Inovação

Programa Rotas para a Inovação encerra 2025 com avanços positivos e novas ações previstas para o próximo ano

O Programa Rotas para a Inovação – iniciativa de inovação aberta do Complexo Portuário – concluiu a etapa prevista para 2025 e apresentou, nesta sexta-feira (5), os resultados e avaliações do ciclo. A edição contemplou quatro workshops voltados à identificação de desafios, à conexão entre demandas das empresas e soluções de instituições de ensino e startups, além de um encontro dedicado à apresentação de projetos inovadores. Ao todo, o programa recebeu 24 propostas, elaboradas por 21 empresas solucionadoras, e segue ativo com novas ações previstas para o próximo ano.

A iniciativa teve como foco acelerar a inovação e o desenvolvimento de pequenos negócios ligados ao setor portuário, incentivando a melhoria de processos internos e a adoção de tecnologias que ampliem a eficiência e a competitividade. Durante a cerimônia de encerramento, a gerente da Regional Foz do Sebrae/SC, Juliana Bernardi Dall’Antonia, destacou o papel fundamental do Sebrae Startups no apoio ao empreendedor inovador, na criação de pontes e na geração de oportunidades.

“Para nós, inovação não é apenas tecnologia. É desenvolvimento econômico, competitividade, sustentabilidade, e em especial, o fortalecimento dos pequenos negócios. Este programa foi pensado para aproximar desafios reais de soluções inovadoras. E o que vimos foi justamente isso: conexões acontecendo, ideias ganhando maturidade e parcerias sendo construídas de forma muito colaborativa”, enfatizou.

A avaliação da Superintendência do Porto de Itajaí reforça o impacto positivo do ciclo entregue.

“ O Rotas da Inovação mostrou que quando Porto, empresas, universidades e o ecossistema se unem, a inovação deixa de ser conceito e se torna resultado concreto. As seis empresas que abriram desafios e as 21 soluções apresentadas comprovam que temos, aqui na região, capacidade técnica, criatividade e visão estratégica para transformar a logística, fortalecer a Economia Azul e gerar novas oportunidades de desenvolvimento”, avaliou.

Ele ainda destacou que o programa inaugura um novo momento para o Porto de Itajaí: “mais moderno, mais inteligente e mais conectado com a sustentabilidade e com as melhores práticas internacionais. A inovação aberta passa a fazer parte da nossa cultura, do nosso planejamento e do futuro que estamos construindo para a cidade e para o setor portuário. Hoje reconhecemos este esforço coletivo e reafirmamos nosso compromisso de seguir avançando”, disse.

O Elume – Centro Regional de Inovação – também avaliou os resultados de forma positiva.
“O Elume atuou como catalisar no processo de inovação na região. Ficamos muito satisfeitos porque, em vários casos, essa dinâmica funcionou exatamente como planejado. Hoje estamos celebrando a assinatura de dois contratos — da Trust e da Barra do Rio — com seus respectivos solucionadores, todos negócios da própria região. Esse resultado reforça o potencial inovador local e a importância de promover conexões estratégicas para o desenvolvimento regional”, destaca Manoela Hermes, gerente de projetos do Elume.

Realizado pelo Sebrae/SC, por meio do Sebrae Startups, em parceria com o Porto de Itajaí e o Elume – Centro Regional de Inovação, o programa teve como objetivo aproximar startups e negócios inovadores da Foz do Rio Itajaí de potenciais clientes e parceiros.

A iniciativa contou ainda com o apoio de instituições de ensino e centros de pesquisa para facilitar a comercialização de produtos e serviços, estimular o ecossistema de inovação e impulsionar o desenvolvimento econômico da região.

**Participação das empresas **

Entre os demandadores desta edição estiveram Porto de Itajaí, JBS Terminais, Barra do Rio Terminal Portuário, Univali, Trust Group e SC Portos. Já os solucionadores foram: Gruppe Serviços de Tecnologia LTDA, 4Mti Soluções LTDA, Green Energy Soluções Sustentáveis LTDA, Tidewise Engenharia e Serviços Navais LTDA, Spen Inovação Simples, Instituto Federal de Santa Catarina – Campus Itajaí, Venda Forte LTDA, Digiaccess Soluções Seguras LTDA, Bykonz Tecnologia LTDA, GB Atendimento e Tecnologia LTDA, AJ Research Development S.A, Regenera 3D, Cargon, Kamtech Soluções em TI e Depot In Serviços Logísticos LTDA.

