Tecnologia

WEG anuncia nova fábrica automatizada de armazenamento de energia em Itajaí

A WEG vai expandir seu parque industrial em Itajaí, no Litoral Norte de Santa Catarina, com a implantação de uma nova fábrica dedicada à produção de sistemas de armazenamento de energia em baterias (Bess). O empreendimento será o mais moderno do Brasil nesse segmento e reforça a estratégia da multinacional catarinense voltada à transição energética e à descarbonização.

Investimento conta com apoio do BNDES e da Finep

Para tirar o projeto do papel, a companhia obteve R$ 280 milhões em financiamento por meio do programa BNDES Mais Inovação, aprovado em chamada pública voltada à transformação de minerais estratégicos para a transição energética. A operação foi estruturada em parceria com a Finep, agência pública de fomento à inovação no país.

Obras começam em breve e devem gerar novos empregos

As obras da nova planta industrial devem começar nos próximos meses, com previsão de conclusão no segundo semestre de 2027. A entrada em operação da fábrica vai resultar na criação de cerca de 90 empregos diretos.

Com a nova unidade, a capacidade produtiva da WEG em sistemas Bess poderá chegar a 2 GWh por ano, volume equivalente à fabricação de aproximadamente 400 sistemas de 5 MWh.

Fábrica terá robôs e alto nível de automação

O projeto prevê um elevado grau de automação industrial, com linhas de montagem automáticas e semiautomáticas, além da utilização de robôs móveis autônomos para a logística interna. O complexo também contará com um laboratório de testes, desenvolvimento e qualificação, voltado à melhoria contínua de processos, controle de qualidade e aceleração de novas soluções tecnológicas.

Outro destaque da infraestrutura será a instalação de uma subestação de energia, que permitirá simular condições reais de operação dos sistemas.

Projeto fortalece segurança energética e posicionamento global

Segundo o presidente da WEG, Alberto Kuba, o investimento amplia o portfólio de soluções de alto valor agregado desenvolvidas no Brasil. “Com esse passo, a WEG contribui diretamente para o avanço da segurança energética e para a maior resiliência do sistema elétrico nacional”, afirma.

O executivo também ressalta que a iniciativa fortalece a presença da empresa no cenário internacional. “É um projeto alinhado à estratégia de posicionar a WEG e o Brasil de forma mais competitiva no contexto global da transição energética, reduzindo riscos e consolidando a atuação nacional em um mercado em expansão”, explica.

Sistemas Bess são essenciais para fontes renováveis

Os sistemas de armazenamento de energia em baterias têm papel fundamental na estabilidade das redes elétricas, especialmente diante do crescimento das fontes renováveis, como energia solar e energia eólica. Eles permitem armazenar eletricidade em períodos de menor consumo e liberá-la nos momentos de maior demanda, aumentando a confiabilidade do sistema e reduzindo o risco de falhas no fornecimento.

FONTE: Diarinho
TEXTO: Redação
IMAGEM: João Batista

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Negócios

WEG anuncia nova fábrica de sistemas de armazenamento de energia em Itajaí (SC)

A WEG (WEGE3) confirmou que irá construir uma nova fábrica em Itajaí, Santa Catarina, dedicada à produção de sistemas de armazenamento de energia em baterias (BESS). O anúncio foi feito nesta quarta-feira e reforça a estratégia da companhia de ampliar sua atuação em soluções ligadas à transição energética.

Capacidade produtiva chegará a 2 GWh por ano

Com a nova unidade, a capacidade produtiva da WEG em sistemas BESS poderá alcançar até 2 gigawatts-hora (GWh) anuais. A ampliação ocorre em um cenário de crescimento das oportunidades no mercado brasileiro de armazenamento de energia, impulsionado pela expectativa de um leilão inédito do governo federal para contratação desses sistemas no setor elétrico.

Investimento conta com apoio do BNDES

As obras da nova fábrica devem começar em breve, com previsão de conclusão no segundo semestre de 2027. O projeto será financiado em parte com R$ 280 milhões do programa BNDES Mais Inovação, voltado ao estímulo de iniciativas tecnológicas e industriais no país.

