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Receita Federal apreende 405 kg de cocaína no Porto de Santos

Nessa segunda-feira, 17 de novembro, a Receita Federal frustrou a tentativa de envio ao exterior de 405 kg de cocaína através do Porto de Santos. A droga, escondida em um carregamento de treze toneladas de colágeno hidrolisado de origem bovina, foi interceptada durante operação realizada por equipes da Alfândega do Porto de Santos, da Alfândega do Aeroporto Internacional de Viracopos e da Divisão de Repressão ao Contrabando e Descaminho da Receita Federal em São Paulo. O destino da mercadoria seria o porto de Hamburgo, na Alemanha.

Seleção de cargas pela Receita Federal

Para a seleção de cargas, são utilizados critérios objetivos de gerenciamento e análise de risco, bem como a inspeção por imagens de escâner. Esse trabalho busca garantir a agilidade das operações do comércio exterior e, ao mesmo tempo, coibir a prática de ilícitos aduaneiros no complexo portuário santista. Outra ferramenta importante é a participação dos cães farejadores da Receita Federal. Durante a fiscalização dessa segunda-feira, 17 de novembro, cães de faro da Alfândega de Santos, da Alfândega de Viracopos e da Divisão de Repressão ao Contrabando e Descaminho da Receita Federal em São Paulo estiveram presentes e sinalizaram positivamente para a presença de drogas. Atuar em diferentes ambientes faz com que os cães de faro possam aprimorar suas habilidades e aumentem sua eficiência na detecção de ilícitos.

Perícia e investigação a ser conduzida em inquérito policial

Após a confirmação da contaminação, a Polícia Federal foi acionada para os procedimentos de polícia judiciária da União e para realizar a perícia no local dos fatos, a fim de subsidiar a investigação a ser conduzida em inquérito policial.

FONTE: Receita Federal
IMAGEM: Reprodução/Receita Federal

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Receita Federal encontra 28 kg de cocaína escondida em carga de carne congelada com destino à Espanha

Contêiner que transportava carne bovina congelada tinha como destino o Porto de Las Palmas, na Espanha

A Receita Federal apreendeu 28,8 quilos de cocaína na tarde desta quarta-feira (22) no terminal portuário da Portonave, localizado entre Itajaí e Navegantes, em Santa Catarina. A droga, distribuída em 27 tabletes, foi encontrada escondida na máquina refrigeradora de um contêiner que transportava carne bovina congelada com destino ao Porto de Las Palmas, na Espanha.

Segundo a Receita, a apreensão foi resultado de um trabalho de monitoramento e inteligência, aliado ao uso de escâneres de inspeção. Um dos tabletes continha um rastreador, o que indica que a carga era acompanhada pelos traficantes durante o transporte.

O Porto de Las Palmas é considerado um ponto estratégico no Atlântico Médio, funcionando como rota de conexão entre a Europa, a África e a América. A droga foi entregue à Polícia Judiciária para dar continuidade às investigações.

Somente em 2025, a Receita Federal já reteve mais de 2,3 toneladas de cocaína nos portos do Paraná e de Santa Catarina. Em nota, o órgão destacou que o resultado reforça o compromisso da instituição com o combate ao tráfico internacional e a integração com outros órgãos de segurança pública, utilizando tecnologia e inteligência para coibir atividades ilícitas e fortalecer o controle das fronteiras brasileiras.

FONTE: Visor Notícias
IMAGEM: Reprodução/Receita Federal

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ANVISA

Nota: Anvisa apoia ação da PF de combate ao contrabando de medicamentos

Agência mantém o alerta para que a população só compre medicamentos em farmácias e drogarias.

A Anvisa está apoiando uma ação da Polícia Federal, iniciada nesta terça-feira (21/10), para combater o contrabando e o desvio de canetas GLP-1, utilizadas para o controle de diabetes e o tratamento da obesidade.