Resultados do ciclo de 2025

A programação contou com a assinatura dos contratos entre a Trust Group e o Barra do Rio Terminal Portuário (empresas demandadoras) e a Depot In Serviços Logísticos (solucionadora), demonstrando a efetividade do Programa. Além disso, foram entregues 21 certificados às empresas participantes do ciclo.

Parceiros

O Programa Rotas para Inovação é uma realização do Sebrae/SC, por meio do Sebrae Startups, da Autoridade Portuária do Porto de Itajaí e do Elume – Centro Regional de Inovação. Conta ainda com a parceria do Instituto Federal de Santa Catarina (Campus Itajaí), Udesc (Balneário Camboriú), UFSC (Joinville), Diretoria de Empreendedorismo e Inovação da Univali, Marinatech Rede Midhub, Núcleo de Tecnologia e Inovação da ACII, Invest Itajaí, Prefeitura de Itajaí, Polo Regional ACATE Foz do Itajaí e SC Mais Inovação.

Ler Mais
Informação

Pirataria segue em alta no Brasil: dados recentes reforçam desafios na economia digital e na fiscalização

O Dia Nacional de Combate à Pirataria e à Biopirataria foi celebrado no último dia 03 de dezembro. A data foi instituída em 2004 pela Lei nº 11.205 com o objetivo de ampliar a conscientização sobre os efeitos do comércio ilegal no país. No mesmo ano, o Ministério da Justiça criou o Conselho Nacional de Combate à Pirataria, responsável por definir diretrizes e apoiar ações de fiscalização em diferentes setores da economia.

O cenário mais recente mostra que o comércio de produtos ilegais permanece elevado. O Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade registrou perdas de aproximadamente 468 bilhões de reais em 2024, somando prejuízos à indústria e à arrecadação tributária. Desse total, cerca de 328 bilhões de reais correspondem a perdas diretas para empresas e 140 bilhões de reais resultam de sonegação fiscal associada ao comércio de produtos falsificados e contrabandeados.

As apreensões realizadas pela Receita Federal também refletem a dimensão do problema. Em 2024, as operações de fiscalização em portos, aeroportos e fronteiras somaram mais de 3,7 bilhões de reais em mercadorias irregulares. Os itens mais encontrados incluem eletrônicos, cigarros, vestuário, medicamentos e acessórios automotivos. O volume indica uma cadeia que atua em diferentes frentes e abastece mercados formais e informais.

O avanço do comércio digital ampliou o alcance do mercado ilegal. Plataformas de comércio eletrônico passaram a fazer parte das estratégias de fiscalização do governo e se tornaram alvo de recomendações específicas do Conselho Nacional de Combate à Pirataria. O objetivo é reduzir a oferta de produtos sem procedência, que chegam ao consumidor por meio de anúncios aparentemente regulares.

Fiscalização, fronteiras e ações digitais

A estrutura institucional criada a partir de 2004 busca organizar ações integradas entre órgãos públicos, entidades privadas e representantes da indústria. O Conselho Nacional de Combate à Pirataria propõe medidas que envolvem controle de fronteiras, cooperação entre forças de segurança e padronização de práticas de fiscalização. O Instituto Nacional da Propriedade Industrial também desenvolve iniciativas de apoio ao combate à falsificação e disponibiliza ferramentas de consulta e identificação de marcas.

As políticas voltadas ao ambiente digital ganharam espaço nos últimos anos. Relatórios da Federação Internacional da Indústria Fonográfica mostram que quase metade dos consumidores brasileiros utiliza fontes ilegais para acessar música. Esse comportamento se repete em outros segmentos audiovisuais, o que amplia o desafio de monitorar a oferta de conteúdo não licenciado nas plataformas.

Projetos em análise no Legislativo discutem formas de ampliar a cooperação entre setor público e empresas de tecnologia. Entre os temas estão o compartilhamento de dados, o aperfeiçoamento de sistemas de denúncia e a verificação de fornecedores que utilizam plataformas digitais para distribuir produtos falsificados. A integração entre essas iniciativas é apontada como essencial para reduzir o alcance de mercados ilegais e seus efeitos para a economia.