Unidade será referência tecnológica no Brasil

Em comunicado, a empresa destacou que a planta será a mais moderna do Brasil no segmento de armazenamento de energia. Segundo a WEG, o investimento representa um avanço estratégico na oferta de soluções voltadas à eficiência energética e à descarbonização da matriz elétrica.

FONTE: InfoMoney
TEXTO: Redação
IMAGEM: Adobe Stock

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Indústria

Empresas como Weg, Tupy e Schulz investem em terras raras para criar cadeia nacional de ímãs no Brasil

Um grupo estratégico de indústrias do Norte de Santa Catarina está na linha de frente de um projeto inédito no país voltado à exploração de terras raras no Brasil. Empresas como Weg, Tupy e Schulz, com operações em Jaraguá do Sul e Joinville, integram o MagBras, iniciativa que reúne 38 organizações com o objetivo de viabilizar a produção nacional de ímãs permanentes.

Coordenado pela Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC), o projeto busca estruturar, pela primeira vez, uma cadeia produtiva completa, indo da extração mineral à fabricação de ímãs de alto desempenho, fundamentais para setores estratégicos da indústria.

O que são terras raras e por que são estratégicas

As terras raras correspondem a um grupo de 17 elementos químicos encontrados na natureza, geralmente associados a outros minérios, o que torna sua extração e separação processos caros e tecnologicamente complexos. Apesar do nome, esses elementos não são escassos, mas difíceis de isolar em alta pureza.

Entre os principais usos está o neodímio-ferro-boro, material essencial para a produção de ímãs permanentes, componentes críticos em motores de veículos elétricos, turbinas eólicas, equipamentos eletrônicos, dispositivos médicos, além de aplicações na indústria de defesa e energia.

Brasil tem grandes reservas, mas ainda depende da China

Atualmente, a China concentra cerca de 40% das reservas globais de terras raras, liderando também o processamento e fornecimento desses materiais. O Brasil aparece na sequência, com aproximadamente 23% das reservas mundiais, o equivalente a 21 milhões de toneladas, mas ainda não explora esse potencial de forma industrial, dependendo de importações.

Segundo Luís Gonzaga Trabasso, pesquisador-chefe do Senai de Inovação em Sistemas de Manufatura e Processamento a Laser de Santa Catarina, a demanda por ímãs segue elevada no mercado global, impulsionada pela transição energética e pela eletrificação da economia.

Indústrias participam do desenvolvimento dos ímãs

Durante a execução do MagBras, empresas como Weg, Tupy e Schulz contribuem diretamente com dados técnicos para a pesquisa, especialmente relacionados à composição metálica dos ímãs. As proporções dos elementos influenciam diretamente a intensidade do campo magnético e a adequação do produto a diferentes aplicações industriais.

De acordo com Trabasso, cada uso exige uma configuração específica. Ímãs destinados a motores elétricos, por exemplo, possuem características distintas daqueles aplicados em geradores eólicos. A definição dessas “receitas” permitirá, no futuro, que as empresas fabriquem seus próprios componentes com maior eficiência e competitividade.

Aliança industrial reúne empresas, centros de pesquisa e universidades

O projeto MagBras é sustentado por uma aliança industrial que envolve empresas, startups, centros de inovação, instituições de pesquisa, universidades e fundações de apoio, cobrindo diferentes etapas da cadeia produtiva.

No lançamento oficial do projeto, realizado em julho, o superintendente de Inovação e Tecnologia do SENAI Nacional, Roberto de Medeiros Júnior, destacou o caráter estratégico da iniciativa. Segundo ele, o projeto nasceu de uma necessidade concreta do país e só se tornou viável graças à cooperação entre os diversos atores envolvidos.

Joinville tem papel-chave na manufatura dos ímãs

A cidade de Joinville, maior polo industrial de Santa Catarina, exerce papel central no MagBras por sua expertise em manufatura aditiva metálica, tecnologia que permite a produção de peças tridimensionais a partir de modelos digitais, semelhante à impressão 3D de metais.

Esse conhecimento é fundamental para a fabricação experimental de ímãs com geometrias específicas, adaptadas a diferentes tipos de motores e equipamentos. O objetivo não é a produção em escala comercial, mas o desenvolvimento de processos que possam ser replicados futuramente por outras indústrias interessadas.