As investigações tiveram início a partir de uma denúncia feita pela própria Agência à Polícia Federal, ainda no primeiro semestre deste ano.

Um servidor está afastado das funções desde agosto deste ano por decisão da Anvisa. Ele responde a um processo administrativo disciplinar (PAD), além do processo judicial.

Alerta

Desde o início do ano, a Agência tem realizado apreensões de medicamentos do tipo GLP-1 no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro (RJ). A fiscalização também já identificou que, em nenhum dos casos de apreensão, é possível garantir as condições de conservação desses medicamentos.

A Anvisa mantém o alerta para que a população só compre medicamentos em farmácias e drogarias. Estes são os únicos lugares autorizados a comercializar medicamentos.

Qualquer medicamento vendido fora de farmácias ou drogarias está irregular.

FONTE: Anvisa
IMAGEM: Reprodução/Polícia Federal

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Roubos de cargas: funcionários de rastreadoras cobravam propina de até R$ 50 mil para liberar caminhões localizados, diz PF

Operação cumpriu mandados de prisão e de busca e apreensão em cinco estados nesta terça-feira (30). Justiça também determinou bloqueio de R$ 40 milhões ligados à organização criminosa.

A operação deflagrada pela Polícia Federal (PF), nesta terça-feira (30), em cinco estados revelou que funcionários de empresas de rastreamento cobravam até R$ 50 mil para permitir que criminosos ficassem com caminhões roubados após a localização.

Ao todo, 35 mandados de prisão e 49 de busca e apreensão foram expedidos. A investigação foi conduzida pelo grupo especializado em repressão a crimes de roubo de cargas e caminhões da PF em Campinas (SP), em parceria com o Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP).

“Além disso, temos grandes empresas, com renome no mercado, utilizando-se do mercado ilícito ou intermediando peças para os seus clientes. Então, nós temos o próprio mercado de transporte, de logística, alimentando o crime de roubo de cargas e caminhões”, detalhou o delegado-chefe da PF em Campinas, Edson Geraldo de Souza.

Segundo o delegado-chefe, um dos presos na operação é o proprietário de uma empresa de rastreamento de veículos. “A recuperadora, a rastreadora, a empresa de monitoramento que deveria contribuir com a segurança pública em relação à redução era, na verdade, quem vendia as informações”, destacou.

Bloqueio de R$ 40 milhões

A operação é um desdobramento de uma ação feita em 2024. Na ocasião, a Polícia Federal mirou os roubadores, responsáveis por abordar motoristas. Agora, segundo Souza, o foco são os receptadores e as empresas que recolocavam caminhões e peças roubadas no mercado.

A Polícia Federal apontou que a organização atuava em todas as etapas do crime. Havia equipes que abordavam motoristas em rodovias, em falsos fretes ou em locais de descanso, além de grupos que desmontavam caminhões em galpões alugados em nome de terceiros.

A operação envolveu 220 policiais federais e 205 policiais militares rodoviários do estado de São Paulo. Além dos mandados, foi determinado o bloqueio de R$ 40 milhões ligados à organização criminosa.

Também foi determinada a suspensão das atividades de empresas que “comprovadamente negociaram peças de caminhões roubados ou auxiliaram na movimentação financeira da organização”. Veja, abaixo, as cidades onde os mandados foram cumpridos:

Medidas judiciais da operação

Investigação foi conduzida pela Delegacia de Polícia Federal de Campinas (SP).

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EstadoCidadeMandado (s) de busca e apreensãoMandado (s) de prisão temporária
SPSão Paulo7*7
SPBarueri42
SPCaieiras11
SPCotia11
SPItaquaquecetuba33
SPGuarulhos11
SPJandira10
SPMogi das Cruzes11
SPOsasco54
SPSão Caetano do Sul10


SPCarapicuíba11
SPSuzano11
SPAtibaia11
SPCampinas42
SPJosé Bonifácio21
SPSalto1*1
SPSanta Cruz do Rio Pardo21
SPSão José dos Campos11
SPSorocaba01
SCBalneário Piçarras11
MGBelo Horizonte22
ESCariacica11
MGContagem20
MRondonópolis31
ESViana20

Negócio de pai e filho

Os criminosos estão relacionados a, pelo menos, 50 crimes entre agosto de 2024 e junho de 2025. Dois homens foram apontados como líderes da organização criminosa e, quando não participaram diretamente dos roubos, foram responsáveis por recrutar integrantes.

