuação em nichos de alto padrão, contribui para posicionar Itajaí como um hub logístico versátil, moderno e preparado para o futuro.

TEXTO: REDAÇÃO

FOTOS: DIVULGAÇÃO

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Sindicalização fortalece o trabalho do Despachante Aduaneiro e amplia acesso a benefícios

No universo do comércio exterior, a atuação do Despachante Aduaneiro é estratégica e essencial. Responsável por representar empresas de exportação e importação perante a Receita Federal e demais órgãos anuentes, esse profissional garante o bom andamento dos processos fiscais e logísticos que envolvem o despacho aduaneiro. Mas você sabia que se tornar um Despachante Aduaneiro sindicalizado pode transformar positivamente essa jornada profissional?

O Sindicato dos Despachantes Aduaneiros do Paraná e Santa Catarina (SDA) tem sido um grande aliado dessa categoria, oferecendo suporte técnico, jurídico e uma série de benefícios que contribuem para a valorização e proteção da profissão. Desde sua fundação, o SDA trabalha para garantir melhores condições de trabalho aos seus associados, fortalecendo a representatividade da classe em decisões políticas, técnicas e sociais.

A história do SDA

Com décadas de atuação, o Sindicato dos Despachantes Aduaneiros do Paraná e Santa Catarina surgiu da necessidade de unir e proteger os interesses dos profissionais que atuam nas fronteiras e portos da região sul do país. Seu papel vai muito além da representação institucional: o SDA promove conhecimento, estrutura física de apoio e bem-estar aos seus associados.

Entre os marcos importantes da entidade, destaca-se a criação de salas de apoio nos principais pontos de atuação aduaneira da região, como nos aeroportos de São José dos Pinhais (PR) e Joinville (SC), e nos portos de Paranaguá, Itajaí, São Francisco e Foz do Iguaçu. Esses espaços são fundamentais para garantir o atendimento, conforto e estrutura aos despachantes no dia a dia da profissão.

Além disso, o Sindicato também se destaca por seu engajamento em projetos sociais e esportivos, ampliando seu papel na sociedade e alinhando sua missão com valores de cidadania e responsabilidade social.

Benefícios de ser um Despachante sindicalizado

O SDA oferece um pacote robusto de benefícios, reafirmando o compromisso com a qualidade de vida e a segurança dos seus associados. Confira algumas das vantagens:

  • Assessoria Aduaneira e Jurídica especializada para suporte nas demandas técnicas e legais da profissão;
  • Plano de Saúde Nacional, Plano Odontológico, Seguro de Vida e Plano Funeral;
  • Convênios com instituições de ensino, que incluem desde o ensino médio até pós-graduação;
  • Parcerias com redes de farmácia, óticas, atacadistas e hotéis, que proporcionam descontos e condições exclusivas;
  • Atuação na defesa dos honorários profissionais, garantindo que o pagamento aos filiados seja realizado com respaldo e segurança por meio do sindicato.

E as novidades não param por aí: novas modalidades de convênios estão em desenvolvimento, ampliando ainda mais os benefícios para os profissionais sindicalizados.

União que gera força

“Quando um Despachante Aduaneiro se associa ao SDA, ele não apenas fortalece a sua atuação individual, mas também contribui para uma rede de apoio que beneficia toda a categoria”, destaca a diretoria do Sindicato em uma de suas publicações. Essa união garante visibilidade, respaldo legal e acesso a oportunidades que muitas vezes estão fora do alcance de profissionais autônomos e não sindicalizados.

Passo a passo para se associar ao SDA

1. Reúna a documentação necessária

Providencie os seguintes documentos:

  • Foto colorida, tamanho 3×4
  • Carta de solicitação de filiação dirigida ao presidente do SDA
  • Cópia do Diário Oficial com sua nomeação como Despachante Aduaneiro
  • Termo de Compromisso preenchido e assinado
  • Cópia do certificado de conclusão do Ensino Médio ou de nível superior
  • Número da inscrição no INSS (seu NIT)

2. Digitalize todos os documentos

Todos devem ser escaneados em formato PDF, garantindo boa legibilidade.

3. Solicite sua senha temporária

Envie um e-mail conforme instruções disponíveis no site (ver formulário ou campo indicado para email), informando também seu número de celular. Essa senha viabiliza o acesso à etapa seguinte.

4. Preencha a ficha cadastral

Acesse e preencha a Ficha Cadastral — o link está disponível na página de filiação do SDA.

5. Envie os documentos finalizados

Envie por e-mail os PDFs digitalizados para:

6. Acompanhe o processo

Fique atento ao acompanhamento da sua solicitação diretamente no site, em área destinada ao andamento da filiação.

Para mais informações, acesse o site www.sda.org.br, acompanhe nas redes sociais ou entre em contato pelos telefones (41) 3422-8666 e (47) 3348-6676.

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Pelo desempenho mais recente, VBP do setor animal pode aumentar perto de 12% em 2025, preveem MAPA e CNA

Os valores básicos podem ser diferentes, mas em um aspecto MAPA e CNA têm a mesma previsão: pelo comportamento mais recente, o Valor Bruto da Produção (VBP) no setor pode aumentar perto de 12% em 2025.

A previsão está baseada nos comportamento dos preços alcançados no 1º semestre de 2025. A partir dele, a Secretaria de Política Agrícola do MAPA projetou, para o corrente exercício, VBP 11,99% superior ao de um ano atrás, enquanto a Confederação Nacional de Agricultura estima expansão de 11,66% – diferença de apenas 0,33 ponto percentual entre uma e outra previsão.

Diferenças de incremento igualmente insignificantes entre os dois órgãos são observadas também nas projeções do VBP de suínos (-0,08%), leite (-0,05%) e ovos (-0,06%).

Ou seja: ainda que ambos prevejam expansão no VBP de bovinos e de frangos, os índices de expansão previstos são bem diferentes. Assim, o MAPA prevê para os bovinos uma expansão 2,66% maior que a sugerida pela CNA. E para o frango, inversamente, o CNA prevê incremento 2,18% superior ao apontado pelo MAPA.

Mas porque razão as duas projeções não têm valores mais aproximados entre si? O VBP dos bovinos, por exemplo, pode – nas projeções da CNA – alcançar valor (R$243,7 bilhões) 20% maior que o previsto pelo MAPA (R$202,3 bilhões).

A resposta é simples: porque em suas projeções o MAPA utiliza como base a produção levantada trimestralmente pelo IBGE e que, sabe-se, abrange apenas estabelecimentos produtores sujeitos a algum tipo de inspeção sanitária (federal, estadual ou municipal) e/ou com plantel mínimo de animais (10 mil poedeiras, no caso dos ovos). São, portanto, dados parciais.

Já a CNA tem como base a produção integral, geralmente apontada pelas respectivas entidades de classe (ABPA, por exemplo, no caso de frangos, ovos e suínos). Assim, suas projeções abrangem a produção nacional total.

Fonte: AviSite

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