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Comércio Exterior, Economia, Industria, Mercado Internacional, Tecnologia

Cresce o número de carros chineses no Brasil, mas eles ainda não são os favoritos!

Nos últimos anos, o mercado automotivo brasileiro tem observado um aumento significativo no interesse por veículos de origem chinesa.

De acordo com um levantamento realizado pelo Webmotors Autoinsights, houve um crescimento de 51,4% nas buscas por esses veículos entre março de 2024 e março de 2025. Esse aumento é atribuído ao comportamento dos usuários na plataforma de compra e venda de automóveis, que inclui tanto veículos novos quanto usados.

O estudo focou nas quatro principais fabricantes chinesas presentes no Brasil: BYD, CAOA Chery, GWM e JAC Motors. Durante o período analisado, a BYD liderou o crescimento com um aumento de 134,5% nas buscas, seguida pela GWM com 88,31%. A CAOA Chery, que desenvolve seus modelos em parceria com a chinesa Chery, teve um crescimento de 24,7%, enquanto a JAC Motors registrou um aumento de 3,2%.

Quais são os modelos chineses mais procurados?

Entre os modelos mais buscados, destacam-se o CAOA Chery Tiggo 7 PRO, CAOA Chery Tiggo 5X, BYD Dolphin, BYD Song Plus e CAOA Chery Tiggo 7. Esses veículos têm atraído a atenção dos consumidores brasileiros devido ao seu custo-benefício e aos investimentos significativos que as fabricantes chinesas têm realizado no país.

Mariana Perez, diretora de produtos da Webmotors, afirma que o interesse crescente pelos veículos chineses está diretamente relacionado à equação custo-benefício que esses modelos oferecem. Além disso, os investimentos em tecnologia e design têm contribuído para aumentar a competitividade dessas marcas no mercado nacional.

Cresce o número de carros chineses no Brasil, mas eles ainda não são os favoritos!
Imagem do TIGGO 7 SPORT da CAOA Chery – Créditos: CAOA Chery

Por que os veículos chineses ainda não estão no Top 10 geral?

Apesar do crescimento expressivo, os veículos chineses ainda não figuram entre os dez carros mais buscados no Brasil. Em um levantamento abrangente que incluiu todas as principais fabricantes pesquisadas no país em 2024, os modelos chineses ficaram de fora do Top 10. O ranking é liderado por veículos como o Honda Civic, Toyota Corolla e Chevrolet Onix, que são tradicionais no mercado brasileiro.

Os dados mostram que o Honda Civic ocupa a primeira posição, com 4,5% do total de visitas, seguido pelo Toyota Corolla com 3,7% e o Chevrolet Onix com 2,8%. Outros modelos populares incluem o Honda HR-V, Hyundai HB20 e Volkswagen GOL, entre outros. Esses veículos têm uma longa história de popularidade e confiança entre os consumidores brasileiros, o que pode explicar sua posição de destaque no ranking.

O que o futuro reserva para os veículos chineses no Brasil?

O aumento na procura por veículos chineses sugere que essas marcas estão ganhando espaço no mercado brasileiro. Com investimentos contínuos em inovação e uma proposta de valor atraente, é provável que a presença dessas fabricantes se fortaleça nos próximos anos. A adaptação às preferências locais e a melhoria contínua na qualidade dos produtos podem ser fatores decisivos para que os veículos chineses alcancem posições mais altas nos rankings de popularidade.

Em suma, o mercado automotivo brasileiro está em transformação, e as marcas chinesas estão se posicionando de forma estratégica para conquistar uma fatia maior desse mercado competitivo. O sucesso futuro dependerá de como essas empresas continuarão a inovar e a atender às expectativas dos consumidores brasileiros.

FONTE: Terra Brasil Noticias
Cresce o número de carros chineses no Brasil, mas eles ainda não são os favoritos! – Terra Brasil Notícias

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Comércio Exterior, Exportação, Gestão, Importação, Informação, Logística, Notícias, Portos, Trafico

Receita Federal amplia atuação da Aduana no enfrentamento ao crime organizado

Em coletiva, órgão apresentou resultados que refletem medidas de proteção do mercado nacional, do consumidor e da segurança pública

A Receita Federal está se posicionando cada vez mais como um órgão atuante na segurança pública brasileira, adotando medidas de aduana para o enfrentamento ao crime organizado. Esse posicionamento vem tendo impacto sobre o número de apreensões de mercadorias que são fruto de contrabando e descaminho, como cigarros e outros artigos eletrônicos, além de combustíveis e drogas.

O secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, disse que, quando se fala da Receita Federal, logo se pensa em Imposto de Renda e arrecadação de tributos, passando despercebido da população que a RFB abrange também a Aduana Brasileira.

