Trafico

Novo cão de faro reforça fiscalização da Receita Federal em Viracopos

A Receita Federal apresentou um novo aliado no combate aos ilícitos no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP). Trata-se de Thor, um cão de faro da raça Border Collie, que passa a integrar as operações da Alfândega de Viracopos com foco em ações de fiscalização e repressão a crimes aduaneiros.

Com apenas dois anos de idade, completados em 27 de dezembro, o animal já demonstra elevado desempenho operacional e se destaca pelo preparo técnico e comportamento em serviço.

Inteligência e faro apurado como diferencial operacional

Reconhecido mundialmente por sua inteligência acima da média, o Border Collie vem ganhando espaço nas atividades de fiscalização aduaneira. No caso de Thor, atributos como disciplina, sensibilidade e alto nível de concentração chamam atenção.

O cão apresenta foco intenso durante as operações, rápida assimilação de comandos e um faro altamente preciso, características essenciais para o trabalho contínuo em ambientes complexos como aeroportos internacionais.

Sintonia entre cão e condutor aumenta eficiência

Outro ponto considerado estratégico é a forte conexão entre Thor e seu condutor. Essa relação de confiança e sintonia é determinante para garantir respostas rápidas, seguras e assertivas durante as abordagens e inspeções realizadas pela Receita Federal.

A leitura refinada do ambiente e a capacidade de manter a atenção por longos períodos tornam o cão um recurso valioso em operações que exigem precisão e agilidade.

Reforço no combate aos ilícitos e ao tráfico de drogas

Com esse conjunto de habilidades, Thor passa a atuar como um importante reforço no combate ao tráfico de entorpecentes e a outros ilícitos no comércio exterior. A chegada do novo cão de faro fortalece as ações da Receita Federal do Brasil na proteção das fronteiras, no controle aduaneiro e na segurança da sociedade.

FONTE: Receita Federal
TEXTO: Redação
IMAGEM: Receita Federal

Ler Mais
Comércio Exterior

ESG no Comércio Exterior: por que a Governança se tornou o maior gargalo do Comex em 2026

A agenda ESG (Environmental, Social and Governance) avança rapidamente nas cadeias globais de valor, mas é o pilar da Governança que desponta como o maior desafio para o comércio exterior em 2026. Em um cenário de fiscalização mais rigorosa, acordos internacionais mais exigentes e pressão crescente por rastreabilidade e due diligence, não basta afirmar que os processos estão corretos — é preciso provar.

No Comex, a lógica é direta: se não dá para comprovar, não dá para sustentar. A ausência de evidências transforma riscos operacionais em interrupções concretas, como exigências documentais adicionais, questionamentos sobre origem e fornecedor, revisões de NCM/HS, divergências técnicas e até exposição contratual e reputacional.

O “G” do ESG na prática: quando governança vira operação

A governança no comércio exterior se materializa no dia a dia das operações. Ela aparece quando a empresa consegue responder, com segurança e consistência, a perguntas essenciais para auditorias, fiscalizações e processos internos.

Entre os principais pontos críticos estão:

  • Classificação fiscal defendível (NCM/HS): não apenas o código utilizado, mas o critério técnico e o histórico que justificam a decisão.
  • Rastreabilidade do dado: quem alterou uma informação, quando a mudança ocorreu e qual fonte sustentou a decisão.
  • Conformidade auditável: padronização de critérios, documentação organizada e trilha de auditoria pronta para inspeções.
  • Decisões replicáveis: o mesmo item deve gerar o mesmo resultado, independentemente de quem execute a análise ou de mudanças no time.

É justamente nesse ponto que muitas operações falham, ainda dependentes de planilhas descentralizadas, memória individual, retrabalho e decisões que não se repetem. Quando surge o “pedido de prova”, o gargalo se revela.

Governança de dados: o elo entre ESG e Comex

No comércio exterior, governança é o que transforma dado em prova. Sem dados bem estruturados, padronizados e rastreáveis, não há como sustentar classificações fiscais, comprovar origem ou demonstrar conformidade regulatória de forma consistente.

É nesse contexto que a Blue Route atua: fortalecendo o pilar da governança de dados aplicada ao Comex, com foco em rastreabilidade, padronização e segurança operacional. A proposta é substituir improviso por método, memória por histórico confiável e risco por previsibilidade.

Ao estruturar processos e dados de forma governada, empresas ganham não apenas conformidade, mas também eficiência, redução de retrabalho e maior confiança nas decisões estratégicas.

