Portos

Portonave aumenta presença de mulheres na liderança e setores operacionais 👷🏾‍♀️

O Terminal Portuário registrou crescimento de 50% no número de gestoras, 13% na manutenção e engenharia, e 10% na área operacional no último ano, em relação a 2024 🚢

No contexto do setor portuário nacional, a presença feminina chega a 17%. Essa representatividade ainda é baixa, mas, aos poucos, esse é um cenário que está em transformação. Na Portonave, primeiro terminal portuário privado de contêineres do país, a participação da mulher chega a 20%, de um total de 1,3 mil profissionais. Para ampliar essa proporção, a empresa realiza busca ativa por mulheres e desenvolve iniciativas e benefícios voltados à permanência delas. Como resultado desses esforços, em 2025 a participação feminina avançou em diferentes áreas.

A busca ativa ocorre principalmente na operação e manutenção, historicamente masculinizadas e que já registram maior participação feminina. Em comparação com 2024, houve crescimento de 13% nos setores de manutenção, manutenção civil e engenharia, além de aumento de 10% na operação. Esses departamentos, juntos, contam com aproximadamente 120 mulheres.

Para as profissionais, o segmento portuário oferece importantes perspectivas de desenvolvimento. Meiriele Schneider, Operadora de Armazém na Iceport – câmara frigorífica da Portonave – destaca que vê muitas oportunidades para as mulheres na área. “Acredito que, em breve, poderei alcançar um cargo melhor pelas oportunidades que possuo no setor”, afirma ela que está há cinco meses na empresa.

Maria de Araújo, Operadora de Gate, complementa que, também na área, as oportunidades de crescimento para as mulheres são muitas. “Nosso Gate, local de entrada e saída de caminhões, é formado por 64% de mulheres, sendo 35 mulheres e 19 homens, e espero evoluir ainda mais”, diz.

A presença delas também está no cais e no pátio de contêineres. Tereza Maria, Auxiliar de Movimentação Portuária, ressalta o significado dessa inclusão: “representa muito para mim, algo que antes parecia inimaginável”. Maria de Oliveira, Operadora de Veículo Portuário, reforça o compromisso diário delas com a excelência. “A cada dia busco aprimorar o que faço, que é movimentar contêineres por meio da Terminal Tractor, carreta utilizada nas operações”, completa.

Um recorte dos últimos cinco anos demonstra que, de apenas quatro gestoras, a companhia passou para 16. Apenas no último ano, na comparação com 2024, o quadro de gestoras aumentou 50%. A presença feminina em posições estratégicas é fundamental para consolidar essa evolução. Recém-promovida a Supervisora Administrativa, Andreza de Oliveira destaca os desafios. “Trabalhar no ambiente portuário é desafiador, e é essencial que tenham oportunidades para que mulheres ocupem cargos de liderança, com políticas e iniciativas inclusivas”, afirma.

Além disso, a empresa também tem ampliado a inclusão de pessoas com deficiência. Carla Macena, Massoterapeuta com deficiência visual, foi capacitada e contratada pelo Terminal Portuário. “Estar neste ambiente me trouxe dignidade e valorização, com respeito às pessoas”, afirma. Atualmente, integra a equipe de massoterapeutas e oferece quick massages aos profissionais, como parte do Programa Saúde em Equilíbrio.

Para sustentar esses avanços e promover um segmento mais inclusivo, a companhia desenvolve diversas ações por meio do Programa de Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI). Entre as iniciativas, está o Programa de Apoio à Maternidade, que oferece suporte às gestantes desde a confirmação da gravidez até o período após o retorno ao trabalho – com o acompanhamento dessa nova fase da vida profissional da mulher, nos papéis de profissional e mãe, assim como na adaptação da criança – a adesão ao Programa Empresa Cidadã, com licença-maternidade para seis meses e licença-paternidade de 20 dias, auxílio-creche e palestras e rodas de conversa sobre temas relevantes, como assédio, no ambiente de trabalho.

Para a liderança feminina, há oportunidades de treinamentos internacionais, como o Programa LIFE, realizado no Panamá com o foco em lideranças femininas no setor, e a formação APEC pela Autoridade Portuária na Antuérpia, na Bélgica.

Sobre a Portonave
A empresa está localizada em Navegantes, no Litoral Norte de Santa Catarina, e iniciou suas atividades em 2007, como o primeiro terminal portuário privado do Brasil. No ranking nacional, em 2025, a Portonave é a 4ª colocada na movimentação de contêineres cheios de longo curso no país, com 9% de participação, de acordo com o Datamar. Atualmente, gera 1,3 mil empregos diretos e 5,5 mil indiretos. A companhia figura como a 8ª melhor empresa de grande porte para se trabalhar em Santa Catarina, segundo o Great Place to Work (GPTW) 2025.

FONTE E IMAGENS: Assessoria de Imprensa Portonave

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Evento

Encontro das Divas destaca carreira, liderança feminina e controle emocional em Itajaí

O fortalecimento do protagonismo feminino no mercado de trabalho será o eixo central do Encontro das Divas, que acontece no dia 31 de março, a partir das 18h30, no Absolute Business & Hotel, no Centro de Itajaí.