Após a transformação dos minérios em metais, o projeto avança para a moldagem e fabricação dos ímãs, que posteriormente poderão ser aplicados em diversas soluções industriais, fortalecendo a indústria nacional de alta tecnologia.

FONTE: NSC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/NSC

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Negócios

WEG amplia presença na Índia ao adquirir fabricante Sanelec por US$ 5,2 milhões

A WEG anunciou a compra da fabricante indiana Sanelec Excitation Systems por US$ 5,2 milhões, passo que reforça a presença do grupo no mercado global de soluções para geração de energia.

Especialização em sistemas de excitação
A Sanelec atua no desenvolvimento e produção de reguladores automáticos de tensão e sistemas de excitação para geradores e motores síncronos — tecnologias essenciais para o funcionamento de usinas e operações elétricas de grande porte. A companhia emprega cerca de 40 colaboradores, registrou receita líquida de US$ 2,3 milhões em 2024 e alcançou margem Ebitda de 29%, indicadores considerados sólidos para o segmento.

Fortalecimento da Reivax no mercado indiano
A empresa indiana já era parceira exclusiva da Reivax, integrante do grupo WEG, no mercado local. A aquisição deve ampliar a atuação da marca no país e fortalecer sua posição entre fornecedores de soluções de controle e automação para geração de energia, com expectativa de crescimento no portfólio e na base de clientes.

Próximos passos da operação
A transação ainda depende do cumprimento de condições precedentes para ser concluída. O pagamento será realizado após o fechamento formal da operação, conforme informou a WEG.

FONTE: InfoMoney
TEXTO: Redação
IMAGEM: Adobe Stock

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Transporte

Supercaminhão de 86 metros deve causar lentidão entre Blumenau e Itajaí

Uma megaoperação de transporte vai movimentar as rodovias entre Blumenau e Itajaí nesta semana. Um transformador de grandes proporções, fabricado pela Weg, será deslocado da unidade localizada na Rua Pedro Zimmermann até o Porto de Itajaí.

A movimentação começa na noite de terça-feira (9) e deve avançar por toda a quarta-feira (10), exigindo atenção extra dos motoristas que trafegarem pela BR-470 e pela BR-101. Em caso de chuva forte, o trajeto poderá ser cancelado.

Deslocamento lento e escolta da PRF

A carga será transportada em uma carreta de 86 metros de comprimento, com previsão de saída às 22h de terça-feira. Após deixar a fábrica, o superveículo ficará estacionado durante a madrugada nas proximidades da Uniasselvi.
Na manhã de quarta, entre 9h e 10h, o comboio inicia o percurso rumo ao porto, mantendo velocidade média entre 10 km/h e 20 km/h. Todo o deslocamento contará com escolta da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
A expectativa é que o equipamento chegue a Itajaí no fim da tarde, onde permanecerá parado em um posto às margens da BR-101 até a liberação para entrar no porto, prevista para o período noturno.

Mudança de estratégia para reduzir impacto no trânsito

Anteriormente, cargas desse porte saíam da fábrica nas primeiras horas da manhã, mas o procedimento gerava grandes congestionamentos em Blumenau. Para minimizar os transtornos, a Polícia Militar Rodoviária autorizou que o deslocamento até a entrada da BR-470 fosse feito à noite.
Na rodovia federal, no entanto, o transporte noturno continua proibido por motivos de segurança viária, o que explica a divisão do trajeto em etapas.

Veja como é o transporte de cargas superpesadas:

FONTE: NSC Total
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/NSC Total

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Indústria

Guaramirim será sede do novo parque industrial da WEG

A WEG confirmou que Guaramirim, no Norte de Santa Catarina, vai receber o maior investimento já realizado pela companhia desde sua criação. A multinacional de Jaraguá do Sul definiu que o município abrigará seu novo parque industrial, estimado em R$ 900 milhões, destinado à produção de equipamentos de grande porte para atender o mercado global.

A escolha foi oficializada nesta segunda-feira (17), em reunião entre a diretoria da empresa e o prefeito Adriano Zimmermann. A prefeitura marcou uma coletiva às 13h30 para apresentar detalhes da implantação.

