Aeroportos

Mulheres ocupam 51% dos empregos no Aeroporto de Salvador e ampliam presença em cargos de liderança

O Aeroporto de Salvador, administrado pela Vinci Airports, registra um cenário expressivo de participação feminina em seu quadro de colaboradores. Atualmente, as mulheres representam 51% dos postos de trabalho no terminal da capital baiana e ocupam 36% dos cargos de liderança, reforçando o avanço da equidade de gênero no setor aeroportuário.

O dado ganha destaque especialmente no contexto do Dia Internacional da Mulher, celebrado em março, e evidencia o crescimento da presença feminina em áreas estratégicas da aviação civil brasileira.

Participação feminina cresce em áreas operacionais do aeroporto

Desde o início da concessão do terminal, o Salvador Bahia Airport mantém indicadores acima da média nacional em relação à presença feminina em funções de destaque.

Além da liderança, a participação das mulheres também vem aumentando em áreas historicamente associadas ao público masculino, como a operação aeroportuária e a Seção de Combate a Incêndios.

Na área operacional, por exemplo, 47% das vagas são ocupadas por mulheres, percentual que cresceu cerca de 10% nos últimos dois anos. O avanço reflete uma política corporativa voltada para ampliar oportunidades profissionais e reduzir barreiras de gênero dentro da estrutura aeroportuária.

Política de equidade salarial e reconhecimento internacional

A administradora Vinci Airports, considerada uma das principais operadoras globais de aeroportos, adota mecanismos de acompanhamento da equidade salarial entre homens e mulheres que exercem a mesma função.

Todos os anos, o aeroporto participa da avaliação global de equidade de gênero promovida pela empresa. Em 2025, o Aeroporto de Salvador alcançou 99 pontos em uma escala de 100, considerando critérios como:

  • igualdade salarial
  • oportunidades de promoção
  • políticas de apoio após licença-maternidade

Esses indicadores reforçam o compromisso institucional com ambientes de trabalho mais inclusivos e equilibrados.

Reconhecimento com o Selo Lilás e alinhamento à ONU

O Salvador Bahia Airport também recebeu o Selo Lilás, certificação concedida pelo Governo da Bahia a instituições que demonstram compromisso com a equidade de gênero e ações de enfrentamento à violência contra a mulher.

A iniciativa está alinhada ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) número 5, definido pela Organização das Nações Unidas (ONU), que busca promover a igualdade de gênero e o empoderamento de mulheres e meninas em todo o mundo.

Campanhas reforçam combate ao machismo e à violência contra a mulher

Além das políticas internas de inclusão, o aeroporto também promove campanhas de conscientização voltadas à comunidade aeroportuária e aos passageiros.

Durante a semana do Dia Internacional da Mulher, a concessionária lançou a campanha “Gênero não é critério. Competência é.”, com foco na valorização profissional e no combate à discriminação dentro do ambiente corporativo.

A iniciativa busca reforçar o compromisso institucional com um espaço de trabalho seguro, inclusivo e livre de preconceitos.

Setor aeroportuário participa de campanhas nacionais

Em agosto do ano passado, o Aeroporto de Salvador integrou a campanha nacional “Assédio não Decola”, voltada ao combate ao assédio e à importunação sexual na aviação civil.

A mobilização foi coordenada pela ABR Aeroportos do Brasil, com a participação de 13 concessionárias responsáveis por 59 aeroportos federais concedidos no país. A proposta foi ampliar a conscientização entre passageiros e trabalhadores, incentivando ambientes mais respeitosos dentro do setor.

Aeroporto também promove campanha de combate à violência contra a mulher

Mais recentemente, em janeiro deste ano, o terminal lançou uma nova campanha de conscientização sobre o enfrentamento à violência contra mulheres no Brasil.

A ação utilizou o próprio ambiente aeroportuário como espaço de informação, divulgando materiais educativos e reforçando o papel da sociedade no combate ao machismo e à violência.

A campanha também destacou a Central de Atendimento à Mulher (180), canal nacional que orienta vítimas e incentiva a denúncia de casos de violência, ampliando o alcance da mensagem entre passageiros, colaboradores e parceiros do aeroporto.

FONTE: Modais em Foco
TEXTO: Redação
IMAGEM: Will Recarey – Salvador Bahia Airport

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Portos

Igualdade de gênero avança nos setores aéreo e portuário com ações do Ministério de Portos e Aeroportos

Igualdade de gênero avança nos setores aéreo e portuário com ações do Ministério de Portos e Aeroportos

Ministério amplia políticas para fortalecer presença feminina

Promover a igualdade de gênero nos setores aéreo, portuário e aquaviário tornou-se uma das prioridades do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor). A estratégia envolve ampliar a participação feminina em áreas historicamente dominadas por homens e reforçar ações de combate ao assédio e à violência de gênero em ambientes de trabalho e transporte.

Além de incentivar a presença de mulheres nesses segmentos, a pasta também defende a participação masculina no enfrentamento à violência contra mulheres e meninas. O ministro Silvio Costa Filho destaca que a responsabilidade deve ser coletiva.