A iniciativa integra a programação especial do mês em celebração ao Dia Internacional da Mulher, data que simboliza a luta histórica das mulheres por igualdade de direitos, reconhecimento profissional e ampliação de oportunidades.

Desenvolvimento de carreira em pauta

A palestra principal será conduzida por Jaqueline Brenner, especialista em desenvolvimento de carreira e liderança, com mais de 35 anos de experiência na área de gestão de pessoas e desenvolvimento organizacional.

Com trajetória construída em posições executivas, Jaqueline atua atualmente como mentora de líderes e empresas, com foco em performance, posicionamento estratégico e fortalecimento de competências comportamentais — habilidades cada vez mais exigidas em ambientes corporativos dinâmicos e competitivos.

Mulheres no mercado: avanços e desafios

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as mulheres representam mais de 50% da população brasileira e já são maioria entre as pessoas com ensino superior completo.

Apesar disso, relatório da Grant Thornton aponta que as mulheres ocupam cerca de 38% dos cargos de liderança no Brasil. Em posições de alta gestão, como diretorias e cargos executivos (C-level), a presença feminina varia entre 20% e 25%, segundo levantamentos de mercado.

No cenário global, dados do Fórum Econômico Mundial indicam que a equidade de gênero no ambiente corporativo ainda avança em ritmo gradual, exigindo iniciativas que fortaleçam qualificação, confiança e preparo emocional.

É nesse contexto que o Encontro das Divas amplia o debate para além da técnica e da estratégia.

Abertura com Breathwork e foco na autorregulação emocional

Antes da palestra principal, o evento contará com a participação de Georgiana Dadam, fisioterapeuta há 26 anos e condutora de Breathwork, que conduzirá uma vivência prática de respiração consciente.

O Breathwork — técnica baseada na autorregulação do sistema nervoso — propõe o uso estratégico da respiração como ferramenta para gestão emocional. A prática busca equilibrar os estados internos, reduzindo ansiedade e estresse, além de favorecer foco, energia e clareza mental.

Segundo especialistas da área, o dia a dia corporativo é marcado por respostas automáticas ligadas ao sistema nervoso simpático, responsável por estados de alerta e reação. A respiração consciente atua como mecanismo de regulação, permitindo que a pessoa retome o controle das próprias emoções e responda de forma mais estratégica às pressões profissionais.

Espaço para posicionamento institucional

Para Renata Palmeira, CEO do ReConecta News, “quando falamos sobre desenvolvimento de carreira, estamos falando sobre estratégia, preparo emocional e construção de autoridade. Queremos proporcionar uma noite em que cada mulher saia mais consciente do seu potencial e mais preparada para crescer.”

O Encontro das Divas deve reunir empreendedoras, executivas e profissionais de diferentes setores para uma noite de conteúdo, conexão e fortalecimento da liderança feminina, unindo estratégia de carreira e inteligência emocional em um mesmo ambiente.

VAGAS LIMITADAS – GARANTA SEU INGRESSO NO LINK: 
https://meuingresso.com.br/eventos/divas-homenagem-ao-ms-da-mulher

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Saúde

Saúde mental masculina: o que os homens podem aprender com as mulheres

Na rotina de consultórios e clínicas especializadas, um padrão se repete há décadas: as mulheres são mais proativas quando o assunto é cuidar da saúde mental. Elas agendam consultas, chegam sozinhas e se mostram mais dispostas a discutir temas delicados com profissionais.
Os homens, por outro lado, costumam aparecer acompanhados — quase sempre incentivados por suas parceiras, que fazem o agendamento e participam da conversa. Mesmo assim, muitos deles oferecem poucas informações, deixam de relatar sintomas importantes e têm dificuldade em expor fragilidades.

Indicadores preocupantes entre os homens
Essa diferença de comportamento não é apenas percepção clínica. Uma pesquisa da Sociedade Brasileira de Urologia (2023) mostrou que homens com mais de 40 anos só procuram atendimento quando já apresentam sintomas, e 80% afirmam não cuidar da saúde mental.
Dados do Ministério da Saúde reforçam a urgência: a taxa de suicídio masculino é quase quatro vezes maior do que a feminina, apesar de os homens apresentarem menor prevalência geral de transtornos mentais.

A negligência em buscar ajuda faz com que sinais de solidão, estresse e sofrimento emocional se agravem, aumentando o risco de depressão, dependência de álcool e outras substâncias, além de outras complicações graves.

Por que os homens falam menos sobre o que sentem
Mesmo em uma era em que a informação está disponível a poucos cliques, muitos homens ainda enfrentam barreiras culturais associadas à masculinidade tradicional. O medo de parecer fraco ou vulnerável limita conversas honestas sobre emoções.
Uma pesquisa realizada nos EUA revela que 40% dos homens nunca conversaram com ninguém sobre saúde mental, e 29% afirmam sentir vergonha de tocar no assunto.

Ao mesmo tempo, persiste a ideia de que a mulher é responsável por cuidar da família — o que faz com que elas se vejam obrigadas a manter o próprio bem-estar para conseguir apoiar os outros. Essa dinâmica contribui para que elas procurem mais serviços médicos e incentivem os parceiros a fazer o mesmo.

