Industria, Investimento, Mulheres

Indústria catarinense se destaca na contratação de mulheres

Elas ocupam mais de 379 mil postos de trabalho nas indústrias catarinenses e alcançam a marca de 31,3% na representatividade dos empregos neste setor da economia de Santa Catarina. Os números colocam o estado no topo do ranking nacional da contratação de mão de obra feminina no segmento industrial.

Os dados revelam a força do trabalho das mulheres e uma mudança de paradigmas nas próprias fábricas. Se no passado este era um local massivamente de homens, no presente as oportunidades fizeram as mulheres serem protagonistas de um novo momento no desenvolvimento econômico e na construção da carreira profissional.

“Cinco promoções”, comemora Marlisa Silva, gerente de Key Account da Altenburg. Ela começou na centenária indústria têxtil de Blumenau como analista de informática. São três décadas dedicadas à empresa e uma trajetória de sucesso.

“Eu sou de uma família de origem bem humilde. Hoje quando eu olho, faço parte do time estratégico da empresa, das decisões de uma das maiores empresas do Brasil no ramo têxtil”, conta. Marlisa integra o grupo formado por 61% de mulheres entre os 2.040 colaboradores da Altenburg.

Em Santa Catarina, o setor têxtil, confecção, couro e calçados tem a maior concentração de mulheres em relação aos homens. Conforme os dados do Observatório da FIESC (Federação das Indústrias de Santa Catarina), neste segmento, elas representam 67,7% da força de trabalho e eles 32,3%.

Os números revelam a importância da igualdade de gênero no mercado de trabalho. “Nós já sabemos, e há pesquisas que mostram que a diversidade de gêneros dentro da indústria pode ser uma vantagem competitiva, e a pluralidade de competências pode inclusive aumentar o lucro das nossas indústrias”, pontua Silvia de Pieri, gerente do SESI e SENAI no Vale do Itajaí. Pieri ainda destaca outro fator: as mulheres estudam mais e buscam maior estabilidade nas carreiras dentro do mundo corporativo.

Jaqueline Iatzac Reiter chegou na Altenburg há 27 anos com quase nada de experiência, hoje tem um cargo na gestão de desenvolvimento humano.

“A empresa oferece desde programas de formação até auxílio com bolsas de estudos”, lembra. A indústria catarinense é um caminho fértil para quem sonha com o crescimento profissional. O setor ajuda a formar e a desenvolver as pessoas para construir escadas onde crescem juntos a empresa e o trabalhador.

Em 2021, a FIESC criou a plataforma Emprego Já para estimular o desenvolvimento social e econômico do Estado. A ferramenta gratuita é um elo entre as empresas e as pessoas que buscam oportunidades no mercado de trabalho.

Os empresários conseguem cadastrar as vagas disponíveis e consultar os mais de 86 mil currículos ativos. Quem busca um emprego também pode se cadastrar sem qualquer custo, para acessar o sistema, basta entrar no site trabalhenaindustria.com.br.

FIESC não faz a intermediação das contratações; a relação de interesse é feita diretamente entre as empresas e os candidatos. Atualmente, a indústria catarinense ajuda a transformar a vida de 900 mil trabalhadores.

Fonte: IBGE – PNAD Contínua – Média de 2023 (Microdados); Observatório FIESC (2024)
Indústria catarinense se destaca na contratação de mulheres (ndmais.com.br)

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Comércio Exterior, Evento, Informação, Mercado Internacional, Mulheres, Tecnologia

Encontro do G20 reúne mulheres de negócios internacionais 

 Conquistando o Protagonismo é uma promoção do Sistema Cisbra-Caerj e Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do RJ

Fortalecer a participação das mulheres empresárias no comércio internacional e facilitar seu engajamento nas atividades de exportação e internacionalização das suas operações, é o principal objetivo do encontro Conquistando o Protagonismo – Mulheres de Sucesso no Comércio Exterior, a ser realizado no dia 25 de outubro de 2024, entre 9h e 18h30, na Casa G20 – Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema, Rio de Janeiro-RJ. A realização é do Sistema Câmara de Comércio, Indústria e Serviços do Brasil e Câmara de Comércio e Indústria do Estado do Rio de Janeiro (Cisbra-Caerj), em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro.

O encontro consta da programação oficial do G20, grupo das maiores economias do planeta, incluindo 19 países, mais a União Africana e a União Europeia. Os temas que entrarão em debate no Conquistando o Protagonismo têm uma correlação direta com os trabalhos que antecedem a reunião da Cúpula de Líderes em novembro, no Rio. O empreendedorismo feminino e a diversidade de gênero; a internacionalização de empresas geridas por mulheres; ações para ampliar o fluxo do comércio internacional do Brasil por meio das mulheres; comércio e sustentabilidade na visão feminina; mulheres de sucesso no comércio exterior brasileiro; o empoderamento da mulher negra para a transformação da economia; financiamento e instrumentos de apoio à cultura exportadora feminina, entre outros assuntos, constarão do evento.