Comércio eletrônico e rastreamento de anúncios ilegais

A fiscalização sobre marketplaces ganhou novas diretrizes em 2025. De acordo com dados do Ministério da Justiça, mais de 85 mil anúncios foram removidos de plataformas digitais no último ciclo de auditorias conduzidas pelo Conselho Nacional de Combate à Pirataria. As ações envolveram identificação de produtos sem certificação obrigatória, uso indevido de marcas e oferta de itens com indícios de contrabando.

As plataformas passaram a implementar mecanismos automáticos de rastreamento de vendedores reincidentes, cruzamento de documentos e verificação de CNPJ para categorias de maior risco, como eletrônicos, vestuário esportivo, cosméticos e brinquedos. Relatórios recentes indicam que o volume de anúncios suspeitos tende a aumentar em períodos de alta demanda, especialmente durante datas comemorativas e ações promocionais.

Neste 3 de dezembro, os dados reforçam que o combate à pirataria envolve diferentes frentes e exige coordenação entre agentes públicos e privados. A data serve como ponto de atenção para o impacto econômico do comércio ilegal e para a importância de práticas de consumo e venda alinhadas à legislação e à segurança de mercado.

FONTE: Process Log & Comex
IMAGEM: Reprodução/Process Log & Comex

Ler Mais
Informação

Simples Nacional: o que muda com as novas regras da Reforma Tributária a partir de 2026

O sistema simplificado para MEI, micro e pequenas empresas foi mantido; transição para as novas regras dos impostos começa em janeiro

Simples Nacional foi mantido pela Reforma Tributária e vai continuar valendo para MEI, pequenos e micro empresários.

A partir de janeiro de 2026, entra um período de transição para o novo modelode impostos no país. Mas só em 2027 que os contribuintes vão começar a pagar os novos tributos. A transição completa termina em 2033.

Simples Nacional é o regime tributário simplificado disponível para microempresas e empresas de pequeno porte que faturem até R$ 4,8 milhões por ano.

O que também inclui o MEI (Microempreendedor Individual), modelo empresarial simplificado, com limite de faturamento anual de R$ 81 mil.

Com a reforma, os impostos ICMS, ISS, PIS e Cofins serão substituídos por dois novos: IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços).

Mas quem está no Simples poderá escolher entre duas opções:

● Manter tudo dentro do Simples, como é hoje, pagando tudo numa guia só (o DAS)

● Ou recolher IBS e CBS “por fora”, de forma separada, como fazem as empresas maiores

“Essa escolha é importante porque muda a forma como o imposto é calculado e até como o cliente enxerga o preço final”, explica Fabricio Tonegutti, especialista em direito tributário e diretor da Mix Fiscal.

Veja a seguir as orientações que o especialista preparou sobre a mudança da tributação para MEI, micro e pequenos empresários.

Quando essas mudanças começam a valer?

O ano de 2026 será de transição, de testes — ninguém vai pagar imposto novo ainda, se seguirem as regras formais para emissão dos documentos fiscais. As empresas do Simples continuarão recolhendo o DAS normalmente, sem nenhuma cobrança extra.

“Mas será o momento de atualizar sistemas e notas fiscais, porque já haverá campos novos para IBS e CBS. A cobrança real começa em 2027, e a transição completa do antigo modelo termina em 2033.”

Quais são as principais vantagens dessas mudanças para os pequenos negócios?

A primeira vantagem é que o Simples segue simplificado (tanto quanto possível). O empresário não vai perder o benefício da guia única e nem o tratamento favorecido. Outra boa novidade é a flexibilidade: quem quiser pode recolher o IBS e a CBS fora do Simples.

Isso ajuda muito empresas que vendem para outras empresas (B2B), porque o cliente vai poder aproveitar créditos tributários — algo que antes não acontecia.

“Além disso, o novo sistema foi desenhado para acabar com o imposto em cascata e tornar os preços mais transparentes. No longo prazo, isso deve deixar o ambiente de negócios mais justo e competitivo.”

E quais são as desvantagens ou os desafios que vêm junto?

O principal desafio é que o Simples vai ficar um pouco menos simples. Antes, o empresário só pagava o DAS. Agora, ele vai precisar decidir entre dois regimes (por dentro ou por fora), e isso exige planejamento e orientação contábil.

Quem optar por recolher o IBS e CBS “por fora” vai ter mais obrigações — como emitir nota com destaque do imposto e enviar informações adicionais. Isso pode aumentar custos com sistema e contabilidade. E há um ponto de atenção: dependendo do tipo de negócio, a carga tributária pode subir se a empresa escolher o modelo errado.

