Aeroportos

Santa Catarina registra novo recorde com 8,5 milhões de passageiros aéreos em 2025

Os aeroportos de Santa Catarina registraram um novo recorde de passageiros em 2025. A soma de todos os passageiros domésticos e internacionais chegou a 8,5 milhões, com um crescimento de 5,6% em relação ao ano de 2024. O destaque novamente ficou com o movimento internacional que pela primeira vez na história superou a marca de 1,2 milhão de passageiros. Os dados foram apurados pela Diretoria de Integração de Modais e Gerência de Aeroportos, da Secretaria de Estado de Portos, Aeroportos e Ferrovias (SPAF) junto aos operadores aeroportuários.

“A gente tem praia pra quem é do verão, tem montanha e neve, tem cultura e um povo acolhedor. Mas não é só isso. Somos o estado mais seguro do país e, com a nossa economia dinâmica, atraímos novos negócios e eventos. Investimos de forma constante na nossa infraestrutura. E o resultado é esse, mais um ano com mais um recorde de passageiros”, ressaltou o governador Jorginho Mello.

“Com este números, Santa Catarina tem um movimento per capita comparável aos principais mercados aéreos do mundo. Nosso estado tem um índice de 1,04 passageiros por habitante. No Brasil esse índice é de 0,6, na China gira em torno de 0,5, em toda a América Latina e Caribe é de 0,41 e temos o mesmo desempenho do Chile. É um resultado notável, que valoriza todo o trabalho feito pelas concessionárias, apoiado por ações do poder público, conforme determinação do governador Jorginho Mello”, afirma o secretário da SPAF, Beto Martins.

O Aeroporto de Florianópolis segue sendo o mais movimentado de Santa Catarina, tanto no mercado doméstico quanto no mercado internacional. Neste último quesito tem o terceiro maior movimento do Brasil. A marca de 1,2 milhão de passageiros internacionais representou um crescimento de 36,7% em relação à 2024. No doméstico, foram mais 3,7 milhões de passageiros, ultrapassando a marca de 5 milhões de passageiros.

Os demais aeroportos complementam o desempenho doméstico do estado que obteve um crescimento de 1,7% em relação ao ano anterior. O Aeroporto de Navegantes registrou 2,2 milhões de passageiros, o Aeroporto de Chapecó teve 647,9 mil passageiros, Aeroporto de Joinville 528,2 mil passageiros, Aeroporto de Jaguaruna 108,9 mil passageiros e Aeroporto Correia Pinto 7,3 mil passageiros. 

Os dados absolutos e finais sobre a movimentação aeroportuária de Santa Catarina e do Brasil deverão ser apresentados pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) nas próximas semanas.

FONTE: Agência de Notícias SECOM
IMAGEM: Jonatã Rocha /SECOM

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Aeroportos

Latam Cargo inaugura rota entre Bruxelas e São José dos Campos

A previsão é que o primeiro voo ocorra no dia 2 de outubro

A Latam Cargo anunciou, nesta quinta-feira (11), a abertura de uma rota cargueira direta entre Bruxelas, na Bélgica, e São José dos Campos, no interior de São Paulo. Inicialmente, o serviço contará com uma frequência semanal e passará a duas operações semanais na temporada de inverno. A previsão é que o primeiro voo ocorra no dia 2 de outubro.

Até então, cargas destinadas a São José dos Campos eram desembarcadas geralmente nos aeroportos de Guarulhos e Viracopos, seguindo por transporte rodoviário até o destino final. A nova conexão permitirá menor tempo de trânsito e redução de custos logísticos.

A abertura da nova rota visa atender a demanda industrial da região de São José dos Campos, um dos maiores polos automotivos do Brasil e berço da indústria aeroespacial, sendo inclusive sede da Embraer.

“São José dos Campos é um polo industrial estratégico, e nossa proposta de valor busca atender diretamente às necessidades dos clientes, oferecendo soluções de transporte mais ágeis e competitivas”, disse Matias Cortina, diretor Comercial de Carga para a Europa no grupo Latam Airlines.