O Women20 (W20) – grupo oficial de engajamento independente do G20, criado em 2014 com a missão de reduzir em 25% a diferença da participação de mulheres e homens na força de trabalho até o ano que vem – estará presente com a co-líder Janaína Gama. Outras moderadoras e palestrantes confirmadas são: Danielle Barros, secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro; Miriam Ferraz, coordenadora da Gerência de Negócios Internacionais do Sebrae; Letícia Sartorato Zanchetta, analista de gerência de Negócios Internacionais do Sebrae; Érica Machado, CEO da Eletromatrix Indústria Galvânica; e Bruna Estima, CEO e cofundadora Yapuana.

“Diante da realidade de um maior número de homens nos cargos de liderança e nos contratos sociais das empresas, vamos propor ações visando oportunidades mais justas e equitativas. Queremos um mercado de trabalho com mais diversidade. E menos adversidade às mulheres”, pontua Nathalia Xavier, diretora do Sistema Cisbra-Caerj.

O público estimado é de 600 participantes, a maioria formada por mulheres empreendedoras, dirigentes empresariais e de entidades de classe, autoridades governamentais, exportadores e importadores de mercadorias e serviços, consultores de comércio exterior, representantes diplomáticos e comerciais, profissionais que atuam em logística multimodal e outros segmentos no comércio exterior de mercadoria e serviços.

Encontro Conquistando o Protagonismo – Mulheres de Sucesso no Comércio Exterior
Data: 25 de outubro  Hora: 9h às 18h30

Formato: híbrido – YouTube da Cisbra e na Casa G20, na Av. Vieira Souto 176 Ipanema, Rio de Janeiro

Mais informações e inscrições: http://www.cisbra.org.br e http://www.camaradecomercio.rio 

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Mulheres, Notícias, Pessoas

Estatísticas chocantes sobre os trabalhadores marítimos

A indústria global de transporte marítimo deve tomar medidas para melhorar as condições de trabalho em sete áreas-chave e melhorar urgentemente o bem-estar dos trabalhadores marítimos, tornar a vida no mar segura e inclusiva, e se preparar para as necessidades em mudança do mercado de trabalho marítimo para atrair as futuras gerações de marinheiros, de acordo com um novo relatório de 24 páginas publicado pelo Diversity@Sea pilot, uma iniciativa do Global Maritime Forum.

As conclusões identificam áreas como o enfrentamento de abusos e assédios, o aprimoramento do equilíbrio entre trabalho e vida pessoal e a modernização das instalações a bordo como críticas para o futuro da indústria e para a proteção do futuro do comércio global.

As conclusões são o resultado de uma colaboração global de 10 meses envolvendo 400 trabalhadores marítimos e 12 grandes empresas de transporte marítimo pioneiras para gerar mais de 50.000 pontos de dados.

O relatório contém muitas estatísticas chocantes. Por exemplo, uma pesquisa da Nautilus International descobriu que quase 42% dos trabalhadores marítimos sofreram bullying, assédio ou discriminação no mar, enquanto a Safer Waves relata que 58% enfrentaram má conduta sexual no mar.

Estimativas no relatório indicam que de 8% a 25% de todos os trabalhadores marítimos enfrentam assédio e bullying. Para as mulheres marinheiras, o número é superior a 50%. Apenas no primeiro trimestre de 2023, a International Seafarers’ Welfare and Assistance Network (ISWAN) relatou um aumento de 45% nos casos de assédio e bullying em comparação com o trimestre anterior, com muitos incidentes envolvendo abuso por oficiais seniores.

“Condições de trabalho precárias representam riscos a longo prazo para o comércio global, com a escassez de mão de obra marítima atingindo um pico de 17 anos, e alguns bancos em agosto indicando que poderiam restringir os empréstimos para armadores que colocam o bem-estar dos trabalhadores marítimos em risco”, observa o relatório.

Os resultados do relatório identificaram sete áreas críticas para mudanças significativas em toda a indústria. Estas incluem tolerância zero para abusos e assédios, contratos aprimorados para evitar a pressão que os trabalhadores marítimos sentem para trabalhar horas excessivas, melhor conexão à internet e redes sociais, acesso garantido a linhas de apoio e suporte parental para garantir que estar grávida ou ter responsabilidades familiares em casa não impeça os trabalhadores marítimos de trabalhar ou ganhar a vida no mar. Outras recomendações incluem equipamentos de proteção pessoal inclusivos e sistemas de treinamento e avaliação transparentes para promover justiça e igualdade, além de uma melhor progressão na carreira no mar.

