Comércio, Tecnologia

SC pode abrigar montadora chinesa de veículos elétricos

Projeto teve avanços em reunião de comitiva catarinense na China

A agenda de comitiva catarinense na China terminou nesta semana com avanços no projeto para a instalação de uma montadora chinesa de carros elétricos no estado. O investimento foi discutido em reunião em Pequim entre os executivos da Jmev, parlamentares catarinenses e o governo estadual.

O encontro selou o interesse mútuo pra construção da fábrica da Jmev em Santa Catarina. O acordo foi resultado de uma primeira reunião em 16 de junho, na cidade de Nanchang, sede da Jmev, onde os parlamentares apresentaram à empresa as oportunidades de investimentos e a força da economia no estado.

A instalação da fábrica está alinhada ao projeto de expansão da Jmev no mercado global de veículos elétricos. “O grande momento positivo dessa missão foi nós conseguirmos promover a aproximação entre a empresa e o governo do Estado, para a partir de agora, avançarmos com as questões burocráticas”, informou o deputado estadual Fabiano da Luz (PT).

Segundo ele, a intenção da empresa é fabricar um modelo popular para ser vendido no Brasil, com distribuição também para toda a América Latina a partir de Santa Catarina. O governador Jorginho Mello (PL) destacou que o estado já conta com outras montadoras, como a GM e a BMW, o que demonstra a referência de Santa Catarina no setor automotivo. 

Jorginho determinou que técnicos do governo catarinense mantenham contato direto com a direção da empresa para que sejam elaborados os documentos necessários ao andamento do processo de implementação da unidade da JMEV em Santa Catarina. Os potenciais do estado nos setores de tecnologia, metalmecânica e inovação foram considerados estratégicos para os planos de expansão da empresa.

A Jmev é uma montadora fundada em 2015, fruto de parceria entre a Jiangling Motors (JMC) e o grupo Renault. A companhia produz cerca de 100 mil carros elétricos por ano, atuando com foco em tecnologia, sustentabilidade e veículos compactos e médios. Os modelos populares da marca incluem o EV3, 1º carro elétrico com câmbio manual do mundo, que será produzido no Brasil com preço estimado em menos de R$ 100 mil.

Fonte: Diarinho

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Notícias

Navio de transporte de veículos Morning Midas, danificado por incêndio, afunda

A empresa de salvamento Resolve Marine informou que o navio de transporte de veículos Morning Midas afundou em águas internacionais do norte do Oceano Pacífico, após um incêndio ocorrido a bordo em 3 de junho.

Os danos causados pelo incêndio, agravados por condições meteorológicas adversas e posterior entrada de água, levaram ao naufrágio do Morning Midas por volta das 16h35 no horário local (UTC -9) do dia 23 de junho, em águas com aproximadamente 5.000 metros de profundidade e a cerca de 360 milhas náuticas da costa.

Como medida de precaução, dois rebocadores equipados com sistemas de controle de poluição permanecem no local para monitorar possíveis sinais de contaminação ou destroços.

O navio, de bandeira liberiana e gerenciado pela Zodiac Maritime, pegou fogo a cerca de 360 milhas a sudoeste de Adak, no Alasca, enquanto seguia de Yantai, na China, para Lázaro Cárdenas, no México. A embarcação transportava mais de 3.000 veículos, incluindo cerca de 70 totalmente elétricos e 681 modelos híbridos. O incêndio teria começado em um dos conveses que abrigavam veículos elétricos, reacendendo preocupações sobre os riscos associados às baterias de íons de lítio no transporte marítimo.

Apesar dos esforços da tripulação para conter as chamas com os sistemas de supressão a bordo, o fogo se intensificou, levando à evacuação dos 22 tripulantes, que foram resgatados em segurança pelo porta-contêineres COSCO Hellas, que navegava nas proximidades.

Fonte: Splash 247

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Exportação, Tecnologia

Exportações de veículos batem recorde, mas produção despenca com avanço chinês

Maio teve o melhor resultado desde agosto de 2018

Mais de um milhão de unidades foram vendidas nos cinco primeiros meses de 2025 no Brasil, e as exportações registraram em maio o melhor resultado desde agosto de 2018.

