Logística

Gestão da cadeia de custódia pode elevar segurança no transporte de cargas

A Fractal, focada em segurança tecnológica para cadeias logísticas, destaca que integrar sensores, sistemas de rastreabilidade e análises de eventos oferece um controle mais inteligente do percurso, apoiando empresas na prevenção de perdas.

A evolução das operações logísticas tem reforçado a importância de uma gestão mais profissionalizada da cadeia de custódia, especialmente em setores que movem produtos sensíveis, de alto valor e sujeitos a regulamentações específicas. Com diversas etapas de circulação e inúmeras interfaces operacionais, manter a integridade da carga depende cada vez mais do uso de tecnologias capazes de fornecer visibilidade contínua e dados confiáveis.

A Fractal, focada em segurança tecnológica para cadeias logísticas, destaca que integrar sensores, sistemas de rastreabilidade e análises de eventos oferece um controle mais inteligente do percurso, apoiando empresas na prevenção de perdas, na garantia de conformidade e no atendimento aos padrões exigidos pelo mercado.

Para José Roberto Mesquita, diretor executivo da empresa, a digitalização se tornou uma aliada estratégica da governança logística.

Segundo o executivo, a gestão orientada a dados fortalece auditorias, reduz incertezas e melhora a tomada de decisão. “Informações estruturadas permitem identificar e corrigir desvios antes que se transformem em prejuízos. A prevenção passa a ser resultado de monitoramento inteligente, não apenas de intervenção reativa”, explica Mesquita.

A Fractal ressalta que interoperabilidade e histórico auditável ampliam a confiabilidade das operações, modernizando rotinas e contribuindo para uma logística mais segura, eficiente e alinhada a padrões nacionais e internacionais.

A empresa reforça que profissionalizar a cadeia de custódia é um movimento essencial para quem deseja garantir previsibilidade, proteger ativos e manter a continuidade operacional em um ambiente de negócios cada vez mais exigente.

TEXTO E IMAGEM: DIVULGAÇÃO FRACTAL

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Logística

O modelo de locação que está revolucionando a intralogística nacional

Esteiras Motorizadas: a solução que nasceu da necessidade de automatizar sem investir milhões.

A Esteiras Motorizadas surgiu com uma proposta inovadora em um mercado dominado pela venda de equipamentos. Muitas empresas precisam de automação, mas não possuem orçamento para aquisição. O modelo tradicional de venda exclui negócios que necessitam dessas ferramentas, e foi a partir desse cenário que nasceu a ideia da locação de equipamentos: gerar ganhos financeiros sem investimento, oferecendo soluções inteligentes, produtivas e acessíveis. Dessa forma, as empresas podem aumentar a produtividade de suas operações de imediato.

A locação como resposta à realidade econômica brasileira

A condição econômica do Brasil impulsionou essa decisão. Investir milhões em automação não é viável para a maioria das companhias, e o modelo de locação permite acesso imediato à tecnologia, sem custos de aquisição, reduzindo despesas e acelerando resultados. Assim, a locação garante competitividade e torna o avanço tecnológico possível para empresas de diferentes portes.

Com anos de experiência em operações de intralogística e foco em soluções produtivas e acessíveis, a Esteiras Motorizadas se consolidou como pioneira na locação de equipamentos para automação intralogística. A empresa desenvolveu simuladores que demonstram, de forma prática, os benefícios da locação em comparação à compra e à operação manual x automatizada, transmitindo segurança e confiança na tomada de decisão. O resultado é evidente: redução de custos, aumento da produtividade e melhores condições de trabalho, sem necessidade de capital imobilizado.

As soluções oferecidas são completas e seguras, voltadas especialmente a operações de cargas batidas como: descarga, carregamento, checkout de e-commerce, separação de rotas e montagem de kits. O serviço inclui avaliação “in loco”, implantação com acompanhamento técnico, apoio em cálculos de ganhos operacionais, manutenção preventiva e projetos personalizados. Todos os equipamentos seguem as normas da NR12, garantindo segurança e conformidade legal.

Resultados reais que comprovam ganhos operacionais

Os impactos são comprovados. Em um caso real, o tempo de descarga em uma operação de luvas de contêineres caiu de 12 horas para 4h30 com o uso dos nossos equipamentos, resultando em aumento da produtividade e economia. Em média, os resultados alcançam um saving líquido de R$ 100 mil por ano com redução de custos de mão de obra, além de ganhos como menor absenteísmo, aumento da capacidade instalada e melhor ergonomia.

Diante da escassez de mão de obra, especialmente em regiões com baixo desemprego como o sul do país, a automação tornou-se obrigatória. Empresas que não investirem nesse caminho terão dificuldades em se manter competitivas. O modelo de locação da Esteiras Motorizadas democratiza o acesso à automação, tornando-a viável até para empresas menores.

Inovação e proximidade com o mercado

Por ser jovem, a empresa não se prende a modelos tradicionais e atua próxima aos clientes, oferecendo soluções alinhadas às reais necessidades do mercado. Reconhecida como pioneira no modelo de locação para intralogística no Brasil, a Esteiras Motorizadas já trabalha lado a lado com grandes players e mira a expansão nacional, investindo em novas tecnologias voltadas à inteligência operacional.

Para a empresa, a automação não é mais uma opção, mas um caminho obrigatório para o crescimento e a competitividade. O diferencial está em oferecer um modelo acessível e sustentável, que transforma operações logísticas de forma inteligente, garantindo melhores resultados para todo o setor.

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Comércio Exterior, Tecnologia

Tecnologia e Estratégia: a Revolução da Inteligência Artificial e do Big Data no Comércio Exterior

O comércio exterior vive uma revolução silenciosa, mas profunda, movida por tecnologias emergentes como a Inteligência Artificial (IA) e o Big Data. Em um cenário global altamente dinâmico, essas ferramentas vêm transformando a forma como as empresas se posicionam internacionalmente, passando da intuição à tomada de decisões baseadas em dados concretos.