Aprendizado essencial: cuidar também é um gesto de força
Buscar apoio psicológico não diminui ninguém. Pelo contrário, é um ato de coragem e autocuidado. A verdadeira força não está em suportar tudo sozinho, mas em reconhecer limites e procurar ajuda quando necessário.

FONTE: Forbes
TEXTO: Redação
IMAGEM: Rudzhan Nagiev/Getty Images

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Negócios

Negócios de impacto avançam, mas o capital não chega às mulheres

Segundo o 4º Mapa de Negócios de Impacto (Pipe.Social e Quintessa, 2023), apenas 14% dos negócios liderados por mulheres captaram mais de R$ 500 mil.

O ecossistema de impacto social no Brasil cresceu, se sofisticou, atraiu capital e desenvolveu novas métricas. Mas há um dado que persiste ano após ano e que precisa ser enfrentado com mais coragem: as mulheres seguem fora do centro das decisões e dos recursos.

Segundo o 4º Mapa de Negócios de Impacto (Pipe.Social e Quintessa, 2023), apenas 14% dos negócios liderados por mulheres captaram mais de R$ 500 mil. Entre os liderados por homens, esse número sobe para 67%.

A limitação de escala não é uma questão de desempenho individual, e sim de estrutura. De acordo com o relatório Panorama do Empreendedorismo Feminino no Brasil (GOV.BR, 2023), 95% dos negócios liderados por mulheres nunca ultrapassaram a barreira dos seis dígitos de faturamento anual. Mesmo quando formalizados, muitos desses empreendimentos operam em circuitos restritos, ou seja, excluídos dos fluxos de investimento, das compras públicas, dos grandes contratos e das parcerias institucionais.

As mulheres têm sido protagonistas de uma inovação social ainda pouco valorizada que buscam de maneira intersetorial, territorial e orientada a resolução de problemas complexos. Estão à frente de negócios que redesenham cadeias produtivas locais, enfrentam a insegurança alimentar, promovem a justiça climática e fortalecem redes de cuidado.

Apesar disso, enfrentam barreiras recorrentes no acesso a crédito, investimento e contratos institucionais. Segundo o Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME, 2021), 42% das empreendedoras que solicitaram crédito tiveram o pedido negado. E mesmo quando aprovado, o crédito costuma vir com mais restrições. Além disso, negócios fundados por mulheres seguem sendo rotulados como “projetos” ou “iniciativas sociais”, rótulos que as afastam de editais, rodadas de investimento e programas de grande escala.

No setor público, o cenário infelizmente não é muito diferente. Em 2023, micro e pequenas empresas (MPEs) movimentaram mais de R$ 17,3 bilhões em compras governamentais, segundo a Agência Sebrae de Notícias. Mas os dados ainda não são desagregados por gênero, o que impede uma análise precisa da presença feminina nesse mercado. A ausência dessa informação, por si só, já é um sinal: sem dados, não há política.

Essa exclusão não é acidental. É reflexo de um sistema financeiro construído historicamente para homens. Durante décadas, mulheres foram legalmente impedidas de acessar crédito, registrar propriedades ou abrir contas bancárias.

Embora esses entraves legais tenham sido superados, seus efeitos institucionais persistem. Hoje, os critérios tradicionais de análise de risco, performance e inovação continuam desconsiderando os contextos em que as mulheres — em suas múltiplas diversidades — empreendem.

O mesmo se repete na produção de dados e estudos com perspectiva de gênero: muitos são desenvolvidos sem acesso a recursos externos. Conheço essa realidade de perto com o estudo Piores Cidades para Ser Mulher (2024), um ranking que mapeia o desempenho de médias e grandes cidades brasileiras frente às metas do ODS 5 (Igualdade de Gênero).

A pesquisa foi realizada sem financiamento, mas entregou uma análise robusta com dados de 319 municípios, oferecendo subsídios para governos, empresas e organizações formularem políticas públicas e estratégias institucionais. Com acesso estruturado a financiamento, os resultados poderiam ser ainda mais estratégicos, escaláveis e duradouros.

Estudos do Boston Consulting Group (2018) revelam que startups fundadas por mulheres geram 2,5 vezes mais receita por dólar investido do que aquelas fundadas por homens. Além disso, em posições de liderança mulheres tendem a reinvestir mais em suas comunidades, promovendo impactos sociais positivos como geração de empregos locais, fortalecimento de redes de apoio e soluções adaptadas às realidades do território. No campo da sustentabilidade, a ONU já reconheceu que nenhum dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável será alcançado sem o protagonismo feminino na tomada de decisão.

Ou seja: há racionalidade econômica, evidência internacional e soluções locais já em curso. O que falta é disposição para ajustar as engrenagens que ainda concentram capital, confiança e escala nas mãos de poucos.

Há uma geração de empreendedoras no Brasil construindo soluções sólidas, com consistência técnica, capacidade de execução e profundo alinhamento aos desafios do século 21, que vão desde a transição climática à economia do cuidado. Integrar essas lideranças ao centro das estratégias ESG, dos fundos de impacto e das compras corporativas não é apenas uma correção histórica. É uma oportunidade concreta de inovação, diversificação e retorno sustentável.

