Informação

Receita Federal doa brinquedos apreendidos e adota 50 mil cartas do Papai Noel dos Correios

A Receita Federal do Brasil (RFB) aderiu à edição 2025 da campanha Papai Noel dos Correios, uma das mais tradicionais iniciativas de solidariedade no Brasil, que há mais de três décadas mobiliza empregados dos Correios e a sociedade para atender pedidos de crianças em situação de vulnerabilidade social.

A participação do órgão federal ocorreu por meio da doação de mercadorias apreendidas, destinadas exclusivamente ao atendimento das cartas enviadas ao Papai Noel.

Brinquedos e materiais apreendidos ganham nova finalidade

Entre os itens doados pela Receita Federal estão brinquedos, jogos, mochilas, bolas e material escolar, todos oriundos de ações de fiscalização. Os bens foram repassados aos Correios para utilização direta na campanha, garantindo que produtos antes irregulares passem a cumprir uma função social.

Segundo os Correios, o volume das doações possibilitará o atendimento de mais de 50 mil cartas de crianças de diversas regiões do país.

Campanha completa 36 anos de história

Criada há 36 anos, a campanha Papai Noel dos Correios é considerada uma das maiores ações de engajamento social do Brasil. A iniciativa conecta pessoas físicas, empresas e órgãos públicos em torno do objetivo de realizar os sonhos infantis expressos em cartas enviadas ao Papai Noel.

Receita Federal reforça compromisso social e sustentável

Com a adesão à campanha em 2025, a Receita Federal reafirma seu compromisso com a responsabilidade social, a sustentabilidade e a transparência na destinação de mercadorias apreendidas. A ação está alinhada às diretrizes do Programa Receita Cidadã, que busca transformar apreensões em benefícios concretos para a sociedade.

A iniciativa contribui para a promoção de um Brasil mais justo e solidário, ao mesmo tempo em que fortalece o uso responsável de bens públicos.

Para saber mais sobre o Programa Receita Cidadã.

FONTE: Receita Federal
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Receita Federal

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Portos

Portonave conquista Certificação de Responsabilidade Social da ALESC

Iniciativa reconhece compromisso com práticas que unem governança, sustentabilidade e valorização das pessoas

Guiada pelas práticas ESG (Meio Ambiente, Social e Governança), a Companhia recebeu a Certificação de Responsabilidade Social da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (ALESC) na 14ª edição realizada na última quarta-feira, 10 de dezembro, em Florianópolis. A iniciativa homenageia organizações com boas práticas em governança, sustentabilidade e ações sociais. Para a conquista, o Poder Legislativo Estadual avaliou indicadores internos e externos de desenvolvimento econômico, ambiental e o balanço social.

As ações de sustentabilidade abrangem práticas de inclusão, bem-estar e desenvolvimento comunitário. Em 2024, a empresa destinou R$ 10,8 milhões para iniciativas sociais que promovem inclusão socioeconômica, educação, cultura, esporte, saúde e engajamento comunitário, por meio de recursos próprios e leis de incentivo fiscal. Além disso, internamente, investiu R$ 1,8 milhão em subsídios educacionais para o desenvolvimento dos próprios profissionais.

A edição deste ano registrou um recorde de 200 inscrições, demonstrando o crescente engajamento das organizações catarinenses com a sustentabilidade. Na ocasião, acompanhado por profissionais de diversas áreas da empresa (todos voluntários do Instituto Portonave), o Diretor-Superintendente Administrativo da Portonave, Osmari de Castilho Ribas, participou da cerimônia, representando o Terminal Portuário.

Práticas sociais

Um país desenvolvido se constrói com inclusão, educação e cuidado com as pessoas. Por isso, a empresa mantém o Instituto Portonave, que realiza ações em parceria com instituições, escolas e projetos locais, com o objetivo de reduzir desigualdades. Em 2024, cerca de 138 mil pessoas foram beneficiadas por meio de 50 iniciativas realizadas na região.

Entre as ações apoiadas estão programas que promovem formação, cultura e bem-estar, como o Embarca Aí, voltado à qualificação profissional de jovens do ensino médio; o Brigadista Mirim, que oferece noções de segurança e primeiros socorros para filhos de profissionais; o Surf sem Limites, que ensina o esporte a alunos da APAE e crianças da AMA de Navegantes; o Instituto Nadar, que viabilizou a construção de uma piscina comunitária em Navegantes; o Musicalizando nas Escolas, com oficinas e festivais musicais em escolas públicas; e as Aulas de Língua Portuguesa para Migrantes.

Além disso, o papel se estende à preservação ambiental e à valorização do patrimônio local, com iniciativas como o projeto de proteção das corujas-buraqueiras, o Corujar. Também, como medida de compensação ambiental, a Portonave realiza a recuperação da área de restinga na orla do município de Navegantes, conforme previsto no Plano de Recuperação de Área Degradada (PRAD).