“O principal chefe dessa organização criminosa é filho de outro criminoso também do ramo e ele usava as redes do pai para poder se estabelecer com a sua organização criminosa. O outro foi preso na operação Cacaria e então ele assumiu as negociações”, explicou o delegado.

Segundo os investigadores, um caminhão avaliado entre R$ 700 mil e R$ 1,5 milhão era repassado aos receptadores por cerca de R$ 120 mil. As peças, vendidas separadamente, chegavam a triplicar de valor.

A Polícia Federal estima que o grupo movimentou ao menos R$ 40 milhões entre 2024 e 2025. A quadrilha tinha a meta de roubar dois caminhões por semana, o que podia render mais de R$ 1 milhão por mês.

“Eles acreditavam na impunidade, tal qual já era o tamanho do comércio e a ampliação para empresas privadas lícitas. O comércio já tava se consolidando de tal forma que eles já estavam crentes na sua impunidade”, afirmou Edson Geraldo de Souza.

Balanço parcial

Até o fim da manhã, 27 dos 35 alvos já tinham sido presos. Entre eles, o dono de uma oficina em Campinas, suspeito de receptar peças.

A maioria dos investigados já tinha passagem na polícia por roubo, receptação, formação de quadrilha, tráfico, ameaça, falsidade e estelionato.

Eles devem responder por exercer o comando e integrar organização criminosa armada, lavagem de dinheiro, roubo e receptação. As penas podem passar de 40 anos de prisão.

FONTE: G1
IMAGEM: Polícia Federal/Divulgação

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Operação da Receita retém combustível avaliado em ao menos R$ 290 mi em dois navios

Ação faz parte da operação Cadeia de Carbono e a Marinha do Brasil colaborou com a Receita

A Receita Federal informou nesta sexta-feira ter retido cargas de dois navios que traziam óleo diesel do exterior com destino a São Paulo e Rio de Janeiro, avaliadas em mais de R$ 290 milhões, em etapa da operação Cadeia de Carbono, que também contou com apoio da Marinha do Brasil.

De acordo com o fisco, foram retidos 91 milhões de litros de diesel e cerca de 115 toneladas de compostos químicos usados como aditivos para combustíveis.

Em nota, a Receita informou que a fiscalização busca apurar se há simulação nas vendas dos produtos para ocultar os responsáveis pelas operações ou inconsistências na prestação de informações a órgãos reguladores.

“A Receita Federal do Brasil seguirá firme no propósito de coibir as importações irregulares de combustíveis e todos os malefícios delas decorrentes”, disse a pasta.

Na semana passada, a Receita já havia realizado operação contra irregularidades na importação e comercialização de combustíveis. Na ocasião, foram retidos dois navios com carga estimada em R$ 240 milhões.

Fonte: InfoMoney

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Importação

Receita Federal retém carga de 2 navios em operação contra fraudes na importação de combustíveis

Segundo o órgão, empresas com pouca estrutura e capacidade financeira estão aparecendo como responsáveis por cargas milionárias.

A Receita Federal realizou na última sexta-feira (19) a Operação Cadeia de Carbono, contra fraudes na importação e comercialização de combustíveis, petróleo e derivados. A ação aconteceu em 5 estados: Alagoas, Amapá, Paraíba, Rio de Janeiro e São Paulo.

Fiscais realizaram diligências fiscais em 11 endereços nestes estados. Já foram retidas cargas de 2 navios no Rio de Janeiro, avaliadas em cerca de R$ 240 milhões, contendo petróleo, combustíveis e óleo condensado. Também estão na mira depósitos e terminais de armazenamento em São Paulo.