O ecossistema de impacto amadureceu. Mas enquanto os recursos continuarem sendo direcionados para os mesmos perfis e estruturas, a inovação social seguirá restrita, não por falta de soluções, mas por ausência de acesso.

Luciana Sonck  – Mestra em planejamento territorial, especialista em governança e CEO da Tewá 225

Fonte: Portal Notícia Sustentável

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Comércio Exterior, Evento, Logística, Mulheres, Networking

“A força das mulheres no mundo dos negócios” é tema de palestra de Renata Palmeira no 5º Fórum de Negócios do Mercosul & das Américas

O mundo dos negócios está em constante evolução, e um dos fatores mais transformadores desse cenário é o crescente protagonismo feminino. Mulheres empreendedoras, líderes e inovadoras vêm conquistando espaço, quebrando barreiras e trazendo novas perspectivas para diversos setores da economia. 

No dia 27 de março de 2025, esse tema será destaque no 5º Fórum de Negócios do Mercosul & das Américas, um dos eventos mais importantes para o desenvolvimento empresarial e institucional na América Latina. Entre os nomes confirmados, está a CEO do ReConecta News, Renata Palmeira, trazendo sua visão sobre “A Força das Mulheres no Mundo dos Negócios”, especialmente no mercado do comércio exterior e da logística. 

Mulheres no comando: um movimento que veio para ficar 

A presença feminina no universo corporativo e no empreendedorismo cresce ano após ano, impulsionada por mudanças culturais, avanços na legislação e um reconhecimento cada vez maior da importância da diversidade para a inovação e competitividade dos negócios. 

Dados de organizações internacionais mostram que empresas com maior participação feminina em cargos de liderança apresentam melhores resultados financeiros, maior capacidade de inovação e um ambiente organizacional mais equilibrado e produtivo. No Brasil e no Mercosul, essa realidade também se reflete, com um número crescente de mulheres ocupando cargos de CEO, fundando startups e liderando grandes transformações nos mercados em que atuam.  

No comércio exterior e na Logística, não é diferente. “Hoje, 58% dos profissionais do setor de Comex e Logística são mulheres. No entanto, as mulheres recebem, em média, 28,4% menos que os homens. Apenas 13% das profissionais são proprietárias de negócios e somente 20% das empresas exportadoras são lideradas por mulheres… Diante desse cenário, o nosso objetivo é fortalecer a presença feminina, dando suporte e nos apoiando para construir um mercado diverso e muito mais justo”, explica Renata Palmeira, CEO do ReConecta News. 

Mesmo com avanços significativos, desafios como o acesso a crédito, a superação de preconceitos e a necessidade de equilibrar múltiplos papéis ainda fazem parte da jornada de muitas mulheres. E é sobre essas conquistas, desafios e oportunidades que Renata Palmeira irá falar no Fórum de Negócios do Mercosul & das Américas. 

Reconhecimento e inspiração 

Além de compartilhar sua experiência e insights sobre o papel feminino no mundo dos negócios, Renata será homenageada com o “Troféu Destaque do Mercosul”, um reconhecimento pelo impacto e contribuição da sua trajetória profissional para o desenvolvimento empresarial na região. 

Este prêmio reforça o compromisso do ReConecta News e de sua CEO com a transformação do mercado, conectando pessoas, ampliando oportunidades e fortalecendo o ecossistema de negócios no Brasil e nos países do Mercosul. 

Sobre o evento 

O Fórum de Negócios do Mercosul & das Américas é uma iniciativa do Conselho Nacional de Negócios do Mercosul (CNM Mercosul), que busca aproximar empresas de diversos setores da economia a governos, entidades institucionais e parceiros estratégicos. 

Nesta 5ª edição, o evento acontecerá em São Paulo, no Hub Green Ade Sampa, no dia 27 de março de 2025, das 9h às 17h, proporcionando um ambiente dinâmico para palestras, networking e negociações de alto nível. 

 

📍 Local: Hub Green Ade Sampa – São Paulo
📅 Data: 27 de março de 2025
Horário: 9h às 17h 

Acompanhe a ReConecta News e fique por dentro desse e de outros eventos que fazem a diferença no mundo dos negócios! 

Para participar clique aqui:
https://www.sympla.com.br/evento/5-forum-de-negocios-do-mercosul-das-americas/2850827?referrer=www.google.com&share_id=copiarlink  

 

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Comércio Exterior, Eventos, Gestão, Logística, Mulheres, Negócios, Networking

Encontro das Divas do Comex & Log reforça a importância do autoconhecimento para o sucesso

Mentalidade de sucesso, autoconhecimento e a presença feminina no futuro dos negócios foram os principais temas abordados na edição especial de Dia da Mulher do Encontro das Divas do Comex & Log, realizado pelo ReConecta News. O evento reuniu cerca de 70 mulheres na noite da última segunda-feira (10), no Absolut Business e Hotel, em Itajaí.

