Informação

Cais Flutuante do Espinheiros avança em Joinville com transporte de módulos de 25 toneladas pelo rio

A construção do Cais Flutuante do Espinheiros, em Joinville, entrou em uma nova fase com o transporte de estruturas de aproximadamente 25 toneladas pelo rio. A operação representa um marco na execução da obra no Parque Porta do Mar.

Ao todo, cinco módulos flutuantes percorrem cerca de 4,7 quilômetros pelo trajeto que inclui o Rio Cachoeira e a Lagoa do Saguaçu até o ponto de instalação.

Transporte fluvial reduz impacto no trânsito

O deslocamento das peças ocorre com o auxílio de um rebocador, responsável por conduzir os módulos desde o galpão de fabricação, no bairro Fátima, até a área da obra.

Segundo a Secretaria de Infraestrutura Urbana (Seinfra), a escolha pelo transporte fluvial foi estratégica. Além das dimensões e do peso elevado das estruturas, a logística pela água evita interferências no trânsito urbano, reduzindo impactos na mobilidade da cidade.

O primeiro módulo chegou ao destino por volta das 4h30. O segundo foi transportado durante a manhã, e a programação prevê o envio de mais uma estrutura ainda no mesmo dia, com as duas últimas previstas para quarta-feira (25).

Cada peça é posicionada ao redor das 26 estacas que sustentarão o novo cais. A montagem segue do centro para as extremidades, técnica adotada para garantir alinhamento e estabilidade da estrutura.

Estrutura utiliza tecnologia internacional

Com cerca de 11 metros de comprimento e três metros de largura, os flutuantes foram construídos em concreto, com armaduras de ferro galvanizado e blocos de EPS — material leve que contribui para a flutuação. A fabricação emprega tecnologia sueca, aplicada na composição e montagem das peças.

Além dos módulos principais, será instalado um dispositivo flutuante de oito toneladas, que dará suporte à rampa de acesso ao atracadouro.

Obra deve impulsionar turismo náutico

A passarela de acesso, produzida em São Paulo, já está em Joinville e será instalada nas próximas etapas, junto com itens como iluminação, guarda-corpo e mobiliário urbano.

Atualmente, aproximadamente 44% da obra está concluída. O investimento total é de R$ 6,1 milhões.

Quando finalizado, o novo cais flutuante terá capacidade para receber embarcações de até 100 pés, porte semelhante ao do Barco Príncipe. A expectativa é ampliar o potencial do turismo náutico e fortalecer a movimentação econômica da região.

FONTE: ND+
TEXTO: Redação
IMAGEM:  Divulgação/Secom/ND Mais

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Informação

Via Mar: obras da rodovia que ligará Joinville à Grande Florianópolis começam em 2026

A construção da rodovia Via Mar, projeto que conectará Joinville ao Contorno Viário da Grande Florianópolis, deve ter início no primeiro semestre de 2026. A informação foi confirmada pelo governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, durante entrevista ao ND Notícias.

O novo corredor viário terá 145 quilômetros de extensão e contará com seis faixas, com velocidade máxima de 120 km/h. A etapa inicial ficará sob responsabilidade do governo estadual e pretende desafogar a BR-101, considerada sobrecarregada pelo governador.

Nova alternativa à BR-101
Segundo Jorginho Mello, a Via Mar trará impacto direto para quem trabalha, empreende ou visita a região. Ele destacou que todos os horários da BR-101 registram congestionamento, o que reforça a necessidade de uma rota alternativa mais moderna e eficiente.

A primeira fase da construção terá custo estimado de R$ 1 bilhão, totalmente financiado pelo governo de Santa Catarina. Ao mesmo tempo, será aberta a licitação para escolher a empresa que assumirá os demais trechos por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP).

A concessionária vencedora deverá ressarcir o Estado pelo investimento inicial e terá autorização para instalar praças de pedágio ao longo da rodovia. O valor total do empreendimento é estimado em R$ 7,5 bilhões.