Sob a liderança da diretora de sustentabilidade humana do Global Maritime Forum, Susanne Justesen, o projeto desenvolverá essas descobertas em um relatório abrangente e diretrizes no início de 2025 para melhorar as condições para os trabalhadores marítimos. A esperança é que essas diretrizes ajudem empresas marítimas, instituições, reguladores e acadêmicos a moldar o ambiente de trabalho futuro no mar e superar alguns dos principais desafios de força de trabalho enfrentados pela indústria.

Fonte: Splash247
Shocking seafarer stats create urgent call for change at sea – Splash247

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Comércio Exterior, Mercado Internacional, Mulheres

Sebrae atua para que donas de pequenos negócios exportem mais

A instituição integra o Programa Elas Exportam, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

As exportações brasileiras estão em alta e bateram mais um recorde. Entre os meses de janeiro e agosto deste ano, foram quase US$ 227 bilhões exportados pelas empresas brasileiras. O resultado é 1,1% superior ao mesmo período no ano anterior. Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, comércio e Serviços (MDIC). No entanto, o comércio internacional ainda é majoritariamente composto por empresas chefiadas pelos homens. De acordo com dados da Pasta, em 2023, apenas 14% das empresas exportadoras brasileiras tinham preponderância feminina em seus quadros societários.

Para possibilitar que mais mulheres donas de pequenos negócios sejam inseridas nesse mercado, o Sebrae tem atuado em parceria com o MDIC e a Agência Brasileira de Exportações e Atração de Investimentos (Apex Brasil) no Programa Elas Exportam, que foi iniciado nesta semana. A iniciativa promove o encontro de empresárias experientes em comércio exterior com mulheres que pretendem começar a exportar. No total, foram mais de 550 inscrições recebidas (66% acima das chamadas anteriores) e 70 duplas formadas por mentoras e mentoradas estão participando das oficinas que começaram nesta semana.

A ação pretende auxiliar no desenvolvimento de competências e habilidades técnicas e socioemocionais necessárias à atividade exportadora com palestras e workshops. Entre as áreas de atuação, a maioria das empresas mentoradas são de alimentos, bebidas e produtos do agronegócio, seguidas por empresas de moda, higiene pessoal e cosméticos, móveis, e outros produtos e serviços.

A coordenadora de Competitividade do Sebrae Nacional, Roberta Aviz, explica como o Sebrae participa da ação.

A gestora ressalta que somente em 2023 o Sebrae atendeu 6,5 mil empresas com soluções para estímulo à internacionalização.

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    Sebrae atua para que donas de pequenos negócios exportem mais | ASN Nacional – Agência Sebrae de Notícias (agenciasebrae.com.br)
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    Saiba quem é a primeira mulher a assumir uma diretoria na multinacional WEG

    Engenheira química e mestre em engenharia ambiental, a executiva fez a carreira toda na empresa, na qual ingressou como trainee

    Gigante industrial com 62 anos de atuação, a multinacional catarinense WEG acaba de nomear a sua primeira diretora mulher. A escolhida é a engenheira química Daniela Chissini Sartori, 50 anos, com quase 30 anos de trajetória na companhia. Ela assumiu o cargo de Diretora de Operações, incluindo as áreas de logísticas e o departamento industrial da unidade WEG Tintas.

    O desafio de Daniela Sartori é expandir atividades da unidade no Brasil e exterior, destaca o portal OCP News, de Jaraguá do Sul, que divulgou neste fim de semana um perfil da executiva. A nova diretora afirmou que seus objetivos sempre foram alinhados com a busca de resultados, desde o início da carreira. E sempre buscou se preparar para as oportunidades que pudessem surgir. Ingressou na WEG como trainee na área de qualidade.

    Daniela Sartori é natural de Esmeralda, um pequeno município do Norte do Rio Grande do Sul com pouco mais de 3 mil habitantes, que tem Lages como um dos vizinhos. Ela fez graduação em engenharia química pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e mestrado em engenharia ambiental pela Universidade de Blumenau (Furb).

    Depois que entrou na WEG, seguiu estudando. Fez MBA na FGV em comércio exterior e negócios internacionais e também em gestão de negócios. Daniela é casada com Ricardo Luiz Sartori, que também trabalha na WEG, e o casal tem dois filhos: Sofia (20 anos) e Lucas (14 anos).

    Com DNA do setor industrial metalmecânico, é natural que a WEG tenha muito mais executivos homens do que mulheres. Atualmente, o quadro de pessoal da empresa é composto 75% por homens.

    Na entrevista que concedeu para o portal NSC Total em julho, o novo presidente da companhia, Alberto Kuba, afirmou que a empresa está promovendo uma maior inserção de mulheres nos seus quadros, inclusive em altos cargos da diretoria, mas considerando a meritocracia. Segundo ele, a Daneila Sartori, que estava sendo promovida naquele mês, fez um trabalho espetacular na empresa nas áreas de logística e operações.