Segundo a especialista em Comércio Exterior Mariana Pires Tomelin, o uso dessas tecnologias deixou de ser um diferencial para se tornar uma necessidade estratégica. “A IA permite analisar grandes volumes de informações em tempo real, identificar padrões de comportamento de consumo, antecipar variações de demanda e até sugerir mercados com maior potencial de aceitação para um determinado produto”, afirma.

Com mais de 15 anos de experiência na internacionalização de indústrias e à frente da Exon Trade Business Intelligence, Mariana destaca que sistemas inteligentes também ajudam a prever riscos cambiais, automatizar classificações fiscais, sugerir rotas logísticas mais eficientes e garantir o cumprimento de regulamentações locais. “O resultado é a redução de custos e o aumento da eficiência operacional”, explica.

Já o Big Data oferece uma leitura ampla e profunda do mercado internacional, permitindo acompanhar o comportamento de concorrentes, identificar tendências de preço e reconhecer oportunidades em mercados ainda pouco explorados. “A combinação entre volume, velocidade e variedade dos dados gera uma inteligência de mercado muito mais sofisticada, tornando possível a tomada de decisões com menor margem de erro”, reforça.

No entanto, Mariana alerta: é fundamental que as empresas tenham profissionais capacitados não apenas nas práticas técnicas do comércio exterior, mas também com fluência digital e capacidade de interpretar os dados. “Mais do que dominar leis e tratados, o novo profissional da área precisa ter um pensamento estratégico orientado por dados”, afirma.

Com domínio de seis idiomas e atuação em negociações multiculturais, Mariana é referência na aplicação de business intelligence internacional. Sua missão é clara: “Tornar o comércio exterior mais acessível, inteligente e inovador para empresas brasileiras que desejam conquistar o mundo.”

Para ela, a integração entre tecnologia e inteligência humana é o caminho para uma atuação internacional mais competitiva e alinhada às exigências de um mercado globalizado. “Investir em IA e Big Data é investir na longevidade e na relevância da empresa no cenário internacional do presente e do futuro”, conclui.

TEXTO: REDAÇÃO
IMAGENS: FREEPIK / DIVULGAÇÃO

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Exportação, Industria, Internacional, Notícias

Estratégia inédita de exportador madeireiro de SC encurta em 45 dias tempo de transporte de carga para os EUA

Uma estratégia inédita desenvolvida pela Frameport, exportador madeireiro catarinense, em parceria com o Grupo Allog, empresa especializada em transporte internacional de cargas, conseguiu driblar a demora gerada pela alta demanda de carga nos portos do Sul e reduziu em 45 dias o embarque de uma carga de Santa Catarina para os Estados Unidos. A solução: transportar a carga por meio de rodovias até o Porto de San Antonio, no Chile, para então embarcar em navios com destino à costa oeste americana.

A mudança na rota da carga foi motivada após a Frameport constatar, no final de 2024, que apenas 20% das cargas estavam chegando dentro do prazo previsto ao importador. Neste momento, a empresa chamou o agente de cargas para traçar uma nova estratégia que driblasse os diferentes fatores que vêm afetando o lead time (tempo total de transporte) entre o Brasil e os Estados Unidos, que chegou a atingir 100 dias, mais que o dobro do tempo considerado normal.

Nos embarques realizados até o momento, a média do tempo de entrega da carga ficou em apenas 39 dias. A implementação da estratégia, segundo Wellynton Ozório, gerente de exportação da Frameport, exigiu um trabalho minucioso de planejamento. Foram necessários 30 dias de pesquisas, avaliação de transportadoras e negociação com o porto chileno, sempre com o apoio do Grupo Allog.

“A nova rota logística representa um avanço significativo para a Frameport garantindo maior eficiência e competitividade no mercado internacional. A redução do tempo de trânsito permite que a empresa fortaleça sua presença nos Estados Unidos e abra novas potenciais negociações em solo americano”, completa o gerente.

Planejamento da rota

A nova rota de transporte prevê um transbordo de carga no México, com destino final no estado da Califórnia, nos Estados Unidos. Apesar da distância rodoviária de mais de 2 mil quilômetros, a solução manteve o preço do frete estável, sem impactar custos ao exportador, visto que o frete marítimo a partir do Chile é mais barato do que partindo do Brasil.

Para implementar a solução, a Frameport e a Allog estudaram detalhadamente a rota alternativa via Chile, onde a linha marítima apresenta menor tempo de trânsito. As empresas também desenvolveram uma parceria com uma transportadora para o transporte rodoviário internacional e alinhou o processo de desembaraço da carga com um despachante especializado.

O porto chileno de San Antonio, o maior do país em movimentação de contêineres e carga geral, foi escolhido como ponto de embarque. O porto está em processo de expansão para se tornar o maior hub portuário do Pacífico Sul, possui capacidade estática atual de 60% de ocupação e baixos índices de omissões.

Nova perspectiva para o segundo semestre

A nova rota logística poderá aumentar a capacidade de exportação da Frameport, que já prevê embarcar pelo menos 60% de suas cargas com destino à costa Oeste dos Estados Unidos via porto do Chile a partir do segundo semestre deste ano. “A solução representa um avanço significativo para o setor exportador brasileiro, que busca alternativas para otimizar o tempo de transporte de cargas e reduzir custos”, explica Rodrigo Portes, gerente de contas do Grupo Allog. “A parceria com o exportador catarinense demonstra a importância da colaboração e da busca por soluções criativas para enfrentar os desafios do comércio internacional”, completa.

Fonte: Frameport Allog

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