Comércio Exterior

Mauro Vieira e Marco Rubio voltam a se reunir no Canadá em meio a tensões comerciais entre Brasil e EUA.

Reunião entre Brasil e Estados Unidos acontecerá durante encontro do G7

O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, terá um novo encontro com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, na próxima semana, durante a reunião ministerial do G7, que ocorrerá no Canadá. O objetivo é dar continuidade às negociações comerciais entre os dois países, que enfrentam tensões após a recente imposição de tarifas sobre produtos brasileiros pelos Estados Unidos.

As conversas continuam. Temos realizado reuniões virtuais entre as equipes técnicas, e na próxima semana estarei no Canadá, onde também estará o secretário de Estado. Pretendo manter o diálogo que temos conduzido regularmente”, afirmou Vieira em Belém, onde acompanha o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na COP30, conferência climática da ONU.


Governo brasileiro busca encontro ampliado com autoridades dos EUA

O Palácio do Planalto trabalha para viabilizar uma reunião mais ampla, que deve incluir, além de Vieira e Rubio, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o vice-presidente Geraldo Alckmin. A expectativa é que esse encontro ocorra ainda na próxima semana, embora a data não esteja confirmada.

A retomada do diálogo foi reforçada após o encontro entre Lula e o presidente dos EUA, Donald Trump, realizado no mês passado, na Malásia. Na ocasião, ambos os governos se comprometeram a abrir novas rodadas de negociações, após Trump decretar tarifas de 50% sobre importações brasileiras.


Lula aguarda avanços nas negociações antes de intervir diretamente

Em entrevista à Reuters e a outras agências internacionais, Lula declarou que aguarda “avanços concretos” nas tratativas e que enviará sua equipe de negociadores a Washington em breve. O presidente afirmou que esperará até o fim da COP30 para avaliar o andamento das conversas. Caso não haja progresso, disse que pretende ligar pessoalmente para Trump a fim de acelerar as negociações.


Questão da Venezuela ficará fora da pauta principal

Questionado se a situação da Venezuela será abordada nas conversas com Rubio, Vieira esclareceu que as discussões se limitam, por enquanto, às questões comerciais.

O chanceler também confirmou a presença de Lula na Cúpula da Celac-União Europeia, marcada para os dias 9 e 10 de novembro, onde o tema Venezuela estará em destaque. Segundo Vieira, o encontro servirá para demonstrar solidariedade ao país vizinho e reforçar que a América Latina é uma região de paz, após os recentes ataques militares dos EUA a embarcações no Caribe, próximos à costa venezuelana — ações que Washington justifica como parte do combate ao tráfico de drogas.


Fonte: Com informações da Reuters e agências internacionais.
Texto: Redação

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Comércio Exterior

Brasil e EUA terão nova reunião para discutir tarifas comerciais na próxima semana

O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, voltará a se reunir com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, na próxima semana, no Canadá, durante uma reunião ministerial do G7. O objetivo é dar continuidade às discussões sobre as tarifas impostas pelos EUA a produtos brasileiros.

Segundo Vieira, as tratativas entre os dois países seguem ativas, com reuniões virtuais entre equipes técnicas ocorrendo regularmente. “As negociações continuam. Na próxima semana estarei no Canadá, onde também estará o secretário de Estado, e manteremos os contatos que temos tido frequentemente”, declarou o ministro em Belém, onde acompanha o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na COP30, conferência climática da ONU.

Expectativa por reunião ampliada com Haddad e Alckmin

O governo brasileiro também aguarda a realização de uma reunião mais ampla de negociação, que deve envolver, além de Vieira e Rubio, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o vice-presidente Geraldo Alckmin. A expectativa é que o encontro ocorra até a próxima semana, embora ainda não haja uma data confirmada.

A retomada das conversas acontece após o encontro entre Lula e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no mês passado, na Malásia. Na ocasião, ambos os governos concordaram em abrir novas rodadas de diálogo após a decisão de Trump de impor tarifas de 50% sobre diversas importações brasileiras.

Lula avalia próximos passos nas negociações

Em entrevista à Reuters e outras agências internacionais, Lula afirmou que espera enviar negociadores a Washington em breve. O presidente também disse que aguardará o término da COP30 para avaliar possíveis avanços nas discussões. Caso não haja progresso, ele pretende ligar diretamente para Trump a fim de acelerar as tratativas.

Questão da Venezuela fica fora da pauta

Questionado sobre se o tema Venezuela entraria nas conversas com Rubio, Mauro Vieira esclareceu que as reuniões têm se limitado às questões comerciais. O ministro confirmou ainda a participação de Lula na Cúpula da Celac com a União Europeia, nos dias 9 e 10, que deve abordar a situação venezuelana e reafirmar o compromisso da América Latina como região de paz. O encontro também discutirá os recentes ataques dos EUA a embarcações no Caribe, próximos à costa da Venezuela, que Washington afirma estarem ligadas ao tráfico de drogas.