Prazos e desafios da construção
O governador projetou um prazo mínimo de três anos para entrega completa da Via Mar. Ele destacou que alguns trechos exigem soluções específicas, como passagens elevadas em áreas de solo mole e cuidados adicionais para evitar represamento de água. O objetivo, segundo ele, é garantir desenvolvimento acelerado e sustentável na região.

Trechos da Via Mar: entenda a divisão por lotes

Lote 1
Extensão: 26,85 km
Trecho: entre o entroncamento da BR-101, em Joinville, e a BR-280, em Guaramirim
Obras especiais: quatro pontes e dois viadutos
Execução: governo estadual

Lote 2
Extensão: 21,09 km
Trecho: BR-280 (Guaramirim) até a SC-415, entre Massaranduba e São João do Itaperiú
Obras especiais: duas pontes e um viaduto

Lote 3
Extensão: 16,77 km
Trecho: SC-415 até a SC-414, em Luis Alves e Navegantes
Obras especiais: duas pontes e oito contenções

Lote 4
Extensão: 25,78 km
Trecho: SC-414 (Luis Alves e Navegantes) até a SC-486, em Itajaí
Obras especiais: quatro viadutos, quatro pontes e três contenções

Trecho remanescente
Extensão: 54,72 km
Trecho: SC-486 (Itajaí) até o Contorno Viário da Grande Florianópolis
Obras especiais: quatro viadutos, quatro pontes e três contenções

A previsão é de que toda a Via Mar opere com seis faixas de tráfego em pista dupla em todos os segmentos, reforçando o papel da rodovia como novo eixo de mobilidade no estado.

FONTE: ND+
TEXTO: Redação
IMAGEM: Divulgação/ND Mais

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Aeroportos

Aeroportos de Joinville e Navegantes passam para controle do grupo mexicano ASUR em negócio de R$ 5 bilhões

Os aeroportos de Joinville e Navegantes terão novo controlador após a Motiva — antiga CCR — anunciar a venda de todas as suas operações aeroportuárias no Brasil ao grupo mexicano Aeroportuario del Sureste (ASUR). O acordo, avaliado em R$ 5 bilhões, inclui os 17 aeroportos administrados pela companhia em nove estados, entre eles Confins (MG) e São Luís (MA).

Segundo a Motiva, a operação está alinhada ao seu Plano Estratégico, que busca destravar valor, simplificar o portfólio e permitir foco em crescimento “rentável e seletivo” nos segmentos de rodovias pedagiadas e ferrovias, áreas nas quais a empresa seguirá atuando mesmo após a venda da subsidiária aeroportuária CPC.

ASUR expande presença e se aproxima da liderança nas Américas

A compradora, o grupo ASUR, já controla 16 aeroportos nas Américas, incluindo o Aeroporto de Cancún, no México, e o Aeroporto Internacional de Medellín, na Colômbia. Com a aquisição do portfólio da Motiva — responsável por mais de 45 milhões de passageiros por ano —, a companhia deve fortalecer sua posição entre as maiores operadoras aeroportuárias do continente. Em 2024, a ASUR registrou 71 milhões de passageiros.

Governo vê transação como sinal de confiança no Brasil

Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, o investimento bilionário de uma operadora internacional demonstra confiança no potencial de crescimento da aviação brasileira.

“A chegada de um player mexicano amplia as relações comerciais entre Brasil e México e fortalece o turismo de negócios e lazer entre os dois países. Estamos falando da maior transação aeroportuária em curso no mundo”, afirmou o ministro.

Ele também destacou que a operação deve estimular a ampliação de voos internacionais e impulsionar o turismo entre os dois países.

FONTE: NSC Total
TEXTO: Redação
IMAGEM: Eduardo Valente, GOVSC, Divulgação

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Industria

Indústrias de Santa Catarina exploram novas oportunidades comerciais com o Paraguai

Com o objetivo de ampliar oportunidades de exportação e estreitar relações com o país vizinho, cerca de 70 indústrias de Santa Catarina participaram, no último dia 20, de um evento promovido pelo Ministério da Indústria e Comércio do Paraguai e pela Câmara de Comércio Paraguai-Brasil, com apoio da Federação das Indústrias de SC (FIESC). O encontro foi realizado na sede dos Institutos SENAI de Inovação, em Joinville.