As alíquotas vão mudar? Vamos pagar mais imposto?

No modelo geral, a soma de IBS e CBS deve girar em torno de 27% a 28%, mas isso é para empresas fora do Simples. Para quem está no Simples, as tabelas continuam as mesmas em 2026. A diferença é que, por dentro delas, o governo vai apenas redistribuir internamente quanto vai para IBS e CBS, sem aumentar o total. Ou seja: o que o empresário paga no Simples não deve mudar na prática. Só quem optar por recolher os impostos “por fora” — com alíquotas cheias — poderá sentir uma diferença.

Como o pequeno empresário pode se preparar para 2026?

2026 é o ano de preparação, não de desespero.

Alguns passos ajudam muito:

● Atualizar o sistema emissor de notas fiscais para o novo layout com IBS e CBS;

● Revisar o cadastro de produtos e serviços, porque a tributação vai depender do código (NCM/NBS);

● Entender seu perfil de clientes — se vende mais para consumidor final ou para empresas — para escolher o regime certo depois;

● Treinar a equipe e buscar informações em fontes confiáveis, como Sebrae e Receita Federal;

● E, claro, planejar o fluxo de caixa, porque os novos impostos poderão ser recolhidos automaticamente em transações com cartão e Pix.

Esse novo modelo está alinhado com o que a população esperava da Reforma Tributária?

De certa forma, sim. O Brasil pedia um sistema mais simples, transparente e justo, e o novo modelo caminha nessa direção. O Simples Nacional foi preservado — o que era uma preocupação real — e ainda ganhou flexibilidade. Mas há um ponto: o sistema só vai ser realmente simples se a implementação for bem feita. Se o governo e as empresas investirem em tecnologia e comunicação, a promessa de simplificação pode se tornar realidade.

O que ainda poderia melhorar?

Faltam ajustes práticos. Por exemplo, os limites de faturamento do Simples (R$ 4,8 milhões) e do MEI (R$ 81 mil) estão defasados. Eles deveriam ser atualizados para acompanhar a inflação e permitir que as empresas cresçam sem “serem expulsas” do regime. Também seria bom o governo oferecer ferramentas de simulação, para que o empresário consiga comparar o impacto de ficar “por dentro” ou “por fora” do Simples, sem precisar contratar consultorias.

Haverá aumento de carga tributária para quem está no Simples?

A promessa oficial é de neutralidade — ou seja, o total de impostos não vai subir. Para quem continuar dentro do Simples, a carga tributária deve se manter igual. Mas, na prática, o resultado vai depender das escolhas de cada empresário. Quem migrar para o modelo “por fora” sem ter estrutura para aproveitar créditos pode acabar pagando mais. Por outro lado, quem planejar bem pode até reduzir custos.

E o que muda para o MEI?

O MEI continua existindo, com as mesmas facilidades. A principal mudança é que, a partir de 2027, todos os MEIs terão de emitir nota fiscal, inclusive para pessoas físicas. E o valor fixo que eles pagam de imposto (ISS e ICMS) será reduzido gradualmente até chegar a R$ 3 em 2033. É um incentivo à formalização e deve deixar o regime ainda mais vantajoso.

O que o pequeno empresário precisa saber agora?

O Simples não acabou — ele vai ficar mais robusto. 2026 é o ano para se preparar, entender o novo sistema e ajustar os sistemas e processos. Com informação e planejamento, os pequenos negócios podem passar pela reforma sem sustos e com oportunidades de crescer em um ambiente mais equilibrado e previsível.

FONTE: Fabricio Tonegutti
IMAGEM: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Ler Mais
ANVISA

Webinar orienta sobre fluxos de anuência na Declaração Simplificada de Importação

Encontro será no dia 6 de outubro, às 10h. Participe!

A Anvisa irá realizar um webinar para apresentar os novos fluxos de registro e anuência da Declaração Simplificada de Importação (DSI).

A DSI é um documento que visa agilizar e simplificar o processo de importação de mercadorias no Brasil. A importação de bem ou produto destinado a pessoas físicas ou jurídicas, de direito público ou privado, cujo desembaraço aduaneiro se fizer por meio de DSI não eletrônica, está sujeita obrigatoriamente às exigências sanitárias previstas na Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 81/2008.

