Economia

Projeção da Selic acumulada 2025 passa de 14,25% para 14,30%

A revisão consta do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias

Os ministérios do Planejamento e da Fazenda aumentaram a projeção para a taxa Selic acumulada em 2025, de 14,25% para 14,30%. A revisão consta do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias do quarto bimestre.

Na sua mais recente reunião, da última quarta-feira, 17, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central manteve a taxa básica de juros em 15,0% ao ano, e afirmou que avalia se a manutenção da Selic neste nível por período “bastante prolongado” é suficiente para levar o IPCA à meta.

A projeção para o câmbio médio deste ano passou de R$ 5,70 para R$ 5,63. A previsão para a alta da massa salarial nominal passou de 12,08% para 12,11%. Já a estimativa para o preço médio do barril de petróleo no mercado internacional passou de US$ 68,38 para US$ 69,58.

No último dia 11, a Fazenda diminuiu a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2025, de 2,5% para 2,3%. A previsão para o IPCA passou de 4,9% para 4,8%, ainda acima do teto da meta, de 4,5%. A estimativa para a inflação medida pelo INPC, que é usado para corrigir o salário mínimo, permaneceu em 4,7%.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Economia

Copom mantém taxa básica de juros em 15% ao ano

A manutenção da Selic é por causa da incerteza do ambiente externo

O Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu manter a taxa básica de juros da economia (Selic) em 15%. O anúncio foi feito no início da noite da quarta-feira (17), depois de uma reunião de dois dias entre o presidente do Banco Central (BC) e seus diretores.

No comunicado oficial, o Copom justifica a manutenção da Selic pela incerteza do ambiente externo, “em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos”.

O que, segundo o comitê, exige cautela “por parte de países emergentes em ambiente marcado por tensão geopolítica”.

Também é citado o cenário doméstico. Para o Copom, os indicadores de atividade econômica apresentam “moderação no crescimento”, apesar do “dinamismo” do mercado de trabalho, e a inflação permanece acima da meta.

“As expectativas de inflação para 2025 e 2026 apuradas pela pesquisa Focus permanecem em valores acima da meta, situando-se em 4,8% e 4,3%, respectivamente. A projeção de inflação do Copom para o primeiro trimestre de 2027, atual horizonte relevante de política monetária, situa-se em 3,4% no cenário de referência”, diz a nota do Copom.

Cenário inalterado

Na reunião anterior, nos dias 29 e 30 de julho, o Copom decidiu interromper o ciclo de alta da taxa de juros, mantendo a Selic em 15% ao ano, sob a justificativa de que o ambiente externo está mais adverso, por conta das políticas comerciais e fiscais adotadas pelos Estados Unidos (EUA).

As decisões são tomadas levando em conta a situação inflacionária, as contas públicas, a atividade econômica e o cenário externo – tudo tendo como base a avaliação do cenário macroeconômico e os principais riscos a ele associados.

As atas do Copom são publicadas no prazo de até quatro dias úteis. Esta foi a sexta reunião do ano do comitê. A taxa básica de juros da economia (Selic) vale para os próximos 45 dias, quando o Copom volta a se reunir.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a Selic. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Os bancos consideram outros fatores além da Selic na hora de definir os juros a serem cobrados dos consumidores, entre eles risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

Fonte: Agência Brasil

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Importação

Taxa mínima de importações aumenta em cidade da fronteira de SC com Argentina

A partir dessa segunda (9) a taxa de importação irá aumentar

A margem mínima obrigatória para desembaraço pelo Porto Seco de Dionísio Cerqueira, no Extremo-Oeste do Estado, passou a ser 30% nesta segunda-feira (9). A decisão foi divulgada na última terça-feira (3) e afeta empresas que fazem importações terrestres para Santa Catarina.

O percentual mínimo obrigatório era de 20% desde junho do ano passado. Entretanto, conforme o decreto 1.001/25, publicado na edição extra do Diário Oficial do Estado (DOE) da última terça-feira (3), a taxa aumentou e irá começar a valer a partir desta segunda-feira (9).

A nova regra vale para as mercadorias com incentivo fiscal vindas de qualquer país do Mercosul, com exceção do Uruguai e do Paraguai, que estão excluídos pela legislação.

Segundo o governo do Estado, a decisão de subir a cota de “20% para 30% foi tomada em consenso e com o apoio dos principais envolvidos: Prefeitura de Dionísio Cerqueira, empresários e a concessionária que opera a Aduana. Facisc, FIESC e Assembleia Legislativa também participaram ativamente das reuniões”.

Fonte: NSC Total

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