FONTE: Istoé Dinheiro
TEXTO: Redação
IMAGEM: AFP/Arquivos

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Comércio Internacional

EUA iniciam diálogo com empresas afetadas por tarifas contra o Brasil

O governo dos Estados Unidos deu um novo passo nas negociações sobre as tarifas impostas ao Brasil pelo presidente Donald Trump e iniciou uma série de reuniões com empresas americanas afetadas pelas sobretaxas. As taxas, que chegam a 40%, foram aplicadas com base em motivações políticas, entre elas o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

De acordo com fontes ligadas ao governo americano, o USTR (Escritório do Representante de Comércio dos EUA) determinou que todas as empresas interessadas sejam ouvidas diretamente pelo órgão e pelo Departamento de Estado. A medida foi tomada após o encontro entre o chanceler brasileiro Mauro Vieira e o secretário de Estado americano Marco Rubio, realizado há duas semanas. A reunião foi vista por ambas as partes como o início efetivo das negociações tarifárias entre Brasil e EUA.

Reuniões indicam avanço nas tratativas

Segundo membros da comitiva americana, o clima após o diálogo entre Lula e Trump, ocorrido na Malásia, foi positivo, com sinais de boa disposição para um acordo comercial.

O USTR já havia conduzido audiências com empresas dentro de uma investigação baseada na Seção 301, legislação americana de 1974 que permite a aplicação de medidas tarifárias e não tarifárias contra países considerados prejudiciais ao comércio dos EUA — como China e União Europeia, que já foram alvos anteriormente.

Desta vez, porém, o processo de escuta não estaria formalmente vinculado à Seção 301. O objetivo seria identificar as demandas das empresas americanas e incorporá-las às negociações com o Brasil, sinalizando uma intenção real de avançar nas discussões sobre as tarifas.

USTR assume protagonismo técnico nas negociações

Para o ex-secretário de Comércio Exterior Welber Barral, sócio do escritório Barral Parente Pinheiro Advogados, o movimento do USTR demonstra uma abertura para diálogo técnico. “O USTR está se reunindo com as empresas que pediram para falar sobre o Brasil, para ver se elas têm elementos para colocar na mesa de negociações”, afirmou.

O superintendente de relações internacionais da CNI (Confederação Nacional da Indústria), Federico Lamego, avalia que o protagonismo do USTR é um sinal positivo. “Estamos com grande expectativa de que haja um bom desfecho, com possibilidade de suspensão temporária das tarifas de 50%. O fato de o USTR liderar as negociações indica que o processo tende a seguir um caminho técnico”, declarou.

A CNI defende ainda que o acordo com os EUA seja mais abrangente, indo além da questão tarifária. A entidade propõe incluir compromissos de investimentos de empresas brasileiras nos EUA, compras governamentais e parcerias estratégicas em áreas como minerais críticos, combustíveis sustentáveis de aviação (SAF) e data centers. Um documento com essas sugestões está sendo preparado para ser entregue ao governo americano.

Setores brasileiros buscam espaço nas negociações

Enquanto isso, setores diretamente afetados pelas tarifas também se movimentam. O Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil) informou que busca incluir o café na solicitação de suspensão das tarifas por 90 dias. Caso a medida não avance, o setor pretende garantir que o produto entre na lista de isenções assinada por Trump em 5 de setembro.

A Abiec (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes) destacou, em nota, que as negociações são fundamentais para preservar a competitividade da carne brasileira e garantir previsibilidade aos exportadores.

“O encontro entre Lula e Trump reforça a importância do diálogo para o fortalecimento das relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos e demonstra a disposição de ambos os governos em avançar nas discussões sobre as tarifas atualmente em vigor”, afirmou a entidade.

FONTE: Folha de São Paulo
TEXTO: Redação
IMAGEM: Brendan SMIALOWSKI/AFP

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Comércio Exterior

Reunião sem Rubio indica que negociações se restringem a tarifas

A primeira rodada de negociações entre Brasil e Estados Unidos, realizada na segunda-feira (26) na Malásia, deixou claro para o governo brasileiro que a Casa Branca, por enquanto, mantém o acordo de limitar as discussões à questão tarifária. Segundo fontes diplomáticas, o principal indicativo disso foi a ausência do Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, na reunião.