Disputa regional e fatores que influenciaram a decisão

Conhecida como “fábrica de bilionários”, a WEG despertou interesse de diversas cidades do entorno. Schroeder, Araquari e Massaranduba apareciam como fortes candidatas, impulsionadas pela proximidade com Jaraguá do Sul, mão de obra qualificada e facilidade logística — pontos próximos às BRs 280 e 101, além do acesso aos portos do Norte catarinense.

Estrutura da nova unidade

A nova planta será instalada no bairro Poço Grande, a cerca de 16 km da matriz. O projeto prevê um espaço de 35 mil m², com obras iniciando nos próximos meses e início das operações previsto para 2028.

Para atender ao fluxo industrial, a prefeitura planeja investir R$ 4 milhões em um acesso viário exclusivo. A expectativa é que os equipamentos produzidos em Guaramirim sejam exportados para América, Europa, Ásia e Oriente Médio, ampliando a presença catarinense no setor de energia.

Geração de empregos e nova fronteira tecnológica

O novo parque industrial deve criar 1 mil empregos diretos e cerca de 3 mil indiretos, impulsionando a economia local. A unidade será focada em tecnologias de alta eficiência energética, integrando itens inéditos no portfólio da empresa.

Entre os produtos previstos estão compensadores, turbogeradores, motores de alta rotação e componentes hidráulicos para geração de energia — todos desenvolvidos para competir com indústrias da China e da Europa no mercado de equipamentos de grande porte.

Critérios que levaram Guaramirim à escolha

A decisão da WEG considerou fatores como:

  • Proximidade com Jaraguá do Sul, onde está a matriz;
  • Acesso logístico facilitado pelas BRs 101 e 280;
  • Conexão com portos estratégicos do Norte de Santa Catarina;
  • Disponibilidade de mão de obra qualificada.

O empreendimento integra um pacote maior de investimentos da multinacional, que também prevê ampliações em Jaraguá do Sul e soma R$ 1,1 bilhão até 2028. Com o anúncio, Guaramirim se consolida como nova referência no mapa global da inovação industrial.

FONTE: ND+
TEXTO: Redação
IMAGEM: Divulgação/Prefeitura de Guaramirim/ND Mais

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Negócios

WEG anuncia mudanças na diretoria e cria nova vice-presidência para acelerar expansão internacional

A WEG anunciou uma ampla reorganização em sua diretoria executiva, com o objetivo de fortalecer a estratégia de crescimento internacional e impulsionar a inovação tecnológica. As alterações passam a valer a partir de 1º de janeiro de 2026 e incluem a criação de uma nova vice-presidência e ajustes nas atribuições de cargos que se reportam diretamente à presidência.

De acordo com comunicado ao mercado, os atuais diretores executivos que integram o comitê executivo passarão a ter status de vice-presidentes. As mudanças não alteram a estrutura estatutária da administração, mas buscam aprimorar a governança e a eficiência operacional da multinacional catarinense.

Nova vice-presidência de tecnologia

Entre as principais novidades está a criação da Vice-Presidência de Tecnologia, que terá como foco “definir diretrizes estratégicas para o desenvolvimento tecnológico e identificar sinergias entre produtos e soluções”, segundo a WEG.

A nova área será responsável por dar suporte a todas as unidades de negócio da companhia e será liderada por José Bastos Grillo, atual diretor da unidade de Negócio Digital & Sistemas.

Unificação de unidades e reforço na automação

Outra mudança relevante é a unificação das divisões de Automação e Digital & Sistemas, que formarão uma nova unidade de negócio. A liderança ficará a cargo de Manfred Peter Johann, atual diretor da unidade de Automação.

Dentro dessa estrutura, será criada uma nova diretoria de vendas voltada para os segmentos de drives e controles, sob o comando de Elder Jurandir Stringari, profissional com ampla experiência no setor e atualmente diretor da Divisão Internacional.

Novos nomes na liderança internacional

Com a movimentação, Anderson Fernandes assumirá o lugar de Elder na Divisão Internacional. Engenheiro elétrico e colaborador da WEG desde 1997, Fernandes possui trajetória consolidada nas áreas comercial internacional e de máquinas elétricas de grande porte.

Ele também liderou a WEG Electric Machinery, nos Estados Unidos, em 2014, e desde 2019 atua como diretor global de vendas da unidade de Energia, responsável por negócios de motores e geradores de alta tensão.