Perfil da carga

A estimativa inicial é de movimentação de cerca de cinquenta toneladas semanais, com predominância de produtos industriais, autopeças, bens de consumo e carga geral. Embora São José dos Campos concentre a maior parte do volume, a previsão é que o material também seja redistribuído para cidades próximas, consolidando a função do aeroporto como hub logístico regional.

Expansão do plano de rotas

A nova operação para Bruxelas integra o plano de expansão anunciado pela Latam, que prevê quinze frequências semanais adicionais entre a Europa e a América do Sul. O objetivo é reforçar a presença no comércio internacional e na integração logística entre os dois continentes.

O movimento complementa a rota cargueira iniciada em 2023 entre Miami e São José dos Campos, atualmente com três frequências semanais, que transporta mais de 150 toneladas por semana. Essa operação contribuiu para consolidar o aeroporto do Vale do Paraíba como ponto estratégico da malha de carga da Latam.

Papel estratégico do aeroporto

Localizado no centro do Vale do Paraíba, São José dos Campos é o segundo maior polo industrial do Brasil, próximo a centros produtivos de São Paulo e equipado com pista de grande capacidade e terminal de cargas modernizado.

Essa infraestrutura beneficia setores como aeronáutica, automotivo, eletrônico e de alta tecnologia, que passaram a contar com operações mais eficientes de importação e exportação.

Fonte: Modais em Foco

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Aeroportos

Ministério de Portos e Aeroportos defende cabotagem para reduzir preço das passagens aéreas

Proposta prevê abertura do mercado a companhias estrangeiras em trechos domésticos iniciados na Amazônia Legal

A cabotagem aérea — possibilidade de companhias estrangeiras operarem trechos domésticos no Brasil em continuidade a voos internacionais — foi apresentada pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) como alternativa para ampliar a concorrência e reduzir os preços das passagens, especialmente na Amazônia Legal, onde há menos conectividade entre cidades. A proposta foi discutida pelo ministro Silvio Costa Filho em reunião com a bancada de parlamentares do Norte como medida para aumentar a oferta de voos para os estados da região.

Costa Filho lembrou que, ao contrário de países como Estados Unidos, Alemanha, França e Portugal, que destinaram bilhões de dólares às companhias aéreas durante a pandemia, o Brasil não aportou recursos diretos ao setor. Para enfrentar os desafios atuais, anunciou a criação de uma linha de crédito para as empresas aéreas, via Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac), para compra de aeronaves e motores, beneficiando também a aviação regional.

“Na pandemia, outros países colocaram bilhões para salvar suas companhias aéreas. Aqui, nada foi feito. Agora estamos criando uma linha de crédito e defendendo a cabotagem para que o setor tenha condições de crescer e, principalmente, para que o povo do Norte tenha acesso a passagens mais baratas e maior oferta de voos”, afirmou.

Segundo o secretário Nacional de Aviação Civil, Daniel Longo, a regulamentação da cabotagem exigirá mudanças legais e normativas específicas. “A abertura na Amazônia Legal pode atrair oferta e reduzir preços onde o mercado é mais frágil, desde que venha acompanhada de regras claras de segurança, custos operacionais viáveis e estabilidade regulatória. Para o restante do país, reciprocidade é condição para uma abertura responsável”, destacou.

A deputada Cristiane Lopes (RO) ressaltou a urgência da pauta e informou que já protocolou requerimento de urgência para votação até o fim de outubro. “Esse é um projeto de lei do Norte, mas também do Brasil. A população não pode mais esperar diante de tarifas tão altas e da diminuição constante da malha aérea”, afirmou.

Silvia fez um apelo para ampliação de voos por meio da cabotagem com intuito de trazer mais opções e redução da tarifa aos passageiros do transporte aéreo. “O rondoniense ainda está alheado. Mesmo com o aeroporto da capital modernizado, a população continua sem alternativa. A cabotagem é a esperança de solução”, disse.

O deputado Stélio Dener (AM) também destacou que há municípios na Amazônia com mais de 1.000 km de distância sem alternativa de transporte. “A população está ilhada. Só a integração aérea pode devolver dignidade a esses municípios”, afirmou.