Ainda assim, esses números não se refletiram na produção do mês, que caiu 5,9% em relação a abril, encerrando com 214,7 mil veículos produzidos, considerando carros de passeio, comerciais leves, caminhões e ônibus.

Houve bons resultados de exportações, impulsionados pelo aquecimento do mercado argentino. O recuo na produção, porém, indica perda de participação de vendas para os importados.

Há um saudável aumento do fluxo comercial com a Argentina, mas, no caso dos modelos vindos da China, há uma entrada atípica.

“Ela é beneficiada por uma taxação bem inferior à que vemos em outros países produtores, gerando uma perigosa distorção no mercado”, avaliou Igor Calvet, novo presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Fonte: Gazeta SP

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Negócios, Tecnologia

Eve, da Embraer, anuncia acordo de R$ 1,3 bilhão por carros voadores

Negócio prevê o fornecimento de até 50 eVTOLs para a Revo; companhia projeta mais de 30 mil aeronaves circulando no mundo até 2045

A Eve Air Mobility, companhia subsidiária da Embraer, anunciou neste domingo (15) um acordo vinculativo com a Revo, operadora brasileira de mobilidade urbana aérea, e sua controladora, a Omni Helicopters International, pela compra de até 50 eVTOLs (aeronaves elétricas de pouso e decolagem vertical, também conhecidas como carros voadores) no valor de R$ 1,39 bilhão.

Segundo a Eve, a parceria representa uma transição da fase de desenvolvimento da tecnologia do eVTOL para a execução do modal, consolidando a companhia na liderança global do mercado de mobilidade aérea urbana da próxima geração.

“Ao avançarmos do conceito para a implementação, estamos não apenas impulsionando nosso plano comercial, mas também contribuindo para a construção de um ecossistema robusto e sustentável de mobilidade aérea urbana, estabelecendo um novo padrão global para a adoção dos eVTOLs”, disse em nota Johann Bordais, CEO da Eve.

A primeira entrega das aeronaves está prevista para o quarto trimestre de 2027. Atualmente, a Revo opera com mobilidade porta a porta, integrando serviços de carro e bagagem a voos de helicóptero em regiões do Sudeste do país, principalmente conectando a zona sul de São Paulo ao aeroporto de Guarulhos.

“Essas aeronaves serão fundamentais para viabilizar nosso projeto de transformar a mobilidade oferecida pela Revo, proporcionando uma solução segura, sustentável e escalável, capaz de conectar as pessoas e elevar o padrão de conveniência para nossos clientes”, afirmou João Welsh, CEO da Revo.

PERSPECTIVAS DE MERCADO

A Eve também publicou neste domingo um estudo com projeções para os próximos 20 anos da mobilidade aérea urbana no mundo, cuja frota estimada de eVTOLs em operação deve chegar a 30 mil até 2045.

Pelas estimativas da subsidiária da Embraer, com esse número de frota mais de 3 bilhões de passageiros poderão ser atendidos regularmente e a receita potencial será de US$ 280 bilhões.

A aposta da companhia é no crescente caos do trânsito nas grandes capitais, cuja fragilidade abre espaço para oferecer serviços complementares de mobilidade, como táxi aéreo, fretamento e voos turísticos, por exemplo.

Com a expansão populacional nas grandes cidades, a Eve projeta um crescimento significativo em países asiáticos, principalmente megacidades densas e com classe média em ascensão.

Para a Eve, a América do Norte demonstra potencial por investir no setor e por manter um ecossistema de aviação já consolidado. É diferente da Europa, onde os desafios regulatórios são mais burocráticos, e a previsão é que o mercado de eVTOLs cresça mais lentamente.

“A América Latina apresenta oportunidades com eVTOLs voltados para urbanização e energia renovável. Embora menor, o Oriente Médio é um dos primeiros a adotar o mercado, com foco em inovação e transporte sustentável. O mercado africano é impulsionado pela oportunidade de superar os desafios de infraestrutura decorrentes do alto crescimento populacional urbano e aprimorar a experiência turística”, afirmou a companhia em nota.