Paraguai destaca vantagens para investimentos e produção industrial

A comitiva paraguaia foi liderada por Javier Viveros, vice-ministro da Rede de Investimento e Exportação (Rediex), que apresentou as vantagens competitivas do Paraguai como destino de investimentos estrangeiros. Entre os principais atrativos citados estão o baixo custo da energia, proveniente de fontes renováveis, o sistema tributário competitivo e os incentivos à instalação de indústrias voltadas à exportação.

“Nosso objetivo é fortalecer a cooperação com o setor industrial brasileiro e mostrar que o Paraguai oferece um ambiente favorável para negócios sustentáveis e produtivos”, afirmou Viveros.

Indústria catarinense vê o país vizinho como parceiro estratégico

A presidente da Câmara de Comércio Exterior da FIESC, Maria Teresa Bustamante, destacou o interesse crescente das indústrias catarinenses em expandir suas operações no exterior.

“A presença expressiva de empresários de Santa Catarina mostra a disposição do setor em diversificar mercados e buscar alternativas estratégicas para exportações. O Paraguai se apresenta como um parceiro de grande potencial”, afirmou.

Missão inclui visitas técnicas e aproximação com empresas locais

A delegação paraguaia contou ainda com a presença de Fábio Fustagno, presidente da Câmara de Comércio Paraguai-Brasil, da embaixadora María Amarilla, cônsul-geral do Paraguai em Curitiba, do especialista em exportação da Rediex Jimmy Kim, do adido comercial Jhonny Ojeda e de Carolina Vergara, gerente-geral da Câmara.

Durante a missão em Santa Catarina, o grupo visitou a planta industrial da Döhler, em Joinville, que estuda a possibilidade de instalar parte da produção no Paraguai. A convite da FIESC, os representantes também conheceram o Ágora Tech Park e a plataforma de dados do Observatório FIESC, voltada à inovação e competitividade industrial.

FONTE: FIESC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/FIESC

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Inovação, Tecnologia

Máquinas com olhos e cérebros próprios: como a indústria em Joinville entrou na era da IA e IoT

Sensores, conectividade e inteligência artificial já transformam a indústria em Joinville, onde sistemas monitoram em tempo real e analisam dados com velocidade e precisão

A indústria em Joinville, no Norte catarinense, combina a tradição da manufatura com a inovação tecnológica. Máquinas que antes apenas repetiam movimentos agora pensam, aprendem e se conectam.

A “magia” da IoT (Internet das Coisas), combinada à inteligência artificial, transforma equipamentos em verdadeiros parceiros inteligentes. Essa integração já é realidade em parte da indústria local.

Para Dinor Martins Júnior, especialista em educação do Senai, além da forte base industrial, Joinville conta com instituições estratégicas e um ecossistema de inovação que impulsionam a adoção de tecnologias da indústria 4.0.

A força da indústria em Joinville

IoT e IA: um avanço da Indústria 4.0?

A chamada Indústria 4.0 – a quarta revolução industrial – marca a digitalização dos processos e a integração de automação, sensores, conectividade e análise de dados. O objetivo é criar fábricas mais flexíveis e eficientes, capazes de gerar, transmitir e interpretar informações em tempo real.

Nesse contexto, a IoT funciona como o sistema nervoso das operações, coletando sinais por meio de sensores, enquanto a IA age como o cérebro, interpretando esses sinais e ajudando na tomada de decisões.

Segundo Dinor, o primeiro passo dessa revolução foi digitalizar os processos. “As informações de um processo de uma máquina devem ser transformadas digitalmente. Assim, os dados serão administrados para que se tome uma ação preditiva”, explica.

A ação preditiva permite prever falhas ou ajustes antes que se tornem um problema. Com sensores conectados, as máquinas passam a gerar e transmitir dados em tempo real, abrindo caminho para análises e intervenções mais rápidas e precisas.