O ministro concluiu que a tarifa média nacional caiu nos últimos anos, mas afirmou que os picos de preço e a falta de conectividade no Norte exigem ações específicas. “Não se trata de uma medida isolada. O que estamos construindo é um conjunto de soluções que incluem crédito, investimentos em aeroportos e marcos regulatórios, com a cabotagem aérea como peça central para abrir o mercado onde ele é mais frágil”, disse.

Fonte:
Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

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Aeroportos

Florianópolis ganha voos internacionais inéditos para Argentina

A empresa aérea Aerolíneas Argentinas vai operar duas novas rotas para a capital catarinense

A concessionária Zurich Airport Brasil informa que o Aeroporto Internacional Hercílio Luz, de Florianópolis (SC), está ganhando reforço em sua malha área internacional, pois a empresa aérea Aerolíneas Argentinas anunciou que vai operar duas novas rotas para a capital catarinense.

As ligações serão com Tucumán e Salta, ambas cidades na Argentina, e ocorrerão durante a próxima temporada de verão. Os voos começarão em 1º de janeiro de 2026 e seguirão até 6 de abril de 2026. As passagens já estão à venda no site da Aerolíneas Argentinas.

A frequência será de duas partidas semanais para cada destino, realizadas com aeronaves Boeing 737-800, com capacidade para 170 passageiros. O tempo de voo é de aproximadamente duas horas.

Localizadas no norte da Argentina, as cidades se destacam pela preservação da cultura, história e pelas paisagens exuberantes entre montanhas e vales. Salta encanta com seu charme colonial e paisagens andinas. Já Tucumán é famosa por ser o berço da independência argentina.

Com as duas novas rotas, o Aeroporto Internacional de Florianópolis vai oferecer voos diretos para 11 destinos na temporada de verão 2025/26. São eles: Lisboa (Portugal), Cidade do Panamá (Panamá), Lima (Peru), Santiago (Chile), Buenos Aires, Córdoba, Rosário, Tucumán e Salta (Argentina), Montevidéu (Uruguai) e Assunção (Paraguai).

Fonte: Modais em Foco

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Logística

JetSMART inaugura rota direta entre Assunção e Rio de Janeiro

A operação começará em 9 de janeiro de 2026, com três voos semanais

A companhia aérea JetSMART confirmou o lançamento de uma nova rota internacional ligando Assunção, no Paraguai, ao Rio de Janeiro. A operação começará em 9 de janeiro de 2026, com três voos semanais, nas segundas, sextas e domingos, consolidando a empresa como a única a oferecer a conexão de forma regular durante todo o ano.

Os voos partirão do Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi, em Assunção, às 8h35, com chegada prevista ao Aeroporto Internacional do Galeão às 11h. No sentido inverso, a decolagem do Rio de Janeiro será às 19h10, com chegada em Assunção às 21h50. A duração estimada da viagem é de duas horas e 25 minutos.

Uma característica diferenciada desta operação é que os voos serão realizados pela subsidiária argentina da JetSMART, com base no Aeroporto Jorge Newbery, em Buenos Aires.

Segundo a companhia, a expectativa é transportar mais de 46.000 passageiros no primeiro ano, movimentando o turismo e o comércio entre Paraguai e Brasil. Dados da Direção Nacional de Aeronáutica Civil (Dinac) indicam que o tráfego aéreo entre os dois países representou pouco mais de 20% do total mensal durante 2024 e o primeiro semestre de 2025.

As passagens já estão disponíveis no site da empresa com tarifa promocional de lançamento a partir de US$ 91 por trecho, que inclui US$ 49 de tarifa base e US$ 42 em impostos e taxas. Além disso, é possível resgatar milhas do programa AAdvantage da American Airlines a partir de 7.500 milhas mais impostos. A promoção é válida até 25 de agosto.

Em nota, Verónica Marambio Álvarez, gerente comercial de Mercados Internacionais e Desenvolvimento Regional da JetSMART, destacou que a nova rota oferece “mais oportunidades para os paraguaios aproveitarem um dos destinos mais atraentes do Brasil, ao mesmo tempo em que impulsiona o turismo e o comércio”.