Fonte: Folha de São Paulo

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Comércio, Exportação

Montadoras e fabricantes de autopeças acionam modo “pânico total” por restrições a terras raras

Frank Eckard, presidente-executivo de um fabricante alemão de ímãs, tem recebido uma enxurrada de ligações nas últimas semanas. Montadoras de veículos e empresas de autopeças têm se mostrado desesperados para encontrar fontes alternativas de ímãs, que estão em falta devido às restrições de exportação chinesas.

Alguns disseram a Eckard que suas fábricas podem ficar paradas até meados de julho sem o fornecimento de ímãs. “Todo o setor automotivo está em pânico total”, disse Eckard, presidente-executivo da Magnosphere, com sede em Troisdorf, Alemanha. “Eles estão dispostos a pagar qualquer preço.”

Os executivos do setor automotivo foram mais uma vez levados às salas de guerra, preocupados com o fato de que os rígidos controles de exportação da China sobre ímãs de terras raras – essenciais para a fabricação de veículos – possam prejudicar a produção. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na sexta-feira que o presidente chinês, Xi Jinping, concordou em permitir o fluxo de minerais e ímãs de terras raras para os EUA. Uma equipe comercial dos EUA está programada para se reunir com seus homólogos chineses para conversações em Londres na segunda-feira.

O setor teme que a situação das terras raras possa se transformar no terceiro grande choque na cadeia de suprimentos em cinco anos. A escassez de chips causou redução de produção de milhões de carros entre 2021 e 2023 e, antes disso, a pandemia, em 2020, fechou fábricas por semanas.

Essas crises levaram o setor a fortalecer as estratégias da cadeia de suprimentos. Os executivos priorizaram suprimentos de reserva para os principais componentes e reexaminaram o uso de estoques “just-in-time”, que economizam dinheiro, mas podem deixá-los sem inventários quando uma crise se desenrola. No entanto, a julgar pelas ligações recebidas de Eckard, “ninguém aprendeu com o passado”, disse ele.

Desta vez, à medida que o gargalo das terras raras se torna mais apertado, o setor tem poucas boas opções, considerando a extensão do domínio da China sobre o mercado. O destino das linhas de montagem das montadoras foi deixado para uma pequena equipe de burocratas chineses, que analisa centenas de solicitações de licenças de exportação.

Várias fábricas européias de fornecedores de automóveis já fecharam as portas, e mais paralisações estão por vir, disse a associação de fornecedores de automóveis da região, a CLEPA. “Mais cedo ou mais tarde, todos serão confrontados”, disse o secretário-geral da CLEPA, Benjamin Krieger.

Atualmente, os carros terras raras em dezenas de pequenos motores elétricos que equipam componentes como espelhos laterais, alto-falantes, bombas de óleo, limpadores de para-brisa e sensores de vazamento de combustível e de frenagem.

A China controla até 70% da mineração global de terras raras, 85% da capacidade de refino e cerca de 90% da produção de ligas metálicas e ímãs de terras raras, segundo a consultoria AlixPartners. O veículo elétrico médio usa cerca de meio quilo de elementos de terras raras, e um carro movido a combustível fóssil usa apenas metade disso, de acordo com a Agência Internacional de Energia.

A China já tomou medidas restritivas anteriormente, inclusive em uma disputa com o Japão em 2010, durante a qual restringiu as exportações de terras raras. O Japão teve que encontrar fornecedores alternativos e, em 2018, a China foi responsável por apenas 58% de suas importações de terras raras.

A China tem uma carta de terras raras para jogar sempre que quer”, disse Mark Smith, presidente-executivo da empresa de mineração NioCorp, que está desenvolvendo um projeto de terras raras no Estado norte-americano de Nebraska com início de produção previsto daqui três anos. Em todo o setor, os fabricantes de automóveis têm tentado se livrar do uso de ímãs de terras raras da China ou até mesmo desenvolver ímãs que não precisem desses elementos. Mas a maioria dos esforços está a anos de distância da escala necessária.

“Trata-se realmente de identificar… e encontrar soluções alternativas” fora da China, disse Joseph Palmieri, chefe de gerenciamento da cadeia de suprimentos do fornecedor Aptiv, em uma conferência na cidade norte-americana de Detroit na semana passada.

As montadoras, incluindo General Motors e BMW, e os principais fornecedores, como ZF e BorgWarner, estão trabalhando em motores com conteúdo de terras raras zero ou reduzido, mas poucos conseguiram escalar a produção o suficiente para cortar custos.