“Se a função principal da Aduana é a facilitação do comércio internacional, ela naturalmente acaba trabalhando diretamente nisso, na proteção do mercado nacional, na proteção do consumidor brasileiro e na segurança pública, porque infelizmente é por meio de transações internacionais que o crime organizado, muitas vezes, se financia aqui no Brasil”, comentou o secretário, na quinta-feira (27/2), durante coletiva para apresentar o Balanço de Apreensões realizadas em 2024 e as principais medidas da Aduana no enfrentamento ao crime organizado.

Combustíveis e cigarros

O balanço mostra que, somente em 2024, um montante de R$ 5  bilhões em combustíveis retidos pela fiscalização entraram no mercado mediante ações judiciais. Para o subsecretário de Administração Aduaneira da RFB, Fabiano Coelho, os combustíveis ilustram bem a importância da articulação entre os órgãos públicos envolvidos nesses casos, porque existe uma forte pressão do segmento econômico para a utilização desses produtos.

“Todos nós utilizamos isso, todos os dias, e a indústria também. Então, é uma forte pressão para que haja a liberação, porque a cadeia logística precisa dar vazão, não só para o consumo, como não existe capacidade de consumo e armazenagem. Então, geralmente, as liberações judiciais são concedidas em função dessa urgência, dessa necessidade, sem análise do mérito”, afirmou. Ele salientou que o setor está sobrecarregado de irregularidades que precisam ser combatidas, não só pela Receita Federal, mas também por outros órgãos públicos com competência na área.

Já quanto à apreensão de mercadorias fruto do contrabando e descaminho, a Receita Federal registrou o montante de R$ 3,76 bilhões de reais, em 2024, com uma média superior a R$ 3,5 bilhões em volume de apreensões nos últimos anos.

O carro-chefe é o cigarro. Só o cigarro comum tem uma média, desde 2020, de R$ 1 bilhão anual em valor de mercado apreendido. A Receita nota a conexão desse crime com milícias privadas, que formam quadrilhas para tomar conta dessas rotas.

As apreensões de cigarros eletrônicos saltaram de R$ 61,8 milhões em 2023 para R$ R$ 179,4 milhões no ano passado, graças a ações para evitar a continuidade desse ilícito e a busca de integrações para a derrubada de sites, cassação da licenças e outras medidas que fortaleçam o combate ao contrabando desses itens.

Contrabando e tráfico

O secretário Barreirinhas contou ter acompanhado pessoalmente uma operação de repressão ao contrabando de cigarros eletrônicos, em São Paulo, com a notificação do responsável de que contrabando e descaminho é crime, inclusive com pena maior do que a de furto no Brasil. “No dia seguinte, eu passei no estabelecimento e estava tudo lá de volta. Por quê? Porque é uma sensação de impunidade”, lamentou.

Para evitar esse tipo de situação, a Receita publicou duas Instruções Normativas inovadoras. Uma delas prevê a suspensão cautelar dos CNPJs de estabelecimentos pegos com produtos contrabandeados. Outra proíbe o uso dos portos brasileiros para o trânsito de cigarros eletrônicos. Além disso, com a suspensão do CNPJs, o órgão vai informar aos municípios – que têm a competência em relação aos alvarás de funcionamento – para suspender a licença dos estabelecimentos.

Sobre artigos eletrônicos, em 2024, a Receita Federal registrou o montante de R$ 920 milhões em mercadorias apreendidas. De acordo com o coordenador-geral de Combate ao Contrabando e Descaminho, Raphael Eugênio de Souza, foi o melhor resultado do histórico de apreensões desses itens pelo órgão federal, inclusive, passando pela primeira o volume de cigarros, o que pode ser explicado pelo consumo maior de cigarros eletrônicos.

Nas operações contra o tráfico de drogas, no ano passado, a Receita Federal também bateu um recorde em quantidade de apreensões, chegando próximo a 70 toneladas, com leve alta em relação ao recorde anterior, que foi de 2020.

Maior repercussão penal

Segundo a Subsecretaria de Administração Aduaneira, além das medidas envolvendo o CNPJ de empresas envolvidas em contrabando, a alteração da Portaria 1750/2018 terá outros impactos na repercussão penal.

Um deles é fortalecer os elementos que compõem as representações mais relevantes, contribuindo ainda mais com a atuação do Ministério Público Federal (MPF). A ideia é que a fiscalização possa fornecer todos os elementos de prova para que o MPF ofereça denúncia de uma forma mais embasada.