Segundo ele, é fundamental que homens, independentemente da posição que ocupam, ampliem o apoio às políticas de defesa e proteção das mulheres.

Participação feminina ainda é baixa nos setores

Apesar de avanços recentes, a presença feminina nesses segmentos ainda é limitada. No setor de aviação civil, as mulheres representam entre 3% e 4% da força de trabalho, enquanto no setor aquaviário a participação chega a aproximadamente 18%.

Para mudar esse cenário, o ministério aposta em uma combinação de políticas de inclusão profissional, programas de capacitação e campanhas educativas voltadas à prevenção de assédio sexual e violência de gênero.

A ouvidora do MPor, Maíra Cervi Barrozo do Nascimento, afirma que a percepção de insegurança ainda é um dos principais obstáculos para a entrada de mulheres nesses mercados.

Segundo ela, muitas profissionais deixam de considerar carreira nessas áreas por falta de oportunidades ou por receio em relação à segurança. Por isso, a criação de ambientes de trabalho mais seguros e inclusivos é considerada essencial.

Campanha “Assédio Não Decola” combate violência na aviação

Entre as iniciativas em andamento está a campanha “Assédio Não Decola”, lançada em maio do ano passado para combater casos de importunação sexual e violência de gênero em aeroportos e aeronaves.

A ação inclui protocolos de prevenção e denúncia reunidos no Guia de Combate ao Assédio na Aviação, um material que orienta empresas aéreas, trabalhadores e passageiros sobre como identificar e enfrentar situações de assédio.

De acordo com o ministro, a aviação simboliza conexão entre pessoas e oportunidades, e o objetivo é garantir que todos possam circular em aeroportos e voos com respeito, segurança e igualdade.

Nova campanha será lançada para o setor portuário

O combate ao assédio também será ampliado para o ambiente portuário. O ministério prepara o lançamento da campanha “Assédio Não Embarca”, prevista para este mês.

A iniciativa terá foco na prevenção e no enfrentamento de crimes de natureza sexual e violência de gênero nos portos, buscando garantir condições de trabalho mais seguras para mulheres nesses espaços.

Segundo a ouvidora do ministério, proteger as mulheres é essencial para que elas possam exercer suas funções com tranquilidade e acesso pleno aos ambientes profissionais.

Campanhas também abordam o combate ao feminicídio

Outra frente de atuação do MPor envolve a conscientização sobre o feminicídio, considerado um dos crimes mais graves contra mulheres no país.

A campanha “Assédio Não Decola, Feminicídio Também Não” utiliza a grande circulação de pessoas em aeroportos e terminais de passageiros para alertar a população sobre o problema e incentivar a denúncia.

A iniciativa foi desenvolvida em parceria com a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e concessionárias aeroportuárias.

Segundo o ministro, o país ainda registra diariamente casos de feminicídio, o que reforça a necessidade de mobilização social para enfrentar essa realidade.

Grupo de trabalho busca ampliar oportunidades para mulheres nos portos

No campo da inclusão profissional, o ministério instalou, no início de março, o primeiro Grupo de Trabalho de Equidade de Gênero do Fórum dos Trabalhadores Portuários.

O objetivo é monitorar e propor políticas que ampliem a igualdade de oportunidades para mulheres nos portos, além de identificar barreiras estruturais que dificultam a contratação feminina.

O grupo também terá a missão de analisar boas práticas nacionais e internacionais relacionadas à inclusão de mulheres nos setores portuário e aquaviário.

Programa incentiva diversidade na aviação civil

Outra iniciativa relevante é o programa Asas para Todos, desenvolvido pelo MPor em parceria com a ANAC.

O projeto busca ampliar a diversidade na aviação civil brasileira por meio de ações de educação, inclusão social e estímulo ao ingresso de novos profissionais no setor.

O programa reúne órgãos do governo, empresas do setor aéreo, universidades e organizações da sociedade civil. Entre as ações está o subprograma Mulheres na Aviação, voltado a incentivar meninas e mulheres a construir carreira no segmento.

Ministério também adere a movimento internacional

O compromisso com a promoção da equidade de gênero levou o ministério a aderir ao movimento HeForShe, iniciativa da ONU Mulheres que mobiliza lideranças masculinas na defesa da igualdade entre homens e mulheres.

A proposta do movimento é incentivar a participação ativa de homens no combate a estruturas históricas de desigualdade, incluindo machismo, racismo e outras formas de discriminação.

Com essas ações, o Ministério de Portos e Aeroportos busca fortalecer políticas públicas que garantam ambientes de trabalho mais seguros, diversos e respeitosos, ampliando oportunidades para mulheres nos setores de transporte e logística do país. Promover a igualdade de gênero nos setores aéreo, portuário e aquaviário tornou-se uma das prioridades do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor). A estratégia envolve ampliar a participação feminina em áreas historicamente dominadas por homens e reforçar ações de combate ao assédio e à violência de gênero em ambientes de trabalho e transporte.