“Hoje, 58% dos profissionais do setor de Comex e Logística são mulheres. No entanto, as mulheres recebem, em média, 28,4% menos que os homens. Apenas 13% das profissionais são proprietárias de negócios e somente 20% das empresas exportadoras são lideradas por mulheres… Diante desse cenário, o nosso objetivo é fortalecer a presença feminina, dando suporte e nos apoiando para construir um mercado diverso e muito mais justo”, explica Renata Palmeira, CEO do ReConecta News.

Além da apresentação de Renata Palmeira, que trouxe informações sobre o setor, lançamento e apresentação mercadológica dos parceiros que estarão na Intermodal South America 2025,  insights sobre networking e novidades do ReConectaNews para os próximos meses, o evento contou com a participação da Dra. Lauriane Ferreira Silva, mentora de empresários e criadora do Método GMS – Gestão da Mentalidade de Sucesso, que falou sobre a importância da mentalidade para alcançar equilíbrio entre carreira e vida pessoal. A psicóloga Dra. Tatiana Sardo, especialista em relacionamentos interpessoais, abordou os desafios profissionais, o autoconhecimento e as conexões emocionais.

Intermodal South America 2025

Durante o Encontro das Divas do Comex & Log, foi divulgada, em primeira mão, a participação do ReConecta News na 29ª edição da Intermodal South América 2025, onde atuará como host no estande G100. Na ocasião, também foram apresentados os parceiros que estarão ao lado do ReConecta News no evento. São eles: BWin Seguradora, Advanced Corretora de Câmbio, GH Solucionador Logístico, Unia Comex, Fractal Lacres, Amalog Transportes, NAC Bank, Blue Rote e DAS – Sindicato dos Despachantes Aduaneiros do Paraná e Santa Catarina. Com essa participação, o ReConecta News reafirma seu compromisso em conectar profissionais, promover oportunidades e fortalecer a representatividade dos parceiros no setor.

Veja nossa apresentação:
https://youtu.be/Jf6s3MQTqs4?feature=shared 

Troca de experiências

O encontro reuniu não apenas mulheres que atuam diretamente no Comércio Exterior e na Logística, mas também proporcionou um momento de troca entre profissionais de outras áreas. Para Célia Regina Gomes, despachante aduaneira e presidente do SINDAERJ – Sindicato dos Despachantes Aduaneiros do Estado do Rio de Janeiro, essa diversidade foi enriquecedora.

“O que me chamou mais atenção foi que tínhamos mulheres do RH, da área de engenharia e arquitetura e de outras profissões… Essas divas também compartilharam muito sobre suas áreas e acabamos descobrindo que as dores são as mesmas. Também achei muito legal termos palestras que não envolvem apenas o operacional. Foi um momento realmente de reflexão para nós, mulheres, entendermos o que estamos fazendo aqui e como lidamos com as nossas dores e traumas”, destaca Célia.

O poder do networking

Para a consultora de marketing Dani Santis, que veio de São Paulo especialmente para o evento, o Divas do Comex & Log foi uma experiência de muita conexão.

“Não existe pessoal sem profissional, nem profissional sem pessoal, então as conexões acabam sendo para a vida. O mundo hoje é feito de conexão e networking, e a Renata tem feito isso de uma forma exemplar. Encontros como esse são ferramentas de crescimento exponencial para pessoas e empresas”, afirma.

O movimento Divas do Comex & Log, idealizado por Renata Palmeira, CEO do site ReConecta News, promove encontros que unem mulheres em momentos de descontração, motivação, profissionalização e aperfeiçoamento. Nos últimos dois anos, mais de mil mulheres já foram conectadas por meio dos eventos e grupos de networking.

E o próximo encontro já tem data marcada: será no mês de julho.

 

Você quer conferir um pouco do que rolou no Encontro das Divas deste ultimo dia 10 de março?
Acesse o Link abaixo e veja todas as fotos do evento.
https://photos.google.com/share/AF1QipOOD4XfnexxtKly982Sg67r_7UzFQ76XX4jSbZUPTqxD9HAC7yHzKsg2eNJDnkLQQ/photo/AF1QipPKGLtgx38Yoi5jWsz8Iv5d2klu0Kio5NmgRU8G?key=aVdMaUtMV040WEVfcUhoaXo3X0k3ZF9PTTNKbEp3

 

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Comércio Exterior, Evento, Exportação, Industria, Inovação, Logística, Mulheres, Portos

ELAS EXPORTAM Formação do Banco de Mentoras para o Programa Elas Exportam | 4ª e 5ª edições

As mulheres transformam o mundo e aquelas que têm experiência em comércio internacional podem compartilhar conhecimento, inspirar outras empreendedoras e transformar trajetórias!

Quer ajudar nessa transformação? Vem com a gente ser mentora! O hashtag#ElasExportam do MDIC e da ApexBrasil agora tem formação de Banco de Mentoras.

Se você tem experiência em exportações e quer participar, como a Lívia Baral, como a Lívia Baral, diretora de exportações da Dikoko e mentora da 3ª edição do Elas Exportam fez, pode se inscrever até 10 de março para a quarta edição ou ao longo do ano para fazer parte da quinta edição e inspirar e guiar outras mulheres empreendedoras!

💡 Banco de Mentoras 2025
As inscrições para o Banco de Mentoras ficarão abertas para inscrições ao longo do ano e as mentoras poderão ser acionadas no início das 4ª e 5ª edições do programa.

