Exportação

Turquia habilita fábricas brasileiras para exportação de gelatina e colágeno

A Turquia autorizou a inclusão de nove fábricas brasileiras de gelatina e colágeno na lista de estabelecimentos aptos a exportar para o país. A habilitação é resultado de auditorias presenciais e da avaliação dos sistemas de controle sanitário, qualidade e produção adotados pelas indústrias brasileiras.

Missão veterinária confirma conformidade sanitária

Em dezembro de 2025, uma missão veterinária oficial da Turquia realizou inspeções em unidades do setor no Brasil. Três plantas auditadas presencialmente tiveram a conformidade sanitária reconhecida pelas autoridades turcas. Outras seis fábricas foram aprovadas com base em análise documental, por já integrarem a lista TRACES da União Europeia, o que facilitou a validação junto ao Ministério da Agricultura e Florestas (MAF) da Turquia.

Sistema TROIS centraliza habilitações internacionais

O registro dos estabelecimentos ocorre no sistema TROIS, plataforma recentemente implantada pela Turquia para reunir empresas e países habilitados a exportar gelatina, colágeno, pescados, lácteos e carnes, desde que atendam às exigências sanitárias locais.

Atualmente, o TROIS conta com 10 estabelecimentos autorizados a exportar gelatina e colágeno para o mercado turco, sendo seis brasileiros. No detalhamento por produto, quatro fábricas estão habilitadas exclusivamente para gelatina, duas delas do Brasil, enquanto outras quatro podem exportar apenas colágeno, com uma brasileira entre elas.

Novas análises podem ampliar participação brasileira

Além das habilitações já confirmadas, oito estabelecimentos brasileiros seguem em fase de análise pelas autoridades turcas. A expectativa do setor é que novas aprovações ocorram em curto prazo, ampliando a presença do Brasil no mercado.

Setor ganha previsibilidade e segurança comercial

A inclusão das empresas brasileiras na lista oficial da Turquia fortalece o acesso ao mercado internacional, aumenta a segurança jurídica e traz maior previsibilidade às operações comerciais entre os dois países, beneficiando a cadeia produtiva de gelatina e colágeno.

FONTE: Ministério da Agricultura e Pecuária
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Ministério

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Notícias

Bovinos retornam após bloqueio sanitário na Turquia

Cerca de 2.900 bovinos procedentes do Uruguai iniciaram seu retorno após permanecerem quase um mês a bordo de um cargueiro ancorado diante da costa da Turquia, devido a um bloqueio sanitário. A interrupção ocorreu depois que as autoridades turcas negaram o desembarque por supostas inconsistências na documentação sanitária, enquanto o Uruguai atribuiu o conflito a um desacordo comercial entre exportadores e importadores.

Marcelo Rodríguez, diretor de Serviços Pecuários do Ministério da Pecuária, Agricultura e Pesca (MGAP), explicou que os animais “estão no navio retornando ao Uruguai”, embora os responsáveis pela carga busquem redirecioná-los a outro mercado durante o trajeto. Assinalou ainda que os relatórios recebidos até agora indicam que os bovinos se encontram “em boas condições”, embora tenha reconhecido que não é possível verificar diretamente o estado atual do lote.

Problemas de identificação
Segundo o governo turco, a decisão de impedir a entrada foi tomada após detectar problemas nas identificações individuais. As inspeções no porto de Bandirma revelaram que alguns animais não portavam brincos nem chips eletrônicos, e que 469 bovinos não coincidiam com as listas de carga entregues pelas empresas importadoras. Por essas irregularidades, as autoridades locais rejeitaram a entrada da carga no país.

O Uruguai defendeu que o lote cumpriu a quarentena prévia ao embarque e superou todos os controles sanitários exigidos. Durante a viagem, morreram cerca de 40 animais, número que, segundo Rodríguez, é considerado habitual nesse tipo de travessia de longa distância.

Apesar do bloqueio sanitário, o vínculo comercial entre ambos os países se mantém. A Turquia é um dos principais destinos do gado em pé uruguaio e, segundo adiantou o MGAP, está previsto que nos próximos dias saia um novo envio de milhares de animais para esse mercado.