    Para fazer essa maior inserção, a WEG está incluindo mais mulheres na base, em programas de trainee e no CentroWEG, o centro de formação técnica dentro da empresa. Atualmente, são 800 alunos, sendo 50% meninos e 50% meninas informou Alberto Kuba. Assim, a WEG projeta para um futuro próximo, um equilíbrio de gênero com meritocracia.

    Ex-superintendente da WEG, consultor de empresas familiares e de carreiras, o empresário Emílio da Silva Neto acompanha com atenção esse movimento que vem sendo feito pela companhia. Segundo ele, para serem altas executivas empresariais, além da formação e meritocracia, as mulheres precisam ter um suporte para a gestão da casa. Isso porque, apesar dos avanços, normalmente são elas que cuidam do dia a dia da família, destaca ele.

    FONTE: Saiba quem é a primeira mulher a assumir uma diretoria na multinacional WEG – NSC Total

     

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    Comércio Exterior, Mercado Internacional, Mulheres, Negócios, Networking, Oportunidade de Mercado

    MDIC e ApexBrasil promovem missão inédita de empreendedoras ao Chile

    A missão Jornada Exportadora oferecerá às empreendedoras uma imersão no mercado chileno, com seminários, visitas técnicas e rodadas de negócios. Objetivo é conectar as empreendedoras a potenciais compradores e parceiros locais.

    Um grupo de 16 empreendedoras brasileiras que lideram negócios com foco em cosméticos e moda, embarca em uma missão inédita e exclusivamente feminina ao Chile, entre os dias 5 e 7 de agosto, para participar de uma série de atividades, que incluem rodadas de negócios. A Jornada Exportadora: Edição Chile, promovida pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e pela ApexBrasil, visa fortalecer o empreendedorismo feminino e impulsionar as exportações brasileiras.

    A iniciativa beneficiará participantes da segunda edição do programa Elas Exportam, concluído em junho passado, e outras empreendedoras que se candidataram. O programa, também coordenado pelo MDIC e pela ApexBrasil, oferece ferramentas e apoio para que mulheres empreendedoras ampliem seus negócios, conectando lideranças femininas experientes, que atuam como mentoras, a mulheres que estão iniciando sua jornada no comércio exterior, as mentoradas.

    “O MDIC vem trabalhando para que mais mulheres se beneficiem do comércio exterior. Com o Elas Exportam, buscamos capacitar as empreendedoras brasileiras para que possam enfrentar com mais segurança os desafios do mercado internacional. Esta missão ao Chile oferece uma oportunidade para aprofundar o conhecimento das empresárias e facilitar sua entrada no mercado global”, afirmou Tatiana Prazeres, secretária de Comércio Exterior do MDIC

    A missão Jornada Exportadora da próxima semana oferecerá às empreendedoras uma imersão no mercado chileno, com seminários, visitas técnicas e rodadas de negócios.  O objetivo é conectar as empreendedoras a potenciais compradores e parceiros locais, além de promover o intercâmbio de experiências e conhecimentos. A ação também é parte do Programa Mulheres e Negócios Internacionais da ApexBrasil e contará com o apoio do MujerExporta, da ProChile.

    “A Jornada Exportadora é um programa da ApexBrasil que promove a inserção de empresas brasileiras no mercado internacional. Oferecemos uma verdadeira imersão no mercado selecionado, com aulas de idiomas voltadas para negociação internacional, oficinas de competitividade e rodadas de negócios. E nossa missão para o Chile é ainda mais especial, porque será exclusiva para empresas lideradas por mulheres, reforçando o Elas Exportam e, portanto, promovendo o empreendedorismo feminino e o aumento da participação de mulheres nos negócios internacionais”, comentou a diretora de Negócios Internacionais da ApexBrasil, Ana Paula Repezza.

    Destaque para o setor de beleza e moda

    As 16 empreendedoras que integram a missão representam  7 empresas dos setores de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos e 4 empresas do setor de moda — segmentos que foram foco da 2ª edição do programa Elas Exportam.

    As marcas que levarão seus produtos para o mercado chileno são:  cosméticos: QURI Natural Beauty, Naju Cosméticos, Gramtok, Brazil Channel, Luniz Cosméticos, Chaves Brasil Cosméticos, The Class; moda:  Amari Lingerie, Rosa Maria Liotto e cia, Caroline Moraes e Jungle Societyu

    Preparação e oportunidades

    Antes da viagem, as empreendedoras participaram de um intensivo curso de espanhol e oficinas de preparação para a missão, garantindo que estejam equipadas para aproveitar ao máximo as oportunidades de negócios no Chile.