Segundo o órgão, empresas com pouca estrutura e capacidade financeira estão aparecendo como responsáveis por cargas milionárias. A suspeita é que essas companhias estejam sendo usadas como laranjas para esconder os verdadeiros donos das mercadorias e o caminho do dinheiro.

Essas práticas estão ligadas a crimes como lavagem de dinheiroevasão de divisas e sonegação fiscal. Em casos assim, a lei prevê que as mercadorias podem ser retidas ou perdidas.

A Receita também está investigando grandes grupos empresariais que usam contratos complexos para esconder os verdadeiros responsáveis pelas operações.

O órgão prepara uma nova norma para reforçar o controle sobre a importação de combustíveis e derivados. A medida foi discutida com o setor e busca evitar novas fraudes.

Fonte: G1

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Comércio Exterior

Operação Underbill: Receita Federal, PF e MPF deflagram operação para combater organização criminosa que atua no comércio exterior

Participam da operação 17 auditores-fiscais e analistas tributários e 50 policiais federais.

A Receita Federal, em ação conjunta com a Polícia Federal e o Ministério Público Federal, deflagrou na manhã desta quarta-feira (10/09) a Operação Underbill, que tem por objetivo apurar crimes praticados por grupo empresarial responsável por sonegar tributos na ordem de R$ 90 milhões, promover a entrada irregular de produtos estrangeiros no território nacional e realizar pagamentos internacionais por meio de operações ilegais de câmbio.

A partir da análise de autuações fiscais realizadas sobre empresas importadoras, identificou-se indícios de ilícitos contra as ordens tributária e aduaneira, promovidos por grupos empresariais assessorados por empresa prestadora de serviço de despacho aduaneiro.

Nas operações comerciais e nos perfis econômicos desses importadores foram identificados indícios de subfaturamento das importações, sonegação de tributos federais, interposição fraudulenta de pessoas com a ocultação dos reais beneficiários, mitigação do controle aduaneiro quanto à correta identificação e quantificação dos produtos importados e burla aos controles de órgãos reguladores.

As informações fiscais e financeiras dos envolvidos também apontaram indícios de movimentação financeira incompatível de diversas pessoas físicas e jurídicas, evasão cambial e ocultação de patrimônio.

Estão sendo cumpridos 12 mandados de busca e apreensão em endereços localizados no Pará. Os responsáveis poderão responder pelos crimes de descaminho, contrabando, sonegação fiscal, evasão cambial e organização criminosa.

Participam da operação 17 auditores-fiscais e analistas tributários e 50 policiais federais.

Fonte: Receita Federal

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Notícias

Receita Federal retém mais de 500 kg de substância análoga à maconha na Ponte Internacional da Amizade

Droga foi encontrada em duas abordagens simultâneas em veículos procedentes do Paraguai.

Durante uma fiscalização de rotina, realizada no início da manhã desta segunda-feira, 1º de setembro, na Aduana da Ponte Internacional da Amizade, servidores da Alfândega da Receita Federal de Foz do Iguaçu, com apoio da Polícia Federal e da Força Nacional, realizaran a retenção de 375 kg de substância análoga à maconha.

A ação teve início quando uma Van, com placas do Paraguai, foi selecionada para inspeção. Ao ser abordado, o condutor, de nacionalidade paraguaia, demonstrou sinais de nervosismo. Com uma verificação mais minuciosa, foram encontrados tabletes de maconha acondicionados em fundo falso no forro superior do veículo.

Ato contínuo, outro veículo, também com placas do Paraguai, e em situação idêntica ao caso anterior, foram encontrados 219,4 kg também de substância análoga à maconha. Ao todo, somando 594,4 quilos da droga.

Os dois veículos, juntamente com a droga e os condutores foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal em Foz do Iguaçu, onde os envolvidos permanecerão à disposição da Justiça para os procedimentos legais cabíveis.