ESG como vantagem competitiva no comércio exterior

À medida que o ESG deixa de ser tendência e se consolida como requisito de mercado, empresas que investem em governança passam a operar com vantagem competitiva. No Comex, isso significa menos exposição a riscos fiscais e regulatórios, maior fluidez nas operações e mais credibilidade diante de parceiros, clientes e autoridades.

A pergunta que se impõe é direta: sua empresa hoje consegue provar a origem e a classificação fiscal de cada item sem depender de improviso?

Se a resposta ainda gera dúvida, o problema não está apenas no processo — está na governança do dado. E é exatamente aí que ele pode deixar de ser risco e passar a ser prova.

IMAGEM: FREEPIK
TEXTO: REDAÇÃO

Ler Mais
Informação

Conheça Max, o novo K9 da Receita Federal

Novo cão farejador amplia ações contra o tráfico de drogas
A Alfândega da Receita Federal em Brasília passou a contar, no fim de dezembro, com um novo aliado no combate ao tráfico de drogas e no fortalecimento da fiscalização aduaneira no Aeroporto Internacional de Brasília. O reforço atende pelo nome de K9 Max, um cão da raça Border Collie treinado para a detecção de entorpecentes, como cannabis, cocaína, ecstasy e outras substâncias ilícitas.

Integração ao time K9 da Receita Federal
Com a chegada de Max, a equipe canina da Alfândega passa a contar com três agentes K9. O grupo já era formado pelo Pastor-Belga Malinois Rock e pelo Pastor-Alemão Bruce. A ampliação do efetivo fortalece a atuação da Seção de Vigilância e Repressão ao Contrabando e ao Descaminho (Savig), especialmente em operações realizadas em ambiente aeroportuário.

Border Collie favorece abordagens discretas em áreas movimentadas
A escolha da raça não é casual. O Border Collie, por ter aparência mais familiar e menos intimidadora, é considerado ideal para fiscalizações em locais com grande circulação de passageiros. Essa característica permite abordagens mais discretas, sem comprometer a eficiência das ações de controle aduaneiro.

Atuação além da fiscalização: cidadania fiscal e educação
Max também inaugura uma nova frente de atuação dentro da Receita Federal. Ele é o primeiro cão do órgão a receber treinamento específico para apresentações institucionais e interação social. Com temperamento dócil e comportamento sociável, o novo K9 participa de ações de Cidadania Fiscal, aproximando a Receita da população e contribuindo para a educação sobre o papel do órgão na proteção da sociedade.

Reforço estratégico para a Aduana brasileira
A incorporação de Max evidencia o investimento contínuo da Receita Federal do Brasil em estratégias modernas de combate ao contrabando, ao descaminho e ao tráfico de drogas, aliando eficiência operacional e aproximação com a sociedade.

FONTE: Receita Federal
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Receita Federal

Ler Mais
Portos

Receita Federal destrói máquinas de solda irregulares no Porto de Itajaí

A Receita Federal realizou, na tarde desta quarta-feira (15), a destruição de 1.200 máquinas de solda apreendidas no Porto de Itajaí, em Santa Catarina. Os equipamentos foram importados de forma irregular e não atendiam às normas técnicas brasileiras, oferecendo riscos à saúde e à segurança dos consumidores.

Essa foi a segunda operação desse tipo registrada no país. A primeira ocorreu no Porto de Santos, também envolvendo equipamentos sem certificação adequada.

Laudo técnico apontou falhas de segurança

Após a apreensão, as mercadorias passaram por análise técnica especializada. O laudo confirmou a ausência de requisitos mínimos de segurança exigidos pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), o que inviabilizou qualquer possibilidade de regularização dos produtos.

Diante das irregularidades constatadas, a Receita Federal determinou a destinação das máquinas à destruição, ainda em zona alfandegada.

Receita Federal alerta mercado sobre fiscalização

De acordo com o delegado da Receita Federal no Porto de Itajaí, André Sette Câmara, a operação tem também um caráter educativo e preventivo. Segundo ele, houve aumento nas tentativas de entrada desse tipo de mercadoria em portos brasileiros.

O delegado reforçou que a fiscalização seguirá rigorosa, com o objetivo de coibir novas importações irregulares e proteger o mercado nacional e o consumidor final.

Associação de Soldagem acompanhou a operação

A ação contou com o acompanhamento da Associação Brasileira de Soldagem, que destacou a importância da destruição dos equipamentos ainda na área alfandegada. A entidade ressaltou que a medida é essencial para impedir que produtos inseguros cheguem ao mercado e sejam utilizados sem atender aos padrões técnicos exigidos no Brasil.