Para participar do evento, basta clicar no link abaixo, no dia e horário agendados. Não é preciso fazer cadastro prévio.

Dia 6/10, às 10h – Webinar – Novos fluxos de anuência de importação em DSI

Webinar        

É um seminário virtual que tem como objetivo fortalecer as iniciativas de transparência da Anvisa, levando conteúdo e conhecimento atualizados ao público. A transmissão é via web e a interação com os usuários é feita em tempo real, por um chat realizado durante o evento.  

Confira a página específica de webinares realizados pela Agência

FONTE: Anvisa
IMAGEM: Ascom/Anvisa

Ler Mais
Informação

AVISO DE PAUTA – Conab lança 13ª “Perspectivas para a Agropecuária 2025/2026” em Brasília

O evento, que reúne autoridades e especialista, apresenta estudo que antecipa tendências do setor, trazendo informações, análises, prognósticos e desafios sobre o cenário agropecuário nacional para o próximo ano

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realizará, nesta quinta-feira (18), o evento Perspectivas para a Agropecuária 2025/2026, no auditório da sede da empresa, em Brasília (DF). A programação contará com a participação do presidente da Conab, Edegar Pretto, do diretor de Política Agrícola e Informações, Silvio Porto, da ministra substituta do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Fernanda Machiaveli, do secretário de Agricultura Familiar e Agroecologia do MDA, Vanderley Zíger, do secretário adjunto de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Wilson Vaz e do vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do Banco do Brasil, Gilson Bittencourt.

O evento reunirá ainda representantes do Banco do Brasil, do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e conselheiros agrícolas de embaixadas.

Na ocasião, serão apresentados cenários sobre produção de grãos, mercado de carnes, crédito rural, tecnologia agrícola e previsões climáticas que impactam na produtividade da próxima safra. O encontro contará também com painel de debates com representantes do BNDES e de organizações da agricultura familiar.

Credenciamento: Os jornalistas que desejarem utilizar o Wi-Fi da Conab durante o evento precisam se cadastrar antecipadamente para obter a senha, até às 8h do dia 18/09/2025, preenchendo o formulário disponível em: Formulário de cadastro.

Serviço:
Perspectivas para agropecuária 2025/2026
Data: quinta-feira, 18 de setembro de 2025
Horário: 10h
Local: Auditório da sede da Conab
End: SGAS 901, Bloco A, Lote 69 – Brasília/DF
Link da Transmissão: https://www.youtube.com/watch?v=VWpTPYOvvrA

Fonte: Companhia Nacional de Abastecimento

Ler Mais
Informação, Tecnologia

Programa do MDIC, Sebrae e ABDI, que incentiva o protagonismo feminino no setor da tecnologia, terá nova edição

Setembro começando e sabe o que vem por aí??? A 3ª edição do Empreendedoras Tech! 🚀

O programa do MDIC, em parceria com o SEBRAE e a ABDI, apoia negócios liderados por mulheres que estão transformando o Brasil com tecnologia, inovação e impacto social.

Mulheres como a Amanda Brito Orleans, cofundadora da Inclusi. Uma das 70 selecionadas em 2024 para o Empreendedoras Tech, Amanda levou adiante sua solução para a inclusão de pessoas com deficiência por meio da tecnologia.

Com o apoio do programa, que oferece uma trilha formativa aprofundada, mentorias individuais e coletivas, e culmina em um Demo Day em Brasília, ela passou por uma jornada intensa de formação, mentorias e conexões — e agora segue inspirando outras mulheres a empreender com propósito.

Agora é a sua vez!
A 3ª edição está chegando e dessa vez vai acelerar 100 startups lideradas por mulheres em áreas de alta tecnologia! Se você lidera um negócio inovador e quer crescer com o apoio de quem acredita no seu potencial, se prepare: as inscrições abrem este mês!

O Empreendedoras Tech é mais do que um programa. É um movimento de mulheres que ousam inovar, liderar e construir o futuro que todos querem ver.

Fonte: MDIC

Ler Mais
ANVISA, Informação

Solicitações de Certificado de Regularização e Certidão de Regularização para Exportação de Medicamento Notificado têm novo fluxo

Pedidos deverão ser enviados via peticionamento eletrônico.