Estratégia de expansão global

Segundo a WEG, o objetivo das mudanças é “otimizar recursos e estruturas — industriais, comerciais e administrativas — e sustentar o plano de expansão internacional da companhia”. A empresa reforça que as alterações fazem parte de uma estratégia de longo prazo voltada à inovação, competitividade global e crescimento sustentável.

FONTE: NSC Total
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/WEG

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Negócios

WEG compra mais uma empresa de olho na mobilidade elétrica

Multinacional de SC pagou R$ 38 milhões pela aquisição de cerca de 54% da Tupi Mob

A WEG anunciou nesta quinta-feira (16) a compra do controle acionário da Tupinambá Energia, empresa de São Paulo que atua no mercado de softwares e serviços para gestão de redes de recarga de veículos elétricos. A multinacional catarinense informou ter pago R$ 38 milhões pela aquisição de cerca de 54% do negócio. O valor ainda está sujeito a ajustes de preços e aprovações regulatórias.

A Tupinambá Energia, ou Tupi Mob, é dona do aplicativo Tupi, uma plataforma digital que conecta usuários de veículos elétricos a redes de recarga. Com mais de 370 mil usuários cadastrados e mais de 1,3 milhão de recargas realizadas, já forneceu 26 GWh de energia.

A WEG disse em comunicado ao mercado que a Tupi Mob “ocupa uma posição estratégica no ecossistema de mobilidade elétrica, integrando fornecedores de energia, fabricantes de estações de recarga, operadores de redes, montadoras e usuários finais” e que a aquisição representa um avanço no ecossistema de mobilidade elétrica.

A operação conta com 36 colaboradores, movimentou aproximadamente R$ 40 milhões em recargas nos últimos 12 meses e registrou receita líquida de R$ 8,6 milhões em 2024.

“A Tupi Mob fortalece a estratégia da WEG de liderar a transformação do setor de mobilidade elétrica. A aquisição também abre caminho para a expansão gradual do modelo em mercados internacionais, consolidando um ecossistema inovador e eficiente para recarga de veículos elétricos”, destacou a empresa no comunicado.

FONTE: NSC Total

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Investimento

WEG anuncia investimento de R$ 1,1 bilhão em Santa Catarina e deve gerar mil empregos

A multinacional catarinense WEG (WEGE3) confirmou um investimento de R$ 1,1 bilhão para expandir suas operações em Jaraguá do Sul (SC). O plano inclui a construção de um novo parque fabril e a ampliação da Unidade de Energia, com expectativa de criar cerca de mil vagas de emprego na região.

Novo parque fabril e ampliação da unidade

Do valor total, R$ 900 milhões serão destinados à construção do novo complexo industrial, enquanto R$ 160 milhões financiarão a expansão da planta já existente em Jaraguá do Sul, que ganhará 11.250 m² adicionais de área produtiva.

Com a expansão, a WEG ampliará a produção de equipamentos de grande porte, como compensadores síncronos e turbogeradores, reforçando sua presença em setores estratégicos de energia.

Fatores que influenciaram a escolha

A decisão de investir em Santa Catarina levou em conta a mão de obra qualificada, a infraestrutura logística com acesso à BR-101, BR-280 e aos principais portos do estado, além da proximidade com a sede da companhia em Jaraguá do Sul — cidade conhecida como a “fábrica de bilionários”.

Segundo a empresa, a expansão busca atender ao crescimento orgânico da demanda, garantindo eficiência operacional e suporte ao avanço global da marca.

WEG também investe nos Estados Unidos

O anúncio em Santa Catarina ocorre na mesma semana em que a companhia revelou outro aporte: US$ 77 milhões para modernizar sua fábrica de transformadores especiais em Washington (EUA).

De acordo com a WEG, o objetivo é fortalecer sua posição em segmentos críticos para a expansão da infraestrutura elétrica norte-americana, consolidando ainda mais sua presença internacional.