Os dados variam conforme o equipamento: podem incluir temperatura, consumo de energia, localização, velocidade, obstáculos e proximidade. Um robô de transporte de peças, por exemplo, pode transmitir informações sobre cada trajeto que realiza.

A internet das coisas, por si só, monitora e envia dados. Com a inteligência artificial, essas informações ganham outra camada de análise. “A tendência é que haja também uma ação no sentido de administrar ou analisar esses dados”, complementa Dinor.

Do dado à decisão: a inteligência artificial entra em campo na indústria em Joinville

A IA analisa grande volume de informações e identifica padrões que escapariam dos olhos humanos, explica Fábio Abaid, engenheiro de mecatrônica e head de tecnologia da Schulz Tech.

Na prática, essa inteligência se conecta a soluções como a plataforma desenvolvida pela empresa, que monitora veículos pesados e equipamentos industriais por meio de sensores embarcados. O sistema coleta dados como pressão dos pneus, localização, frenagens bruscas e acelerações, tudo processado em tempo real.

“As informações operacionais são transformadas em indicadores financeiros. Assim é possível enxergar quanto custa cada quilômetro rodado do caminhão”, explica Fábio.

“Por exemplo, se um pneu está com pressão abaixo do ideal conseguimos mensurar quanto isso gera de consumo extra de combustível e desgaste do equipamento”, exemplifica.

Isso implica também na segurança das pessoas, já que o sistema monitora os dados do caminhão, prevendo aquecimentos, monitorando pneus, freios e outros.

A plataforma já acompanha mais de 20 milhões de quilômetros rodados, e os dados alimentam um modelo de inteligência artificial que identifica tendências. Dessa forma, alertas automáticos são disparados assim que detecta risco de falha.

Segundo Fábio, a IA também automatiza relatórios e sugere interpretações, o que permite que os gestores tomem decisões com base em dados confiáveis e atualizados.

“Para saber o que é ideal, primeiro precisamos de padrões para comparar. A inteligência artificial cria esses padrões a partir dos dados coletados, o que possibilita uma análise muito mais precisa”.

A interação humana e a tecnologia

O relacionamento entre humano e máquina sempre foi central na história da indústria. O avanço tecnológico intensifica essa relação, trazendo novas formas de colaboração.

Nesse contexto, a chamada quinta revolução industrial surge como um convite à reflexão sobre essa interação cada vez mais integrada entre homem e tecnologia.

Conforme as autoras Ana Moura e Bárbara Romeira no livro Indústria 5.0, a busca é pelo aproveitamento do avanço da internet ao longo dos anos para aprimorar o trabalho humano no setor.

Essa perspectiva impacta diretamente a forma como as pessoas enxergam as máquinas e equipamentos, assim como molda a compreensão das novas gerações sobre as possibilidades de trabalho dentro das linhas de produção.

“Não se enxerga mais a indústria como se vendia no passado, como uma operação totalmente manual ou um ambiente desatualizado, por exemplo. Muito pelo contrário, hoje existe muita tecnologia emergente, IA, IoT, conectividade. E o jovem vai poder se desdobrar dentro desses temas”, afirma Dinor.

Os pilares dessa nova indústria envolvem gerar valor social e econômico, impulsionar a inovação científica e tecnológica e integrar pessoas, conhecimento e capital em um ciclo contínuo de desenvolvimento.

“É claro que os trabalhos manuais existem e ainda serão muito importantes, mas conhecer as possibilidades do uso da tecnologia na indústria eu acredito que vai brilhar os olhos da nova geração e de quem está inserido na internet”, destaca o especialista.

Abaid também enxerga a relação no aprimoramento e nas aplicações das novas tecnologias na experiência da Schulz Tech.

“Na implantação, às vezes existe uma resistência inicial por parte do motorista. Mas, quando ele percebe que os dados ajudam a evitar que ele mesmo sofra algum dano, passa a ser um multiplicador e a se relacionar de forma diferente com o sistema”, compartilha.

O que pode evidenciar que a transformação industrial impulsionada pelas tecnologias da Indústria 4.0 e a integração entre IA e IoT segue uma jornada. As peças centrais são a produção com decisões orientadas por dados e a integração humana.