O Uruguai, com um rebanho de mais de 12 milhões de cabeças e forte orientação agroexportadora, enviou à Turquia mais de 269.000 bovinos no que vai de 2025, de acordo com dados oficiais.

FONTE: Todo Logistica News
IMAGEM: Reprodução/Todo Logistica News

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Notícias

Navio com 3.000 vacas fica dois meses à deriva na Turquia após veto sanitário

Um navio carregado com cerca de 3.000 vacas passou mais de dois meses sem autorização para atracar na costa da Turquia, depois que autoridades identificaram falhas na documentação sanitária. Durante o período à deriva, ao menos 58 animais morreram e mais de uma centena de bezerros nasceu em condições extremamente precárias.

Viagem bloqueada e retorno forçado
O Spiridon 2º saiu de Montevidéu, no Uruguai, em 20 de setembro e chegou à cidade turca de Bandirma em 22 de outubro. Ao detectar inconsistências nos registros e na identificação do gado, o governo turco vetou o desembarque e permitiu apenas o envio de suprimentos emergenciais. Após 58 dias parado, o país ordenou o retorno imediato da embarcação.
A viagem de volta até o Uruguai deve levar mais 32 dias, totalizando quase 90 dias no mar e ampliando o período de confinamento dos animais.

Condições degradantes a bordo
Relatos de forte odor, presença de moscas e até carcaças no convés chamaram a atenção de organizações de bem-estar animal. Segundo testemunhas citadas pela imprensa internacional, sacos com corpos de bovinos e possível vazamento de fluidos foram vistos no navio.
A Animal Welfare Foundation afirma que a embarcação, de 52 anos, foi adaptada para transportar gado apenas em 2011 e não teria estrutura para uma jornada tão longa. A entidade contabiliza cerca de 140 partos durante a travessia, indício de que muitas vacas estavam prenhes no momento do embarque.

Falta de água, ração e higiene
Especialistas alertam que a escassez de água, ração e cama limpa intensifica o sofrimento dos animais. A veterinária Maria Boada Saña descreveu que cada novo atraso representa “sofrimento massivo”, enquanto a australiana Lynn Simpson afirmou ser provável que os recursos básicos já estejam no limite ou completamente esgotados.

Por que a Turquia recusou o desembarque
As autoridades turcas identificaram falhas nos registros sanitários e nos brincos usados para a identificação do gado, que não correspondiam à documentação apresentada. Por isso, permitiram apenas um rápido reabastecimento antes de ordenar o retorno ao Uruguai.
Organizações afirmam que o episódio expõe problemas estruturais no sistema de exportação de animais vivos, que tende a repetir situações semelhantes enquanto não houver revisão das práticas atuais.

FONTE: UOL
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Redes Sociais/UOL

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Comércio Exterior

Albânia e Turquia retiram restrições à importação de frango brasileiro

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informou nesta quarta-feira (23) que Kuwait, Bahrein, Albânia e Turquia retiraram as restrições de exportação à carne de frango brasileira. As restrições foram retiradas mais de um mês após o Brasil ter se declarado livre de gripe aviária.

Mais de 40 mercados anunciaram restrições a compra de frango do Brasil após a confirmação de um caso de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em uma granja comercial em Montenegro (RS).

Veja a situação atual das restrições das exportações brasileiras de carne de aves:

Sem restrição de exportação:
África do Sul, Albânia, Argélia, Argentina, Bahrein, Bolívia, Bósnia e Herzegovina, Cuba, Egito, El Salvador, Emirados Árabes Unidos, Filipinas, Hong Kong, Índia, Iraque, Jordânia, Kuwait, Lesoto, Líbia, Marrocos, Mauritânia, México, Mianmar, Montenegro, Paraguai, Peru, República Dominicana, Reino Unido, Singapura, Sri Lanka, Turquia, Uruguai, Vanuatu e Vietnã;