Além de incentivar a presença de mulheres nesses segmentos, a pasta também defende a participação masculina no enfrentamento à violência contra mulheres e meninas. O ministro Silvio Costa Filho destaca que a responsabilidade deve ser coletiva.

Segundo ele, é fundamental que homens, independentemente da posição que ocupam, ampliem o apoio às políticas de defesa e proteção das mulheres.

Participação feminina ainda é baixa nos setores

Apesar de avanços recentes, a presença feminina nesses segmentos ainda é limitada. No setor de aviação civil, as mulheres representam entre 3% e 4% da força de trabalho, enquanto no setor aquaviário a participação chega a aproximadamente 18%.

Para mudar esse cenário, o ministério aposta em uma combinação de políticas de inclusão profissional, programas de capacitação e campanhas educativas voltadas à prevenção de assédio sexual e violência de gênero.

A ouvidora do MPor, Maíra Cervi Barrozo do Nascimento, afirma que a percepção de insegurança ainda é um dos principais obstáculos para a entrada de mulheres nesses mercados.

Segundo ela, muitas profissionais deixam de considerar carreira nessas áreas por falta de oportunidades ou por receio em relação à segurança. Por isso, a criação de ambientes de trabalho mais seguros e inclusivos é considerada essencial.

Campanha “Assédio Não Decola” combate violência na aviação

Entre as iniciativas em andamento está a campanha “Assédio Não Decola”, lançada em maio do ano passado para combater casos de importunação sexual e violência de gênero em aeroportos e aeronaves.

A ação inclui protocolos de prevenção e denúncia reunidos no Guia de Combate ao Assédio na Aviação, um material que orienta empresas aéreas, trabalhadores e passageiros sobre como identificar e enfrentar situações de assédio.

De acordo com o ministro, a aviação simboliza conexão entre pessoas e oportunidades, e o objetivo é garantir que todos possam circular em aeroportos e voos com respeito, segurança e igualdade.

Nova campanha será lançada para o setor portuário

O combate ao assédio também será ampliado para o ambiente portuário. O ministério prepara o lançamento da campanha “Assédio Não Embarca”, prevista para este mês.

A iniciativa terá foco na prevenção e no enfrentamento de crimes de natureza sexual e violência de gênero nos portos, buscando garantir condições de trabalho mais seguras para mulheres nesses espaços.

Segundo a ouvidora do ministério, proteger as mulheres é essencial para que elas possam exercer suas funções com tranquilidade e acesso pleno aos ambientes profissionais.

Campanhas também abordam o combate ao feminicídio

Outra frente de atuação do MPor envolve a conscientização sobre o feminicídio, considerado um dos crimes mais graves contra mulheres no país.

A campanha “Assédio Não Decola, Feminicídio Também Não” utiliza a grande circulação de pessoas em aeroportos e terminais de passageiros para alertar a população sobre o problema e incentivar a denúncia.

A iniciativa foi desenvolvida em parceria com a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e concessionárias aeroportuárias.

Segundo o ministro, o país ainda registra diariamente casos de feminicídio, o que reforça a necessidade de mobilização social para enfrentar essa realidade.

Grupo de trabalho busca ampliar oportunidades para mulheres nos portos

No campo da inclusão profissional, o ministério instalou, no início de março, o primeiro Grupo de Trabalho de Equidade de Gênero do Fórum dos Trabalhadores Portuários.

O objetivo é monitorar e propor políticas que ampliem a igualdade de oportunidades para mulheres nos portos, além de identificar barreiras estruturais que dificultam a contratação feminina.

O grupo também terá a missão de analisar boas práticas nacionais e internacionais relacionadas à inclusão de mulheres nos setores portuário e aquaviário.

Programa incentiva diversidade na aviação civil

Outra iniciativa relevante é o programa Asas para Todos, desenvolvido pelo MPor em parceria com a ANAC.

O projeto busca ampliar a diversidade na aviação civil brasileira por meio de ações de educação, inclusão social e estímulo ao ingresso de novos profissionais no setor.

O programa reúne órgãos do governo, empresas do setor aéreo, universidades e organizações da sociedade civil. Entre as ações está o subprograma Mulheres na Aviação, voltado a incentivar meninas e mulheres a construir carreira no segmento.

Ministério também adere a movimento internacional

O compromisso com a promoção da equidade de gênero levou o ministério a aderir ao movimento HeForShe, iniciativa da ONU Mulheres que mobiliza lideranças masculinas na defesa da igualdade entre homens e mulheres.

A proposta do movimento é incentivar a participação ativa de homens no combate a estruturas históricas de desigualdade, incluindo machismo, racismo e outras formas de discriminação.

Com essas ações, o Ministério de Portos e Aeroportos busca fortalecer políticas públicas que garantam ambientes de trabalho mais seguros, diversos e respeitosos, ampliando oportunidades para mulheres nos setores de transporte e logística do país.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Aescom/MPor

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