A UE lançou iniciativas, incluindo a Lei de Matérias-Primas Críticas, para impulsionar as fontes europeias de terras raras. Mas o bloco de países não agiu com rapidez suficiente, disse Noah Barkin, consultor sênior do Rhodium Group, um grupo de estudo norte-americano voltado para a China.

Mesmo as empresas que desenvolveram produtos comercializáveis têm dificuldades para competir com os produtores chineses em termos de preço.

David Bender, codiretor do negócio de reciclagem de ímãs da especialista em metais alemã Heraeus, disse que está operando com apenas 1% da capacidade e terá que fechar no próximo ano se as vendas não aumentarem.

A Niron, sediada na cidade norte-americana de Minneapolis, desenvolveu ímãs livres de terras raras e levantou mais de US$250 milhões de investidores, incluindo GM, Stellantis e a fornecedora de autopeças Magna.

“Observamos uma mudança radical no interesse de investidores e clientes” desde que os controles de exportação da China entraram em vigor, disse o presidente-executivo da Niron, Jonathan Rowntree. A empresa está planejando uma fábrica de US$1 bilhão com início de produção previsto para 2029.

A Warwick Acoustics, sediada na Inglaterra, desenvolveu alto-falantes sem terras raras que devem aparecer em um carro de luxo ainda este ano. O presidente-executivo, Mike Grant, disse que a empresa está em negociações com mais uma dúzia de montadoras, embora os alto-falantes não devam estar disponíveis em modelos convencionais por cerca de cinco anos.

À medida que as empresas automotivas buscam soluções de longo prazo, elas se esforçam para evitar o fechamento iminente das fábricas.

As montadoras precisam descobrir quais de seus fornecedores precisam de licenças de exportação. A Mercedes-Benz, por exemplo, está conversando com fornecedores sobre a criação de estoques de terras raras.

Os analistas afirmam que as restrições podem forçar as montadoras a fabricarem carros sem determinadas peças e mantê-los em pátios até que as autopeças estejam disponíveis, como a GM e outras empresas fizeram durante a crise dos semicondutores.

A dependência das montadoras em relação à China não termina com os elementos de terras raras. Um relatório da Comissão Europeia de 2024 afirmou que a China controla mais de 50% do fornecimento global de 19 matérias-primas importantes, incluindo manganês, grafite e alumínio.

Andy Leyland, cofundador da SC Insights, especialista em cadeia de suprimentos, disse que qualquer um desses elementos poderia ser usado como alavanca pela China. “Isso é apenas um tiro de advertência”, disse ele.

Fonte: MSN

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Comércio

Produção de veículos no Brasil recua 6% em maio ante abril, diz Anfavea

Na comparação com o maio de 2024, a produção do mês passado disparou quase 29%

Montadoras instaladas no Brasil produziram 214,7 mil carros, comerciais leves, caminhões e ônibus em maio, uma queda de 5,9% ante o volume montado em abril, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (5) pela associação do setor, Anfavea.

Na comparação com o maio de 2024, a produção do mês passado disparou quase 29%, mas a Anfavea afirmou que a relação é afetada por uma fraca base de comparação diante das enchentes devastadoras que atingiram o sul do país um ano atrás.

No acumulado dos primeiros cinco meses deste ano, o setor mostra crescimento de 10,7% na produção, a 1,026 milhão de veículos, apesar da torrente de importação, que no período acumulou um crescimento de vendas de 19%, a 187 mil unidades.

Apesar da queda na produção em maio ante abril, houve crescimentos de vendas (8,1%) e exportações (11,3%) no período.

Segundo a Anfavea, as vendas no mercado interno em maio somaram 225,7 mil veículos, uma expansão de 16,2% sobre o mesmo período de 2024, acumulando no ano alta de 6,1%, a 986,2 mil unidades.

As exportações de maio ante o mesmo mês do ano passado saltaram 92,6%, para 51,5 mil veículos. De janeiro a maio, as vendas externas mostram expansão de 56,6%, para 213,5 mil unidades, impulsionadas em parte por forte expansão do mercado argentino.