Rubio, diretamente responsável pelo anúncio de várias sanções políticas impostas ao Brasil e a autoridades brasileiras, não participou da mesa de negociação. Em seu lugar, enviou o Representante Comercial dos EUA (USTR) Jamieson Greer e o Secretário do Tesouro Scott Bessent, ambos conhecidos por sua atuação econômica.

Do ponto de vista de Brasília, isso significa que, pelo menos por enquanto, questões políticas, como o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, permanecerão fora da pauta, exatamente como acordado entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump.

Esse sinal foi considerado crucial, já que o Palácio do Planalto temia que os EUA incluíssem questões políticas nas discussões iniciais, o que poderia atrasar o pedido do Brasil para que Trump suspendesse a taxa de 40% sobre produtos brasileiros.

Rubio tem sido a figura mais vocal no governo americano ao vincular repetidamente a condenação de Bolsonaro às sanções políticas de Washington contra o Brasil. Em redes sociais, ele chegou a mencionar nominalmente o Ministro do STF Alexandre de Moraes.

Além disso, integrantes do governo brasileiro acreditam que a ideia de retaliar o Brasil pela cooperação com Cuba — especificamente a parceria que permite que médicos cubanos atuem no programa Mais Médicos — se originou no Departamento de Estado de Rubio. Essa medida levou os EUA a revogar vistos de diversos brasileiros, incluindo familiares do Ministro da Saúde Alexandre Padilha (PT-SP).

Na ocasião, os EUA também cancelaram os vistos de Mozart Júlio Tabosa Sales e Alberto Kleiman, dois servidores federais envolvidos no desenvolvimento do programa de saúde pública.

Apesar das tensões, Lula afirmou que ele e Trump concordaram, durante reunião no último domingo (26), que disputas políticas seriam tratadas apenas entre os chefes de Estado, ou seja, seus assessores não estão autorizados a abordar tais assuntos.

Na reunião de segunda-feira, a delegação brasileira foi composta pelo Ministro das Relações Exteriores Mauro Vieira, pelo Secretário-Executivo do MDIC Márcio Rosa e pelo Embaixador Audo Faleiro, da Assessoria Especial da Presidência.

Durante as negociações, o Brasil reiterou o pedido de suspensão das tarifas americanas sobre seus produtos. As próximas rodadas devem ocorrer em Washington, D.C., com sinais crescentes de que o Ministro da Fazenda Fernando Haddad pode participar pessoalmente das futuras discussões.

FONTE: Valor International
IMAGEM: Umit Bektas/REUTERS

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Internacional

Mauro Vieira se reúne com secretário de Estado dos EUA para discutir tarifaço e relações bilaterais

O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, participa nesta quinta-feira (16.out.2025) de uma reunião com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, na Casa Branca, em Washington D.C.. De acordo com o Departamento de Estado norte-americano, o encontro está marcado para as 14h no horário local (15h em Brasília).

A reunião marca o primeiro contato direto entre os dois diplomatas e tem como objetivo preparar o terreno para um futuro encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente Donald Trump. O foco principal será negociar a reversão das tarifas impostas pelos EUA a produtos brasileiros e tratar das sanções aplicadas a autoridades do país.

Temas de interesse nas negociações

O governo norte-americano deve aproveitar a reunião para reforçar seu interesse nos minerais críticos brasileiros e discutir condições regulatórias mais favoráveis às big techs que operam no país. Já o Brasil busca reduzir os impactos do tarifaço, medida que vem prejudicando exportadores nacionais e ampliando tensões comerciais entre os dois países.

O convite oficial para o encontro partiu de Marco Rubio, que telefonou para Vieira em 9 de outubro propondo uma reunião presencial em Washington.

Censura e direitos humanos voltam à pauta

Às vésperas da reunião, autoridades norte-americanas voltaram a citar preocupações com o Estado de Direito e a liberdade de expressão no Brasil — temas que estavam há semanas fora do discurso público.

O representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, afirmou que o tarifaço está relacionado a “preocupações extremas com o Estado de Direito, a censura e os direitos humanos no Brasil”. Já o secretário do Tesouro, Scott Bessent, mencionou a “detenção ilegal de cidadãos norte-americanos em território brasileiro”, sem apresentar detalhes.

Lula comenta clima diplomático

Durante um evento no Rio de Janeiro, o presidente Lula confirmou o encontro e lembrou o tom amistoso da breve conversa que teve com Trump nos bastidores da 80ª Assembleia Geral da ONU, em setembro. Na ocasião, o republicano afirmou ter tido uma “química excelente” com o líder brasileiro — frase que Lula voltou a mencionar com humor ao anunciar a nova rodada de negociações.