Suspensão total das exportações de carne de aves do Brasil:
Canadá, Chile, China, Macedônia do Norte, Malásia, Paquistão, Timor-Leste, União Europeia;

Suspensão restrita ao estado do Rio Grande do Sul:
Angola, Arábia Saudita, Armênia, Bielorrússia, Cazaquistão, Coreia do Sul, Namíbia, Omã, Quirguistão, Rússia, Tajiquistão e Ucrânia;

Suspensão limitada ao município de Montenegro (RS):
Catar;

Suspensão limitada aos municípios de Montenegro, Campinápolis e Santo Antônio da Barra:
Japão;

Suspensão limitada à zona:
Maurício, Nova Caledônia, São Cristóvão e Nevis, Suriname e Uzbequistão. 

Fonte: CNN Brasil

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Economia, Industria, Inovação, Negócios, Tributação

Análise: Brasil compõe seleto grupo de 5 países que pode sair vencedor do “tarifaço”

O Brasil, como importador líquido de mercadorias dos Estados Unidos, exemplifica a maneira como alguns países podem tirar proveito da guerra tarifária

Dias após o anúncio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de tarifas que chocaram vários parceiros comerciais e os mercados globais, alguns países estão surgindo como possíveis vencedores, embora o risco de uma recessão induzida limite os ganhos.

Com aliados de longa data e parceiros comerciais próximos dos EUA, incluindo a União Europeia, o Japão e a Coreia do Sul, entre os mais atingidos – com tarifas de 20% ou mais – rivais que vão do Brasil à Índia e da Turquia ao Quênia veem uma luz no fim do túnel.

O Brasil está entre as economias que escaparam com a menor tarifa “recíproca” dos EUA, de 10%. Além disso, o país pode se beneficiar das tarifas retaliatórias da China, que provavelmente atingirão os exportadores agrícolas dos EUA.

As mais recentes tarifas dos EUA entrarão em vigor em 9 de abril.

O Brasil, como importador líquido de mercadorias dos Estados Unidos, exemplifica a maneira como alguns países podem tirar proveito da guerra comercial que Trump está travando principalmente contra a China e outros grandes exportadores que têm superávits comerciais com os EUA.

Marrocos, Egito, Turquia e Singapura

Marrocos, Egito, Turquia e Singapura, todos com déficits comerciais com os EUA, podem encontrar uma oportunidade nas dificuldades de países como Bangladesh e Vietnã, que têm grandes superávits e foram duramente atingidos por Trump.

Enquanto os dois últimos estão enfrentando tarifas esperadas de 37% e 46%, respectivamente, os outros, como o Brasil e a maioria de seus vizinhos, terão tarifas de 10% cada – mais como um tapinha na mão na nova ordem mundial de Trump.

“Os EUA não impuseram tarifas apenas ao Egito”, disse Magdy Tolba, presidente da joint venture egípcio-turca T&C Garments. “Eles impuseram tarifas muito mais altas a outros países. Isso dá ao Egito uma excelente oportunidade de crescimento.”

Tolba listou a China, Bangladesh e Vietnã como principais concorrentes do Egito no setor têxtil.

“A oportunidade está à vista de todos”, disse ele. “Nós só precisamos agarrá-la”.

A Turquia, cujas exportações de ferro, aço e alumínio foram afetadas pelas tarifas anteriores dos EUA, agora deve se beneficiar à medida que outros comerciantes globais enfrentam taxas ainda mais altas.

O ministro do Comércio, Omer Bolat, chamou as tarifas sobre a Turquia de “as melhores das piores”, considerando as taxas impostas a muitos outros países.

Da mesma forma, o Marrocos, que tem um acordo de livre comércio com os EUA, poderia emergir como um beneficiário relativo do sofrimento tanto da UE quanto das antigas potências asiáticas.

“A tarifa é uma oportunidade para o Marrocos atrair investimentos de investidores estrangeiros dispostos a exportar para os EUA, dada a tarifa comparativamente baixa de 10%”, disse um ex-funcionário do governo, falando sob condição de anonimato.