A Anvisa informa que já está em vigor o novo fluxo para solicitar o Certificado de Regularização para Medicamento Notificado e a Certidão de Regularização para Exportação de Medicamento Notificado. Ambos são documentos declaratórios emitidos pela Agência contendo informações sobre determinado medicamento notificado no Brasil, sendo que a certidão se destina exclusivamente à exportação.

Atualmente, as empresas fazem a solicitação de emissão desses documentos por e-mail. Para fins administrativos e em conformidade com os demais fluxos da Anvisa, a partir de agora a solicitação deverá ser realizada via peticionamento eletrônico, como já ocorre em relação à emissão de Certificado de Registro para Medicamentos.

Para tanto, deverão ser utilizados os seguintes assuntos de petição:

  • 12392 GGMED – Certidão de Regularização para Exportação de Medicamento Notificado
  • 12393 GGMED – Certificado de Regularização para Medicamento Notificado

Os prazos e demais requisitos para a emissão dos documentos em questão permanecem inalterados.

Fonte: ANVISA

Ler Mais
Informação

Inscrições abertas para o 5º Edital Educação em Navegantes

Pelo segundo ano consecutivo, Portonave apoia a iniciativa da ENGIE pelo Parcerias do Bem, com investimento direto a projetos de escolas do município

A Portonave convida todas as escolas de Navegantes a inscreverem seus projetos no 5º Edital Educação, lançado nesta semana pela ENGIE Brasil Energia. Neste ano, em todo o Brasil, a iniciativa vai selecionar 43 iniciativas voltadas a crianças e adolescentes do Ensino Médio e Fundamental I e II das redes pública e privada de 19 estados. Somente em Navegantes, com o patrocínio do Terminal Portuário, três projetos serão selecionados. O apoio destina R$ 10 mil para que cada ideia seja realizada.

As inscrições estão abertas até o dia 29 de agosto, às 18h, e podem ser feitas pelo site www.engie.com.br/editaleducacao. Nesta edição, mais uma vez, serão priorizados projetos voltados à promoção da saúde mental ou ao apoio e fomento de disciplinas instrumentais (Português e Matemática), importantes para o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB).

Para se inscrever, ao acessar o site, o proponente precisa preencher o formulário com as informações sobre o público, os objetivos, o número de pessoas beneficiadas, a justificativa, os benefícios, entre outros detalhes do projeto. Os critérios avaliados entre as propostas inscritas serão: impactos, viabilidade e inovação, abrangência e replicabilidade da iniciativa.

Na edição 2024, em Navegantes, a Portonave apoiou três iniciativas. A Escola Municipal Professora Ilka Muller de Mello apresentou a “Contêinerteca”, uma biblioteca instalada em contêiner; já a Escola Professora Elsir Bernadete Gaya Muller propôs o “Desconectar, conectando”, voltado ao acolhimento dos alunos; e a Escola Estadual Básica Professora Julia Miranda de Souza trouxe o “Meu Mundo Azul”, que visa promover a sensibilização sobre o autismo.

Como conta Isabela Paris, ex-aluna do C.E.M. Professora Ilka Muller de Mello, no Gravatá, e idealizadora do Contêinerteca junto com a aluna Lara Noelli e a professora Roscler Castellain de Andrade de Souza, o projeto é uma iniciativa com o objetivo de incentivar a leitura e, consequentemente, melhorar a escrita e a oratória. É um local que vai servir não apenas para acomodar os livros, como também para a interação e desenvolvimento de outros projetos pedagógicos.

“Para a nossa alegria, encontramos a Portonave que acreditou nessa ideia e, em breve, abriremos nosso contêiner repleto de livros, histórias e oportunidades. Será um lugar onde cada aluno poderá sonhar, descobrir novos caminhos e encontrar inspiração para escrever a própria história. Estamos torcendo para que esse projeto se amplie e, quem sabe, também proporcione o acesso dos pais, familiares e comunidade”, afirma Isabela.

Além da Portonave, também são parceiros do Edital Educação da ENGIE as empresas Amanco, Ceste, Jirau, Krona, Tigre e Voltalia.

Como realizar a inscrição 🔍
Todas as escolas que estão localizadas nas cidades indicadas no site abaixo podem participar do edital. É necessário preencher um formulário com as informações da iniciativa.

Acesse o site: www.engie.com.br/editaleducacao e confira o regulamento.
Data: até 29/08, às 18h.