As 50 mentoras mais bem classificadas serão selecionadas para cada edição, garantindo mais tempo para preparação e menos burocracia.

🤝 Por que participar?
✅Para impactar diretamente o crescimento de outras mulheres
✅Para ampliar sua rede de contatos
✅Para aproveitar benefícios exclusivos oferecidos pelo MDIC e pela ApexBrasil

🌟 Inscreva-se: https://lnkd.in/dhxWpDik e faça parte de uma comunidade poderosa que transforma sonhos em realidade!

FONTE: Apex Brasil
Formação do Banco de Mentoras para o Programa Elas Exportam | 4ª e 5ª edições

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Mulheres, Networking, Oportunidade de Mercado

Mulheres no Comércio Exterior: desafios e oportunidades no mercado brasileiro

Por Daiana Brocardo

Movimento Divas do Comex já conectou mais de mil mulheres de todo o Brasil, atuantes no setor.

A presença feminina no comércio exterior brasileiro mostra avanços, mas também expõe desafios. Em um cenário onde as mulheres representam 58% dos profissionais atuantes no setor, dados do Hub Mulheres do Comex revelam que apenas 13% dessas profissionais são proprietárias de seus negócios, destacando a desigualdade estrutural na ocupação de posições de liderança.

Estudos apontam que a qualificação influencia diretamente na participação feminina. No setor de exportações, as mulheres ocupam 54% das funções de alta qualificação, contra 34% em funções de menor exigência técnica. Já na área de importações, os números caem para 32,4% nos cargos mais especializados e 28,9% nas funções menos qualificadas. (Fonte: External Trade Effects on Woman Employment: the Case of Brazil, de autoria de Marta Reis Castilho)

Esse cenário reflete o potencial das mulheres em áreas como logística, legislação aduaneira e negociação, mas também demonstra a necessidade de políticas que ampliem as oportunidades de ascensão. Uma análise mais ampla confirma esse desafio: apenas 20% das empresas exportadoras no Brasil são lideradas por mulheres, conforme levantamento do Banco Mundial.

Mas essas estatísticas não param por aí:

Um estudo inédito divulgado pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços em 2023 revelou que empresas do comércio internacional remuneram melhor, mas a disparidade salarial entre homens e mulheres ainda persiste, chegando a 28,4% na indústria de transformação que importa ou exporta.

Iniciativas globais

A discussão sobre a inclusão feminina no comércio internacional ganhou fôlego no ano passado com o workshop Mulheres no Comércio Internacional, realizado em Brasília, com a presença de lideranças como Tatiana Prazeres, secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. O evento, vinculado ao G20, destacou a importância de políticas que garantam igualdade de oportunidades, promovendo um comércio mais inclusivo e equitativo.

“É inédito que o Grupo de Trabalho de Comércio e Investimento do G20 dê prioridade às questões das mulheres no comércio. O comércio e gênero estão no centro de uma agenda para tornar o comércio mais inclusivo. E se quisermos apoio para a agenda comercial, precisamos tornar o comércio mais inclusivo,” destacou Tatiana em reportagem publicada no site do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

Em outubro do ano passado os ministros de Comércio do G20, sob a presidência brasileira, destacaram pela primeira vez a promoção da participação feminina no comércio internacional como prioridade na agenda de comércio e investimentos. Na reunião em Brasília, liderada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, foi endossado um compêndio de boas práticas para superar barreiras enfrentadas por mulheres no comércio global.

O documento, elaborado com contribuições dos países do G20 e de nações convidadas, identifica desafios como dificuldades de financiamento, procedimentos aduaneiros e responsabilidades familiares, evidenciados por uma pesquisa internacional do B20 com mais de 1.900 participantes. As mulheres relataram enfrentar mais obstáculos que os homens, reforçando a necessidade de ações direcionadas para igualdade no setor.

Oportunidades para o Futuro

A igualdade de gênero no comércio exterior vai além de questões econômicas; trata-se de justiça social e aproveitamento do potencial humano, tanto que várias iniciativas já estão em prática em todos o mundo. No Brasil, diversas iniciativas têm sido implementadas para promover a participação feminina no comércio internacional. O programa Elas Exportam, coordenado pelo MDIC e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), lançado em 2023, oferece treinamentos técnicos e socioemocionais, além de mentorias personalizadas para empresárias, com o objetivo de apoiar ao menos 100 mulheres por ano e facilitar sua participação em missões comerciais internacionais. Outra iniciativa relevante é o Mulheres e Negócios Internacionais (MNI) da ApexBrasil, que busca aumentar a presença de empresas lideradas por mulheres nas cadeias globais de valor. Em 2023, o programa realizou 33 ações, resultando em um aumento de 33,4% no número de empresas femininas apoiadas em comparação ao ano anterior.

Com maior representatividade e políticas de apoio, o setor se torna um terreno fértil para a liderança feminina. O fortalecimento da presença das mulheres no comércio exterior é, sem dúvida, um passo essencial para a construção de uma economia global mais justa e próspera.