Marcelo Freixo, presidente da Embratur, também comentou a iniciativa, ressaltando que o voo direto permitirá que paraguaios desfrutem da natureza, da gastronomia e do calendário de eventos do Rio de Janeiro em viagens curtas, prevendo sucesso para a operação.

Desde sua entrada no mercado paraguaio em 2022, a JetSMART transportou mais de 120.000 passageiros de e para Assunção, reforçando sua presença na região.

Fonte: Modais em Foco

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Informação

Os quatro motivos que levam empresas aéreas internacionais a não operarem voos no Brasil

Indefinição sobre a cobrança do despacho de bagagem, combustível de aviação (QAV) caro, alta judicialização e novos custos com a reforma tributária. Essas são as principais vulnerabilidades do Brasil na atração de novas empresas aéreas para operar na aviação doméstica. A lista foi feita pelo CEO da ABR (Aeroportos do Brasil), Fábio Rogério Carvalho, que relatou ouvir questionamentos sobre esses quatro pontos de companhias mundo afora que têm interesse em olhar o mercado brasileiro. 

“É terrível que a gente vá para eventos e vê que mercados prioritários passam a ser o do Chile, da Colômbia, do Peru”, comentou Carvalho durante painel sobre o setor de aviação promovido na terça-feira (5) pelo TCU (Tribunal de Contas da União). Do painel também participaram, entre outros representantes do setor, o diretor da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), Tiago Pereira, o secretário nacional de Aviação Civil, Tomé Franca, o CEO do MoveInfra, Ronei Glanzmann, que já foi secretário de aviação, e o presidente da Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas), Juliano Noman. 

Em sua fala, Carvalho reconheceu que há desafios para o Brasil destravar os pontos que afastam novas companhias aéreas, mas defendeu que é preciso fazer uma escolha por “políticas de Estado” que enderecem esses problemas. 

“Quando eu sento com um CEO de companhias aéreas, perguntamos, ‘por que vocês não vêm para o Brasil?’. Eles devolvem quatro perguntas. São perguntas que a gente precisa responder. São problemas para eles, mas também são problemas para as nossas excelentes companhias que temos no Brasil”, afirmou o CEO da ABR. 

Noman, que também já foi diretor-geral da ANAC e secretário de aviação, reforçou que há um problema com os custos de operação no Brasil, os quais as aéreas não tem mais espaço para absorver. No horizonte de novas preocupações, além de questões crônicas como o preço do QAV e os custos dolarizados, estão a reforma tributária e o aumento recente da alíquota do IOF. “A reforma tributária está aí, triplica o custo”, apontou o presidente da Abear. 

O secretário de Aviação Civil do MPor reconheceu os problemas e destacou em especial os pontos do despacho de bagagem e da reforma tributária. No caso do primeiro, a indefinição está na espera, há anos, do Congresso analisar o veto presidencial sobre o artigo que estabelece a gratuidade do despacho de bagagem em viagens aéreas. “Não faz sentido passar anos para avaliação de veto sobre despacho da bagagem. Pior que ter ou não ter cobrança de bagagem é a indefinição”, disse Franca.

Na questão da reforma tributária, o secretário afirmou que, embora a pasta esteja trabalhando para que a matéria seja regulamentada da melhor forma possível, haverá impacto para o setor. “Precisamos buscar alternativas reais diante dessa realidade [de custos]. Setor movimenta grande receita mas tem margem extremamente pequena”, afirmou.

Fonte: Agência Infra

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Notícias

Companhias aéreas avaliam cancelamentos no Oriente Médio após ataques dos EUA no Irã

Além do aumento dos custos de combustível e da tripulação decorrentes de desvios e cancelamentos, as companhias aéreas também enfrentam um possível aumento nos custos do combustível de aviação

As companhias aéreas estão avaliando nesta segunda-feira por quanto tempo suspenderão os voos no Oriente Médio, já que o conflito na região entrou em uma nova fase após os Estados Unidos atacarem as principais instalações nucleares iranianas e a promessa de Teerã de se defender.

Nos últimos dias, os cancelamentos de voos por parte de companhias aéreas internacionais em centros de aviação resilientes, como os aeroportos de Dubai e de Doha, mostram como as preocupações do setor de aviação com a região aumentaram.