Governança que valoriza pessoas

Com 1,3 mil profissionais diretos e 5,5 mil indiretos, a Portonave coloca as pessoas no centro de sua estratégia ESG e mantém cerca de 20 iniciativas voltadas à valorização dos profissionais, que abrangem inclusão, meio ambiente, segurança, saúde e bem-estar. Entre os principais destaques estão:

Programa Saúde em Equilíbrio — reúne ações voltadas à qualidade de vida, como a Semana da Saúde com oficinas, palestras e atividades que incentivam hábitos saudáveis, ginástica laboral diária, equipes de corrida, serviços de massoterapia; o Programa Cuidar – com a formação de Multiplicadores do Cuidado, profissionais capacitados para oferecer acolhimento inicial e combater estigmas relacionados à saúde mental; acompanhamento psicológico e nutricional, entre outras ações.

Ações de integração social — incluem iniciativas como Café dos Aniversariantes, Festa de 5, 10, 15 e 20 anos que celebra a trajetória dos profissionais e os Jogos Internos com competições de futebol, vôlei, tênis de mesa e xadrez.

Sobre o Certificado de Responsabilidade Social

A Assembleia Legislativa de Santa Catarina (ALESC), com base na Lei nº 12.918, de 23 de janeiro de 2004, instituiu o Certificado de Responsabilidade Social de Santa Catarina e o Troféu Responsabilidade Social – Destaque SC, com o objetivo de reconhecer e valorizar empresas privadas, empresas públicas e organizações sem fins lucrativos que atuam em território catarinense e que adotam práticas de responsabilidade socioambiental em suas políticas de gestão.

FONTE E IMAGEM: Assessoria de Imprensa Portonave

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Sustentabilidade

Setor de navegação intensifica investimentos em sustentabilidade e ESG

O setor hidroviário brasileiro tem ampliado seus esforços em sustentabilidade, ações sociais e boas práticas de governança. É o que revela o Diagnóstico de Sustentabilidade, elaborado pelo Ministério de Portos e Aeroportos em parceria com a Associação de Terminais Portuários Privados (ATP). O estudo, baseado em 20 empresas de navegação marítima e fluvial, aponta que, entre 2023 e 2024, foram aplicados R$ 71,9 milhões em iniciativas ESG (ambientais, sociais e de governança).

Governança lidera investimentos

Segundo o levantamento, a governança corporativa recebeu o maior aporte financeiro: cerca de R$ 40 milhões foram destinados à implementação de setores de compliance, auditorias externas e políticas de transparência. A área ambiental contou com R$ 17,8 milhões investidos em mitigação de impactos, uso de biocombustíveis e controle de efluentes. Já o eixo social registrou R$ 14,1 milhões aplicados em capacitação profissional, diversidade e apoio a comunidades ribeirinhas.

Avanços ambientais e metas de descarbonização

O estudo destaca que a média de adesão aos indicadores ambientais do setor foi de 56,4%, considerada positiva, e mostra tendência de crescimento diante das metas da Organização Marítima Internacional (IMO) para descarbonização até 2050. A adoção de tecnologias mais limpas e a substituição gradual de combustíveis fósseis devem fortalecer a sustentabilidade da navegação brasileira nos próximos anos.

Papel estratégico do transporte hidroviário

Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, o diagnóstico evidencia o avanço da transição ecológica no setor e reforça sua importância na redução de emissões e na logística nacional. “O transporte hidroviário é um ativo estratégico para o Brasil e uma das bases da nossa economia verde. Esse diagnóstico mostra que estamos avançando com mais inovação, sustentabilidade e eficiência na movimentação de cargas e passageiros”, destacou.

Consolidação da agenda ESG

O Diagnóstico de Sustentabilidade integra ações do Ministério de Portos e Aeroportos para fortalecer a agenda ESG na infraestrutura nacional, seguindo a Política Nacional de Sustentabilidade e o Pacto pela Sustentabilidade, lançados em 2024. Essas iniciativas estabelecem metas e incentivos para ampliar o engajamento de empresas públicas e privadas em práticas ambientais, sociais e de governança.

Reconhecimento e estímulo a boas práticas

Durante a COP30, em Belém, o ministério concederá os primeiros selos de reconhecimento às empresas e entidades que aderiram ao Pacto, valorizando iniciativas já implementadas e incentivando novas ações no setor hidroviário brasileiro.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Ministério de Portos e Aeroportos

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Informação

Setor aéreo brasileiro investe mais de R$ 350 milhões em ESG

O setor aeroportuário do Brasil destinou aproximadamente R$ 350,5 milhões a projetos de sustentabilidade, responsabilidade social e governança corporativa (ESG) entre 2023 e 2024. O levantamento consta no Diagnóstico de Sustentabilidade, pesquisa inédita conduzida pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) em parceria com a Associação de Terminais Portuários Privados (ATP), envolvendo 10 empresas que respondem por 83,6% do transporte aéreo nacional. O estudo indica forte adesão do setor a práticas como descarbonização, regularização ambiental, projetos sociais e combate ao assédio.