O cenário catarinense

Embora a indústria catarinense seja diversa, Dinor observa que a adoção de tecnologias já está consolidada em alguns setores, enquanto outros ainda estão na fase inicial de implantação.

“A indústria catarinense é exportadora. Para competir com países como China e Estados Unidos, é fundamental refletir sobre essas aplicações dentro da produção”, afirma.

Ele ressalta que vivemos um momento de intensa captação de dados. “Em algumas empresas, essas ações já acontecem porque as capturas de dados estão sendo feitas há 5, 10, 15 anos, e agora é o momento de agir sobre eles. Outras ainda estão instalando seus sistemas de IoT para, no futuro, administrar essas informações. Agir sobre os dados significa buscar maior produtividade, segurança e qualidade”.

Fonte: ND+

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Sindimec-Joinville é terceiro colocado em premiação da CNI

Sindicato inscreveu o case do Programa Selo Confiança SINDIMEC, que tem como objetivo formalizar mais indústrias do setor metalmecânico; prêmio foi entregue nesta quarta-feira, 27, durante o Encontro Nacional da Indústria, em Brasília.

O programa Selo Confiança, do Sindicato Patronal da Indústria Mecânica de Joinville e Região (Sindimec), foi reconhecido nacionalmente no Prêmio de Excelência Sindical, que a Confederação Nacional da Indústria (CNI) entregou na quarta-feira, 27.

O projeto do Sindimec ficou em terceiro lugar na premiação que ocorreu em Brasília, durante a programação do Encontro Nacional da Indústria, o ENAI. O Selo de Confiança é uma ação de apoio às empresas do setor para obtenção da certificação de três selos, de categoria bronze, prata e ouro, na modalidade Ambiental, Administrativa e de Prevenção de Incêndio. O objetivo é destacar as empresas legalizadas junto aos órgãos: Prefeitura, Corpo de Bombeiros e SAMA/IBAMA; estimular a continuidade e manutenção da conformidade legal e dar suporte com profissionais específicos da área.

O presidente do Sindimec, Márcio Plácido Constantino, recebeu a premiação das mãos do presidente da FIESC, Mario Cezar de Aguiar. “Essa vitória é reflexo do comprometimento, da inovação e da paixão que todos os envolvidos colocaram neste projeto, que foi criado para fortalecer as empresas do setor, contribuindo para a conformidade legal e a sustentabilidade”, explica Constantino.

Para Danusa Costa Lima, chefe de gabinete da presidência da CNI, o prêmio celebra a conquista e o compromisso dessas entidades com o fortalecimento do associativismo. “Ficamos muito animados com o expressivo número de participantes, especialmente com a qualidade e a diversidade das iniciativas. Esse sucesso demonstra a capacidade dessas entidades de buscar soluções para os desafios do mundo moderno”, afirmou.

O Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e do Material Elétrico de Blumenau (SIMMMEB SC), também esteve entre os finalistas da categoria Sindicatos para concorrer ao prêmio, com o case SIMMMEB Digital. O projeto BI de Gestão Sindical, da Federação das Indústrias de SC (FIESC), também foi um dos 12 finalistas, na categoria Federações.

Conheça os vencedores 
Categoria Federação: 
1º lugar: Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA) – Redes
2º lugar: Federação das Indústrias do Distrito Federal (FIBRA) – Hub da Indústria
3º lugar: Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) – Indústria Sustentável: Programa de Certificação – Selo ESG-FIEC

Categoria Sindicato 
1º lugar: Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon Paraná Norte) – ConstruHub
2º lugar: Sindicato das Empresas de Extração de Areia do Estado de Goiás (Sindiareia) – Projeto Peso Certo, Preço Justo
3º lugar: Sindicato Patronal da Indústria Mecânica de Joinville e Região (Sindimec) – Programa Selo Confiança SINDIMEC

Com informações da CNI 

FONTE: FIESC
https://fiesc.com.br/pt-br/imprensa/sindimec-joinville-e-terceiro-colocado-em-premiacao-da-cni

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