Ainda assim, o funcionário e outros observaram que os riscos se aproximam, com o perigo de que grandes investimentos chineses recentes, incluindo US$6,5 bilhões da Gotion High Tech para o que seria a primeira gigafábrica da África, possam atrair atenção negativa de Trump.

Rachid Aourraz, economista do Instituto Marroquino de Análise de Políticas (MIPA), um think tank independente em Rabat, observou que os setores aeroespacial e de fertilizantes do país ainda podem ser afetados.

“Embora o impacto direto pareça limitado, já que os EUA não são um mercado importante para as exportações do Marrocos, as ondas de choque criadas pelas tarifas e o espectro da recessão podem afetar o crescimento econômico marroquino”, disse ele.

O Quênia, país com o qual os EUA têm um superávit comercial, também pode ter efeitos mistos de um golpe tarifário relativamente leve. Os produtores de têxteis, em particular, expressaram a expectativa de que poderiam obter uma vantagem comparativa em relação aos concorrentes dos países mais afetados pelas tarifas.

Preocupações

Preocupações semelhantes estão ocorrendo em Cingapura, onde o índice de referência Straits Times caiu 7,5% na segunda-feira, a maior queda desde 2008, e ampliou as perdas nesta terça-feira.

Embora a cidade-Estado possa se beneficiar de alguns fluxos de investimento à medida que os fabricantes buscam diversificar, eles ainda estariam sujeitos a regras substanciais de fabricação e conteúdo local, disse Selena Ling, economista do OCBC.

“A história absoluta é que não há ‘vencedores’ se a economia dos EUA e/ou global sofrer uma parada brusca ou uma recessão”, disse ela. “É tudo relativo.”

Chua Hak Bin, economista do Maybank, acrescentou: “Cingapura não pode vencer em uma guerra comercial global, dada a forte dependência do comércio.”

A Índia, apesar de uma tarifa de 26%, ainda está procurando oportunidades nas dores de seus rivais asiáticos.

De acordo com uma avaliação interna do governo compartilhada com a Reuters, os setores em que a Índia pode ganhar participação de mercado nos embarques para os EUA incluem têxteis, vestuário e calçados. Logo após o anúncio da tarifa, o Ministério do Comércio indiano disse que estava “estudando as oportunidades que podem surgir devido a esse novo acontecimento na política comercial dos EUA”.

FONTE: InfoMoney
Análise: Brasil compõe seleto grupo de 5 países que pode sair vencedor do “tarifaço”

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Agronegócio, Comércio Exterior, Economia, Gestão, Industria, Informação, Inovação

Abertura de mercados para Arábia Saudita e Turquia

Com este anúncio, o agronegócio brasileiro alcança 320 aberturas de mercado durante a atual gestão

O governo brasileiro informa, com satisfação, que obteve novas aberturas de mercado junto aos governos da Arábia Saudita e da Turquia.

Na Arábia Saudita, as autoridades sanitárias aprovaram o Certificado Veterinário Internacional (CVI) para exportação de peixes ornamentais. Em 2024, as exportações agropecuárias do Brasil para o país somaram mais de US$ 2,7 bilhões, com destaque para carnes, complexo sucroalcooleiro, cereais, farinhas e preparações, e complexo soja.

A Turquia, por sua vez, autorizou o Brasil a exportar hemoderivados e produtos lácteos não destinados ao consumo humano. Em 2024, a Turquia importou do Brasil mais de US$ 3,1 bilhões em produtos agropecuários, com destaque para complexo soja, fibras e produtos têxteis, café, carnes, produtos florestais e animais vivos (exceto pescados).

Com esses anúncios, o agronegócio brasileiro alcança 20 aberturas de mercado em 2025, em um total de 320 novas oportunidades de negócio desde o início de 2023.

Esses resultados são fruto do trabalho conjunto do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE).