Também será possível ampliar a efetividade, a partir da representação de crimes praticados em conjunto com o contrabando e descaminho. Nesse caso, se durante uma fiscalização se observar a prática de outros crimes, a alteração na lei permite fornecer esses elementos para o MPF oferecer a denúncia de uma forma mais completa. “A intenção agora é que todas essas informações já sejam enviadas desde o início da representação, o que vai acelerar e dar maior abrangência ao processo”, explicou o delegado da Alfândega de Guarulhos, Mário de Marco, durante a coletiva.

Por fim, a Receita busca melhorar a publicidade das informações, para que a sociedade acompanhe os crimes representados com mais precisão. “Vamos ampliar a transparência ativa. Hoje, a Receita Federal já divulga as representações criminais na internet, mas de uma maneira não tão fácil de ser acessada. Nós faremos uma listagem dos contrabandistas pegos pela Receita Federal e das representações feitas, detalhando o volume apreendido e os valores apreendidos, anunciou o secretário Robinson Barreirinhas.


Confira a coletiva da Receita Federal para apresentar o balanço das apreensões realizadas em 2024 e das medidas contra o crime organizado

FONTE: MF.gov
Receita Federal amplia atuação da Aduana no enfrentamento ao crime organizado — Ministério da Fazenda

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Economia, Informação, Mercado Internacional, Notícias

URGENTE: Dólar bate maior valor nominal da história; VEJA

O dólar avançava frente ao real e batia a marca dos R$ 5,90 na tarde desta quarta-feira (27), enquanto investidores aguardam o anúncio de medidas de contenção de gastos pelo governo e impera um rumor sobre isenção do Imposto de Renda (IR).

O dólar à vista encerrou a sessão com uma alta de 1,80%, a R$ 5,9141 na venda. Por volta das 17h04, o Ibovespa, referência do mercado acionário brasileiro, caía 1,45%, a 128 mil pontos. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, vai anunciar a isenção de Imposto de Renda para pessoas físicas que ganham até R$ 5 mil nesta quarta-feira (27).

O anúncio será feito em pronunciamento em rede nacional marcado para às 20h30.
A proposta vai ser enviada ao Congresso Nacional pelo governo junto com o pacote de cortes de gastos que vem sendo elaborado pela equipe econômica desde o fim das eleições municipais. Esse arranjo também deve ser detalhado pelo ministro durante o pronunciamento.

No mercado nacional, as cotações do dólar tem oscilado em margens estreitas, uma vez que investidores têm optado por esperar pelo anúncio do pacote do governo para tomar posições mais agressivas nas negociações, seja de forma comprada ou vendida na moeda norte-americana.

À espera de pacote de gastos no Brasil

A demora pela divulgação das medidas, que haviam sido prometidas para depois do segundo turno das eleições municipais, há um mês, tem gerado nervosismo no mercado e pressão sobre os ativos brasileiros, com o dólar frequentemente rondando o patamar de R$ 5,80.

Nesta quarta-feira (27), às 20h30, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, fará um pronunciamento em rede nacional, sobre o pacote de cortes de gastos.

Na terça-feira (26), dados acima do esperado para o IPCA-15 de novembro consolidaram expectativa de um aperto monetário mais agressivo por parte do Banco Central em sua reunião de dezembro.

A curva precificava nesta manhã 69% de chance de o Copom elevar a Selic em 75 pontos-base, para 12,00% ao ano, em dezembro, acelerando o ritmo de aperto após aumento de 50 pontos no encontro deste mês.

“Realmente a inflação continua sendo uma preocupação e naturalmente é algo relacionado também à percepção de fragilidade fiscal, o que coloca importância e mesmo pressão para que haja um pacote de corte de gastos”, disse Gesner Oliveira, professor da FGV e sócio da GO Associados.

No cenário externo Investidores buscam sinais sobre os próximos passos do Federal Reserve nos ajustes da política monetária dos EUA. Operadores estão colocando 63% de chance de um corte de 25 pontos-base na taxa de juros pelo Fed no próximo mês.
A economia dos Estados Unidos cresceu em um ritmo sólido no terceiro trimestre, confirmou o governo nesta quarta-feira, em meio a gastos robustos dos consumidores.

O Produto Interno Bruto aumentou a uma taxa anualizada não revisada de 2,8%, informou o Departamento de Comércio em sua segunda estimativa do PIB do terceiro trimestre.
Também estavam no radar anúncios do presidente eleito dos EUA, Donald Trump. Ele confirmou na terça-feira (26) a indicação de Jamieson Greer como representante comercial do país, um dia após prometer impor tarifas sobre México, Canadá e China. Analistas têm ressaltado que as medidas prometidas por Trump, incluindo tarifas e cortes de impostos, tendem a favorecer o dólar devido ao seu potencial inflacionário, o que manteria os juros elevados nos EUA.

Fonte: CNN Brasil

Dólar fecha em R$ 5,91, maior valor da história, com incerteza fiscal; bolsa despenca

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