FONTE: Portal Menina
TEXTO: Redação
IMAGEM: Receita Federal

Ler Mais
Portos

Receita Federal apreende 289 kg de cocaína em contêiner no Porto de Santos

A Receita Federal realizou, na manhã desta segunda-feira (29), uma operação de busca aduaneira em um navio atracado no Porto de Santos e apreendeu 289 quilos de cocaína escondidos em um contêiner com destino ao porto de Hamburgo, na Alemanha. A ação contou com o apoio da Polícia Federal.

Droga estava oculta em carga de peças automotivas

O entorpecente foi encontrado acondicionado em bolsas, no interior de um contêiner carregado com peças para motores. A identificação ocorreu durante procedimentos de rotina de fiscalização realizados no complexo portuário santista, considerado o maior da América Latina.

A carga havia sido preparada para exportação quando foi interceptada pelas equipes de controle aduaneiro.

Operação integra fiscalização permanente da Receita Federal

A ação faz parte das atividades regulares de controle aduaneiro realizadas pela Receita Federal em portos, aeroportos e fronteiras terrestres. O objetivo é coibir crimes como tráfico internacional de drogas, contrabando e descaminho, além de garantir a segurança da cadeia logística brasileira.

A chamada Busca Aduaneira permite a verificação física de cargas, documentos e contêineres sempre que houver indícios ou critérios de risco previamente identificados.

Polícia Federal conduz investigação criminal

A Polícia Federal acompanhou a operação e ficará responsável pela condução do inquérito policial. A investigação irá apurar a origem da droga, os responsáveis pelo envio da carga e possíveis conexões internacionais do esquema criminoso.

O material apreendido foi encaminhado para os procedimentos legais e posterior destruição, conforme prevê a legislação.

Porto de Santos segue como ponto estratégico de fiscalização

Por concentrar grande parte das exportações brasileiras, o Porto de Santos mantém protocolos rigorosos de segurança e monitoramento, com ações integradas entre Receita Federal, Polícia Federal e demais órgãos de controle.

A atuação conjunta tem sido fundamental para impedir o uso da infraestrutura portuária por organizações criminosas e reforçar a credibilidade do comércio exterior brasileiro.

FONTE: Receita Federal
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Receita Federal

Ler Mais
Trafico

Receita Federal apreende 104 kg de cocaína em terminal privado de Paranaguá

A Receita Federal apreendeu 104 quilos de cocaína na manhã desta quinta-feira (18), durante fiscalização em um terminal privado de Paranaguá, no litoral do Paraná. A droga foi localizada em um contêiner que tinha como destino final o Porto de Lisboa, em Portugal.

Ao todo, foram encontrados 96 tabletes de cocaína, acondicionados em quatro bolsas e misturados à carga lícita de feijão. Segundo a Receita, o exportador não tinha conhecimento do entorpecente.

Método rip-on/rip-off é usado pelo tráfico internacional
A tentativa de envio da droga utilizou o método conhecido como rip-on/rip-off, prática comum no tráfico internacional de drogas. A técnica consiste na violação do contêiner após o embarque regular da mercadoria para a introdução de produtos ilícitos, sem a participação do exportador ou do importador.

Durante a operação, os servidores da Receita Federal contaram com o apoio do cão farejador Falcon, que auxiliou na identificação da carga suspeita.

Portos do Sul somam mais de 2,4 toneladas apreendidas em 2025
Com essa apreensão, o volume de drogas retidas pela Receita Federal nos portos do Paraná e de Santa Catarina em 2025 já ultrapassa 2,4 toneladas de cocaína. Apenas no Porto de Paranaguá, foram mais de 1.800 quilos apreendidos em 12 operações realizadas neste ano.

Após a retenção, o entorpecente foi encaminhado à polícia judiciária, que dará continuidade às investigações para identificar os responsáveis.

Fiscalização aduaneira reforça segurança do comércio exterior
A Receita Federal atua no controle aduaneiro de cargas e veículos destinados ao exterior ou provenientes de outros países. O objetivo é facilitar o comércio internacional, ao mesmo tempo em que reforça a segurança das operações lícitas e combate crimes como o tráfico de drogas.

FONTE: Receita Federal
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Receita Federal

Ler Mais
Portos

Receita Federal apreende 482 kg de cocaína escondidos em carga no Porto de Santos

A Receita Federal interceptou, nesta quarta-feira (29 de outubro), uma tentativa de envio ao exterior de 482 quilos de cocaína. A apreensão ocorreu no Porto de Santos (SP), durante inspeção em uma carga que seguiria para Antuérpia, na Bélgica.

De acordo com o órgão, a droga estava escondida em um lote de 371 toneladas de polipropileno copolímero, distribuído em 15 contêineres. O material é usado em diversos setores industriais, como automotivo, hospitalar, alimentício e químico, além da fabricação de embalagens, brinquedos e utensílios domésticos.