O espaço aéreo normalmente movimentado que se estende do Irã e do Iraque até o Mediterrâneo tem estado praticamente vazio de tráfego aéreo comercial por 10 dias desde que Israel começou a atacar o Irã em 13 de junho, já que as companhias aéreas desviam, cancelam e atrasam voos pela região devido ao fechamento do espaço aéreo e às preocupações com a segurança.

A principal companhia aérea asiática, a Singapore Airlines, que descreveu a situação como “fluida”, cancelou os voos para Dubai até terça-feira, tendo anteriormente cancelado apenas seu serviço de domingo.

A Iberia, membro do grupo IAG, cancelou os voos de domingo e segunda-feira para Doha após fazer sua própria avaliação, informou um porta-voz. A empresa ainda não tomou uma decisão com relação aos voos posteriores.

A Air France KLM cancelou os voos de e para Dubai e Riad no domingo e na segunda-feira, e a Finnair cancelou os voos de Doha pelo menos até terça-feira.

A Air Astana, do Cazaquistão, cancelou os voos para Dubai na segunda-feira.

No entanto, algumas companhias aéreas internacionais esperavam retomar os serviços.

Os painéis de partidas do Flightradar24 mostram que a British Airways, de propriedade da IAG, estava pronta para retomar os voos para Dubai e Doha na segunda-feira, depois de cancelar as rotas de e para esses aeroportos no domingo.

Com o espaço aéreo russo e ucraniano fechado para a maioria das companhias aéreas devido a anos de guerra, o Oriente Médio se tornou uma rota mais importante para voos entre a Europa e a Ásia. Em meio a ataques aéreos e de mísseis nos últimos 10 dias, as companhias aéreas seguiram para o norte, via Mar Cáspio, ou para o sul, via Egito e Arábia Saudita.

Além do aumento dos custos de combustível e da tripulação decorrentes dos desvios e cancelamentos, as companhias aéreas também enfrentam um possível aumento nos custos do combustível de aviação, já que os preços do petróleo subiram após os ataques dos EUA.

Fonte: Valor Econômico

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Notícias, Tecnologia

Maior operadora de jatos E175 encomenda 60 novas aeronaves da Embraer

A Embraer anunciou nesta quarta-feira (18) uma encomenda firme de 60 jatos E175 pela norte-americana SkyWest, com opção de compra de mais 50 aeronaves. As entregas estão programadas para começar em 2027. O valor do contrato referente aos 60 aviões é de US$ 3,6 bilhões, segundo preço de lista, e será incluído na carteira de pedidos do segundo trimestre da fabricante brasileira.

Com uma frota atual de 263 jatos e um backlog de 16 unidades, a SkyWest se consolida como a maior operadora de E-Jets do mundo. O novo pedido reforça a posição da companhia como líder global na operação do modelo E175, que é referência em aviação regional nos Estados Unidos. Os jatos serão operados pela Delta Connection, subsidiária regional da Delta Air Lines que possui contrato com a SkyWest.

Como maior operadora de E175 do mundo, estamos satisfeitos em continuar expandindo nossa frota e fortalecendo nossa presença no segmento de cabine dupla. Essa encomenda nos permite avançar em nossa estratégia de longo prazo e manter a excelência no serviço regional”, declarou Chip Childs, presidente e CEO da SkyWest.

Arjan Meijer, CEO da Embraer Aviação Comercial, também celebrou o anúncio: “Estamos entusiasmados em continuar nossa longa parceria com a SkyWest. O E175 é a espinha dorsal da aviação regional na América do Norte, e esse pedido demonstra a confiança da SkyWest no desempenho, confiabilidade e conforto dos nossos jatos.

A relação entre Embraer e SkyWest começou em 1986, com a aquisição de cinco turboélices EMB-120 Brasília. No fim dos anos 1990, a empresa norte-americana já operava mais de 40 unidades do modelo. A parceria foi renovada em 2013 com a compra de 100 E175s, e hoje a SkyWest é a maior operadora desse jato no mundo.

Fonte: Aeroin

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