Agenda ESG e políticas de sustentabilidade

O diagnóstico é a segunda fase de um ciclo de ações do MPor voltado à consolidação da agenda ESG na logística nacional, iniciado com a Política de Sustentabilidade e o Pacto pela Sustentabilidade. O ministro Silvio Costa Filho destaca que o esforço vai além da teoria: “Nosso objetivo é promover um transporte sustentável, reduzir emissões de gases de efeito estufa e adotar tecnologias inovadoras, garantindo também um ambiente inclusivo e equitativo.”

Larissa Amorim, diretora de Sustentabilidade do MPor, reforça o engajamento do setor: “O levantamento mostra que o setor aéreo não só investe recursos, mas também adere a pilares essenciais como descarbonização, compliance e combate ao assédio, consolidando uma governança robusta.”

Investimentos sociais lideram aporte ESG

O eixo social concentrou o maior volume de investimentos, com R$ 195,8 milhões aplicados. Todas as empresas pesquisadas mantêm canais de comunicação com a comunidade, desenvolvem projetos sociais e implementam ações de combate ao assédio. O estudo destaca iniciativas de acessibilidade, incluindo salas multissensoriais para pessoas com TEA ou hipersensibilidade sensorial, e aponta 70% de adesão a projetos de equidade de gênero.

Iniciativas ambientais e descarbonização

No campo ambiental, foram investidos R$ 138,4 milhões. Todas as empresas do setor aderiram a projetos de descarbonização e à regularização ambiental, enquanto 90% realizam inventário de emissões. Entre as ações destacam-se a substituição de fontes fósseis por sistemas elétricos de apoio a aeronaves, eletrificação de frotas operacionais e instalação de usinas fotovoltaicas, acompanhadas de certificações internacionais como o Airport Carbon Accreditation (ACA).

Governança sólida e oportunidades de aprimoramento

Na dimensão de governança, o setor aplicou R$ 16,3 milhões. O estudo evidencia que 100% das empresas possuem setores de compliance e realizam auditorias externas, com 80% mantendo estatutos ou políticas sociais. O diagnóstico aponta áreas de evolução, como adesão a índices de bolsa (ISE, 10%) e certificações ISO 9001 (20%).

Impacto social e econômico das iniciativas ESG

As ações ESG do setor portuário, de navegação e aeroportuário geraram mais de 120,5 mil empregos diretos e impactaram positivamente 11,3 milhões de pessoas.

MPor como articulador da transição energética

O MPor atua ativamente na transição energética, fomentando o uso de combustíveis sustentáveis de aviação (SAF) e alinhando-se à Lei do Combustível do Futuro (Lei 14.993/24). O ministério criou o Fórum de Transição Energética na Aviação Civil (Fotea) e investe em pesquisa, como R$ 11,46 milhões no Centro de Pesquisas da ANP e R$ 1,24 milhão em parceria com a UFPR, ampliando a capacidade de análise e certificação de SAF e estudando alternativas para reduzir emissões no setor.

FONTE: Modais em Foco
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Modais em Foco

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Informação, Notícias, Pessoas, Social

Sem gasto extra, empresas de SC podem direcionar R$ 950 milhões a projetos sociais

Prazo para aporte termina no dia 27 deste mês; em site, FIESC indica 107 iniciativas que podem captar recursos do IRPJ; confira 10 razões para ajudar.

Florianópolis, 04.12.2024 – Sem gastos extras, empresas de Santa Catarina podem, juntas, direcionar até R$ 950 milhões do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) de 2024 a projetos sociais. O prazo termina no dia 27 deste mês. Em site especial, a Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) aponta 107 projetos que podem captar recursos via leis de incentivo. O endereço é fundosocial.sesisc.org.br.

Para empresas, trata-se de oportunidade de apoiar, de forma rápida e segura, projetos de infância e adolescência, esportes, cultura, idosos, oncologia e pessoas com deficiência. Até 10% do IRPJ podem ser direcionados. O aporte não impacta no valor devido e não coloca a empresa sob fiscalização. É, na prática, chance de ajudar no desenvolvimento das cidades em que atua.

A FIESC incentiva o direcionamento por entender que o ato contribui com o desenvolvimento social e econômico das cidades e do estado, uma vez que o dinheiro circula localmente.


>>> Confira outras ações de responsabilidade social da FIESC 

10 BENEFÍCIOS DO APORTE

1. A empresa contribui com o desenvolvimento de comunidades, especialmente as de seu entorno.

2. Ajuda na solução de problemas sociais locais.

3. Melhora a imagem pública da organização, ao mostrar compromisso com responsabilidade social.

4. Alavanca projetos alinhados aos valores da empresa.

5. Atrai consumidores e investidores que valorizam empresas socialmente responsáveis.

6. Melhora o ambiente de negócios em seu entorno, gerando benefícios indiretos.

7. Engaja colaboradores ao promover iniciativas que geram impacto positivo.

8. Possibilidade de atrair e reter talentos.

9. Aumento de visibilidade nos meios de comunicação.

10. Possibilidade de parcerias estratégicas.

FONTE: FIESC
https://fiesc.com.br/pt-br/imprensa/sem-gasto-extra-empresas-de-sc-podem-direcionar-r-950-milhoes-projetos-sociais?utm_campaign=gecorrp__newsletter_fiesc_05122024&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

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