Fonte: CNN Brasil

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Economia, Finanças

Juros na Europa, balança comercial e produção de veículos: o que move o mercado

Analistas projetam que o Banco Central Europeu irá cortar a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual

O mercado financeiro começa esta quinta-feira, 5, de olho na decisão do Banco Central Europeu (BCE), que deve cortar a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, de 2,25% para 2%. A expectativa é unânime entre os investidores, motivada pela inflação na Zona do Euro abaixo da meta de 2%.

O anúncio está marcado para as 9h15, seguido pela entrevista da presidente Christine Lagarde às 9h45, momento que deve trazer mais clareza sobre o rumo da política monetária na região.

Nos Estados Unidos, às 9h30, saem os pedidos semanais de auxílio-desemprego e a balança comercial de abril. Os investidores seguem cautelosos após dados fracos sobre o mercado de trabalho, especialmente a forte queda na geração de empregos no setor privado e a retração no setor de serviços. Esses números aumentaram as apostas de um corte de juros ainda neste mês, com atenção redobrada para o relatório de payroll que será divulgado amanhã.

Representantes do Federal Reserve americano estarão ativos ao longo do dia: Adriana Kugler fala às 13h, enquanto Patrick Harker e Jeff Schmid se apresentam às 14h30, com potenciais impactos nas expectativas sobre a política monetária americana.

No Brasil, o destaque fica para a balança comercial de maio, que sai às 15h, acompanhada de coletiva da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Também está prevista a divulgação da produção de veículos em maio pela Anfavea, às 11h.

Ainda assim, o foco do mercado local está nas dúvidas sobre as medidas fiscais que a equipe econômica prepara para substituir o aumento do IOF, fator que tem guiado as negociações no mercado doméstico.

Mercados internacionais

As bolsas na Ásia e no Pacífico fecharam sem direção única. Na Coreia do Sul, o Kospi subiu 1,49%, atingindo a máxima em mais de 10 meses, e o Kosdaq avançou 0,8%, impulsionados pelas expectativas de reformas e estímulos fiscais no governo do presidente eleito Lee Jae-myung.

Em contraste, o Nikkei 225 de Tóquio recuou 0,51%, e o Topix caiu 1,03%. O S&P/ASX 200 da Austrália fechou estável. Em Hong Kong, o Hang Seng subiu 0,85%, enquanto o índice CSI 300, da China, avançou 0,23%.

Na Índia, o Nifty 50 e o Sensex cresceram 0,84% e 0,77%, respectivamente, com o mercado antecipando corte de 0,25 ponto percentual na taxa básica de juros.

As bolsas europeias operam em alta nesta manhã, impulsionadas pela expectativa de corte da taxa de juros. Por volta das 7h15 (horário de Brasília), o índice pan-europeu Stoxx 600 avançava 0,44%, o francês CAC 40 subia 0,49%, o alemão DAX ganhava 0,47% e o britânico FTSE 100 registrava alta de 0,28%.

Na Alemanha, as encomendas à indústria cresceram 0,6% em abril ante março, contrariando a expectativa de queda de 1%, sustentadas pela demanda por equipamentos eletrônicos e óticos.

Nos Estados Unidos, os índices futuros operam em leve alta. Às 7h15, os futuros do S&P 500 subiam 0,07%, os do Dow Jones avançavam 0,11% e os do Nasdaq 100 ganhavam 0,09%.

Fonte: Exame

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Logística, Portos

Porto de Suape vai fazer concessão para o hub de veículos

O Porto de Suape vai fazer uma concessão para a operação do hub de veículos, o mais movimentado do Norte/Nordeste. “O pátio necessita de investimentos para poder aumentar a capacidade de movimentação de automóveis”, diz o presidente do Porto de Suape, Armando Monteiro Bisneto. Vai ser a primeira concessão a ser realizada na gestão dele, que está à frente da estatal desde o dia 25 de abril.

Segundo o executivo, a concessão, provavelmente, vai ocorrer em julho deste ano, porque a modelagem da futura concessão está quase pronta. Será lançado um edital com todas as regras da concorrência, incluindo o quanto a empresa que vencer a licitação deve investir para deixar o hub mais competitivo.