Iniciativas locais

Para reforçar a importância do protagonismo feminino no comércio exterior, o movimento DIVAS DO COMEX, idealizado por Renata Palmeira, CEO do site RêConectaNews, promove encontros que unem mulheres em momentos de descontração, motivação, profissionalização e aperfeiçoamento. Sós nos últimos dois anos, foram mais de mil mulheres conectadas durante os encontros e grupos de networking.

O próximo evento DIVAS DO COMEX está marcado para o dia 18 de janeiro de 2025, das 9h30 às 12h30, na Advanced Corretora Câmbio, localizada na Avenida Paulista, 500, Sala de Eventos, São Paulo – SP.

“É um momento se atualizar sobre o Poder do Networking na área de Logística e Comércio Exterior e trocar experiências. Essa iniciativa fortalece a rede de mulheres no setor, promovendo conexões estratégicas e inspiração para um crescimento conjunto”, finaliza Renata.

 

FONTES DE PESQUISA

https://www.gov.br/mdic/pt-br/assuntos/noticias/2024/abril/g20-e-b20-brasil-ampliam-debate-sobre-participacao-de-mulheres-no-comercio-exterior

https://sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/cresce-a-participacao-feminina-no-comercio-exterior,c7077640dce07810VgnVCM1000001b00320aRCRD#:~:text=No%20com%C3%A9rcio%20exterior%2C%20por%20exemplo,que%20atuam%20no%20com%C3%A9rcio%20exterior.

https://apexbrasil.com.br/br/pt/conteudo/noticias/emex-2024-mulheres-transformam-o-comercio-exterior.html

https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202410/g20-lanca-compendio-de-boas-praticas-para-aumentar-participacao-das-mulheres-no-comercio-internacional-1#:~:text=O%20programa%2C%20lan%C3%A7ado%20em%202023,lideradas%20por%20mulheres%20nas%20exporta%C3%A7%C3%B5es

 

 

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Gestão, Informação, Inovação, Logística, Mulheres, Negócios, Oportunidade de Mercado, Pessoas

G20 lança compêndio de boas práticas para aumentar participação das mulheres no comércio internacional

Reunião de ministros do Comércio do G20 aprovou documento que reúne iniciativas de vários países para enfrentar os desafios que as mulheres encontram no comércio internacional

Os ministros de Comércio do G20 chegaram a um entendimento sobre a importância de promover a participação feminina no comércio internacional, em reunião realizada hoje (24), em Brasília. Sob a presidência brasileira do G20, o vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin levou às autoridades o tema “Mulheres e Comércio Internacional”,  tratado, pela primeira vez, como uma prioridade na agenda de comércio e investimentos do grupo. Além disso, os ministros endossaram um compêndio de boas práticas para aumentar a participação das mulheres no comércio internacional.

A reunião de ministros foi antecedida por negociações no âmbito do Grupo de Trabalho de Comércio e Investimentos (TIWG), coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE).

O documento produzido reúne iniciativas dos países que integram o G20 e de nações convidadas, focadas em superar barreiras que limitam a participação feminina no comércio global. O compêndio foi elaborado a partir de contribuições dos países, destacando como cada nação busca enfrentar os desafios que as mulheres encontram no comércio internacional.

Tais obstáculos, por sua vez, foram levantados com base nas contribuições de países e de organizações internacionais ao longo do ano e corroborados por uma pesquisa internacional encomendada pelo B20 (braço empresarial do G20), com mais de 1900 participantes.

Esse trabalho também revelou a desproporção na incidência dessas barreiras sobre as mulheres, em comparação com os homens. As mulheres relataram mais dificuldades do que os homens em assegurar financiamento (63% das mulheres, contra 41% dos homens), e enfrentaram maiores obstáculos durante procedimentos aduaneiros e regulatórios​. As responsabilidades de cuidado familiar e o acesso a capacitações são desafios adicionais que se mostraram especialmente onerosos para as mulheres.

Exemplos Internacionais de Boas Práticas

O compêndio elaborado pelo GT de Comércio e Investimentos reúne exemplos de como os países estão promovendo a participação das mulheres no comércio.

A Austrália, por exemplo, destacou a ação “Investing in Women”, uma iniciativa para promover a igualdade de gênero e aumentar a participação econômica de mulheres no sudeste asiático.

De modo similar, a Alemanha implementou um programa de Sensibilização para Mulheres no Comércio Transfronteiriço em Gana. O programa oferece treinamento sobre procedimentos aduaneiros, tendo como objetivos eliminar intermediários e reduzir custos de transação para as mulheres.

Outra iniciativa de destaque vem da Índia. O Pradhan Mantri da Agência MUDRA oferece empréstimos sem necessidade de garantias, para apoiar microempresas, incluindo negócios liderados por mulheres.

A África do Sul contribuiu com o National Exporter Development Program (EDP), que visa aumentar a competitividade de empresas lideradas por mulheres no mercado internacional. O EDP oferece capacitação, mentoria e apoio para acesso a oportunidades comerciais globais.

Já o Canadá apresentou a iniciativa “Business Women in International Trade”, que oferece apoio direcionado a empresárias para acessar oportunidades de exportação, incluindo a organização de missões comerciais e de programas de aceleração de exportações.