    O Chile, por sua vez, oferece um ambiente favorável para as empresas brasileiras, com um acordo de livre comércio que inclui um capítulo específico sobre gênero. O seminário “Brasil-Chile: mulheres conectando fronteiras” será um dos destaques da missão, reunindo empreendedoras e agentes governamentais dos dois países para compartilhar experiências e fortalecer a cooperação.

    O grupo também poderá acompanhar o Fórum Empresarial Chile-Brasil, promovido pela ApexBrasil na capital chilena um dia antes do seminário.  O Fórum integra missão presidencial ao Chile, e terá a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e também do secretário executivo do MDIC, Márcio Elias Rosa.

    As inscrições para a terceira edição do Elas Exportam estão em curso. O formulário pode ser acessado AQUI.

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    Mulheres

    Encontro das DIVAS do COMEX&LOG de Santos esta na sua Segunda Edição

    Questões de empoderamento Feminino estão em pauta nesta gestão.
    Grupo de Trabalho de Empoderamento de Mulheres – Reconecta News  foi criado durante a presidência da Índia, em 2023, e se reúne pela primeira vez sob a presidência do Brasil em 2024. O GT tem como propósito apoiar os países a abordarem a desigualdade de gênero e impulsionar o empoderamento das mulheres em suas diferentes dimensões.

    O Brasil assumiu a presidência do G20 até novembro de 2024. O anúncio foi feito durante a 18ª Cúpula, realizada em 2023 na Índia. Os assuntos prioritários estabelecidos pelo governo brasileiro são combate à fome, pobreza e desigualdade, as três dimensões do desenvolvimento sustentável (econômica, social e ambiental) e a reforma da governança global. 

    Assim estamos cada vez mais empoderando e desenvolvendo Mulheres na área de Comércio Exterior e Logística, para assumirem oportunidades de gestão.

    Estamos indo pela segunda vez em Santos, SP, para reunir mulheres em busca da sua melhor versão, através da sua imagem profissional e pessoal!  Com foco na auto imagem, uma imagem bem cuidada melhora a sua autoconfiança e contribui para que as pessoas sintam mais credibilidade em você. Na hora de escolher o que vestir, você não se comunica apenas com o outro. Ao se ver diante do espelho, você também envia ao cérebro informações sobre a forma que você se enxerga.

    Por isso, é interessante conhecer o que significa esse conceito e qual é a relação com a sua imagem pessoal, que influencia na maneira que os outros enxergam você.

    E nos vamos te ajudar nesse encontro!!!

    Com o tema “EMPODERAMENTO FEMININO: Poder de uma mulher que tem foco na autoimagem”.

    Estaremos com  Nayara Falcoski, Retratista, Escritora, Mentora em Marca Pessoal. Através da Comunicação Sistêmica desenvolve e posiciona profissionais alinhando Imagem, Mensagem e Comportamento. São 10 anos desenvolvendo a comunicação de especialistas para serem vistos e respeitados como fera no que fazem.

    Conheça a Nayara:
    Nayara Falcoski | Retratos e Comunicação (@nayarafalcoski) • Fotos e vídeos do Instagram

    Estaremos TODAS juntas em Santos/SP:

    📅 Data: 10/07🕑 – Quarta feira – Horário: à partir 18h30
    📍 Endereço: Rua Alexandre Herculano 197,  SALA DE EVENTOS | Gonzaga | Santos, SP

    >>>> Traga seus cartões de visita e venha conosco que vamos mostrar o quanto você é LINDA e que você tem PODER.

    Você sabe onde pode CHEGAR???
    Nós vamos te ajuda.

    *Valores para evento são destinados a coffee.

    Inscreva-se e venha fazer parte desse momento único de desenvolvimento e networking qualificado
    2º ENCONTRO DAS DIVAS DE SANTOS – Meu Ingresso

     

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    Comércio Exterior, Economia, Gestão, Informação, Mercado Internacional, Mulheres, Negócios, Networking, Notícias, Oportunidade de Mercado, Pessoas

    Grupo de Trabalho de Empoderamento de Mulheres

    O Grupo de Trabalho Empoderamento de Mulheres foi criado durante a presidência da Índia, em 2023, e se reúne pela primeira vez sob a presidência do Brasil em 2024. O GT tem como propósito apoiar os países a abordarem a desigualdade de gênero e impulsionar o empoderamento das mulheres em suas diferentes dimensões.

    A institucionalização de um grupo de trabalho sobre essa temática representa uma grande conquista das mulheres e um salto no compromisso assumido pelos países membros com a efetivação dos direitos de mulheres e meninas. Desta forma, durante a presidência brasileira, serão temas centrais:

    • Igualdade: o tema será discutido em dois eixos:

    O primeiro, Igualdade e Autonomia, no qual a divisão sexual do trabalho figura como base que perpetua a desigualdade entre homens e mulheres através da garantia de empregos e salários superiores aos homens e do trabalho doméstico das mulheres.