No ano passado, 80.051 veículos passaram por Suape, sendo, praticamente, a mesma quantidade de 2023. Em 2024, o Porto de Suape passou a receber desembarques expressivos de veículos da montadora chinesa Build Your Dreams (BYD), que escolheu o porto pernambucano como base de distribuição dos seus automóveis para uma parte do Nordeste.

Somente como exemplo, em abril do ano passado, foram quase 2 mil veículos híbridos e elétricos da BYD que chegaram ao porto pernambucano. A companhia chinesa está implantando uma unidade fabril para produzir veículos na Bahia.

O hub de veículos de Suape concentra as operações da planta da Stellantis em Goiana (PE), que produz carros com a marca Jeep. No ano passado, o hub movimentou 77% dos veículos fabricados na unidade pernambucana. Também em 2024, a Stellantis liderou as exportações de veículos, com embarques para países como México e Argentina.

De janeiro a dezembro de 2023, houve crescimento de 42% na movimentação de automóveis por Suape em relação ao ano anterior. Ainda em 2023, 80.647 unidades passaram pelo porto, incluindo operações de exportação, importação e transbordo. Em 2022, a atividade mobilizou 56.932 veículos.

Hub de veículos do Porto de Suape acelerou depois de 2021
O hub de veículos de Suape entrou num novo ritmo de movimentação desde 2021, quando passou a receber novas operações e ocorreu um aumento de 20% no número de veículos importados e exportados. Na estatal, são pelo menos dois pátios de veículos e um terceiro pátio que também pode ser usado para este fim.

Uma das maiores operadoras de veículos em Suape é a empresa Nexus, companhia nacional do grupo K-Line que atua no ramo logístico automotivo e de cargas de projeto.

Fonte: Movimento Econômico

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Comércio Exterior, Logística, Tecnologia

Navio com quase 700 carros da BMW chega ao Porto de Itajaí

Desembarque dos veículos da montadora alemã começou na noite desta terça

Começou na noite desta terça-feira e segue até as 2h de quarta o desembarque de 695 veículos da BMW que chegaram ao Porto de Itajaí. A operação acontece no berço 3 e reforça o papel estratégico do terminal no transporte de cargas diversificadas e de alto valor agregado.

As BMW chegaram a bordo do navio Dover Highway, uma embarcação do tipo Ro-Ro (Roll-on/Roll-off), especializada no transporte de veículos. O modelo é conhecido pelas rampas que permitem a entrada e saída dos veículos.

A retirada de todos os carros da montadora alemã deve durar cerca de seis horas. Entre os modelos que estão sendo desembarcados estão Mini Cooper, BMW IX2, BMW 420I e BMW X2.

Fonte: Diarinho

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Comércio, Tecnologia

Maior navio de carros do mundo “abarrotado” com 7 mil BYDs tem data para chegar a SC

Batizada de Shenzhen, embarcação saiu da China no final do mês passado e levará semanas para atracar no porto de Itajaí

Já está a caminho do Porto de Itajaí o maior navio de transporte de carros do mundo. Propriedade da BYD, a famosa marca chinesa de automóveis elétricos enviou ao Brasil 7 mil veículos, o maior lote de exportação da empresa até o momento.

Apesar de serem 7 mil carros elétricos, o navio que saiu de Jiangsu, na China, tem capacidade para 9,2 mil, espaço equivalente a 20 campos de futebol. O “Shenzhen” saiu da China em 27 de abril e deve chegar na última semana deste mês, já que o tempo de viagem está estimado em um mês (ele atinge 34 km/h). A embarcação tem quase 220 metros de comprimento e 37,7 metros de largura.

A escolha por mandar o “Shenzhen” abarrotado para o país não é à toa. A BYD vende uma ampla gama de veículos no Brasil, que é o maior mercado externo da gigante chinesa, com carros a partir de R$ 100 mil. Em outubro do ano passado, a marca lançou a primeira picape híbrida, a Shark.

Veja fotos dos carros da marca em Blumenau e SC

Com ao menos três navios transportadores lançados no último ano, a ideia é acelerar a expansão da BYD pelo mundo. O Brasil é apenas um dos mercados internacionais na mira da chinesa. As vendas devem dobrar na Europa neste ano, com crescimento significativo em outras regiões importantes, como Japão e México.

Fonte: NSC

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