Ação faz parte da Operação Fronteira RFB

A apreensão integra a Operação Fronteira RFB, que ocorre entre 20 e 31 de outubro. A iniciativa reforça o trabalho conjunto da Receita Federal com outras forças de segurança para intensificar a fiscalização em portos, aeroportos e fronteiras internacionais.

Segundo a instituição, o objetivo é combater o tráfico internacional de drogas e outras práticas ilícitas, ampliando a presença das autoridades em pontos estratégicos de entrada e saída de mercadorias no país.

Tecnologia e análise de risco reforçam fiscalização

A Alfândega de Santos utiliza sistemas avançados de análise e gerenciamento de risco para selecionar e bloquear cargas suspeitas. A inspeção é apoiada por imagens de escaneamento dos contêineres, o que garante maior transparência e eficiência na triagem.

Esses métodos permitem equilibrar agilidade no comércio exterior e rigor no combate aos crimes aduaneiros. As ações atingem tanto exportações — onde o principal foco é o envio ilegal de drogas — quanto importações, nas quais predominam mercadorias falsificadas.

Polícia Federal assume investigação

Após a confirmação da contaminação da carga, a Polícia Federal foi acionada para conduzir os procedimentos de investigação. O caso será apurado em inquérito policial, que deve identificar os responsáveis pela tentativa de envio da droga ao exterior.

FONTE: Receita Federal
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Receita Federal

Ler Mais
Notícias

Receita Federal apreende 112 kg de madeira sem licença no Aeroporto de Guarulhos

Material seria levado por viajantes chineses para Pequim e incluía também lixo eletrônico, Apreensão ocorreu durante fiscalização aduaneira

A Receita Federal apreendeu 112 quilos de madeira avaliados em cerca de US$ 5 mil durante uma operação de controle aduaneiro no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP). O material estava distribuído em bagagens de três passageiros de nacionalidade chinesa, que embarcariam em um voo com destino a Pequim. O material foi encontrado durante fiscalização aduaneira no último domingo (05). 

Espécie exige licença internacional

Segundo a Receita Federal, a madeira pertence à espécie Dalbergia SP, conhecida popularmente como jacarandá, cuja exportação depende de licença Cites – documento obrigatório que regulamenta o comércio internacional de espécies da flora e fauna ameaçadas de extinção, conforme a Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Flora e da Fauna Selvagens em Perigo de Extinção (Cites).

Passageiros também levavam lixo eletrônico

Além da madeira, os viajantes transportavam 11,7 quilos de lixo eletrônico, material que representa risco ambiental por conter substâncias tóxicas e metais pesados que podem ser liberados durante processos de fundição.

Ibama foi acionado

Diante da natureza dos itens apreendidos, a Receita Federal acionou o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), responsável por adotar as medidas legais cabíveis em casos de infração ambiental.

Fonte: Receita Federal

TEXTO: REDAÇÃO

IMAGENS: DIVULGAÇÃO / RECEITA FEDERAL

Ler Mais
Portos

Receita Federal apreende 38,5 kg de cocaína em carga de frango no Porto de Paranaguá

Apreensão ocorreu durante inspeção no terminal de contêineres e teve apoio de cão farejador

A Receita Federal apreendeu 38,5 kg de cocaína na tarde desta segunda-feira (29), durante uma operação de fiscalização no Terminal de Contêineres do Porto de Paranaguá, no litoral do Paraná. A droga estava dividida em 35 tabletes e escondida na máquina evaporadora de um contêiner refrigerado que transportava frango congelado para exportação.

Carga com destino à Irlanda foi inspecionada com apoio de cão farejador

O destino final da carga seria a Irlanda, com transbordo previsto no Porto de Rotterdam, na Holanda. A fiscalização foi realizada com base em critérios de gerenciamento de risco, estratégia utilizada para identificar cargas suspeitas. Durante a inspeção, os agentes contaram com o apoio da cadela farejadora Daphine, que auxiliou na localização da droga escondida.

Receita Federal já reteve mais de 1 tonelada de cocaína em 2025

Com essa nova apreensão, a Receita Federal soma 1.178 kg de cocaína apreendidos nos portos dos estados do Paraná e de Santa Catarina somente em 2025. O material apreendido foi encaminhado à polícia judiciária, que dará sequência às investigações para identificar os responsáveis pelo tráfico internacional de drogas.

FONTE: Com informações da Receita Federal.
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Receita Federal

Ler Mais
Instagram
LinkedIn
YouTube
Facebook