Exportação

Stellantis inicia exportações da picape Rampage para a Europa a partir de 2026

A Stellantis confirmou que começará a exportar a picape Rampage para a Europa em 2026, marcando um passo importante na expansão global da montadora. O modelo será o primeiro veículo da marca Ram desenvolvido e produzido fora da América do Norte, reforçando o compromisso da empresa em oferecer produtos inovadores e adaptados às exigências de diferentes mercados.

Produção brasileira e engenharia sul-americana

Fabricada no Polo Automotivo de Goiana (PE), a Rampage foi criada integralmente pela equipe de engenharia e design da Stellantis na América do Sul. O projeto envolveu mais de 800 engenheiros e técnicos, com foco em desenvolver uma picape robusta, tecnológica e versátil — características ideais para as condições da região. O resultado é um produto que evidencia a capacidade de inovação da engenharia sul-americana e posiciona o Brasil como um polo estratégico para o desenvolvimento de veículos globais.

Sucesso no mercado brasileiro

Desde seu lançamento em 2023, a Rampage rapidamente se consolidou como referência entre as picapes intermediárias premium. Com design sofisticado, desempenho de alto nível e amplo pacote tecnológico, o modelo já ultrapassou 50 mil unidades vendidas e recebeu 27 prêmios da imprensa especializada, tornando-se um dos veículos mais premiados da categoria no Brasil.

Projetada para consumidores que buscam versatilidade, conforto e potência, a Rampage combina a dirigibilidade de um SUV com a força tradicional da marca Ram, redefinindo o segmento de picapes intermediárias na América Latina.

Expansão global e reconhecimento da engenharia brasileira

Para Herlander Zola, presidente da Stellantis na América do Sul, a exportação da Rampage representa um marco histórico:

“É o reconhecimento da nossa capacidade de desenvolver e produzir veículos com padrão global de qualidade, tecnologia e design. A Rampage simboliza a força da nossa engenharia e o talento das nossas equipes.”

Matias Merino, vice-presidente de Supply Chain da Stellantis na região, destacou que o movimento reforça a competitividade da engenharia brasileira:

“A Rampage conecta inovação e desenvolvimento industrial. Ofereceremos ao público europeu uma picape premium que une performance, versatilidade e estilo de vida urbano.”

Versões e tecnologia de ponta

Na Europa, a Rampage será comercializada em duas versões: Rebel, equipada com motor 2.2 Turbodiesel de 200 cv e 45,9 kgfm, e R/T, com motor 2.0 Hurricane 4 Turbo a gasolina, de 272 cv e 40,8 kgfm.

O modelo traz ainda o pacote completo de tecnologias de assistência à condução (ADAS Nível 2), incluindo alerta de colisão com frenagem autônoma, detecção de pedestres e ciclistas, assistente de permanência em faixa, monitoramento de ponto cego e faróis automáticos.

São sete airbags e recursos de conforto como partida remota, retrovisores elétricos rebatíveis e sensores de chuva e luminosidade, consolidando o padrão de segurança e sofisticação da marca.

FONTE: Stellantis
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Stellantis

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Comércio, Logística, Notícias, Tecnologia

GWM vai produzir picape Poer a diesel no Brasil

Modelo será produzido em Iracemápolis, em São Paulo, e irá receber motorização híbrida

As picapes serão montadas na fábrica da GWM em Iracemápolis, em São Paulo. Duas opções de motorizações serão produzidas: uma a diesel, provavelmente com o novo motor 2.4 turbo da companhia, e outra híbrida plug-in com motor a combustão movido a gasolina.

Apesar de ambas as motorizações já estarem confirmadas, ainda não há confirmação de que chegarão ao mesmo tempo no mercado nacional. Há a possibilidade; segundo a empresa, de que apenas uma opção seja lançada neste ano.

“Somos líderes na China vendendo picapes a diesel. Isso já está no nosso DNA. Sempre tivemos o diesel no radar para o Brasil [.] Não queremos um produto de nicho. Queremos cobrir o mercado.”, disse Ricardo Bastos, diretor para assuntos institucionais da GWM Brasil.

Será a primeira experiência da GWM no país vendendo carros com motores puramente a combustão. A marca chegou com o status de ‘autotech’, apenas com opções híbridas e totalmente elétricas no catálogo.

Perguntado se o lançamento de um modelo a diesel era um passo atrás para a companhia, o diretor institucional diz: “acho que é um passo para frente. Ao invés de insistir com uma coisa que eu acho que talvez vá bater na parede [não ter sucesso], vou com o veículo certo. Hoje, sabemos que o mercado de diesel, para trabalho, é o mais relevante”.

A escolha de trazer a motorização a diesel acontece depois das baixas vendas da picape Shark, da BYD, uma das principais concorrentes da GWM no mercado nacional.

A chegada da concorrente foi citada pela GWM como um dos fatores que influenciaram na decisão de vender a picape a diesel no país.

A BYD Shark foi lançada com motorização híbrida, preço de R$ 379.800. Em fevereiro deste ano, a picape recebeu um desconto de R$ 40 mil para impulsionar as vendas.

A fábrica da GWM deve ser inaugurada na metade deste ano.

Entre os meses de junho e julho, três modelos serão fabricados localmente: o Haval h6 (em todas as versões), que hoje é importado pela companhia, as novas picapes da linha Poer e também, no futuro, um novo SUV (da linha Haval ou Tank), que será feito com a base das picapes e vai usar a mesma motorização (2.4 turbo diesel ou híbrido plug-in a gasolina).

A data para a chegada no novo SUV não foi confirmada.

Fonte: CNN Brasil


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