FONTE: Poder 360
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Poder 360

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Chefe da diplomacia dos EUA conversa com 58 países, mas deixa Brasil de fora

O chefe da diplomacia americana, Marco Rubio, teve conversas telefônicas ou encontros pessoais com representantes de pelo menos 58 países em um mês e meio de governo Donald Trump nos Estados Unidos, mas deixou o Brasil fora de sua lista de contatos.

O levantamento foi feito pela CNN com base em registros do Departamento de Estado. A lista contempla, por exemplo, chanceleres ou primeiros-ministros de todos os integrantes do G20 (o grupo das 20 maiores economias do planeta) — à exceção apenas do Brasil e da África do Sul.

Desde a volta de Trump à Casa Branca, o secretário de Estado conversou com autoridades de dez países do continente americano: Canadá, México, Argentina, Costa Rica, El Salvador, Guiana, Jamaica, Panamá, República Dominicana e Venezuela — no último caso, houve diálogo com o líder oposicionista Edmundo González, que os Estados Unidos reconhecem como presidente legítimo.

Em janeiro, o ministro brasileiro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, enviou uma carta a Rubio cumprimentando-o por sua nomeação. Os dois, porém, não se falaram nenhuma vez.

Desde então, o Brasil tem sido citado frequentemente por Trump como um parceiro comercial com tarifas elevadas sobre produtos americanos, como o etanol.

Fora das questões meramente comerciais, que são tocadas por outras áreas de governo, o Departamento de Estado esteve no centro de uma polêmica com o Brasil.

Na semana passada, o Escritório de Assuntos do Hemisfério Ocidental — uma divisão do Departamento de Estado — postou uma mensagem nas redes sociais com críticas ao Brasil.

“Bloquear o acesso à informação e impor multas a empresas sediadas nos EUA por se recusarem a censurar indivíduos que lá vivem é incompatível com os valores democráticos, incluindo a liberdade de expressão”, disse o escritório no X (antigo Twitter). Em resposta, uma nota publicada pelo Itamaraty acusou o escritório de distorcer decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a exigência de representantes legais das big techs que operam no país.

“O governo brasileiro rejeita, com firmeza, qualquer tentativa de politizar decisões judiciais e ressalta a importância do respeito ao princípio republicano da independência dos poderes, contemplado na Constituição Federal brasileiro de 1988”, afirmou o Itamaraty, na nota.

Contatos de Rubio
Em 45 dias, Marco Rubio conversou com os presidentes, primeiros-ministros ou chanceleres dos seguintes países (por ordem cronológica do contato):

  • Europa (21): Polônia, Dinamarca, Lituânia, Letônia, Estônia, França, Reino Unido, Hungria, Itália, Alemanha, Comissão Europeia, Finlândia, Bélgica, Ucrânia, Suécia, Rússia, Polônia, Grécia, República Tcheca, Irlanda, Chipre.
  • Américas (10): Venezuela, Canadá, Costa Rica, República Dominicana, Guiana, Panamá, El Salvador, Argentina, México, Jamaica.
  • Ásia (19): Filipinas, Índia, Japão, Indonésia, Emirados Árabes, Arábia Saudita, Coreia do Sul, Turquia, Israel, China, Vietnã, Iêmen, Jordânia, Catar, Bahrein, Uzbequistão, Iraque, Omã, Cingapura
  • África (6): Egito, Congo, Marrocos, Argélia, Quênia, Angola.
  • Oceania (2): Austrália, Nova Zelândia.

Segundo fontes da diplomacia brasileira, uma aproximação com o Departamento de Estado está sendo conduzida pela embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Viotti.

A avaliação no Ministério das Relações Exteriores, entretanto, é que questões como a deportação de brasileiros em voos precários puderam ser resolvidas pelos canais diplomáticos existentes — sem a necessidade de “subir de nível hierárquico”.

Uma oportunidade de contato entre Mauro Vieira e Marco Rubio, esperada pelo Itamaraty, era a reunião de chanceleres em Joanesburgo (África do Sul), em fevereiro.

No entanto, o secretário de Estado não compareceu e o governo Trump foi representado no encontro apenas pela encarregada de negócios (chefe temporária) da embaixada americana no país.

De acordo com a avaliação de uma fonte diplomática ouvida pela CNN, há vantagens no “esquecimento” do Brasil pela Casa Branca e pelo Departamento de Estado.

Essa fonte argumenta que mesmo aliados históricos dos Estados Unidos, como o Canadá e países europeus, têm sido tratados com “agressividade” pelo governo Trump.

Nesse cenário, acrescenta o interlocutor, é mais benéfico para um país como o Brasil não chamar (ou chamar pouco) a atenção dos americanos do que ter uma suposta “linha direta” de diálogo com Rubio.

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