Iniciativas do Brasil

O Brasil apresentou diversas iniciativas para apoiar as mulheres no comércio internacional. Entre os destaques está o programa Elas Exportam, coordenado pelo MDIC e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). O programa, lançado em 2023, oferece treinamento técnico e socioemocional para empresárias, além de mentorias personalizadas, visando a aumentar a participação de empresas lideradas por mulheres nas exportações. Até o momento, foram atendidas 120 empresas lideradas por mulheres no programa e o objetivo é de seguir apoiando ao menos 100 mulheres por ano, facilitando também a participação em missões comerciais internacionais.

Outro programa importante é o Mulheres e Negócios Internacionais (MNI) da ApexBrasil, que busca aumentar a presença de empresas lideradas por mulheres nas cadeias globais de valor. O MNI aplicou uma lente de gênero nas áreas de inteligência de mercado, qualificação empresarial, promoção comercial e atração de investimentos na agência. Em 2023, mais de 33 ações foram realizadas e o número de empresas lideradas por mulheres apoiadas pela ApexBrasil aumentou 33,4% em relação ao ano anterior.

Além disso, o MDIC conduziu, em 2023, um estudo inédito sobre a participação feminina no comércio internacional, contribuindo para superar o gargalo existente relativo à falta de dados de comércio exterior desagregados por gênero – indispensáveis para o desenho e o monitoramento de ações. Os números revelaram baixa participação de mulheres tanto como força de trabalho (29,2% nas empresas exportadoras e 32,5% nas importadoras) quanto na estrutura corporativa dos empreendimentos (apenas 14% das empresas exportadoras e 13% das importadoras possuem maioria feminina em seu quadro societário).

“Com essas ações, o G20 e o Brasil reforçam seu compromisso em promover a igualdade de gênero no comércio internacional, facilitando o desenvolvimento econômico e ampliando as oportunidades para mulheres no setor”, ressalta Tatiana Prazeres, secretária de Comércio Exterior do MDIC e co-coordenadora do GT de Comércio e Investimentos.

Acesse o Compêndio de boas práticas para aumentar a participação de mulheres no comércio internacional.

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Mulheres

Divas Reunidas

  • Sim! Estávamos com saudades…
    As Divas do Comex & Log, estão no seu 9º encontro e foi Maravilhoso.
    Essa oportunidade de CONEXÃO Off Line, nos fez ficar cada vez mais próximas e entendermos os ecossistemas com mais propriedade.Com o tema “PODER DO NETWORK” falamos a respeito da importância dos CNPJ’s, mas quem faz realmente a diferença nas empresas são os CPF’s. Entendemos mais sobre os ECOSSISTEMAS que envolvem o crescimento de uma empresa.

    Afinal de contas, ninguém faz nada sozinho, algo que sempre digo.

    Começamos falando a respeito do poder da nossa mente, onde nossa amiga Jana Silva inside na Savino Del Bene, nos falou da importância do equilíbrio entre corpo e a mente. Jana além de trabalhar na área de Logística internacional, também, professora formada em Hatha Yoga, atua como personal Yoga há 6 anos, Mestre Reiki Shamballa, e Reiki Usui Nível 3. Onde encontrou no Yoga uma oportunidade de conexão com seu eu interior, para “aguentar” todo o stress da área de logística internacional. 

    Falamos muito sobre os ECOSSISTEMAS criados pelo RêConectaNews, afim de gerar muito network e relacionamentos de valor. 
    O ecossistema de negócios é baseado em princípios como interdependência, cooperação, dinamismo e criação de valor. Nele, as empresas trabalham juntas para criar valor para os clientes, oferecer produtos e serviços inovadores e satisfazer as necessidades do mercado, conheça mais alguns benefícios que temos ao criar ecossistemas de negócios:

    • Maior acesso a informações;
    • Poder de inovação;
    • Aceleração do crescimento;
    • Agilidade na transformação digital;
    • Aumento da flexibilidade e proatividade na gestão de mudanças;
    • Fortalecimento das marcas;
    • Geração de Valor;

Os maiores ecossistemas de negócios viabilizam acesso à informação, porque contam com rede de relacionamentos com fornecedores, parceiros, clientes e concorrentes. Assim como na natureza, onde diferentes espécies se beneficiam umas das outras, as empresas podem se beneficiar da expertise de organizações do mesmo ecossistema.

Parcerias estratégicas

Empresas que fazem parte de um ecossistema também acabam se beneficiando de conexões com outras organizações com competências complementares. Uma startup, por exemplo, pode se associar a grandes fornecedores para acelerar sua produção e o lançamento de novos produtos no mercado.

Assim, podemos deixar muito claro que, as PESSOAS que fazem a diferença e os ECOSSISTEMAS criados, são para que você possa cada vez mais ter a oportunidade de engajar e fortalecer marcas.

Confira algumas Fotos do evento:
https://photos.google.com/share/AF1QipPljn0bawaUPkOEBuy-n8b-5sPjjRvxHdyEN51qzrGBg1zCSGgKkDVqPsfl2AVDHw?key=dGpRRHROZENpNDFCQjMzWTd2aDFYM3o1Y3ZUSXdR 

 

 

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