Sobre a Portonave 🚢
A empresa está localizada em Navegantes, Litoral Norte de Santa Catarina, e iniciou suas atividades em 2007, como o primeiro terminal portuário privado do Brasil. Atualmente, são 1,3 mil empregos diretos e 5,5 mil indiretos. No ranking nacional, a Portonave, em 2024, esteve entre os três portos que mais movimentam contêineres cheios de longo curso, sendo o primeiro em Santa Catarina, de acordo com o Datamar. Além do destaque pela excelência operacional, a Companhia está comprometida com as práticas ESG (Meio Ambiente, Social e Governança) e investe permanentemente em projetos que visam desenvolver a comunidade.

Sobre o Parcerias do Bem 🫱🏼‍🫲🏾
É um movimento liderado pela ENGIE Brasil Energia que consiste na união de esforços para multiplicar ações da área de responsabilidade social e maximizar a entrega de benefícios às comunidades.

Saiba mais em: www.engie.com.br/parceriasdobem/

Ler Mais
Informação

Unia orienta empresas sobre as próximas etapas do NPI

A Secretaria da Receita Federal do Brasil atualizou recentemente o cronograma de implementação da Declaração Única de Importação (DUIMP), que integra o Novo Processo de Importação (NPI). As novas fases preveem a ampliação do uso da DUIMP por operadores certificados e o avanço na digitalização de etapas antes realizadas manualmente, como a atuação de órgãos anuentes e a análise documental.

A transição representa um marco importante para empresas que operam com comércio exterior, especialmente nos setores regulados como o farmacêutico e o médico-hospitalar. Segundo Alexandre Alencar, CFO e sócio-diretor da Unia, a adaptação ao novo modelo é indispensável para manter a fluidez das operações e evitar atrasos logísticos. 

“O NPI exige uma nova postura operacional e tecnológica. As empresas precisam revisar seus processos, integrar sistemas e alinhar a gestão aduaneira com as exigências da Receita Federal e da Anvisa. Na Unia, estamos sempre atentos às evoluções do setor, nos antecipando às mudanças, e neste momento já estamos plenamente preparados para cumprir todas essas exigências, apoiando nossos clientes com segurança, agilidade e conformidade”, afirma.

A Unia, focada em logística e assessoria aduaneira para o setor de saúde, tem orientado seus clientes na adequação às mudanças. Entre os pontos de atenção estão a obrigatoriedade do Catálogo de Produtos, a correta classificação fiscal e o uso da Licença de Importação integrada à DUIMP, que já está sendo exigida por diversos órgãos.

A empresa reforça a importância de preparar equipes e sistemas para as etapas que entram em vigor nos próximos meses, conforme divulgado oficialmente pela Receita Federal e amplamente repercutido por especialistas do setor.

TEXTO E IMAGEM: DIVULGAÇÃO

Ler Mais
Informação

Governador de Mato Grosso sanciona lei que congela cálculo do Fethab em 2025

Medida sobre o Fethab busca dar previsibilidade ao setor agropecuário ao fixar valores da contribuição estadual

O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, sancionou, nesta quinta-feira (31), a Lei nº 13.002/2025, que congela os valores utilizados para o cálculo da contribuição ao Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab). A nova regra, publicada em edição extra do Diário Oficial, altera a forma como o fundo é corrigido, buscando dar mais previsibilidade ao setor produtivo rural.

Atualmente, o valor do fundo é corrigido em janeiro e julho, de acordo com os valores vigentes da Unidade de Padrão Fiscal (UPF) para os respectivos meses. A UPF é atualizada mensalmente pelo governo e serve como indexador para diversos cálculos na área fiscal do Estado.

De forma excepcional, em 2025 será aplicada a UPF de janeiro deste ano para todo o exercício.

A proposta de congelamento do Fethab havia sido aprovada pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) em 16 de julho. A mudança é resultado de articulação entre o Executivo, a Assembleia e entidades representativas do setor produtivo, como a Aprosoja-MT, Acrimat, Famato e o Fórum Agro MT.

O objetivo é evitar distorções causadas por variações inflacionárias e permitir que produtores tenham maior segurança no planejamento financeiro de suas atividades, especialmente em um cenário de custos elevados e contratos firmados com antecedência.

A nova legislação para o Fethab tem efeito retroativo a 1º de julho de 2025, mas não prevê compensações para valores já recolhidos antes da sanção.

Fonte: Mato Grosso Canal Rural

Ler Mais
Instagram
LinkedIn
YouTube
Facebook