    O segundo, Trabalho e Políticas de Cuidado, sobre a realidade do trabalho pouco valorizado e não pago da economia do cuidado que, apesar de essencial para a construção das sociedades, sobrecarrega mulheres em todo o mundo.

    • Enfrentamento à misoginia e às violências: apesar das conquistas feministas nas últimas décadas, a violência contra mulheres continua com proporções alarmantes. Ademais, há um recorte entre mulheres brancas, negras e indígenas, quanto a diferentes níveis de exposição à violência, por disporem de mecanismos de poder desiguais para enfrentá-los.
    • Justiça Climática: as mulheres são as protagonistas das ações territoriais que visam frear o agravamento da crise climática e suas consequências sobre seus povos e territórios. Apesar disso, elas são sub-representadas nos espaços de poder e decisão globais sobre essas questões.

                Histórico do GT
      Em 2015, foi lançado o Women20 (W20), um grupo de engajamento criado durante a presidência turca que se concentra no ‘crescimento econômico inclusivo de gênero’. Em paralelo, em 2019, foi criada a Aliança do G20 para o Empoderamento e Progresso da Representação Econômica das Mulheres (G20 Empower), com objetivo de promover uma aliança mais abrangente e orientada para a ação entre empresas e governos.
               Toda esta discussão culminou, em 2023, sob a presidência da Índia, na criação deste novo grupo de trabalho, de Empoderamento de Mulheres, para apoiar os países a tratar sobre desigualdade de gênero nas diferentes dimensões.        O Ministério das Mulheres é coordenador do grupo.

      Entenda o G20

      O Brasil assumiu a presidência do G20 até novembro de 2024. O anúncio foi feito durante a 18ª Cúpula, realizada em 2023 na Índia. Os assuntos prioritários estabelecidos pelo governo brasileiro são combate à fome, pobreza e desigualdade, as três dimensões do desenvolvimento sustentável (econômica, social e ambiental) e a reforma da governança global. Ao longo do ano, serão realizadas mais de 100 reuniões de trabalho e forças-tarefas que compõe o G20, tanto presenciais quanto virtuais, em nível técnico e ministerial, nas cidades-sede das cinco regiões do Brasil. A finalidade é descentralizar as atividades, transformando o G20 num fórum mais acessível e representativo, culminando na Cúpula de Líderes do G20, dias 18 e 19 de novembro, no Rio de Janeiro, com a presença das lideranças dos 19 países-membros, mais a União Africana e a União Europeia.

      O que é o G20?
      Criado em 1999 em resposta à crise financeira global, o G20 é um fórum de cooperação econômica internacional que tem como objetivo debater temas para o fortalecimento da economia internacional e desenvolvimento socioeconômico global. Desempenha um papel importante na definição e no reforço da arquitetura e da governança mundiais em todas as grandes questões econômicas internacionais.

      Quais países fazem parte do G20?
      África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Reino Unido, Rússia e Turquia, além da União Africana e da União Europeia. Ademais, países e organizações internacionais convidadas pelo anfitrião também participam do G20

      Quem preside o G20?
      O G20 conta com presidências rotativas anuais. O Brasil exerce a presidência do G20 de 1º de dezembro de 2023 a 30 de novembro de 2024. Durante a presidência brasileira, o país trabalhará em estreita colaboração com a Índia (Presidência de 2023) e a África do Sul (Presidência de 2025).

      Onde, quando e quem participa da Cúpula no Brasil?
      No Brasil, a Cúpula de Líderes do G20 está agendada para os dias 18 e 19 de novembro de 2024, no Rio de Janeiro, e terá a participação de 19 países membros, mais a União Africana e a União Europeia.

      G20 Mulheres — Ministério das Mulheres (www.gov.br)

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    Networking, Pessoas

    NETWORKING DAS DIVAS

    Quem não é visto, não é lembrado. Essa máxima faz todo o sentido em diversas situações, incluindo o mercado de trabalho. Nós somos seres sociais. E por isso, nossa vida é pautada pelas nossas relações, sejam profissionais ou pessoais. Marcar um happy hour, trocar mensagens ou áudios em aplicativos pode parecer supérfluo para a carreira, mas não é bem assim. Apesar de trabalhar para empresas, pessoas se relacionam com pessoas e, portanto, quem aposta em networking sai na frente no ambiente corporativo.

    Eu sei que você se preocupa com networking e as possibilidades de contato podem ser alavancados por eventos assim.  Mas antes de tudo, precisamos entender o que existe de errado com a maioria destes eventos.
    O grande problema dos eventos de networking é que eles dificilmente são eficientes na hora de facilitar novos contatos.  Um estudo da Columbia Business School demonstrou que na maioria dos eventos de networking as pessoas tendem a conectar-se com pares que já conheciam anteriormente, não formando alianças novas.

