Aeroportos

EUA anunciam cancelamento de voos em 40 aeroportos para conter impacto do shutdown

Governo dos EUA reduz operações aéreas diante do impasse orçamentário

O governo dos Estados Unidos comunicou nesta quarta-feira (5) que irá solicitar às companhias aéreas o cancelamento de voos em 40 grandes aeroportos do país a partir desta sexta-feira (7). A medida tem como objetivo aliviar a pressão sobre o controle aéreo, setor fortemente afetado pelo shutdown — a paralisação parcial das atividades do governo.

Segundo as autoridades, a decisão deve impactar milhares de voos em todo o território norte-americano.

Redução de 10% na capacidade dos aeroportos

De acordo com o secretário de Transportes, Sean Duffy, haverá uma redução de 10% na capacidade operacional dos aeroportos incluídos na medida, entre eles alguns dos mais movimentados dos Estados Unidos.

Em entrevista coletiva, Duffy explicou que a ação busca garantir a segurança e estabilidade do sistema aéreo durante o período de restrição orçamentária.

Lista de aeroportos afetados será divulgada

O secretário informou ainda que a lista dos mercados impactados será anunciada nesta quinta-feira (6). Antes da definição, Duffy e o administrador da Administração Federal de Aviação (FAA), Bryan Bedford, se reuniram com executivos de companhias aéreas para discutir os impactos e estratégias de mitigação.

A expectativa é de que as principais rotas domésticas sofram ajustes temporários até que a situação do shutdown seja resolvida pelo Congresso americano.

Fonte: Com informações de agências internacionais.
Texto: Redação

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Internacional

EUA confirmam que Filipe Martins não entrou no país e contestam decisão de Alexandre de Moraes

O Departamento de Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos (CBP) confirmou, em comunicado divulgado nesta sexta-feira (10), que o ex-assessor da Presidência Filipe Martins não entrou nos Estados Unidos em 30 de dezembro de 2022, data citada em documentos usados pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para decretar sua prisão preventiva.

CBP aponta erro em registro e abre investigação

De acordo com o texto oficial, o CBP realizou uma “revisão minuciosa de todas as evidências disponíveis” e concluiu que não há registro de entrada de Filipe Martins no país na data mencionada. O órgão norte-americano informou ainda que um erro interno fez com que o dado incorreto fosse inserido no sistema, e que uma investigação foi aberta para apurar a origem da falha.

A nota também faz referência direta às ações de Alexandre de Moraes, afirmando que “essa constatação contradiz diretamente as afirmações feitas pelo ministro do STF, recentemente sancionado pelos Estados Unidos por supostas violações de direitos humanos”.

Defesa contesta prisão preventiva no STF

Durante o ano de 2024, a defesa de Filipe Martins apresentou diversos pedidos de liberdade ao Supremo Tribunal Federal, todos negados. Os advogados sustentaram que não havia provas de que o ex-assessor tivesse deixado o país e que a prisão preventiva se prolongava por tempo excessivo, sem justificativa adequada.

Governo americano reforça compromisso com integridade e direitos humanos

Na conclusão do comunicado, o CBP destacou que “condena qualquer uso indevido de registros falsos para justificar prisões ou condenações”, reforçando o compromisso da agência com a integridade dos sistemas fronteiriços, a justiça e o respeito aos direitos humanos.

FONTE: Gazeta do Povo
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Agência Senado

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