FONTE: ND+
TEXTO: Redação
IMAGEM: Divulgação/Senior Sistemas/ND

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Investimento

Incentivo do Governo do Estado garante investimento privado de R$ 1,1 bilhão para expansão fabril da WEG em Santa Catarina

Instalação de nova unidade no Norte do Estado e ampliação da fábrica em Jaraguá do Sul devem gerar cerca de 3,1 mil empregos diretos e indiretos – Foto: Leo Munhoz / SECOM 

Com o objetivo de garantir R$ 1,1 bilhão em investimentos privados e a geração de 3,1 mil empregos diretos e indiretos em Santa Catarina, o governador Jorginho Mello anunciou, nesta terça-feira, 30, apoio à expansão fabril da WEG S.A.

Em solenidade realizada em Jaraguá do Sul, a WEG foi oficialmente contemplada pelo Governo do Estado com o chamado Tratamento Tributário Diferenciado (TTD) 489. O contrato, assinado pelo governador Jorginho Mello e pelo CEO Alberto Kuba, garante incentivos fiscais à multinacional até 2029.

“Um dos meus compromissos é apoiar qualquer iniciativa que traga mais inovação, desenvolvimento e oportunidades para quem vive e trabalha em Santa Catarina. E a WEG atende a todos estes pré-requisitos, é uma multinacional que tem no DNA a inovação e a tecnologia e está expandindo seus negócios, ganhando ainda mais competitividade e levando o nome do nosso estado para o mundo”, disse o governador Jorginho Mello, durante solenidade realizada pela WEG.

A exemplo do apoio que é concedido a outras empresas contempladas pelo Governo do Estado com o TTD 489, a WEG terá autorização para usar limites adicionais na transferência de créditos acumulados de ICMS. O valor voltará aos cofres públicos com o incremento do imposto gerado a partir dos novos projetos da companhia. 

Secretário de Estado da Fazenda, Cleverson Siewert observou que os incentivos praticados pelo Estado fortalecem a competitividade e o ambiente de negócios em Santa Catarina. “O estímulo fiscal não é apenas um benefício à empresa, mas um movimento estratégico voltado à inovação, à geração de empregos e ao futuro do nosso estado. Ao apoiar iniciativas que ampliam nossa capacidade produtiva, garantimos ainda mais protagonismo para Santa Catarina no cenário nacional, atraindo novos negócios e oportunidades para os catarinenses”, reforçou.

Maior investimento da história da multinacional

O investimento de R$ 1,1 bilhão é considerado o maior da história da WEG. Serão cerca de R$ 900 milhões para a construção de um novo parque fabril e outros R$ 160 milhões na expansão da unidade já instalada em Jaraguá do Sul. Os dois projetos têm como objetivo o aumento do portifólio de produtos e da capacidade produtiva da WEG Energia. 

“O novo investimento, pensado para atender às demandas da transição energética, transforma nossa região em um dos principais centros de excelência de máquinas elétricas girantes do mundo. O apoio do Governo de SC foi decisivo para viabilizar esse projeto. Essa parceria entre o setor público e a iniciativa privada mostra como o diálogo e a colaboração podem transformar o futuro”, disse o CEO da WEG, Alberto Kuba.

A nova fábrica deve ser construída em município no Norte do estado. Na unidade, serão produzidos equipamentos de grande porte, como por exemplo compensadores síncronos de até 330 MVAr, turbogeradores de até 200 MVA e motores de indução de alta rotação. A linha possibilitará a WEG aumentar o escopo de prestação de serviços para motores, geradores e turbina hidráulica até 300 MVA. 

A decisão da WEG de instalar mais um parque fabril em Santa Catarina leva em conta fatores estratégicos como a disponibilidade de mão de obra qualificada e a logística, com acessos à BR-101, à BR-280 e aos portos catarinenses. Somente nesta nova unidade, serão 800 empregos diretos. 

Já na expansão da fábrica instalada em Jaraguá do Sul, serão adicionados 11.250 metros quadrados de área produtiva, obra que garante suporte à alta nas demandas e também sustenta o crescimento da multinacional. 

O ato realizado na WEG nesta terça-feira também contou com a presença dos secretários Silvio Dreveck (SICOS), Edgard Usuy (SCTI), Paulo Bornhausen (SAI) e Renato Lacerda (InvestSC).

*Com informações da Assessoria de Comunicação da WEG

FONTE: Agência de Notícias SECOM
IMAGENS: Leo Munhoz / SECOM

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