    Os pesquisadores organizaram um evento e convidaram 100 executivos e empreendedores. Um questionário anterior ao evento foi utilizado para entender quem os executivos já conheciam antes e sua disposição para conhecer pessoas novas.

    Em média os executivos conheciam um terço dos convidados e 95% expressou o desejo de conhecer novas pessoas. No entanto, ao analisar os dados, os pesquisadores encontraram que mesmo querendo ampliar sua rede de contatos, os participantes passaram mais da metade do tempo conversando com pessoas que eles já conheciam.

    Uma das conclusões do estudo é que, se até grandes executivos com intenção verdadeira de conhecer novas pessoas falham em seu objetivo, a força para sair da zona de conforto precisa ser muito maior.

    Falta alguma CONEXÃO para que o Networking seja mais efetivo.


    O RêConecta nesse momento esta sendo a possibilidade de introdução para alguns profissionais no mercado. 

    Introvertido ou extrovertido, nós estamos conectando vários profissionais, para a possibilidade de negócios, apresentando nossos parceiros e oportunidades surgirem.
    Saiba que você tem que ser intencional em ampliar seu leque de oportunidades. 
    Você precisa diariamente conhecer uma pessoa nova, e inclui-la no seu ciclo, para que você possa gerar relacionamentos, pessoal e profissional.

    Estamos gerando vários eventos de diversos gêneros, jantares, treinamentos, happy’s, cafés, porem todos com o mesmo foco, atrair profissionais da área de Comércio Exterior e Logística afim de gerar um networking qualificado e novos negócios. Fazer o mercado girar. 

    Sair da zona de conforto, não é fácil. Pois percebemos ao longo dos eventos que muitas pessoas vem aos eventos e ficam sempre no seu ciclo, não fazendo novas parcerias. Aos poucos estamos quebrando essa barreira e trabalhando no nosso propósito de conectar os stackeholders da área e para gerar mais possibilidade.

    Algumas DICAS:
    Pesquise com antecedência as pessoas que frequentam esses eventos. Finalmente, é mais fácil conversar com alguém se ele não se sentir um estranho. Mesmo que você não os tenha conhecido pessoalmente antes, ter algumas informações básicas sobre eles pode sugerir possíveis tópicos de conversa. Você não precisa se tornar um stalker; suposições fundamentadas e pesquisas on-line leves podem levá-lo o bate papo, muito longe.

    Ninguém é autossuficiente. Todos nós precisamos uns dos outros, pois cada pessoa tem suas habilidades e capacidades específicas. É nesse somatório e na troca de experiências que todos saem ganhando. Isso é válido tanto pessoal quanto profissionalmente.

    Tenha constância em seus contatos. Além de fazer contatos é fundamental saber como mantê-los ativos, não adianta ter uma grande lista de nomes com potencial para realizações se não se fala com nenhum deles em seu cotidiano. Marcar um café ou um almoço de vez em quando com as pessoas da sua lista torna mais simples contatar esses indivíduos numa situação em que se precise deles.

    Contudo, fique atenta para que essa relação não caminhe para um viés de interesse. Ninguém gosta de se sentir usado então lembre-se de alimentar a relação com boas experiências nesse tempo compartilhado.

    Tenha algumas linhas de abertura prontas. A parte mais difícil de interagir com um estranho é a abertura. Como você começa? O que você diz? Desenvolvemos algumas perguntas que ela se sentiu confortável em usar e que não pareciam banais, mas abriram as portas para uma discussão mais substantiva. Eles não precisam ser profundos; o objetivo é iniciar um diálogo. As possibilidades incluem:

    • Qual é a coisa mais legal em que você está trabalhando agora?
    • Como você passa a maior parte do tempo?
    • Como você ficou sabendo do evento?
    • Quando há um vínculo comum, como um grupo de ex-alunos: em que ano você se formou/em que casa ou dormitório você morou?

    E quando nada mais funciona, muitas vezes eu simplesmente digo: “Não conheço ninguém aqui. Posso falar com você?” Muito raro a pessoa responder, Não. 
    Falar com estranhos provavelmente nunca será confortável. É cansativo quando um colega de avião começa a conversar ou um motorista de táxi quer saber muito sobre o meu dia. Mas com essas estratégias, é possível criar um pouco mais de espaço para o acaso em nossas vidas.

    Basta você dar oportunidade!!!

    À medida que você avança em sua carreira, você tem mais experiência e mais conexões para usar para networking.
    Portanto, investir em relacionamentos é uma forma de estourar a própria bolha e se aproximar de novas pessoas. E, acredite isso pode ser feito em qualquer lugar! Isso é bom para questões sociais, mas é fundamental para a carreira e para os negócios, afinal, é nessas áreas que as pessoas investem boa parte do seu tempo.

    Desejamos Sucesso
    Equipe RêConectaNews

    Resumindo, network é conexão off line.
    Não é prospectar nem recrutar nem vender.
    É conhecer, se relacionar, conversar.