FONTE: MAPA.gov
Abertura de mercados para Arábia Saudita e Turquia — Ministério da Agricultura e Pecuária

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Economia, Informação, Investimento, Mercado Internacional, Negócios, Notícias

Weg investirá € 28 milhões em nova fábrica na Turquia

Weg informou nesta quarta-feira, 18, que investirá aproximadamente € 28 milhões (R$182,3 milhões, à cotação do dia) em uma nova fábrica de redutores na região de Esmirna, na Turquia.

“Este projeto visa atender à demanda do mercado de redutores e aumentar a capacidade de fabricação de componentes”, destaca a companhia por fato relevante.

O investimento tem conclusão prevista para 2027, ampliando a fabricação de redutores fora do Brasil.

A nova fábrica será estabelecida em um prédio de 12.000 m², na cidade de Manisa, a 35 quilômetros de Esmirna, onde recentemente a empresa adquiriu a Volt Electric Motors, especializada na produção de motores elétricos industriais e comerciais.

A nova unidade de produção permitirá explorar sinergias com a atual fábrica de redutores localizada na Áustria, além da possibilidade da venda com motores elétricos industriais fabricados no País, afirma a empresa. A Weg comercializa seus produtos há mais de 20 anos na Turquia por meio de distribuidores locais. Em 2021 estabeleceu uma estrutura comercial local própria e, em 2022, inaugurou uma nova fábrica de motores elétricos em Dilovasi, próximo a Istambul. Atualmente, a companhia emprega 750 profissionais na região. “Com os novos investimentos a Weg estima criar 150 novos postos de trabalho na Turquia”, destaca a empresa no comunicado.

FONTE: MSN.com
https://www.msn.com/pt-br/dinheiro/economia-e-negocios/weg-investir%C3%A1-28-milh%C3%B5es-em-nova-f%C3%A1brica-na-turquia/ar-AA1w7b0Z?cvid=437bc6ff8c184397bce85d4635a98463&ei=21&ocid=windirect&utm_campaign=gecorrp__newsletter_fiesc_19122024&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

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Portos

Momentos de horror no porto de Evyapport: Navio porta-contêineres gigante chamado YM Witness colidiu contra guindastes de pórtico

O navio porta-contêineres gigante de 368 metros de comprimento chamado YM Witness, de bandeira de Hong Kong, colidiu com os guindastes na costa do porto de Evyapport, no distrito de Körfez, na Turquia, perto de Istambul.

Momentos de horror no porto de EVYAPPORT: Navio porta-contêineres gigante chamado YM Witness colidiu com guindastes de pórtico O navio porta-contêineres gigante de 368 metros de comprimento colidiu com os guindastes na costa do porto de Evyapport, no distrito de Körfez, em Kocaeli. Enormes guindastes tombaram sobre o porto, e os momentos de horror foram capturados por câmeras. O navio porta-contêineres gigante de 368 metros de comprimento chamado YM Witness, de bandeira de Hong Kong, colidiu com os guindastes na costa do porto de Evyapport, no distrito de Körfez, na Turquia, perto de Istambul. Enormes guindastes tombaram sobre o porto, e os momentos de horror foram capturados por câmeras. O navio, que navegava no distrito de Körfez, em Kocaeli, não conseguiu parar e colidiu com 3 guindastes no porto de Evyapport. Os guindastes caíram um a um, como um efeito dominó, com grande ruído. Após o registro da ocorrência, equipes de saúde, policiais e bombeiros foram enviadas para o local. As equipes chegaram ao local em pouco tempo e vistoriaram a região para saber se havia feridos. Além disso, foram feitas verificações térmicas e de câmeras de segurança. A ausência de trabalhadores e operadores de guindastes no momento do acidente evitou um grande desastre. Momentos de horror foram captados momento a momento pelas câmeras dos celulares. O momento em que o navio não conseguiu parar e capotou os guindastes e os funcionários gritaram de medo foram registrados pelas câmeras.

Saiba mais em SeaNews:
Momentos de horror no porto de Evyapport: Navio porta-contêineres gigante chamado YM Witness colidiu contra pórticos – ACIDENTES – SeaNews

Veja imagens que circularam nas redes esse final de semana:

Em dois ângulos, sobre o evento em questão:

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