A Receita Federal reforça seu compromisso contínuo no combate ao tráfico de drogas, contrabando e descaminho, atuando em defesa da segurança nacional e em conformidade com sua missão institucional. Denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos números (45) 9 9134-0100 e (45) 9 9152-2036

Fonte: Receita Federal

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Logística

JetSMART inaugura rota direta entre Assunção e Rio de Janeiro

A operação começará em 9 de janeiro de 2026, com três voos semanais

A companhia aérea JetSMART confirmou o lançamento de uma nova rota internacional ligando Assunção, no Paraguai, ao Rio de Janeiro. A operação começará em 9 de janeiro de 2026, com três voos semanais, nas segundas, sextas e domingos, consolidando a empresa como a única a oferecer a conexão de forma regular durante todo o ano.

Os voos partirão do Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi, em Assunção, às 8h35, com chegada prevista ao Aeroporto Internacional do Galeão às 11h. No sentido inverso, a decolagem do Rio de Janeiro será às 19h10, com chegada em Assunção às 21h50. A duração estimada da viagem é de duas horas e 25 minutos.

Uma característica diferenciada desta operação é que os voos serão realizados pela subsidiária argentina da JetSMART, com base no Aeroporto Jorge Newbery, em Buenos Aires.

Segundo a companhia, a expectativa é transportar mais de 46.000 passageiros no primeiro ano, movimentando o turismo e o comércio entre Paraguai e Brasil. Dados da Direção Nacional de Aeronáutica Civil (Dinac) indicam que o tráfego aéreo entre os dois países representou pouco mais de 20% do total mensal durante 2024 e o primeiro semestre de 2025.

As passagens já estão disponíveis no site da empresa com tarifa promocional de lançamento a partir de US$ 91 por trecho, que inclui US$ 49 de tarifa base e US$ 42 em impostos e taxas. Além disso, é possível resgatar milhas do programa AAdvantage da American Airlines a partir de 7.500 milhas mais impostos. A promoção é válida até 25 de agosto.

Em nota, Verónica Marambio Álvarez, gerente comercial de Mercados Internacionais e Desenvolvimento Regional da JetSMART, destacou que a nova rota oferece “mais oportunidades para os paraguaios aproveitarem um dos destinos mais atraentes do Brasil, ao mesmo tempo em que impulsiona o turismo e o comércio”.

Marcelo Freixo, presidente da Embratur, também comentou a iniciativa, ressaltando que o voo direto permitirá que paraguaios desfrutem da natureza, da gastronomia e do calendário de eventos do Rio de Janeiro em viagens curtas, prevendo sucesso para a operação.

Desde sua entrada no mercado paraguaio em 2022, a JetSMART transportou mais de 120.000 passageiros de e para Assunção, reforçando sua presença na região.

Fonte: Modais em Foco

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Receita Federal retém 48,5 kg de cocaína no Porto de Paranaguá

A droga estava oculta na máquina evaporadora de um contêiner com destino ao Marrocos.

A Receita Federal reteve 48,5 kg de cocaína na tarde de hoje, 19 de agosto, no Terminal de Contêineres no Porto de Paranaguá, no litoral do Paraná.

Foram retidos 44 tabletes da droga, escondidos na máquina evaporadora de um contêiner reefer, com carga de frango, e com destino ao Marrocos.

Nesta ação, os servidores da Receita Federal contaram com o auxílio do agente canino Enzo.

Ao todo, em 2025, a Receita Federal já reteve 1.090 kg de cocaína nos portos do Paraná e Santa Catarina.

Ao fim da operação, a droga foi entregue à polícia judiciária competente para prosseguimento de investigações.

A Receita reafirma seu compromisso no combate ao contrabando e ao descaminho, colaborando para o bem-estar econômico da nação e para garantir a segurança das operações lícitas.

Fonte: Receita Federal

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