    Veja um pouco do que foi nosso JANTAR das Divas

    Fizemos na ultima semana Networking de Valor:
    Divas 06/06/2024 – Google Fotos

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    Comércio Exterior, Logística, Mercado Internacional, Negócios, Networking, Pessoas

    G20 e B20 Brasil ampliam debate sobre participação de mulheres no comércio exterior

    Evento reuniu membros e parceiros do B20 e do G20, com o objetivo de tratar dos desafios enfrentados pelas mulheres no comércio internacional

    Nesta terça-feira (23/4), a secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC), Tatiana Prazeres, participou da abertura do workshop Mulheres no Comércio Internacional, no auditório a CNI, em Brasília, ao lado de Constanza Negri – Sherpa do B20 Brasil; Janaina Gama, do W20 Brasil;  Maria Helena Guarezi – Secretária-executiva do Ministério das Mulheres, entre outros representantes, com o objetivo promover maior participação das mulheres no comércio.

    A oficina marcou o início das discussões para identificar os desafios de empresas lideradas por mulheres no comércio internacional, além de apresentar perspectivas significativas aos governos das 20 principais economias do mundo, que fazem parte do G20.

    Tatiana Prazeres, ressaltou a importância da presidência do G20 pelo Brasil, e da iniciativa no contexto do Grupo de Trabalho de Comércio e Investimento. “É inédito que o GT de Comércio e Investimento dê prioridade às questões das mulheres no comércio da maneira como a presidência do Brasil está propondo agora. Por isso, agradeço a todos os membros do G20 por abraçarem essa proposta do Brasil para tornar esse tema uma prioridade na nossa presidência,” disse Tatiana.

    “Isso importa. Não é algo que tangencia as questões mais importantes. O comércio e gênero estão no centro de uma agenda para tornar o comércio mais inclusivo. E se quisermos apoio para a agenda comercial, precisamos tornar o comércio mais inclusivo,” reforçou a secretária.

    Ainda durante a sua fala, Tatiana Prazeres destacou que é preciso garantir que mais pessoas se beneficiem do comércio, que os ganhos do comércio sejam distribuídos de forma mais equitativa. “E se o comércio é uma força para o bem, como acreditamos que seja, temos a responsabilidade moral de garantir que mais pessoas globalmente se beneficiem desse importante motor de crescimento.”

    Ao concluir sua participação, Tatiana destacou a importância da parceira do G20 com os grupos de engajamento. “É nosso interesse, ter esses diversos grupos da sociedade civil trabalhando mais de perto com o componente “G” do G20, o lado governamental das discussões. Para o G20 cumprir seu potencial, precisamos trabalhar muito próximos da sociedade civil como um todo, e o B20 é uma parte muito importante dessa discussão,” concluiu.

    Já Constanza Negri (Sherpa do B20 Brasil) disse que embora os desafios para aumentar a participação das mulheres no comércio nos nossos próprios países sejam provavelmente mais conhecidos, acredita-se que com esta iniciativa se traga uma perspectiva empresarial global prática e mais ampla sobre o que está a impedir o acesso destas mulheres ao comércio internacional.

    “Resumindo, este projeto representa um passo importante na promoção da igualdade de gênero e da inclusão econômica. Acreditamos que o B20 e o G20 têm um papel importante em contribuir para a remoção de barreiras e em ajudar as mulheres no comércio internacional, concluiu Constanza

    Esse foi o primeiro evento feito em colaboração com o G20 para discutir os desafios enfrentados pelas mulheres no comércio internacional. Em seguida, será lançada uma consulta, de alcance global ao setor privado dos países do G20, acerca dos obstáculos enfrentados por empresas lideradas por mulheres no acesso ao comércio internacional. A partir dos resultados desse trabalho realizado por parte do B20, os membros do G20 irão elaborar um compêndio de melhores práticas adotadas pelos países para mitigar as disparidades de gênero no comércio exterior.

    Para enriquecer a discussão e garantir a implementação efetiva de medidas nesse meio, o B20 convocou membros de sua força-tarefa de Comércio e Investimento, bem como do Conselho de Ação para Mulheres, Diversidade e Inclusão.

    Estes membros colaborarão na identificação das barreiras que limitam a representatividade das mulheres no comércio internacional. As informações coletadas serão fundamentais para o trabalho do GT sobre Comércio e Investimento do G20.

    O Women in Trade é uma iniciativa do G20 e B20 Brasil, realizada com o apoio do W20 Brasil (Women 20), BCG (Boston Consulting Group), OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e ITC (International Trade Centre), fruto de uma colaboração entre os principais atores do setor empresarial e governamental.

    G20 e B20 Brasil ampliam debate sobre participação de mulheres no comércio exterior — Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (www.gov.br)

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